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sábado, 2 de novembro de 2024

60% dos brasileiros buscam por cirurgia plástica durante a primavera

Um levantamento da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) destaca que a proximidade do verão é um dos principais fatores que impulsionam essa alta demanda.

Faltando dois meses para o início da estação mais quente do ano, a chegada do verão é um dos motivos para o aumento significativo na procura por cirurgias plásticas. De acordo com a SBCP, há um crescimento de aproximadamente 60% nas buscas por esse tipo de procedimento durante a primavera.

Para o cirurgião plástico Fernando Lamana, especialista em mama e contorno corporal, formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o desejo de estar com o corpo em forma é compreensível, mas é essencial agir com responsabilidade. Ele ressalta a importância de procurar sempre profissionais sérios e renomados, que priorizem o bem-estar do paciente e ofereçam orientações adequadas sobre a real necessidade do procedimento cirúrgico.

“Os dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) são de grande importância, pois mostram como a aparência física é um fator relevante para a população brasileira. Isso exige que o cirurgião plástico se mantenha atualizado com os tratamentos mais modernos e ofereça sempre segurança, explicando os riscos e benefícios de cada cirurgia. Esse cuidado ajuda o paciente na tomada de decisão”, explica Lamana.

Recentemente, a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica (Isaps) divulgou a Pesquisa Global Anual sobre Procedimentos Estéticos/Cosméticos, que revelou que, só em 2023, foram realizadas mais de 15,8 milhões de cirurgias plásticas no mundo. A lipoaspiração foi o procedimento mais popular, superando a mamoplastia de aumento.

A seguir, confira cinco dicas essenciais para quem está pensando em realizar uma cirurgia plástica:

1. Escolha do médico: Faça uma pesquisa completa sobre o cirurgião plástico. Verifique se ele é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), leia avaliações sobre seu trabalho, depoimentos de pacientes, e confira sua especialização, entre outros aspectos.

2. Clínica: Opte por uma clínica com estrutura de emergência e equipamentos adequados para lidar com eventuais complicações durante a cirurgia. Certifique-se de que o ambiente é limpo e que a clínica possui alvará de funcionamento atualizado. 

3. Esclareça todas as dúvidas: Converse com o cirurgião sobre suas expectativas e objetivos, descrevendo claramente o que espera do procedimento. Faça uma avaliação minuciosa e documente todas as informações importantes. 

4. Siga as orientações pré-operatórias: É crucial seguir as recomendações do cirurgião, como o uso de medicamentos, como anticoagulantes, e a manutenção de hábitos saudáveis. Um pré-operatório bem realizado reduz o risco de complicações e favorece uma recuperação tranquila.

5. Trabalhe com expectativas realistas: A cirurgia plástica pode melhorar a autoestima e a aparência, mas é importante alinhar com o cirurgião os resultados esperados, compreendendo que os efeitos podem não ser imediatos e irão evoluir com o tempo.


Qual a melhor maneira de lidar com o luto em crianças? Canva


Sociedade de Pediatria do RS orienta sobre como apoiá-las durante o momento 


O processo de luto, que se inicia após a perda de uma pessoa próxima, representa uma trajetória emocional complexa, em que os indivíduos se deparam com diferentes sentimentos, como tristeza, frustração, desânimo e irritabilidade. Assim como ocorre com os adultos, o luto na infância envolve uma variedade de emoções e pode levar diferentes períodos para ser processado. Dessa forma, a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) oferece diretrizes sobre como apoiar as crianças durante esse período. 

Segundo o especialista em Psiquiatria da Infância e Adolescência, Thiago Gatti Pianca, é importante cuidado ao comunicar à criança sobre a morte de alguém, já que ela apresenta uma interpretação diferente. 

“A criança não entende a morte da mesma maneira de um adulto. Conforme a idade e o momento dela em seu desenvolvimento, ela pode achar que a morte não é irreversível, como em um desenho animado ou um jogo de videogame, em que o personagem volta logo depois. Por isso deve-se agir com calma e honestidade, utilizando uma linguagem apropriada para a criança. Porém, utilizar eufemismos, como dizer que virou estrela, ou foi descansar, podem mais confundir do que ajudar”, destaca.

Além disso, o psiquiatra pontua que a decisão de participar de cerimônias, como o velório, enterro, ou a cremação depende de cada família, além da própria criança. 

“Ela pode sentir medo e não conseguir ir, mas isso pode, por vezes, ser substituído por outros tipos de homenagens, como escrever uma carta ou fazer um desenho a ser levado para o familiar que morreu, assim como alguma atividade que ele gostava em sua lembrança”, pontua. 

Thiago também ressalta que os adultos podem servir como modelo para a experiência de luto, demonstrando seus sentimentos e falando sobre eles de maneira apropriada.

“É fundamental que a criança tenha permissão e espaço para sentir e expressar suas emoções. É normal passarem por períodos de tristeza, intercalados com raiva, medo e confusão. Isso pode acontecer por muito tempo após a perda”, relata. 

Ademais, é necessário estar atento a sintomas mais intensos e duradouros do luto.

