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domingo, 6 de julho de 2025

Pesquisa global revela que pessoas preferem a companhia dos pets em vez de parceiros quando estão estressadas

 

  • No Brasil, 51% dos tutores de animais de estimação revelam que preferem passar tempo com seus pets quando estão estressados — colocando os pets à frente de parceiros, familiares, filhos ou amigos
  • Uma nova pesquisa global com mais de 30 mil tutores, conduzida pela Mars e pela Calm, revela as diversas formas como cães e gatos impactam nosso bem-estar diário
  • Pets nos encorajam a fazer pausas de atividades que alimentam o estresse — como rolagem infinita nas redes sociais, tarefas domésticas, trabalho e outros compromissos

 

Se você prefere abraçar seu pet em vez de conversar com seu parceiro depois de um dia estressante, não está sozinho. Uma nova pesquisa global realizada pela Mars, líder em cuidados com animais de estimação, e pela Calm, referência mundial em saúde mental, revelou que 51% dos tutores brasileiros preferem passar tempo com seus pets quando estão estressados — superando a preferência por parceiros (21%), filhos (15%), amigos (9%) e familiares (8%). Além disso, 83% dos brasileiros afirmam que seus pets impactam positivamente sua saúde mental. 

Realizada com mais de 30 mil tutores em 20 países, incluindo Brasil, Canadá, Espanha, México, Austrália e Estados Unidos, a pesquisa destaca o papel essencial dos animais de estimação no bem-estar emocional das pessoas. Seja incentivando pausas no trabalho, desligando das telas ou oferecendo conforto silencioso, os pets têm ajudado milhões a encontrar equilíbrio em um mundo cada vez mais acelerado e conectado.
 

Pets: guias silenciosos para o bem-estar

Às vezes, não é o que eles fazem — é o simples fato de estarem ali. Mais da metade dos tutores brasileiros (51%) afirmam que seus pets oferecem companhia sem a necessidade de palavras em momentos difíceis. Quase um quarto (21%) diz que conversar com o pet ajuda a expressar preocupações sem julgamento, enquanto 86% relatam que apenas a presença do animal proporciona uma sensação de calma e relaxamento. 

“Embora amemos nossos pets, muitas vezes não percebemos o quanto eles nos retribuem”, afirma Dra. Tammie King, especialista em interação humano-animal e gerente sênior de pesquisa no Waltham Petcare Science Institute. 

“Transformar as interrupções diárias causadas pelos pets em lembretes de bem-estar pode ser uma poderosa ferramenta. Sabemos, por exemplo, que o toque físico com os pets pode aumentar os níveis de ocitocina em humanos. Esses dados nos ajudam a reconhecer os pequenos — e poderosos — momentos de bem-estar que vivemos com eles todos os dias.”
 

Um olhar, um abanar de rabo ou um toque: pesquisa também revela como o comportamento dos pets nos guia para hábitos mais saudáveis

  • Pausa na rotina: 83% dos brasileiros dizem que seus pets os lembram de fazerem pausas no trabalho, nas tarefas ou afazeres.
  • Mente mais tranquila: 77% dizem que seus pets os ajudam a parar de pensar demais ou se preocupar, promovendo mais calma e concentração.
  • Mais tempo ao ar livre: 71% dos tutores relatam que seus pets os incentivam a passar mais tempo fora de casa, transformando os passeios com os animais em momentos de bem-estar.
  • Menos tempo nas telas: 69% dizem que seus pets os incentivam a se afastar das telas — e para metade (51%), é um lembrete diário para se desconectar, combatendo com o esgotamento digital.

Dr. Chris Mosunic, Diretor Clínico da Calm, afirma: “Sabemos que pequenos momentos intencionais de calma podem ter um grande impacto em nosso bem-estar e nossos pets têm uma forma incrível de nos guiar até lá. Um passeio rápido com o cachorro, ou um carinho no gato quando ela passar pela tela do seu computador, pode promover um ótimo momento para parar e recarregar as energias. Estamos orgulhosos da parceria com a Mars e de trazer esses dados para destacar o poder desse vínculo e ajudar mais pessoas a descobrirem os incríveis benefícios emocionais e mentais de conviver com pets.” 

A pesquisa marca o início de uma parceria inédita entre Mars e Calm, com o objetivo de explorar e celebrar a conexão profunda entre pessoas e seus pets como força para o bem-estar diário. Para colocar o conhecimento em prática, Mars e Calm se uniram para criar conteúdo para ajudar a manter o bem-estar e, ao mesmo tempo, fortalecer o vínculo com seu animal de estimação. Esta é a primeira coleção da Calm criada exclusivamente para amantes pets e inspirada no relacionamento mútuo entre pessoas e seus animais de estimação. 

Para mais informações sobre a parceria Mars x Calm, visite: Link
  


Mars


Calm
calm.com

 

Hotel para animais deve oferecer carinho e segurança


Dê folga para seu animal de estimação nas férias, deixando-o descansar num hotel, enquanto você estiver viajando. A hospedagem deve oferecer qualidade nos serviços prestados, evitando que ocorra estresse, fuga, ou até um acidente grave. 

Existem muitas opções, que se diferenciam pelas instalações, capacidade para acomodação, alimentação, atividades físicas e preço. Nem sempre o mais caro é realmente o melhor. 

