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terça-feira, 9 de julho de 2019

CIRURGIA PLÁSTICA PÓS-GRAVIDEZ: ESPECIALISTA COMENTA BENEFÍCIOS E RESTRIÇÕES


Apesar de ser uma saída para muitas mulheres que desejam recuperar o contorno corporal, Dr. Alan Landecker explica que o ideal é aguardar pelo menos seis meses após a amamentação para se submeter a qualquer procedimento



A hora de encarar o espelho depois da gestação pode ser difícil para mulheres que carregaram um ou mais filhos na barriga por nove meses. Muitas pensam em recorrer à cirurgia plástica para reverter a situação da alteração do contorno corporal. O cirurgião plástico Dr. Alan Landecker, Membro Titular e Especialista em Cirurgia Plástica pela SBCP - Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), alerta, no entanto, que é preciso ir com calma. “Apesar de ser permitido, não se recomenda a realização de cirurgias plásticas logo após a gestação. Para qualquer procedimento, eu recomendo aguardar pelo menos seis meses após o fim da amamentação. Isso porque nesse período, o organismo fica sob efeito de uma série de hormônios. Mesmo depois do parto ainda existe inchaço e acúmulo de gordura em diferentes regiões do corpo. Ou seja, o corpo ainda fica com a silhueta alterada por um período e o cirurgião não terá uma visão real do corpo dessa mulher para planejar a operação.”, afirma o médico.

De acordo com Dr. Landecker, o principal equívoco das pacientes é querer perder o peso da gravidez instantaneamente após o parto por meio de uma cirurgia plástica. “É importante lembrar que geralmente, os procedimentos são indicados para corrigir depósitos de gorduras localizadas e/ou flacidez de pele em pacientes que estão no peso ideal, ou próximo disso. Mulheres que deram à luz recentemente precisam adotar uma rotina saudável com alimentação equilibrada e exercícios físicos. Muitas pacientes costumam depositar na cirurgia plástica todas as esperanças de conseguir um corpo renovado. Mas elas precisam ter consciência de que ela será o complemento de um programa de bem estar, que inclui dieta balanceada, atividades físicas e também equilíbrio psicológico”, esclarece o especialista.


Impactos na amamentação e nos cuidados com o bebê

Para o cirurgião plástico, o principal risco da cirurgia no período pós-parto é o comprometimento do resultado. “Se o corpo não estiver no seu estado normal, você realiza a operação, mas não tem parâmetros corretos. Desses resultados, a insatisfação mais comum é em relação à estética pós-cirúrgica”, declara. “No período certo, ou seja, após os seis meses do término da amamentação, a paciente é vista dentro de parâmetros normais. Mas é necessária uma avaliação médica criteriosa. Só existem restrições para pegar peso, assim a mulher não poderá lidar sozinha com a rotina do bebê”, enfatiza.

Na opinião do Dr. Alan Landecker, é importante deixar claro que a cirurgia plástica não deve ser feita tendo como principal objetivo o emagrecimento. “A regra serve para qualquer paciente, pós-gravidez ou não. A pessoa precisa estar no seu peso ideal ou próximo dele. Se estiver com sobrepeso, necessitará de um programa de educação física e acompanhamento nutricional antes do processo cirúrgico. Se a paciente estiver acima do peso, o resultado não será satisfatório e há mais riscos de complicações, como infecção na ferida cirúrgica e trombose, por exemplo”, alerta.

Outra questão relevante para as mamães é que a cirurgia plástica pode interferir no aleitamento materno. Nessa fase existe uma série de medicamentos que não devem ser ingeridos. E a anestesia e outros medicamentos relacionados à cirurgia podem interferir na composição do leite oferecido à criança. Daí a importância da mulher já ter terminado de amamentar.


Tipos de cirurgias mais comuns

Em sua prática clínica, o médico observa que as cirurgias plásticas mais procuradas por mulheres que tiveram filhos são nas mamas e no abdômen, pois são as partes do corpo que mais se modificam durante a gestação. Segundo ele, há casos em que a pele não consegue retrair suficientemente, gerando flacidez e assim a alteração do contorno corporal.

“Para as mamas, há duas possibilidades. Quando elas atrofiam e ficam retraídas, mas sem flacidez de pele, o implante mamário pode ser suficiente. Quando há flacidez, corrige-se removendo o excesso. Em algumas pacientes o implante também pode ser utilizado”, explica.

O médico frisa que a prótese colocada corretamente não atrapalha a amamentação. A mulher pode praticar o aleitamento materno normalmente. Como prevenção, ele recomenda ainda que a paciente realize exames anuais para o controle das mamas após a inclusão do implante mamário.

Em relação ao abdômen, normalmente a procura acontece devido ao acúmulo de gordura na parede, flacidez de pele ou muscular - os músculos ficam separados, chamado tecnicamente de diástase. “Isso gera uma fraqueza na parede muscular, as vísceras se insinuam pra frente, o que resulta na protuberância, ou seja, perde-se o abdômen reto. A abdominoplastia geralmente é capaz de corrigir estes problemas”, finaliza Dr. Alan Landecker.







