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terça-feira, 16 de abril de 2024

Últimos dias para entregadores do iFood e seus familiares garantirem bolsas de estudo para conclusão do Ensino Médio

Mais de 30 mil pessoas já se inscreveram para receber gratuidade para o curso preparatório para o Encceja 2024


Estão abertas até o dia 29 de abril as inscrições para a terceira edição do programa Meu Diploma do Ensino Médio, promovido pelo iFood, que oferece bolsas 100% gratuitas para o curso preparatório ao Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja). A iniciativa é voltada a todos os entregadores e entregadoras cadastrados no aplicativo e, pela primeira vez, também é estendida aos seus familiares. Mais de 30 mil pessoas já se inscreveram. 

O curso é oferecido em parceria com a Termine Seus Estudos, plataforma especializada nas disciplinas abordadas no Encceja, oferecendo aos entregadores  e seus familiares um conteúdo com qualidade e tutoria humanizada, buscando estimular o engajamento dos participantes. Já o exame oficial é aplicado pelo Governo Federal e, a partir da aprovação, é feita a emissão do certificado de conclusão no Ensino Médio pelas Secretarias de Educação e Institutos Federais, em conformidade com o Inep, garantindo a formação em uma das mais importantes fases da jornada de educação, abrindo portas para novas conquistas profissionais e pessoais. 

No último ano, o iFood contemplou mais de 14 mil entregadores e entregadoras de todo o país com as bolsas de estudo, o que representou 2,3% de todos os presentes no Encceja 2023. Destes, 5.264 conseguiram se formar, um crescimento de 500% em relação à primeira edição do programa, em 2022. Atualmente, cerca de 71 mil parceiros de entrega do iFood, o equivalente a 30% da base do app, ainda não têm o Ensino Médio completo.  

Para atender aos mais de 30 mil inscritos e aos novos, o iFood investiu na parceria com o AprendiZAP, uma ferramenta digital de aprendizagem acessível para alunos e professores, criada pela Fundação 1bi. Como parte dessa colaboração, foi disponibilizado um BOT de WhatsApp com Inteligência Artificial chamado “MAI”. Ela atua como tutora virtual 24h, treinada com conteúdos Encceja, fornecendo simulados e auxiliando nas inscrições do programa.  Os interessados  podem se inscrever por meio do link ou pelo número de telefone 11 4040-3140. 

Os entregadores e entregadoras que querem dar continuidade à sua jornada de aprendizado têm acesso a até 80% de bolsa para cursos superiores pela Faculdade das Américas (FAM). Atualmente, 138 dos formados pelo Meu Diploma do Ensino Médio em 2022 já estão utilizando o apoio. 


Problemas com bagagem: passo a passo para resolver

 

Quem viaja sabe que problemas com o voo ou com bagagem sempre são uma possibilidade. Veja o que fazer, caso se depare com problemas já no aeroporto.
 

BAGAGEM

Extraviaram minha bagagem

Quando uma bagagem é perdida, ela é considerada “extraviada” e permanece nessa condição por, no máximo, sete dias em voos nacionais e 21 dias em voos internacionais. Se o objeto ultrapassar o período, sem ter sido retornado ao dono, passa a ser considerado perdido.
 

Danilo Godoy, gerente de Marketing da Universal Assistance, explica que “assim que o viajante perceber que sua bagagem não apareceu na esteira, é importante já avisar à companhia aérea, que vai criar um protocolo para iniciar a busca da mala perdida e documentar tudo. Esse documento vai ser usado até a resolução do problema, então é importante guardá-lo”.

 

Enquanto procuram minha bagagem

Cada companhia aérea oferece um valor diário de compensação, que varia de acordo com regras nacionais e políticas internas de cada empresa, das circunstâncias específicas do viajante e do destino, além das necessidades imediatas, como roupas e itens de higiene pessoal. 

Geralmente as companhias aéreas trabalham com reembolso: após o fim da viagem, é necessário comprovar seus gastos para receber o ressarcimento. “Por isso, lembre-se de guardar todas as notas e comprovantes dos itens que comprar para compensar a perda da bagagem”, ressalta Godoy. 

Alguns seguros viagem oferecem cobertura de “atraso de bagagem”, que se refere à demora em recuperar e devolver a mala ao passageiro. Esse valor pode ser de até 700 dólares, a depender da cobertura e empresa contratada.

