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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Bombeiros do Paraná divulgam perfil da vítima de afogamento para alertar banhistas no litoral


O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) mapeou o perfil predominante das vítimas de afogamento no litoral do Estado com base na análise dos dados consolidados da temporada de verão 2024/2025 como forma de alertar banhistas e reforçar a importância da prevenção em ambientes aquáticos. Os dados revelam que, apesar da ampla estrutura de salvamento, o risco permanece elevado quando orientações básicas de segurança não são respeitadas.

 

O perfil aponta que a maioria das vítimas é homem, jovem ou adolescente, turista, com pouca familiaridade com o local, baixa habilidade de natação, que entra na água no período da tarde, geralmente fora de área protegida por guarda-vidas, sendo surpreendido principalmente por correntes de retorno.

 

DADOS QUE ALERTAM - Na temporada passada, no litoral do estado, o CBMPR registrou 1.270 salvamentos aquáticos, número que engloba 1.173 resgates (incidentes sem afogamento) e 97 afogamentos, dos quais 19 vítimas vieram a óbito. Todos os óbitos ocorreram fora de áreas protegidas por postos de guarda-vidas ou fora do horário de atuação dos mesmos.

 

Os dados mostram ainda que:


  • 62,89% das vítimas eram do sexo masculino;


  • Mais de 60% tinham até 22 anos;


  • 75% dos incidentes ocorreram entre 12h e 18h59, horário de maior presença de banhistas;


  • Mais de 95% das vítimas eram turistas, a maioria vindos de Curitiba e Região Metropolitana, seguidos por turistas de outras cidades do Paraná e de outros estados;


  • 51% das vítimas não sabiam nadar e apenas três eram nadadores assíduos;


  • Em 64% dos casos a corrente de retorno foi apontada como a causa ou uma das causas do afogamento, muitas vezes combinada com superestimação da habilidade de natação e uso de bebida alcoólica.

 

Segundo o tenente-coronel Fabrício Frazatto dos Santos, comandante do 8º Batalhão de Bombeiros, responsável pelo Litoral do Paraná, os números deixam um alerta claro. “O recado mais importante é que a população procure nadar sempre em áreas protegidas por guarda-vidas. No ano passado, não tivemos nenhum óbito em locais protegidos, e isso mostra que a prevenção funciona”, enfatiza.

 

PREVENÇÃO - Além do atendimento às ocorrências, o Corpo de Bombeiros vem intensificando as ações educativas ao longo das temporadas. Somente na temporada passada, foram contabilizadas 313.409 ações preventivas, incluindo orientações diretas aos banhistas, abordagens na faixa de areia e distribuição de materiais educativos.

 

Já na temporada atual, de 19 de dezembro de 2025 até o dia 4 de janeiro, o CBMPR já realizou 107.187 ações preventivas. Ainda assim, sete óbitos por afogamento foram registrados neste verão, todos também fora de áreas protegidas ou fora do horário de atuação dos guarda-vidas.

 

“As medidas educativas são fundamentais. Os dados mostram que quando a população busca locais protegidos e respeita as orientações, as chances de uma ocorrência fatal caem drasticamente”, destaca o bombeiro.

 

Os dados levantados pelo CBMPR também indicam que o grau de escolaridade – que acaba proporcionando maior conhecimento ambiental e social - está diretamente relacionado ao risco de afogamento. A maior parte das vítimas possui escolaridade até o ensino médio (59,80%), enquanto os índices são significativamente menores entre pessoas com ensino superior completo (7,21%). Para a corporação, esse cenário reforça que a informação e o acesso às orientações de segurança fazem diferença na prevenção de acidentes. “Quando a pessoa conhece os riscos, entende a sinalização da praia e segue as recomendações dos guarda-vidas, as chances de um desfecho grave diminuem consideravelmente”, explica o tenente-coronel Frazatto. 

 

MAIOR ESTRUTURA DA HISTÓRIA - Nesta temporada do Verão Maior Paraná, o Corpo de Bombeiros Militar do Paraná está atuando com a maior estrutura já empregada pela corporação. São 669 bombeiros militares e 362 guarda-vidas civis distribuídos entre a Costa Leste, Costa Oeste e Costa Noroeste. Somente no Litoral, 607 bombeiros militares e 292 guarda-vidas civis atuam diariamente em ações de prevenção e salvamento.

 

Ao todo, são 133 postos de guarda-vidas ativos em todo o Estado, sendo 110 na Costa Leste, nove na Costa Oeste e 14 na Costa Noroeste. Os postos funcionam diariamente das 8h às 19h, com exceção da Ilha do Mel, onde o atendimento ocorre das 9h às 19h.

 

A operação conta ainda com o apoio do helicóptero Arcanjo 01, primeira aeronave exclusiva do CBMPR, além de drones, motos aquáticas, embarcações, UTVs e bicicletas elétricas, ampliando a capacidade de resposta em praias, rios e balneários.