Dr. Alan Landecker - specialista em Rinoplastia, (CRM-SP 87043) se tornou uma verdadeira referência no assunto em todo o Brasil. Formado em Medicina pela Universidade de São Paulo (FMUSP) e em Cirurgia Geral no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (FMUSP), o médico também tem formação em Cirurgia Plástica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Serviço do Professor Ivo Pitanguy) e na Clínica Ivo Pitanguy. O médico é ainda consultor científico na área de Cirurgia Plástica da revista Men´s Health Brasil. Inaugurada em 2010, a Clínica Landecker oferece inúmeros tratamentos estéticos e cirúrgicos, realizados por uma equipe altamente capacitada para levar mais qualidade de vida à rotina dos pacientes, com atendimento de qualidade e total segurança e bem estar. A clínica, além de ter a rinoplastia como especialidade, ainda executa outros procedimentos dentro da cirurgia plástica como próteses de mamas, lipoaspiração, cirurgia de abdome, cirurgia de face, cirurgia de correção de orelhas de abano, cirurgia de pálpebras, entre outras. A Clínica Landecker está ocalizada na Al. Gabriel Monteiro da Silva, 2738, em um dos bairros mais nobres da cidade de São Paulo, o Jardim Paulistano. Para saber mais, acesse: www.landecker.com.br. Siga: www.instagram.com/drlandecker.

Anote na agenda: frio é a melhor época para as cirurgias plásticas

 Staras


Pedro Lozano explica o porquê a baixa temperatura ajuda nos procedimentos


Desde a chegada do Inverno, os tratamentos estéticos e cirúrgicos sobem na prioridade das tarefas a serem feitas por quem quer encarar estar mais belo nos próximos meses.

“A temperatura fria é um dos melhores amigos da recuperação dos procedimentos cirúrgicos”, explica o doutor Pedro Lozano, cirurgião plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Existe alguns motivos para que os termômetros auxiliem no processo. Segundo o cirurgião, “a recuperação perfeita para uma cirurgia plástica é de seis meses e, realizar o procedimento em julho, bem no meio do ano contempla cumprir o ciclo com tranquilidade e se chega com segurança no verão com o corpo perfeito”, afirma.

Outro fator muito importante é que julho, com as temperaturas mais amenas, o pós-operatório fica menos incômodo. “Após uma lipoescultura, por exemplo, é preciso ficar 24 horas por cerca de 30 dias com uma malha de elástico. Esse modelador se torna um aliado no inverno”, comenta Lozano. Ele destaca também que no inverno os vasos dilatam menos, deixando os pacientes menos inchados.





Pedro Lozano - integrante da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, possui graduação  em Medicina pela Faculdade de Medicina de Botucatu – Universidade Estadual Paulista (UNESP),Residência (Especialização) em Cirurgia Geral: Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP, Botucatu,  Residência Médica (Especialização) em Cirurgia Plástica pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), Título de Especialista em Cirurgia Plástica: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – SBCP, é Professor de Habilidades Cirúrgicas da Universidade Cidade de São Paulo – (UNICID). Diretor e responsável técnico da Clínica Vix – Medicina & Saúde, o cirurgião preza pelo bem estar e satisfação de seus pacientes, para isso utiliza as técnicas mais adequadas a cada caso – realizando assim, intervenções estéticas com segurança e precisão. Entre os hospitais de atuação estão o Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Hospital São Luiz e Hospital Santa Catarina – todos na cidade de São Paulo.
CRM-SP: 111.967 / RQE: 44244

Etiqueta Profissional : Comportamento afeta para o bem e para o mau a sua carreira?


Comportamento inadequado é a causa de 9 em cada 10 demissões, de acordo com a consultoria global de recrutamento Page Personnel. 


O sucesso na carreira não depende exclusivamente de competência técnica e um currículo qualificado. Na era dos exageros, nunca fez tanta diferença a etiqueta na vida dos profissionais. Mil mensagens, o celular que “apita” sem parar. Nos restaurantes, em refeições de negócios ou não, eles já quase fazem parte dos itens da mesa. Isso, porque ao invés de ficarem devidamente guardados, eles, os smartphones, ficam ali, expostos, bem ao lado do prato.  

Pessoas que atropelam umas às outras, todas querendo falar ao mesmo tempo, mas ninguém pára e escuta. Nas reuniões todos falam juntos. Às vezes me pego pensando onde ficou aquele velho e bom ditado que diz: - “Quando um burro fala o outro abaixa a orelha?”.

Fotos para tudo e de tudo. O divã mudou de lugar e agora está no face e no instagram trazendo declarações inoportunas e fora do contexto, virou o pombo correio da modernidade.

Uma pesquisa recente realizada pela consultoria global de recrutamento Page Personnel apontou que 90% dos funcionários são demitidos por conduta inadequada. Agora vamos parar e pensar: O sujeito estuda anos da vida, se dedica e por sua conduta está sendo demitido? O que está faltando? A lacuna está na velha e boa educação, na ausência dos bons modos.

São regras simples, passadas na infância, mas que valem para a vida inteira, inclusive para o corporativo: cumprimente as pessoas, peça por favor, sente bem à mesa e não golpeie a pessoa que está ao seu lado com o cotovelo. São atitudes que nem mesmo parecem terem de ser relembradas, de tão óbvias, mas que continuam recheando a lista de gafes. Por exemplo, não se coloca guardanapo na cabeça, ele pertence a mesa. E outra que demostra boa educação, o mais velho sempre terá a preferência na hora de se sentar, pedir e se servir. Mas isso não seria um exagero? Não, senhores, à mesa você conhece muito sobre uma pessoa e não é a toa que muitas empresas fazem a entrevista de trabalho no restaurante ao invés de salas de reunião tradicionais.

