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terça-feira, 8 de outubro de 2024

Dia do Audiologista: Philips Aparelhos Auditivos destaca a importância da atuação desse profissional para a saúde auditiva

Empatia e tecnologia são importantes aliados dos fonoaudiólogos especialistas no cuidado personalizado da audição 
 

O Dia do Audiologista, comemorado em 10 de outubro, é uma data que celebra a dedicação e a importância dos profissionais de audiologia, que desempenham um papel fundamental na saúde e no bem-estar auditivo. A Philips Aparelhos Auditivos – parte do Grupo Demant, líder global em saúde auditiva –, comprometida com a inovação e o cuidado integral da audição, aproveita a ocasião para reforçar o valor dos fonoaudiólogos e o impacto positivo que seus serviços têm na qualidade de vida dos pacientes. 

Esses profissionais são essenciais na prevenção, diagnóstico e tratamento de problemas auditivos. São esses profissionais que, por meio de exames especializados e tecnologias avançadas, orientam pacientes a encontrarem soluções auditivas que proporcionam mais conforto e bem-estar. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1,5 bilhão de pessoas em todo o mundo têm algum grau de perda auditiva, e esse número deve aumentar. Os fonoaudiólogos, por sua vez, desempenham um papel crucial na reabilitação auditiva, ajudando os pacientes a recuperar a qualidade de vida por meio de soluções tecnológicas de ponta. 

A Philips Aparelhos Auditivos reconhece que, além da tecnologia, a empatia e o cuidado dos fonoaudiólogos são determinantes no sucesso do tratamento. "Sabemos que a jornada de quem enfrenta os problemas auditivos pode ser desafiadora, e os especialistas desempenham um papel fundamental para garantir que a saúde auditiva dos pacientes seja atendida de forma integral", destaca Marcella Vidal, Fonoaudióloga e Gerente de Audiologia e Educação Corporativa da Demant Brasil.
 

Inovação a serviço da audição  

Nesse contexto, a Philips Aparelhos Auditivos tem se destacado por trazer inovações ao mercado que auxiliam os fonoaudiólogos e otimizam a experiência auditiva. Para isso, a marca tem investido fortemente no desenvolvimento de aparelhos auditivos cada vez mais eficientes e discretos. A tecnologia de inteligência artificial, por exemplo, permite uma adaptação mais precisa às necessidades auditivas individuais, ajustando automaticamente os aparelhos de acordo com o ambiente sonoro. Isso representa um avanço significativo para pacientes que buscam praticidade e conforto no dia a dia.

No entanto, a empresa ressalta que, mesmo com o avanço tecnológico, o papel dos especialistas em audição permanece indispensável. "A tecnologia é uma ferramenta poderosa, mas o diagnóstico e a personalização do tratamento dependem do conhecimento e da experiência dos fonoaudiólogos dedicados à área de audiologia", conclui a especialista Marcella.


Outubro Rosa – Conscientização e informação são as melhores alternativas na luta contra o câncer de mam

Divulgação


O câncer de mama ocupa a primeira posição em mortalidade por câncer entre as mulheres no Brasil, por isso, A Sós investe em diversas ações de conscientização em outubro, além de estar presente para auxiliar sintomas durante o tratamento quimioterápico

 

 

Desde 1990, o mês de outubro é lembrado como o mês da prevenção ao câncer de mama, com o Outubro Rosa. Apesar da conscientização ter que circular durante todo ano, o esforço para alcançar mais pessoas e difundir ainda mais a informação acontece neste mês. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), para o Brasil, foram estimados 73.610 casos novos de câncer de mama em 2023, com um risco estimado de 66,54 casos a cada 100 mil mulheres. O câncer de mama também ocupa a primeira posição em mortalidade por câncer entre as mulheres no Brasil, com uma taxa de mortalidade ajustada por idade, pela população mundial, para 2021, de 11,71/100 mil (18.139 óbitos). As maiores taxas de incidência e de mortalidade estão nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. 

 

Os números alarmantes de mortalidade feminina reforçam a necessidade de ações efetivas para que haja prevenção e pré diagnóstico da doença. Pensando em contribuir e unir forças em prol da causa, a A Sós – empresa de saúde e bem-estar íntimos – realizará várias ações ao longo de todo mês de outubro, desde distribuição de cartilhas informativas até a participação em eventos destinados ao público feminino.

 

As ações fazem parte do #Ummilhãodemulheres, um projeto social da A Sós que visa alcançar, por meio da informação, o maior número possível de mulheres brasileiras. “Nós acreditamos que, quando as mulheres avançam, a sociedade toda caminha! Por esse motivo, investimos no conhecimento sobre saúde e sexualidade para que elas possam decidir sobre seus corpos. Nossa meta é que um milhão de mulheres se tornem empoderadas”, comenta Paulo Arêdes, CEO da A Sós.