 

ORIENTAÇÕES PARA EVITAR AFOGAMENTOS - O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná reforça algumas orientações essenciais aos banhistas:


  • Entre na água apenas em locais e horários protegidos por guarda-vidas;


  • Respeite a sinalização das bandeiras;


  • Crianças devem permanecer sempre sob supervisão constante, a no máximo um braço de distância de um adulto;


  • Evite entrar na água após consumir bebida alcoólica;


  • Subestime sua capacidade de nado e permaneça em áreas rasas;


  • Em caso de mudanças no tempo ou alertas climáticos, saia imediatamente da água;

  • Em qualquer situação de risco, procure um guarda-vidas ou ligue para o 193.


Especialista aponta 7 dicas práticas de como começar do zero no e-commerce em 2026

Com plataformas de social commerce em expansão e margens mais apertadas, especialistas defendem foco em produto validado, caixa protegido e uso inteligente de dados para quem quer empreender no início de 2026


O início de 2026 encontra o comércio eletrônico brasileiro mais maduro e competitivo. Dados do Webshoppers, da NielsenIQ Ebit, mostram que o e-commerce nacional superou R$ 200 bilhões em faturamento em 2024, com crescimento puxado por pequenos lojistas e pelo avanço do social commerce. Ao mesmo tempo, o DataReportal aponta que mais de 75% dos brasileiros já usam redes sociais como canal de descoberta de produtos, cenário que muda a forma de começar um negócio digital do zero.

Para Sabrina Nunes, fundadora da Francisca Joias, e especialista em vendas na internet, o erro mais comum de novos empreendedores continua sendo investir em estoque antes de entender como vender. “A maioria das lojas quebra porque compra produtos sem ter estratégia de venda. Em 2026, errar custa mais caro, porque a concorrência é maior e o caixa acaba rápido”, afirma.

Segundo ela, quem começa sem marca, seguidores ou estrutura precisa inverter a lógica tradicional do varejo. O primeiro passo é escolher um produto com demanda já comprovada, margem adequada e logística simples. “Menos variedade e mais foco. Um único produto bem trabalhado pode escalar mais do que um mix grande sem estratégia”, diz. Ela cita exemplos recorrentes no mercado digital de marcas que cresceram com produtos únicos, apoiadas em marketing e distribuição eficientes.

O movimento ganha força com a consolidação do social commerce. Relatório da Accenture estima que esse modelo deve crescer três vezes mais rápido que o e-commerce tradicional até 2026. No Brasil, a chegada do TikTok Shop reforça a tendência. “Se eu estivesse começando hoje, concentraria energia em um canal em crescimento, como o TikTok Shop, em vez de tentar estar em todas as plataformas ao mesmo tempo”, afirma Sabrina. Para ela, produzir conteúdo e vender no mesmo ambiente reduz custos e acelera a validação do produto.

Outro ponto central é a proteção do caixa no início da operação. A empresária defende negociações com fornecedores para compras menores e reposição gradual, além de evitar gastos elevados com embalagem e estética antes de gerar vendas consistentes. “O dinheiro precisa ir para onde volta rápido, produto, tráfego e conhecimento. Embalagem sofisticada não sustenta negócio sem venda”, diz.

Sabrina também destaca que o começo de 2026 favorece estratégias regionais. Dados do Sebrae mostram que negócios digitais com foco local têm maior taxa de sobrevivência nos primeiros dois anos. “Fortalecer a marca de dentro para fora, começando pela própria região, é mais eficiente do que tentar vender para o Brasil inteiro logo de início”, afirma.

Com mais de 36 mil alunas em cursos e mentorias espalhadas pelo país e uma operação que começou com investimento inicial de R$ 50, a empresária diz que o aprendizado mais importante é abandonar improvisos. “A internet muda rápido. Fórmulas mágicas não funcionam mais. O que funciona é estratégia validada, leitura de tendência e investimento em conhecimento”, afirma. Para ela, o empreendedor que entra em 2026 precisa entender que crescimento exige visão de longo prazo e reinvestimento contínuo. “Negócio só cresce até onde o dono enxerga. Se não houver clareza de onde se quer chegar, a empresa para antes”, conclui.