Aos profissionais está faltando autoconhecimento em um nível mais profundo. Entender suas debilidades e saná-las. Isto é, inteligência emocional. Falta despertar para entender que hoje em dia, já caiu por terra o mito de que a etiqueta é uma frescura ou “coisa da minha vó”. Vai além, pois quando se está representando uma empresa, o profissional carrega o sobrenome corporativo e, qualquer coisa que faça, para bem ou para mal, vai refletir diretamente na imagem dessa empresa.

Quanto tempo leva para se formar uma primeira impressão a respeito de alguém? Apenas 5 segundos, menos do que um piscar de olhos para já formar uma ideia a respeito de quem nos foi apresentado.  A imagem pessoal, forma como está vestida e postura são responsáveis por 60% da construção dessa percepção.

Sendo assim, a linguagem corporal em conjunto com a imagem formam uma dupla que pode te levantar ou derrubar, uma vez que pesquisas apontam que mudar essa primeira impressão, requer tempo e muito trabalho. Considerando a velocidade que o mundo anda e em que decisões são tomadas, pode ser tarde demais. Desculpe Sr. Fulano de Tal, mas fechamos negócio com o Sr. Melhor Bem Vestido e que tinha a coluna reta e o peito para fora, demonstrando confiança. Agora eu pergunto para você: - A etiqueta pode ou não interferir na sua carreira?






Fabi Calvo - Master em Etiqueta e Boas Maneiras



Transformação digital: seu cérebro está preparado?


Conheça o método que ativa consciência sobre capacidade cerebral através de exercícios e desenvolve agilidade de raciocínio para trabalhar na era da inovação tecnológica


Depois do choque de realidade do VTexDay esta semana, com as gloriosas presenças de Barack Obama e Ricardo Amorim falando sobre transformação digital, não há quem não tenha se dado conta da necessidade de ter um cérebro altamente desenvolvido para lidar com inovações tecnológicas.

No maior evento de tecnologia da América Latina, que teve a participação de mais de 15 mil pessoas em SP, os palestrantes e convidados ao palco deixaram claro que devemos estar preparados para o novo mundo, independentemente de nossa área de atuação. Lema do evento: o futuro é agora...

Não são apenas os profissionais e empresas de tecnologia que precisam saber lidar com inovações digitais e, sim, as pessoas e empresas de todos os ramos que querem ser protagonistas de suas vidas e mercados.  

Para acompanhar a transformação digital, é importante ter um cérebro ágil, que esteja ativo e preparado para absorver novidades de todas as áreas do conhecimento. A ginástica cerebral, que começou a ser aplicada e disseminada no Brasil em 2003 pela empresa SUPERA, é uma forma de ativar neurônios e desenvolver todas as inteligências para esta realidade.

“Ter um cérebro preparado para a transformação digital quer dizer ter um cérebro que consegue ser rápido para novos aprendizados, mas também um cérebro que tem capacidade de abstrair o que não é importante, um cérebro capaz de focar, de selecionar”, afirma o diretor do Supera Rudge Ramos, em São Bernardo do Campo (SP).

O método pode ser aplicado a crianças, jovens, adultos e idosos, e integra quatro ferramentas poderosas para exercitar o cérebro: ábaco japonês, jogos, exercícios desafiadores e dinâmicas que estimulam atenção, concentração, raciocínio, capacidade estratégica e até habilidades de relacionamento interpessoal, algo que em tempos digitais se tornou um diferencial.

“Em um único dia, eu realizo muitas atividades. Cuido do marketing da loja, e do financeiro também. Ao mesmo tempo, estou de olho na agenda escolar dos filhos. Com a ginástica cerebral, eu consigo me organizar melhor em meio a tudo isso e, principalmente, fazer cada tarefa com atenção de qualidade”, afirma Claudia Ferreira Lima, 39 anos, empresária, casada e mãe de dois filhos.

A aluna do SUPERA Rudge Ramos explica como ganhou mais consciência de sua capacidade cerebral e desenvolveu suas habilidades cognitivas para dar conta da rotina e de toda atualização do mundo digital.

“De uns anos para cá, eu notei que precisava ter o raciocínio mais ágil. O mundo está mudando rápido demais com a tecnologia. Ao fazer exercícios para o cérebro, principalmente com o ábaco, eu ganhei mais consciência sobre minha capacidade cerebral. Hoje tenho mais foco e atenção nas coisas importantes e consigo ter mais disciplina”, diz Claudia, que exercita o cérebro há oito meses.

Um cérebro preparado, treinado a pensar, criativo e ágil consegue processar com mais facilidade o grande volume de dados e informações que recebemos todos os dias.

“O SUPERA sempre ajudou crianças, adultos e idosos, e hoje vemos que a preocupação das pessoas que nos procuram é ter capacidade de atenção e raciocínio, para entender, memorizar e processar informações de forma eficiente. A transformação digital exige que tenhamos um cérebro verdadeiramente preparado”,
afirma Leonardo Kawashita.

Professora de Psicologia da Universidade Anhembi Morumbi fala sobre assédio no ambiente de trabalho e o trabalho do psicólogo



De acordo com pesquisa realizada pelo site vagas.com*, 52% da população brasileira afirma ter sido vítima de assédio sexual ou moral em seu local de trabalho. Mais de 4.900 profissionais foram ouvidos e entre quem não passou por alguma situação vexatória, 34% já, ao menos, presenciou algum tipo de assédio ou abuso.