“É crucial perceber sinais como mudanças no comportamento, regressão de marcos do desenvolvimento, insônia ou ansiedade excessiva. Tais sintomas, especialmente se forem prolongados, podem ser um indicativo de necessidade de procurar atendimento em saúde mental”, finaliza o especialista.

 

Gabriela Dalmas


Luto: a importância de vivenciar as emoções

 Pexels
Especialista explica como lidar com a dor do luto e a importância do acolhimento durante momentos de perda e datas significativas 


Com a chegada do Dia de Finados, em 2 de novembro, muitas pessoas revivem a dor de perder alguém querido. Este período, além de ser uma oportunidade de memória e reflexão, destaca a importância de compreender o luto como um processo necessário para a saúde emocional.  

De acordo com Yana Cotrim, professora de Psicologia da Una Itumbiara, o luto é mais que tristeza: é uma fase de adaptação à ausência. “O luto começa quando percebemos que aquela pessoa ou situação não estará mais como antes, e com isso perdemos também uma parte de nós mesmos”, explica.  

Embora cada pessoa viva esse processo de forma única, algumas fases costumam aparecer. Yana destaca que sentir a melancolia inicial é importante e que “negar ou evitá-la pode trazer prejuízos emocionais.” O tempo de superação varia, mas, em média, são necessários cerca de dois anos para a pessoa reorganizar sua vida após uma perda significativa.  

A rede de apoio tem papel fundamental durante o luto. “Quanto mais amor e suporte o enlutado receber, mais fácil será enfrentar essa fase”, ressalta. A professora alerta que amigos e familiares devem ouvir sem pressa ou cobranças. “Dizer algo como ‘já é hora de superar’ só aumenta o sofrimento. O ideal é oferecer apoio, dizendo: ‘Estou aqui sempre que precisar conversar.’”  

Embora o luto seja natural, é preciso estar atento a sinais que indicam a necessidade de ajuda profissional. “Se, após alguns meses, a pessoa não consegue retomar sua rotina ou se envolve cada vez menos na vida, pode ser necessário apoio psicológico”, alerta Yana. Mesmo sem sintomas graves, buscar ajuda profissional durante o luto pode facilitar o processo de cura e evitar o desenvolvimento de quadros depressivos.  

Rituais como o Dia de Finados ajudam a processar e simbolizar a perda. “Esses momentos preenchem a lacuna deixada pela ausência e são essenciais para honrar memórias”, explica a professora. Além disso, atividades simbólicas, como cartas de despedida ou álbuns de memórias, podem aliviar a dor. Mas é preciso respeitar o tempo de cada um.  

Datas significativas também costumam reavivar a dor da perda. Yana reforça que é natural sentir tristeza nessas ocasiões e que é importante permitir-se vivenciar essas emoções. “Chorar e acessar a saudade nesses momentos faz parte do processo de cura”, explica. 


As Fases do Luto: Compreendendo o Processo de Perda

Descubra os estágios emocionais que podem surgir ao lidar com a morte de um ente querido e como cada pessoa vive essa experiência de maneira única

 

O autoconhecimento desempenha um papel crucial em momentos de dor e perda, como no processo de luto. Entender as próprias emoções, reações e necessidades ajuda a enfrentar a morte de um ente querido de maneira mais consciente e equilibrada. O luto é uma experiência profundamente pessoal, e cada indivíduo passa por suas fases de forma única, com seu próprio ritmo. Respeitar esse tempo é essencial para que o luto siga seu curso natural, sem a pressão de "superar" rapidamente.

Segundo a abordagem da Constelação Familiar, o ciclo da vida inclui tanto a vida quanto a morte, e reconhecer esse fato ajuda a aceitar a perda com mais serenidade. Não se trata de ignorar a dor, mas de acolher a realidade de que a morte é uma passagem inevitável e faz parte de nossa existência.

Na visão sistêmica, dar um lugar ao falecido no sistema familiar é uma prática essencial para um luto saudável. Quando reconhecemos e honramos a memória daqueles que partiram, mantemos o vínculo com eles de maneira equilibrada.

De acordo com Bert Hellinger, criador da Constelação Familiar, na “grande alma” não há diferença entre vivos e mortos — ambos influenciam nossas vidas de formas sutis e benéficas. Respeitar os antepassados e aqueles que partiram nos conecta com a força de nosso sistema familiar, trazendo uma sensação de continuidade e pertencimento. Excluir ou ignorar os falecidos pode nos enfraquecer, enquanto honrá-los nos fortalece, ajudando a superar o luto de forma mais harmoniosa e construtiva.

Outra dimensão importante do luto no contexto sistêmico é a liberação do peso emocional que, por vezes, pode ser carregado por gerações. Muitas famílias mantêm "lealdades invisíveis", que são padrões emocionais transmitidos inconscientemente de um membro para outro. Essas lealdades podem se manifestar como sofrimentos repetidos ou destinos trágicos, como uma forma de honrar aqueles que se foram.

“A prática da Constelação Familiar permite que esses emaranhamentos sejam identificados e liberados, de modo que a dor não se perpetue através das gerações. Ao reconhecer o sofrimento de nossos antepassados, sem carregá-lo como nosso, liberamos espaço para viver de forma mais leve, conectada e sem fardos desnecessários”, explica Cristina Florentino, psicóloga e uma das principais mentoras em psicoterapia, manejo de traumas e Constelação Familiar no Brasil.

