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sexta-feira, 3 de julho de 2020

Cates deixam de atender pedidos de requerimento do auxílio emergencial a partir desta sexta (3)


Com o fim do prazo para solicitar o benefício do governo federal, unidades passam a atender ao público das 10h às 14h, a partir de segunda (6)


A partir desta sexta-feira, 3 de julho, as 14 unidades do Cate – Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo da Prefeitura de São Paulo, que foram reabertas em abril, deixam de realizar o pedido para requerer o auxílio emergencial. Com o fim do prazo estabelecido pelo governo federal, ocorrido nesta quinta-feira (2), os postos do Cate se voltam exclusivamente para a habilitação do seguro-desemprego, passando a atender das 10h às 14h, a partir de segunda-feira (6).

Mais de 8 mil pessoas passaram pelas unidades da rede para realizar o requerimento do auxílio emergencial desde abril. Por volta de 43% do público atendido conseguiu solicitar o serviço por estar dentro do perfil para receber o benefício do governo federal. Os demais atendimentos foram feitos a pessoas que já tinham o requerimento e precisavam de alguma orientação ou não atendiam aos critérios para receber o benefício. As unidades do Cate Itaquera e Jaçanã, respectivamente nas zonas leste e norte, foram as que mais fizeram a solicitação do auxílio emergencial, totalizando em torno de 3 mil atendimentos.

A habilitação do seguro-desemprego continua ocorrendo mediante agendamento feito pela central 156 ou portal do serviço, que orienta a população sobre os documentos necessários e também oferece a opção de realizar o pedido pelo portal do governo federal, quando o cidadão tem acesso aos recursos tecnológicos.

Tem direito ao benefício do seguro-desemprego o trabalhador formal e doméstico, dispensado sem justa causa. O trabalhador formal com contrato de trabalho suspenso em virtude de participação em curso ou programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador também tem direito.


Processo seletivo on-line

Os candidatos que buscam recolocação profissional e se dirigiam às unidades do Cate para atendimento presencial, podem participar dos processos on-line organizados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho. Já foram oferecidas mais de cinco mil vagas desde março, quando iniciou a quarentena e os postos tiveram que fechar em decorrência da pandemia pelo coronavírus.

Os processos seletivos são divulgados pelas redes sociais e portal da Prefeitura de São Paulo www.prefeitura.sp.gov.br/desenvolvimento. Um site é disponibilizado para inscrições e envio do currículo atualizado e com prazo para o cadastro. As equipes do Cate fazem a pré-seleção dos candidatos que atendem às exigências das empresas contratantes e encaminham os trabalhadores para as demais fases do processo seletivo, que podem incluir provas e entrevistas. Mais de 40 mil currículos foram recebidos neste período.


Suporte a empreendedores

Para apoiar os microempreendedores, a Ade Sampa, agência vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, está atendendo os donos de negócios da capital por meio de uma central telefônica, além do e-mail e whatsapp.

Pelos canais de atendimento, o empreendedor consegue tirar dúvidas sobre emissão de nota fiscal e outros documentos, além de fazer a formalização do seu negócio como MEI – Microempreendedor Individual.



Confira todas as orientações que são oferecidas:

Formalização do MEI - Microempreendedor Individual;
Declaração Anual do Simples Nacional;
Alteração de CNAE -Classificação Nacional de Atividades Econômicas;
Cancelamento do cadastro do MEI;
Parcelamento do DAS - Documento de Arrecadação do Simples Nacional;
Emissão da senha Web;
Configuração de Nota Fiscal Paulista;
Consulta do CCM - Cadastro de Contribuintes Mobiliários, CCMEI - Certificado de Condição de Microempreendedor Individual e CNPJ
Orientações sobre linha de crédito do Banco do Povo


Abaixo, confira os telefones de atendimento:

Telefone: (11) 4210-2668
WhatsApp: (11) 9 9708-5130, (11) 9 9449-1311
e (11) 9 4284-6067
e-mail: atendimento@adesampa.com.br


4 de julho é Dia de Cooperar: como podemos ajudar na retomada da economia



A pandemia do novo coronavírus trouxe o holofote para conceitos como solidariedade e colaboração. Princípios sólidos e já inerentes em um sistema que nasceu também em meio a adversidades, na Alemanha de 1864: o cooperativismo. Na época, a iniciativa de Friedrich Wilhelm Raiffeisen, com a criação da Associação de Caixa de Crédito Rural de Heddesdorf, consolidou o movimento cooperativista que vem demonstrando, ao longo dos anos, a importância de unir forças em prol do bem comum. Em julho, o dia do cooperativismo é celebrado com o movimento Dia de Cooperar, Dia C, quando todas as cooperativas se unem em prol do lema “Atitudes Simples Movem o Mundo”, demonstrando que os valores do cooperativismo têm muito a contribuir neste momento de enfrentamento da crise. 

Esse modelo de negócio sustentável e colaborativo chegou ao Brasil em 1902 pela iniciativa de Theodor Amstad, padre suíço que fundou, em Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul, a primeira cooperativa de crédito da América Latina, buscando desenvolver comunidades e minimizar problemas econômicos. 
Os princípios norteadores do cooperativismo nunca foram tão necessários e fundamentais em nossa sociedade como agora. Em momentos como esse, sentimos novamente a necessidade da união, de ações éticas e de cooperação, que demonstram que não há saída fácil para poucos. A superação só será conquistada em coletividade, com iniciativas em prol da população e do bem comum.

