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segunda-feira, 7 de junho de 2021

O namoro ficou sério e o casal decide morar junto? Regulamentar relação amorosa é fundamental

O advogado Caio Simon Rosa, sócio do escritório NB Advogados, adverte: quando um casal não regulamenta sua relação - ou seja, não se casa no civil ou registra a união estável - mesmo sem saber, passa a viver sob o regime de comunhão parcial de bens. E caso se separe, precisa dividir o patrimônio adquirido durante a relação com o companheiro, ainda que não seja da sua vontade

 

É muito comum que, após iniciar um namoro, o casal decida viver junto – sem formalidades ou cerimônias civis e religiosas. No entanto, de acordo com Caio Simon Rosa, advogado e sócio do escritório NB Advogados, quando o casal não regulamenta esta relação – optando pela união estável ou por um dos regimes de bens existentes, comunhão parcial, comunhão universal, participação final nos aquestos e separação convencional de bens – pode sofrer consequências legais em casos de separação ou morte de um dos companheiros.

“Quando um casal não regulamenta sua relação – ou seja, não se casa no civil ou registra a união estável - mesmo sem saber, passa a viver sob o regime de comunhão parcial de bens. Na prática, quer dizer que, em caso de separação, o patrimônio adquirido durante a relação deve ser compartilhado em igual proporção entre o casal, ainda que não seja da vontade de uma das partes”, explica o advogado.


A união estável - De acordo com o Código Civil, é considerada união estável a relação de convivência entre homem e mulher, a qual é duradoura e foi estabelecida com a finalidade de constituir família. Em maio de 2011, no entanto, o STF também passou a reconhecer a união estável homossexual.

Ao lavrar a escritura de união estável, o casal escolhe o regime de bens que regulará a relação assim como outros aspectos que julgue relevantes.  “Importante dizer que a união estável, para que assim seja configurada, determina que as partes vivam sob o mesmo teto, bastando que a sociedade perceba este casal com uma entidade familiar, unida pelo afeto, tenha filhos ou não”, completa Caio.


Evitando conflitos – O advogado relata que disputas judiciais ao fim de uma relação, sem que as partes tenham regulamentado o regime pretendido, são extremamente comuns, oneram e desgastam a todos. “Além da questão emocional, lidar com questões econômicas e burocráticas traz ainda mais prejuízos. E isto poderia ser evitado caso as partes já houvessem regularizado a questão”.

Segundo ele, é compreensível que um ou outro companheiro entenda ser indelicado tocar neste assunto logo no início de uma relação, mas trata-se de algo que deveria ser encarado com naturalidade. “Acredito que os brasileiros estão mudando seu entendimento sobre o assunto e já não vêem com espanto a necessidade de se discutir a questão. É muito saudável que aqueles que pretendem regulamentar uma relação o façam o quanto antes e procurem um advogado para lhes aconselhar - e assim discutir de forma conjunta os benefícios deste tipo de resguardo".

 


NB Advogados

www.nbadv.com.br


Governo de São Paulo autoriza implantação de 20 novas unidades do Poupatempo

 Com atendimento integrado ao Detran.SP e ampla oferta de serviços, os postos irão beneficiar mais de 1,5 milhão de pessoas 


Nesta segunda-feira (07/06), o Governo de São Paulo anunciou as autorizações para a implantação de mais postos do Programa Poupatempo em 20 municípios paulistas. As cidades beneficiadas serão: Amparo, Artur Nogueira, Barueri, Boituva, Cabreúva, Campos do Jordão, Cerquilho, Embu das Artes, Ilha Solteira, Itararé, Jaguariúna, Monte Mor, Olímpia, Paulínia, Presidente Epitácio, Rio Grande da Serra, Santa Cruz do Rio Pardo, Santa Isabel, São José do Rio Pardo e Tremembé.   

As futuras unidades fazem parte do plano de expansão, anunciado em agosto de 2020 pelo governo paulista. “O novo modelo, com os serviços do Detran.SP ao atendimento do Poupatempo, é mais moderno, compacto e com foco no digital. Como diversos serviços serão oferecidos no mesmo local, o cidadão ganhará em agilidade, eficiência, comodidade e autonomia, sem perder o padrão de qualidade, marca registrada do programa”, afirma André Arruda, presidente da Prodesp.   

Para aumentar a capilaridade, alcançando inclusive os municípios de menor porte, as Ciretrans serão transformadas em Poupatempo. O atendimento será por meio do sistema Balcão Único, com atendentes multitarefa, podendo contar com serviços municipais. Esse modelo já foi testado e aprovado pelos usuários nas unidades inauguradas nesta gestão nas cidades de Aguaí, Lençóis Paulista, Jales e Salto, escolhidas para o projeto piloto.   

As 20 novas implantações serão viabilizadas em parceria com os municípios, atendendo mais de 1,5 milhão de pessoas. Além do Detran.SP, os postos também oferecerão serviços do Instituto de Identificação (IIRGD), Ministério Público, Secretaria Estadual da Educação, prefeituras, entre outros. O investimento do Estado será de aproximadamente 3,3 milhões.   

“Atualmente, 86% dos serviços realizados pelo Detran.SP são pelos canais digitais. Isso graças ao avanço da digitalização, o que permitiu a redução do atendimento presencial. Ao delegar o atendimento ao Poupatempo, conseguiremos aproveitar melhor nosso quadro de colaboradores, otimizando ainda mais a operação para serviços essenciais. Exemplo disso é a prova prática de habilitação, que muitos municípios do Estado não têm e que com o novo modelo será possível oferecer, evitando assim o deslocamento do cidadão para uma cidade vizinha", explica Ernesto Mascellani Neto, presidente do Detran.SP.   

Desde o anúncio do plano de expansão do Poupatempo, sete unidades integradas ao órgão estadual de trânsito já estão em funcionamento. São elas: Franco da Rocha, Hortolândia, Piquete, Santa Bárbara D’Oeste, Serra Negra, Sumaré e Alesp. Recentemente, o Governo de São Paulo deu o aval para a implantação de 25 novas unidades em cidades da Região Metropolitana, Litoral e interior. Com o anúncio desta segunda-feira (7), serão 45 novos postos, beneficiando cerca de 3 milhões de pessoas.  