"A decisão deve ser tomada, a partir do momento que você sentir que as pessoas responsáveis pelo trabalho oferecem uma dedicação comprovada, com conhecimento suficiente para identificar alguma anomalia e principalmente, possuem boas referências", alerta Vininha F. Carvalho, defensora dos animais e editora da Revista Ecotour News .

Jamais reserve a hospedagem sem fazer uma visita prévia ao local, para testar o atendimento, verificando as condições de higiene das pistas onde os cães se exercitam dos boxes onde será alocado, armazenamento da ração, quantas vezes por dia é oferecida a alimentação, qual tipo de ração é usado e se existe água limpa e de fácil acesso. Torna-se fundamental observar a estrutura de segurança, como: grades, telas, altura das paredes e proteção especial para fêmeas no cio. 

Algumas hospedagens pedem que o tutor traga a ração de seu cão, para evitar transtornos gastrointestinais e facilitar a adaptação. "Relate todos seus hábitos e manias. O quanto mais souber sobre ele, melhor poderão tratá-lo. Não deixe que um tratador seja mordido para que o pessoal da hospedagem descubra que seu cão não gosta que ninguém se aproxime quando ele esta comendo", ressalta Vininha F.Carvalho. 

Estabeleça claramente o que está incluído na diária do seu animal e quais os serviços que serão cobrados a parte. Algumas hospedagens não incluem atividades especiais como: natação, treinamento, exercícios de musculação ou agility. 

Em caso de emergência especifique se ele deverá ser atendido pelo veterinário do seu animal, ou se pelo veterinário responsável pela hospedagem, e quem arcará com as despesas. Se for possível deixe também o telefone de onde você poderá ser encontrado, ou de alguém que possa se responsabilizar pelo animal enquanto você estiver viajando (um parente ou amigo que tenha intimidade com ele). 

No momento de chegada ao hotel, deverá ser apresentada a carteira de vacinação e confirmar que já foi passado ou solicitar um preventivo para combater as pulgas e carrapatos. 

"Mostre-se seguro na hora da despedida, para que o animal não fique muito assustado neste novo ambiente. Alguns normalmente não vão comer bem nos primeiros dois ou três dias e ficarão desanimados. Depois deste período, geralmente acabam adorando as novidades. Cães mais seguros desfrutam com alegria de novos espaços, exercício e companhia canina", enfatiza Vininha F. Carvalho. 

Na hora de buscá-lo é importante certificar-se que está tudo dentro do que foi contratado e, em caso contrário, deverá ser notificado este estabelecimento junto ao PROCON, evitando desta forma, que prospere os maus empreendedores deste segmento. O seu animal não poderá reclamar durante o período que estiver lá, mas todas as deficiências serão percebidas nitidamente pelo tutor atencioso que buscou dar a ele um tratamento profissional.


Julho Dourado: aprenda 5 dicas para vacinar seu pet sem comprometer o orçamento

Veterinária e professora do IBMR, no RJ, alerta que descaso pode gerar problema de saúde pública

 

Vacinação animal é fundamental para prevenir doenças graves e zoonoses que podem afetar tanto os pets quanto as pessoas ao redor, mas quanto custa tudo disso? O custo das vacinas pode ser um obstáculo para muitos tutores. 

Neste Julho Dourado, campanha dedicada à conscientização acerca da importância da vacinação e prevenção de zoonoses em animais de estimação, a professora e coordenadora da graduação em Medicina Veterinária do Centro Universitário IBMR, Victória Bório orienta e cita os erros mais frequentes dos turores sobre o tema. 

“Um dos erros mais frequentes que observo entre tutores que tentam economizar com a vacinação dos pets é abrir mão da vacinação ou buscar alternativas de baixo custo, porém não confiáveis. Isso inclui o uso de vacinas de procedência duvidosa, muitas vezes adquiridas em locais sem controle adequado de conservação - como temperatura e validade – e, até mesmo, aplicadas por pessoas não habilitadas em estabelecimentos que não possuem registro no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV)”, alerta a médica veterinária. 

Outro erro recorrente, acrescenta a docente do IBMR, é postergar intencionalmente os prazos de revacinação, acreditando que o animal ainda está protegido ou que uma dose a menos não fará diferença. “Na prática, isso compromete a eficácia da imunização e aumenta significativamente o risco de infecção. Essa suposta economia pode sair muito mais cara”, explica.
 

Risco à saúde pública

O fato é que animais não vacinados ou vacinados de forma inadequada ficam altamente vulneráveis a doenças infecciosas graves, como cinomose, parvovirose e leptospirose nos cães, ou panleucopenia, calicivirose e rinotraqueíte nos gatos. “Muitas dessas enfermidades exigem tratamentos intensivos, prolongados e de alto custo e podem levar o animal a óbito”, justifica. 

Victória faz outro alerta importante aos tutores e seus familiares, pois algumas dessas doenças, como a raiva e a leptospirose, representam riscos à saúde humana, já que são zoonoses. Ou seja, não vacinar corretamente um pet também é uma falha com implicações na saúde pública. 

"A vacinar o pet é um investimento essencial e inegociável na saúde e bem-estar do animal e da família. Sempre procure um médico-veterinário de confiança, que poderá avaliar corretamente o protocolo vacinal ideal para cada pet e garantir a aplicação segura e eficaz das vacinas”. A professora do IBMR reúne cinco dicas para você garantir a imunização do seu melhor amigo de forma acessível e responsável
 

1 - Procure campanhas públicas

Prefeituras, organizações, hospitais escolas de universidades realizam durante o Julho Dourado e ao longo do ano campanhas gratuitas ou com preço reduzido para vacinação de cães e gatos. Fique atento aos calendários locais e aproveite essas oportunidades.
 