Como primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, o Sicredi trilha, há mais de 100 anos, o propósito da colaboração que influencia positivamente a vida dos associados e gera o ciclo virtuoso nas regiões onde atua. O impacto positivo é tão forte que recentemente uma pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) apontou que 1,4 mil municípios de todo o país, que passaram a contar com uma ou mais cooperativas, entre 1994 e 2017, registraram um impacto agregado de mais de R$ 48 bilhões em um ano.

Os números demonstram que, com a cooperação, o conceito de crescimento é abrangente e envolve os associados, donos do negócio, que sentem os benefícios positivos diretos e indiretos com a distribuição de resultados das cooperativas e o fomento ao desenvolvimento regional. Os diferenciais são demonstrados no relacionamento próximo, na concessão de crédito consciente e nas ações de educação financeira, por meio de oficinas e projetos. Os gibis e desenhos animados da Turma da Mônica sobre planejamento do orçamento, lançados em 2018 e disponíveis até hoje para associados e a comunidade, são exemplos dessa interação. Atuação cooperativa que também leva projetos de educação integrada à sociedade pelo Programa a União Faz a Vida (PUFV), metodologia ativa que já envolveu mais de três milhões de crianças e adolescentes em sete estados brasileiros.   

No próximo dia 4 de julho, cooperativas celebram o Dia de Cooperar. Neste momento, a ação colaborativa está sendo desenvolvida com objetivo de reforçar a importância do cooperativismo junto às comunidades. Até agora, as cooperativas do Sicredi que atuam nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro já realizaram mais de 600 ações pelo Dia C, impactando meio milhão de pessoas. O volume pode aumentar com a continuidade das atividades durante o mês de julho.

Além do Dia de Cooperar, iniciativas positivas são realizadas durante todo o ano. Um exemplo recente é o movimento em prol dos pequenos empreendedores, o “Eu Coopero com a Economia Local” que busca engajar as pessoas, estimulando o consumo nos negócios locais, gerando mais desenvolvimento econômico e minimizando os efeitos da pandemia. O cooperativismo atua acreditando que é das cidades deste imenso país que virá a força para sairmos da crise. E o Sicredi com suas mais de 1,9 mil agências e mais de 29 mil colaboradores espalhados por todo o país, é parte integrante da engrenagem que ajuda a movimentar nossa economia.

Com ações sólidas, o cooperativismo vem demonstrando, ao longo dos séculos, que com solidariedade e cooperação, é possível construir uma sociedade mais justa, ética e colaborativa. Motivados pelos ideais dos fundadores, o cooperativismo tem como base o trabalho conjunto que, apesar de árduo, é a saída mais crível para um novo tempo que começamos a testemunhar agora, com a pandemia do novo coronavírus. É necessária uma transformação imediata, baseada em solidariedade, fraternidade e colaboração para projetarmos um futuro melhor para a sociedade e para cada um de nós.




Manfred Dasenbrock - mestre em administração, presidente do Sicredi, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito)

Alterações no Código de Trânsito Brasileiro não contemplaram medidas de proteção para crianças


 Material da SBP ilustra uso das cadeirinhas
(SBP)

Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) alerta que itens importantes ficaram de fora das mudanças aprovadas pela Câmara dos Deputados

A aprovação das novas medidas, no que tange a proteção das crianças foi recebida pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) com um alívio, pela retirada do projeto da intenção de não aplicar multas para quem não usa a cadeirinha, porém os critérios do tipo de equipamento a ser usado, continuam alvo de críticas. 

"Como pediatra e pesquisador de segurança infantil, lamento que o Projeto de Lei aprovado pela Câmara de Deputados continue ignorando as recomendações atuais sobre transporte de crianças em veículos, conforme sumarizadas no último documento científico da SBP sobre esse tema”, afirma o médico associado da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Danilo Blank.

O conteúdo disponibilizado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (bit.ly/sbpdocent-ocup) detalha que segundo as recomendações atuais das melhores práticas para o transporte de crianças em automóveis, apoiadas em evidências científicas, o consenso é que as limitações se baseiem no tamanho da criança – primordialmente a estatura, mas também o peso – e à capacidade do dispositivo em acomodá-la. Quando se referem a idades, tais recomendações o fazem apenas para situar mais ou menos na linha de desenvolvimento os limites determinados pelo tamanho da criança.

“A proposta de alteração do artigo 64 do Código de Trânsito Brasileiro continua omissa quanto às melhores recomendações para os tipos de assento apropriados para diferentes tamanhos de crianças. Enfim, pelo menos o projeto aprovado bloqueou a inexplicável intenção do Governo Federal de retirar simplesmente da legislação brasileira as punições pelo transporte inapropriado de crianças em automóveis”, completou.

O médico destaca que a importância de manter todas as crianças menores de 1,45m — não somente até os 10 anos — em assentos de segurança está na superioridade comprovada da proteção desses dispositivos.