A especialista elenca sete orientações práticas para quem pretende montar uma loja on-line ao longo de 2026 e reduzir erros comuns no início da operação:

 

  • Comece pelo produto, não pela marca
    Antes de pensar em identidade visual ou redes sociais, valide um produto com demanda comprovada, margem adequada e logística simples. Produto certo protege o caixa.
  • Reduza o mix para ganhar velocidade
    Trabalhar com poucos itens, ou até com um único produto, facilita controle de estoque, comunicação e escala. Variedade excessiva dilui esforço e capital.
  • Negocie estoque de forma progressiva
    Evite grandes compras iniciais. Busque fornecedores dispostos a vender em menor volume para validação e aumente pedidos conforme a venda acontece.
  • Escolha um canal principal de venda
    Concentrar energia em uma plataforma em crescimento, como o social commerce, tende a gerar resultado mais rápido do que tentar operar em vários canais ao mesmo tempo.
  • Invista primeiro onde o dinheiro retorna
    No início, recursos devem ir para produto, tráfego e conhecimento. Embalagem sofisticada e estética vêm depois da venda recorrente.
  • Fortaleça a marca de dentro para fora
    Começar pela região ou estado ajuda a ganhar relevância local, reduzir custos de mídia e criar prova social antes de ampliar a atuação.
  • Trate conhecimento como ativo estratégico
    Aprender com quem já percorreu o caminho reduz tempo, dinheiro e erros. Informação certa acelera decisões e aumenta a chance de sobrevivência do negócio.

 

Segundo a especialista, essas escolhas fazem diferença especialmente no cenário de 2026, em que o e-commerce segue crescendo, mas com menos espaço para improviso e decisões intuitivas.

 

Sabrina Nunes - CEO e fundadora da Francisca Jóias, considerada a maior loja online de semijoias do Brasil. Atua no mercado digital desde 2011 e acumula 14 anos de experiência em grandes operações de vendas, especialmente no período de Black Friday. Desenvolveu estratégias práticas e validadas para aumentar o faturamento no varejo online, formando e mentorado mais de 36 mil mulheres que hoje empreendem com produtos físicos na internet. Hoje, dedica-se a ensinar empreendedoras a venderem de forma estruturada, acessível e orientada a resultados. Para mais informações, acesse @sabrinanunesfj ou pelo portal https://sabrinanunes.com.br/



Prefeitura de São Paulo abre 320 vagas para mães atuarem na Rede Municipal de Ensino

Divulgação: SME
As atividades são exclusivas para mulheres que residem na Capital e que estejam em vulnerabilidade social. A participação conta com bolsa de R$ 1.702 por até 18 meses

 

A Prefeitura de São Paulo, por meio das secretarias municipais da Educação e de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, abriu nesta terça-feira, 13 de janeiro, inscrições on-line para 320 vagas para mães e mulheres da comunidade escolar atuarem em equipamentos da Rede Municipal de Ensino da Capital. As interessadas no Programa Operação Trabalho – POT Mães Guardiãs devem acessar o Portal Cate e preencher formulário com dados pessoais até essa quarta (14), até às 23h59.

 

Para participar é necessário ser mãe de aluno matriculado na rede municipal de ensino ou da comunidade escolar (avós, irmãs ou responsáveis legais por bebês, crianças e adolescentes), ter entre 18 e 59 anos, residir na cidade de São Paulo, estar desempregada há seis meses e não estar recebendo seguro-desemprego, FGTS, entre outros benefícios. Durante a seleção também é avalida a renda familiar que deve ser de até meio salário-mínimo para pessoas que vivem sozinhas e um salário-mínimo per capita para famílias. Também serão analisados a escolaridade a partir do ensino fundamental incompleto, comprovantes de vacinação contra Covid-19, entre outros documentos.

 

As participantes contam com bolsa auxílio no valor de R$ 1.702,05 e desempenham atividades de segunda a sexta-feira, com carga horária de 30 horas semanais, sendo seis por dia.

As Mães Guardiãs desempenham apoio no acompanhamento da frequência escolar e nas visitas domiciliares, em casos necessários. Também há a modalidade de atuação em hortas pedagógicas, focadas na alimentação saudável e cultura de paz na rede escolar.Durante a inscrição é possível optar entre as duas modalidades do POT.

 

Podem ficar no programa pelo período de 12 meses, com possibilidade de renovação por mais seis meses, totalizando 18 meses. Há avaliação periódica para permanecer no programa. As beneficiárias que passarem na seleção irão atuar em equipamentos como EMEIs, Emef e Ciejas distribuídos em 13 Diretorias Regionais de Educação na Capital, num raio de dois quilômetros entre a residência e o local das atividades.

 

A nova turma vai receber capacitação on-line pelo Portal do Cate, Centros POT e também apoio na formação em temáticas ligadas à área pela Secretaria Municipal de Educação.

 

POT Mães Guardiãs

Com cerca de 2.000 mulheres no programa, o POT Mães Guardiãs atua na rede municipal de ensino desde 2021. A criação ocorreu durante a volta às aulas na rede municipal de ensino, na fase crítica da pandemia, com o objetivo de garantir a aplicação dos protocolos de saúde aos alunos.

 

Mais de 11 mil mulheres já passaram pelo programa, que visa também a qualificação profissional por meio dos Centros POT a fim de se preparem para a volta ao mercado de trabalho formal ou para o empreendedorismo.

 

São 12 Centros POT na Capital que oferecem suporte com equipe multiprofissional com aulas sobre gastronomia, tecnologia, beleza, moda, entre outros.

