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terça-feira, 9 de julho de 2019

Erros mais comuns ao secar o cabelo em casa



O secador quando usado de forma correta garante a durabilidade ao penteado


Secar o cabelo em casa faz parte da rotina de milhares de pessoas. Detalhes como não preparar primeiramente os fios ou ignorar certos tipos de ferramentas podem fazer toda a diferença e diminuir a durabilidade e a qualidade do look criado. Para te orientar, a LION listou 7 erros simples que você pode estar cometer no momento da secagem. Confira!


1- Esquecer de aplicar protetor térmico é uma das causas do cabelo danificado

Antes de secar o cabelo, independente da textura, é fundamental aplicar um protetor térmico nos fios.


2 - Começar a secar o cabelo pelas pontas

Na hora de secar o cabelo em casa, muitas pessoas começam direcionando o secador para as pontas dos fios. No entanto, a recomendação é sempre começar pela raiz. É a região com maior quantidade de fios, portanto a que exige mais atenção e paciência para secar completamente. Nessa área que você pode dar mais volume ao cabelo, secando as mechas para longe do couro cabeludo para que fiquem mais encorpadas. Como as pontas costumam ser mais sensíveis e propensa aos danos, deixe-as por último, direcionando o jato do secador pelo mínimo de tempo possível para não ressecar a fibra.


3- Manusear o secador em todas as direções

A maneira como você segura e manuseia o secador afeta diretamente o resultado do styling. O aparelho pode ser posicionado em qualquer ângulo na horizontal para secar os fios por completo, mas é importante que você sempre direcione o jato para as pontas do cabelo. Assim, você acompanha o sentido natural da cutícula dos fios e confere um acabamento polido à fibra. O jato direcionado das pontas para o couro cabeludo causa o efeito contrário e pode deixar um toque mais áspero, além de causar frizz no cabelo.


4- Ignorar as opções de bicos para encaixar no secador

A maior parte dos secadores oferece opções variadas de bicos para encaixar na ponta do aparelho. Esses acessórios servem para direcionar o jato de ar de uma forma específica, então proporcionam efeitos diferentes nos fios. O bico em forma de linha é ideal para fazer escova, aplicando o calor de forma linear para conferir um acabamento mais polido aos fios. Usar o secador sem nenhum bico especial aumenta o tempo até atingir o resultado desejado.


5- Não usar escovas para alinhar e modelar os fios

Usar escovas e pentes na hora de secar o cabelo é muito útil para acelerar o processo e conferir um resultado mais alinhado. Para quem usa o secador para alisar as madeixas, a escova redonda é a melhor opção para alinhar cada mecha e esticar os fios todos na mesma direção, o que proporciona um acabamento liso impecável. Esse modelo também ajuda a modelar as pontas do cabelo curvadas e para criar ondas naturais ao longo do comprimento. No cabelo liso natural, a escova raquete é perfeita para elevar cada mecha em direção ao secador para secar o cabelo sem deixá-lo armado.


6- Usar sempre o jato mais quente do secador

O jato quente do secador é o melhor para secar e texturizar o cabelo. A opção morna é perfeita para secar cabelos finos, ralos ou danificados sem sobrecarregar a fibra. Já o jato frio pode ser usado para finalizar a escova, ou qualquer outro tipo de finalização feita com ferramenta de calor, já que esfria os fios mais rapidamente e ajuda a reter melhor a forma das mechas.


7- Não finalizar o styling com um leave-in de brilho

Depois de secar o cabelo, o último passo do styling é aplicar um finalizador para selar a cutícula, realçar o brilho e conferir um toque macio às madeixas.


Pele ressecada no inverno: especialista dá dicas de cuidados pessoais


Queda de temperatura favorece o ressecamento de todos os tipos de pele. Além disso, durante a atual estação, doenças podem ser desenvolvidas


Agora o inverno chegou de vez e as temperaturas estão cada vez mais baixas em todo o país. Durante a estação, a tendência é que muita gente reduza o consumo de água e abandone o filtro solar. Porém, estas atitudes aliadas à baixa umidade do ar típica das estações de outono e inverno contribuem para o ressecamento da pele. 