Assim, cabe ao pediatra orientar os pais para que se certifiquem que seus filhos utilizem os equipamentos mais seguros e adequados, independentemente da lei.

Marcelo Matusiak

Home office: Solução ou Castigo?


Para muitos, a adoção do home office foi a solução, mas, algumas pessoas não querem nunca mais trabalhar neste modelo

O Brasil se encontra a mais de 90 dias em isolamento social proposto, os comércios fecharam e as empresas tiveram que se adequar ao momento e adotar o home office.
Para que este seja realizado com excelência, é necessário disciplina, organização e preparo também.
Madalena Feliciano, Gestora de carreira, apresenta, “Existem algumas dificuldades na execução do home office, para nós que somos mães por exemplo, é complicado cuidar dos pequenos e gerenciar o negócio em casa”.

Fora isso, estando em ambiente domiciliar, várias distrações podem surgir, os animais domésticos também pedem atenção, as notificações das redes sociais estão sempre chegando. Nestes momentos é indicado que o profissional faça pequenos intervalos, mas sem se dispersar do trabalho.

É importante que o colaborador se organize, pelo menos, um dia antes, coloque no papel todas atividades e, se possível, quanto tempo irá desprender para realizar cada uma delas.

Então, “Comece com os trabalhos que considera mais chatos, assim você consegue ficar mais tranquilo no final do expediente e não sair arrancando os cabelos”.

Muitos, gostaram da adoção do home office, assim não precisam acordar horas antes, pegar o transporte público, se preocupar tanto com a alimentação, e conseguem passar mais tempo com a família, outros nem tanto, estão enfrentando dificuldades nesta modalidade. Para aqueles que acreditam ser um castigo, o negócio é se preparar melhor, mudar forma de pensar, sentir e agir; afinal muitas empresas irão aderir o home office mesmo pós-pandemia.

Segundo a gestora, o maior problema ainda é a procrastinação, “Procrastinar já acontecia no trabalho tradicional, agora em casa o risco é maior” – Imprevistos podem acontecer a qualquer momento, portanto ter Foco e Planejamento é fundamental, caso contrário corre se o risco de deixar para amanhã e assim vai...

Mudar o mindset e criar uma rotina de trabalho que seja confortável, elaborada e bem executada, contando sempre com o apoio de todos da equipe, depende somente do profissional, portanto ajuste-se!

Com algumas dicas a Gestora acredita que certamente o profissional será muito mais produtivo:

1 Vista se corretamente – Não é porque você está em casa que deverá relaxar com o seu visual

2 Converse com as pessoas que moram com você – Faça acordos, afinal o combinado não é caro

3 Monte o seu “cantinho’” de trabalho – Deverá ser confortável, organizado e com tudo que você precisa, afinal passará grande parte do seu dia nele

4 Faça seu check list diário – Extremamente necessário para sua organização e cumprimento de metas, tenha horário para iniciar e terminar o expediente

5 Converse sempre com seu gestor e equipe – Seja proativo, a comunicação é fundamental neste período

6 Fique longe das distrações – Redes Sociais, televisão, whatsapp, é importante ter pausas, mas avalie seu comportamento e seja sincero com você mesmo

7 Entenda as novas tecnologias – Use e abuse das novas tecnologias e plataformas, porém teste sempre antes para não “pagar mico” quando precisar
Madalena finaliza, “Em todas as situações da vida podemos tirar um ensinamento, o home office veio para ficar, e cabe a nós nos adaptarmos para toda essa inovação”.





Madalena Feliciano - Gestora de Carreira e Hipnoterapeuta
Rua Engenheiro Ranulfo Pinheiro Lima, nº 118, Ipiranga/SP.

Instituto Brasileiro da Cachaça espera queda do mercado da Cachaça de mais de 20% em 2020


Instituto sinaliza impacto negativo para um setor que gera aproximadamente 600 mil empregos diretos e indiretos no Brasil

O Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC) espera queda do mercado da Cachaça de mais de 20% em 2020. A expectativa é baseada no estudo anual do provedor global de pesquisas de mercado Euromonitor International, que avalia o desempenho de várias categorias de produto, e prevê para o setor da Cachaça em 2020 uma queda de 21,7% em volume total, incluindo vendas em supermercados, bares e restaurante, em virtude da crise gerada pelo novo coronavírus. Antes de se instaurar a pandemia no Brasil, a previsão era de um crescimento de apenas 1,5%.

Segundo Carlos Lima, diretor executivo do IBRAC, entidade representativa da categoria, o setor da Cachaça possui 7% do market share do mercado brasileiro de bebidas alcoólicas, em volume, enquanto a cerveja, primeira colocada, detém 87%. Para ele, a previsão de queda afeta um setor que é constituído, em sua maioria, por micro, pequenas e médias empresas, e já enfrentava dificuldades em função da alta carga tributária, principalmente após 2016, quando foi afetado consideravelmente por aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

“O crescimento previsto já era ínfimo para um setor que gera cerca de 600 mil empregos diretos e indiretos. Um dos principais fatores para essa previsão de queda, além de todo contexto econômico que o Brasil enfrenta, foi o fechamento de bares e restaurantes, que afetou diretamente o setor da Cachaça que tem nesses locais os seus principais canais de distribuição, uma vez que representam 70% das vendas da bebida”, explica.

