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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

Especialistas do Hospital Alemão Oswaldo Cruz dão dicas para curtir o Carnaval com segurança


Uma das maiores festas populares do país, o Carnaval, está se aproximando. Com início no dia 28 de fevereiro, a celebração reúne milhões de pessoas em diversas cidades ao redor do Brasil.  

Durante os cinco dias de festa, é essencial que os foliões não se esqueçam dos cuidados básicos com a saúde. O uso de roupas leves, protetor solar e a hidratação constante são algumas das precauções indispensáveis aproveitar a folia ao máximo.  

A cidade de São Paulo deve receber cerca de 15 milhões foliões aproveitando a programação de blocos de rua, bailes e desfiles no sambódromo do Anhembi, segundo a Prefeitura de São Paulo, nesse cenário, o contato físico durante as festividades é inevitável, o que pode facilitar a disseminação de doenças infecciosas. Por isso, especialistas do Hospital Alemão Oswaldo Cruz reforçam que é fundamental que o esquema vacinal esteja em dia para adultos e crianças e alertam para a importância de atualizar inclusive as doses e reforços contra a Covid-19 e Influenza. 

Outro cuidado importante está relacionado às infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). O sexo desprotegido aumenta as chances de contaminações por ISTs, como sífilis e HIV. Dessa forma, o uso de camisinha é indispensável também durante os dias de Carnaval.  

A mononucleose, comumente conhecida como “doença do beijo”, também pode prejudicar a diversão. Essa doença é transmitida pelo contato com a saliva e afeta os glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo. O contágio pode ocorrer, além dos beijos, pelo compartilhamento de copos, garrafas e latas de bebidas.

 

Alimentação e hidratação

Com o calor intenso, a alimentação e hidratação exigem cuidados redobrados. Durante os blocos de rua, é comum que uma alimentação adequada fique em segundo plano. Dessa forma, os foliões devem incluir na dieta pré-bloco o consumo de alimentos leves, ricos em água e nutrientes que ajudam a manter a hidratação e bem-estar. 

Durante a festividade é recomendada uma alimentação com frutas e vegetais, além de refeições leves e de fácil digestão, como carnes magras como peixe e frango. Para ajudar com o calor, alimentos frios, como saladas, vitaminas e iogurte natural, são boas opções, mas devem estar acondicionados corretamente antes do consumo. 

Produtos vendidos por ambulantes devem ser consumidos com cautela, já que nem sempre é possível garantir que o preparo e armazenamento foram feitos de forma adequada, o que pode representar riscos à saúde.  

O consumo de bebidas alcoólicas combinado com o calor pode se tornam perigoso caso a hidratação não seja realizada corretamente. A ingestão de líquidos como água, sucos naturais e água de coco é fundamental para a redução dos efeitos colaterais do álcool. Também é recomendado higienizar, com água ou álcool em gel, a abertura das garrafas e latas antes do consumo, ou optar pelo uso de copos e canudos, dessa forma é possível evitar contaminações.

 

Cuidados com a pele

A exposição prolongada ao sol pode causar diversos danos à pele, como queimaduras, envelhecimento precoce e, em casos mais graves, doenças de pele, como urticária solar, acne solar e câncer de pele melanoma e não melanoma. Por isso, o uso de protetor solar e sua reaplicação frequente tornam-se fundamentais. 

Além disso, o uso de glitter, tinta e maquiagem usados como adereços nas fantasias exige atenção. É importante optar por produtos de qualidade, dentro do prazo de validade, e realizar um teste antes da aplicação, para evitar o contato prologado com substâncias irritantes e alergênicas.


Falta de saúde mental também se destaca como ameaça à autonomia na terceira idade

 

Um estudo brasileiro publicado na revista científica The Lancet Global Health trouxe à tona um fator alarmante para o envelhecimento da população brasileira: a baixa escolaridade é o principal fator de risco para o declínio cognitivo entre os idosos do país, superando variáveis tradicionalmente associadas ao sintoma, como idade ou sexo. Além disso, a pesquisa aponta a falta de saúde mental como uma possível causa significativa da perda de autonomia em idosos. 

Segundo o médico Dr. Fernando Gomes, neurocirurgião, neurocientista e professor livre-docente da USP, o impacto da educação no cérebro é um dos mais relevantes para a manutenção das funções cognitivas ao longo da vida. “O cérebro é um órgão plástico e se adapta constantemente aos estímulos do ambiente. O aprendizado contínuo fortalece as conexões neuronais, criando uma reserva cognitiva que protege contra o declínio mental. No Brasil, o baixo acesso à educação compromete essa reserva, tornando os idosos mais vulneráveis a doenças como demência e Alzheimer”, explica o especialista. 