 

Serviço:

Inscrição POT Mães Guardiãs

Dias: até 14 de janeiro, às 23h59

Link: https://cate.prefeitura.sp.gov.br/inspiracoes/gestao-empreendedorismo-e-trabalho-inspiracoes/dica-pot-maes-guardias-busca-ativa-prefeitura-abre-inscricoes-para-participar-do-programa-operacao-trabalho/ 


Redução da jornada de trabalho no Brasil: o que realmente está em discussão?

O debate sobre a redução da jornada de trabalho e a revisão de modelos tradicionais de escala, como a 6x1, voltou a ganhar força no Brasil. Embora muitas vezes seja tratado como novidade, trata-se de uma pauta histórica, já tendo sido defendida por diversas categorias profissionais. O que se observa, agora, é a convergência entre esse histórico já testado nas relações de trabalho e as transformações tecnológicas, que indicam que jornadas menores não apenas são possíveis, como também podem gerar ganhos de eficiência quando acompanhadas de melhores processos e gestão. 

Há décadas, sindicatos de diversas categorias defendem a diminuição da carga horária semanal como instrumento de promoção da saúde, da produtividade e do equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Ao longo dos anos, a redução da jornada para 40 horas semanais já foi incorporada por diferentes categorias profissionais por meio de negociações coletivas, demonstrando, na prática, que a diminuição da carga horária é operacionalmente viável. 

Além disso, a discussão brasileira dialoga com um contexto internacional mais amplo. Nosso país integra a Organização Internacional do Trabalho (OIT), que, historicamente, acompanha e orienta debates sobre limites de jornada e tempo de descanso, sendo que a referência de 40 horas semanais já é adotada ou considerada em diversos países. 

Atualmente, o Congresso Nacional discute diferentes propostas legislativas voltadas à revisão da jornada de trabalho no país. Entre elas, há iniciativas que propõem a redução da carga semanal máxima de 44 para 40 horas, outras que ampliam o descanso semanal remunerado para dois dias, aproximando o regime do modelo 5×2, além de propostas mais abrangentes que tratam da adoção de jornadas de até 36 horas semanais, com reorganização dos dias trabalhados.  

Essas matérias tramitam tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal, e se apresentam sob duas naturezas jurídicas distintas: Propostas de Emenda à Constituição (PECs) e Projetos de Lei (PLs). Enquanto as PECs promovem alterações diretas no texto constitucional e exigem quórum qualificado, com dois turnos de votação em cada Casa Legislativa, os PLs atuam no âmbito da legislação infraconstitucional, especialmente da CLT, seguindo o rito legislativo ordinário.  

Apesar das diferenças de alcance e de tramitação, todas as iniciativas convergem para um mesmo propósito: a adequação do tempo de trabalho às transformações das dinâmicas produtivas contemporâneas, buscando consolidar, em regra geral, práticas que hoje já são adotadas de forma negociada em diversos setores. 

Para empresários e profissionais de Recursos Humanos, o avanço desse debate exige atenção estratégica e planejamento antecipado. Eventuais mudanças legais impactam diretamente a organização das escalas, os modelos de banco de horas, os acordos coletivos vigentes, o dimensionamento de equipes e a forma como produtividade e desempenho são medidos. Mais do que uma simples adaptação jurídica, trata-se de uma revisão estrutural da forma de trabalhar.  

A experiência acumulada de setores que já operam com jornadas de 40 horas semanais por acordo coletivo indica que o sucesso da transição está menos na redução formal das horas e mais na organização dos processos, na clareza das regras e na eficiência operacional. 

Outro ponto relevante está na gestão de pessoas e na comunicação interna. Alterações na jornada influenciam expectativas dos colaboradores, o clima organizacional e as relações sindicais. Nesse contexto, previsibilidade, transparência na aplicação das regras e alinhamento interno tornam-se fatores essenciais para evitar insegurança e interpretações equivocadas, contribuindo para a redução de riscos trabalhistas e para a preservação da estabilidade das relações de trabalho em períodos de mudança. 

Sob a ótica dos empregados, a redução da jornada para 40 horas semanais representa um avanço significativo. Caso aprovada em lei, a medida ampliaria esse direito de forma mais homogênea, consolidando uma conquista concreta a ser valorizada pelos empregados, com impactos diretos na saúde física e mental, no convívio familiar e na qualidade de vida, sem que isso signifique, necessariamente, perda de produtividade. Não é à toa, 65% dos brasileiros são favoráveis a essa redução, segundo dados divulgados pela Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados. 

Para as empresas, esse movimento também pode — e deve — ser compreendido como uma oportunidade estratégica. Menos horas disponíveis impulsionam a busca por eficiência, estimulam a revisão de processos e ampliam a necessidade de decisões orientadas por dados e uso inteligente da tecnologia. Nesse cenário, a adoção de soluções de automação e inteligência artificial deixa de ser apenas um diferencial competitivo e passa a integrar a sustentabilidade do negócio, permitindo ganhos consistentes de produtividade, redução de retrabalho e melhor alocação do capital humano. 