 

Minha bagagem foi definitivamente perdida

Pela Convenção de Montreal, se uma companhia aérea perder a bagagem e não conseguir localizá-la, o passageiro tem o direito a uma compensação de até aproximadamente 1288 “Direitos Especiais de Saque” (SDR ou XDR, medida monetária internacional regida pelo FMI). Esse valor se traduz em cerca de 1.800 dólares, mas a cifra exata costuma ser menor por causa da taxa de câmbio e da avaliação da companhia aérea acerca do valor que a mala portava. 

“Os melhores pacotes de seguro viagem cobrem perdas de bagagem, oferecendo compensações de até 500 até 2.000 dólares. Mas vale destacar que Nem todas as coberturas de perda de bagagem tem ressarcimento integral. Na maioria das vezes o valor do reembolso do seguro viagem é parcial e serve para complementar o valor que a companhia aérea já pagou. Por isso é muito importante guardar todos os comprovantes de pagamentos e ressarcimentos”, lembra Godoy.

 

Minha bagagem tinha um item de alto valor

Passageiros podem declarar à empresa aérea objetos valiosos no momento do check-in. A companhia aérea pode verificar o conteúdo da bagagem para averiguar seu valor de fato, bem como cobrar uma taxa adicional. Se esse procedimento for feito, em caso de perda, a companhia aérea deverá indenizar o passageiro de acordo com o valor do objeto perdido. 

Vale lembrar que a cobertura do seguro viagem não se refere ao valor exato de itens perdidos, mas à inconveniência pelo erro cometido pela companhia aérea.


Universal Assistance


IA Generativa: o kit de alquimia feito de bits onde quase tudo é possível

Vivemos tempos apressados. No espaço de apenas algumas décadas, acompanhamos o surgimento dos PCs, da internet e dos telefones celulares, que evoluíram para os smartphones e, posteriormente, para os wearables (vestíveis). As ondas de choque geradas por essas tecnologias ainda são sentidas na maneira como trabalhamos, nos comportamos, nos relacionamos e escolhemos nossos líderes.

Tempos turbulentos, portanto. E ainda assim, o potencial transformador causado pela IA Generativa talvez seja maior que todas as outras evoluções. Isso porque as outras tecnologias são aceleradoras da capacidade humana e de processos necessários em nosso dia a dia, de comunicação a logística, de produção à gestão. Mas não substituem ou se comparam à habilidade humana em raciocinar e criar, que é exatamente o caso da IA Generativa.

Diferente do tear mecânico, do avião e do smartphone, essa tecnologia não apenas nos ajuda a fazer algo melhor ou de maneira mais eficiente, mas realiza tarefas cognitivas, antes unicamente reservadas aos humanos.

A IA Generativa escreve, desenha, cria vídeos e música, seleciona, resume, compara, calcula e ensina; aprende mais rápido e pode tomar decisões de alta qualidade numa infinidade de tarefas.

Comando dezenas de cientistas e técnicos que, a cada dia, descobrem aplicações para esta tecnologia que, há 18 meses, acreditávamos serem impossíveis para uma máquina.

O ano passado foi um ano de espanto e descoberta, em que não economizamos recursos para testar os limites, melhores práticas e perigos de um conjunto de algoritmos que parecem um kit de alquimia, mesmo para nós que temos anos de experiência em Inteligência Artificial.

Ao aplicar corretamente essa poção mágica feita de bits, quase tudo é possível. Tenho visto críticas tecnicamente corretas sobre os perigos e cuidados que devemos ter com a IA Generativa. Porém, boa parte dessas críticas esquece ou omite o ponto principal: quando utilizados de maneira correta, os modelos generativos entregam tanto ou mais do que prometem.

E o aprendizado sobre como usá-la está chegando rápido. Ao longo de 2023, testamos modelos e os refinamos, fizemos provas de conceito mais ou menos ambiciosas, entendemos o que fazer e não fazer e, principalmente, assistimos a uma corrida frenética de cair o queixo, travada com bilhões de dólares por todas as maiores empresas de tecnologia do mundo, as famosas big techs. 

Esse cenário mostra que a tecnologia funciona. Já no final do ano passado, começamos a colocar projetos em produção, capazes de reduzir o tempo de execução de um número crescente de processos, antes executados apenas por pessoas, em 80% ou 90%. Neste ano, com a experiência acumulada, faremos muito mais, estimulando a adoção da tecnologia por outras organizações públicas e privadas, o que levará a um novo ciclo de aceleração. 

A IA Generativa não passará ou perderá energia. Não agora, não no futuro que consigo enxergar, pois estamos tocando apenas a superfície do que ela pode e vai fazer.