“Estamos falando de um setor com grande potencial, pois a Cachaça representa mais de 72% do mercado de destilados e, como outros setores, vem sofrendo todos os impactos negativos gerados pela situação econômica, demonstrados pelo número de queda trazido pela Euromonitor. O trabalho conjunto do setor privado e do governo será de suma importância para assegurar a sustentabilidade do setor, e de toda sua cadeia de valor, no cenário pós-covid”, completa.

“É importante notar também que essa queda faz parte de nosso cenário base, construído pensando em uma quarentena de dois meses e meio. Ou seja, neste momento o cenário pode se agravar, considerando que a quarentena em algumas regiões se prolonga e os impactos econômicos, como desemprego e queda do PIB, podem acentuar a queda ainda mais”, afirma Rodrigo Mattos, analista de Alcoholic Drinks da Euromonitor International.

O Brasil registra hoje cerca de 1.397 estabelecimentos produtores de Cachaça e Aguardente, distribuídos em 835 municípios, registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Esse total gera aproximadamente 600 mil empregos diretos e indiretos

Alimentos seguem puxando alta da inflação durante a quarentena


Recorte exclusivo da FecomercioSP aponta alta nos produtos mais utilizados neste período de pandemia


Embora os números do IPCA 15, do IBGE, para a região metropolitana de São Paulo tenham apresentado deflação no mês de junho, com base nesses dados, a FecomercioSP destaca alta média de 6,45% nos itens mais consumidos na quarentena, instaurada em decorrência da proliferação do coronavírus. Houve uma alteração no padrão de consumo das famílias, com uma variedade muito menor de produtos.

A Federação, ao levar em consideração itens essenciais, montou a “cesta pandemia” com as cinco categorias mais vendidas, das quais todas registraram alta na inflação, na comparação com o mesmo período do ano passado: Alimentação no Domicílio (8,57%); Alimentação e Bebidas (7,1%); Habitação – Produtos de Limpeza (2,78%); Saúde (5,82%) e Cuidados Pessoais (1,86%).
 

Em Alimentação e Bebidas, os itens que obtiveram índices mais elevados foram os mais procurados para as refeições diárias, como cebola (40,72%), açúcar refinado (25,04%), feijão-carioca (22,98%), maçã (20,25%), batata-inglesa (18,35%), arroz (16,82%), músculo (16,58%), contrafilé (15,18%), leite longa vida (13,79%) e alcatra (11,01%).

Por outro lado, na mesma categoria, sete dos 29 itens analisados registraram queda nos preços: massa semipreparada (-4,87%), palmito em conserva (-2,39%), repolho (-2,06%), refrigerante e água mineral (-2,09%), cerveja (-1,68%), cenoura (-1,33) e café moído (-1,03%).

O grupo de Habitação abrange produtos de limpeza, bastante utilizados para conter a proliferação de covid-19. Por consequência, detergente e sabão em pó ficaram, respectivamente, 10,37% e 4,77% mais caros em relação a junho de 2019.

Já em Saúde, houve alta nos custos dos planos de saúde (6,89%) e das internações e cirurgias (3,43%).

O objetivo do levantamento é mostrar que, para os domicílios que estão focando suas aquisições em itens básicos (alimentos, produtos de higiene, produtos de limpeza e dispêndios com saúde), seja por cautela, seja por restrição orçamentária, o cenário inflacionário é diferente do apresentado pelos órgãos oficiais. Mesmo com o IPCA em níveis baixos, as alterações no ímpeto de consumir por parte das famílias alteram as estruturas de ponderação da inflação e os impactos que possíveis altas podem ocasionar na renda das famílias.

Dessa forma, a variação dos preços refletiu os sinais de uma oferta elevada, em razão das restrições de atendimento presencial impostas aos estabelecimentos, aliada ao declínio no Índice de Confiança das Famílias (-18,8%) em junho. Em contrapartida, as mercadorias essenciais se valorizaram com a alta procura.

Além disso, a aquisição de bens duráveis, por exemplo, exige certo planejamento e, muitas vezes, ofertas de crédito. Contudo, esses quesitos estão escassos no momento, em razão da alta do desemprego e do encolhimento das rendas das famílias.



A empatia como chave para gestão de entregas e pessoas em tempos de crise



Uma discussão que acredito ser muito pertinente em tempos de pandemia é como ficam, neste cenário quase caótico, as entregas? Esta questão não se limita apenas às entregas de projetos e software, pode abranger entregas de qualquer trabalho que seja.

Caso nenhuma mudança tenha sido formalizada, os contratos vigentes, via de regra, seguem vigentes, com ou sem pandemia. Mas é humanamente impossível que tudo o que viemos vivenciando não gere qualquer impacto em nossa rotina de trabalho. Rotina esta que também se modificou drasticamente, seja por alteração de local (remoto/home office), restrições de horários, medidas sanitárias.

Também é necessário considerar que, entre pessoas de nível técnico semelhante, que trabalham na mesma empresa, com as mesmas condições de trabalho, existe variação de produtividade mesmo em situações normais. Logo, estas variações tendem a se acentuar consideravelmente à medida que novas variáveis entram nessa equação. Não bastasse a mudança física da empresa para a casa, há muitos outros fatores que podem impactar o trabalho: morar sozinho ou com a família, ter ou não animal de estimação, dispor ou não de equipamentos adequados em casa, ser mais ou menos afetado pelas notícias do “mundo exterior”, dentre outros. Todas essas variáveis influenciam, em alguma medida, a produtividade de cada trabalhador.