Segundo a dermatologista Dailana Louvain, todos os tipos de pele podem sofrer com a queda de temperatura neste período. “As peles secas ficam mais ressecadas e ásperas, perdem o brilho e tendem a desenvolver doenças como dermatite atópica e eczemas. Já a pele oleosa, com o frio, tende a apresentar dermatite seborreica, aquela descamação localizada ao redor do nariz, nos supercílios, atrás das orelhas e no couro cabeludo”, explica a especialista. 

Para ajudar a manter a pele bonita e saudável mesmo com o frio intenso, doutora Dailana Louvain preparou uma relação de cuidados durante o inverno: 


Banho

A temperatura da água não pode ser muito quente para evitar descamação da pele. Evite usar muito sabonete


Uso de esfoliantes

Evite fazer esfoliações excessivas e usar esponjas e buchas vegetais nesta época do ano. As esfoliações retiram a camada de oleosidade protetora da pele, ressecando-a ainda mais. 


Hidratação corporal

O ideal é passar creme hidratante corporal na pele duas vezes ao dia, uma pela manhã e outra à noite. O uso deve acontecer preferencialmente após o banho, pois o poder de hidratação do produto é maior quando a pele ainda está úmida.  


Tratamentos estéticos

A ausência de sol forte propicia a realização de diversos tratamentos estéticos, como peelings, microagulhamentos e procedimentos a laser, para remoção de manchas ou rejuvenescimento. 





Dailana Louvain - Dermatologista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), doutora Dailana atende na Clínica Louvain, em São José dos Campos (SP), a pacientes de toda a região do Vale do Paraíba.  Ela trabalha com atendimento de crianças e adultos, em tratamento de alergias e dos mais variados problemas de pele. Homens e mulheres que buscam tratamentos estéticos, como toxina botulínica e preenchimento, também podem procurar pela doutora.  

Equilíbrio é movimento



 Foto de Thais Oliveira

Tem um erro muito comum que cometemos quando falamos sobre equilíbrio, um dos paradigmas do Crossfit e do Yoga que devem ser levados pra vida: acreditar que estar em equilíbrio é estar parado. A atleta de alta performance Fernanda Surian lembra que equilíbrio é o exato oposto: movimentar-se para onde seja necessário no momento oportuno e permitir que a vida flua. Veja no texto abaixo.


 “Muitas vezes, na vida, pensamos que equilíbrio é constância, que é manter tudo igual. Mas isso não é equilíbrio, é monotonia”. A frase é da atleta Fernanda Surian, que se dedica a treinos e competições de alta performance há 5 anos. “Pense em uma postura de Yoga, imagine-se em uma prancha de stand up paddle, por exemplo. Como você se mantém na postura, como você permanece em pé mesmo com as ondulações do mar? Movimentando seu peso de um lado para o outro, para as pernas, para os braços, dependendo do que a postura e o momento exigem. É o movimento que causa o equilíbrio”, enfatiza ela.

Ou seja, estar em equilíbrio é colocar peso ou atenção em algo dependendo da sua necessidade. Equilibrar é mudar. E o que isso significa exatamente? Ela explica: “quando em estresse, se permitir momentos de tranquilidade, quando em momentos muito parados e tranquilos, movimentar-se para se desafiar. Viver é oscilar entre o Yin e o Yang, como diz a filosofia oriental: Yin sendo o descanso, o tranquilo, o confortável, e Yang sendo o movimento, o inusitado, o desafiador”.

Mas a atleta também lembra que, se o equilíbrio não estiver na sua mente, ele não poderá ser traduzido pelo seu corpo: “a vida é um aprendizado constante, e o objetivo é que sejamos integralmente fortes, saudáveis, certo? Mente e corpo sãos. Mente e corpo trabalhando juntos, em harmonia, em equilíbrio”.