De acordo com dados do Ministério Público do Trabalho, foram registradas no Brasil 29.179 denúncias de assédio moral nos últimos 5 anos. Além disso, o MPT ajuizou no mesmo período mais de 800 ações e firmou aproximadamente três mil termos de ajustamento de conduta. Estes foram os dados que colaboraram para a argumentação do Projeto de Lei aprovado pela Câmara de Deputados, em março deste ano, que qualifica como delito o assédio moral no ambiente de trabalho. 

Ainda de acordo com os dados levantados pela pesquisa do vagas.com, entre os 52% assediados, 47,3% foram morais, sendo que 48,1% dos assediados foram homens contra 51,9% mulheres, enquanto que 9,7% assédios sexuais divididos em 20,1% dos assediados eram homens e 79,9% mulheres. Contudo, o dado mais alarmante da pesquisa aponta que apenas 12,5% denunciaram os abusos por medo de perder o emprego, medo de sofrer alguma represália, por vergonha ou mesmo por medo de ser responsabilizado.

De acordo com a Profa. Pricila Gunutzmann¹, docente do curso de Psicologia da Universidade Anhembi Morumbi, embora as situações de assédio tenham sido cada vez mais combatidas, infelizmente algumas empresas ainda possuem estes aspectos em sua cultura organizacional: “Em situações de assédio o profissional de psicologia, que atua em ambientes corporativos deve acolher o assediado, além de garantir sigilo. Feito isso, ele deve instruir o mesmo sobre como funciona o processo legal para a denúncia. Na empresa, o psicólogo deve enfatizar à gestão que esses casos precisam ser esclarecidos e punidos, para que qualquer ‘cultura de assédio’ seja eliminada”.

A especialista destaca também que parte importante do processo é que o psicólogo organizacional sugira trabalhos de sensibilização ao tema como rodas de conversa e workshops com o intuito de promover um ambiente mais amistoso. “Para que os assediados denunciem estas situações é importante que a área de gestão de pessoas da empresa seja vista como acolhedora e parceira”. Ela destaca ainda que o investimento em um canal de denúncias anônimas assegura maior confiança no colaborador na hora de buscar auxilio.

Contudo, infelizmente, a pesquisa do vagas.com aponta que cerca de 74,6% dos profissionais que denunciaram abuso disseram que o assediador permaneceu na empresa, um dado que valida o argumento de que a essa cultura é uma verdade em algumas organizações. Ainda assim, esta realidade assegura a importância do trabalho do profissional de psicologia dentro de uma corporação, para promover ações essenciais para relações de trabalho sem assédio, além de reforçar a importância da denúncia de casos de abuso como uma forma de inibir novas incidências.







Profa.Dra. Pricila Gunutzmann – psicóloga, especialista em gestão de pessoas, além de mestra e doutora em psicologia social (PUC SP). Atualmente é docente da Universidade Anhembi Morumbi. Além de pesquisadora em Psicologia Social na categoria identidade, tem vinte anos de experiência na área de Psicologia Organizacional e do Trabalho. É co-fundadora da Potência Carreira, Trabalho e Saúde Mental.


*Pesquisa: vagas.com



Por que a gente terminou, mesmo?


 Divulgação

Há um efeito muito comum ligado ao fim dos relacionamentos amorosos: não importa por quem a decisão tenha sido tomada, quando chega o fim, costumamos nos lembrar apenas dos motivos pelos quais iniciamos a relação. As razões pelas quais ela terminou perdem intensidade. Camilla Couto, orientadora emocional, explica por quê.


Sabe quando a gente tem certeza de que a relação não vai mais dar certo, que já tentou tudo o que podia e que a melhor solução é seguir cada um para o seu lado? E, mesmo sabendo que tomou a decisão certa, fica passando um filme na nossa mente, só com os motivos pelos quais ficamos juntos lá no início? Para Camilla Couto, Orientadora Emocional para Mulheres, com foco em Relacionamentos, a tristeza e o luto que marcam o final do ciclo de um relacionamento amoroso são inevitáveis e perfeitamente normais. E, no meio da dor, os motivos pelos quais a relação acabou parecem ficar em segundo plano e as boas memórias e a tristeza pelo que poderia ter sido prevalecem.

“Muitas vezes”, explica Camilla, “a pergunta que ecoa nesse momento de desconforto profundo é: Por que a gente terminou, mesmo?”. Segundo ela, isso acontece com muito mais frequência do que se imagina, especialmente com quem termina uma relação sem brigas e sem um grande trauma. Lembramos dos bons momentos, apenas. E, inclusive em casos mais complicados e dolorosos, em que haja ocorrido uma traição, por exemplo, ainda assim, as lembranças boas tendem a prevalecer. Camilla enfatiza: “como um mecanismo de defesa contra a dor e a tristeza, nosso subconsciente nos leva lá para o começo da relação – onde tudo era maravilhoso e idealizado”.

Toda relação começa com paixão, atenção, cuidado, curiosidade, admiração e carinho redobrados. Queremos tanto que dê certo que, muitas vezes, até optamos por passar por cima de alguns valores e daquilo que verdadeiramente desejamos em uma relação. Camilla lembra que só nos damos conta disso quando a rotina chega, quando nossos sonhos já não parecem ser algo em comum e quando precisamos repensar nossas escolhas.


A vontade de fazer dar certo como no começo volta quando terminamos?