2 - Pesquise e compare preços em diferentes clínicas veterinárias

Os valores das vacinas podem variar bastante. Consulte mais de uma clínica ou pet shop veterinário na sua região para encontrar opções com melhor custo-benefício.
 

3 - Priorize vacinas essenciais e faça o plano vacinal completo

Converse com o veterinário para identificar quais vacinas são indispensáveis para seu pet e siga o calendário correto. Evitar vacinas desnecessárias ou fora do tempo pode ajudar a economizar.
 

4 - Negocie pagamentos e descontos

Algumas clínicas oferecem condições especiais, como parcelamento, descontos para múltiplas vacinas ou para clientes fidelizados. Não hesite em perguntar e negociar o melhor acordo.
 

5 - Mantenha a prevenção complementar em dia

Cuidados como vermifugação, controle de pulgas e carrapatos, alimentação balanceada e ambiente limpo ajudam a evitar outras doenças, reduzindo visitas veterinárias emergenciais e custos extras. 

Com planejamento e informação, você pode garantir a proteção do seu pet contra doenças graves mesmo com orçamento apertado.


Férias com os pets: como garantir uma experiência segura e confortável?

Divulgação

Conheça dicas essenciais para quem vai pegar a estrada ou embarcar na companhia dos animais
 

 

Viajar com os pets tem se tornado cada vez mais comum entre os tutores que desejam aproveitar momentos de lazer, sem abrir mão da companhia de seus companheiros. No entanto, essa escolha exige planejamento, responsabilidade e atenção aos detalhes, principalmente quando o destino envolve longas distâncias ou estadias prolongadas. Garantir a segurança e o bem-estar do animal ao longo do percurso — seja ele terrestre ou aéreo — é fundamental para uma viagem tranquila e prazerosa.

A médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe, ressalta que o ponto de partida para qualquer viagem com os pets é uma visita ao consultório veterinário. “Antes de viajar, o ideal é passar por uma consulta para avaliar se o animal está com as vacinas em dia, em boas condições de saúde e apto para o deslocamento. Essa avaliação prévia ajuda a evitar imprevisto, receber as orientações adequadas de acordo com as condições clínicas do seu melhor amigo”, afirma.

Outro ponto essencial é a escolha do meio de transporte e o tipo de acomodação que será utilizado pelo animal durante o trajeto. No caso de viagens de carro, a legislação brasileira exige que os pets estejam devidamente contidos — seja por cinto de segurança apropriado ou caixa de transporte; essa medida não só protege o animal, como também evita distrações para o motorista. “Não é recomendável levar o pet solto no carro. Além de perigoso, pode gerar acidentes graves. A caixa de transporte, além de ser segura, oferece ao pet um ambiente familiar e confortável, especialmente se ele já estiver acostumado com ela”, explica Bruna.

Para viagens aéreas, o planejamento deve começar com bastante antecedência. Cada companhia aérea tem suas próprias exigências em relação ao transporte de animais, que podem incluir laudos de saúde, carteira de vacinação atualizada e até microchipagem, dependendo do destino. Em viagens internacionais, é comum a exigência do Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos, além de exames específicos que podem demorar dias ou semanas para ficarem prontos. Bruna alerta que “muitos tutores só descobrem essas exigências perto da data do embarque e acabam enfrentando dificuldades. O ideal é se informar com, no mínimo, 30 dias de antecedência, e contar com o apoio do
médico-veterinário que acompanha o animal para reunir toda a documentação”.

Durante a viagem, o pet também precisa de cuidados com alimentação e hidratação. O ideal é oferecer água fresca ao longo do trajeto e fazer pequenas refeições ou snacks leves — evitando alimentos muito volumosos, que podem causar enjoos, especialmente em deslocamentos longos. Os petiscos são aliados interessantes nesse momento: além de distraírem o animal, ajudam a reduzir o estresse causado pela mudança de ambiente. “A mastigação é um comportamento relaxante para muitos cães. Quando utilizamos snacks apropriados, podemos transformar um momento potencialmente estressante em uma experiência mais agradável para o animal”, sugere Bruna.

Ao chegar ao destino, é importante permitir que o pet explore o ambiente com calma, sempre sob supervisão, para que se familiarize com o novo espaço. Locais muito barulhentos ou movimentados podem gerar ansiedade, especialmente em animais que não estão acostumados a sair de casa com frequência. Outro ponto de atenção é o clima: pets de focinho curto, como bulldogs e pugs, sofrem mais em ambientes muito quentes e precisam de cuidados redobrados.

Muitos tutores aproveitam as férias escolares para viajar com as crianças e os pets ao mesmo tempo — uma combinação que pode ser maravilhosa, mas também desafiadora. É essencial lembrar que, apesar de sociáveis, os animais têm limites físicos e emocionais. “As crianças tendem a querer brincar o tempo todo, mas o pet precisa de momentos de descanso e, muitas vezes, de silêncio. Ensinar os pequenos a respeitar o espaço do animal é uma forma de garantir a harmonia da viagem”, orienta Bruna. Ela ainda reforça a importância de paradas estratégicas em viagens de carro, permitindo que o animal caminhe, beba água e faça suas necessidades com tranquilidade.