 

A primeira ação já começou no dia 1º de outubro, em que todos os pedidos despachados pelos centros de distribuição serão acompanhados por cartilhas de conscientização contra o câncer de mama. Além disso, a empresa apoia dois eventos destinados às mulheres. Um deles acontece no dia 19 de outubro, em São Carlos-SP, o “Conexão Rosa: Yoga e Saúde Pélvica” – que, em homenagem ao Outubro Rosa, reunirá mulheres para um momento de autocuidado e empoderamento, com meditação guiada, yoga focada em fortalecimento pélvico e palestras sobre saúde feminina e fisioterapia pélvica. O outro, também no dia 19, será no Projeto “Despertar – Corpo em Movimento”, que acontece no Quintal do Chalé em Belo Horizonte -MG, onde mais de 100 mulheres participarão de vários exercícios em busca de saúde e melhor qualidade de vida.

 

Auxilio para pessoas em tratamento

 

Além do apoio e da disseminação de informações pertinentes à saúde feminina, a A Sós faz parte do dia a dia de milhares de mulheres em tratamento quimioterápico, com dilatadores vaginais e dermocosméticos destinados juntamente para tratar os sintomas colaterais. Uma delas é a assistente de auditoria, Raquel Estefãnia Eredes, de Sabará, Minas Gerais. Ela foi diagnosticada em 2021, aos 33 anos, com câncer de mama e, desde então, segue em tratamento. Nestes três anos de luta, ela percebeu diversas alterações no seu corpo, ocasionados pelos remédios da quimioterapia. Uma dessas mudanças foi o início precoce da menopausa, que pode causar irregularidade menstrual, ondas de calor ou fogachos, suores noturnos, alterações de humor, irritabilidade ou melancolia, secura vaginal, diminuição da libido, queda de cabelo e dificuldade para dormir.

 

“Eu faço duas medicações que induzem a menopausa e, até então, não tinha aparecido sintomas. Mas este ano, comecei a ter bastante ressecamento vaginal, que me incomodava muito. Por isso, fui até a minha ginecologista, que me recomendou o uso de hidrante e lubrificante vaginal”, conta Raquel.

 

Segundo ela, a médica não recomendou nenhum produto específico, e então ela foi pesquisar as melhores marcas que realmente resolveriam o problema. “Esses que a gente compra em farmácia, além de não fazerem o efeito que a gente precisa, são caríssimos e vêm pouca quantidade”, comenta ela.

 

Foi então que ela conheceu a linha de dermocosméticos Dermosex, da A Sós. “Eu conheci a Dermosex vendo um vídeo de uma Líder A Sós no Youtube e comprei o meu. Fiquei tão encantada com os resultados que, hoje, além de usar, virei consultora A Sós e revendo para minhas colegas da quimioterapia. Me cuido e ainda consigo uma renda extra”.

 

Segundo a médica ginecologista Sandra Rios, é natural que pacientes em tratamento contra o câncer de mama tenham um bloqueio hormonal, e com isso aparecem vários sintomas, como o ressecamento vaginal relatado por Raquel. “Partindo da minha área da ginecologia, para aliviar os sintomas eu recomento os hidratantes vaginais, a base de água, e também os dermocosméticos. Eu estimulo a paciente a usar hidratantes e lubrificantes sempre, outras necessitam de fisioterapia pélvica e tratamentos com energia, laser, radar de frequência”, explica Sandra.

 

Já a fisioterapeuta pélvica Laís Gonçalves, embaixadora da A Sós, relata que, para aliviar os sintomas de ressecamento vaginal, uma das melhores dicas é manter a hidratação, pois a ingestão de líquidos favorece a lubrificação natural do corpo. “O uso de lubrificantes e hidratantes vaginais é essencial, mesmo fora das relações sexuais, para manter os tecidos hidratados e evitar desconforto. Também é importante evitar o uso de sabonetes que não sejam específicos para a região íntima e não realizar duchas vaginais internas, que podem desequilibrar o pH vaginal. A prática regular de exercícios do assoalho pélvico também é essencial, pois ajuda a aumentar a circulação sanguínea na região, promovendo uma melhor lubrificação. Além disso, é sempre importante consultar profissionais especializados, como fisioterapeutas pélvicos e médicos, para avaliar se há necessidade de tratamentos adicionais” enfatiza.

 

 




A Sós distribui cartilha de conscientização sobre o câncer de mama. 