Por meio da Prodesp, o Poupatempo aumentou a oferta de serviços digitais. São 137 opções online, no portal www.poupatempo.sp.gov.br, aplicativo Poupatempo Digital e totens de autoatendimento. Até o fim deste ano, o objetivo é oferecer 180 serviços digitais, e chegar a 240 em 2022.   

"A ampliação dos serviços pelos meios eletrônicos é fundamental para permitir que o Poupatempo esteja cada vez mais próximo das pessoas. Agora, as unidades podem ser mais compactas e mesmo assim oferecer uma ampla diversidade de opções”, destaca o diretor da Prodesp, Murilo Macedo.  

Atualmente, 85% dos atendimentos do Poupatempo são feitos pelas plataformas digitais. Entre os serviços online mais procurados, estão a pesquisa de pontuação, habilitação, licenciamento, renovação de CNH, funcionalidades da vacinação contra a Covid-19, além da emissão do Atestado de Antecedentes Criminais, consulta de IPVA, entre outros. 

 

Depois dos EUA, México adota restrições para entrada de brasileiros

Aumento de imigrantes ilegais brasileiros preocupa diversos países.

 

Uma onda recente de brasileiros tem usado o México como “trampolim” para entrada ilegal nos Estados Unidos. Como consequência, o país tem vem barrando muitos viajantes que chegam do Brasil.

 

De acordo com informação publicada semana passada pela revista Isto É, 1.846 viajantes brasileiros já tiveram a entrada negada nos aeroportos mexicanos somente nos primeiros quatro meses de 2021. Este número é quatro vezes maior do que o registrado no mesmo período em 2020 e em 2019. Atualmente, o Brasil é o terceiro país de origem entre os visitantes considerados mais “inadmissíveis” no México, apenas atrás do Equador e da Colômbia.

 

Aproximadamente 370 mil brasileiros viajam anualmente para o México. Entretanto, com a chegada da pandemia, este número subiu para 416 mil em 2020, e contabilizando apenas de janeiro a abril de 2021, já são 112 mil pessoas que saíram do Brasil para fazer turismo ou negócios em território mexicano; um aumento explicado pelo atual fechamento das fronteiras americanas para diversos países considerados grandes focos da pandemia da COVID-19, entre eles, o Brasil.

 

Para contornar as restrições americanas, muitos brasileiros fazem do México o primeiro ponto de parada antes de seguirem viagem para os EUA; e embora a maioria destes viajantes chegue com boas intenções e proceda de forma legal, muitos acabam se aventurando pelo deserto mexicano em busca do “sonho americano”.

 

“De fato existe um aumento de brasileiros buscando o México, especialmente Cancun, para fazer turismo por 14 dias (tempo de quarentena exigido pelas autoridades americanas para pessoas saindo do Brasil) para depois viajarem para os Estados Unidos, e não há nada errado com isso desde que o viajante tenha um visto americano válido em seu passaporte para solicitar a entrada na América a partir do México. O problema é que muitos brasileiros que não possuem vistos americanos acabam buscando a imigração ilegal tentando atravessar a fronteira, e é isto que tem causado preocupação nas autoridades mexicanas” – explicou o advogado de imigração Felipe Alexandre.

 

Segundo dados do Departamento de Fronteira dos EUA (CBP), 179 mil pessoas foram detidas tentando entrar ilegalmente no país apenas em abril de 2021, que passou a ser o mês com o maior número de detenções na fronteira com o México nos últimos 20 anos. O CBP estima que 4 mil brasileiros estejam nesta lista.

 

“A instabilidade econômica e política do Brasil já é normalmente um fator que leva brasileiros a tentarem entrar ilegalmente nos EUA. Porém, após a pandemia, este interesse pela América cresceu ainda mais, principalmente neste momento em que grande parte da população já está vacinada e o mercado de trabalho americano está novamente superaquecido. Como não encontram perspectivas melhores no Brasil, inclusive em relação a demora na vacinação, muitos brasileiros decidem buscar uma vida melhor nos EUA. Mas infelizmente, boa parte deles, acaba optando por vias ilegais para entrar no país, e existem sérias consequências para isso previstas nas leis americanas de imigração” – pontuou novamente Felipe Alexandre, que também é fundador da AG Immigration, escritório americano de advocacia imigratório.

 

Mas não são apenas Estados Unidos e México que tem regulado a entrada de muitos brasileiros. O Brasil segue como o segundo país com mais restrições de viagem em todo o mundo (perdendo apenas para o Reino Unido), com os 27 países da União Europeia e todos os países vizinhos da América do Sul atualmente impondo regras rígidas para quarentena devido a pandemia da covid-19.

 

Porém, mesmo antes da pandemia já era nítido o aumento da preocupação da comunidade internacional em relação a entrada de brasileiros. Desde 2014, o número de brasileiros vivendo de forma ilegal no exterior aumentou consideravelmente. De acordo com dados do Itamaraty divulgados em 2019, existem cerca de 3 milhões de brasileiros vivendo em outros países (metade deles nos Estados Unidos), e especula-se que quase 1/3 desta população de imigrantes encontrem-se indocumentados nos países em que residem atualmente.

 

Em anos recentes, países como a Inglaterra, Itália e Espanha endureceram os procedimentos de imigração em seus aeroportos para voos chegando do Brasil após um aumento de brasileiros que buscavam residência ilegal e que, em muitos casos, estavam envolvidos com redes de tráfico humano e prostituição na Europa.

 

Até mesmo Portugal, que possui vínculos históricos com o Brasil, tem considerado impor restrições ou até mesmo retirar cidadãos brasileiros de alguns de seus programas de vistos, como o Golden Visa, que permite a compra de imóveis em Lisboa e no Porto. Em 2018, as autoridades portuguesas descobriram uma rede de falsificação de documentos para este proposito, e que acabou beneficiando brasileiros com o Golden Visa. Além disso, o passaporte português é um dos mais falsificados por brasileiros que desejam se mudar para a Europa.