Por fim, a preparação da bagagem do pet não pode ser deixada de lado. Além de ração, petiscos, potes, coleira e guia, não esqueça de levar itens que o animal reconheça, como uma manta, brinquedo ou caminha — elementos que ajudam a proporcionar segurança emocional em um ambiente desconhecido.


E a viagem com os gatos?

Embora muitos tutores queiram levar seus gatos para viagens, é importante considerar que os felinos, em geral, são animais extremamente apegados ao território e tendem a sofrer mais com mudanças bruscas de ambiente. Por isso, na maioria dos casos, o ideal é que o pet permaneça em casa, sob os cuidados de um responsável de confiança ou de um serviço especializado em pet sitting.*

Para tutores que optam por deixar o gato em casa, organizar previamente a visita de alguém para alimentar, limpar a caixa de areia e oferecer carinho ao pet é essencial para manter a saúde física e emocional do animal durante a ausência da família.

Se, ainda assim, a viagem for inevitável, alguns cuidados são fundamentais para minimizar o desconforto. O uso da caixa de transporte é indispensável e, sempre que possível, ela deve conter objetos familiares, como uma manta ou brinquedo com o cheiro da casa, proporcionando uma sensação de segurança. Outra estratégia que pode contribuir significativamente é o uso de feromônio sintético, disponível em sprays ou difusores. Os feromônios são substâncias naturais liberadas pelos próprios animais para transmitir mensagens de tranquilidade e segurança — e suas versões sintéticas ajudam a reproduzir esse efeito calmante, auxiliando na redução do estresse em situações novas ou desafiadoras.

Além disso, o tutor deve manter a rotina de alimentação o mais próxima possível do habitual e garantir momentos de tranquilidade para o felino se adaptar ao novo ambiente. “Diferente dos cães, que costumam se adaptar melhor a novas rotinas e ambientes, os gatos são muito sensíveis a alterações no espaço em que vivem. A viagem pode gerar estresse intenso, impactando diretamente na saúde e no comportamento do animal”, explica Bruna.

Em casos de hospedagem fora de casa, opte por acomodações que aceitem gatos e ofereçam segurança, evitando espaços com muitas rotas de fuga ou exposição a outros animais desconhecidos. Bruna orienta: “O importante é respeitar o perfil do seu gato. Nem todo felino vai se adaptar bem a uma viagem, e forçar essa situação pode ser prejudicial ao bem-estar dele”.

Como visto, viajar com pets pode ser uma experiência extremamente gratificante, fortalecendo ainda mais o vínculo entre tutor e animal. Mas, para que tudo corra bem, cada etapa da jornada deve ser cuidadosamente pensada e respeitar as necessidades do seu companheiro de quatro patas. Com atenção, carinho e um bom planejamento, as férias em família — incluindo o pet — têm tudo para serem inesquecíveis.



Pet Nutrition
https://www.petnutrition.com.br/


*Pet sitting é um serviço em que uma pessoa cuida do animal de estimação na casa do tutor ou em sua própria residência, oferecendo atenção, alimentação e cuidados durante a ausência do dono — como em viagens ou longos períodos fora de casa.



Fisioterapia em pets: veja as indicações e as principais técnicas para seu companheiro de quatro patas

 Reprodução
Nouvet
Prática beneficia bichinhos com dores crônicas, mobilidade reduzida ou doenças degenerativas; também auxilia no pós-operatório

 

Pets também têm dores, problemas musculoesqueléticos e necessidades específicas de condicionamento corporal; nesses casos, eles podem se beneficiar e muito da fisioterapia veterinária. Assim como nos seres humanos, a modalidade promove o restabelecimento físico, aliviando desconfortos, melhorando a mobilidade e proporcionando uma melhor qualidade de vida para os bichinhos. 

“É uma prática cada vez mais procurada por tutores para ajudar no bem-estar dos pets, auxiliando na recuperação funcional e no fortalecimento dos músculos. Seja nos cuidados de condições crônicas ou no aprimoramento da forma física, a fisioterapia ganhou muitos adeptos por ser segura e não invasiva”, comenta Nathalia Vilera, fisioterapeuta no Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar de São Paulo. 

Um dos principais motivos pelos quais os tutores buscam a especialidade é para o alívio da dor, especialmente em pets com artrite, displasia coxofemoral (alteração anatômica nas articulações do quadril) e espondilose (artrose na coluna). 

Em cães e gatos, ela é aplicada em várias situações, como no pós-operatório de cirurgias ortopédicas e em condições degenerativas, como a osteoartrite. É usada, ainda, na recuperação de lesões traumáticas e no tratamento de distúrbios neurológicos, restaurando a mobilidade, reduzindo a dor e reabilitando funções neuromusculares. 

A prática promove o fortalecimento muscular, melhorando a mobilidade dos pets. O condicionamento proporcionado pela fisioterapia também é essencial para pets obesos, pois ajuda a aumentar a amplitude dos movimentos das articulações, prevenindo lesões e perda de músculos. 

“Com a variedade de técnicas disponíveis e benefícios, a fisioterapia se consolida como componente fundamental para a saúde dos pets, necessária para promover o bem-estar e a recuperação, quando necessária. Os tratamentos personalizados reabilitam e garantem uma vida mais ativa e saudável aos nossos companheiros de quatro patas”, conclui Nathalia.