O médico explica a pesquisa alegando que esse declínio acontece mais rápido em pessoas com baixa escolaridade porque a educação estimula habilidades como memória, raciocínio lógico e capacidade de resolução de problemas que são elementos fundamentais para a longevidade cognitiva. “Quanto mais um indivíduo mantém sua mente ativa, seja por meio de leituras, jogos de raciocínio ou novas aprendizagens, maior a chance de retardar ou até evitar o declínio cognitivo”, alerta. 

Outro ponto de destaque do estudo foi a relação entre problemas de saúde mental e a perda de autonomia na terceira idade. O médico concorda que fatores como depressão e ansiedade podem acelerar o processo de deterioração cognitiva, limitando a capacidade de decisão e independência dos idosos. “Quanto mais a saúde emocional do idoso estiver comprometida, mais facilmente algumas áreas do cérebro serão afetadas como a memória, por exemplo, e isso pode levar a uma queda na funcionalidade diária, tornando os idosos mais dependentes de terceiros para realizar atividades básicas. Isso faz com que não só a família, mas toda a sociedade, precise estar mais preparada para cuidar destes idosos”, alerta Dr. Fernando Gomes.
 

Estratégias de prevenção

Para minimizar esses impactos, o especialista recomenda algumas estratégias fundamentais:

  • Educação contínua: incentivar leituras, aprender novas habilidades e manter o cérebro ativo com desafios intelectuais.
  • Saúde mental em dia: cuidar do bem-estar emocional, buscar suporte psicológico quando necessário e adotar hábitos que reduzam o estresse.
  • Estilo de vida saudável: manter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos regularmente e ter um sono de qualidade são medidas essenciais para preservar a saúde do cérebro.

“A chave para um envelhecimento saudável passa pelo acesso à educação e pelo cuidado com a mente. São fatores que podemos modificar e que podem fazer toda a diferença na qualidade de vida da população idosa no Brasil”, conclui Dr. Fernando Gomes. 



Dr. Fernando Gomes - Professor Livre Docente de Neurocirurgia do Hospital das Clínicas de SP com mais de 2 milhões de seguidores. Há 12 anos atua como comunicador, já tendo passado pela TV Globo por seis anos como consultor fixo do programa Encontro com Fátima Bernardes (2013 a 2019), por um ano (2020) na TV Band no programa Aqui na Band como apresentador do quadro de saúde “E Agora Doutor?” e dois anos (2020 a 2022) como Corresponde Médico da TV CNN Brasil. Atualmente comanda seu programa Olho Clínico com Dr. Fernando Gomes semanalmente no Youtube desde 2020. É também autor de 9 livros de neurocirurgia e comportamento humano. Professor Livre Docente de Neurocirurgia, com residência médica em Neurologia e Neurocirurgia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, é neurocirurgião em hospitais renomados e também coordena um ambulatório relacionado a doenças do envelhecimento no Hospital das Clínicas.
drfernandoneuro



Saiba alguns sinais que sua visão dá quando há algum problema acontecendo


Freepik

Sensibilidade à luz, visão dupla e até dificuldade para enxergar à noite devem ser investigadas, alerta oftalmologista

 

Assim como envelhecemos e começam a aparecer alguns sinais no nosso corpo de que algo não está bem, com a nossa visão não é diferente. Ao longo dos anos, é normal o surgimento de condições oculares, principalmente influenciadas por fatores externos, como passar muito tempo em frente às telas, coçar os olhos e, em alguns casos, por doenças crônicas, como o diabetes. 

“É comum as pessoas sentirem desconforto na visão e levarem uma vida normal até começarem a ter dificuldade para enxergar e correrem ao oftalmologista. Geralmente, quando isso acontece, um problema que inicialmente teria um tratamento simples torna-se mais complexo”, diz o Dr. Fernando Ramalho, especialista em cirurgia refrativa no Oftalmos - Hospital de Olhos, da Vision One, em Santa Catarina. 

Os olhos são uma das regiões mais sensíveis do corpo e alguns sintomas merecem rápida intervenção médica. A seguir, o médico do Oftalmos alerta sobre os sinais aos quais devemos ficar atentos:

  • Sensibilidade à luz: também conhecida como fotofobia, ocorre quando os olhos são mais sensíveis à luz do que o normal, causando desconforto e dificuldades para realizar atividades cotidianas sob luz do dia ou em ambientes muito iluminados.
     
  • Visão dupla: também chamada de diplopia, ocorre quando a pessoa enxerga duas imagens ao mesmo tempo. Alguns fatores podem causar esse sintoma, como problemas neurológicos, catarata e estrabismo.
     
  • Dificuldade para enxergar à noite: a dificuldade para enxergar à noite ou em ambientes escuros podem indicar algumas condições oculares, como a degeneração macular ou, em casos raros, a retinite pigmentosa – doença hereditária que atinge a retina, prejudicando a formação da imagem.
     