 

“Com todos os índices de imigração ilegal subindo desse jeito, é de se esperar que novas sanções como as que tem sido imposta pelos EUA e pelo México possam ser adotadas por outros países. Além dos problemas econômicos e sociais o Brasil ainda é um dos países mais afetados pela pandemia, e enquanto este cenário existir, a tendência é que o êxodo de imigrantes legais ou ilegais de brasileiros para o exterior continue crescendo nos próximos anos” – finalizou Felipe Alexandre.

 


 

Dr. Felipe Alexandre - advogado americano/brasileiro de imigração e fundador da AG Immigration:  Ele é considerado há vários anos pelo “American Institute of Legal Counsel” como um dos 10 melhores advogados de imigração de NY e referência sobre vistos e green cards para os EUA.

 


AG Immigration

https://agimmigration.law/


5 dicas para poupar dinheiro e investir a longo prazo

Sete em cada dez brasileiros não guardam dinheiro, especialista em finanças mostra como poupar e definir prioridades

 

A pandemia do Covid-19 trouxe diversas incertezas para a população, principalmente se tratando das questões financeiras. Um levantamento realizado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) identificou que 32% da população, ou seja, apenas um terço dos brasileiros, conseguiram gastar menos ou guardar dinheiro durante o período. 

Segundo Thaíne Clemente, Executiva de Estratégias e Operações da Simplic, é necessário que os brasileiros mudem os seus hábitos de consumo. “É um momento de se reorganizar e definir as prioridades, gastando o menos possível, ou seja, usar o dinheiro apenas para as necessidades reais, e poupar o que sobrar para investir com segurança. O mais importante é se atentar para não entrar no vermelho. Pensando nisso, a executiva elencou algumas dicas de como poupar dinheiro e começar a investir. 


Defina um objetivo ou tenha um bom motivo

É preciso estabelecer o motivo pelo qual está poupando o dinheiro, e, entender que poupar, como a própria palavra diz, é abrir mão de certos “luxos”, para poder guardar um dinheiro a mais que sobra na conta no final do mês, como possível garantia de conforto para um futuro breve. Seu objetivo pode ser comprar um carro, uma casa, fazer uma viagem ou simplesmente guardar pensando em uma garantia no futuro caso perca um emprego, etc. 


Ter conhecimento do quanto gasta fixo todo mês

Ao dar início no mês, já coloque na ponta do lápis quais são os gastos cruciais mensais, já calcule também o quanto pode usar em 4 semanas para “luxo” e saídas, e, já tire da conta o que sobrar para poupar e não ter risco de usar. Além disso, com essas contas, é possível também analisar se consegue cortar alguns desses gastos ou adiá-los. 


Defina um valor mensal para poupar

Depois de fazer as contas fixas, é possível estabelecer um valor mensal para retirar e, se possível, investir. Não importa se for apenas 50 reais, o importante é se educar para poupar impreterivelmente todo mês. E claro, se for possível colocar em determinado mês além do estabelecido, melhor ainda. O que não pode deixar acontecer, é não colocar ou colocar menos do “combinado”. 


Faça um investimento

Guardar dinheiro na gaveta ou na poupança não é um ato recomendável, pois o rendimento é muito pequeno. Porém, já é melhor do que não guardar nada. O recomendado é fazer um investimento no mercado, mas, para isso, vale avaliar qual seu perfil de investidor com um profissional da área, que irá te instruir sobre investimentos seguros e acessíveis. A ideia é já tirar o dinheiro da conta assim que receber o salário ou a renda mensal e colocar nesses canais. 


Não crie novas dívidas e evite cartões de crédito

É importante se policiar para não precisar incluir um novo gasto mensal desnecessário que coloque em risco o dinheiro do investimento estabelecido, ou, ainda pior, fazer com que se torne uma dúvida. Além disso, não ter em mãos o cartão de crédito como opção, assim não se perde o controle daqueles gastos mensais. A ideia é já no início do mês separar o dinheiro para cada data, conta ou “evento” e manter esse compromisso com você mesmo. 

 

 


Simplic


Marketing digital e marketing jurídico: o dilema de estar online e seguir as orientações da OAB

A transformação da Era analógica para Era digital é coisa do passado. Estamos imersos nessa revolução digital e na quantidade de informações que diariamente invadem nossas caixas de e-mail, grupo de Whastapp, redes sociais.

A necessidade pujante de estar conectado para acompanhar o mercado e alimitação de 24hs do relógio é um dos desafios dos profissionais da advocacia. 

Adaptação de processos ao mundo digital, reuniões em plataformas, decisões sem presença física. 

A grande dúvida surge, cada vez em mais profissionais e escritórios de advocacia, de como produzir conteúdo sem ferir o código de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e ainda despertar o interesse das pessoas?

Art. 5º A publicidade profissional permite a utilização de anúncios, pagos ou não, nos meios de comunicação não vedados pelo Art. 40 do Código de Ética e Disciplina. 

Ética é ética. Partindo desse princípio o que podemos trabalhar no marketing jurídico são todas as soluções de problemas que surgem na humanidade. 


Direitos e deveres são direitos e deveres. 

A Constituição está aí para receber essa transformação para o digital e por que não pensar sobre o estudo de novas possibilidades para esse novo momento e futuro próximo. 

Ninguém mais segura o crescimento do consumo das informações através das redes sociais, mas ditar tendências e adaptar-se rápido a ela é estar um passo a frente do caos coletivo que pode ser gerado em um curto espaço de tempo com o crescimento infreável da tecnologia. 


Seu escritório já está "on" ou você ainda deixa para pensar depois? 

§ 2º É permitida a utilização de logomarca e imagens, inclusive fotos dos advogados e do escritório, assim como de uma identidade visual nos meios de comunicação profissional.

 

Porém, atentem-se aos "se" da minuta do novo provimento da OAB sobre a Publicidade na Advocacia que irá substituir o provimento 94/20, para não ferir o código. 