 

Principais técnicas de fisioterapia veterinária

As técnicas aplicadas variam caso a caso. O alongamento passivo é a mais comum; ela ajuda a melhorar a flexibilidade das articulações e aliviar rigidez, muito utilizada em pets de idade avançada ou que passaram por longos períodos de imobilização. A eletroterapia, que envolve o uso de correntes elétricas para estimular a contração e promover redução da dor, também é amplamente usada, especialmente em casos de dor crônica e atrofia muscular. 

A hidroterapia utiliza a água para ajudar na reabilitação, especialmente daqueles pets com problemas articulares ou na coluna; a natação e as esteiras aquáticas oferecem resistência ao movimento sem sobrecarregar as articulações, permitindo exercícios seguros e controlados. Por fim, a massagem terapêutica melhora a circulação sanguínea, reduz os sintomas e relaxa a musculatura, sendo útil no alívio de espasmos e dores musculares.
 

Nouvet
Nouvet


Retirada de pets sem alta médica exige termo de responsabilidade, reafirma CFMV

Divu

A retirada de animais dos serviços veterinários sem a devida alta médica exige a assinatura de um termo de responsabilidade por parte do responsável pelo animal. A exigência, já prevista em norma anterior para os casos de risco iminente de morte do animal, agora é ampliada para qualquer situação com a edição da Resolução nº 1.653/2025, publicada pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) no Diário Oficial da União em 2 de julho. A norma reafirma o dever do médico-veterinário e do responsável pelo animal de zelar pela segurança do paciente, fortalecendo o respaldo ético e jurídico em situações de retirada antecipada do serviço veterinário. 

De acordo com a resolução, o responsável deve declarar por escrito estar ciente do quadro clínico do animal e dos riscos envolvidos ao optar por sua remoção antes da recomendação profissional. Caso se recuse a assinar o termo, o médico-veterinário deve registrar a situação no prontuário e colher a assinatura de duas testemunhas que tenham presenciado o ocorrido.


Prontuários – Além dessa medida de proteção, a nova resolução promove uma série de alterações na Resolução CFMV nº 1.321/2020, que trata da documentação médico-veterinária. Entre elas, estão a definição de prazos claros para o fornecimento de cópias do prontuário ao responsável pelo animal, mediante solicitação expressa. O prazo padrão é de até cinco dias úteis, podendo chegar a trinta dias úteis em casos justificados ou envolvendo exames realizados por terceiros contratados pela clínica.

A norma também amplia o conteúdo obrigatório nos prontuários. Passam a ser exigidos relatos prestados pelo responsável, registro detalhado dos procedimentos realizados, com data, hora e identificação do profissional, além de cópias de exames complementares, laboratoriais ou de imagem. 

Para harmonizar a linguagem em documentos e formulários, a resolução substitui oficialmente os termos “proprietário” e “tutor” por “responsável pelo animal”, padronizando a comunicação em todo o Sistema CFMV/CRMVs. A Resolução nº 1.653/2025 entrou em vigor na data de sua publicação e está disponível na íntegra aqui.

Quando a Idade Engana: Por que Algumas Mulheres de 50 Parecem Ter 30 e Algumas de 20 Parecem Ter 40?


Venho apresentar essa sugestão de pauta sobre mulheres de 50 parecem ter 30 (Por exemplo a Kris Jenner aparecer absurdamente mais nova e até mesmo a Linday Lohan que surpreendeu com sua aparência completamente mais jovem e natural). E jovens de 20 já exibem rostos artificializados. Afinal, por que a aparência deixou de acompanhar a idade? A dermatologista Dra. Renata Castilho explica os fatores por trás desse fenômeno desde os avanços do skincare e dos procedimentos naturais até os riscos da adultização precoce e da estética sem critério. Uma matéria atual, provocativa e necessária.


Espero que goste!

Nos dias de hoje, tentar adivinhar a idade de alguém apenas pela aparência tornou-se uma aposta arriscada. Enquanto mulheres de 50, 60 ou até mais aparentam um viço quase adolescente, outras, com pouco mais de 20, já apresentam sinais de envelhecimento precoce ou uma aparência artificial que destoa da juventude real que ainda carregam. 

A pergunta que circulou nas redes nos últimos dias é o exemplo perfeito dessa inversão de expectativas: "O que Kris Jenner fez no rosto?" Aos 69 anos, a matriarca das Kardashian chocou os fãs ao surgir visivelmente mais jovem, com uma pele firme, traços delicadamente reposicionados e uma aparência rejuvenescida, sem sinais óbvios de intervenção estética. 

Mas o que está por trás dessa transformação silenciosa, quase imperceptível aos olhos leigos? E por que, ao mesmo tempo, meninas muito jovens estão parecendo mais velhas do que são?
 

A idade deixou de ser um marcador confiável da aparência

Segundo a dermatologista Dra. Renata Castilho, essa mudança é reflexo de uma combinação de fatores:
“Hoje temos acesso a dermocosméticos altamente tecnológicos, protocolos de skincare mais acessíveis, maior conscientização sobre o uso diário de protetor solar e uma alimentação mais voltada à saúde da pele. Além disso, os procedimentos estéticos evoluíram e passaram a ser executados com mais parcimônia, priorizando resultados naturais e harmônicos, o que muda completamente o impacto do envelhecimento aparente." 