Dermosex

A Sós

SAC da A Sós: (31) 3368-4160 / (11) 2391-6922

WhatsApp: (31) 4042-0099. sac@produtosasos.com.br

Instagram @a_sos_oficial


Outubro Rosa: o que você pode e o que deve evitar comer durante o tratamento

Angiola Harry
Estudos recentes apontam que a alimentação pode contribuir para 30% a 50% dos novos casos de câncer de mama diagnosticados

 

Quando falamos de saúde, especialmente sobre câncer de mama, a alimentação pode ser tanto uma inimiga quanto uma aliada nesse processo. Pesquisas recentes, divulgadas pelo American Institute for Cancer Research, apontam que uma dieta saudável, associada à atividade física regular e à manutenção de um peso adequado, pode prevenir até 28% dos casos de câncer de mama no Brasil. Por outro lado, hábitos alimentares inadequados, combinados ao sedentarismo e à obesidade, podem aumentar o risco de desenvolvimento ou agravamento da doença em até 40%.

Por essa razão, uma boa alimentação tem um papel crucial não só na prevenção da doença, mas também no auxílio ao tratamento. “Quando falamos de alimentação, ela pode ser tanto nossa aliada quanto nossa inimiga. Hoje sabemos, por exemplo, que certos alimentos, quando consumidos em quantidades específicas, contribuem para reduzir o risco de doenças, como no caso do câncer de mama. Da mesma forma, outros tipos de alimentos, quando ingeridos em excesso, aumentam as chances de desenvolvimento da doença”, esclarece a nutricionista e pesquisadora Aline Quissak.

Abaixo, você confere uma lista preparada pela especialista com alimentos que podem e devem ser consumidos durante o tratamento, e aqueles que devem ser evitados.

 

Alimentos que auxiliam na prevenção e no tratamento do câncer de mama:

  1.  Vegetais Crucíferos (brócolis, couve-flor, couve-de-bruxelas, couve):

Quantidade e frequência: consumir pelo menos 1 xícara (cerca de 150g) de vegetais crucíferos de 3 a 5 vezes por semana pode diminuir o risco de câncer de mama em até 30%.

Tempo de consumo: os efeitos protetores são observados em indivíduos que mantêm esse padrão alimentar por períodos superiores a 6 meses.

  1. Frutas Vermelhas (morango, amora, mirtilo):

Quantidade e frequência: consumir de 1 a 2 xícaras (cerca de 150-200g) de frutas vermelhas frescas diariamente para maximizar os efeitos antioxidantes e anticancerígenos.

Tempo de consumo: o consumo regular por mais de 12 meses está associado a uma redução significativa nos marcadores inflamatórios relacionados ao câncer de mama.

  1. Chá Verde:

Quantidade e frequência: beber de 3 a 5 xícaras de chá verde por dia, totalizando cerca de 500-800ml, pode reduzir em até 20% o risco de câncer de mama.

Tempo de consumo: o consumo regular por mais de 12 meses está associado a uma redução significativa do risco de câncer.

  1. Soja Fermentada (tofu, miso, tempeh):

Quantidade e frequência: o consumo de 50-100g de soja fermentada, de 3 a 4 vezes por semana, está associado a uma redução do risco de câncer de mama, especialmente em mulheres na pós-menopausa.

Tempo de consumo: os benefícios foram mais evidentes em mulheres que mantiveram o consumo por períodos superiores a 2 anos.

  1. Azeite de Oliva Extra Virgem:

Quantidade e frequência: consumir de 2 a 3 colheres de sopa (cerca de 30-45ml) de azeite de oliva extravirgem diariamente, como parte de uma dieta mediterrânea, reduz em até 28% o risco de câncer de mama.

Tempo de consumo: para atingir esses efeitos, é recomendável seguir esse padrão por pelo menos 5 anos.

  1. Cúrcuma:

Quantidade e frequência: a ingestão de 1 a 2g de cúrcuma em pó diariamente (equivalente a cerca de 1 colher de chá) tem demonstrado, em ensaios clínicos, diminuir a proliferação de células cancerígenas.

Tempo de consumo: o consumo diário por um período mínimo de 6 meses é necessário para que os efeitos anti-inflamatórios e anticancerígenos sejam percebidos.

 

Alimentos associados ao aumento do risco de câncer de mama:

  1. Carnes Processadas (bacon, salsicha, presunto)

Quantidade e frequência: o consumo de mais de 50g de carnes processadas por dia (equivalente a uma fatia de bacon, 3 fatias de presunto ou peito de peru, ou uma salsicha) aumenta o risco de câncer de mama em até 21%.

Tempo de consumo: esse risco é maior em indivíduos que mantêm esse consumo por mais de 5 anos.

      2. Álcool:

Quantidade e frequência: consumir mais de 1 bebida alcoólica por dia (equivalente a 150ml de vinho ou 350ml de cerveja) aumenta o risco de câncer de mama em até 12%.

Tempo de consumo: o risco cumulativo é especialmente preocupante em mulheres que consomem álcool regularmente por períodos superiores a 10 anos.