Sendo assim, a pandemia e suas consequências são motivos suficientes para que prazos, escopos, custos, contratos (inclusive de trabalho) e demais acordos sejam sumariamente descumpridos ou ignorados? É evidente que não. Também seria inviável refazer contratos e acordos com cláusulas específicas para vigorarem durante a pandemia, haja vista que isso exigiria levar em conta o fator humano de cada pessoa envolvida em cada processo.

Sem entrar em questões jurídicas, nem na subjetividade do que é justo ou injusto nesses tempos difíceis, é clara a necessidade de se chegar a um meio termo. Não é possível agir como se nada estivesse acontecendo, nem como se houvesse aval para que as entregas sejam feitas apenas quando houver conveniência.

Assim, acredito que a chave para a superação dessa crise passe pela empatia. Talvez esta habilidade nunca tenha sido, em tempos recentes, tão demandada quanto é hoje. É necessário exercitá-la em todas as relações: entre colegas de trabalho, líderes e liderados, clientes e fornecedores e qualquer outra relação humana que faça parte da rotina laboral. É primordial que, antes de se analisarem cláusulas contratuais potencialmente descumpridas, busquemos descobrir as razões pelas quais as pessoas envolvidas não conseguiram entregar o esperado e, então, negociar a melhor forma de se cumprir o combinado. É preciso analisar cada situação individualmente, sem imaginar que alguém possa estar utilizando a pandemia como pretexto para trabalhar menos, mas partindo do pressuposto que vivemos uma situação temporária de caos social em todas as esferas e que, assim que retornarmos ao (novo) normal, poderemos voltar também às exigências contratuais e de produtividade tradicionais.





Felipe Massardo - coordenador de projetos no Instituto das Cidades Inteligentes (ICI).

Flexibilização da quarentena aumenta número de acidentes no trânsito



A reabertura gradual do comércio na flexibilização da quarentena implementada em grandes centros urbanos, como São Paulo e Rio de Janeiro, e a queda nos índices de isolamento social já aumentaram o movimento no trânsito e devem provocar um aumento no número de acidentes. Entidades e especialistas em Medicina de Tráfego alertam que isso reflete diretamente na ocupação de leitos e na mobilização de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) nos hospitais públicos.

O temor é que haja um prejuízo no atendimento a pacientes da Covid-19 justamente quando a pandemia está em curva ascendente no Brasil, que contabiliza mais de 61 mil mortos e quase 1,5 milhão de casos confirmados.

A preocupação dos especialistas da Mobilização de Médicos e Psicólogos Especialistas em Trânsito do Brasil é reforçada por dados da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), que mostram que 60% dos leitos de UTI são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito.

Estes pacientes respondem a 50% das cirurgias de urgência no SUS. “Em um momento em que há uma explosão na demanda por leitos, respiradores e profissionais da saúde, um aumento do número de acidentes pode ter um impacto negativo principalmente nas cidades onde a taxa de ocupação está se aproximando do limite”, afirma o médico especialista em Medicina do Tráfego, Alysson Coimbra de Souza Carvalho.

O reflexo do isolamento social na segurança do trânsito é atestado em números de várias cidades brasileiras. Em cidades do Nordeste onde o lockdown (bloqueio total) foi decretado, a redução foi drástica. Teresina teve uma queda de 95% nos acidentes, entre os meses de março e abril. Fortaleza viu o índice cair 60% durante o período de maior isolamento social.

A retomada das atividades comerciais, no entanto, fez crescer o movimento nas ruas e estradas. No dia 8 de junho, a incidência de congestionamentos cresceu 500% no Rio de Janeiro, na comparação com as semanas anteriores à flexibilização. Em Minas Gerais, desde o fim de abril, o isolamento social caiu de 61% para 36%. Com cerca de 5 milhões de pessoas a mais nas ruas, o número de acidentes aumentou. Apenas em um hospital de Belo Horizonte, o número de internações cresceu 37% em maio, na comparação com a abril.

Na avaliação dos especialistas, o impacto da redução na ocupação de leitos por vítimas de acidentes foi imediato, contribuindo para que os pacientes de Covid-19 pudessem ter acesso a todos os recursos necessários para o tratamento, evitando, em muitos municípios, o colapso do sistema de saúde e um número ainda maior de mortes. “Em uma situação de pandemia e de temor iminente do colapso no sistema de saúde, a segurança no trânsito é uma importante aliada. É preciso um esforço de todos para evitar que isso aconteça. O Brasil é o 4º país do mundo com maior número de mortes no trânsito, ficando atrás somente da China, Índia e Nigéria. Os governos precisam adotar medidas para reduzir esses dados e melhorar a segurança. As pessoas precisam também se conscientizar sobre a importância de seguir as regras de trânsito em qualquer época do ano e, em tempos de pandemia, quem puder, deve ficar em casa. A prudência salva vidas”, afirma o médico. 