Muitas vezes, o equilíbrio vem do movimento

“Se a mente precisa se adaptar para que haja equilíbrio, muitas vezes é preciso desafiá-la, proporcionando situações que prescindam desse equilíbrio do lado de fora”, lembra Fernanda, que também é instrutora de Yoga, e segue: “é aí que entra a filosofia do Yoga: os Ásanas, ou as posturas físicas, servem para preparar a mente - tente se equilibrar em uma postura mais difícil - no começo, será terrivelmente desafiador. Muitas pessoas desistem. Mas, se você persistir, atingirá o equilíbrio, aos poucos”, revela.

Esse aprendizado do corpo se transforma, com o tempo, em um aprendizado da mente. Que é o de que se você persistir na tentativa, o equilíbrio é possível. “Transporte isso para tudo em sua vida e terá aprendido um dos princípios de estar em paz com os desafios. É dessa forma que levamos a alta performance para tudo que fazemos, entendendo seus fundamentos e multiplicando esse aprendizado para todas as áreas da vida”, finaliza.




Fernanda Surian

Dietas restritivas são uma armadilha para a saúde, alertam especialistas



A busca pelo emagrecimento rápido e por um corpo “perfeito” tem levado muitas pessoas a uma prática que, além de perigosa, não remetem a resultados positivos a longo prazo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as dietas restritivas ou como chamadas, dietas da “moda”, presentes em capas de revistas ou em diversos canais da internet, não se mantêm por longos períodos e podem inviabilizar a continuidade da reeducação alimentar.
De acordo com a Dra. Bruna Boromello, nutricionista do Grupo NotreDame Intermédica, a chave para o sucesso está na busca pelo equilíbrio. “Quando explicamos aos nossos beneficiários todo o processo, o qual acontece com a mudança de hábitos, demandando tempo e que não existem dietas milagrosas, muitos não têm a paciência de esperar”, admite.

O problema da restrição de alimentos está na falta da ingestão de nutrientes importantes como carboidratos, proteínas e gorduras, que podem deixar o organismo fraco, acarretando em sintomas como cansaço, flacidez, dores de cabeça, tonturas e até mal humor. “Uma dieta não individualizada não tem nutrientes adequados, não é de acordo com a rotina da pessoa e faltam nutrientes. Portanto, será muito difícil uma pessoa manter por longo tempo, não será transformada em hábito e não será incorporada na rotina”, destaca.

A ideia de restrição no contexto alimentar, por si só, já está relacionada a privações, sendo assim, provoca certo sofrimento, explica a Dra. Karen Valéria Silva, psicóloga do Grupo NotreDame Intermédica. “Quando se sabe que está em uma dieta restritiva, naturalmente existe um foco na informação do tipo não posso comer doce, não posso comer pão, etc. Inconscientemente, a informação que ficará gravada é o doce, o pão e o foco será nestes alimentos, gerando um conflito, pois, provavelmente, aumentará o desejo em tais alimentos”, diz a psicóloga.

“Vivemos em uma sociedade cada vez mais escrava dos padrões de beleza. Isso está causando grande mudança nas formas de pensar das pessoas, fazendo com que elas queiram de qualquer maneira se encaixar nestes padrões”, reforça a Dra. Karen.

Para Desirée Veiga, educadora física do Grupo NotreDame Intermédica, com o passar do tempo, com as dietas restritivas, percebe-se que não conseguimos mais atingir aquele resultado, até porquê perde-se massa muscular, o que torna o nosso metabolismo mais lento. “O tal efeito sanfona é uma resposta do organismo a uma perda rápida e errada do peso corporal. Quando esse hábito se torna frequente, pode desacelerar o metabolismo, aumentando a facilidade do organismo em acumular gordura”, esclarece.

Dra. Karen Valéria Silva alerta para a necessidade de entendermos que não existe um corpo ideal. O que existe são padrões impostos social e culturalmente e que interferem na forma como o indivíduo se enxerga, refletindo, assim, numa imagem idealizada. “De acordo com aquilo que a sociedade impõe como belo, cria-se uma idealização por parte do indivíduo que muitas vezes acaba entrando em sofrimento para conseguir se enquadrar em tais padrões”, conclui.