  • Dores nos olhos: sentir dor não é normal. Dores nos olhos podem indicar conjuntivite, esclerite (inflamação da esclera, camada fibrosa que cobre o olho) e até glaucoma – doença ocular que afeta o nervo óptico, podendo levar à cegueira irreversível.

Por isso, é fundamental um acompanhamento médico para avaliar se existe alguma condição oftalmológica que precise de rastreamento. “O atendimento prévio, além de evitar que algumas doenças oculares se desenvolvam rapidamente, possibilita que o paciente tenha uma vida saudável, de acordo com sua condição específica”, finaliza o Dr. Fernando Ramalho.


Saiba como se proteger do calor extremo

Clínico geral compartilha sete dicas importantes para se proteger contra as altas temperaturas

 

Um aumento nas temperaturas vem ocorrendo no Brasil devido a uma onda de calor que pode atingir o sudeste e o nordeste. Em São Paulo, por exemplo, a temperatura deve chegar a 33ºC no decorrer dessa semana.

Climatologistas por meio do relatório da Academia Brasileira de Ciências (ABC) apontam que o El Niño irá atingir o pico durante o mês de dezembro, agravando as temperaturas extremas pelo país, intensificando a seca na Amazônia, as chuvas no sul e o calor no sudeste e centro-oeste.

Durante o período, é possível ocorrer uma queda na qualidade do ar que pode afetar o sistema respiratório e cardiovascular, causando ou agravando casos de asma, alergias respiratórias, acidente vascular cerebral e infartos. Enquanto o calor pode ocasionar insolação, desidratação, queimaduras na pele, exaustão pelo calor e até mesmo alterações de pressão.

Thiago Piccirillo, clínico geral da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, dá diversas dicas para cuidar da saúde durante a onda de calor.

Beba água: é essencial uma hidratação adequada, porque no calor o corpo perde mais líquido, então, precisamos beber água regularmente. Em média, a ingestão de oito a dez copos de água por dia. 

No entanto, durante períodos de calor intenso ou exercício físico, essa quantidade aumenta significativamente. A cada 15 ou 20 minutos durante a atividade física, é recomendado beber cerca de 150-250 ml de água".

Sempre busque ficar em ambientes frescos: tente sempre estar em ambientes que estejam com a ventilação adequada. Abrir a janela, deixar a brisa passar é uma alternativa para dissipar o calor. Ar condicionado e ventilador também devem ser utilizados.

Não se exponha ao sol: evite a exposição ao sol por períodos longos, principalmente em horas como o meio-dia, especialmente porque no ponto alto do dia o índice de raios ultravioletas, prejudiciais para a pele, é mais alto. 

Se for tomar sol, aplique protetor solar para evitar complicações na pele. Também use boné, chapéu, etc., para evitar as queimaduras que o sol forte pode provocar.

Prefira roupas claras: opte por roupas mais leves e claras para enfrentar o calor. Nada de roupas escuras, afinal, elas costumam reter mais calor, o que não é recomendável nos dias quentes.

Não faça atividades físicas extremas: Reduzir atividades físicas que demandam muito esforço em dias muito quentes é essencial porque pode levar a uma hipotensão, um mal-estar, tontura e até desmaio. Então, é importante dar uma maneirada nessa atividade física mais forte. Se for fazer exercícios intensos, busque realizá-los em horários alternativos em que as temperaturas estão mais baixas, como à noite ou bem cedo pela manhã.

Escolha alimentos leves e refrescantes: com relação a alimentação, opte por refeições mais leves e refrescantes, como frutas e saladas. Caso vá comer alguma refeição mais consistente, como a feijoada, se alimente moderadamente para não correr o risco de passar mal.

Fique atento às condições de saúde e também às notícias: as pessoas que já têm alguma condição de saúde mais fragilizada podem, muitas vezes, ficar desidratadas. Com os idosos, a mesma atenção é necessária. Também é importante ficar de olho nas notícias sobre a previsão do tempo para se proteger.

 

Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo


Dia do Preservativo: tudo o que você precisa saber para usá-lo com seguranç

Erros comuns, tipos de preservativos e dicas de especialistas para garantir máxima proteção


O Dia do Preservativo é celebrado anualmente em 13 de fevereiro, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do uso da camisinha na prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e na contracepção. A data foi instituída em 2008 pela AIDS Healthcare Foundation (AHF), uma organização internacional dedicada à prevenção do HIV/AIDS.

Aqui no Brasil, o mercado de camisinhas segue crescendo: segundo estimativas, mais de 600 milhões de unidades são vendidas anualmente no país. Além disso, preservativos estão disponíveis gratuitamente nos postos de saúde pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 

Com o objetivo de manter seus clientes seguros On e Offline, o  Ysos, aplicativo que conecta solteiros e casais interessados em ménage a trois e swing, convidou especialistas da área da saúde para responder às principais dúvidas sobre o uso do preservativo.

