Todo dia 17 de setembro é comemorado o Dia Mundial da Segurança do
Paciente, definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma data de
saúde pública que tem o objetivo de promover maior conhecimento sobre o tema,
além de ampliar a conscientização e a participação da sociedade em ações
conjuntas focadas na redução de riscos para os pacientes e na proteção da saúde1.
Para este ano o tema da campanha é ‘Melhorar o diagnóstico para
a segurança do paciente’, a partir do slogan ‘Faça certo, torne seguro!’,
que reforça a importância do diagnóstico correto e oportuno, considerando que o
volume de erros de diagnósticos é expressivo, representando quase 16% dos danos
evitáveis no âmbito dos sistemas de saúde1.
Em linha com as orientações da OMS, a executiva Caroline Gabriel
Mendes (diretora de Investigação de Segurança de Produtos/Corporate Compliance
da Pfizer para América do Sul) enfatiza a necessidade de tomar medidas para
priorizar a segurança do paciente, adotando uma abordagem multidimensional que
permita diagnósticos seguros e decisões corretas, favorecendo o bem-estar dos
pacientes2.
“Trata-se de garantir que ninguém seja prejudicado e que todos os pacientes recebam atendimento seguro e respeitoso, em todos os momentos e em qualquer lugar3”, afirma a executiva. “É fundamental fomentar a colaboração entre o setor público, os profissionais de saúde, as organizações de pacientes e outros agentes envolvidos no ecossistema de saúde para avançar em direção à relevância da segurança diagnóstica em todos os níveis de atendimento”, complementa Caroline.
Medicamentos seguros: um fator crítico para a segurança do
paciente
Os danos causados aos pacientes pela falha em garantir a
segurança são generalizados, problemáticos e podem ocorrer em todos os
ambientes e níveis de cuidados 3. Nesse cenário, um problema
importante a considerar é a falsificação de medicamentos, uma ameaça à saúde
pública mundial, visto que esses medicamentos podem não ser eficazes ou causar
danos graves à saúde, com possível comprometimento de fígado, rins, cérebro,
entre outros4.
A definição de medicamento falsificado ou adulterado é qualquer
medicamento cuja apresentação seja falsa em relação a4:
- Identidade: inclui o envase, etiquetas, o nome ou composição em relação
a qualquer um dos componentes e dosagem.
- Origem: inclui o fabricante, o país de fabricação, o país de origem
e a empresa autorizada a comercializar.
- História: inclui os registros e documentos relativos aos canais de
distribuição utilizados.
De acordo com a OMS, 1 em cada 10 produtos médicos em circulação
nos países em desenvolvimento é de qualidade inferior ou falsificado, o que
significa que os pacientes estão expostos a medicamentos inadequados para
tratar ou prevenir a doença, um problema que não só representa uma perda de
dinheiro para as pessoas e para os sistemas de saúde que os adquirem, como
também tem o potencial de causar graves consequências para a saúde, ou até
mesmo a morte5.
Na maioria dos países, as agências reguladoras dispõem de
mecanismos para aplicar medidas contra a falsificação e os seus autores, embora
os métodos usados pelos falsificadores para realizar a imitação dos produtos e
evitar a descoberta dessas infrações venham se diversificando6.
Dessa forma, as medidas para evitar a fabricação, o fornecimento e
a distribuição de medicamentos falsificados são essenciais, a partir de uma
estreita cooperação entre os vários órgãos de controle de medicamentos e de
aplicação da lei para garantir que essas medidas sejam efetivamente aplicadas4.
“Embora esse seja um fenômeno crescente, até mesmo um único caso de
falsificação deve ser considerado inaceitável6”, comenta Caroline.
Além dos riscos para a saúde que os medicamentos de qualidade
inferior ou falsificados representam para os pacientes e suas famílias, também
existe uma preocupação associada à resistência antimicrobiana, agravando uma
tendência preocupante em que diferentes medicamentos podem acabar perdendo sua
eficácia5.
Investir na segurança dos pacientes permite obter resultados de
saúde melhores e reduzir custos associados a possíveis danos causados aos
pacientes, contribuindo para aumentar a eficiência dos sistemas de saúde e
confiança que as pessoas têm neles3. Por isso, é importante projetar
e estabelecer comunicações de risco associadas a produtos falsificados, além de
educar e capacitar as pessoas a respeito desses produtos. A entrega de
informações confiáveis e oportunas, juntamente com uma atuação alinhada às
normas de compliance e legais, são necessárias para combater a falsificação7.
Considerando que a OMS tem observado um aumento na procura por versões falsificadas de medicamentos, que podem fazer mal à saúde das pessoas, é fundamental a tomada de medidas preventivas, como a aquisição de medicamentos indicados pelos médicos e não por fontes desconhecidas ou não verificadas. Da mesma forma, é fundamental verificar sempre a embalagem e o prazo de validade, bem como seguir as instruções da prescrição8.
“Embora
mais pesquisas sejam urgentemente necessárias para determinar a proporção e o
impacto da venda de produtos médicos abaixo do padrão ou falsificados, é
preciso prestar muita atenção aos modelos modernos de compra, tais como as
farmácias on-line, para garantir que eles estejam em conformidade com os
controles regulatórios”, conclui Caroline.
Pfizer
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