Cristina ainda ressalta que o luto é um processo individual, mas que muitas pessoas podem experimentar as mesmas fases, como negação, raiva, negociação, depressão e aceitação, como descreveu a psiquiatra Elisabeth Kübler-Ross.

“Não necessariamente todos vão passar pelas mesmas fases e elas podem não acontecer de maneira linear, uma seguida da outra. Alguns podem experimentar mais de uma fase ao mesmo tempo, por exemplo”, explica Florentino.

A psicóloga e especialista em Constelação Familiar elencou algumas dicas para lidar este processo de perda. Confira!

· Aceitar o ciclo da vida: A morte é parte natural da vida, e entender isso ajuda a lidar com o luto de forma mais serena. Respeite suas emoções e o tempo necessário para processar a perda. Cada pessoa passa pelas fases do luto de maneira única, e pressionar-se para "superar" rapidamente pode prejudicar a cura.

· Dar um lugar ao falecido no sistema familiar: Honre a memória do ente querido que partiu, mantendo-o presente em seu coração e no sistema familiar. Esse reconhecimento permite que o amor continue de forma saudável, sem transformar a lembrança em um peso emocional.

· Liberação do peso emocional: Muitas vezes, sem perceber, carregamos o peso do luto por gerações. A prática da Constelação Familiar nos ensina a liberar essas emoções e a lidar com a perda de maneira mais leve, conectada e sem que a dor se prolongue por heranças familiares inconscientes.

· Respeitar o destino do outro: Aceitar o destino de quem partiu é um passo importante para a cura. Cada pessoa tem seu próprio caminho, e compreender que a jornada do outro seguiu seu curso traz paz e alívio ao processo de luto.

· Permitir-se viver plenamente: Continuar vivendo de forma plena é uma maneira de honrar os que partiram. A gratidão pela vida que ainda temos é uma forma de respeitar o ciclo da vida, ao mesmo tempo em que se valoriza a própria existência e as memórias deixadas pelos entes queridos. 

 

Cristina Florentino - Com mais de 20 anos de experiência em Psicologia e Constelação Familiar, Cristina Florentino é uma líder influente na interseção entre psicoterapia e espiritualidade. Formada por Bert Hellinger, considerado o pai do método Constelação Familiar, ela desenvolveu um sistema terapêutico próprio que se compromete com o autoconhecimento, desenvolvimento emocional e resolução de conflitos familiares, unindo a psicologia com práticas milenares da espiritualidade. Conta hoje com uma plataforma que reúne mais de 70 terapeutas especializados em psicoterapia, manejo de traumas e Constelação Familiar, oferecendo atendimento online, inclusive internacionalmente. Cristina também conduz grupos de autoconhecimento, facilita workshops, forma terapeutas e compartilha seu conhecimento por meio de cursos como "7 Chaves da Prosperidade", "Jornada da Constelação Familiar", “Manejo de Trauma”, “Estados do Ego”, "Alma do Dinheiro" e "Semana das Constelações do Espírito", fornecendo ferramentas poderosas para transformação, crescimento pessoal e identificação de traumas relacionados à transgeracionalidade. Sua trajetória, que abrange desde experiências na psicologia, passando por escolas de meditação na Índia, moldou sua compreensão da psique humana e sua sensibilidade como terapeuta. Todas as sextas-feiras, às 11h11, Cristina realiza aulas gratuitas em seu canal no YouTube: @CristinaFlorentino.
www.cristinaflorentino.com.br
Instagram @psicristinaflorentino.


Como a ansiedade age no nosso organismo: 5 mitos e 5 verdades

A ansiedade é uma resposta natural do corpo frente a situações de estresse e perigo. No entanto, quando intensificada, pode impactar a saúde mental e física, afetando o bem-estar geral. Com o ritmo acelerado da vida moderna e as constantes demandas, cada vez mais pessoas sentem os efeitos da ansiedade em seu corpo e mente. Para desmistificar essa condição e oferecer orientações sobre como lidar com ela, a nutricionista Priscila Gontijo, Coordenadora do Science Hub Puravida, alerta para os impactos da ansiedade e a importância de buscar ajuda. Confira:  


Como a ansiedade age no organismo 

A ansiedade ativa o sistema nervoso simpático, liberando hormônios como o cortisol e a adrenalina, que preparam o corpo para uma "resposta de luta ou fuga". Isso pode resultar em aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, respiração rápida e superficial, além de tensão muscular. Essas reações são naturais, mas quando contínuas, podem sobrecarregar o corpo e causar problemas de saúde a longo prazo. 