Mayumi Sato, CMO do app, afirma que "Existe uma percepção equivocada de que pessoas em relações liberais ou não monogâmicas estão mais expostas às ISTs. Dentro desses meios, há um diálogo muito natural e aberto sobre prevenção, testagem e o uso de preservativos, o que resulta em mais cuidado e consciência. Por outro lado, independente do tipo de relação escolhida, quem trata esse tema como um tabu e evita essa conversa pode acabar desenvolvendo uma falsa sensação de segurança e, consequentemente, se expondo a riscos maiores", diz.

O médico psiquiatra e especialista em sexualidade, Dr. Jairo Bouer, alerta para os principais erros no uso do preservativo. "Abrir o pacotinho com os dentes ou unhas pode danificar o material e aumentar o risco de ruptura". Ele recomenda segurá-lo pela ponta com dois dedos e deslizá-lo sobre o pênis, evitando bolhas de ar que podem causar rompimentos. Também é essencial garantir que o preservativo tenha o selo de qualidade do Inmetro e esteja dentro do prazo de validade.

Sobre os diferentes tipos de preservativos, Bouer explica que atualmente se usa a nomenclatura "preservativo estéril" (antigo masculino) e "preservativo interno" (antigo feminino). O interno pode ser colocado antes da relação sexual, facilitando o uso. "A eficácia de ambos é semelhante na prevenção de ISTs, desde que usados corretamente", explica.

Li Rocha, sexóloga e embaixadora da Rilex, uma das principais marcas de preservativos do Brasil, destaca que lubrificantes à base de óleo, como vaselina e óleo de coco, podem comprometer a segurança da camisinha. “Os mais indicados são os à base de água ou silicone. Caso o preservativo rompa, a recomendação é interromper imediatamente a relação, procurar um profissional de saúde e considerar testes para ISTs e contracepção de emergência”, explica.

A Dra. Clara Assaf, médica proctologista, reforça que, além do preservativo, há outras formas eficazes de prevenção contra ISTs que incluem a testagem regular, o uso da PrEP (Profilaxia Pré-Exposição), da PEP (Profilaxia Pós-Exposição) e a vacinação contra Hepatite B e HPV. A vacina contra o HPV, disponível gratuitamente pelo SUS para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, também é oferecida para alguns grupos até os 45 anos. Na rede privada, a vacina nonavalente cobre nove tipos do vírus.

Para relações sem penetração, como sexo oral ou uso de brinquedos sexuais, Assaf recomenda o uso de preservativos de barreira e higienização adequada. Ela também alerta que, embora a adesão ao preservativo no sexo oral seja baixa, a testagem regular continua sendo essencial, pois a camisinha não protege 100% contra ISTs. “A conscientização sobre o uso correto do preservativo e a combinação de múltiplos métodos de prevenção são fundamentais para a segurança e bem-estar sexual da população”, conclui.




Ysos - a plataforma está disponível para Android e iOS e pode ser baixada na Play Store e na App Store.

Carnaval: entenda como infecções sexualmente transmissíveis podem aumentar o risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer

Durante a folia, cresce o número de encontros casuais e, segundo especialista, o uso de preservativo é fundamental para evitar ISTs que podem levar a neoplasias  

 

No calendário deste ano, o Carnaval será celebrado no começo de março mas, para os cariocas, a folia já está nas ruas. Neste contexto, especialistas reforçam o alerta para o uso de preservativos. Essa medida é fundamental, pois evita infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), como HPV e HIV/aids, que podem aumentar o risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer, entre eles o de colo de útero e fígado. 

Em entrevista, a oncologista clínica Elisa Bouret, da Oncoclínicas Rio de Janeiro, explica que, em períodos festivos, o número de encontros casuais tende a aumentar, e homens e mulheres não podem se descuidar. Além disso, se houver exposição a algum tipo de vírus, é necessário fazer exames para evitar complicações à saúde. Saiba mais, a seguir: 

 

Quais são as infecções mais perigosas e que podem levar ao desenvolvimento de câncer? 

EB: As mais conhecidas por aumentar o risco são papilomavírus humano (HPV), associado a tumores de colo de útero, canal anal, pênis e orofaringe; o vírus da hepatite B e C, relacionados à neoplasia de fígado; e o vírus da imunodeficiência humana (HIV) que, devido à imunossupressão, aumenta o risco de linfomas, sarcoma de Kaposi e cânceres associados a outras infecções.

 

Como as ISTs, como o HPV, podem levar ao câncer?  

