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domingo, 7 de setembro de 2025

Leite de caixinha tem conservante? E outros aditivos? É só leite mesmo? A ciência responde mitos e fake news sobre o leite


  • Além de não serem necessários devido à tecnologia empregada no tratamento térmico UHT, envase asséptico e proteção das camadas do material de embalagem, a legislação brasileira proíbe a adição de conservantes e quaisquer outras substâncias utilizadas com essa finalidade.
  • A fiscalização, rigorosa e constante, é realizada pelo MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária) e pela Anvisa.
  • Leite longa vida não apresenta diferenças de propriedades nutricionais quando comparado ao leite cru, pasteurizado (refrigerado) ou leite em pó.
  • Essa informação é atestada por relatório conjunto da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS).
  • Casos de fraudes criminosas que aconteceram há mais de 10 anos são usados por influenciadores que difundem fake news na internet como sendo representativo da produção diária de leite.
  • Em consenso publicado pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e Sociedade Brasileira de alimentação e Nutrição (SBAN), especialistas em nutrição confirmam benefícios e como o leite tem papel fundamental em uma dieta equilibrada e saudável.
  • Intolerância à lactose não impede o consumo de leite. Apenas alérgicos à proteína do leite (APLV) devem restringir o consumo com o suporte de médico especializado.

 

Alguns vídeos publicados em redes sociais afirmam que o leite longa vida tem adição de conservantes, formol e outras substâncias químicas nocivas à saúde humana. Isso não é verdade. O leite não tem formol, nem conservantes.

“Não podemos deixar que leigos difundam inverdades sobre um dos alimentos mais importantes da nossa dieta. Há uma série de especialistas e cientistas envolvidos tanto na análise, fiscalização, produção e, finalmente, controle de qualidade do leite que consumimos diariamente”, diz Nilson Muniz, Diretor-Executivo da Associação brasileira da Indústria de Lácteos Longa Vida (ABLV. “Mitos e fakes news deixam as pessoas inseguras para consumir alimentos que são de grande importância para uma nutrição saudável e equilibrada. O leite, um alimento acessível e com tantos benefícios, só deveria ser restrito a quem tem alergia. Até intolerantes podem se beneficiar das suas propriedades, já que, de acordo com a literatura científica, a maioria dos intolerantes costuma tolerar até 12 g de lactose por dia”, pondera Sueli Longo, Presidente da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN).

A literatura cientifica indica que os benefícios associados ao seu consumo em diferentes faixas etárias são relacionados à sua alta densidade nutricional, oferta de proteínas, cálcio e componentes com propriedades funcionais. Também auxilia no

crescimento e formação da estrutura óssea na infância e adolescência, diminui o risco de osteopenia e osteoporose - condições caracterizadas pela diminuição da densidade óssea, com osteopenia sendo menos severa que osteoporose - reduz o risco de doenças crônicas (como diabetes e obesidade), cardiovasculares, hipertensão e ajuda na prevenção de quadros de sarcopenia, termo usado para a perda progressiva de massa e força muscular, comum em idosos.


Conservantes

Antes da abertura da embalagem, o leite de caixinha longa vida pode ser mantido em temperatura ambiente - fora da geladeira - durante o prazo de validade de 4 a 6 meses, dispensando o uso de conservantes. O leite UHT possui as mesmas propriedades nutricionais, cor e sabor do leite pasteurizado, que tem validade de até 7 dias antes de sua abertura, sendo mantido sempre sob refrigeração.

“Muitos leigos acham isso impossível, mas a tecnologia é o que garante essas condições”, introduz Dra. Carolina Pimentel, nutricionista Phd e Diretora Científica. “A combinação do tratamento térmico aplicado ao leite UHT, somado ao envase asséptico (realizado sem contato com o ambiente externo ou manipulação) e as camadas de proteção da embalagem da Tetra Pak, permite que o leite dispense o uso de conservante e de refrigeração até o momento de abertura da embalagem", explica.