"A ansiedade afeta não só a mente, mas também o corpo de maneira sistêmica. O excesso de cortisol no organismo pode interferir na digestão, no sono e até na regulação do apetite, o que agrava ainda mais o quadro de estresse", explica Priscila Gontijo 


5 mitos sobre a Ansiedade 

  • Ansiedade é apenas um estado mental 
    Mito: Ansiedade não se limita à mente, ela provoca reações físicas como taquicardia, sudorese e tremores, impactando diretamente a qualidade de vida. 
  • Ansiedade é sempre negativa 
    Mito: Em níveis moderados, a ansiedade pode ser uma força motivadora e uma resposta natural a situações desafiadoras, ajudando o corpo a se preparar para enfrentar o estresse. 
  • Somente pessoas fracas têm ansiedade 
    Mito: A ansiedade não discrimina, pessoas de todas as idades e personalidades podem experimentar ansiedade. Fatores genéticos e ambientais podem desencadeá-la. 
  • A ansiedade desaparece sozinha 
    Mito: Sem tratamento adequado, a ansiedade pode se agravar. É importante buscar formas de gerenciamento, como terapia, meditação e suporte nutricional. 
  • Tomar medicamentos é a única forma de tratar a ansiedade 
    Mito: Medicamentos não são a única solução, a psicoterapia, exercícios físicos e mudanças no estilo de vida, como uma alimentação equilibrada, podem ser eficazes no manejo da ansiedade. 

 

5 verdades sobre a Ansiedade 

  • Ansiedade pode impactar a saúde digestiva 
    Verdade: "O sistema digestivo é diretamente afetado pelo estresse e pela ansiedade. O excesso de cortisol pode interferir na produção de ácidos digestivos e levar a sintomas como azia, refluxo e síndrome do intestino irritável", afirma Priscila. 
  • Alimentação pode influenciar na ansiedade 
    Verdade: Certos alimentos, como aqueles ricos em açúcar refinado e cafeína, podem piorar os sintomas da ansiedade. "Manter uma alimentação equilibrada, rica em nutrientes como magnésio e ômega-3, pode ajudar a amenizar os sintomas", orienta Priscila. 
  • Exercício físico ajuda a aliviar a ansiedade 
    Verdade: A atividade física estimula a produção de endorfinas, substâncias que promovem o bem-estar e reduzem os níveis de estresse. 
  • A respiração consciente pode acalmar o sistema nervoso 
    Verdade: Técnicas de respiração profunda ajudam a reduzir a ativação do sistema nervoso simpático, promovendo um estado de relaxamento. 
  • Distúrbios do sono estão associados à ansiedade 
    Verdade: Problemas de sono são comuns em pessoas que sofrem de ansiedade. Dormir mal pode agravar os sintomas, criando um ciclo vicioso. 



Puravida
www.puravida.com.br


Benefícios da leitura para a saúde mental

O hábito de leitura pode ser adquirido em qualquer tempo e, se você ainda não tem, tenho certeza que depois de ler esse artigo vai correndo atrás de um livro para chamar de seu.

Vamos lá....Benefícios da leitura diária para a saúde:

Brincadeiras à parte, trago aqui os benefícios que a leitura vai trazer para sua saúde mental e física.

Para envelhecer bem, tenha um livro como companheiro. A leitura além de ser uma atividade prazerosa é um grande exercício de memória e atenção, o que nos ajudará muito na idade avançada. Quem não quer suas capacidades mentais preservadas?

A leitura melhora a nossa capacidade cognitiva, ou seja, a função de aprender, raciocinar e prestar a atenção. Estar atualizado e ter fluência verbal trará uma maior sociabilidade, o que é importante para nossa saúde mental. Poder conversar de assuntos variados.

Ainda falando em saúde mental, a leitura reduz o estresse e a ansiedade o que leva a uma melhora de qualidade de vida. Ler antes de dormir, leva você ao sono reparador.

A companhia do livro afastará a possibilidade da depressão, você nunca está sozinho quando está lendo e a história se estenderá no espaço de uma leitura e outra.

Você não precisa iniciar esse costume com um livro extenso, pode começar por artigos de jornais, crónicas ou contos e, logo estará entrando em histórias envolventes e fazendo amizade com personagens que trarão saudade no término da leitura. É importante ler todo dia! Algumas páginas, alguns minutos, mas todo dia.

Além de todos esses benefícios, algumas pesquisas apontam que o indivíduo com mais repertório intelectual, o que a leitura traz, consegue reverter quadros de acidentes vasculares cerebrais com mais facilidade.

Não dá para ignorar tudo que o livro incorporado no seu dia à dia representará na sua saúde, então vem comigo e vamos ler!

Me siga no insta @daisygouveiaoficial e receba todo dia uma dica de livro ou leitura diferente, que pode ser o seu começo!

 


Daisy Gouveia - apresentadora, escritora, influenciadora digital, host do Podcast ‘Leiture-se’ e criadora do Clube de Leitura da Daisy. Com 66 anos, usa as redes sociais para incentivar as pessoas, principalmente as mulheres, a adotarem o hábito da leitura. Com 35 anos de experiência na área da moda, escreveu o livro 'Costurando Minha História' onde conta sua trajetória e fala sobre sua reinvenção profissional, estimulando as pessoas que também querem mudar.
Instagram: @daisygouveiaoficial
Youtube: @daisygouveia


Depressão que vai e volta: nova terapia de estímulo cerebral mostra resultados promissores no tratamento da depressão resistente

Estudo publicado no JAMA Psychiatry em 2024 revela que tratamento com eletroestimulação transcraniana melhorou significativamente os sintomas de depressão resistente

 

Uma pesquisa publicada recentemente no JAMA Psychiatry intitulada de “Estimulação Theta-Burst intermitente acelerada e depressão bipolar refratária ao tratamento - Um ensaio clínico randomizado” apontou resultados promissores de uma nova terapia de estimulação cerebral no tratamento de depressão resistente.