EB: Certos tipos de HPV, como o 16 e 18, podem causar alterações no DNA das células, levando a mutações que alteram o ciclo celular normal, promovendo o crescimento descontrolado das células e, eventualmente, resultando no desenvolvimento de tumores.

 

Quais são os sinais precoces de câncer causados por ISTs?  

EB: Costumam variar, mas podem incluir lesões ou feridas persistentes nas regiões genital, anal ou orofaríngea; sangramentos ou corrimentos incomuns; dores pélvicas crônicas; alterações na cor ou na textura da pele na área afetada e aparecimento de verrugas genitais que não saram.

 

É possível evitar o câncer relacionado a ISTs com vacinas, como a imunização contra o HPV? 

EB: Sim, a vacinação contra o HPV é uma medida eficaz para prevenir infecções pelos tipos de papilomavírus humano de alto risco, reduzindo significativamente a incidência de câncer de colo de útero e outros tipos de tumores associados ao vírus. Outras doses, como a da hepatite B, também ajudam a prevenir o desenvolvimento da doença no fígado, por exemplo.

 

Qual é a importância de exames regulares para detectar alterações precoces associadas a ISTs e que podem evoluir para câncer?  

EB: Exames regulares, como o preventivo e testes de HPV, ajudam a identificar alterações celulares precoces, antes que elas progridam para câncer. Essa medida leva a tratamentos menos invasivos, melhora as chances de cura e evita complicações graves.

 

Para quem é diagnosticado com uma IST, qual é o impacto potencial no surgimento de câncer a longo prazo? 

EB: O impacto pode variar. Infecções por HPV de alto risco, quando não tratadas, podem levar a câncer cervical ou a outros tipos da doença ao longo do tempo. Da mesma forma, as hepatites B e C crônicas aumentam a chance de neoplasia de fígado. Em geral, quanto mais cedo a IST for tratada e monitorada, menor a possibilidade de complicações a longo prazo.

 

A presença de uma IST pode agravar outros fatores que levam ao câncer?  

EB: Sim. Em indivíduos com HPV, o tabagismo aumenta ainda mais a chance de desenvolver câncer de colo de útero ou orofaríngeo. Da mesma forma, a coinfecção com HIV pode acelerar a progressão de outras infecções virais associadas a tumores, devido à imunossupressão.

 

O tratamento adequado pode reduzir a possibilidade de câncer?  

EB: Sim, tratar uma infecção pelo HPV, por exemplo, removendo lesões pré-cancerosas detectadas em exames, pode prevenir a progressão para câncer invasivo. Controlar a hepatite B ou C também diminui o risco de tumor de fígado. O tratamento precoce e adequado interrompe o ciclo de alterações celulares que levam a neoplasias.

 

A infecção por HIV aumenta a chance de desenvolvimento de câncer? Quais tipos da doença estão mais associados a esse vírus?  

EB: Sim, o HIV está associado a vários tipos de câncer, especialmente aos relacionados à imunossupressão. Os mais comuns são, sarcoma de Kaposi, linfomas não-Hodgkin, câncer de colo de útero invasivo e alguns tumores anais e orofaríngeos. Isso ocorre porque o sistema imunológico enfraquecido têm mais dificuldade para combater infecções e controlar a proliferação de células anormais.

 

Como é possível proteger o sistema imune para poder ficar protegido das ISTs?  

EB: Como são infecções sexualmente transmissíveis, independentemente de uma boa saúde imunológica, o risco se dá por relações desprotegidas. Mas manter hábitos saudáveis é sempre necessário. Isso inclui alimentar-se de forma balanceada, com frutas, vegetais e ingredientes ricos em vitaminas e minerais; praticar atividade física regularmente; dormir o suficiente; evitar o consumo excessivo de álcool e tabaco e, ainda, gerenciar o estresse crônico, já que isso pode enfraquecer o sistema imunológico.

 

Existem tratamentos preventivos ou monitoramentos específicos para quem tem infecções sexualmente transmissíveis que podem evoluir para câncer?  

EB: Sim. Além da vacinação contra HPV e hepatite B, existem programas de rastreamento regulares, como exame papanicolau e colposcopia para mulheres com HPV. Para indivíduos com HIV, o uso da terapia antirretroviral (TARV) ajuda a controlar a infecção, reduzindo o risco de câncer associado. Monitorar e tratar infecções crônicas precocemente é essencial para prevenir a progressão para câncer.

 

Oncoclínicas&Co
www.grupooncoclinicas.com


Desvendando 3 mitos da inteligência artificial na saúde

Especialista explica como a IA pode melhorar diagnósticos, otimizar atendimentos e auxiliar médicos sem substituir o fator humano.

 

Um relatório da PwC revelou que a inteligência artificial pode gerar economias significativas e aumentar a eficiência no setor da saúde. No diagnóstico de demência, por exemplo, estima-se que o uso de IA na atenção primária possa reduzir custos em até 8 bilhões de euros nos próximos dez anosao permitir uma detecção mais rápida e precisa da doença. 