      3. Gorduras Trans (presentes em alimentos industrializados e frituras):

Quantidade e frequência: consumir alimentos contendo mais de 2g de gorduras trans diariamente, presentes em frituras e produtos industrializados, aumenta o risco de câncer de mama, conforme indicado em estudos.

Tempo de consumo: os efeitos nocivos se acumulam em mulheres que mantêm uma dieta rica em gorduras trans por mais de 3 anos.

     4. Açúcar Refinado:

Quantidade e frequência: a ingestão diária de mais de 50g de açúcar refinado (equivalente a um refrigerante e um doce por dia) está associada a um aumento de até 27% no risco de câncer de mama.

Tempo de consumo: o risco é mais evidente em pessoas que seguem esse padrão alimentar por mais de 5 anos.

 

Obesidade e câncer de mama

Ainda segundo a profissional, o consumo excessivo de açúcar e alimentos industrializados está diretamente ligado ao aumento de peso e à obesidade, que é um dos maiores fatores de risco para o câncer de mama, especialmente em mulheres na pós-menopausa. “O excesso de peso provoca um ambiente altamente inflamatório no corpo, aumentando também os níveis de estrogênio, e esses são dois fatores significativos para o desenvolvimento de tumores mamários, especialmente em mulheres na menopausa, já que, nesse período, os níveis de estrogênio são significativamente afetados”, alerta.

Manter uma dieta rica em alimentos anti-inflamatórios, antioxidantes e ricos em fitoquímicos, nas quantidades e frequências recomendadas, pode ser uma estratégia eficaz para a prevenção do câncer de mama. Evitar alimentos processados, o consumo excessivo de álcool, açúcar refinado e gorduras trans é fundamental para minimizar os riscos e/ou auxiliar no tratamento da doença.

 

Aline Quissak - nutricionista com 9 especializações no Canadá e Estados Unidos, pesquisadora científica em alimentos terapêuticos aplicados tanto na saúde quanto em doenças. É mestre em nutrição genética na Espanha, com de mais de 8 mil pacientes no Brasil e exterior. Para mais informações acesse suas redes sociais @nutri_secrets ou o site https://clinicanutrisecrets.com/


Dia Mundial da Visão

 

Metade da população mundial será afetada pela miopia até 2050, aponta estudo


Diante desse cenário, a EssilorLuxottica enfatiza a importância do acompanhamento regular com exames de vista, soluções visuais adequadas e um contato próximo com profissionais de saúde ocular
 

Com o aumento constante da prevalência global da miopia, uma condição que compromete a visão à distância, as projeções para 2050 são preocupantes. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, mais de 50% da população mundial poderá sofrer de miopia até essa data. Esse cenário significa que quase metade das pessoas ao redor do mundo enfrentará desafios visuais consideráveis, a menos que intervenções sejam adotadas. Neste contexto, o manejo da miopia — que inclui prevenção, detecção precoce, correção adequada e desaceleração de sua progressão — é fundamental para minimizar esses impactos e prevenir complicações oculares na fase adulta. No Dia Mundial da Visão, celebrado em 10 de outubro, é essencial reforçar a importância da conscientização sobre a saúde ocular e o combate à miopia, garantindo que as futuras gerações tenham acesso a cuidados que preservem sua visão. 

“A saúde ocular pública é uma prioridade que exige atenção contínua e ações proativas. É crucial que as pessoas compreendam a importância de cuidar da visão desde a infância até a velhice, incluindo visitas regulares ao oftalmologista para garantir uma boa saúde visual ao longo da vida”, afirma Hugo Grimaldi, Diretor Médico da EssilorLuxottica, destacando a necessidade de conscientização sobre a saúde visual e a importância de medidas preventivas precoces.

 

A miopia é uma grande preocupação de saúde pública e tem um impacto econômico global considerável. A deficiência visual pode levar a perdas significativas de produtividade devido a dificuldades em realizar atividades essenciais do dia a dia, como ler, trabalhar no computador, dirigir ou desempenhar tarefas que exigem visão clara à distância. Nas crianças, a miopia não tratada afeta diretamente o desempenho acadêmico e o potencial de desenvolvimento. Portanto, é evidente a necessidade urgente de estratégias eficazes de prevenção e tratamento, pois a melhoria da qualidade de vida está intimamente ligada ao desenvolvimento econômico global. 

Diversos fatores contribuem para o aumento da prevalência da condição, incluindo histórico familiar, etnia, condições ópticas e, principalmente, fatores ambientais. No entanto, o manejo da miopia é particularmente importante em crianças, pois pode ajudar a desacelerar a progressão da condição e reduzir o risco de desenvolver miopia severa na idade adulta, que está associada a patologias oculares graves. Com monitoramento contínuo e estratégias preventivas eficazes, é possível mitigar o impacto da miopia, diminuir a incidência de problemas visuais graves e melhorar a qualidade de vida e produtividade. 