Portanto, conseguir aplicá-la da maneira correta talvez seja o maior diferencial competitivo. Esse deve ser o foco das organizações que desejam se sobressair nessa corrida tecnológica cada vez mais frenética, disruptiva e desafiadora.



Alex Winetzki - CEO da Woopi, empresa de Inteligência Artificial do Grupo Stefanini, referência em soluções digitais.


Saiba como montar um currículo profissional para ingressar no mercado de trabalho

Diretor nacional de operações da Microlins lista dicas para se diferenciar

 

Apesar de haver sites para cadastro em vagas de emprego e uma rede social voltada para quem busca networking e oportunidades no mercado de trabalho, o currículo é uma importante ferramenta para quem quer atrair a atenção dos recrutadores. Mesmo utilizando as alternativas citadas, muitas empresas ainda solicitam que os candidatos anexem os currículos para análise. Assim, saber como montar este documento é um passo fundamental para quem deseja conquistar o primeiro emprego e começar a construir uma carreira de sucesso. No entanto, é preciso conhecer as principais características para deixá-lo atrativo, visando potencializar o surgimento de novas oportunidades. Para que os interessados consigam demonstrar aos possíveis empregadores as suas habilidades e aumentar as chances nas vagas almejadas, o diretor nacional de operações da Microlins, Rafael Cunha, concede algumas dicas.

Maior rede de cursos profissionalizantes do Brasil, com mais de 400 escolas, a Microlins conta com um portfólio renovado com cursos que vão da tradicional Informática e idiomas até mais atuais, como Programação e Games. Recentemente, a marca lançou cursos de graduação e pós-graduação à distância e semipresencial, em diferentes áreas. Além disso, a rede tem como fundamento oferecer o programa lifelong learning, ou seja, uma educação continuada que possibilita que o aluno estude em todas as fases de seu aprendizado em um mesmo lugar. Há mais de 30 anos no mercado educacional e parte do Grupo MoveEdu, a rede já formou mais de 4 milhões de jovens, encaminhando grande parte ao mercado de trabalho.

Segundo o especialista, quando os recrutadores recebem um currículo, checam primeiramente as principais informações pessoais do candidato, pois é dessa forma que a empresa poderá contatá-lo para a vaga. Ou seja, é imprescindível deixar seus dados claros e de fácil visualização. Neste caso, você pode incluir nome completo, idade, telefone e celular, e-mail, endereço completo e redes sociais, mas apenas as que forem relacionadas com o cargo. No entanto, alguns dados não devem constar neste documento, como CPF e RG. No caso de fotos, ela faz parte da apresentação e demonstra o cuidado que você tem com o que faz.

“A principal dica é ser objetivo, pois currículos muito longos podem ser desinteressantes, fazendo com que a pessoa responsável não leia tudo e que as informações realmente importantes fiquem escondidas no meio de tanto texto. O ideal é inserir os principais de contato, além de formação, instituição de ensino e ano de conclusão; experiência profissional, detalhando as atividades desenvolvidas, ferramentas utilizadas e alguns resultados conquistados; qualificação complementar, como cursos; idiomas e outras habilidades; além de ferramentas que você sabe utilizar, principalmente na área de informática ou tecnologia. Algo muito procurado atualmente também são as soft skills, habilidades comportamentais relacionadas a maneira como o profissional lida com o outro e consigo mesmo em diferentes situações”, revela Rafael Cunha.

O próximo passo é definir o objetivo profissional e justificá-lo no restante do currículo. Para decidir, pensa em responder essa pergunta: “o que você quer ao enviar seu currículo?”. O candidato deve pensar na vaga em que deseja atuar e mencionar essa função no tópico “objetivo” – que deve ser o primeiro item após as informações pessoais. Essa informação deve ser personalizada de acordo com cada oportunidade buscada. Após deixar clara a principal motivação para a candidatura, é a hora de destacar a formação, seja ela ensino médio, superior, pós-graduação, MBA ou especializações. Isso vale também para cursos extracurriculares, que ajudam a compor o conhecimento adquirido em determinado segmento, e no caso de idiomas, sempre deixando claro o nível de proficiência, como básico, intermediário, avançado ou fluente. Normalmente, os recrutadores gostam de ver candidatos que se dedicaram aos estudos e que ainda buscam por mais conhecimento.