O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade de Stanford, testou uma técnica chamada "estímulo transcraniano de alta frequência", que mostrou ser eficaz para reduzir os sintomas em pacientes que não respondiam a tratamentos convencionais. Dos participantes, 53% experimentaram uma resposta positiva, e cerca de 40% alcançaram a remissão total dos sintomas, abrindo uma nova esperança para milhões de pessoas que sofrem dessa condição.

A depressão resistente é um dos maiores desafios da psiquiatria moderna, afetando cerca de 30% dos pacientes que não encontram alívio nos tratamentos tradicionais. Relatos de figuras públicas como Pamela Anderson, que recentemente falou sobre sua batalha de longa data contra a depressão, destacam a importância de novas abordagens. Anderson, que enfrentou crises de saúde mental durante sua carreira, é uma das muitas vozes que reforçam a necessidade urgente de terapias mais eficazes e acessíveis para quem sofre com a doença.


Neuromodulação não invasiva no Brasil


A neuromodulação, técnica que utiliza estímulos elétricos ou magnéticos para modular a atividade cerebral, tem se consolidado como uma alternativa no tratamento da depressão resistente. No Brasil, centros de tratamento neurológico já adotam essa abordagem, com destaque para o Estímulo Magnético Transcraniano (EMT). A técnica visa regular áreas específicas do cérebro associadas ao humor e às emoções.

A Dra. Carolina Souza, neurocientista com PhD em neurologia pela USP, ressalta os avanços científicos no uso dessa técnica para tratar a depressão resistente. "As evidências científicas acumuladas nos últimos anos mostram que a neuromodulação, especialmente o Estímulo Magnético Transcraniano (EMT), tem apresentado resultados promissores em pacientes que não respondem a tratamentos convencionais. Estudos demonstram que uma parte significativa dos pacientes experimenta melhora considerável, com muitos atingindo remissão completa dos sintomas", explica a especialista.


Desplugue e Explore: 5 dicas de atividades escolares na natureza e “sem telas”

As telas convidam à individualidade, escola
 é lugar para a construção do coletivo.
 Unsplash
Crianças que aprendem em ambientes livres de pressão têm, em média, 40% mais criatividade, aponta um estudo do Instituto Ayrton Senna

 

Nos últimos anos, o movimento sem telas nas escolas tem ganhado força globalmente, motivado por preocupações sobre o impacto do uso excessivo de dispositivos digitais na saúde mental e no desempenho acadêmico dos alunos. Uma tese defendida no Programa de Pós-Graduação em Medicina Molecular da UFMG indica que o uso excessivo de telas está associado a uma deterioração da saúde mental, afetando usuários de todas as idades. 

Na Catalunya, uma escola proibiu o uso de celulares durante o horário escolar, resultando em um aumento de 30% na concentração dos alunos e de 25% no aproveitamento escolar em apenas um semestre, segundo uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Educacional da Catalunya. Esses dados reforçam a ideia de que eliminar distrações digitais pode beneficiar o aprendizado. 

Em um movimento semelhante, escolas na França também têm implementado restrições ao uso de celulares, com 54% dos professores relatando melhorias significativas no desempenho dos alunos após a adoção de políticas sem telas, segundo a pesquisa da Universidade de Harvard. 

Terezinha Fogaça de Almeida, fundadora da Escola Ágora em Cotia, São Paulo, defende o movimento sem telas, ressaltando que a tecnologia deve auxiliar o aprendizado. “A escola foca no desenvolvimento da atenção e da interação pessoal, promovendo habilidades sociais como comunicação e empatia. A restrição ao uso de celulares tem gerado resultados positivos, estimulando a curiosidade e criatividade das crianças”, disse Terê que adota essa abordagem há quase 40 anos, em meio à Mata Atlântica. 

De acordo com um estudo do Instituto Ayrton Senna, crianças que aprendem em ambientes livres de pressão têm, em média, 40% mais criatividade. A Ágora realiza projetos de reciclagem e possui uma composteira que transforma resíduos orgânicos em adubo, incentivando a responsabilidade ambiental. Os alunos participam do plantio de árvores nativas da Mata Atlântica, como Pau Ferro e Bago de Macaco, contribuindo para a recuperação da vegetação local. Na escola, os alunos, sem o uso de telas, constroem cabanas, espadas e até uma moeda própria, cuja forma mais valiosa é uma semente de olho-de-cabra. Eles desenvolvem um ecossistema de cooperação, aprendendo a conviver com as diferenças e negociar regras. 