Além disso, a legislação brasileira proíbe a adição de qualquer tipo de conservante ao leite, e a ocorrência de tal prática é considerada fraude no produto. As únicas substâncias permitidas são os chamados estabilizantes. Eles, que são constituintes naturais do leite, têm o objetivo de prevenir a separação de fases, garantindo um produto homogêneo, e assegurar a estabilidade das proteínas durante o processamento. O uso de estabilizantes também é verificado em diversos produtos pasteurizados – os que são refrigerados – e é regulamentado pelo MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária). Todos os estabilizantes permitidos por lei são seguros para o consumo.


Processamento e propriedades nutricionais

Conforme atesta relatório conjunto da FAO e a OMS, o processo de ultrapasteurização (UHT) preserva as qualidades nutritivas do leite. Comparado ao leite pasteurizado, o leite de caixinha iguala-se em valor nutritivo, cor e sabor.

“Há boatos de que o leite UHT, por ser aquecido a altas temperaturas, se torna um produto sem valor nutricional. Isso é um grande mito. A literatura científica indica que qualquer alteração que possa ocorrer em função do tratamento térmico UHT ou pasteurização não tem impacto no valor nutricional”, reforça Sueli Longo, Presidente da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN).


­­­Qual a diferença entre leite pasteurizado refrigerado e leite UHT de caixinha?

O leite pasteurizado passa por tratamento que utiliza o binômio 75°C por 15 segundos. Após esse tratamento térmico, o leite é refrigerado e envasado automaticamente em circuito fechado.

O leite UHT (Ultra High Temperature) é submetido, durante 2 a 4 segundos, a uma temperatura entre 130°C e 150°C, mediante um processo térmico de fluxo contínuo, imediatamente resfriado a uma temperatura ambiente e envasado sob condições assépticas em embalagens estéreis e hermeticamente fechadas.

“O tratamento térmico empregado no leite pasteurizado tem como objetivo eliminar os microrganismos patogênicos, ou seja, aqueles que fazem mal a saúde dos consumidores, enquanto o tratamento térmico empregado no UHT, a ultrapasteurizarão, elimina não apenas os microrganismos patogênicos como também os indesejáveis, ou seja, microrganismos que teriam condição de se desenvolver durante o período de validade do produto, o que somado à embalagem cartonada de seis camadas, confere a durabilidade de até 6 meses, dispensando o uso de conservantes ou qualquer outra substância usada para esse fim”, descreve Dra. Carolina Pimentel, nutricionista Phd e Diretora Científica.

Ao contrário dos saquinhos e garrafas plásticas, as embalagens cartonadas, conhecidas como “longa vida”, são formadas por seis camadas. De dentro para fora, duas camadas de polietileno evitam qualquer contato do leite com as demais camadas protetoras da embalagem. Em seguida, há um revestimento de alumínio, cuja função é evitar a passagem de oxigênio e luz e micro-organismos, além de manter as caracteristicas sensoriais. A quarta camada de polietileno é uma camada de aderência entre o aluminio e o papel. A quinta camada, uma cobertura de papel, confere estabilidade e resistência à estrutura da embalagem. E, por fim, uma sexta camada de polietileno dá o acabamento final. A junção das 6 camadas da embalagem somadas ao envase asséptico promove a segurança do produto, impedindo a entrada de luz, oxigênio, umidade e microrganismos, mantendo suas características nutricionais e sensoriais.”, conta.

“O método UHT é aprovado por órgãos de saúde internacionais e nacionais e regulamentado pela Portaria Nº 370 de 04 de setembro de 1997 do MAPA, por meio do RTIQ – Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do leite UHT. “Não há motivos para ter receio de consumir leite de caixinha. Ele é seguro, tem as mesmas propriedades nutricionais que outros tipos de leite e, graças à tecnologia empregada, sem necessidade de refrigeração antes do consumo, podendo durar até 6 meses”, finaliza Dra. Carolina Pimentel, nutricionista Phd e Diretora Científica.

 

Anexo: Consenso

 

Movimento “A Vida Pede Leite” 

A Vida Pede Leite é um movimento que tem o objetivo de empoderar os consumidores com informação sobre o leite de vaca, seus benefícios nutricionais, composição, funcionalidades, para que todos possam fazer suas escolhas. O leite longa vida está presente em 91,5% dos lares brasileiros, sendo fonte de importantes nutrientes como a proteína de alto valor biológico e o cálcio. Ele está presente em diversos momentos de consumo, seja para acompanhar o pão do café da manhã, seja como ingrediente de uma receita de bolo para a tarde.