Será que quando a relação termina, voltamos àquele estado de positividade de quando iniciamos o romance e desejamos que tudo dê certo? Não há como saber se acontece da mesma forma com todo mundo, mas que a nostalgia do começo e o desalento pelo que perdemos de bom aparecem com o final, não se pode negar. “E se tentássemos mais um pouco só dessa vez? É o que pensamos”, revela a orientadora.

Para Camilla, o melhor a fazer é sempre focar na realidade: “busque esquecer, apenas durante o período de luto, o romantismo dos primeiros tempos. É claro que ele é maravilhoso e é o que nos move no início de um relacionamento a dois. Mas a realidade mesmo, acontece no dia a dia. A rotina de um casal é feita de momentos felizes e outros nem tanto, de alegrias e desentendimentos, de conexões profundas e fases de distanciamento. Mas, se vocês terminaram, muito provavelmente é porque a balança estava pendendo mais para o lado não tão positivo, certo?”.

Camilla lembra que não é preciso esquecer os momentos felizes, mas que, no primeiro momento após o término, na fase de luto, o que deve prevalecer são os motivos e as decisões que levaram o casal a colocar um fim no relacionamento: “foco no aqui e agora, foco na realidade e nas razões que os trouxeram até o que vocês estão vivendo no presente”, comenta.

Camilla Couto enfatiza que ter um bom nível de autoconhecimento ajuda bastante no término dos relacionamentos: “só entendendo nossos reais objetivos de vida, nossos desejos profundos e nos dando o devido valor é que podemos entender com mais clareza que o período saudoso do fim é uma forma de nos despedirmos da relação, de aprender com o que passou, de sermos gratos pelo que foi. Deixe ir. Assim, novos amores poderão surgir, no tempo certo”, finaliza.





Camilla Couto - Orientadora Emocional para Mulheres, com foco em Relacionamentos. Criadora/ autora do Blog das Amarildas e fundadora do PAR - Programa Amarildas de Relacionamentos. Orientadora emocional, Terapeuta Floral (TF-153-17/SP) e Contoterapeuta, viveu durante 8 anos no exterior conhecendo diferentes culturas e comportamentos. No blog amarildas.com.br, compartilha seus estudos sobre amor, relacionamentos e dependência emocional - com o propósito de promover mais entendimento sobre esses temas e de incentivar as mulheres a se amarem e valorizarem cada vez mais.
  

O que fazer para dormir melhor?


Dormir oito horas; não comer ou fazer exercícios antes de deitar; ler na cama, pode?  “Regras de ouro” da qualidade do sono acabam com mitos de uma noite bem dormida


Se você tem algum problema relacionado a sono – ou a falta dele – saiba que a maioria da população do Brasil está com você: 72% dos brasileiros e brasileiras sofrem de doenças relacionadas ao sono, segundo um estudo da Philips divulgado no ano passado. “Dormir não é perder tempo, o sono de má qualidade gera problemas de saúde em pessoas de todas as idades”, afirma o otorrinolaringologista especialista em Medicina do Sono, Fernando Cesar Mariano. Além de consultar um médico para resolver problemas desse tipo, é possível adotar como hábitos as “regras de ouro” que, segundo Mariano, podem ser seguidas para alcançar um sono e uma vida com mais qualidade.

O médico otorrinolaringologista, Mariano explica que a pessoa que dorme bem acorda disposta, ativa e não tem interrupções durante o dia por causa de sonolência. “Esses são sinais subjetivos da qualidade do sono. Para avaliar com precisão se uma pessoa dorme bem, unimos esses aos sinais objetivos do exame de polissonografia, como dificuldade para iniciar o sono, despertar durante a noite, aproveitamento de ao menos 85% da noite na cama para dormir”, afirma. Ele diz que despertar uma vez durante a noite não tem problema, e idosos podem despertar até duas vezes: “Principalmente, a facilidade para pegar no sono é algo revelador sobre a qualidade desse sono. Já sintomas como depressão, diminuição da concentração e mau humor, por exemplo, podem ser causa ou consequência de um sono ruim”.

Dormir menos de oito horas por noite, no entanto, não é necessariamente sinal de sono ruim. Conjecturas como essa e alguns comportamentos podem fazer pessoas que dormem bem acabarem imaginando que dormem mal e vice-versa. Quando há dúvida ou algum sintoma, como o ronco frequente, que pode estar atrelado ou não à apneia do sono (pausas respiratórias), é necessário confirmar a qualidade desse sono com o exame de polissonografia. Mariano explica que o ronco não habitual pode não ser grave, mas pode ser problema para a qualidade do sono do parceiro de quem ronca: “Já vi muitos casos de divórcio por causa do ronco do parceiro”.


Regras de ouro: higiene do sono
O especialista dá as dicas – as regras de ouro da qualidade do sono –, que devem ser seguidas por quem, independentemente da idade, quer do
rmir bem:

Escuridão: Quanto mais nos expomos à luz, à noite, pior é para a produção da melatonina, que é o hormônio que ajuda a preparar o organismo para dormir. Para idosos e crianças, é recomendável um botão de luz ao alcance da mão para, caso seja necessário levantar durante a noite, evitar o risco de quedas e outros acidentes. Mas, para um sono de qualidade é preciso escuridão total.

Mesmo quando há luz no quarto de dormir, ela deve ser o mais branda possível, como uma penumbra. Televisão no quarto, por exemplo, é má ideia. O quarto de dormir, o nome já diz, idealmente deve servir para dormir, descansar, e não para outras atividades como ler, trabalhar, assistir à TV. Caso não resista a uma leitura antes de dormir, deve ser algo leve, que não exija muita concentração.