Saúde em Pauta

Estes cuidados e orientações foram apresentados no dia 2 de julho no encontro “Saúde em Pauta” – promovido mensalmente pelo Grupo NotreDame Intermédica em suas Unidades de Medicina Preventiva – QualiVida. O tema deste mês foi “Dietas restritivas e autoimagem”. Nestas oportunidades, beneficiários e convidados participam de palestras e debates com especialistas em diferentes áreas.






5 cuidados que devemos ter com a nossa pele durante o inverno


Especialista dá dicas para manter a pele bem cuidada mesmo nos dias mais frios


O inverno chegou e, com ele, as s temperaturas começam a cair, o que faz com que a nossa pele fique ressecada e com a estrutura fragilizada. Segundo a esteticista Ângela Coelho, o primeiro passo para mantê-la bem cuidada é entender seu funcionamento e, aí sim, tentar amenizar os efeitos das baixas temperaturas. Para te ajudar nessa tarefa, a especialista destacou 5 cuidados que devemos ter com a nossa pele durante esse período.


Se alimente bem e pratique exercícios

Quem nunca ouviu essa dica, não é mesmo? Para manter o corpo aquecido durante essa época, nosso organismo acaba gastando mais energia e, por consequência, nós acabamos sentindo mais fome. O problema aqui, segundo a esteticista, é que acabamos optando por comidas muito calóricas - ricas em carboidratos e açúcares -, que causam a degradação do colágeno da pele, ocasionando assim o envelhecimento cutâneo precoce e contribuindo com a flacidez. Uma boa dica aqui, é substituir o chocolate ou achocolatado por cacau em pó (50% ou mais), que é antioxidante e ajuda na manutenção de uma pele saudável.


Beba bastante água!

A queda da umidade do ar e as baixas temperaturas fazem com que o corpo transpire menos. Com isso, acabamos sentimos menos sede, o que não quer dizer que não precisamos nos manter hidratados. Lembre-se de beber de 2 a 3 litros de água por dia. Consuma chás, sucos e sopas com ingredientes ricos em vitaminas e minerais para manter a pele saudável e hidratada.


Hidratação tópica

Primeiro é importante saber que se você não consumir água, nem o melhor hidratante do mundo vai trazer o resultado desejado. Os hidratantes atuam por osmose, isso significa que usam a própria água do seu corpo para manter a hidratação. Eles criam uma barreira na pele que evita a perda excessiva de água e, por fim, o ressecamento. A dica da esteticista aqui é apostar em hidratantes específicos para cada área do corpo (lembre-se dos lábios) e para o seu tipo específico de pele. Aposte em cremes que contenham antioxidantes, como a vitamina C, e fique de olho nas fórmulas. Substitua produtos que contenham óleos minerais por óleos vegetais, que tem uma maior compatibilidade com a pele e menor índice de irritabilidade. Invista em máscaras hidratantes e aproveite a época para realizar peelings, já que é um procedimento em que o paciente deve evitar o sol, e a renovação celular ocorre com mais qualidade.


Banhos quentes

A temperatura lá fora cai e automaticamente a temperatura do chuveiro aumenta. Evite tomar banhos muito quentes ou banhos demorados com muito sabão, pois isso contribui para a perda do manto hidrolipídico (hidratante natural produzido pelo organismo), deixando a pele desprotegida, o que facilita a penetração de bactérias, fungos, vírus, poluentes do ar e alérgenos como poeira e mofo, deixando a pele com a textura áspera.  Outro problema é que a água quente também estimula as glândulas sebáceas, aumentando a oleosidade no topo da cabeça e no rosto. Essa oleosidade em excesso pode causar dermatites, queda de cabelo e caspa. Tome banhos mornos e aproveite para hidratar a pele com óleos específicos. No pós-banho, com a pele limpa, é o momento ideal para aplicação dos hidratantes (facial e corporal), já que a absorção é mais eficaz.