Apesar dos avanços proporcionados pela IA, que vão desde diagnósticos mais precisos até tratamentos personalizados, o tema ainda gera dúvidas e desinformação. Será que a tecnologia pode substituir médicos? Os diagnósticos feitos por máquinas são realmente confiáveis? A IA pode tornar o atendimento mais impessoal? 

Para esclarecer esses questionamentos, especialistas desmistificam os três principais mitos sobre o uso da inteligência artificial na saúde e explicam como a tecnologia pode beneficiar pacientes e profissionais. Confira:
 

1. A IA vai substituir médicos?

Uma das preocupações mais comuns é a possibilidade de a inteligência artificial substituir profissionais da saúde. No entanto, especialistas garantem que a IA não foi desenvolvida com esse fim, mas sim para auxiliar em diagnósticos, otimizar fluxos de trabalho e permitir que os profissionais foquem no atendimento humanizado. 

“O papel da IA é tornar a medicina mais eficiente, ajudando médicos a tomarem decisões embasadas e precisas. A tecnologia não substitui a experiência e a sensibilidade do profissional, mas oferece suporte analítico, agilizando diagnósticos e tratamentos”, explica Fabio Tiepolo, CEO da PsycoAI, empresa especializada no desenvolvimento de inteligência artificial para o setor de saúde e recursos humanos
 

2. Diagnósticos por IA são confiáveis? 

Outro mito recorrente é a crença de que diagnósticos feitos por inteligência artificial não são tão confiáveis quanto os realizados por médicos. No entanto, estudos apontam que a IA tem demonstrado uma precisão equivalente ou até superior à dos profissionais em algumas áreas. 

Nos campos da radiologia e dermatologia, por exemplo, algoritmos treinados com milhões de imagens médicas são capazes de detectar anomalias em exames como ressonâncias magnéticas e tomografias com mais rapidez e precisão. “A IA consegue identificar padrões que muitas vezes passam despercebidos ao olho humano. Isso aumenta significativamente as chances de um diagnóstico precoce, especialmente em doenças como o câncer”, afirma.
 

3. A tecnologia pode tornar o atendimento menos humanizado?
 

Embora a IA seja baseada em dados e automação, seu impacto na experiência do paciente pode ser positivo. Com assistentes virtuais e plataformas inteligentes, os pacientes podem ter suporte imediato para esclarecer dúvidas, agendar consultas e até receber orientações personalizadas sobre tratamentos, o que reduz filas de espera e melhora a experiência geral do usuário.

“Sabemos que o contato humano é insubstituível, mas a tecnologia pode tornar o atendimento mais acessível e eficiente. Muitos pacientes relatam maior segurança ao saber que podem obter informações rapidamente, sem depender de horários comerciais ou disponibilidade de profissionais”, complementa Fabio Tiepolo.

 

Planos de saúde e a Justiça que salva vidas

 A cada ano, a ciência se debruça em inovações tecnológicas e medicamentosas com o propósito de fazer a diferença na qualidade de vida das pessoas. O mesmo objetivo deveria ser compartilhado pelas operadoras de saúde. No Brasil, contudo, esse cuidado infelizmente nem sempre acontece. É onde entra a Justiça que, em muitos casos, representa o caminho que salva vidas diante do descaso e descompromisso dessas empresas.

Em um caso recente, um jovem de 25 anos que enfrenta uma intensa batalha contra a depressão grave, precisou recorrer ao judiciário para garantir acesso a um medicamento revolucionário que fora recomendado por médicos como uma última possibilidade de tratamento, mas negado pela operadora SulAmérica Seguradora de Saúde S.A..

O medicamento chama-se Spravato, produzido à base de Cloridrato de Escetamina.  Por ser uma droga ainda não inserida no rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão regulador das operadoras de saúde no país, o convênio médico do beneficiário negou acesso a esta possibilidade que surgiu como recurso final para tratamento de sua doença.

Julgado pela Juíza da 5ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), Luciana Bassi de Melo, o caso foi deferido favoravelmente ao beneficiário para o acesso a tal medicamento. Em sua decisão, a magistrada destacou que “apesar das limitações naturais decorrentes deste início de processamento do feito, e sem desconsiderar que...a recusa decorre da ausência de previsão do fármaco no rol da ANS, bem como em razão do cumprimento do período de carência ...entendo que as provas pré-constituídas que acompanham a petição inicial se mostram suficientes para convencer este Juízo a respeito da plausibilidade do direito invocado, em virtude do grave problema de saúde apresentado pelo autor, inclusive com risco a sua integridade física caso o tratamento não seja iniciado com a medição indicada pelo médico”.

