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terça-feira, 5 de setembro de 2017

Saiba o que é mito e o que é verdade quando o assunto é psoríase



Manchas avermelhadas e descamativas que vêm e voltam podem indicar a doença. Mas cuidado: nem tudo o que encontramos na internet sobre psoríase procede. Tire suas dúvidas a respeito do que é falso e do que é real.


Dúvidas ainda rondam o diagnóstico e o tratamento da psoríase. Realmente, diagnosticar esta doença não é simples – isto precisa ser feito pelo médico. Às vezes, as manchas aparecem e desaparecem por conta própria. É comum também que elas se manifestem de maneira diferente na pele de cada pacientes. Por isso, não é raro que pacientes visitem diversos médicos até que se confirme: é psoríase.

Sem causa conhecida, sabe-se que a doença está relacionada com uma possível disfunção no sistema imunológico que faz com que as células-T, as de defesa do organismo, ataquem as células da pele, que se multiplicam desordenadamente. Crônica, a psoríase ocorre em ciclos. Além de ser genética, e hereditária, e acredita-se que as crises sejam desencadeadas por fatores externos como frio e estresse.

Depois do diagnóstico os pacientes se deparam com incertezas a respeito do melhor tratamento e ainda enfrentam preconceitos – por conta da pele escamada – de quem não conhece a doença. Para sanar algumas dúvidas, a linha EctoPURE, da Biobalance, de cremes calmantes de uso tópico que auxiliam na redução de processos inflamatórios da pele, sem o uso de corticoides –, preparou uma lista de mitos e verdades sobre a psoríase. Confira:


Psoríase é contagiosa

Mito ou verdade? MITO
Não é contagiosa. Algumas pessoas podem apresentar propensão genética para desenvolver a doença, porém não é possível transmiti-la para outra pessoa por contato.


Clima frio pode agravar os sintomas

Mito ou verdade? VERDADE
Clima frio e seco pode ser prejudicial para a pele de qualquer pessoa. Mas para quem tem psoríase, é ainda mais importante manter a pele hidratada, prevenindo que ela venha a fica seca. EctoPURE® é um creme calmante sem corticoides, livre de parabenos e fragrâncias e que promove a regeneração e a hidratação da pele.


Estresse pode desencadear uma crise

Mito ou verdade? VERDADE
Os sintomas da doença aparecem e desaparecem, mas alguns fatores pode atuar como gatilhos. O estresse é um deles. Outros fatores que ajudam a desencadear crises são cortes, arranhões, tomar muito sol, gripes e alguns medicamentos.


Os banhos são ruins para quem tem psoríase

Mito ou verdade? MITO
Banhos não desencadeiam crises e não fazem mal ao portador, porém é preciso atenção: os banhos não devem ser muito quentes, nem durar muito tempo, já que a água quente pode ressecar a pele. Também é muito importante hidratar a pele após o banho.


Psoríase pode afetar unhas

Mito ou verdade? VERDADE
Cerca de metade das pessoas com a doença percebem mudanças também nas unhas, que mudam em cor e espessura. Para proteger as unhas, vale usar luvas impermeáveis (preferencialmente sem pó ou talco) quando fizer alguma atividade com produto de limpeza, por exemplo.


Se você não apresentar a doença até os 40, então você está livre dela
Mito ou verdade? MITO

A doença pode aparecer em qualquer idade. A maior parte das pessoas apresenta os sintomas entre 15 e 30 anos. E a maior incidência é em pessoas até 40 anos, mas isso não significa que a doença não possa ser desencadeada mais tarde. Há incidência de psoríase em pessoas com mais de 50 e 60 anos também.





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Cansaço e tosse constantes na terceira idade podem ser indícios de doença pulmonar rara e grave



A Fibrose Pulmonar Idiopática, doença que provoca um enrijecimento progressivo dos pulmões, atinge sobretudo pessoas acima de 50 anos[i]


Falta de ar, tosse crônica, cansaço constante e dificuldade para realizar atividades cotidianas são sinais frequentemente negligenciados na terceira idade. Por mais comum que seja pensar que estes são efeitos naturais do envelhecimento, é preciso estar atento, pois podem ser indícios de problemas respiratórios sérios. É o caso da Fibrose Pulmonar Idiopática, ou FPI, doença rara e grave que é relembrada todos os anos no dia 7 de setembro em função do Dia Mundial da Fibrose Pulmonar Idiopática. A data foi instituída pela Fundação de Fibrose Pulmonar (PFF, da sigla em inglês) como parte de um mês de atividades de conscientização sobre a doença.

Por ser uma doença progressiva, ou seja, que age gradativamente, os pacientes com FPI se beneficiam muito do diagnóstico precoce. Trata-se de uma doença sem cura cujos sintomas são muito parecidos com os de outras doenças pulmonares, ou até mesmo com condições cardiovasculares, o que torna seu diagnóstico complexo[ii].

A Sra. Elisabeth Pereira, de 66 anos, conta sobre os seus desafios na identificação da doença: “Antes de receber o diagnóstico, eu vinha enfrentando tosses e um cansaço intenso, que prejudicavam muito a minha disposição, mas achava que fosse por conta da idade. O incentivo da minha família e dos meus amigos foi importante para que eu procurasse um médico. Desde a primeira consulta, passei por muitos médicos e demorei alguns anos para receber um diagnóstico definitivo. Como resultado, demorei para iniciar o tratamento adequado e tive um pouco da minha capacidade pulmonar prejudicada”.