Como os links patrocinados podem ajudar as empresas durante o coronavírus



Vivemos um momento atípico. Onde todos buscam sobreviver, seja enfrentando o coronavírus ou a queda nos índices da economia. Esse é um momento de solidariedade, onde precisamos de caminhos novos, para enfrentar problemas novos.

Dentro desse contexto, acreditamos que as marcas e empresas devem aproveitar esse momento para se manterem na mente do consumidor e eventualmente atender as procuras do mercado em áreas menos afetadas. Para essa estratégia, acreditamos que a utilização de links patrocinados pode ser um caminho para nos mantermos dentro dos mecanismos de busca.

Primeiro vamos definir, o que são links patrocinados? A estratégia de links patrocinados é, sem dúvida alguma, uma das principais dentro do Marketing Digital. Essa ação permite que a empresa busque novos e potenciais clientes, mantendo um bom controle do investimento, sem prejudicar a saúde financeira do negócio.

É uma estratégia que pode aumentar as vendas e  a relevância da  marca. Mas para isso é preciso  entender a fundo os  objetivos que se pretende atingir, para então iniciar as ações envolvendo links patrocinados. Nesse modelo de publicidade é possível analisar quais palavras geram maiores resultados e portanto financeiramente permite uma distribuição melhor do orçamento.

Quando um usuário utiliza o Google para realizar uma pesquisa ou utiliza uma rede social para conversar com amigos ele encontra os links patrocinados no topo e no rodapé. Em qualquer momento dessa pesquisa é possível trabalhar a marca e os pontos de contato entre as empresas e seus futuros clientes.

Para que todos possam entender melhor, os links patrocinados ficam posicionados em locais estratégicos, nos resultados de busca, comparadores de preço ou redes sociais, e são direcionadas através de palavras-chave ou perfis. A empresa só paga pelos cliques que receber em seus anúncios.

Essa estratégia  é uma ação de curto prazo, totalmente mensurável e onde o desempenho depende 100% da definição correta do objetivo. Resumindo: Antes de comprar palavras-chave é fundamental ter um planejamento sólido. Mas acreditamos sinceramente que nesse momento, trata-se de uma alternativa eficaz para ser encontrado por empresas que estejam a procura do trabalho ou produto que estejam se utilizando dessa estratégia e que ainda não tem conhecimento dessa marca.

E outra característica importante para utilização dessa estratégia durante essa pandemia é que os custos são incomensuravelmente menores do que qualquer outra campanha publicitária. As  campanhas de links patrocinados podem ser feitas no Google, Bing, Facebook, Instagram, Linkedin e outras plataformas.






Ricardo Zacho - bacharel em comunicação social pela Universidade Anhembi Morumbi, com MBA em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing e sócio fundador da agência de marketing digital MZclick



quinta-feira, 2 de julho de 2020

Harmonização Facial é a matemática a favor da beleza



A harmonização facial é um conjunto de intervenções estéticas, não cirúrgicas, realizadas na face. O objetivo, como o próprio nome diz, é deixar o rosto em harmonia, de forma mais simétrica. Para isso, diversos procedimentos podem ser utilizados.

Estudos mostram as vantagens da beleza não só na autoestima, mas, também, nas atitudes de vida de uma pessoa, como por exemplo, relacionamentos sociais, de trabalho entre outros. Por esses motivos cada vez mais são desenvolvidas novas técnicas que atuam diretamente no rejuvenescimento. São avanços que, sem dúvida, impactam no modo de cada um se apresentar à vida e interagir com o mundo.

O reconhecimento da beleza tem dois critérios: harmonia das proporções e simetria. Cada mudança que é feita nas medidas faciais impacta na estrutura e na proporção do rosto do paciente. Por isso, é importante fazer uma análise e o diagnóstico para definir as necessidades de tratamento para cada pessoa.

As técnicas da harmonização facial podem ser aplicadas em homens e mulheres. Na mulher, o terço médio facial, "middle face" ou região da bochecha, é a área mais importante na estrutura facial, que deve estar em harmonia com o terço inferior mais fino, fazendo o triângulo da beleza. Já no homem, o ângulo mandibular traduz virilidade e força. 

Por meio da medição matemática da face podemos trabalhar com proporções que harmonizam toda a estrutura. Para um bom resultado, é preciso ter em mente que muitas partes não podem ou não devem ser modificadas, não existindo, portanto, uma fórmula única. Porém, é possível aperfeiçoar algumas características para melhorar as proporções faciais. 

No caso de preenchedores para o tratamento de harmonização facial, temos de avaliar a métrica facial e individualizar o tratamento, usando o mínimo possível de produtos para a reestruturação óssea e sustentação, que são as bases de qualquer tratamento. 

Portanto, além do conhecimento da anatomia, a prática da avaliação da métrica facial contribuirá para um resultado harmônico e natural na jornada em busca do rejuvenescimento.

É a matemática a favor da beleza.




Dra. Simone Neri - dermatologista e membro do corpo clínico da Rede D’Or - CRM 80.919 - Sobre a Dra. Simone Neri - DERMATOLOGISTA - CRM 80.919. graduada em Medicina pela Universidade de Santo Amaro UNISA, possui residência em Clínica Médica pela Universidade de Santo Amaro UNISA, residência em Dermatologia pela Universidade de Santo Amaro UNISA, é ex-preceptora do Ambulatório de Dermatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro UNISA, médica plantonista do Pronto Socorro do Hospital São Luiz, ex-coordenadora médica do Pronto Socorro do Hospital São Luiz Anália Franco. 