Protetor solar

Apesar do clima frio, e da menor incidência dos raios ultravioletas tipo B - principais causadores de câncer de pele – o sol continua emitindo radiação, como o ultravioleta do tipo A, que possui alto poder de penetração e são capazes de danificar a pele, causando além de câncer, foto envelhecimento, manchas e a flacidez.  Além da luz solar, a luz artificial (tablets, Tvs, celulares, computadores etc.) também pode causar danos a pele, por isso o uso contínuo de protetor é imprescindível. Se sua pele for oleosa, opte por produtos oil free e toque seco, que possuem textura mais leve.

É recomendado o uso de 1gr de produto por aplicação (o que equivale a uma colherzinha de café), e pode ser aplicado em camadas. O retoque, durante o dia, pode ser feito com protetor em pó para evitar a aparência de “pele pesada”. Prefira produtos que contenham proteção mínima de FPS 30, que previnem não só futuros problemas como atua na preservação do colágeno e evita o surgimento de manchas com hiperpigmentação causadas pela incidência de raios UVA.

Essas são dicas simples, que ajudam a manter a pele bem cuidada. “A pele é o maior órgão do nosso corpo, e precisamos cuidar dela como cuidamos de todo o resto. Praticar exercícios, tentar manter uma alimentação equilibrada e boas noites de sono - além da hidratação e dos tratamentos adequados para cada situação -, manterão sua pela linda e saudável por muito mais tempo”, finaliza Ângela.

Conheça tratamentos de beleza para a região íntima do corpo



Procedimentos para a estética íntima estão sendo cada vez mais procurados e já são alternativas para quem não quer se submeter as cirurgias plásticas 


O setor da estética não para de crescer no Brasil e cada vez mais as mulheres apostam em procedimentos para o rosto, bumbum, pernas e cabelos. Agora, uma novidade está se tornando tendência no mercado: a estética íntima. “As brasileiras costumam investir nos procedimentos estéticos como uma alternativa às cirurgias plásticas e com a estética íntima não é diferente. Hoje as pacientes estão procurando tratamentos com objetivo de reduzir gordura localizada e flacidez, por exemplo”, explica Renata Guidi, fisioterapeuta dermatofuncional. 

A especialista dá algumas dicas de procedimentos ligados a estética que podem ser realizados na região íntima do corpo. 


Depilação duradoura e sem dor 

Entre os cuidados com a beleza íntima, a depilação é o mais procurado pelas mulheres. Uma boa alternativa para poupar tempo e dinheiro é optar pela fotodepilação. O Lyra, por exemplo, é um equipamento de luz intensa pulsada, que acaba com os pelos – até os encravados - depois de oito sessões (em média). A vantagem da luz pulsada é que o tratamento também clareia a região tratada, trata a foliculite - inflamação do folículo capilar - e não traz desconforto a paciente, pois o equipamento possui dois sistemas de resfriamento que ajudam a aliviar o desconforto na hora da aplicação.  


Carboxiterapia para flacidez 

Uma das maiores queixas em relação a estética íntima está relacionada a flacidez de pele. Porém, com avanço da tecnologia alguns tratamentos já podem melhorar o aspecto na região dos pequenos e grandes lábios. A carboxiterapia é uma boa alternativa. O Ares, por exemplo, é um equipamento que trata a área com segurança e eficácia, já que o gás COé o mesmo produzido naturalmente no corpo. Os resultados podem ser vistos, em média, em 05 sessões. 


Criolipólise para gordura localizada 


criolipólise se tornou uns dos tratamentos mais cobiçados pelas brasileiras, o procedimento pode ser feito na barriga, braço, culote e também na região íntima. Alguns fatores como o pós-parto e excesso de peso podem acumular gordura no Monte de Vênus – região localizada em cima do púbis –, causando desconforto em algumas mulheres. A criolipólise de contraste - tratamento disponível no equipamento Polarys – reduz 42% de gordura da área tratada em apenas uma sessão. O seu diferencial é que além de resfriar o tecido, o procedimento também aquece a área possibilitando resultados mais eficazes. 