E que avancemos cada vez mais na jornada jurídica digital.




Helga Monteiro - Gerente de Comunicação Institucional do escritório Calazans & Vieira Dias Advogados

 

Kovi lista 5 dicas para economizar dirigindo de forma consciente

Startup de locação de veículos para motoristas de aplicativo explica como dirigir de forma mais segura pode impactar diretamente no bolso dos motoristas

É notável que dirigir de forma consciente reduz os riscos de acidentes no trânsito, mas você sabia que ter cuidado ao volante também pode impactar no bolso do motorista? Pensando em alertar os condutores sobre os benefícios de uma direção mais segura, Bruno Mantecón, COO da  Kovi, maior startup de locação de veículos para condutores de app, listou como essa prática pode impactar positivamente o financeiro dos motoristas. Confira:

  1. Altas velocidades geram altos gastos: Dirija dentro dos limites de velocidade. Altas rotações gastam mais combustível. Além disso,  altos giros fazem com que os componentes do motor tenham desgastes precoces, devido ao alto atrito constante das peças, fazendo com que você precise investir mais cedo em manutenção;
  2. Combustível barato pode sair caro: Forçar o motor com combustível de “má qualidade” pode entupir filtros e danificar componentes internos, gerando até travamento do motor. Por isso, abasteça sempre em posto de confiança. Combustível mais barato não significa economia, pois pode gastar mais rápido  e, além disso, danificar bomba e motor do veículo;
  3. Atenção no farol: Quando perceber o farol fechado, reduza a velocidade naturalmente com o motor. Isso também ajuda a reduzir o desgaste da pastilha e ainda evita risco de sofrer assalto parado no farol;
  4. Reserva só se for de dinheiro: Não “ande na reserva”. Esse comportamento  também faz com que a bomba absorva ar dependendo do ângulo do carro, causando falhas e danificando a peça;
  5. Vidros fechados em rodovias: Sempre que estiver em rodovia, acima de 80km/h, feche os vidros.Os golpes de ar podem segurar seu carro, consequentemente, gastando mais ou até mesmo fazer com que você faça uma curva irregular, com risco de acidente;

Pensando em como os motoristas podem combinar uma direção segura com economia financeira e com o objetivo de minimizar tanto os riscos, quanto possibilitar que as estatísticas sobre acidentes de trânsito sejam mais otimistas, a Kovi desenvolveu uma tecnologia própria de alertas e avaliações de condutores. Além de um upgrade em seu software de rastreamento, o “Kovi Direção Segura”  gera uma Nota de Direção, ou seja, uma modelagem de prevenção de acidentes baseada em comportamento de direção, o que possibilita feedbacks mais rápidos aos motoristas. Com o auxílio de Inteligência Artificial e Machine Learning, o sistema de segurança inserido nos carros da frota usa dados coletados para prever comportamentos de risco que possam causar acidentes.

Ainda levando em conta como os motoristas podem economizar cada vez mais, a startup lança neste mês a campanha “Compara aí”. Na ação, a startup reforça o quanto os motoristas de app podem economizar optando pelos planos da Kovi que são mais baratos que as opções encontradas no mercado. A empresa disponibiliza planos a partir de R$299 por semana em que os motoristas  pagam apenas pelos quilômetros rodados, podendo até rodar ilimitado e sem cobrança de taxas. O intuito da campanha é que os motoristas possam comparar as alternativas de aluguéis disponíveis no mercado e escolher a melhor opção para o seu bolso. A Kovi ainda está com uma promoção, por conta das fases restritivas nas cidades de São Paulo e Porto Alegre, onde os motoristas podem retirar o carro pagando R$ 50 na primeira semana, ao invés do preço normal de R$ 419.

 


Kovi

 www.kovi.com.br


Dia dos Namorados - 8 orientações para evitar briga de casal por causa de dinheiro

Como está chegando o Dia dos Namorados, que é comemorado no dia 12 de junho, é importante falar sobre as finanças para casais, é importante cuidado para evitar brigas em relação ao tema, o que é muito comum, podendo até mesmo ocasionar separações.

"Hoje em minhas conversas percebo que para grande parte dos casais ocorre o desconhecimento do valor do salário do companheiro ou mesmo de como esses gasta tais valores. Mas, o pior é que para muitos casais o tema é um verdadeiro tabu, só aparecendo quando os problemas começam", analisa o presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (ABEFIN), Reinaldo Domingos

Essa informação é bastante preocupante, já que demonstra uma grande possibilidade de problemas relacionados ao dinheiro no futuro. Isso porque, a primeira orientação em relação ao tratamento do dinheiro do casal é sempre muito diálogo, principalmente nesse período de crise, quando as pessoas estão mais nervosas, mas isso também não ocorre.

Mas, qual a saída? "O mais adequado é construir um orçamento do casal ou da família baseados nos sonhos e objetivos. Também é muito importante que ocorra o quanto antes a definição de regras financeiras a serem seguidas, como quem paga o quê. Contudo, essas regras devem ser alvos de constantes reavaliações", aponta Reinaldo Domingos.

Para o casal, algumas questões se mostram fundamentais, como a questão de como dará a divisão das contas. É possível ter uma conta conjunta para que esses compromissos sejam pagos. Porém, acredito que seja interessante avaliar a possibilidade de cada um ter sua conta corrente, definindo os limites, pois cada um pode ter seus próprios gastos.

Já, quando o assunto é investimento, esse deve ser feito em conjunto, pois, assim, se poupa mais dinheiro e obtém melhores resultados. Só tratando de forma diferenciada a questão da aposentadoria, já que esse investimento deve ser separado para cada um, lembrando que, quem não construir sua aposentadoria, um dia, terá que pedir dinheiro para alguém, certo?

"O segredo é colocar tudo na mesa, nunca esquecendo que o assunto mais importante a ser conversado não são as despesas, e sim os sonhos e desejos individuais e coletivos. É muito comum os sonhos serem deixados de lado, mas, acredite, esse é um erro capital de milhões de casais", explica o presidente da ABEFIN.