Esse novo movimento faz com que muitas mulheres acima dos 50 anos, que começaram a cuidar da pele com antecedência e realizam tratamentos personalizados com regularidade, tenham uma aparência mais jovem do que mulheres de 30 que nunca olharam para a própria pele com atenção.

 

Começar cedo: um benefício ou um problema?

Hoje, o cuidado com a pele começa cada vez mais cedo, muitas vezes antes dos 30 anos, o que pode ser extremamente benéfico quando feito com orientação e equilíbrio. “Iniciar um protocolo preventivo de hidratação, proteção solar e estímulo leve de colágeno pode atrasar de forma saudável os sinais visíveis do envelhecimento”, explica a Dra. Renata. 

No entanto, há um movimento crescente que acende um alerta: a adultização precoce. Dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia mostram que a busca por procedimentos estéticos entre adolescentes de 13 a 18 anos cresceu 141% nos últimos cinco anos. 

O motivo? Em grande parte, a pressão estética imposta pelas redes sociais. Filtros, padrões idealizados e a normalização de intervenções em rostos muito jovens têm levado meninas a procurar preenchimentos, botox e até lifting facial antes mesmo dos 20 anos.
 

Quando o excesso reverte o efeito: procedimentos que envelhecem

O que pouca gente fala é que procedimentos estéticos feitos de forma precoce ou mal indicada podem envelhecer o rosto, em vez de rejuvenescer. 

“Alguns tipos de preenchimento com ácido hialurônico, se feitos sem a técnica correta, alteram o volume facial e acabam artificializando a expressão, tirando a leveza que é natural da juventude. O mesmo vale para aplicações de toxina botulínica exageradas, que podem paralisar áreas importantes da face e comprometer a dinâmica natural dos músculos faciais”, alerta a especialista. 

A consequência são rostos mais estáticos, pesados ou até mesmo deformados, o oposto da beleza fresca e espontânea que se busca preservar.
 

Procedimento não é sinônimo de juventude. Indicação é

A dermatologista reforça: a idade cronológica importa, mas não deve ser o único critério. O ideal é sempre analisar:

  • A estrutura óssea e muscular do rosto
  • O estágio de envelhecimento cutâneo
  • Os hábitos de vida e rotina de cuidados
  • A real motivação por trás da intervenção

Um procedimento bem indicado pode oferecer benefícios duradouros e sutis. Mas quando feito antes do tempo, por modismo ou pressão externa, ele não só perde o propósito, como também pode comprometer a estética futura da paciente. 

A era do “envelhecer bem” não é sobre apagar rugas ou competir com os 20 anos. É sobre preservar a naturalidade, respeitar a anatomia e fazer escolhas conscientes em qualquer idade. 

A Dra. Renata Castilho conclui: “Hoje, mais do que nunca, a aparência deixou de ter uma relação direta com os números no RG. Mas isso não significa que todos os rostos devam seguir o mesmo padrão ou que a juventude precise ser encenada.O segredo não está em parecer mais nova a qualquer custo. Está em parecer bem consigo mesma, com o tempo, com a pele e com o que é seu de verdade.” 

 

Dra. Renata Castilho - CRM/SP – 197372 - Dermatologista e Tricologista. Graduação em Medicina pela Universidade São Francisco (USF). Especialização em Dermatologia pela Faculdade Instituto Superior de Medicina e Dermatologia (ISMD -São Paulo). Mestre em estudos do Envelhecimento pela Pontifícia Universidade (PUC/SP).
“Procuro com meu trabalho postergar o envelhecimento e manter a pele bonita e saudável, mas gosto de beleza natural e sem excessos, cada rosto é único, e as características individuais devem ser sempre valorizadas”.


Cuidado além do bisturi: como o pré e o pós-operatório impactam diretamente nos resultados

Especialista reforça que o sucesso da cirurgia plástica começa muito antes do centro cirúrgico e continua muito além da sala de recuperação 

 

Quando se fala em cirurgia plástica, o imaginário popular tende a focar no bisturi e no resultado final. No entanto, o cirurgião plástico Raphael Alcalde, com mais de quinze anos de experiência e referência em contorno corporal, reforça que a preparação e o acompanhamento pós-operatório são etapas decisivas para o sucesso e a segurança do procedimento.

“Não podemos esquecer que o preparo para realizar uma cirurgia plástica é tão importante quanto o pós-operatório. Esse preparo se inicia antes mesmo da consulta médica, com a pessoa buscando estar dentro do seu peso ideal”, orienta o especialista. 

Para o médico, o processo cirúrgico envolve quatro pilares essenciais: preparo físico, avaliação clínica, saúde emocional e ambiente seguro para a recuperação. “Durante a consulta, vamos conversar, entender se você tem algum problema de saúde, se faz uso de medicamentos — e tudo isso precisa estar muito bem controlado”, explica. O cirurgião reforça ainda que a saúde mental desempenha papel crucial: “Estar psicologicamente bem é essencial para o seu pós-operatório ser tranquilo”.  

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), o Brasil continua como um dos países que mais realiza procedimentos estéticos no mundo, com mais de 2 milhões de cirurgias em 2023. O levantamento aponta que o número de complicações cirúrgicas diminui significativamente quando há uma preparação adequada e um acompanhamento rigoroso no pós-operatório.  