Como manter o ritmo de exercícios físicos no inverno


De acordo com médicos, pausa de 15 dias já é suficiente para a perda das adaptações do corpo conquistadas com rotina de treino


No inverno, as temperaturas mais baixas e o menor tempo de exposição solar reduzem nossa energia e, consequentemente, a disposição para a prática de atividade física. E, embora pareça inofensivo e tentador trocar alguns dias de exercício pela preguiça ou pelo conforto de casa, a redução da frequência com que movimentamos o corpo resulta na perda das adaptações cardiovasculares, musculares e ósseas conquistadas durante um longo período de treinamento.

“Quinze dias parados já são suficientes para que se perca essas adaptações do nosso corpo e a preguiça é um dos principais motivos para que os exercícios físicos fiquem de lado. Afinal, a temperatura mais fria e os dias mais curtos são dificuldade para muitas pessoas”, explica a cardiologista do esporte do Hospital Israelita Albert Einstein, Luciana Janot.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a prática de 150 minutos de atividades moderadas por semana. “O ideal para esforços moderados, como uma caminhada onde ainda se consegue falar é dividir esses 150 minutos em cinco dias, o que daria 30 minutos por dia. Mas é importante incentivar rotinas mais ativas, como subir escadas, caminhar ao ir almoçar, entre outras estratégias sugeridas”, continua a médica. Para exercícios mais intensos, 75 minutos de exercícios físicos por semana são suficientes.

Para não perder o ritmo no inverno e garantir a manutenção da saúde, a dica do educador físico do Einstein, Bruno Gion, é manter horários de dormir e acordar, estar atento a alimentações mais pesadas (que deixam o organismo mais prostrado) e abusar do poder de adaptação. “Não deixamos de fazer nossas atividades básicas como tomar banho, escovar os dentes e nos alimentar, apenas nos adaptamos às condições como temperatura da água ou tipo de alimento. Podemos fazer o mesmo para as atividades físicas”, ensina. Outra dica é sentir os benefícios dessa época do ano. “Correr no inverno é muito mais fácil e prazeroso do que no calor de 30 graus ou mais do verão”. Porém, é importante manter a hidratação em dia e evitar o período entre 10h e 17h, quando a umidade do ar é mais baixa e o tempo mais seco.

“Buscar atividades que proporcionem prazer torna mais fácil a prática independentemente da época do ano. Também ajuda a escolha de roupas adequadas e de ambientes cobertos ou climatizados”, completa Luciana Janot.

E os benefícios da prática regular de atividade física são muitos. No curtíssimo prazo de 24 horas, já são perceptíveis a melhora do humor, da criatividade e do sono, o controle do apetite e da pressão arterial e da glicose no sangue. Em médio e longo prazo, a atividade física auxilia no controle do peso, na diminuição de dores articulares, aumento da força e da capacidade cardiorrespiratória, diminuição de sentimentos depressivos.

Para quem deu aquela paradinha nos exercícios, a boa notícia é que o organismo mantém uma memória muscular que o auxilia na retomada do treinamento e de resultados mais rápidos.

Kelly Key compartilha o segredo para ter um braço torneado na medida

Crédito: Forever Filmes.

A cantora mostra 5 exercícios de Strong by Zumba® que utilizam apenas o peso do próprio corpo para trabalhar os membros superiores





                                                       

                                         
Muitas pessoas têm o braço como a maior preocupação durante a malhação, pois é uma área que fica muito exposta, principalmente no verão. A cantora Kelly Key revela que por muito tempo sofreu com excesso de gordura nos braços e nas costas. “Vivi um drama por muito tempo, porque eu tinha um braço de toucinho, cheio de gordura. Foi bem difícil chegar no meu objetivo e, mais ainda, manter”.

O segredo para ter braços torneados e eliminar de vez a gordura localizada nas costas, é optar pelos exercícios corretos para membros superiores. O Master Trainer Giuliano Cangiani, da modalidade fitness praticada por Kelly, Strong By Zumba®, explica que: “muitas mulheres não gostam de exercitar essa região, porque têm medo de ficarem muito musculosas, o que é um erro. O treino, além de secar, melhora o tônus muscular do local”.