É importante estar atento, colocando sempre, no mínimo, três sonhos - curto (até um ano), médio (de um a dez) e longo prazo (acima de dez anos) -, todos acompanhados de informações básicas, como quanto custa e quanto será guardado mensalmente. Caso contrário, não serão sonhos, e sim verdadeiros pesadelos para os casais, podendo "esfriar o relacionamento".

É preciso reforçar que, mesmo tendo contas separadas, quando se opta pelo casamento, é preciso não discriminar quem ganha mais ou menos. Trata-se de uma família e, neste caso, a receita deve ser pensada e somada para todos que dela participam. Assim, se deve definir um limite de gasto para cada um e fazer com que ele seja respeitado. Caso isso não ocorra, deverá ser motivo de diálogo.

Veja mais algumas orientações detalhadas por Reinaldo Domingos:

1. Recomendo reuniões frequentes entre o casal para debater as finanças, porém, diferente do que ocorre frequentemente, esse não deve ser um momento apenas de tensão, mas sim de projeção;


2. Estabeleçam sempre sonhos de curto, médio e longo prazos, lembrando que se deve ter objetivos coletivos e individuais;


3. Um ponto que geralmente é foco de divergências é o padrão de vida que o casal leva, assim, faça um diagnóstico financeiro e, com os números reais da vida financeira, ajuste o padrão dentro dessa lógica;


4. Outro motivo de briga é o fato de um dos parceiros ser mais acomodado. É importante entender que cada um possui um estilo, assim, recomendo a busca de um meio termo, com regras bem estabelecidas e não ficar batendo sempre na mesma tecla;


5. O ponto fundamental é que, quando só um dos parceiros trabalha externo, também deve se ter a preocupação com a vida financeira em longo prazo, no caso aposentadoria;


6. Caso tenham filhos, é preciso inclui-los na conversa sobre dinheiro e, mais do que isso, também devem chegar a um acordo sobre como será a educação deles em relação às finanças;


7. Se um dos parceiros fez alguma ação errada em relação ao dinheiro, lógico que haverá um nervosismo inicial, por isso, tente deixar o debate para um momento no qual já conseguiu se acalmar um pouco e refletir sobre o ocorrido. Contudo, não finja que nada ocorreu, guardar pode causar "estouros" futuros;


8. Lembrem-se, é nas dificuldades que vemos com quem realmente podemos contar. Assim, em caso de crise financeira, em vez do distanciamento, o ideal é buscar estar mais perto de quem gostamos.




Reinaldo Domingos - educador financeiro, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (ABEFIN), autor dos livros Terapia Financeira, Mesada não é só dinheiro, Eu mereço ter dinheiro, Livre-se das Dívidas, Ter Dinheiro Não Tem Segredo, das coleções infantis O Menino do Dinheiro e O Menino e o Dinheiro, além da coleção didática de educação financeira para o Ensino Básico, adotada em diversas escolas do país.

 

Crime ambiental: conheça as infrações

O meio ambiente é tudo aquilo que nos cerca, como a água, o solo, a vegetação, o clima, os animais, os seres humanos e o espaço urbano. Quem prejudica esse ecossistema comete crime e recebe pena de reclusão e multa. As sanções estão previstas na Lei 9.605/1998.

Entre os crimes contra a fauna, estão: matar, perseguir, caçar, apanhar ou destruir ninhos de animais silvestres. Também é proibido exportar peles e couros de anfíbios e répteis em bruto, trazer para o Brasil espécime animal inexistente no país e maltratar animais silvestres e domésticos.

Em água doce ou salgada, comete infração àquele que provocar a mortalidade das espécies por causa de substâncias tóxicas, pesca em locais proibidos ou em período de defeso.

Os crimes contra a flora vão desde cortar árvores em floresta considerada de preservação permanente até fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios na vegetação.

Da mesma forma, não é permitida a extração de pedra, areia, cal ou qualquer espécie de minerais de florestas de domínio público ou consideradas de preservação permanente, bem como cortar ou transformar em carvão madeira de lei. Quem recebe ou adquire, para fins comerciais ou industriais, madeira, lenha, carvão e outros produtos de origem vegetal, deve exigir a exibição de licença do vendedor, outorgada pela autoridade competente, e se munir da via que deverá acompanhar o produto até o final do beneficiamento. Caso contrário também poderá responder pelo delito.

Na cidade, pichar, danificar ou destruir construções e monumentos urbanos, assim como construir imóvel em área de preservação pode resultar em prisão de três meses a três anos.

Além disso, causar poluição de qualquer natureza em níveis que possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora são puníveis.

Todos temos direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado para uma sadia qualidade de vida. Para mais informações sobre como defender, preservar e adquirir permissões legais, procure a Secretaria do Meio Ambiente da sua cidade, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ou um advogado de sua confiança.




Fabricio Posocco - professor universitário e advogado no Posocco & Advogados Associados (foto)


Excesso de Whatsapp e falta de controle de ponto têm sobrecarregado funcionários durante a pandemia

De acordo com pesquisa inédita realizada pela Convenia em parceria com a TiqueTaque, pandemia força digitalização de metade das empresas brasileiras



Segundo dados colhidos em março de 2021, um ano após o país se ver obrigado a mudar drasticamente seu formato de trabalho devido às novas regras sanitárias impostas pela pandemia, o profissional de RH passou a enfrentar um novo desafio: reformular a comunicação da empresa mesmo sem recursos tecnológicos para tal. Os impactos desta empreitada foram demonstrados em pesquisa inédita "Os impactos da pandemia da Covid-19 no RH brasileiro", realizada pela Convenia, empresa com soluções para tornar os RHs mais digitais e que oferece alta tecnologia para o setor de recursos humanos de maneira acessível e prática, em parceria com a TiqueTaque, solução completa que facilita o acompanhamento de horas extras e banco de horas, unindo tecnologia, design e eficiência para o controle de ponto.

