Lavagem correta e secagem eficiente ajudam a preservar peças e
evitar problemas de saúde
Divulgação
Com a queda das
temperaturas em várias regiões do país, roupas de meia estação como cardigãs,
moletons leves, calças e jaquetas voltam a ocupar espaço nos guarda-roupas. Mas
antes de usá-las, especialistas recomendam atenção aos cuidados de
higienização, especialmente se as peças ficaram guardadas por meses.
Lígia Pereira,
especialista em higienização de roupas da Maria Express, franquia de
lavanderias de autoatendimento, explica que o acúmulo de poeira, umidade ou até
a presença de ácaros é comum quando as roupas ficam armazenadas por muito
tempo. “É importante lavá-las antes do uso, mesmo que aparentemente estejam
limpas”, orienta.
Segundo ela, cada tipo de peça exige um cuidado específico. Itens de lã, por exemplo, devem ser lavados com sabão neutro e, preferencialmente, em ciclos delicados. Já peças sintéticas ou com mistura de tecidos podem ser higienizadas em lavagens normais, desde que observadas as instruções da etiqueta.
No entanto, um
ponto muitas vezes negligenciado é a secagem. “A secagem inadequada pode gerar
odor desagradável, bolor e até comprometer a durabilidade do tecido. Além
disso, roupas que demoram a secar são mais propensas à proliferação de fungos,
o que pode causar alergias respiratórias”, alerta Lígia.
Para garantir uma secagem eficiente, a recomendação é buscar ambientes ventilados e evitar deixar as roupas úmidas por longos períodos em cestos ou varais internos. “Hoje, o uso de secadoras em lavanderias de autosserviço tem sido uma alternativa acessível para muitas pessoas que vivem em apartamentos ou têm dificuldades com o clima úmido. Em menos de uma hora, é possível lavar e secar as roupas com segurança e praticidade”, acrescenta.
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| Divulgação Maria Express |
Outras dicas importantes incluem não guardar as roupas logo após a secagem - o ideal é deixá-las “respirar” por alguns minutos - e atentar para o uso correto do amaciante. “Na lavanderia self service já é feita a dosagem correta do produto, o que preserva o tecido e evita desperdício”, defende.
Por fim, para
peças mais delicadas ou de uso eventual, como blusas de tricô ou casacos
forrados, Lígia recomenda o armazenamento em sacos de tecido respirável. “Com
esses cuidados simples é possível prolongar a durabilidade das peças e evitar
alergias”, conclui.
Grupo Maria

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