Levar as crianças ao oftalmologista desde cedo é crucial para detectar e tratar problemas de visão antes que afetem significativamente a qualidade de vida e o desenvolvimento acadêmico. Especialistas recomendam que o primeiro exame ocular seja realizado entre 6 meses e 1 ano de idade, com uma reavaliação entre 3 e 5 anos, e, posteriormente, exames anuais durante a fase escolar. Exames regulares permitem o diagnóstico precoce e a implementação de tratamentos eficazes que podem prevenir e desacelerar a progressão da miopia. 

Diante desse cenário, empresas e organizações estão comprometidas em fornecer soluções inovadoras para melhorar a saúde visual. Hoje, existem diversas tecnologias e tratamentos disponíveis para combater a deficiência visual. Segundo especialistas em visão, os óculos são a solução de tratamento mais simples e menos invasiva. E comprometida em apoiar a saúde ocular, a EssilorLuxottica está na vanguarda do combate à miopia e desenvolve diversas iniciativas para melhorar a vida de quem a enfrenta: 

  • Tecnologias e produtos: a empresa desenvolve e comercializa produtos inovadores, como as lentes Essilor Stellest, que ajudam a desacelerar a progressão da miopia em crianças. Além disso, a empresa investe fortemente em pesquisa e desenvolvimento para explorar novas tecnologias e abordagens;
  • OneSight EssilorLuxottica Foundation: a fundação da empresa amplia o acesso ao cuidado visual em comunidades carentes, onde o acesso a médicos treinados e recursos financeiros é limitado;
  • Avanços recentes: No WCPOS V 2024, realizado na Malásia, a EssilorLuxottica apresentou avanços significativos com suas lentes Essilor Stellest. Um estudo de cinco anos revelou resultados promissores, e novos estudos discutiram a eficácia dessas lentes em diferentes faixas etárias, seu impacto na saúde ocular geral, proteção contra astigmatismo e manutenção da espessura da coroide. Esses avanços foram compartilhados com mais de 1.400 especialistas internacionais. 

Nesse contexto, a EssilorLuxottica, líder global em cuidados com a visão e óculos, coloca o pensamento criativo e visionário no centro de sua estratégia e desenvolve uma série de inovações verdadeiramente transformadoras que visam moldar o futuro dos cuidados visuais. O grupo está comprometido em aproveitar sua expertise e capacidades inovadoras para atender melhor às crescentes demandas por soluções de correção visual, proteção ocular e prevenção de problemas visuais. 



EssilorLuxottica
www.essilorluxottica.com


Alergia alimentar, rinite, asma: conheça as alergias mais comuns infância

                              12/10 – Dia da Criança

 

As alergias são uma resposta do sistema imunológico a substâncias estranhas ao corpo, chamadas de alérgenos, que podem desencadear uma série de sintomas, em alguns casos, graves. Na infância, a alergia alimentar e a rinite são as mais prevalentes.

 

Dr. Bruno Acatauassu Paes Barreto, Coordenador do Departamento Científico de Alergia na Infância e Adolescência da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), explica que a alergia alimentar ocorre quando o sistema imunológico reage exageradamente à proteína de certos alimentos, como leite, ovos, amendoim, trigo e frutos do mar.

 

O especialista conta que no Brasil não há estatísticas oficiais, porém, a prevalência parece se assemelhar à literatura internacional, que mostra cerca de 8% das crianças com até dois anos de idade sofrendo algum tipo de alergia alimentar.

 

“Os sintomas são bastante variados e podem se manifestar de forma cutânea (placas vermelhas, inchaço de olhos, bocas e orelhas, coceira); gastrointestinais (diarreia e vômitos); respiratória (falta de ar e chiado no peito); e cardiovasculares (queda da pressão arterial e anafilaxia)”, detalha Dr. Paes Barreto.

 

A seguir, Dr. Bruno explica quais os outros tipos de alergias mais comuns na faixa etária infantil:

 

Ácaros - Podem causar sintomas como espirros, irritação nos olhos e coriza. Em crianças com asma e rinite alérgicas, os ácaros são um fator determinante para o desencadeamento das crises. O tratamento pode envolver o uso de anti-histamínicos, corticosteroides nasais e medidas de controle ambiental para manter a casa livre de alérgeno.

 

Asma – Estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), a asma atinge cerca de 235 milhões de pessoas em todo o planeta. Só no Brasil, a doença afeta aproximadamente 20% das crianças e adolescentes. Estudos apontam que a asma é responsável pela morte de dois milhões de pessoas no mundo.

 

Responsável pela quarta causa de internação e pela morte de duas mil pessoas por ano no Brasil, a asma é definida como uma obstrução brônquica, geralmente ocasionada por um processo inflamatório. A asma pode ser alérgica e não alérgica. A mais comum e que atinge principalmente as crianças é a asma alérgica, desencadeada pelos alérgenos inalantes como poeira, ácaros, fungos e pólen.