A investigação revela que quase metade das empresas nacionais (46,15%) adotaram modelos mais digitais em sua rotina. Na falta de tecnologias de comunicação próprias, 84,52% em jornada híbrida passaram a utilizar o WhatsApp como ferramenta de interação durante o trabalho. Dos que estão fazendo home office, 66,9% usam o aplicativo durante o expediente - e fora dele também. A pesquisa revelou que 42,3% dos funcionários estão realizando carga horária acima do proposto pelo contrato.

O resultado disso é um claro desencontro dos modelos de negócios com o mundo atual: 42,9% dos entrevistados consideram a comunicação interna de suas empresas ineficiente e 51,5% dos trabalhadores em modelo home office sentem falta de estrutura adequada, como internet de qualidade, espaço físico, poltrona ou cadeira apropriada, etc. Além disso, o estudo também aponta como o excesso de reuniões em videoconferência podem ser prejudiciais à concentração e, consequentemente, à produtividade.

"O Whatsapp é uma plataforma de mensagens instantâneas, mas seu objetivo direto não seria a comunicação interna das empresas. Além de diminuir o foco do colaborador entre mensagens de trabalho e pessoais, se desligar da empresa em momentos de descanso pode se tornar um desafio. Outro problema é o compartilhamento de dados sensíveis e pessoais, já que com a utilização do Whatsapp as chances de vazamento podem ser maiores. Com a regulamentação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), sancionada em 2018, a partir de 2021 as empresas poderão sofrer penalizações e multas", explica trecho da pesquisa realizada com 269 profissionais de RH de diversas regiões do Brasil.

Prova de que a minoria das empresas se adequou verdadeiramente ao modelo remoto é que mesmo rotinas simples e extremamente consolidadas pelos Recursos Humanos ainda não foram completamente digitalizadas, como o envio de holerites, por exemplo. Apenas 33,5% das empresas pesquisadas que adotaram o modelo home office enviam os demonstrativos de pagamento por e-mail.

Como consequência da falta de digitalização adequada às estruturas de trabalho remotas e híbridas, 41,5% das empresas retiraram o controle de ponto de suas instalações - obrigatório por lei para empresas com mais de 20 funcionários. A suspensão ou remoção total desse tipo de monitoramento pode dificultar também a vida do trabalhador, que não consegue comprovar sua carga horária, o que resulta em acúmulo de tarefas e excesso de trabalho fora do horário estabelecido em contrato, sem que receba pelas horas trabalhadas a mais.

Se por um lado, empresas com até 100 funcionários conseguem se humanizar com mais facilidade, por outro, a falta de estrutura digital das organizações está intrinsecamente ligada a seu porte. Evidentemente, nem todas as funções podem ser desempenhadas de forma remota, porém, não é esse o fator determinante. 78% dos colaboradores que não tiveram sua jornada de trabalho alterada para o modelo remoto ou híbrido durante a pandemia são de pequenas e médias empresas. Há, portanto, uma maior tendência à digitalização da jornada de trabalho por parte de grandes negócios.

"As empresas devem se adaptar e oferecer a melhor experiência para seus colaboradores e atender às novas necessidades. As ferramentas para o RH estão cada vez mais próximas daquelas que já usamos no dia a dia, ou seja, as soluções de tecnologia já existem e estão no mercado. Cabe às empresas encontrar aquelas que melhor se adequem ao seu perfil e de sua equipe", explica Marcelo Furtado, CEO da Convenia.

 

Comércio exterior 4.0: Como utilizar a tecnologia para desburocratizar o setor

Diversos setores da economia têm experimentado um movimento de transformação cultural, que impacta diretamente na adoção de novas tecnologias para automatizar processos, agilizar respostas e entregas, personalizar o atendimento e oferecer uma melhor experiência ao cliente. Algumas mais, outras de forma mais discreta, todas as empresas tiveram que se movimentar para se adequarem a uma nova realidade e se manterem competitivas. O cenário não foi diferente para aquelas que atuam na cadeia do comércio exterior.


A pandemia acelerou a economia digital para que as empresas pudessem manter seus negócios, mesmo diante das incertezas. Quando as pessoas precisaram se isolar para se protegerem do vírus, a indústria se reinventou para trazer mais eficiência às operações de compra e venda no mercado internacional. O conceito de comércio exterior 4.0 é justamente desburocratizar, tornar os processos mais ágeis e eficientes, além de contribuir para a redução de custos.

Embora muitos associem a palavra inovação ao lançamento de soluções, ela está muito mais relacionada à forma como você soluciona os problemas do cliente. Se coloque no lugar dele, sinta a sua dor, pense em alternativas e ofereça o melhor. Participe da jornada, implemente melhorias, quando necessário, faça com que ele se sinta plenamente atendido. Se com o usuário final as respostas precisam ser rápidas, imagine no mercado B2B, que envolve um volume maior de cargas, mais documentação e um processo logístico mais complexo.

Nesse sentido, soluções tecnológicas podem contribuir para simplificar processos, aumentar a capacidade produtiva, ampliar as relações comerciais entre países, solucionar problemas, fidelizar clientes e conquistar novos mercados. Das mais simples às mais robustas, o objetivo é garantir que o transporte de uma determinada mercadoria percorra o trajeto do ponto A ao B em segurança, com o mínimo de burocracia.

Neste caminho rumo ao comércio exterior 4.0, as plataformas de assinatura digital permitiram reduzir de maneira significativa o tempo necessário para importar ou exportar um determinado produto. Imagine o tempo que se levava para imprimir um documento, assinar, ir ao cartório, reconhecer firma, enviar o documento às partes envolvidas, validar e realizar os pagamentos necessários. Outra conquista é o Portal Único criado pela Receita Federal em parceria com a Secretaria de Comércio Exterior, que tem o objetivo de reformular os processos de importação, exportação e trânsito aduaneiro. Com isso, é possível trazer mais fluidez ao cotidiano das empresas e aos procedimentos que cercam o comércio exterior brasileiro.