Fazer as pazes com o espelho depende de um conjunto de procedimentos



Em torno de 90% de pessoas que procuram uma clínica para uma dieta, já tentaram por conta própria uma daquelas famosas que aparecem nas mídias ou redes sociais e desistiram. Isso ocorre porque não existe uma padronização de dieta e nem mesmo um peso ideal, mas sim uma dieta para cada tipo de organismo e estilo de vida. Esta foi a constatação dos especialistas da Clínica Simone Neri.

As dietas mais famosas ganham popularidade pela perda de peso rápido, pela melhora na disposição e no quadro de saúde. Com isso, os mais diferentes tipos de dietas se tornam conhecidos e são replicados no prato de muita gente, que dependendo do objetivo podem ser benéficas e trazer bons resultados, mas em geral, são difíceis de serem executadas a médio e longo prazo.

“Por isso, quem quiser fazer as pazes com a balança e harmonizar o seu corpo, tem que buscar algo que possa ser incorporado a um novo modelo de vida. Seja qual for o objetivo, é necessário ter um especialista para ajudar na escolha da dieta correta, principalmente, para pessoas que apresentam alguma comorbidade, como diabetes, hipertensão, colesterol alto e intolerâncias alimentares”, explica Simone Silva, nutricionista da Clínica Simone Neri.

Cada dieta possui suas vantagens e desvantagens e deve se enquadrar às suas necessidades. “O ideal é ser avaliado e acompanhado por uma equipe multidisciplinar composta por endocrinologista, nutricionista, esteticista e em casos, dermatologista e cirurgião plástico. Eles cuidarão da sua saúde e não simplesmente do seu “peso ideal” dando todo o suporte para um emagrecimento saudável e sustentado, com resultados estéticos harmoniosos”, diz Dra. Simone Neri, dermatologista e fundadora da Clínica.

Uma das mais famosas dos últimos tempos é a Dukan, promovida por Jennifer Lopez, que possui um cardápio baseado em redução de carboidratos e no consumo de proteínas sem restrição de quantidades, sendo dividida em 4 fases, iniciando com a total restrição de carboidratos, alguns legumes e até mesmo as frutas, que vão sendo inseridas aos poucos na dieta.

A nova versão da dieta oferece recompensas liberando maiores quantidades de alimentos no cardápio.

Outras também tem seus destaques:


Low Carb - Marília Mendonça

Dieta focada na redução dos carboidratos com um aumento subsequente de proteínas e gorduras. Ocorre saciedade por mais tempo após a refeição e com o consumo limitado de carboidratos a perda de peso se dá de forma mais rápida.
“Essa mesma dieta também pode ajudar a melhorar a condição de saúde de alguns pacientes com diabetes, síndrome metabólica, pressão alta e doenças cardiovasculares”, lembra Simone Silva, nutricionista da Clínica Simone Neri.


Sirtfood- Adele

Criada por pesquisadores britânicos, a Sirtfood proporciona um emagrecimento por meio de restrição calórica e do consumo de alimentos que estimulam as SIRTUÍNAS (enzimas relacionadas ao emagrecimento). As sirtuínas são um grupo de proteínas encontradas naturalmente no corpo que ao serem estimuladas com consumos de alguns alimentos são capazes de melhorar o funcionamento do metabolismo do tecido adiposo e consequentemente à perda de peso.

A dieta propõe a inclusão de alimentos saudáveis, ricos em antioxidantes e anti-inflamatórios que irão ativar as sirtuínas.


Dieta Da Cabala – Beyonce

Durante 22 dias, elimina-se qualquer tipo de carne, bebidas alcoólicas, alimentos processados, glúten, laticínios e alimentos processados, normalmente ricos em sódio, gorduras e açúcares.

Mas após os 22 dias, como você deverá proceder? Por isso, a necessidade do acompanhamento do profissional para não se perder após este período e a retomada da dieta equilibrada.


Detox - Giovanna Antonelli

A dieta detox propõe uma redução na quantidade de calorias por alguns dias, com uma dieta à base de líquidos (sucos e sopas). Indicada por no máximo uma semana podendo ser aplicada após momentos de grande abuso na alimentação.
Com a redução na quantidade de calorias ingeridas, a dieta contribui para a perda de peso.


Jejum Intermitente - Deborah Secco

É um método de emagrecimento que visa intercalar períodos de jejum (12, 16 ou 24 horas), com períodos de alimentação. Os períodos em que a alimentação é permitida são as chamadas “janelas” de alimentação. Já nos períodos que não se pode comer só é permitido ingerir líquidos que não possuam calorias, como água (com ou sem gás), café e chás (sem açúcar). Tendo como objetivo fazer com que o corpo utilize os estoques de gordura favorecendo a perda de massa gorda.

Para qualquer tratamento nutricional é importante ser acompanhado de outros tratamentos estéticos, que irão harmonizar o corpo com a perda de peso, diminuindo o impacto do emagrecimento no rosto, colo e pescoço e até mesmo em áreas localizadas do corpo.