Outro aspecto frequentemente negligenciado pelos pacientes, mas que o especialista faz questão de destacar, é a preparação do ambiente doméstico. “A última parte é a sua casa estar preparada para te receber quando você tiver alta do hospital. Esse cuidado vai garantir segurança, conforto e uma recuperação mais tranquila”, reforça.  

No consultório, o atendimento é integral: o paciente é orientado desde o planejamento prévio, passando por toda a assistência médica necessária, até o suporte pós-operatório contínuo, garantindo que cada etapa seja vivida com segurança e clareza. “O diferencial está no cuidado global, e não apenas na técnica cirúrgica. Quando o paciente entende isso, os resultados são não só mais satisfatórios, mas também mais duradouros”, conclui o cirurgião. 

 

Dr. Raphael Alcalde - Cirurgião plástico com mais de quinze anos de experiência e Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Médico com formação em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica, possui também MBA em Gestão Hospitalar. Reconhecido por sua atuação ética e precisa em contorno corporal e cirurgia reparadora, consolidou sua vivência em urgência e emergência pelo SAMU, aprimorando ainda mais sua técnica.


Do rejuvenescimento à prevenção: como a medicina regenerativa está transformando os cuidados com a pele

A dermatologista Mariana Gradowski utiliza técnicas
de medicina regenerativa em diferentes partes do corpo.
 Divulgação
Conjunto de técnicas visa restaurar a capacidade de regenerar e rejuvenescer tecidos 

 

Com base em biologia celular, nanotecnologia e engenharia tecidual, a medicina regenerativa — já consolidada em áreas como ortopedia e neurologia — deve movimentar mais de 150 bilhões de dólares até 2030, com um crescimento estimado de 24,5%, segundo a Grand View Research. Regenerar pode soar como ficção científica, mas já é também uma realidade na dermatologia estética, que utiliza técnicas biológicas para regenerar e rejuvenescer tecidos. O objetivo é promover a restauração, em vez de mascarar os sintomas do envelhecimento, abordagem que representa um novo capítulo nos cuidados com a pele. 

“O que buscamos hoje é tratar as causas da disfunção dos tecidos, estimulando os mecanismos biológicos do próprio corpo para promover um rejuvenescimento mais profundo e duradouro”, explica a médica dermatologista Giovana Moraes. “A medicina regenerativa representa o futuro da dermatologia estética. Ela atua a nível celular, promovendo reparação e reduzindo a oxidação celular, para que o próprio organismo estimule naturalmente o funcionamento de uma célula jovem em diversos mecanismos como a produção de colágeno, elastina, hidratação e densificação do tecido”, explica. 

À medida que o corpo envelhece, os fibroblastos perdem gradualmente a capacidade de produzir colágeno. Nesse contexto entra o biorremodelador, que leva o corpo a reconhecer essas células disfuncionais — chamadas senescentes — e estimulá-lo a substituí-las por novas e funcionais. O resultado é a renovação do tecido, com melhora da hidratação, viço e tônus da pele. 

Para a especialista, essa abordagem marca uma mudança significativa nos tratamentos estéticos atuais. “Entramos em uma era do minimalismo facial, indo na contramão do excesso de preenchedores e modificações exageradas. A ideia agora é preservar a longevidade dos tecidos e investir em resultados naturais, seguros e sustentáveis ao longo do tempo.”

 

Biorremodelador 

Para restaurar a funcionalidade e estética do tecido, os dermatologistas recorrem aos biorremodeladores, que, ao se juntar às fibras colágenas e à elastina, atua na renovação celular, ajudando o organismo a identificar e substituir as células que perderam a função por novas, plenamente ativas. Com isso, devolve à pele a capacidade produtiva e funcional que se perde com a idade. 

O produto se diferencia dos tradicionais bioestimuladores de colágeno, que atuam estimulando os fibroblastos ainda ativos a produzirem mais colágeno através de uma reação inflamatória— um desempenho que, em peles maduras, costuma ser limitado devido à presença significativa de células senescentes, que já perderam a capacidade funcional. 

“A medicina estética moderna vai muito além de estimular colágeno e suavizar rugas. Hoje, buscamos estimular o próprio corpo a regenerar seus tecidos com inteligência e naturalidade. É uma abordagem que pensa não apenas na estética, mas em saúde e bem-estar como um todo”, explica a médica Mariana Gradowski. 

“Com o envelhecimento, a derme vai perdendo profundidade e densidade, o que leva à flacidez e àquela sensação de que o rosto está ‘derretendo’. É exatamente isso que muitas pacientes buscam tratar”, continua Mariana. “Os tratamentos atuais têm o intuito de regenerar e redensificar essa camada, promovendo uma reparação celular natural, como se o organismo voltasse a ter células jovens em funcionamento”.  

Segundo a médica, é possível atuar nos três níveis da pele: nas camadas profundas, restaurando os adipócitos que dão sustentação; na camada intermediária, estimulando colágeno e elastina para melhorar a flacidez; e na superfície, com redensificação da epiderme, que melhora o viço e a hidratação. 