Porém, muitas informações que circulam sobre o leite, especialmente nas redes sociais, não são verdadeiras e deixam os consumidores confusos. Dessa forma, pensando na importância e relevância que o leite tem em nossas vidas, o movimento foi criado com o objetivo de empoderar os consumidores com informações sobre os benefícios do leite para uma alimentação balanceada, trazendo dados relevantes e confiáveis sobre esse alimento.

Recentemente o movimento idealizou o minidocumentário “Dia Mundial do Leite” e uniu a Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), a Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN) e a Associação Médica Brasileira (AMB) para juntas esclarecerem mitos e verdades sobre o leite com informações validadas pelo que há de mais atual na ciência. Este curta está disponível gratuitamente no canal do YouTube do movimento e nos sites e redes sociais das três sociedades médicas: https://www.youtube.com/watch?v=PmtFRZsTaeY



Ovo é reconhecido pela ciência: Sim! Faz muito bem para a saúde


Especialista destaca nutrientes e benefícios que reforçam o valor do alimento em todas as fases da vida
 

 

O ovo reúne muitos nutrientes essenciais em uma única porção. Versátil, acessível e de preparo rápido, ele está presente na rotina de milhões de brasileiros. 

“O ovo é um dos alimentos mais completos que temos à disposição. Ele fornece proteína de alto valor biológico, vitaminas essenciais, minerais importantes e antioxidantes que contribuem para o bom funcionamento do organismo. Além disso, é acessível, versátil e pode ser incluído em diferentes preparações. O grande desafio ainda é combater os mitos antigos e reforçar, com base em ciência, que seu consumo moderado é benéfico e seguro”, explica Lúcia Endriukaite, nutricionista do Instituto Ovos Brasil.
 

Graças à sua riqueza nutricional, o ovo faz bem em todas as fases da vida. Para crianças, contribui para o crescimento e desenvolvimento cognitivo; para gestantes, a colina presente na gema auxilia na formação do tubo neural e da memória do bebê; para idosos, ajuda a prevenir a perda de massa muscular; e, para atletas, é fonte de proteína de rápida absorção, favorecendo recuperação e desempenho.
 

Além das proteínas, o alimento se destaca pela presença de colina, nutriente fundamental para cérebro e memória, além de vitaminas B12, ácido fólico, vitaminas A, D e E, minerais como ferro, selênio e potássio, além de luteína e zeaxantina, antioxidantes que atuam na proteção da saúde ocular.
 

Mitos e verdades sobre o ovo
 

“Posso comer ovo todos os dias?” 

Verdade. Para a maioria das pessoas, o consumo diário é seguro quando inserido em uma dieta equilibrada.
 

“Gestantes e crianças podem comer ovo sem problemas?” 

Verdade. O alimento é seguro e especialmente importante: na gestante, a colina apoia a formação do tubo neural e formação do centro da memória; nas crianças, contribui para o desenvolvimento geral da criança além do cognitivo.
 

“Ovo frito faz mal?” 

️ Depende. O ovo em si é saudável, mas o preparo em excesso de óleo vegetal rico em ômega 6 pode não ser a melhor escolha. Cozido, pochê ou mexido com pouco óleo são opções melhores.
 

“Ovo aumenta o colesterol?” 

Mito. Pesquisas atuais mostram que o colesterol dietético tem pouco impacto no LDL. O que realmente pesa são gorduras saturadas e trans.
 

“Ovo branco é mais fraco que o marrom?” 

Mito. A cor da casca só depende da raça da galinha. Nutricionalmente, são equivalentes.
 

“Ovo é só proteína?” 

Mito. Além da proteína de alto valor biológico, o ovo contém colina, vitaminas A, D, E, complexo B, minerais como ferro e selênio, além de antioxidantes como luteína e zeaxantina.
 