Silêncio: Em tempos modernos, quem mora nas grandes cidades tem cada vez mais dificuldade de encontrar locais em que haja silêncio, mesmo à noite. Esse, no entanto, é outro requisito para um sono efetivo.


Temperatura agradável: Outra característica dos nossos tempos de mudança climática é a ausência de uma temperatura agradável ou ideal, mais um elemento para se chegar à qualidade de sono.


Horário padrão: manter a mesma hora para dormir e acordar, inclusive nos fins de semana, ajuda muito a regularizar o círculo circadiano ou relógio biológico do organismo e fazê-lo entender os horários de dormir e acordar.


Não se expor a eletrônicos: Aproximadamente 45 minutos antes do horário de dormir, deixar smartphones, tablets, aparelhos de TV e computadores. Evitar a agitação ajuda a relaxar, é claro, mas, como no primeiro item, é importante evitar a exposição à luz, e a luz azul que vem dos eletrônicos atrapalha ainda mais o relaxamento e a produção de melatonina.


Evitar exercícios físicos no período noturno: Agitar-se fisicamente pode aumentar a temperatura corporal, o que atrapalha pegar no sono.


Evitar refeições fartas: Se for comer à noite, que seja até três horas antes de deitar para dormir, e uma refeição leve, que não faça o organismo se ocupar mais da digestão do que da indução ao sono.


Dois mitos e uma verdade sobre o sono

Segundo Fernando Cesar Mariano, há mitos sobre o sono que podem causar angústia e até mais insônia em quem já sofre com isso.


É preciso dormir oito horas por noite

Mito! O desejável e que cada pessoa descubra a própria média ideal de quantidade de sono. Para o adulto, segundo associações médicas nacionais e internacionais, a média são 7 horas por noite. Menos do que isso pode aumentar as chances de desenvolver alguns problemas de saúde. A partir dessas sete horas, cada pessoa pode, ao prestar atenção em seu histórico, perceber qual a duração de uma noite de sono para se sentir bem durante o dia. Costuma ser entre sete e nove horas. Já quem dorme menos de seis horas por noite tem chances aumentadas de 13 a 17% de morrer por doenças como infarto, AVC e até sepse.


Quem dorme cedo e acorda cedo tem mais qualidade de vida

Mito! Nem sempre. As pessoas são diferentes umas das outras e há vários cronotipos, ou seja, vários tipos de ritmos circadianos. Algumas pessoas realmente têm uma atividade melhor de manhã e outras trabalham melhor no final do dia. Não se deve padronizar o mesmo horário de dormir e acordar para todas as pessoas: há os matutinos e os vespertinos. Os especialistas podem ajudar na identificação dos cronotipos.







Dr. Fernando Cesar Mariano - O médico otorrinolaringologista Fernando César Mariano é especialista em sono e cirurgião de ronco e apneia. Faz parte do corpo clínico do Hospital IPO e é médico em Quatro Barras (PR). É criador do game educativo para crianças e adolescentes “Hey, Roncabilly! O game do sono saudável”, que destaca a importância de dormir bem e desmistifica que roncar é algo engraçado ou normal. Mais informações no site: www.drronco.com.br.

9 dicas para mães de primeira viagem... de gêmeos


Uma rotina com dois bebês pode ser mais intensa. Então conheça a história de Mariana Colturato e confira algumas dicas que podem ajudar recém-mamães de gêmeos


Primeiro surge a descoberta de uma gravidez. Depois, uma grande surpresa: a ultrassonografia mostra dois embriões. São gêmeos! Logo os pais sentem um mix de emoções: choque, alegria, receio, insegurança. Mariana Colturato é uma dessas mamães. A sua primeira e única gravidez foi planejada. Tinha 35 anos, e o casal decidiu parar com a pílula para tentar engravidar. Quatro meses depois, o teste de farmácia deu positivo. Que felicidade! Mas, no primeiro ultrassom, com oito semanas de gestação, receberam uma notícia inesperada.

“A médica virou para nós e disse: olha aqui tem bebê; olha, aqui tem outro bebê! Ficamos sem reação. Só pedíamos para ela conferir novamente. Depois da consulta, ficamos parados na recepção por quase duas horas. Tinha receio de cuidar de um, imagine de dois!?”, desabafa Mariana, mãe da Isis e da Sofia, hoje com dois anos.

A chegada de um filho marca sempre uma mudança na vida de uma família. Para Mariana, a transformação foi ainda maior, pois não tinham parentes próximos para oferecer algum tipo de suporte. Mariana explica que o suporte da empresa onde trabalha foi muito importante para se tranquilizar e acompanhar de perto o desenvolvimento das filhas.

“A Bayer oferece uma licença estendida de seis meses, chegando em sete se a colaboradora resolver emendar com um mês de férias. Passados esses sete meses, minhas meninas já estavam mais maduras, pois eu acompanhei de perto o período de amamentação e a introdução alimentar. O auxílio creche também foi muito importante, afinal eram duas filhas ao mesmo tempo”, conta Mariana, que é analista de crédito e cobrança.

Entendendo o receio de muitas mães de gêmeos, Mariana separou algumas dicas preciosas.


1.   Pratique o positivismo
No final, sempre dá tudo certo, então é importante manter a calma e pensar positivo.


2.   Faça uma escuta seletiva
É normal escutar muitas coisas ruins sobre gestação gemelar, mas não absorva histórias negativas, pois não fará bem para você.