A discussão sobre jornada, portanto, não se limita ao tempo de trabalho, mas se conecta diretamente à capacidade das organizações de evoluírem seus modelos operacionais e avançarem em competitividade, sustentabilidade e maturidade organizacional. 

 


Amanda Alves - Coordenadora de RH na PKF BSP.


PKF BSP
www.pkfbrazil.com.br


iFood abre vagas de jovens aprendizes da empresa

Para desenvolver nova geração de talentos, programa tem vagas voltadas para diferentes áreas de atuação profissional e estão com inscrições abertas até 27 de janeiro

 

O iFood anuncia a abertura das vagas do seu programa de jovem aprendiz. As oportunidades são voltadas para jovens que estão em busca de ingressar no universo corporativo e desejam iniciar sua trajetória profissional onde terão oportunidades e aprendizados em uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil. As inscrições estão abertas até o dia 27 de janeiro no site, com previsão de início das atividades em março. 

Para participar, os candidatos devem atender aos seguintes requisitos:

- Ter entre 18 (a partir de março) e 22 anos;

- Ter concluído ou estar cursando o Ensino Médio;

- Ter disponibilidade de 6 horas diárias, durante 4 dias por semana (5h30 de trabalho + 30 minutos de intervalo), além de 1 dia semanal dedicado à capacitação teórica. 

Com duração de 15 a 18 meses, o programa oferece uma vivência profissional prática, com participação ativa no dia a dia das áreas como negócios, marketing, logística e atendimento ao cliente, além de uma trilha de aprendizagem estruturada que aborda temas como comunicação, trabalho em equipe, criatividade, inovação e uso de tecnologia no cotidiano. 

"No iFood, acreditamos que o início da carreira é um momento transformador e confiamos no poder das oportunidades. O Programa Jovem Aprendiz é uma abertura para jovens talentos que desejam crescer e vivenciar desafios reais, desenvolvendo habilidades práticas e se conectando com uma cultura que valoriza o aprendizado e a inovação," afirma Silvia Kihara, Diretora de Atração de Talentos do iFood. “Estamos em busca de jovens engajados, motivados por desafios e com vontade de aprender e crescer”, ressalta a executiva. 

A empresa reforça seu compromisso em ser uma escola de talentos, oferecendo ferramentas para o desenvolvimento de carreira e preparando os participantes para os desafios do iFood. Além disso, o iFood oferece um pacote de benefícios, incluindo uma parceria com a Leapy, plataforma referência na gestão e desenvolvimento de jovens aprendizes e oportunidade de efetivação.

 

Serviço:

Jovem aprendiz iFood

Inscrições: até 27 de janeiro de 2026

Salário e benefícios: a partir de R$ 1.142,33, vale transporte, vale refeição e plano de saúde.

Pré-requisitos:
- Ter entre 18 e 22 anos;

- Ter concluído ou estar cursando o Ensino Médio;

- Disponibilidade de 6 horas diárias, durante 4 dias por semana (5h30 de trabalho + 30 minutos de intervalo), além de 1 dia semanal dedicado à capacitação teórica.
Modelo: híbrido e remoto (a depender da área de atuação)

Mais informações e inscrições no site.

 

Especialista explica como jornalistas brasileiros podem atuar legalmente nos Estados Unidos

Com o crescimento da cobertura internacional, visto I (Media Visa) ganha destaque entre jornalistas brasileiros interessados em atuar legalmente nos Estados Unidos

 

O aumento da cobertura internacional, a expansão de veículos digitais e a busca por experiências profissionais fora do Brasil têm levado cada vez mais jornalistas brasileiros a considerarem oportunidades nos Estados Unidos. No entanto, para exercer a atividade de forma legal no país, é fundamental compreender as exigências migratórias, especialmente em relação ao visto adequado. Nesse contexto, o visto I, conhecido como Media Visa, tem se destacado como a principal opção para profissionais da imprensa. 

O visto I é destinado a jornalistas, repórteres, editores, cinegrafistas e outros profissionais da mídia que irão atuar temporariamente nos EUA em atividades essencialmente informativas. Ele contempla profissionais vinculados a veículos estrangeiros, como jornais, revistas, emissoras de TV, rádio ou plataformas digitais, que estejam realizando coberturas, reportagens, documentários ou produções jornalísticas de interesse público.
 

Segundo Luciane Tavares, diretora e advogada especialista em imigração da American Immigration Associates, um dos principais pontos de atenção é a natureza do trabalho a ser desenvolvido. “O governo americano avalia se a atividade é predominantemente informativa e se o profissional mantém vínculo com um veículo de comunicação estrangeiro. Trabalhos com caráter promocional, publicitário ou de entretenimento, por exemplo, não se enquadram no visto I”, explica. 