Cerca de 50% dos pacientes com FPI são diagnosticados erroneamente e o tempo médio para o diagnóstico é de 1 a 2 anos após o início dos sintomas[iii].“Muitas vezes, os pacientes são tratados inadequadamente e demoram anos até serem diagnosticados com Fibrose Pulmonar Idiopática e receber o tratamento adequado. É importante que o diagnóstico da doença ocorra o quanto antes, pois com acompanhamento médico e tratamento adequado, é possível diminuir a progressão da doença e auxiliar o paciente a continuar realizando suas atividades rotineiras normalmente”, explica o Dr. Adalberto Rubin, pneumologista da Santa Casa de Porto Alegre (RS).

A FPI é uma doença de causa desconhecida, mas existem fatores de risco como o tabagismo, a exposição ambiental a diversos poluentes, refluxo gastroesofágico, infecção viral crônica e fatores genéticos[iv] que contribuem para o seu desenvolvimento. A doença provoca o endurecimento dos pulmões, que vão gradativamente cicatrizando e perdendo sua capacidade de expansão e contração, o que prejudica a capacidade respiratória do paciente. A FPI apresenta uma taxa de sobrevida pior do que muitos tipos de câncer, como o de próstata e de mama, e atinge principalmente os idosos[v], com uma prevalência de cerca de 14 a 43 pessoas a cada 100 mili no mundo. Embora não haja dados definitivos de prevalência no Brasil, estima-se que entre 13 e 18 mil pessoas tenham FPI no paísiii, mas, como a doença ainda é subdiagnosticada, é possível que o número seja ainda maior.

“Embora não tenha cura, estão disponíveis no Brasil desde 2016 tratamentos antifibróticos capazes de reduzir o número de crises e exacerbações. O medicamento pioneiro no país foi o nintedanibe, droga que desacelera a velocidade de progressão da doença em 50% e aumenta significativamente a sobrevida do paciente em tratamento, que é de apenas 2 a 3 anos quando não é feito o tratamento”, ressalta o Dr. Rubin.

É importante que a população tenha cada vez mais conhecimento sobre doenças raras e dê atenção especial aos idosos, alertando para os menores sinais de cansaço e falta de ar. Os sintomas, quando recorrentes, podem ser indícios de FPI e, nesse caso, o paciente deve procurar um pneumologista para fazer um acompanhamento. O suporte de cuidadores e familiares, que costumam ter um papel central na rotina de saúde dos idosos, é muito importante para ajudar os pacientes a terem autonomia e não deixarem que os sintomas interfiram na rotina.

Manter-se ativo e fazer exercícios, mesmo que de baixa intensidade, são medidas importantes para que o pulmão continue funcionando da melhor forma. “É comum que pacientes com doenças respiratórias evitem fazer exercícios, pois costumam sentir desconforto, porém a prática de atividades mediante avaliação médica é muito importante para a reabilitação pulmonar nesses casos”, afirma o Dr. Rubin.







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[i] Raghu G, Weycker D, Edelsberg J, Bradford WZ, Oster G. Incidence and prevalence of idiopathicpulmonaryfibrosis. Am J Respir Crit Care Med 174 (7), 810 - 816 (2006)

[ii] Raghu G, et al, ATS/ERS/JRS/ALAT Committee on Idiopathic Pulmonary Fibrosis
AnofficialATS/ERS/JRS/ALATstatement: idiopathic pulmonary fibrosis: evidence-based guidelines for diagnosis and management. Am J Respir Crit Care Med 183 (6), 788 - 824 (2011)

[iii] Collard HR, Tino G, et al. Respir Med 2007;101:1350–4.

[iv] Raghu G, et al, ATS/ERS/JRS/ALAT Committee on Idiopathic Pulmonary Fibrosis
AnofficialATS/ERS/JRS/ALATstatement: idiopathic pulmonary fibrosis: evidence-based guidelines for diagnosis and management.
Am J Respir Crit Care Med 183 (6), 788 - 824 (2011)

[v] Baddini-Martinez, José, and Carlos Alberto Pereira. "Quantos pacientes com fibrose pulmonar idiopática existem no Brasil?" Jornal Brasileiro de Pneumologia 41.6 (2015): 560-561.


[i] Raghu G, Weycker D, Edelsberg J, Bradford WZ, Oster G. Incidence and prevalence of idiopathicpulmonaryfibrosis. Am J Respir Crit Care Med 174 (7), 810 - 816 (2006)

[ii] Raghu G, et al, ATS/ERS/JRS/ALAT Committee on Idiopathic Pulmonary Fibrosis
AnofficialATS/ERS/JRS/ALATstatement: idiopathic pulmonary fibrosis: evidence-based guidelines for diagnosis and management. Am J Respir Crit Care Med 183 (6), 788 - 824 (2011)

[iii] Collard HR, Tino G, et al. Respir Med 2007;101:1350–4.

[iv] Raghu G, et al, ATS/ERS/JRS/ALAT Committee on Idiopathic Pulmonary Fibrosis
AnofficialATS/ERS/JRS/ALATstatement: idiopathic pulmonary fibrosis: evidence-based guidelines for diagnosis and management.
Am J Respir Crit Care Med 183 (6), 788 - 824 (2011)

[v] Baddini-Martinez, José, and Carlos Alberto Pereira. "Quantos pacientes com fibrose pulmonar idiopática existem no Brasil?" Jornal Brasileiro de Pneumologia 41.6 (2015): 560-561.






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