Os chatbots também ganham força nos canais de interação para que os clientes possam, a qualquer hora do dia, consultar dados referentes à sua carga ou esclarecer dúvidas. A tendência é que a Inteligência Artificial (IA) seja incorporada aos chatbots para que eles aprendam de maneira contínua e consigam entregar as informações que o cliente deseja. Além disso, os dados gerados durante as interações permitem que as marcas compreendam melhor as necessidades e comportamentos dos usuários, podendo auxiliá-los em toda a jornada. A IA veio para transformar a realidade das empresas que atuam na cadeia logística, trazendo mais eficiência, rapidez e competitividade ao mercado internacional.



Israel Ferreira - coordenador da área de Technology Business da Asia Shipping, maior integradora logística da América Latina. Para saber mais sobre a Jornada de Tecnologia no Comércio Exterior 4.0 na Asia Shipping, clique aqui.


A ciência de acreditar

Os médicos, em regra, enfrentam desafios e problemas no dia a dia. Aliás, isso ocorre em qualquer carreira. Normalmente, a primeira coisa que avistamos são os obstáculos para alcançar o objetivo. Peguemos o Brasil como exemplo: a despeito de todas as dificuldades para prática da melhor Medicina, parece haver uma energia maior a nos mover, como um motor domado à vontade e à esperança.

Faço essa reflexão, pois tenho pensado demais sobre o binômio ciência e fé.
A experiência de décadas como médico à beira do leito plantou em mim a quase certeza de que crer é um santo remédio no processo de cura ou para a garantia de mais qualidade de vida, em casos sem retorno.


Em épocas mais primitivas, nas quais havia escassez de estudos e pesquisas, era comum a prática da fé como suposta taboa de salvação para doentes. Aqui e agora, quero polemizar sobre outra face da fé, aquela que baseia na crença em ciência e nas inovações.


           A Medicina possui alicerce puramente científico, é praticada por quem segue com convicção a arte de salvar vidas. Os profissionais médicos não poupam esforços para entregar tudo que podem aos pacientes, independentemente do quão difícil seja a situação. É o que vemos hoje, quando, a totalidade deles, expõe a própria saúde no enfrentamento a Covid. Isso é ter propósito humanitário.


           Daí ser inadmissível ver o sistema público enfrentar dificuldades recorrentes, como falta de vagas em leitos, de medicamentos, de profissionais e insumos, deixando o médico tão desamparado quanto a população.


Além dos inúmeros complicadores para exercer de forma adequada a profissão para qual dedicou anos de sua vida, ainda enfrenta riscos de acidentes no ambiente de trabalho.


           Em cenário tão desfavorável, a fé entra como aliada. Não sob o discutível ângulo milagreiro, mas pelo poder da determinação. Acreditar naquilo que se exerce pode ser além de esperançoso, uma resistência.

 

É preciso de muita força e ponderação para lidar com dificuldades que envolvem vidas de pessoas. Os valores de cuidado ao próximo são investidos de altruísmo admirável. Para lidar com a pressão e seguir entregando saúde de qualidade, crença é indispensável.

          

A ciência traz alternativas e soluções, enquanto a fé nos faz manter os pés no chão.

 

 



Antonio Carlos Lopes - presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica

 

Consumidores menos preocupados com questões ambientais são também os menos dispostos a tomar a vacina contra a COVID-19

Eles consideram que a ameaça do vírus é exagerada

 

Passado o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, a divisão Insights da multinacional Kantar, líder global em dados, insights e consultoria, apresenta dados que indicam uma relação desse tema com a vacinação. Consumidores menos preocupados com questões ambientais são também os menos dispostos a tomar a vacina contra o novo coronavírus, segundo dados do recém-lançado Relatório Global Barômetro Covid-19, que aponta mudanças no comportamento diante da pandemia. 

Em seus estudos sobre sustentabilidade, a Kantar divide os entrevistados em quatro categorias: Believers, que reconhecem a importância do assunto e tomam pequenas ações; Actives, que trabalham constantemente para reduzir seus níveis de resíduos; Considerers, que tomam ações para reduzir seu impacto ambiental, mas com menor frequência; e Dismissers, que possuem pouco ou nenhum interesse nos desafios ambientais que o mundo enfrenta e que não fazem nada para melhorar. 

Segundo dados do Barômetro, os Eco Believers são os mais dispostos a tomar a vacina (50% se disseram totalmente dispostos) e os Eco Dismissers os menos, com 11% declarando que não tomariam a vacina em hipótese alguma. Os Eco Actives aparecem logo atrás dos Believers, com 49% declarando quererem se imunizar, seguidos dos Considers, dos quais 41% demonstram a vontade. Os Eco Dismissers dispostos a se imunizar somam 35% desse grupo e 14% deles mundialmente consideram ainda que a ameaça da Covid-19 é exagerada, contra 11% do total de entrevistados. 

O estudo mostra ainda que a opinião das pessoas sobre questões ambientais mudou em consequência da pandemia. Na Coreia do Sul, 51% afirmam que o cuidado com o meio ambiente nunca foi tão crucial quanto agora, e na China 49% das pessoas têm essa preocupação. Mundialmente esse percentual é de 23%. 

Isso provavelmente deve-se à notável diminuição de partículas PM2,5 (elemento da poluição atmosférica) em grandes cidades durante períodos de lockdown em 2020, de acordo com a Bloomberg. Em Nova Délhi foi da ordem de 60%, enquanto Seul registrou 54%, Wuhan 44%, São Paulo 32%, Los Angeles 31% e Nova York 25%.

  


Kantar

www.kantar.com/worldpanel

 

Dia Mundial da Imunização (9/6): Pandemia reforça importância das vacinas, com desafio de trazer esperança sem falsa sensação de seguranç

Imunização já reflete numa queda significativa do número de mortes da população idosa
Créditos: Envato

Pesquisas têm mostrado que 75% dos adultos precisam estar imunizados para que medidas de proteção sejam afrouxadas

O Brasil entrou em junho com pouco mais de 22 milhões de pessoas completamente imunizadas com as duas doses das vacinas contra a Covid-19. De acordo com números de 1º de junho, quase 22% da população tinha recebido ao menos uma dose e cerca de 10% a segunda. A imunização já reflete numa queda significativa do número de mortes da população idosa, que representava 79% dos óbitos em novembro de 2020 e passou para 57,6% no mês de maio. A grande preocupação dos especialistas agora é que a vacina, que veio para trazer esperança, pode criar uma falsa sensação de que o pior já passou.