Neste contexto, a fundadora da Ágora, Terê, menciona mais 5 atividades escolares “sem telas”:

  1. Oficina de artes: promova uma atividade de artesanato onde os alunos possam criar obras usando materiais variados, como papel, tecido, tinta e objetos reciclados. Essa atividade pode ser inspirada em artistas ou movimentos artísticos;
  2. Teatro: os alunos podem preparar uma peça de teatro. Isso estimula a criatividade e a expressão oral, além de ser divertido!
  3. Roda de leitura: organize uma roda de leitura onde os alunos escolhem livros e compartilham trechos ou ideias principais com os colegas. Isso incentiva a leitura e a interpretação de texto;
  4. Aula de música: explore os ritmos, comece com uma breve introdução sobre diferentes ritmos. Toque padrões rítmicos simples no piano e peça aos alunos que os emitem, tanto no piano quanto batendo palmas. Varie os tempos (rápido, lento) e as acentuações;
  5. Debates e discussões em grupo: Escolha um tema relevante e promova um debate. Os alunos podem se dividir em grupos e preparar argumentos, desenvolvendo habilidades de oratória e pensamento crítico.

 

Ágora - Escola de Ensino Fundamental Saiba mais, aqui!


O impacto do deep work

Hoje vamos mergulhar mais fundo no tal do deep work, ou trabalho focado — um mergulho profundo no foco que elimina distrações e coloca você em um estado de fluxo criativo e produtivo. É a fórmula para fazer mais em menos tempo e com mais qualidade. Em um mundo de distrações infinitas, conseguir focar profundamente é um verdadeiro superpoder. O deep work não é só sobre produtividade; é sobre criar algo significativo, avançar nas suas metas e sentir a verdadeira satisfação de um trabalho bem-feito. Porque, sejamos honestos, no meio do caos digital, foco virou um privilégio raro e poderoso. Como dizem os gringos, uma vantagem desleal até.

Mas o que é o deep work? É um termo usado pelo autor e professor de ciência da computação Cal Newport para descrever o estado de foco profundo que leva à realização de tarefas complexas e de alto impacto. Sem interrupções, sem distrações. É nesse espaço de concentração máxima que a gente é capaz de produzir o nosso melhor trabalho. Pense nisso: quantas vezes você realmente se senta e mergulha tão fundo em uma tarefa que se esquece do tempo?

A neurociência já nos mostrou que é nesse estado de fluxo ou flow, descrito por Mihaly Csikszentmihalyi, que alcançamos a nossa melhor performance. O deep work te leva até lá.

E sabe por que a multitarefa está sabotando o seu progresso? Porque o seu cérebro não foi projetado para multitarefa. Cada vez que alternamos entre tarefas, perdemos foco e levamos até 25 minutos para recuperar o mesmo nível de concentração. Isso significa que, ao pular de uma atividade para outra, estamos gastando muito mais tempo do que se simplesmente focássemos em uma única tarefa.

Com o deep work você combate a multitarefa ao dedicar blocos de tempo específicos para uma única atividade de alta importância. Sem distrações, sem interrupções.

Pode parecer algo simples, mas acredite: implementar o deep work na sua rotina pode transformar sua carreira. Trabalhar com foco profundo, mesmo que por 1 ou 2 horas por dia, pode gerar resultados exponenciais. Se você é um empreendedor, escritor, cientista ou creator, o deep work é a chave para destravar a criatividade e produtividade necessárias para criar algo que realmente faça a diferença.

Mason Currey, em "Daily Rituals" (teve em português, mas já esgotou), descreve como muitos dos maiores pensadores da história protegiam seus momentos de trabalho profundo para gerar inovações e insights. Aliás, abre um parêntese rápido aqui: eu AMO ler livros assim que contam da vida de deus e o mundo…nada melhor que saber mais de como pensavam, e dos hábitos e comportamentos das pessoas que a gente admira. Fecha parênteses.

Bom, mas voltando pro deep work, além de aumentar a nossa produtividade o cara ainda ajuda para um caramba a nossa saúde mental, acredita? Pensa só: quando a gente está focadão em uma tarefa, nossa mente fica finalmente livre das constantes distrações que causam estresse e ansiedade. Sua mente sai cantando “livre estooooou, livre estooooou” e soltando neve pelas mãos tudo. Brincadeira. Sem a pressão de responder imediatamente a emails ou mensagens, você entra em um estado de calma e controle. O foco profundo reduz os níveis de cortisol (o hormônio do estresse) e aumenta a sensação de bem-estar.

Mas Paula, faz como para entrar nesse tal de deep work? (favor não confundir com deep web)

Quer começar a praticar o deep work? Aqui estão algumas dicas:

  • Time Blocking: Reserve blocos de 60 a 90 minutos para focar em uma única tarefa.
  • Elimine distrações: Desligue notificações, feche o email e use apps que bloqueiam redes sociais durante os períodos de foco.
  • Crie rituais: Prepare-se para o deep work com uma rotina que te ajuda a entrar no estado de concentração. Pode ser meditar antes de começar, organizar seu espaço de trabalho ou até usar uma playlist específica.

Cal Newport sugere que até mesmo pequenas sessões de deep work podem ter um impacto significativo na sua produtividade. E eu, no caso, confirmo.


Desafio do Dia

Hoje, o desafio é se comprometer com pelo menos uma sessão de deep work. Escolha uma tarefa importante, desligue todas as distrações, e mergulhe. Comece com 60 minutos, se possível, e observe a diferença na qualidade do seu trabalho. Este é um passo simples que pode transformar completamente seus resultados.