Outro critério essencial é a comprovação da atuação profissional. O candidato deve apresentar documentos como carta do empregador descrevendo a pauta, o período da cobertura, o local de realização do trabalho e a função exercida pelo jornalista, além de comprovação de experiência na área. “Não basta ser formado em jornalismo. É preciso demonstrar atuação efetiva e coerente com o tipo de cobertura que será realizada nos Estados Unidos”, ressalta Luciane. 

Diferentemente de outros vistos de trabalho, o visto I não exige petição prévia junto ao serviço de imigração dos EUA, sendo solicitado diretamente no consulado ou embaixada americana. Além disso, ele pode ser concedido por períodos mais longos, com possibilidade de renovação enquanto durar a atividade jornalística. 

Luciane também alerta para erros comuns que podem levar à negativa do visto. “Muitos profissionais acabam solicitando vistos inadequados, como o de turismo, para exercer atividades jornalísticas, o que pode gerar problemas sérios com a imigração. Planejamento e orientação jurídica especializada fazem toda a diferença para evitar riscos e garantir conformidade com a lei americana”, afirma. 

Com a crescente demanda por conteúdos internacionais e a valorização de correspondentes estrangeiros, entender as regras migratórias se torna um passo estratégico para jornalistas que desejam expandir suas carreiras. “Cada caso deve ser analisado individualmente, considerando o perfil do profissional, o tipo de mídia, o projeto e o tempo de permanência. Uma análise técnica correta aumenta significativamente as chances de aprovação”, conclui a especialista.

 

Como se preparar para o Sisu 2026?

 Bernoulli Educação promove live gratuita para estudantes de todo o Brasil com dicas e estratégias para alcançar a vaga na universidade sonhada

 

Com o resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em mãos, começa a etapa de escolher uma vaga na universidade. O período de inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026 estará aberto entre os dias 19 e 23 de janeiro e, como forma de apoiar os candidatos nesse momento, o Bernoulli realizará, no dia 15 de janeiro, às 18h, a live Simplificando o Sisu. O encontro é ao vivo, gratuito e estudantes de todo o país podem se inscrever pelo link: Link 

Durante a transmissão, os participantes terão acesso a informações essenciais sobre o funcionamento do sistema e a orientações estratégicas para aumentar as chances de aprovação. Em 2026, o Sisu passa a permitir o uso das notas das últimas três edições do Enem, com seleção automática da nota mais vantajosa, considerando os pesos de cada curso mudanças que exigem atenção e estratégia por parte dos candidatos.

“O Sisu é o momento em que o estudante transforma a nota do Enem em uma oportunidade concreta de ingresso na universidade. Apesar de parecer simples, o sistema exige atenção, estratégia e acompanhamento diário, especialmente agora, com as mudanças implementadas”, explica Vinicius Figueiredo, coordenador pedagógico do Pré-vestibular Bernoulli em Belo Horizonte, Minas Gerais.

A live contará ainda com a participação da Margrit Gusmão, diretora do Pré-vestibular Bernoulli em Salvador, do Washington Lima, diretor do Pré-vestibular Bernoulli em Belo Horizonte e do Marcos Raggazzi, diretor-executivo das unidades escolares do Bernoulli. Durante o encontro, os especialistas vão explicar o funcionamento do sistema, os critérios adotados, como acompanhar as notas de corte e qual é o melhor momento para ajustar as opções de curso.

“As notas de corte mudam todos os dias e exigem atenção constante. Quando você assume o controle, acompanha os dados e escolhe o momento certo para agir, transforma sua estratégia em conquista|Z”, destaca Margrit.

O evento “Simplificando o Sisu” é voltado para estudantes que fizeram o Enem e pretendem ingressar no ensino superior em 2026. Além do conteúdo explicativo, os participantes poderão tirar dúvidas ao vivo, por meio do chat, e compreender os principais pontos do processo de seleção.

 

Simulador Sisu e estratégias

A partir dos resultados de cada prova, os estudantes podem recorrer a ferramentas de apoio para analisar suas chances de ingresso nas universidades. O Simulador Sisu Bernoulli, por exemplo, é gratuito e permite que o candidato insira as notas obtidas em cada área do conhecimento, tendo acesso a uma projeção das notas de corte por universidade e à identificação de onde há maior possibilidade de aprovação pelo Sisu.

“Nesse momento, contar com uma projeção confiável faz toda a diferença. A simulação ajuda o estudante a compreender sua posição no processo e a tomar decisões mais estratégicas sobre os cursos e instituições que fazem sentido para seu perfil”, afirma Vinicius.

 

Ecad divulga ranking das músicas mais tocadas em shows no Brasil em 2025

Levantamento marca o Dia Mundial do Compositor e destaca os autores das canções

 

Celebrado no próximo dia 15 de janeiro, o Dia Mundial do Compositor é uma homenagem a quem transforma histórias, emoções e experiências em canções que atravessam gerações e fazem parte da identidade cultural do país. Para marcar a data, o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) realizou um estudo sobre as músicas mais tocadas em shows realizados no Brasil em 2025, considerando apenas eventos adimplentes com os direitos autorais. 