Na decisão, a juíza também ressaltou “a situação de ‘urgência’, justificando o encaminhamento médico existente nos autos e também diante do potencial de ocorrência de perigo de dano irreparável ou de difícil reparação, caso a medida viesse a ser concedida apenas a final, daí...a antecipação de tutela de urgência pleiteada, a fim de determinar que a ré autorize o tratamento do autor, no prazo de cinco dias com o medicamento indicado”.

A decisão em prol da vida deve ser aplaudida e reforça o olhar da Justiça acerca da relação, por vezes abusivas, existente entre beneficiário e seu plano de saúde. Pela relevância que tem, este caso não deve ser visto como a história de uma pessoa, mas um componente importante para um debate vital sobre a importância do acesso a tratamentos adequados e a luta contra a burocracia na saúde.

O paciente deste caso não ficou resiliente com a negativa do plano de saúde. Foi em busca de seus direitos, inclusive aquele que é tão fundamental, qual seja o direito à vida. Outros exemplos semelhantes acontecem pelos tribunais do país, mas, infelizmente, ainda em pequeno número comparado com a quantidade de negativas a tratamentos e outras condutas abusivas das operadoras de saúde, em contradição ao que determina o Código de Defesa do Consumidor.

Nesse sentido, beneficiários em todas as regiões do país que se sintam lesados por seus planos de saúde podem e devem buscar auxílio jurídico para, na Justiça, garantir seu pleno direito à saúde, especialmente em casos de gravidade e de risco de morte. A Justiça tem entendido a abusividade cometida por muitos planos em questões sensíveis e, de fato, tem sido aplicada para salvar vidas.

 

Natália Soriani - advogada especialista em Direito Médico e de Saúde, sócia do escritório Natália Soriani Advocacia

 

BOLETIM DAS RODOVIAS

Imigrantes com lentidão em direção à capital


A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo no início da tarde desta segunda-feira (10). 

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x5 - Tráfego normal nos dois sentidos da Rodovia Anchieta (SP-150). Na Rodovia dos Imigrantes (SP-160), o tráfego é normal no sentido litoral, e lento em direção à capital, do km 68 ao km 66.

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

Tráfego normal no sentido interior. Sentido capital, há lentidão do km 19 ao km 17.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.

 

É possível se aposentar com dividendos?

Analista aponta caminhos para investidores garantirem estabilidade financeira no futuro

 

Uma pesquisa divulgada recentemente pelo Serasa mostra que 64% dos aposentados brasileiros consideram o valor recebido pelo benefício menor do que o necessário, o que foi, para eles, motivo de queda no padrão de vida. Uma das razões dessa percepção é a falta de planejamento: 37% dos participantes da pesquisa admitem que não se prepararam financeiramente para parar de trabalhar, enquanto 53% precisaram continuar no ofício para complementar a renda. Dentre os que se planejaram, 70% passaram a complementar o salário com outra renda cinco anos antes de se aposentar.
 



Para a analista de investimentos especializada em fundos imobiliários, Maria Fernanda Violatti, confiar apenas no INSS para a aposentadoria é um risco. Com teto limitado, perda de poder de compra pela inflação e regras cada vez mais rígidas, depender exclusivamente do benefício público pode comprometer o futuro. A solução, para quem ganha o suficiente para guardar dinheiro, passa por planejamento e boas escolhas. “Precisamos começar desde cedo a construir as nossas reservas financeiras. Investir de forma inteligente é o caminho para garantir uma aposentadoria segura e confortável”, explica. 

Maria Fernanda defende que ter uma estratégia sólida e assessoria de um profissional especializado é essencial: “Se alguém com 35 anos de idade investe R$ 2.500 por mês por 15 anos e reinveste todos os dividendos gerados nesse período, essa pessoa pode chegar a atingir uma renda de R$ 10 mil por mês. Parece uma realidade muito distante, mas com a composição da carteira correta esse é sim um plano possível”, conclui.

 

Sobre a pesquisa

O estudo realizado pelo Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box, que ouviu 1.052 brasileiros, aponta ainda que 37% dos aposentados têm algum tipo de dificuldade para manter as contas essenciais em dia. Por isso, 53% deles continuam trabalhando a fim de complementar a renda. 

Mesmo com o benefício, a preocupação com a vida financeira continua em evidência: 48% sentem instabilidade financeira, 45% sentem que têm maior risco de endividamento e 49% têm receio de precisar de ajuda. Além disso, 6 em cada 10 aposentados já precisaram buscar crédito ou empréstimo para auxiliar nas despesas essenciais - entre os principais gastos desse grupo estão alimentação (61%) e saúde (52%).