A grande diferença de treinar os membros superiores com Strong By Zumba®, é que os exercícios focados nessas partes do corpo também trabalham outros músculos do corpo como, por exemplo, o core e abdômen. Giuliano ainda completa “além de fortalecer e definir a musculatura, esse treino ajuda a manter a postura corporal correta”.

O Master Trainer lista 5 exercícios poderosos para membros inferiores que prometem dar ótimos resultados e que tem mantido essa região do corpo da cantora em forma:




1.   Flexão de Braços (Push-up)

                                               Crédito: Forever Filmes.


É um exercício muito popular por ter a execução simples, porém é considerado completo pois trabalha diferentes áreas como o peitoral, tríceps, ombros e costas. “Para deixar o exercício menos complexo, no caso de iniciantes, apoie os joelhos no chão”, explica Giuliano.




2.   Mergulho (Diver Bomber)


                                                                          Crédito: Forever Filmes.

“Na posição de quatro apoios, coloque o peso do corpo nos pés, empurre o quadril o mais alto possível, mantendo as costas e pernas retas, com os joelhos e braços destravados, abaixe o quadril permitindo que os braços se curvem e o peito quase encoste no chão, fazendo um mergulho”, conta o Master Trainer. É preciso ter atenção aos movimentos para executar o exercício e trabalhar corretamente o peitoral, ombros e principalmente o tríceps.



3.   Prancha (Plank)

       Crédito: Forever Filmes


Giuliano explica que ao contrário do que muitos pensam, a prancha não é um exercício específico para trabalhar o abdômen, mas é essencial para melhorar a postura e fortalecer a musculatura dos ombros, peitoral e tríceps.




4.   Posição do Urso com Rotação de Quadril (Bear Posision Hips Rotation)


        Crédito: Forever Filmes


É um exercício de fortalecimento, estabilização e cardio que envolve quase todos os grupos musculares: membros superiores, inferiores e core. Giuliano explica a dinâmica que se baseia em mãos e os pés apoiados no chão - sem encostar os joelhos - e costas retas. Tira o apoio de uma das mãos e faz uma rotação do quadril para o mesmo lado da mão que está elevada.

“Nunca tinha feito esse exercício na vida, senti bastante o braço, além de queimar o abdômen”, revela Kelly.





5.   Flexão de Tríceps (Triceps Dip)


  Crédito: Forever Filmes

Esse é o famoso exercício para acabar de vez com o famoso ‘tchauzinho’. “O acúmulo de gordura no braço também resulta na flacidez. Treinando a musculatura do tríceps, você vai secar a região e tonificar a musculatura”, finaliza o Master Trainer.





www.strongbyzumba.com


Mamoplastia híbrida é nova tendência em cirurgia plástica


Especialista explica como funciona o procedimento que utiliza, de uma única vez, implantes de silicone e lipoenxertia


Consolidado como uma grande potência no mundo das cirurgias plásticas, o Brasil já bateu a marca de 1,2 milhão de procedimentos realizados, por ano, segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS). E na primeira posição do ranking de intervenções cirúrgicas estéticas mais populares está a mamoplastia de aumento, com uma fatia de quase 16% do total de procedimentos feitos no país.

De acordo com o cirurgião plástico, Dr. Rafael Werneck, uma tendência cada vez mais comum entre as técnicas utilizadas para realizar este procedimento é a que associa o implante de próteses mamárias com a lipoenxertia, ou enxerto de gordura. “O procedimento é conhecido como mamoplastia híbrida e tem como objetivo o aumento de volume e formato das mamas, de modo que fiquem o mais natural possível”, conta o cirurgião.

Werneck explica que esta técnica é um pouco mais complexa porque utiliza, no mesmo procedimento, além da prótese de silicone escolhida por médico e paciente, a transferência de gordura lipoaspirada de outras partes do corpo da própria paciente, a fim de facilitar a modelagem da mama e a aparência de seios naturais. “A gordura que será reimplantada na mama é preparada antes, para que seja eliminada qualquer impureza e só depois é enxertada no local”, afirma.