O que dizem os estudos 

Um estudo prospectivo publicado no The American Journal of Clinical NutritionAssociation of egg intake with blood lipids, cardiovascular disease, and mortality in 177,000 people in 50 countries (Dehghan et al., 2020) – avaliou a associação entre o consumo de ovos (≥7 ovos/semana) e não encontrou relação significativa com lipídios sanguíneos, mortalidade ou eventos cardiovasculares maiores. Os autores concluíram que o consumo moderado de ovos (1 por dia) é seguro e não aumenta o risco de doenças cardiovasculares ou morte. 

Para aproveitar ao máximo os benefícios, a recomendação é variar o cardápio e priorizar métodos de preparo mais saudáveis. Combinado a vegetais, grãos integrais e gorduras boas, o ovo se torna um aliado poderoso da saúde e do bem-estar.

 

Instituto Ovos Brasil

 


Dieta na amamentação: o que comer para nutrir o bebê

A nutricionista do Oba Hortifruti, Thamires Lima, fala da importância de uma rotina alimentar equilibrada, rica em nutrientes, aliada à boa hidratação

 

O leite materno é considerado o alimento mais completo para o bebê, principalmente nos primeiros meses de vida. Mas, embora seu valor nutricional seja naturalmente elevado, a qualidade pode variar de acordo com a alimentação da mãe. A nutricionista do Oba Hortifruti, Thamires Lima, explica que uma dieta rica e equilibrada durante o período de lactação faz toda a diferença. “A mulher precisa entender que o que ela come reflete diretamente na saúde do bebê. Uma boa alimentação contribui para a produção de um leite mais nutritivo e fortalece o sistema imunológico da criança” 

Durante a amamentação, o corpo da mulher gasta cerca de 500 calorias extras por dia. Por isso, dietas restritivas não são recomendadas. Ao contrário: a alimentação precisa ser variada e nutritiva, incluindo vegetais, frutas, cereais integrais, proteínas magras e gorduras boas. “Se a mãe consome alimentos ricos em ômega-3, como peixes e sementes, por exemplo, o leite será mais rico em DHA, um nutriente essencial para o desenvolvimento cerebral e da visão do bebê”, diz a nutricionista.

Entre os alimentos recomendados, estão:

  • Aveia: rica em ferro e fibras solúveis, tradicionalmente associada à boa produção de leite;
  • Oleaginosas: como amêndoas, castanhas e nozes, fornecem gorduras boas e energia;
  • Sementes de linhaça, chia e gergelim: fontes de ômega-3 e cálcio;
  • Verduras verde-escuras: como couve, espinafre e brócolis, ricas em ferro, ácido fólico e cálcio;
  • Leguminosas: como grão-de-bico, lentilha e feijão, ótimas fontes de proteína vegetal e minerais;
  • Frutas ricas em água: melancia, mamão, laranja e pera auxiliam na hidratação e fornecem vitaminas importantes.

 

Thamires alerta que outro ponto importante durante a lactação é a hidratação. O leite materno é composto por cerca de 87% de água, o que reforça a necessidade do consumo constante de líquidos. “Água, água de coco e chás sem cafeína devem ser consumidos ao longo do dia. Alimentos com alto teor de água também ajudam, como melão, pepino e chuchu”, orienta. 

A nutricionista ainda alerta para o cuidado com alimentos que podem causar desconforto no bebê, como aqueles com alto índice fermentativo, como alho, cebola, feijão e couve-flor, por exemplo. Além disso, o consumo de álcool deve ser completamente evitado, já que passa diretamente para o leite. A cafeína também exige atenção: em excesso, pode causar irritação e agitação na criança. 

A especialista destaca que, embora não existam alimentos “milagrosos” que aumentem a produção de leite, alguns hábitos contribuem para esse processo. “Amamentar em livre demanda, manter o contato pele a pele com o bebê, descansar sempre que possível e controlar o estresse são medidas que favorecem a produção de leite. O emocional da mãe tem impacto direto na lactação. O cuidado com a alimentação da mãe é um investimento na saúde do bebê e também na recuperação e bem-estar da mulher nesse período tão importante”, afirma. 