 

Rinite Alérgica – Não é contagiosa e os sintomas são crises de espirros, coriza clarinha, coceira no nariz (podendo atingir também os olhos, ouvidos e a garganta) e entupimento nasal.

 

Uma criança com pais alérgicos terá aumentada de 50% a 70% a chance de desenvolver uma doença respiratória, inclusive rinite alérgica. No Brasil, um estudo do International Study of Asthma and Allergies in Childhood (ISAAC) mostrou frequência média de 12,5% de rinite entre crianças de 6 e 7 anos e de cerca de 20% em adolescentes com idades de 13 a 14 anos. A incidência progride até a adolescência, fase da vida em que pode afetar até 25% da população.

 

Dermatite Atópica – É mais comum na infância e cerca de 60% dos casos ocorrem no primeiro ano de vida, com melhora gradual até o final da infância. Caracteriza-se por um processo inflamatório da pele com períodos alternados de melhora e piora. Não é contagiosa, tem carácter genético, e, é comum preceder a asma e a rinite. Outros fatores podem desencadear a dermatite atópica, entre eles estão os alimentos, aeroalérgenos (ácaros, fungos, epitélio de animais), perfumes e suor.

 

Urticária – Manifesta-se com manchas vermelhas, coceira e, em alguns casos, inchaços, chamados também de angioedema. O tratamento geralmente envolve o uso anti-histamínicos e os corticoides por via oral, por períodos curtos.

 

Para todas as alergias descritas acima, quando de difícil controle, em casos graves, já existe a possibilidade do uso de imunobiológicos. Nestes casos, o especialista pode orientar o manejo para as melhores opções.

 

“É importante considerar que algumas alergias infantis podem ser superadas com o tempo, na medida em que o sistema imunológico da criança amadurece. No entanto, outras podem persistir até a idade adulta”, comenta o Coordenador da ASBAI.

 

Portanto, é fundamental consultar um médico especializado em Alergia Imunologia para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado. Além disso, a prevenção desempenha um papel crucial na gestão das alergias na infância.





ASBAI - Associação Brasileira de Alergia e Imunologia
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Congelamento de óvulos: Mitos e verdades que você não conhece

Muitas mulheres desconhecem o assunto. Ginecologistas especialistas em fertilidade e reprodução assistida desmistificam 10 mitos sobre a técnica utilizada por diversas famosas

 

Não é de hoje que o congelamento de óvulos vem ganhando espaço principalmente na vida de mulheres que desejam retardar a maternidade. Famosas como Paolla Oliveira, Natália Lage, Fernanda Paes Leme, Nicole Bahls, Paula Burlamaqui, Mariana Ximenes, Mariana Goldfarb, Monique Alfradique e Paula Fernandes, por exemplo, se beneficiaram da prática.

 Mas, afinal, o que é verdade e o que é mentira sobre o congelamento de óvulos? 

A seguir, Dra. Karina Tafner Ginecologista especialista em Reprodução Assistida da Febrasgo e Dra. Graziela Canheo Ginecologista e Obstetra especialista em reprodução humana na La Vita Clinic, revelam o que é fato e o que é boato nesse campo:

 

Mito: Congelar óvulos garante 100% de sucesso na maternidade 

“A fertilização in vitro, mesmo com óvulos frescos, não possui uma taxa de sucesso de 100%, e o mesmo se aplica aos óvulos congelados”, explica a Dra. Karina Tafner. “Quanto mais óvulos congelados e quanto mais jovem a mulher for no momento do congelamento, maiores são as chances de sucesso, mas não há garantia absoluta.” 

Verdade: O congelamento permite manter as características dos óvulos no momento em que foram congelados 

“O que você congela é o que você preserva. Se uma mulher congela seus óvulos aos 35 anos e os utiliza aos 43, suas chances de gestação serão as mesmas de quando ela tinha 35 anos”, destaca a Dra. Karina.

 

Mito: O congelamento de óvulos é perigoso 

“Não há evidências de que o procedimento cause danos às mulheres ou aos futuros filhos”, tranquiliza a Dra. Karina, ao prosseguir: “Os efeitos colaterais das medicações utilizadas são mínimos e ocorrem em apenas 10% das mulheres. O procedimento é realizado com sedação leve, e o desconforto pós-coleta é passageiro.”

 

Verdade: O congelamento de óvulos é uma excelente maneira de preservar a fertilidade feminina

“A criopreservação é como uma reserva de óvulos mais jovens. Mulheres que desejam postergar a maternidade ou que passarão por tratamentos que podem afetar a fertilidade têm no congelamento uma chance real de tentar engravidar no futuro”, afirma a Dra. Graziela Canheo, especialista em reprodução humana.