Em seguida, chegou o momento de inserir as experiências. “O que muitas pessoas pensam quando estão se candidatando para a primeira vaga de emprego é que não haverá nenhuma experiência para colocar no currículo. Mas trata-se de uma percepção equivocada. Quando você é novo no mercado de trabalho, deve destacar projetos voluntários ou avulsos que participou, detalhando um pouco suas tarefas e quais habilidades foram exigidas. Isso auxilia bastante na conquista do primeiro emprego”, aconselha o diretor nacional de operações da Microlins.

Quase chegando ao fim do documento, é importante constar as habilidades técnicas, como PowerPoint, Word e Excel, por exemplo, além das habilidades comportamentais, como comunicação, organização, trabalho em equipe, criatividade, dentre outras soft skills, que interferem diretamente no trabalho e na convivência com os colegas de trabalho. Outro item do currículo são as certificações, principalmente quando há especializações em determinadas áreas que agreguem ao cargo pretendido. Já na parte de informações complementares, é possível descrever alguns hobbies que sejam interessantes ou úteis para a vaga, como fotografia, por exemplo. Se você tem disponibilidade para viajar, mudar de cidade, ou se possui alguma deficiência, tais pontos precisam ser destacados. Além disso, é importante colocar se você tiver meio de locomoção próprio. Dependendo da vaga, pode ser necessário ou até um diferencial.

“Para construir um currículo atrativo, que ajude a conquistar o recrutador, é importante considerar a simplicidade e a objetividade na apresentação. É recomendado evitar o uso exagerado de cores e optar por layouts fáceis de ler em smartphones. No caso da formatação, prefira usar uma fonte legível, como a Arial, e utilize um espaçamento adequado entre as linhas, de 1,5 cm, pois isso facilita a leitura do responsável pela seleção. Tenha muito cuidado com a ortografia. Fazer revisões antes de enviar o currículo assegura que os erros não passarão despercebidos e isso aumenta as chances na seleção. Evite os jargões como sou um profissional dedicado; tenho facilidade em aprender; sou persistente e resiliente; estou disponível para qualquer cargo; sou pontual e nunca vou me atrasar. Por fim, não coloque data e nem assinatura no currículo, pois se trata de um documento simplificado e informativo”, finaliza Rafael Cunha.

 

Microlins

segunda-feira, 15 de abril de 2024

Abril Verde: Terminal Rodoviário Tietê promove apresentação artística para incentivar a segurança no ambiente de trabalho

 


 

O objetivo é conscientizar e sensibilizar o público a tornar os ambientes laborais mais seguros e saudáveis 


 

No mês dedicado à conscientização e prevenção de acidentes de trabalho, conhecido popularmente como Abril Verde, a Socicam, empresa líder em infraestrutura de mobilidade no Brasil, preparou uma programação diferente para passageiros, usuários e colaboradores do maior terminal rodoviário do País, o Terminal Rodoviário Tietê. 

Nos dias 16 e 17 de abril, todos os interessados que estiverem pelo terminal terão a oportunidade de participar de uma peça interativa organizada pela D+ Suzuki, especialista no desenvolvimento de atividades teatrais e campanhas internas de empresas, criando programação visual e de eventos para os mais diversos temas. As apresentações vão acontecer em dois períodos, pela manhã, das 11 às 13 horas, e no vespertino, das 17 às 19 horas. 

A peça artística, encenada e protagonizada por atores profissionais e experientes, mostrará, de maneira lúdica, a importância de utilizar cada um dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) durante a execução das atividades; tais como luvas, capacetes, botas, fones e outros dispositivos que garantem a segurança e proteção do indivíduo. 

O público será convidado a interagir e aprender a maneira correta de utilização dos recursos, bem como incentivar outras pessoas a seguirem à risca os procedimentos. 

“Essa parceria é resultado direto do esforço da equipe de Segurança do Trabalho do Terminal Rodoviário Tietê, que busca trazer esse tema de forma recorrente e com ações que alcancem o público”, avalia Alex Silva, Gerente de Operações da Divisão de Terminais Sul da Socicam. 

“Nosso objetivo é mostrar que a segurança no trabalho traz benefícios que vão além do profissional, tem reflexo direto na saúde e bem-estar pessoal do colaborador”, reforça o gestor.  

 

Abril Verde: Conscientização sobre Segurança do Trabalho

Data da ação:   16 e 17 de abril de 2024

Horário:            11 às 13h e 17h às 19h

Local:                Terminal Rodoviário Tietê (Piso Mezanino)

Realização:       Socicam e D+ Suzuki

 

Observação:     Gratuito


BOLETIM DAS RODOVIAS

Sistema Anchieta-Imigrantes tem lentidão para quem vai sentido litoral

 

A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo na  tarde desta segunda-feira (15).