Para facilitar a rotina, a nutricionista também sugere pratos simples e nutritivos que podem fazer parte do cardápio diário da mãe que amamenta. “Um mingau de aveia com banana e chia no café da manhã é uma ótima opção para começar o dia com energia e fibras. No almoço, um prato colorido com arroz integral, filé de frango grelhado, abobrinha refogada e uma salada com folhas verdes e cenoura ralada garante uma boa combinação de nutrientes. E como lanche da tarde, um iogurte natural com frutas picadas e uma colher de semente de linhaça fornece cálcio e gorduras boas essenciais para o leite”, recomenda. 

Ela ainda destaca a importância de refeições fracionadas e equilibradas ao longo do dia, sempre com foco em alimentos naturais e minimamente processados, e ensina três receitas de lanches.

 

 

Cookie de aveia 

 


1 xícara de chá de aveia em flocos

1/2 xícara de chá de farinha de aveia

2 colheres de sopa de linhaça dourada (pode ser triturada)

1/4 xícara de chá óleo de coco ou manteiga derretida

1/3 xícara de chá de açúcar mascavo ou mel (opcional)

1 ovo

2 colheres de sopa de leite vegetal de aveia

1 colher de chá de fermento em pó

1 pitada de sal

Canela a gosto

1/4 de xícara de chá de gotas de chocolate meio amargo ou frutas secas (opcional)

 

Modo de preparo: 

Pré-aqueça o forno a 180°C. Em uma tigela, misture os ingredientes secos: aveia, farinha, linhaça, açúcar, fermento, sal, canela. Em outro recipiente, misture os ingredientes líquidos: ovo, óleo de coco e leite vegetal. Junte tudo e misture bem até formar uma massa. Modele os cookies com uma colher e coloque em uma forma untada ou com papel manteiga. Asse por cerca de 15 minutos, ou até dourar levemente.

 

 

Barrinha Energética de oleaginosas

 


  

1 xícara de chá de aveia em flocos

1/2 xícara de chá de castanhas-do-pará picadas, castanha de caju, amêndoas, nozes

1/4 de xícara de chá de sementes de girassol ou chia (opcional)

1/3 de xícara de chá de mel ou pasta de tâmara (para versão sem mel)

1/3 de xícara de chá de pasta de amendoim (ou de castanha de caju)

1 colher de sopa de cacau em pó (opcional)

1 pitada de sal

1/4 de xícara de chá de gotas de chocolate amargo ou frutas secas picadas (opcional)

 

Modo de preparo: 

Misture todos os ingredientes secos em uma tigela. Em outra vasilha, misture o mel com a pasta de amendoim e leve ao micro-ondas por 20–30 segundos (ou aqueça levemente no fogão), só até ficar mais fácil de misturar. Junte tudo, misture bem até formar uma massa grudenta. Forre uma forma com papel manteiga e espalhe a massa, pressionando bem com uma colher. Leve à geladeira por 2 horas ou até firmar. Corte em barrinhas e guarde em pote fechado por até 7 dias na geladeira.

 

 

Bolinho de Espinafre assado

 

 

1 xícara de chá de folhas de espinafre picadas (cruas ou rapidamente refogadas)

1 ovo

4 colheres de sopa de farelo de aveia ou farinha (pode usar aveia em flocos, farinha de trigo, ou integral)

2 colheres de sopa de queijo ralado (opcional – use parmesão, muçarela ou ricota)

1/2 colher de chá de fermento em pó

1 pitada de sal

Temperos a gosto: cebola ralada, cúrcuma, orégano, alho em pó, etc.

 

Modo de preparo: 

Misture todos os ingredientes até formar uma massa úmida. Modele em bolinhos (com colher ou com as mãos) e coloque em uma forma untada ou com papel manteiga. Asse em forno pré-aquecido a 180°C por cerca de 20–25 minutos, até dourar.

 

 

OBA HORTIFRUTI

 

12 de setembro celebra o Dia do milkshake, clássico que nunca sai de moda

Da origem alcoólica no século XIX aos sabores gourmet atuais, a bebida segue conquistando gerações 

 

O milkshake, um dos ícones da cultura gastronômica mundial, tem até data oficial para ser celebrado: 12 de setembro é o Dia do milkshake. Criado no início do século XX nos Estados Unidos como uma variação mais doce e cremosa dos drinques feitos à base de leite maltado, o milkshake logo ganhou o mundo e atravessou décadas sem perder o frescor. Hoje, é consumido em diferentes formatos, do clássico de baunilha aos mais elaborados, e continua sendo símbolo de memória afetiva e de inovação no setor de bebidas.