"A população de forma geral ainda não entendeu que, para que todos fiquem seguros, precisamos encarar que o problema é nosso e seguir as medidas de proteção enquanto a estratégia da vacinação avança”, afirma a infectologista do Hospital Marcelino Champagnat, Viviane Hessel Dias, alertando sobre a chegada de mais um aumento significativo no número de pacientes graves e mortes pela doença.

Uma pesquisa realizada no município de Serrana (SP), com a vacina Coronavac do Butantan, indicou que o número de casos sintomáticos da Covid-19 caiu 80%; as internações, 86%; e as mortes, 95% após a segunda dose da vacina. A estimativa é que seja necessário 75% da população adulta vacinada com as duas doses no país, para que as regras de distanciamento, uso de máscaras e de álcool em gel sejam finalmente afrouxadas. E isso ainda não tem data para acontecer.


Imunização

O fato é que nunca se falou tanto em vacinas. A pandemia da Covid-19, que já matou mais de 3,4 milhões de pessoas no mundo, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), também fez com que vacinas fossem desenvolvidas, aprovadas, fabricadas e aplicadas na população em menos de um ano. 

Antes, a vacina da Caxumba tinha o título de ter sido produzida em menor tempo. Foram quatro anos de estudo e experimentos até a sua aprovação. A do ebola, produzida mais recentemente, demorou cinco anos para ser finalizada. Mas, com bom aporte de investimentos, 14 imunizantes contra a Covid-19 já foram aprovados em vários países e dados da OMS indicam que 91 estão sendo testados em humanos. Outros 184 estão na fase de pesquisa laboratorial ou em teste em animais. 

Para a infectologista, o controle de doenças infecciosas só se faz com um bom controle vacinal. “As vacinas são de extrema importância, mas se a cobertura não for mantida pela adesão da população, é possível que ocorram escapes”, diz Viviane. 

 


Hospital Marcelino Champagnat


Dia Mundial do Meio Ambiente: tratamento com oxigênio é eficaz no tratamento do chorume, um dos principais vilões de oceanos e florestas

Com a proximidade da Semana Nacional do Meio Ambiente, a Air Products relembra a questão do chorume, um dos maiores poluidores do planeta, e como é possível tratá-lo de forma sustentável

 

Líquido escuro, viscoso, com uma quantidade de Demanda Biológica de Oxigênio (DBO) – medida de poluição - aproximada de 1.000 mg/L, ou seja, ainda maior que a do esgoto, o chorume é o resultado da decomposição e da dissolução em água da matéria orgânica. Um dos maiores poluidores do solo, quando o lixo é mantido a céu aberto, o chorume é também responsável pela poluição hídrica, contaminando as proximidades de cursos d'água ou lençóis d'água subterrâneos ou freáticos.

Com a proximidade da comemoração da Semana Nacional do Meio Ambiente, iniciativa de 1981, que visa a incluir a sociedade na discussão sobre a preservação do patrimônio natural brasileiro, a Air Products quer atentar ainda mais para este que é um dos principais causadores de poluição da água e do solo.

“O chorume pode comprometer toda uma cadeia alimentar devido à liberação de metano, nitrogênio e gás carbônico no solo, água e no ar, mas felizmente, hoje, há maneiras de tratá-lo de maneira sustentável”, diz Edson Basilio Gerente de Aplicações e Desenvolvimento da Air Products.

A empresa, aliás, é uma das maiores especialistas no tratamento de efluentes e atende diversos setores, sendo as indústrias de curtumes, químicas, alimentícias e de celulose as maiores interessadas em razão da grande geração de poluentes advindos de sua produção.

“A maior questão do tratamento de chorume não é a falta de estações de tratamento ou a escassez de investimento. Algumas empresas chegam a gastar uma fortuna e não têm o resultado esperado. O modo de tratamento é que é fundamental”, explica Basilio.

O principal desafio, portanto, é a altíssima concentração de nitrogênio amoniacal, que precisa ser removido e que demanda alto consumo de oxigênio e conhecimento da cinética das reações microbiológicas.

“No chorume bruto, a concentração de nitrogênio amonical é de cerca de 2.000 mg/l e precisa ser reduzido para de 5 a 20 mg/l; uma eficiência de remoção mínima de 99%, que só pode ser obtida num processo com alto teor de oxigênio e com o uso correto dos parâmetros de processo”, descreve Fabio Mimessi, engenheiro especialista da Air Products.

Segundo ele, a chave para o tratamento ideal do chorume está na utilização adequada do oxigênio. “Realizamos o processo, que no nosso caso é biológico, em três etapas. A primeira é o tanque anóxido, ou seja, com oxigênio zero. Em seguida, passamos o produto para um tanque aeróbico, onde mantemos o oxigênio em níveis bem altos para alimentação do lodo biológico e, finalmente, o líquido vai para um decantador, onde o lodo é retido, fazendo com que possa retornar à estação de tratamento do efluente. A água tratada é descartada, já sem perigo de toxicidade para os rios e seus peixes”.

“O segredo está na utilização correta do oxigênio, uma vez que o chorume é uma das substâncias mais poluidoras e difíceis de tratar. Enquanto o tratamento de outros produtos exige somente de 1 a 2 mg de O2 por litro, o chorume requer de 3 a 6 mg de O2 por litro.

Além de gerar mais eficiência no tratamento, o uso do oxigênio também reduz o consumo de eletricidade, sendo duplamente sustentável. “A utilização de bons equipamentos de dissolução de oxigênio puro ajuda a reduzir muito o consumo de energia elétrica e aumenta a capacidade das estações de tratamento, sem necessidade de parar o tratamento por nem um dia sequer”, conclui Mimessi.


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