 

Mito: O congelamento de óvulos diminui a reserva ovariana da mulher 

“Os óvulos congelados são aqueles que seriam naturalmente eliminados pelo corpo naquele ciclo. Portanto, o congelamento não afeta a quantidade total de óvulos disponíveis”, esclarece a Dra. Graziela.

 

Verdade: É possível realizar o congelamento de óvulos mesmo após o diagnóstico de câncer 

“O tratamento oncológico pode afetar a fertilidade e, por isso, o congelamento de óvulos é uma opção importante para mulheres que desejam preservar sua fertilidade antes de tratamentos como quimioterapia ou radioterapia”, destaca a Dra. Graziela.

 

Mito: Todas as mulheres devem congelar seus óvulos 

“O congelamento de óvulos não é obrigatório para todas. Trata-se de uma decisão muito pessoal e que deve considerar fatores como planos futuros, histórico de saúde e a condição de cada mulher”, comenta a Dra. Karina.

 

Verdade: O congelamento é mais eficaz quando feito precocemente 

“A qualidade dos óvulos diminui com a idade, então o procedimento é mais eficiente quando realizado em mulheres mais jovens. Além disso, isso reduz o número de ciclos necessários para garantir um número suficiente de óvulos viáveis, diminuindo o custo total”, acrescenta a Dra. Karina.

 

Mito: O tempo de congelamento diminui a qualidade do óvulo 

“O tempo que o óvulo passa congelado não afeta sua qualidade. Mesmo após anos de armazenamento, ele pode ser utilizado com a mesma eficiência”, reforça a Dra. Graziela.

 

Verdade: O processo é rápido e pode ser concluído em cerca de 14 dias

“O congelamento de óvulos é mais simples e rápido do que muitas pessoas imaginam, levando, em média, 14 dias do início ao fim”, finaliza a Dra. Karina.

 



Dra. Graziela Canheo - CRM 145288 | RQE 68331 - Ginecologista e Obstetra. Reprodução Humana. Médica Graduada pela Universidade Metropolitana de Santos (2010). Residência médica em ginecologia e obstetrícia pelo Hospital do Servidor Público Estadual do Estado de São Paulo (2013). Título de Qualificação em Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia pela ABPTGIC (2014). Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (2015). Fellowship em Reprodução humana pelo Instituto Idéia Fértil de Saúde Reprodutiva (2014 – 2016). Pós-graduação em videolaparoscopia e histeroscopia pelo Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (2018 – 2019). Membro das principais sociedades nacionais e internacionais da área da Ginecologia e Reprodução Humana. Diretora técnica e médica

Dia Mundial da Saúde Mental: psicóloga explica como lidar com a culpa materna

Crédito: Drazen Zigic
Pressões internas e sociais tornam a culpa materna um sentimento que afeta a saúde emocional das mulheres e suas relações familiares


A culpa materna surge como um dos sentimentos mais desafiadores para as mães, resultado de pressões sociais e internas que afetam diretamente sua saúde mental. No Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado em 10 de outubro, o tema ganha relevância ao mostrar como esse sentimento prejudica o bem-estar emocional e as relações familiares. Embora comum, especialistas indicam que a culpa, quando bem trabalhada, pode se transformar em uma ferramenta para o crescimento pessoal.

Rafaela Schiavo, psicóloga perinatal, uma das pioneiras de estudo nessa área, e fundadora do Instituto MaterOnline, explica que a maioria das mães já vivenciou esse sentimento em algum momento, seja pela sensação de não fazer o suficiente pelos filhos ou pela dificuldade em equilibrar trabalho e maternidade. No entanto, ela destaca que, quando abordada de maneira construtiva, a culpa materna pode fortalecer o desenvolvimento emocional e melhorar as relações com os filhos. Por isso, reunimos as dúvidas mais comuns para ajudar a enfrentar esse sentimento da melhor maneira possível.


"O que é a culpa materna e por que acontece tanto?"

A culpa materna é um sentimento que surge por conta das junções sociais, pessoais e a realidade da maternidade. Muitas mães se sentem culpadas por não conseguirem atender a todas as demandas e expectativas que a sociedade e elas mesmas impõem. É quase como se a culpa fosse uma sombra que acompanha a maternidade. 


"Como a culpa materna afeta a família?"

Essa culpa não só impacta o bem-estar emocional das mães, mas também a familiar. Faz as mães se sentirem ansiosas e distantes, o que pode prejudicar a convivência com os filhos e o parceiro. 


"Como posso lidar com a culpa materna?"
É preciso pensar sobre seus sentimentos e entender o impacto deles na sua vida. Conversar com outras mães, aceitar que ninguém é perfeito, cuidar de si mesma e, se necessário, buscar ajuda de um profissional são maneiras de lidar com isso.