No Brasil, a paixão pela bebida se consolidou principalmente entre os jovens e famílias, que associam o milkshake a momentos de lazer e descontração. Os sabores mais pedidos seguem uma tradição que mistura o clássico e o moderno: chocolate, morango e baunilha permanecem entre os favoritos, enquanto combinações mais sofisticadas, como cookies & cream, doce de leite, ninho com Nutella e Ovomaltine, conquistam espaço em redes especializadas.

Para Silvania Loureiro, head de operações da Polar Shake, o segredo da longevidade do milkshake está em sua versatilidade. “O milkshake é uma bebida democrática: pode ser simples e nostálgico, lembrando a infância, ou sofisticado, trazendo combinações inusitadas que surpreendem. É isso que mantém o milkshake sempre atual e querido pelo público”, afirma.

Além do sabor, a bebida também carrega curiosidades. Uma delas é que a palavra milkshake aparece registrada já em 1885, originalmente para designar uma mistura alcoólica de leite com uísque. Foi apenas nos anos 1920, com a popularização do liquidificador, que a versão cremosa com sorvete se tornou popular e ganhou o formato que conhecemos hoje.

Segundo Silvania, essa capacidade de se reinventar é o que mantém o milkshake no topo das preferências: “O que vemos hoje é uma busca por experiências completas: não é apenas sobre beber um milkshake, mas sobre sentir o sabor, compartilhar nas redes sociais e viver o momento. Ele é ao mesmo tempo nostalgia e tendência”, completa.

Conheça 5 curiosidades sobre a bebida:

  1. Origem alcoólica – O primeiro registro da palavra milkshake data de 1885, descrevendo uma mistura de leite com uísque. A versão cremosa com sorvete só surgiu nos anos 1920.
  2. O poder do liquidificador – A popularização do eletrodoméstico foi decisiva para transformar o milkshake no clássico que conhecemos hoje, tornando o preparo mais rápido e homogêneo.
  3. Sabores eternos – Chocolate, baunilha e morango seguem sendo os campeões de preferência no mundo todo, mas versões gourmet — como pistache, doce de leite e cookies & cream — vêm ganhando espaço.
  4. Ícone pop – Nos anos 1950, o milkshake virou símbolo da cultura americana, eternizado em lanchonetes, jukeboxes e filmes que marcaram gerações.
  5. Nostalgia e inovação – Apesar de remeter à infância e momentos afetivos, o milkshake também acompanha as tendências gastronômicas, incorporando novos ingredientes e até versões mais leves e veganas.

 

 Polar Shake


sábado, 6 de setembro de 2025

Quais áreas do corpo podem receber aplicação de preenchedores?

 Freepik

Os preenchedores dérmicos são substâncias injetáveis utilizadas para restaurar volume, suavizar rugas e melhorar o contorno facial e corporal. Muito utilizados no campo da estética, esses tratamentos têm se tornado cada vez mais populares devido à sua capacidade de oferecer resultados naturais com mínima invasão e tempo de recuperação rápido.

 

Geralmente compostos por ácido hialurônico, que é uma substância naturalmente presente no corpo humano e tem a capacidade de atrair e reter água proporcionando hidratação e volume, os preenchedores são mais comumente utilizados na face. Mas também há outros tipos, como os baseados em ácido polilático e hidroxiapatita de cálcio, cada um com propriedades específicas que atendem a diferentes necessidades estéticas. 

Camila de Melo Franco, médica dermatologista e professora do curso de Medicina da Faculdade Pitágoras, argumenta que a aplicação de tais compostos não se limita a uma área do corpo. “A aplicação em diversas partes do corpo tem ganhado popularidade, ajudando a restaurar volumes perdidos, suavizar imperfeições e melhorar o contorno corporal. Lembrando que o tratamento deve ser orientado e acompanhado por um especialista médico, visando garantir a segurança e a obtenção dos melhores resultados”, alerta. 