A liderança do ranking musical ficou com o “hino” sertanejo “Evidências”, composição de José Augusto e Paulo Sergio Valle. Na sequência aparece outro sucesso do gênero: “Boate azul”, de autoria de Benedito Seviero e Aparecido Tomás. Fechando o top 3 está “Não quero dinheiro”, de Tim Maia. 

 

Números de compositores  

A gestão coletiva da música no Brasil representa atualmente mais de 5 milhões de titulares brasileiros e estrangeiros, que têm suas obras cadastradas para garantir o recebimento de direitos autorais sempre que suas músicas são executadas publicamente no país.  

Esse sistema é administrado pelas associações Abramus, Amar, Assim, Sbacem, Sicam, Socinpro e UBC, responsáveis pela administração do Ecad e pelo atendimento aos titulares de direitos autorais em todo o território nacional. 

Para receber os valores de execução pública no Brasil, compositores e artistas precisam estar filiados a uma das sete associações de música e manter seus dados e repertórios atualizados. Os cadastros são feitos pelos próprios titulares ou por seus representantes. Já as obras estrangeiras são registradas no país por meio de contratos de representação firmados entre associações internacionais e brasileiras, garantindo que esses direitos também sejam respeitados no Brasil. 

O pagamento dos direitos autorais depende do licenciamento musical, que é obrigatório por lei. Estabelecimentos, canais de comunicação e organizadores de eventos, tanto públicos quanto privados, devem recolher o valor previsto na Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/98) para que os compositores e artistas sejam remunerados. 

Mesmo após a morte de um compositor ou artista, os direitos autorais seguem protegidos. A legislação brasileira assegura que os herdeiros recebam os rendimentos das obras por até 70 anos após o falecimento do autor ou do último compositor/autor, em caso de parcerias. 

 

Ranking das músicas mais tocadas em shows realizados no Brasil em 2025  

OBS: a lista considera exclusivamente os shows realizados no país no ano passado que pagaram os direitos autorais de execução pública musical 

 

Posição   

Música   

Autores   

1   

Evidências 

Jose Augusto / Paulo Sergio Valle 

2   

Boate azul 

Benedito Seviero / Tomaz 

3   

Não quero dinheiro 

Tim Maia 

4   

Telefone mudo 

Peao Carreiro / Franco 

5  

Eva 

Cartavetrata / Umto / Ficarelli 

6  

Cheia de manias 

Luiz Carlos 

7  

Erro gostoso 

Lucas Souza / Flavinho Do Kadet / Felipe Marins / Gabriel Angelo / Eliabe Quexin / Edson Garcia 

8  

Anna Julia 

Marcelo Camelo 

9  

Ainda ontem chorei de saudade 

Moacyr Franco 

10  

Tentei te esquecer 

Cruz Gago 

  


Desigualdade salarial entre Estados deve se aprofundar até 2026, com DF e São Paulo na liderança

Estudo da INTOO mostra que diferenças entre DF, São Paulo e Estados do Norte e Nordeste devem se ampliar, refletindo desigualdade estrutural no mercado de trabalho

 

A disparidade regional de salários no Brasil tende a se acentuar até 2026, segundo projeções compiladas pela Gi Group Holding no Guia Estratégico de Remuneração. Os dados mostram que Distrito Federal e São Paulo seguirão no topo da remuneração média nacional, enquanto Maranhão, Ceará e Bahia devem permanecer entre as menores faixas do país. A combinação de concentração industrial, presença do setor público e polos de inovação segue determinante para as diferenças.

 

O estudo indica que o salário médio nacional deve alcançar R$ 3.548 em 2026, impulsionado por um crescimento nominal próximo de 10% em dois anos. No entanto, o avanço não ocorre de maneira uniforme. O Distrito Federal deve atingir média de R$ 5.547, mantendo a dianteira devido à forte presença do funcionalismo e de serviços especializados. São Paulo, segundo colocado, deve chegar a R$ 4.298, sustentado pela maior densidade corporativa do país.

 

Outros Estados do Sul e Sudeste — como Paraná (R$ 4.134), Rio de Janeiro (R$ 4.106), Santa Catarina (R$ 4.068) e Rio Grande do Sul (R$ 3.996) — permanecem acima da média nacional, puxados pela indústria, inovação tecnológica e cadeias produtivas consolidadas.

 

Na outra ponta, regiões menos industrializadas e com economias em transição digital devem continuar pressionadas. Maranhão, Bahia, Ceará e Piauí apresentam projeções entre R$ 2.254 e R$ 2.423 para 2026, refletindo estruturas econômicas ainda dependentes de agro, serviços tradicionais e menor acesso a cargos de alta qualificação.