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação Normal (5x5). A Rodovia Anchieta (SP-150), sentido capital, apresenta tráfego normal. Para o sentido litoral, o tráfego é lento do km 31 ao km 41. Na Rodovia Imigrantes (SP-160), há lentidão do km 31 ao km 40, no sentido capital, tráfego normal. 

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

Tráfego normal, sem congestionamentos.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

A Rodovia Raposo Tavares (SP-270) apresenta tráfego normal nos dois sentidos. Para quem segue pela Rodovia Castello Branco (SP-280), sentido interior, encontra lentidão do km 19 ao km 24, no sentido capital, o tráfego é normal.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

O corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto (SP-070) apresenta lentidão entre o km 22 e km 21 no sentido capital. Para quem segue para o interior, o tráfego é normal.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamentos.


GSH Banco de Sangue São Paulo alerta para queda das doações no outono

  

Segundo a instituição, demanda por hemocomponentes é alta, principalmente em razão dos casos de dengue; ao passo que as doações tendem a cair com a chegada do outono e as doenças da estação
 

O outono chegou trazendo temperaturas mais amenas e a beleza dos ‘tapetes’ naturais feito das folhas em tons amarelados que caem das árvores. Porém, é nesse período que se acende um alerta para o aumento das doenças respiratórias, como gripes, resfriados, sinusites e alergias, que se prolongam por todo o inverno. 

E é justamente nesse momento que as doações de sangue tendem a cair, pois, com as doenças típicas da estação muitos doadores acabam se afastando por se tornarem inaptos. Segundo o GSH Banco de Sangue de São Paulo esse fator é bem preocupante, pois, a unidade já vem enfrentando um déficit de 50% em seus estoques e, agora, essa situação pode se agravar e se tornar crítica. 

“Estamos redobrando os esforços de sensibilização da população sobre a importância da doação de sangue. Precisamos estar constantemente com nossos estoques equilibrados, com uma boa margem de segurança. Atualmente, todas as bolsas de sangue coletadas já são consumidas imediatamente pois estamos com uma demanda alta, principalmente, em razão dos casos de dengue”, explica Janaína Ferreira, líder de captação do GSH Banco de Sangue de São Paulo. 

De acordo com a instituição, todos os tipos sanguíneos são necessários. “Convocamos todos os doadores a praticarem esse gesto de amor e empatia pelo próximo, que é a doação de sangue, para atendermos com conforto os pacientes internados em diversos tratamentos e que necessitam de transfusões”, ressalta Janaína. 

O GSH Banco de Sangue de São Paulo atende diariamente, das 7h às 18h, inclusive aos domingos e feriados, na Rua Tomás Carvalhal, 711, no bairro Paraíso. Para doar, basta comparecer à unidade, ou agendar previamente, observando os requisitos abaixo.
 

Requisitos básicos para doação de sangue:

  • Apresentar um documento oficial com foto (RG, CNH etc.) em bom estado de conservação;
  • Ter idade entre 16 e 69 anos desde que a primeira doação seja realizada até os 60 anos (menores de idade precisam de autorização e presença do responsável legal no momento da doação);
  • Estar em boas condições de saúde;
  • Pesar a partir de 50 kg;
  • Não ter feito uso de bebida alcoólica nas últimas 12 horas;
  • Após o almoço ou ingestão de alimentos gordurosos, aguardar 3 horas.
  • Não é necessário estar em jejum, evitar alimentos gordurosos
  • Se fez tatuagem e/ou piercing, aguardar 12 meses. Exceto para região genital e boca (12 meses após a retirada);
  • Se passou por endoscopia ou procedimento endoscópico, aguardar 6 meses;
  • Não ter tido Doença de Chagas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST);
  • Em caso de diabetes, deverá estar controlada e não fazer uso de insulina
  • Candidatos que apresentaram sintomas de gripe e/ou resfriado devem aguardar 7 dias após cessarem os sintomas e o uso das medicações;
  • Aguardar 48h para doar caso tenha tomado a vacina da gripe, desde que não esteja com nenhum sintoma.

Consulte a equipe do banco de sangue em casos de hipertensão, uso de medicamentos e cirurgias.

 

Serviço:

GSH Banco de Sangue de São Paulo
Endereço: Rua Tomas Carvalhal, 711 – Paraíso
Tel.: (11) 3373-2000 / 3373-2001 e pelo WhatsApp (11) 99704-6527
Atendimento: Diariamente, inclusive aos finais de semana e feriados, das 7h às 18h. Estacionamento gratuito no local.