3.   O puerpério é só uma fase
Você estará em uma montanha-russa de emoções, mas é só uma fase, é tudo hormonal e passa.


4.   Caso for amamentar, amamente juntos os dois bebês
Você ganhará tempo para outras tarefas ou até pra dar uma descansada.


5.   Conte com ajuda e peça ajuda
Toda rede de apoio possível faz diferença. Nunca é demais receber aquela força, afinal são dois ou mais bebês.


6.   Crie rotina para tudo
Horário de mamar, do banho e de dormir. Os bebês acostumam com essa rotina rápido e facilita muito a vida da mamãe.


7.   Converse com os bebês, desde a barriga
Explique que são dois, ou mais, e que terão que dividir a atenção da mamãe, do papai. “Pode parecer bobeira, mas faz muita diferença na criação gemelar, eles se tornam mais compreensíveis”, conta Mariana.


8.   Lembre-se sempre que são gêmeos, porém pessoas diferentes
Cada um, portanto, terá o seu jeitinho.


9.   Aproveite muito cada minuto
“É cansativo, mas é lindo ver dois bebês crescendo, ver cada fase acontecendo, ver a cumplicidade. É magico e somos privilegiadas ao sermos escolhidas para essa missão de ser mãe gemelar’, conclui Mariana.

5 lições que aprendi depois de ser pai



1. Não existe manual 

Para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que permite andar de carro nas ruas da cidade, é preciso passar por curso teórico e depois um prático, aguentar a burocracia até que seja possível tirar a habilitação. 

Mas, para ser pai, não existe curso. Qualquer um pode ser pai, o segundo papel mais importante (depois da mãe) para criar um ser humano contribuinte para o futuro da humanidade.

Será que é para qualquer um? Quando eu me tornei pai, além de rezar muito para não estragar a vida dessa criatura tão frágil que é 100% dependente, aprendi que a única coisa que preciso é tentar ser o melhor homem que posso ser, minha melhor versão, isso inclui um pai de exemplo. 

Dizem que com o primeiro filho você comete todos os erros… não é verdade: até o sétimo filho já dá para pegar o jeito!

Não existe manual, mas muitas opiniões e dicas de como você deve ser como pai e do que o seu filho precisa. Não esquenta, trabalhe em si mesmo para ser uma pessoa melhor.


2. Amor incondicional 

Quando eu era mais jovem, pensava que os filmes de Hollywood e a vida das novelas era um relato da vida real do que todos queriam ter: a paixão e a vida romântica... Até que, além de crescer e amadurecer, vi o amor de outra maneira.

Estive atrás daquela sensação do mundo das fantasias, até ter o meu primeiro filho. E, de repente, veio um sentimento que nunca tive antes: assustador e uma alegria que não cabe no corpo. 

Uma vez escutei que ter um filho é colocar seu coração fora de você no corpo de outro, que é parte de você, como resultado de uma união.

De uma hora para a outra, sua vida não tem o mesmo valor.

É um amor verdadeiro que não surge de ação ou de qualquer coisa exterior, mas que parte da sua própria essência, é incondicional!


3. Pai exemplo x Pai chefe 

Eu comecei minha vida profissional cerca de dez anos antes de virar pai, tanto em formação como em empreendedorismo, e você sempre aprende que para ter sucesso existem duas opções: ser líder ou ser chefe. E todos estão de acordo que o líder é melhor do que o chefe. 

O mundo precisa de líderes que fazem você querer ser melhor e te inspirar a fazer a tarefa que necessita ser feita! E ser pai não tem diferença nenhuma!
Meus filhos olham para mim e observam tudo! Não só a forma como falo e o que falo, mas o que faço e como me comporto. 

Conhece o ditado “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”? Ele exemplifica a diferença entre um líder e um chefe – e seus filhos sempre farão aquilo que você faz! E, no caso de seus atos não combinarem com sua fala, o fracasso está garantido!


4. Ser criança

Todos nós temos preocupações, algumas grandes e outras pequenas, umas deixam a pessoa acordada a noite, outras são capazes de fazê-la adoecer.

Mas, você já viu uma criança preocupada? Alguém já viu uma criança perdendo sono por problemas que tem que resolver no dia seguinte? Quando acontece esse momento em que uma criança vira um adulto chato e mal-humorado? Ou por que isso acontece? E, mais, para que isso tem que acontecer? Por que não podemos manter o espirito de criança sabendo que tem alguém que cuida de nós e que amanhã é um novo dia e o ontem não existe mais? 

Ser criança não significa ser infantil, mas manter a atitude de inovação e renovação todo dia e a cada instante!


5. Minha mãe tinha razão

Lembro que na adolescência, eu, como qualquer outro adolescente, achava que meus pais não entendiam e não sabiam o que era ser eu. Ser adolescente é acreditar que você sabe o que é melhor parar si mesmo, mais do que qualquer outra pessoa!

Mas, virei pai. Tudo que imaginei saber, ou pensei que seria diferente, acabei fazendo igual aos meus pais. Por que? Porque minha mãe tinha razão!
Uma coisa aprendi em negócios: quando você se encontra num dilema moral, ético ou até uma proposta, pergunte para si mesmo: “Será que eu preciso esconder isso da minha mãe? Ou vou ter orgulho a contar para ela?”.
De acordo com a reposta você saberá como agir.