Composto com a maior concentração de ácido hialurônico do mercado (64mg/2ml), o biorremodelador Profhilo, distribuído pela Aeskins, unidade de negócio do Grupo MedSystems, tem se destacado na medicina estética regenerativa. Formulado sem adição de estabilizantes como o BDDE - frequentemente associado a reações imunológicas - o produto distribui-se de maneira homogênea pela pele, sem necessidade de massagens específicas após a aplicação. Proporciona de forma intensa e gradual a produção de colágeno e elastina. Além de promover hidratação profunda, ele melhora a elasticidade, o tônus e a firmeza da pele, favorecendo uma regeneração natural e progressiva.  

 

Associação com radiofrequência monopolar 

A associação do biorremodelador com tecnologias como a radiofrequência monopolar — a exemplo do Volnewmer, que também integra o portfólio do Grupo MedSystems — é uma estratégia indicada para potencializar os resultados. Esse equipamento funciona como um biorregenerador tecnológico, promovendo a produção, reorganização e contração das fibras colágenas e elásticas na pele, o que favorece a firmeza e a textura do tecido. Por isso, a médica Mariana Gradowski recomenda um protocolo que se inicia com a aplicação do Profhilo, realizada 30 dias antes da sessão com o aparelho. Após esse intervalo, procede-se à radiofrequência e, no mesmo dia, após resfriamento da pele, uma nova aplicação do injetável, reforçando e prolongando os efeitos do tratamento. 

“Neste protocolo combinado, oferecemos substrato e hidratação para a matriz extracelular. Essa associação garante os melhores resultados possíveis”, explica a médica. 

Os benefícios vão além do resultado imediato: essa abordagem é ideal para quem deseja começar a cuidar da pele de forma preventiva, com foco em saúde e bem-estar. Por isso, ela também é indicada para peles mais jovens. O objetivo é “alimentar” o banco de colágeno do organismo e, assim, criar uma reserva natural da proteína por meio da medicina regenerativa. Com resultados progressivos, o tratamento costuma exigir poucas sessões e apresenta efeitos duradouros. 

 

Aeskins

 

Harmonização facial em busca do natural

Nos últimos anos, o universo da estética passou por uma verdadeira revolução. Depois de uma fase marcada por exageros e rostos transformados quase irreconhecíveis, pacientes e profissionais passaram a buscar uma nova abordagem: a beleza natural, realçada com sutileza e equilíbrio. Quem explica essa mudança é a dentista e especialista em Estética e Harmonização Orofacial, Eliza Ganzaroli, que vê de perto esse movimento em seu consultório.

 

“Realçar a beleza sem exageros é justamente valorizar o que a pessoa já tem de bonito, corrigindo pontos que a incomodam, mas sem apagar suas características naturais”, resume Eliza. O foco, segundo ela, está na harmonia entre as partes do rosto. “Se o terço inferior está bem e o terço médio precisa de um ajuste, o objetivo é equilibrar tudo para que o resultado final seja mais simétrico e bonito — sem transformar, apenas melhorando o que já existe.”

 

Os procedimentos queridinhos de quem busca naturalidade


Entre os tratamentos mais procurados por quem quer rejuvenescer sem abrir mão de sua identidade, estão a toxina botulínica e os bioestimuladores de colágeno. “A toxina suaviza rugas e linhas de expressão sem alterar o formato do rosto, enquanto os bioestimuladores promovem um efeito de dentro para fora, melhorando a firmeza e qualidade da pele com o próprio colágeno do corpo”, explica.

 

Os preenchimentos faciais, quando feitos com moderação, também têm espaço. “São aplicados com delicadeza e em pequenas quantidades, respeitando a individualidade de cada paciente.”

 

A nova geração de pacientes: mais conscientes e exigentes


Segundo Eliza, a demanda por naturalidade não é mais uma exceção — é a regra. “Depois do auge das harmonizações exageradas, os pacientes se tornaram mais conscientes. Hoje, mais de 90% já chegam pedindo exatamente isso: um resultado sutil, elegante e que não mude sua essência.”

 

Esse novo perfil também se reflete na diversidade de públicos. “Homens, mulheres, jovens e idosos... todos querem um visual mais leve e natural. Os homens, inclusive, costumam ser ainda mais discretos e cuidadosos.”

 

Tecnologia a favor do equilíbrio


A tecnologia também tem sido uma grande aliada nesse processo. Equipamentos como ultrassom microfocado, lasers e peelings têm sido combinados aos injetáveis para potencializar os efeitos com menos produto e maior segurança. “Eles não alteram o formato do rosto, mas melhoram a textura da pele e ajudam na produção de colágeno, proporcionando resultados mais duradouros e naturais.”

 

Quando o bom senso é essencial


Apesar da tendência à sutileza, nem todos os pacientes chegam com expectativas realistas. Nesses casos, o papel do profissional é fundamental. “O alinhamento de expectativas é metade do sucesso do tratamento. Precisamos explicar os limites do organismo, da pele, da técnica e, principalmente, respeitar o senso estético. Um bom planejamento evita frustrações e riscos à saúde.”

 

E os riscos, quando os exageros acontecem, não são apenas estéticos. “Se aplicarmos volume demais em uma região, podemos comprimir artérias, causar necroses e outras complicações graves”, alerta.

 

A harmonização do futuro 


Para Eliza, a harmonização facial está, enfim, voltando às suas origens. “Hoje, ela cumpre o papel que deveria ter tido desde o início: harmonizar e não transformar. A palavra-chave é naturalidade. E, por mais desafiador que seja, esse é o caminho mais bonito e seguro a seguir.”

  

Fotos: José Neto Gomes


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