 

Paula Abreu


7 dicas de como utilizar redes sociais para compartilhar seu casamento

 Especialista da Welucci compartilha dicas para quem deseja usar as plataformas digitais como aliado em sua festa

 

Os smartphones e as redes sociais se tornaram aliados indispensáveis para registrar e compartilhar momentos especiais, e o seu casamento pode ganhar ainda mais visibilidade com o uso correto dessas ferramentas. Desde os preparativos até o grande dia, o celular pode oferecer uma maneira prática e criativa de envolver amigos e familiares em cada etapa por meio das plataformas digitais. Se você está planejando compartilhar seu casamento nas redes sociais, aqui estão algumas dicas para fazer isso de forma autêntica e memorável.

 

1. Escolha os apps certos
Antes de começar a postar, pense em quais plataformas fazem mais sentido para você. No Instagram, os Stories e o Reels permitem criar conteúdos dinâmicos e espontâneos, enquanto o TikTok oferece uma plataforma divertida para vídeos criativos, já o YouTube é perfeito para vídeos mais longos, como o teaser do casamento. Além disso, considere usar o WhatsApp para compartilhar detalhes de forma mais íntima com grupos selecionados de familiares e amigos próximos. Certifique-se de ajustar o conteúdo de acordo com o formato de cada plataforma.

 

2. Personalize filtros e hashtags exclusivos
Uma das maneiras mais divertidas de envolver os convidados é criar uma hashtag e filtros exclusivos para o seu casamento. Isso não só facilita encontrar todas as fotos e vídeos relacionados ao seu grande dia, mas também cria um senso de comunidade entre os participantes. Escolha algo curto e fácil de lembrar, que inclua o nome do casal ou algo significativo para ambos.

 

3. Compartilhe os bastidores
Os preparativos do casamento são uma parte emocionante de todo o planejamento, e seus amigos e familiares vão adorar ver os bastidores. Compartilhe spoilers das escolhas do vestido, dos ensaios, das reuniões com fornecedores e da montagem do local. Isso cria uma narrativa envolvente e faz com que todos se sintam parte do processo.

 

4. Contrate um especialista para cuidar das redes no dia do casamento
Para garantir que tudo corra bem sem que o casal precise se preocupar, vale considerar a contratação de um profissional especializado em redes sociais para o dia do casamento. Essa pessoa pode gravar vídeos, tirar fotos e publicá-los simultaneamente, utilizando as marcações corretas e mantendo a hashtag ativa. Dessa forma, os noivos podem aproveitar cada momento sem se preocupar em capturar e eternizar cada detalhe.

 

5. Faça transmissões ao vivo
Para aqueles que não podem estar presentes fisicamente, as transmissões ao vivo são uma excelente alternativa. Utilize plataformas como Instagram Live, TikTok ou até mesmo Zoom ou Whatsapp para transmitir a cerimônia ou os momentos principais da festa. Lembre-se de testar a conexão de internet e ter alguém responsável pela filmagem.

 

6. Capture os pequenos momentos
Nem tudo precisa ser planejado. Momentos espontâneos e autênticos são muitas vezes os mais memoráveis. Use o Stories do Instagram ou o Reels do TikTok para compartilhar pequenas doses de felicidade ao longo do dia, como risadas entre amigos, abraços inesperados, ou momentos de dança na pista.

 

7. Peça ajuda dos convidados
Incentive seus convidados a usarem a hashtag do casamento e a compartilharem suas próprias fotos e vídeos. Essa é uma ótima maneira de ver o evento sob diferentes perspectivas e capturar momentos que você pode ter perdido. Além disso, plataformas como Instagram permitem que você reposte as publicações dos seus convidados, aumentando ainda mais o envolvimento.

 

Os celulares e redes sociais oferecem uma maneira fácil e criativa de compartilhar o casamento. Com um planejamento simples e o uso adequado de aplicativos, você pode eternizar seu grande dia de forma autêntica e envolvente, respeitando todos os gostos e desejos de cada casal", comenta Priscilla Nicolellis, Head de marketing e comunicação da Welucci.
 

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As fases do luto, médico explica


O processo de perda de um ente querido pode atingir pessoas de formas diferentes. O médico neurocirurgião e neurocientista do Hospital das Clínicas de SP, Dr. Fernando Gomes fala sobre o luto e conta que é importante respeitar o tempo de cada um e a maneira como cada pessoa encontra para lidar com a ausência do outro. 

“É importante respeitar essa fase que é diferente para cada pessoa. Não dá para medir a dor e o sofrimento de cada um, mas existe um processo de resiliência cerebral que acaba trazendo, depois de um certo tempo, algum conforto”, explica o especialista. 

Segundo Gomes, o luto é composto por cinco fases. São elas: 

• Fase inicial – indivíduo tende ao isolamento e a negar a situação;

• Fase de raiva – indivíduo luta contra o que aconteceu;

• Fase de barganha – indivíduo tenta fazer trocas e tende a ter pensamentos como “isso acontece com todos”;

• Fase de depressão – indivíduo sente uma tristeza profunda;

• Fase de aceitação – indivíduo acaba entendendo o significado de todo esse processo que aconteceu. 