 

Maria Fernanda Violatti - É especialista em fundos imobiliários, analista CNPI, ex-head de Fundos Listados no Research da XP Investimentos. Antes disso, passou pela SiiLA Brasil como Gerente de Análises e Tendências do Mercado Imobiliário Brasileiro. Formada em Economia pela Universidade Federal de Uberlândia e em Engenharia Civil pela Fundação Armando Álvares Penteado, com posterior MBA em Real Estate pela Universidade de São Paulo (Poli-USP).



A Solidão do Empreendedor: O Peso e a Força de Caminhar Sozinho


Empreender é um chamado. Um impulso que nos leva a criar, inovar e desafiar o status quo. Mas, ao longo dessa jornada, existe uma verdade incontestável: a solidão sempre fará parte do caminho. Mesmo com sócios, equipes engajadas, apoio da família e amigos prontos para ajudar (o que na maioria das vezes não acontece), o empreendedor carrega uma responsabilidade que é, essencialmente, solitária.

Recentemente, uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva em parceria com o Itaú Empresas revelou que 98% dos empreendedores participam diretamente das decisões estratégicas de suas empresas, enquanto 96% estão envolvidos em tarefas operacionais. Além disso, 37% assumem sozinhos todas as decisões e direcionamentos de, ao menos, uma área, e 33% são os únicos responsáveis pela execução de atividades no dia a dia em um ou mais setores. Esses números evidenciam o peso que carregamos nos ombros e como essa caminhada, muitas vezes, se torna solitária.

Empreender não é para os fracos. É para os obstinados. Para aqueles que entendem que o deserto pode ser desafiador.

A solidão do empreendedor não é um acaso, é uma condição. Somos nós que tomamos as decisões difíceis. Somos nós que acordamos no meio da noite, com a mente acelerada, pensando em como pagar as contas, como inovar, como superar a concorrência. Somos nós que sentimos o peso da responsabilidade quando algo dá errado.

É desgastante. É frustrante. Às vezes, dá vontade de largar tudo. Mas, é também nessa solidão que encontramos a nossa força.

Ninguém mais sente o que sentimos. Ninguém entende a dor de carregar um negócio nas costas como nós. Mas também, ninguém experimenta a mesma intensidade das nossas vitórias.

Mas a solidão empreendedora não deve ser encarada apenas pelo prisma da dor e do desgaste emocional. Ela também nos fortalece, nos ensina a confiar em nossa intuição e nos obriga a desenvolver resiliência. Na quietude dos momentos solitários, encontramos clareza para tomar decisões estratégicas, aprendemos a lidar com o medo e desenvolvemos uma relação mais profunda com o nosso próprio negócio.

A solidão do empreendedor não é um fardo, é um privilégio.

Mas ser solitário não significa estar isolado. Buscar apoio é fundamental. Rodear-se de mentores, participar de grupos de networking, compartilhar experiências e aprendizados com outros empreendedores são formas de tornar essa caminhada mais leve. Encontrar pessoas que compreendem os desafios de empreender pode trazer insights valiosos e, acima de tudo, ajudar a enfrentar a jornada com mais confiança.

O grande desafio está em aceitar essa solidão como parte do processo e transformá-la em uma aliada.

A solidão faz parte, mas ela não define o empreendedor. O que nos define é a nossa capacidade de continuar, de transformar desafios em oportunidades e de construir algo que impacte o mundo. Sim, a caminhada pode ser solitária, mas a visão do horizonte é nossa, e a trilha que percorremos é a prova da nossa força e determinação.

Se você se sente sozinho, eu quero que saiba que você não está isolado. Existe um exército invisível de empreendedores como você, espalhados pelo mundo, encarando os mesmos desafios, carregando os mesmos pesos, vivendo essa mesma realidade.

A jornada empreendedora é, de fato, solitária em muitos aspectos, mas é também uma das mais gratificantes. Cada passo dado, cada decisão tomada e cada obstáculo superado são testemunhos da sua capacidade de transformar sonhos em realidade.

A diferença entre aqueles que desistem e aqueles que fazem história está na forma como lidam com essa solidão.

Porque no final do dia, quando o deserto parecer infinito e o cansaço bater forte, lembre-se: A solidão faz parte, mas o sucesso também. 

 

Leandro Olímpio - Founder e CEO da Olímpio Business Consultancy. Com mais de uma década de experiência em consultoria estratégica, Leandro é conhecido por sua capacidade de transformar a jornada de empreendedores e negócios. Com sua metodologia exclusiva e modelo de trabalho que vem reinventando o mercado de consultorias corporativas, tem sido fundamental para o crescimento sustentável de inúmeras organizações. Como host do Podcast Smart Business, ele compartilha insights valiosos para empreendedores e executivos. Leandro está comprometido em democratizar os serviços de consultoria corporativa para empresas de todos os portes, facilitando o acesso a conhecimento e informação que irão transformar as estatísticas de falência do Brasil.

 

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