E assim como existe uma dieta adequada para cada organismo, também existem diversos tratamentos estéticos que estão sendo aplicados nos protocolos de flacidez. Mas existem aqueles que são os “tops ten”.


Radiofrequência Micro agulhada

A radiofrequência micro agulhada é um tratamento que utiliza um aparelho específico e traz a mais avançada tecnologia em sistema de radiofrequência micro agulhada, atuando no estímulo natural da produção de colágeno e elastina no tecido.

Os benefícios do tratamento são duradouros, já que ocorre uma regeneração progressiva do colágeno nos meses seguintes à sessão.
“As micro agulhas são revestidas de ouro e penetram de forma suave e controlada na pele, reduzindo potencialmente o desconforto durante a aplicação. Quando atingem a profundidade indicada para o tratamento, as agulhas passam a emitir a energia da radiofrequência, que é distribuída na região de forma intensa e homogênea. A união das duas tecnologias (micro agulhamento e radiofrequência) tem excelentes resultados”, explica Simone Neri, dermatologista.

Esse tratamento, pode ser utilizado para melhora da estrutura da pele, reduzindo rugas finas, poros dilatados e auxiliar na penetração de produtos que atuam diretamente na redução de manchas e na regeneração da pele envelhecida. É uma excelente indicação para o tratamento do envelhecimento da face, pescoço, colo. Pode ser utilizado também para correção de cicatrizes de acne, cicatrizes de cirurgias e traumas e para a melhora de estrias.

“Durante a aplicação, são utilizados anestésicos tópicos e um resfriador. Desta forma, o tratamento é praticamente indolor. A região tratada fica avermelhada no dia da sessão e levemente avermelhada no dia seguinte. São realizadas, normalmente, três sessões com intervalo de 30 dias entre elas. Mas dependendo da indicação, sessões adicionais podem ser recomendadas.


Bioestimulador De Colágeno

Trata-se de um produto injetável composto pelo ácido polilático (PLLA), também conhecido como Sculptra. Por ser biocompatível com a nossa pele, a substância evita reações alérgicas, além de ser inteiramente reabsorvível pelo organismo ao longo do tempo.

“É um tratamento que pode ser associado a outros como o ultrassom microfocado e o biostimulador ajuda a promover o preenchimento em locais com volume perdido. A substância é injetada na segunda camada da pele e estimula o aumento da quantidade de colágeno no organismo. Por isso, é eficaz tanto para tratamentos faciais como corporais. Ideal para quem quer um rejuvenescimento e uma pele mais saudável, firme e jovem”, conta a Dra. Simone Neri.


Ultrassom Micro E Macrofocado

As ondas do ultrassom atingem e aquecem as camadas mais profundas da pele, criando pontos de coagulação e restauração do colágeno, induzindo ao efeito lifting. Atua com precisão direta sobre a musculatura superficial da face e do pescoço, possibilitando ao médico adaptar sua potência para o tratamento proposto.


Preeenchedores Cutaneos

Um dos principais objetivos dos preenchedores é repor o volume da face, melhorar seus contornos e formas. Podem ser usadas várias substâncias, mas a mais consagrada é o ácido hialurônico, que é naturalmente produzido pelo organismo, mas que com o passar dos anos a produção cai e é quando há a necessidade de reposição.

“Atualmente utilizamos uma técnica moderna de preenchimento cutâneo, que foi desenvolvida para proporcionar um efeito mais natural e harmônico da face. Fugindo daquele estereotipo de boca e bochechas enormes que causam um aspecto artificial e inestético. Esse tratamento veio viabilizar a colocação de pequenas quantidades de preenchedor em locais estratégicos da face, reestruturando a arquitetura facial, finaliza Simone Neri.




Clínica Simone Neri
Tel.:  2576-1770 / Whatsapp: 93093-4122.


Pessoas com depressão podem ter quadros psíquicos agravados por causa da pandemia


Quem já tem histórico de algum tipo de transtorno psiquiátrico como a depressão, neste período de pandemia do novo coronavírus, os níveis de irritabilidade, estresse e ansiedade podem se agravar muito, seja por causa do afastamento das atividades sociais ou em muitos casos, pela ausência física de familiares e amigos.

Para evitar que o confinamento intensifique as manifestações dessa tristeza profunda, impaciência e angustia, a psicóloga Célia Siqueira dá dicas para que haja um controle psicológico e comportamental, minimizando situações que possam ser gatilhos para eventuais crises.

“Para aqueles que utilizam medicamentos, o ideal é manter as consultas com o médico especialista em dia.  Mas, também é importante aderir as terapias mesmo à distância (online), para ajudar a aceitar os limites pessoais, facilitando o entendimento do transtorno depressivo e os conflitos internos”, diz Célia.

Segundo a psicóloga, o ideal é criar uma rotina diária, ocupar o tempo para não se prender em uma mente vazia, conversar com os amigos e familiares através das redes sociais, ler livros, se alimentar bem, praticar exercícios, arrumar o ambiente de trabalho, fazer cursos gratuitos online, doar o que não serve mais, aproveitar o tempo vago para planejar, assistir séries e filmes, etc.






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