A dermatologista lista, a seguir, algumas das regiões que podem receber a aplicação:

 

Rosto:

  • Lábios: Aumentar o volume ou definir o contorno dos lábios, suavizando linhas finas.
  • Olheiras: Preenchimento das áreas abaixo dos olhos, diminuindo a aparência de olheiras e sulcos.
  • Sulcos nasolabiais e linhas de marionete: Essas linhas que se formam ao redor da boca podem ser suavizadas com preenchedores, criando um contorno mais jovem e suave.
  • Maçãs do rosto: Restaurar o volume perdido nas bochechas, proporcionando um efeito lifting e melhorando o contorno facial.
  • Mandíbula e queixo: Melhorar o contorno da mandíbula e corrigir o formato do queixo, conferindo um perfil mais harmônico.

 

Corpo:

  • Mãos: A área das mãos também sofre com a perda de volume e a flacidez da pele ao longo do tempo. Os preenchedores podem ser usados para restaurar volume e suavizar as veias visíveis.
  • Decote e colo: Com o passar dos anos, a pele do decote perde volume e elasticidade. O preenchimento da área pode ajudar a suavizar rugas e devolver uma aparência mais jovem.
  • Coxas e glúteos: Embora menos comum que no rosto, a aplicação de preenchedores também pode ser realizada nos glúteos e coxas para restaurar volume e melhorar o contorno corporal, proporcionando um efeito lifting. 

A principal vantagem dos preenchedores é a capacidade de proporcionar resultados imediatos e naturais, sem a necessidade de intervenções cirúrgicas. “O procedimento é rápido, com mínima dor e sem longos períodos de recuperação, permitindo que os pacientes retomem suas atividades cotidianas rapidamente. Outro ponto positivo é que os preenchedores são temporários, o que significa que os resultados podem ser ajustados com o tempo conforme o desejo do paciente”, destaca a Dra. Camila.  



Faculdade Pitágoras
Para mais informações, acesse o site.

 

Cirurgia plástica é só vaidade? Especialista explica!

Entenda como procedimentos vão além da estética e impactam a qualidade de vida
 

Com mais de 2 milhões de procedimentos realizados ao ano, o Brasil é o segundo país com maior volume de cirurgias plásticas no mundo, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Apesar dos números expressivos, ainda persiste o estigma de que a cirurgia plástica está relacionada exclusivamente à vaidade. Na prática, no entanto, os benefícios vão muito além da estética.
 

De acordo com o cirurgião plástico Raphael Alcalde, referência em contorno corporal e com mais de 15 anos de atuação, muitos procedimentos têm impacto direto na saúde física e emocional dos pacientes. “A cirurgia plástica, quando bem indicada, pode devolver autoestima, aliviar desconfortos físicos e promover reintegração social. É uma ferramenta de qualidade de vida”, explica.
 

Casos como reconstrução mamária após o câncer, retirada de excesso de pele em pacientes pós-bariátrica, tratamento de ginecomastia em homens e correções pós-trauma são apenas alguns exemplos de como a cirurgia pode transformar vidas. Em todos esses casos, o procedimento não tem apenas objetivo estético, mas funcional e psicológico. 

Segundo dados da SBCP, cerca de 40% das cirurgias plásticas no Brasil são reparadoras, com crescimento expressivo na demanda por procedimentos associados à reabilitação física e emocional. A lipoaspiração segue como o procedimento mais realizado no país, com mais de 230 mil procedimentos em 2023, mas cirurgias reparadoras vêm ganhando cada vez mais espaço — principalmente entre pacientes que passaram por grandes transformações corporais. 

Além dos resultados físicos, o impacto na autoestima também é um ponto central. “Muitos pacientes relatam que voltaram a se olhar com carinho no espelho, que recuperaram segurança em ambientes sociais ou até mesmo no trabalho. Isso mostra que, muitas vezes, estamos falando de reconstrução emocional, não apenas corporal”, afirma Dr. Raphael. 