 

Segundo Candice Fernandes, business manager da INTOO, unidade de desenvolvimento de carreira da Gi Group Holding, essas diferenças expressam a geografia da qualificação profissional no Brasil. “Estados que concentram tecnologia, educação superior e cadeias de valor globais tendem a pagar salários significativamente mais altos. Já regiões que ainda passam por processos de industrialização ou digitalização ficam mais vulneráveis a médias reduzidas”.

 

A especialista destaca que modelos de trabalho híbridos e remotos poderiam reduzir parte desse desequilíbrio, mas as empresas ainda priorizam talentos próximos a seus centros estratégicos. “A flexibilização territorial melhora as oportunidades, mas cargos de alta qualificação continuam concentrados nos grandes polos. Isso mantém o diferencial salarial elevado”.

 

Para 2026, a INTOO avalia que políticas de desenvolvimento regional, investimentos em educação técnica e digital e programas corporativos de formação poderão ajudar a reduzir a distância entre Estados. Porém, a tendência dominante para o próximo ano permanece clara: os altos salários continuam concentrados onde estão a inovação, a tecnologia e a demanda por profissionais híbridos, capazes de transitar entre dados, gestão e competências humanas.

 


Metodologia


A metodologia apresentada no relatório baseia-se em um modelo multifatorial de projeção salarial, que combina dados quantitativos e análises qualitativas para estimar o comportamento da remuneração até 2026. O ponto de partida é uma base robusta de benchmarks salariais de 2024 e 2025, coletados de forma anônima a partir das vagas e processos conduzidos pela Gi Group Holding. A esses dados se somam as projeções macroeconômicas oficiais — incluindo IPCA e indicadores do Boletim Focus — e, como diferencial, a aplicação de um Fator de Ajuste Setorial, criado para capturar tendências específicas de crescimento, escassez de talentos e impacto tecnológico em cada um dos macrosetores analisados. O resultado é um modelo que não apenas replica a inflação projetada, mas incorpora a dinâmica real de oferta, demanda e valorização de competências, oferecendo maior precisão e capacidade preditiva para líderes e áreas de RH.


Iniciada complementação das inscrições postergadas do Fies

Divulgação
MEC
Estudantes que tiveram a conclusão da inscrição adiada nos processos seletivos do Fies referentes ao primeiro ou ao segundo semestre de 2025 deverão complementar a inscrição no sistema Fies Seleção até 16 de janeiro  

Começou na quarta-feira, 14 de janeiro, o período de complementação das inscrições postergadas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o primeiro semestre de 2026. A complementação deve ser feita no sistema Fies Seleção, até o dia 16 de janeiro, pelos estudantes que tiveram a conclusão da inscrição postergada nos processos seletivos do Fies referentes ao primeiro ou segundo semestre de 2025. O Ministério da Educação (MEC) divulgou o cronograma e os procedimentos relativos à complementação, por meio do Edital nº 1/2026

A íntegra do edital está disponível no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na página da legislação do Fies. Para fazer a complementação da inscrição, é necessário atender aos demais requisitos, prazos e procedimentos para a concessão do financiamento, conforme previsto em edital.

Após a complementação da inscrição, o candidato deverá validar as informações junto à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino superior, por meio da entrega física ou eletrônica da documentação exigida. A validação deverá ser feita a partir do dia seguinte à complementação da inscrição e em até cinco dias úteis.

O estudante também precisará validar suas informações junto a um agente financeiro no prazo de até dez dias, contados a partir do terceiro dia útil após a validação da inscrição pela CPSA. A contratação poderá ser realizada de forma digital ou presencial, mas dependerá da disponibilidade do agente financeiro.

Os candidatos pré-selecionados para as vagas do Fies Social ficam dispensados da comprovação da renda familiar junto à CPSA. No entanto, devem comparecer à comissão para validação das demais informações nos mesmos prazos dos outros estudantes.


Fies Social – O Fies Social reserva 50% das vagas para os candidatos com renda familiar per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) na situação de ativos. Nesse caso, também será possível solicitar a contratação do financiamento de até 100% dos encargos educacionais.

Instituído pela Resolução nº 58/2024, o Fies Social visa retomar a função social do programa, destinado a atender às necessidades de estudantes de baixa renda. Dessa forma, vem cumprir um papel transformador na sociedade ao oferecer melhores condições para a obtenção de financiamento estudantil.


Fies – O Fundo de Financiamento Estudantil é um programa do MEC que foi instituído pela Lei nº 10.260, de 12 de julho de 2001. Seu objetivo é conceder financiamento a estudantes de cursos de graduação em instituições de educação superior privadas que aderiram ao programa e possuem avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Pode se inscrever no Fies quem tiver participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010 e tiver obtido média aritmética das notas nas provas igual ou superior a 450 pontos, bem como nota superior a zero na redação. Também é necessário possuir renda familiar mensal bruta por pessoa de até três salários mínimos. 


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