A mamoplastia híbrida é também é comumente utilizada em casos de pacientes que precisam fazer uma reconstrução mamária, segundo conta o cirurgião plástico, que ainda faz uma ressalva. “Utilizamos a prótese mamária nesse procedimento porque apenas com a lipoenxertia não se consegue a projeção ideal, já que o corpo adere a boa parte dessa gordura reimplantada. Por isso, para que a paciente atinja o volume desejado pode-se optar por determinadas próteses ou aumentar a quantidade de gordura transferida em mais de um procedimento”, conclui.






Dr. Rafael Werneck – Cirurgião Plástico. Graduado em medicina pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com residência em cirurgia plástica na Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina (UNIFESP-EPM). É membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e faz parte do grupo de estética facial do Hospital São Paulo (HSP), pertencente à Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). @plastica.werneck

Sedentarismo: o inimigo do envelhecimento saudável


Com o crescimento do número de idosos e nível de sedentarismo, país corre o risco de ter uma população com altos índices de problemas de saúde


O sedentarismo pode ser o grande vilão do envelhecimento saudável no Brasil. Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) mostram: na América Latina, o país registra o menor índice de prática de exercícios. Se no mundo estima-se que 27% da população não faz atividades físicas com regularidade, por aqui, o número chega a 47%. Em média, um em cada dois brasileiros não tem o hábito de se exercitar com frequência, ou seja, 98 milhões de pessoas. Após os 65 anos, esse índice tende a aumentar.

O estudo Healthy Brain and Well-Being: Sedentary Lifestyle can Impact Cognitive Ability Adversely mostra que o sedentarismo contribui para o declínio progressivo das funções cerebrais. Uma das soluções apontadas é a prática de exercícios aeróbicos, que aumentam o fluxo sanguíneo no cérebro, auxiliam na formação de novos neurônios e ampliam o número de sinapses cognitivas entre eles. Resultado: redução de sintomas como ansiedade, depressão, estresse e perda de memória.

“Sabe-se que a atividade física é importante para a manutenção da saúde do idoso, bem como sua capacidade funcional. Nas últimas duas décadas foram publicados vários estudos que correlacionaram a atividade física com benefícios na cognição, diminuindo o aparecimento de síndromes demenciais, como, por exemplo, a doença de Alzheimer”, informa a geriatra Ana Catarina Quadrante, que atua na Cora Residencial Senior – rede especializada na promoção de saúde, bem-estar e qualidade de vida de idosos.


Outros agravantes do sedentarismo

Além do sedentarismo favorecer o desenvolvimento de demências e problemas psicológicos, também tem como um dos agravantes a obesidade. Esta, por sua vez, é o principal fator de risco para o surgimento de doenças como hipertensão arterial, diabetes e até câncer. O problema é o quarto fator mundial de mortalidade.

Devido aos altos índices, organizações como a OMS e a SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia) recomendam a prática de exercícios como um dos protocolos para o envelhecimento saudável e aumento da longevidade. Com base nisso, a Cora Residencial Senior conta com uma programação de atividades diárias que estimulam as partes física e cognitiva com exercícios aeróbicos, jogos, festas temáticas, bailes e muitos outros, com o objetivo de promover saúde, bem-estar e qualidade de vida aos idosos. 

Por isso, quem acha que após os 60, é hora de parar, engana-se. A dra Quadrante alerta: nunca é tarde para começar a se exercitar. “Idealmente, a atividade física deve ser mantida durante toda a vida. No entanto, o fato do indivíduo não ter realizado anteriormente, não impede que a inicie, independentemente da idade. É importante manter acompanhamento médico para avaliar as condições de saúde e determinar qual a modalidade de atividade física é mais adequada”.

Segundo a OMS, o mínimo recomendado é de 2h30 de exercícios semanais o que equivaleria a 30 minutos por dia, cinco vezes por semana.

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