Outro ponto relevante é o papel do cirurgião na escuta ativa. “Cada paciente traz uma história. Antes de qualquer procedimento, é preciso entender a motivação, orientar com clareza e responsabilidade, e deixar claro que cirurgia não é solução mágica — é uma escolha séria, que precisa ser consciente e personalizada”, complementa. 

Em um cenário onde a busca pelo bem-estar físico e mental está cada vez mais integrada, a cirurgia plástica ganha um novo significado: o de ser aliada do autocuidado, da dignidade e da reconexão com o próprio corpo — muito além do espelho.
 

Dr. Raphael Alcalde - Cirurgião plástico com mais de quinze anos de experiência, especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Médico com formação em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica, possui MBA em Gestão Hospitalar. É reconhecido por sua atuação em contorno corporal e cirurgia reparadora, com sólida vivência em urgência e emergência pelo SAMU, o que aprimorou sua precisão cirúrgica.



Dermatologista aponta passos essenciais para manter a pele saudável desde cedo

Divulgação
Acne e oleosidade são as principais reclamações da faixa etária dos 12 a 20 anos

 

A adolescência é marcada por intensas transformações físicas e hormonais, e a pele sofre diretamente os efeitos dessas mudanças. Por volta dos 12 anos, com a chegada da puberdade, é comum surgirem espinhas devido ao aumento da oleosidade — quadro que pode se estender para além dos 20 anos, evoluindo para a acne adulta. No entanto, com hábitos simples e o uso de ativos adequados, é possível adotar uma rotina de cuidados eficaz, prevenindo problemas futuros.

 

Para explicar a importância de cada passo no cuidado com a pele jovem, o médico dermatologista Raul Cartagena Rossi, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e consultor da TheraSkin®, destaca os hábitos e atitudes que contribuem para uma pele mais saudável nessa fase.

 

Limpeza

A limpeza diária é fundamental para prevenir a obstrução dos poros e controlar a oleosidade, evitando o aparecimento de espinhas. O ideal é lavar o rosto duas vezes ao dia, de manhã e à noite, com produtos que limpem sem agredir ou ressecar, mantendo o equilíbrio natural da pele.

 

Produtos com tecnologia Syndet são boas alternativas para a limpeza suave, especialmente em peles mistas a oleosas, como Cleany® Controle e, para peles oleosas e acneicas, como Cleany® Concentrado.

 

Hidratação

A hidratação é importante em todas as idades para preservar a integridade da barreira cutânea. No caso da pele jovem, que tende a ser mais oleosa, recomenda-se o uso de hidratantes em gel, loções ou séruns livres de óleo.

 

Tratamento para acne e oleosidade

Mesmo com todos os cuidados, espinhas e acne podem surgir por diversos fatores, como estresse, poluição, alimentação e genética. É importante evitar espremer as lesões para não causar inflamações e cicatrizes. Nesses casos, são indicados produtos com niacinamida, ativo com propriedades anti-inflamatórias, que controla a oleosidade e melhora a aparência da pele.

 

Para cuidados específicos com a pele acneica e oleosa, Papuless® é um gel antiacne que hidrata a pele de forma correta, desempenhando uma ação anti-inflamatória, aumentando a capacidade antioxidante e clareadora da pele. Por conter o ingrediente niacinamida, fortalece a barreira cutânea, controlando a oleosidade e a produção de sebo gerado pela pele.

 

Proteção solar

Indispensável em todas as fases da vida, o protetor solar deve ser usado diariamente. Na juventude, ele atua na prevenção de manchas e do fotoenvelhecimento, ajudando a manter a pele saudável e bonita por mais tempo.

 

O Dr. Raul ressalta a importância de buscar orientação médica: “Especialmente em casos mais graves de acne, o acompanhamento de um dermatologista é essencial para um tratamento personalizado e eficaz”.

 

Com cuidados simples e regulares, é possível manter a pele com aspecto jovem e saudável, fortalecendo a autoestima em todas as fases da vida.

 

 



¹Dr. Raul Cartagena Rossi (CRM/SP: 224.016 RQE 141952), Médico Dermatologista, Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Farmacêutico Especialista em Farmacologia e Consultor Científico da Theraskin.




TheraSkin®

http://loja.theraskin.com.br



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