"Quando é hora de buscar ajuda profissional?"
Se a culpa estiver atrapalhando muito sua vida e sua felicidade, é importante falar com alguém que possa ajudar, como um psicólogo. Um espaço de diálogo seguro com um profissional pode abrir caminhos para a superação.


"Por que é importante ter informação e orientação?"

A orientação é fundamental para prevenir a culpa materna. Muitas vezes, esse sentimento surge da falta de conhecimento sobre o que é normal na maternidade. Ter informação, desde antes de ter filhos, pode preparar as mães para os desafios. 


"É normal se sentir cansada da maternidade às vezes?"

Com certeza. Todas as mães se sentem cansadas ou frustradas em algum momento. O importante é saber que isso não te faz uma mãe ruim. Aceitar e conversar sobre esses sentimentos ajuda muito. 


"Como a sociedade influencia a culpa materna?"

A sociedade tem grandes expectativas sobre as mães. Essa pressão cultural pode fazer com que muitas mulheres se sintam culpadas por quererem trabalhar ou por outras escolhas pessoais. Reconhecer e questionar essas expectativas é um passo importante para se sentir melhor.

Para lidar com a culpa, a psicóloga dá as seguintes dicas: 

1) Falar com outras mães: Contar  o que você está sentindo e ouvir as histórias delas pode fazer você se sentir menos sozinha.
2) Ser gentil consigo mesma: Entender que está tudo bem em não ser uma mãe perfeita. Porque mães perfeitas, além de não existirem, poderiam prejudicar o desenvolvimento do filho. Não é esperado que as pessoas tenham mães perfeitas, mas sim mães possíveis, ou suficientemente boas.
3) Cuidar de você:  É muito importante reservar um tempo para cuidar da sua mente e do seu corpo.
4) Buscar ajuda se precisar: Se a culpa estiver difícil de manejar, procurar um profissional pode ajudar muito.


Outubro Rosa: como identificar e prevenir o câncer de colo de útero

A Dra. Fernanda Nassar, médica ginecologista e obstetra, especialista em Estética Íntima, alerta sobre a importância dos exames preventivos e vacinação contra o HPV

 

O movimento Outubro Rosa é uma oportunidade especial para relembrar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e também do câncer de colo de útero.

 

Segundo a Dra. Fernanda Nassar, médica ginecologista e obstetra, especialista em Estética Íntima, a melhor forma de identificação é realizando o exame preventivo, o Papanicolau, que deve ser realizado anualmente, principalmente para mulheres com vida sexual ativa ou a partir dos 25 anos. “Este exame simples é capaz de detectar alterações nas células do colo do útero antes que se transformem em câncer. Prevenir envolve também a vacinação contra o HPV, que é uma das principais causas do câncer de colo de útero. A detecção precoce faz toda a diferença no sucesso do tratamento, e o meu papel é garantir que você se sinta segura e informada ao cuidar da sua saúde íntima”, destaca a médica.

 

A Dra. Fernanda Nassar explica que a principal causa do câncer de colo de útero é a infecção pelo papilomavírus humano, o HPV, que é transmitido pelo contato sexual. “A maioria das pessoas vai entrar em contato com o HPV em algum momento da vida, mas nem todas desenvolvem câncer, já que o sistema imunológico costuma eliminar o vírus. Entretanto, em alguns casos, o vírus pode causar alterações nas células do colo do útero, o que pode evoluir para o câncer se não houver acompanhamento médico regular. Por isso, a prevenção é fundamental, e eu estou aqui para guiá-la em todas as etapas desse cuidado”, completa.

 

Em estágios iniciais, o câncer de colo de útero pode não apresentar sintomas, o que reforça a importância dos exames regulares. Quando os sintomas aparecem, eles podem incluir sangramento vaginal fora do período menstrual, dor durante as relações sexuais, corrimento vaginal com odor ou cor incomuns e dor pélvica. Caso você note algum desses sinais, é importante buscar uma avaliação médica o quanto antes.

 

O tratamento vai depender do estágio em que a doença é diagnosticada. Em estágios iniciais, o tratamento pode incluir cirurgia para remover o tecido afetado. Em casos mais avançados, pode ser necessário combinar cirurgia com radioterapia e quimioterapia. Cada caso é único, e o tratamento é sempre individualizado.

 

"A principal forma de prevenção é o autocuidado: realizar exames periódicos, como a mamografia e o Papanicolau, manter hábitos saudáveis e, no caso do colo de útero, tomar a vacina contra o HPV. Este mês é um convite para você se cuidar, e eu estarei aqui, à disposição, para tirar todas as suas dúvidas e realizar uma avaliação completa”, finaliza.

 



Dra. Fernanda Nassar - Médica ginecologista e obstetra, especialista em Estética Íntima.
@drafernandanassar


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