Rabino Dor Leon Attar - Nascido em Israel, R. Dor Leon Attar é sargento da reserva da Força de Defesa Israelense, é empresário investidor em várias áreas de atuação. É também escritor do livro O segredo da prosperidade judaica (Literare Books International), além de formado em acupuntura Coreana e medicina chinesa.R. Dor Leon é um palestrante transformador, pois realiza diversos eventos em todo Brasil tendo como assunto central temas unicamente relativos ao judaísmo e Mentalidade Positiva Judaica, assuntos nos quais R. Dor Leon é treinador especialista e tem ajudado centenas de milhares de pessoas em todo o Brasil a conhecerem profundamente o verdadeiro judaísmo e a transformarem suas vidas.Residente no Brasil há mais de dez anos, tendo já obtido a cidadania brasileira, fundador da Associação Judaísmo em Ação (AJA – judaísmo), que tem por finalidade de promover a verdade sobre o judaísmo e a sabedoria milenar judaica.


Sexo após a menopausa: problemas podem ser contornados com visitas regulares ao ginecologista


Vida sexual da mulher pode ser prazerosa também na Terceira Idade


O mundo mudou e o comportamento das mulheres também, inclusive das mais velhas. Há três décadas, mulheres de 60 anos eram consideradas velhas e serviam apenas para cuidar dos netos. Hoje, elas não precisam mais ficar sem companhia - ou em má companhia. As redes sociais estão aí para ajudá-las a encontrar um parceiro. Mas ainda há um grande desafio a vencer: como manter a vida sexual ativa, apesar da menopausa?

Com as alterações hormonais, o desejo sexual tem efeito ioiô e junto com o ressecamento vaginal, são sintomas que afetam diretamente o dia a dia da mulher após a menopausa e, é claro, interferem nas relações. A diminuição da libido é comum. Estrógeno a menos pode levar as paredes da vagina a perderem elasticidade. A vagina, a vulva e o trato urinário inferior tendem à atrofia. Por isso, buscar orientações de um médico ginecologista pode ajudar muito.

A ginecologista Juliana Pierobon, da Altacasa Clínica Médica, explica que, por causa da menopausa, a redução dos hormônios mexe com a lubrificação da mucosa vaginal, tornando o ato sexual, por vezes, desconfortável.

"A diminuição do estrogênio e da testosterona influenciam na cognição, na sensibilidade e textura da pele e mucosas, bem como na motivação sexual. A fisiologia se modifica, mas a resposta sexual ainda existe. Ela está apenas mais lenta", explica.

A médica ressalta, no entanto, que a vida sexual pós-menopausa também tem muito a ver com a parte emocional e não apenas com os hormônios. "As mulheres devem derrubar o tabu de que a partir da menopausa terá uma vida sexual ruim. O acompanhamento ginecológico adequado é fundamental para minimizar os sintomas e assegurar um sexo prazeroso", afirma a especialista, lembrando que, a partir dos 65 anos, as mulheres podem ter orgasmos diferentes, com sensações menos intensas. Além disso, diversas áreas do corpo podem deixar de ser sensíveis ao toque.

Para a especialista, uma mulher saudável, motivada, em um bom relacionamento a dois, tem mais disposição para o sexo. Já quem viveu relacionamentos não tão gratificantes, acumulou mágoas ou adquiriu doenças ao longo da vida, como depressão e hipertensão, ou as que tomam medicamentos que interferem na libido, podem ter o desejo comprometido. O mesmo pode ocorrer com quem passa por situações estressantes, como a saída dos filhos de casa e a aposentadoria.

Juliana Pierobon alerta que as mulheres devem se esforçar para manter uma atitude positiva diante da velhice, aproveitando as vantagens da prática do sexo na Terceira Idade, com mais tempo para curtir o parceiro e sem as ilusões da juventude. No entanto, não podem jamais esquecer do uso da camisinha.
"O preservativo proporciona segurança durante o sexo para pessoas de qualquer idade e não deve ser deixado de lado apenas pelo fato de essas mulheres não mais engravidarem. A falta de discussão sobre sexualidade e uso de preservativo levaram ao aumento no contágio e o número de doenças sexualmente transmissíveis em idosos dobrou na última década", orienta a médica da Clinica Altacasa, na capital paulista.   

As questões que envolvem os problemas sexuais na Terceira Idade podem ser contornadas com visitas regulares ao ginecologista, que precisa incluir a questão entre os assuntos clínicos.

"Acredito que o tema muitas vezes não seja discutido por ser um tabu e porque muitos profissionais acreditam que a sexualidade das mulheres idosas é inexistente. Com orientação adequada e medicamentos, a vida de muitas mulheres pode aflorar da noite para o dia, aumentando sua autoestima e bem-estar", finaliza a Dra. Juliana.


Dicas para as mulheres terem uma boa vida sexual na Terceira Idade

- Uso de lubrificante na hora do sexo facilita a penetração e a torna mais prazerosa;

- Uso frequente de creme intravaginal a base de estriol – por indicação do ginecologista – combate o ressecamento interno da vagina e melhora a elasticidade da muscosa vaginal;

- Tratamentos com laser vaginal melhoram a atrofia genito-urinária a longo prazo e podem ser indicados pelo ginecologista

- Terapias e exercícios físicos melhoram o emocional e o físico e podem ajudar na hora do sexo;

- Beber bastante água pode ajudar na produção de fluidos necessários a uma boa relação sexual;

- A aceitação do próprio corpo é fundamental para se sentir segura junto ao parceiro; além de um entendimento mais amplo do sexo, além da penetração.



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