O neurocirurgião diz ainda que apesar de o luto ser um processo muito doloroso — e que, às vezes, a pessoa precise de um suporte religioso e/ou profissional da psicologia e psiquiatria –, a tendência é que com o tempo ela passe a lembrar daquilo com amor, carinho e saudade, livre de sentimentos ruins. 

“Existem fases do luto e entender que não adianta querer pular ou atropelar estas etapas, porque faz parte do processo do amadurecimento psíquico, ajuda o processo”, finaliza.

 


Dr Fernando Gomes - Professor Livre Docente de Neurocirurgia do Hospital das Clínicas de SP com mais de 2 milhões de seguidores. Há 12 anos atua como comunicador, já tendo passado pela TV Globo por seis anos como consultor fixo do programa Encontro com Fátima Bernardes (2013 a 2019), por um ano (2020) na TV Band no programa Aqui na Band como apresentador do quadro de saúde “E Agora Doutor?” e dois anos (2020 a 2022) como Corresponde Médico da TV CNN Brasil. Atualmente comanda seu programa Olho Clínico com Dr. Fernando Gomes semanalmente no Youtube desde 2020. É também autor de 9 livros de neurocirurgia e comportamento humano. Professor Livre Docente de Neurocirurgia, com residência médica em Neurologia e Neurocirurgia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, é neurocirurgião em hospitais renomados e também coordena um ambulatório relacionado a doenças do envelhecimento no Hospital das Clínicas.
drfernandoneuro



Astrocartografia se apresenta como tendência de personalização no turismo

Viajantes escolhem seus destinos com base nos astros


Nos últimos anos, o turismo tem se reinventado para proporcionar experiências cada vez mais personalizadas. Uma das tendências mais recentes é a incorporação da astrocartografia no planejamento de viagens, oferecendo aos viajantes uma nova forma de escolher seus destinos com base nas energias astrológicas. Carol Pêsolatto, astróloga e taróloga, explica que a astrocartografia é uma técnica que projeta o mapa astral de uma pessoa no mapa-múndi, permitindo identificar quais locais ao redor do mundo são mais favoráveis para diferentes aspectos da vida, como trabalho, lazer ou desenvolvimento pessoal.

"Através da astrocartografia, é possível identificar as regiões mais adequadas para realizar determinados objetivos, seja para viajar, morar ou até mesmo descansar. Isso ajuda as pessoas a escolherem seus destinos de acordo com as energias predominantes em cada local", explica Carol.

Esse conceito vem ganhando força entre turistas que buscam algo além de simples descanso ou diversão. "A astrocartografia proporciona clareza sobre as energias presentes em diferentes lugares do mundo, ajudando a planejar uma viagem que traga benefícios pessoais, como crescimento, transformação e até mesmo a movimentação de energias que estavam bloqueadas na vida do viajante", destaca Carol. "O objetivo é que a pessoa escolha o destino ideal de acordo com seu propósito de vida naquele momento."

Essa abordagem personalizada já vem sendo adotada por agências de turismo especializadas, como a Pervoy Turismo, fundada por Beatriz Oliveira, que vê uma demanda crescente por roteiros personalizados baseados em mapas astrais. “Os clientes estão cada vez mais interessados em planejar suas viagens com base na astrocartografia. Eles buscam destinos que estejam alinhados com seus mapas astrais, especialmente quando o objetivo é transformação pessoal ou reconexão espiritual”, conta Beatriz.

Beatriz destaca o sucesso de seus grupos de meditação anuais para o Egito, um destino popular entre aqueles que buscam uma experiência de reconexão espiritual. “O Egito é um destino carregado de energias transformadoras, e muitos clientes que participam dos grupos sentem uma verdadeira renovação em suas vidas. A astrocartografia nos ajuda a identificar locais com essas potências energéticas, tornando as viagens ainda mais especiais.”

Segundo Carol Pêsolatto, destinos como Índia e Egito, reconhecidos por suas energias de transformação, são frequentemente recomendados para aqueles que buscam um reencontro espiritual. No entanto, tudo depende do mapa astral de cada indivíduo e de seus objetivos no momento. "Há lugares que favorecem a energia material, outros a energia profissional, e alguns locais são indicados para quem busca reconexão espiritual. É uma maneira de alinhar o destino de viagem com a fase da vida em que a pessoa se encontra."

Essa nova forma de planejar viagens pode, de fato, transformar a maneira como as pessoas enxergam o turismo, e as agências já estão se adaptando a essa tendência. “O futuro do turismo será mais voltado para o propósito pessoal e energético de cada viajante. Agências que souberem incorporar a astrocartografia em seus serviços estarão oferecendo algo além de roteiros tradicionais: estarão proporcionando experiências transformadoras, que podem impactar positivamente a vida de seus clientes”, conclui Beatriz Oliveira. 

Com isso, a astrocartografia promete ser um caminho para aqueles que desejam mais do que simples férias, mas uma jornada de autoconhecimento e transformação.




Pervoy Turismo



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