 

Abril Marrom: Artesp e concessionárias apoiam campanha para a prevenção da cegueira

Campanha busca informar a sociedade, promovendo a conscientização sobre a importância da saúde ocular e a prevenção da cegueira

 

Em apoio à conscientização sobre a importância da prevenção e combate à cegueira, a ARTESP – Agência de Transporte do Estado de São Paulo e as concessionárias do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo se uniram à Fundação Dorina Nowill para Cegos em uma campanha especial durante todo o mês de abril.

 

A campanha "Pega Essa Visão" busca disseminar informações essenciais sobre cuidados com a visão, prevenção de doenças oculares e acesso à educação e tecnologias para pessoas com deficiência visual. Ao longo do mês, às concessionárias sob supervisão da Agência estarão exibindo nos mais de 400 painéis eletrônicos (PMVs) distribuídos em mais de 11 mil quilômetros de rodovias da malha concedida a seguinte mensagem:

 

Abril Marrom

Mês de prevenção à cegueira

 

"Essa campanha é uma iniciativa fundamental para a prevenção da cegueira,  já que a maioria dos casos é tratável quando diagnosticada precocemente. Juntos, esperamos chamar atenção do motorista que passa pelas nossas rodovias, conscientizando-os da importância de realizar os exames periódicos", destaca Milton Persoli, diretor-geral da ARTESP. 

 

Abril Marrom 

O movimento Abril Marrom teve início em 2016, após iniciativa do Professor Doutor Suel Abujamra, renomado médico oftalmologista e ex-presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). 


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 60% e 80% dos casos poderiam ser prevenidos, sendo que mais de 250 milhões de pessoas no mundo sofrem de deficiência visual, com 36 milhões delas enfrentando cegueira.


A cor marrom foi escolhida para a campanha por ser a cor mais comum da íris entre os brasileiros.


Coalizão Vozes do Advocacy lança Campanha Cadê a Minha Insulina

Desde 2019, a insulina análoga de ação prolongada foi incorporada e até hoje não está disponível no SUS para pessoas com diabetes tipo 1
  
 


Neste mês de abril, a Coalizão Vozes do Advocacy, que integra 26 organizações de diabetes no país, promove a Campanha #Cadê a Minha Insulina. A iniciativa tem o intuito de trazer à tona a urgência na disponibilização das insulinas de ação prolongada no SUS para pessoas com diabetes tipo 1, além de sensibilizar parlamentares, personalidades e influenciadores digitais nessa temática. 

A insulina análoga de ação prolongada existe no Brasil há mais de 20 anos. Ela promove uma melhor efetividade no corpo, sem ter picos de ação, que podem provocar a baixa de açúcar no sangue (hipoglicemia). Esta insulina tem um efeito mais estável quando comparada com a NPH, que é bem antiga e a que está atualmente disponível para população. 

A Campanha #Cadê a Minha Insulina será divulgada a partir do dia 15 de abril nas redes sociais das 26 organizações ligadas com a Coalizão Vozes do Advocacy, além de entrar no ar tanto no site como nas redes sociais da própria entidade. 

A iniciativa estimula as pessoas a imprimirem um selo e cobrarem do Ministério da Saúde a disponibilização da insulina análoga de ação prolongada no SUS, para pessoas com diabetes tipo1. O selo será disponibilizado pelas 26 Organizações de Diabetes e, nas redes sociais da Coalizão, haverá um arquivo para que as pessoas possam baixar, tirem fotos ou façam vídeos com a arte. 

O objetivo final é provocar o Governo a dar uma resposta para esta demanda, já que os Membros do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde não dão qualquer retorno para os membros da Coalizão desde 10 de janeiro deste ano. Esta insulina está incorporada no SUS desde 2019 e até hoje não foi comprada pelo Ministério da Saúde. 

“Nós precisamos que o Ministério da Saúde coloque o diabetes como prioridade este ano. Afinal, o gasto com saúde relacionado à condição no Brasil atingiu 42,9 bilhões de dólares em 2021, o terceiro maior do mundo. Mais de 60% deste valor é investido em complicações do diabetes. Precisamos que os gestores entendam que o investimento em melhores tecnologias custa menos quando comparado ao investimento em internações, hospitalizações e tratamento de complicações do diabetes”, comenta Vanessa Pirolo, coordenadora da Coalizão Vozes do Advocacy. 

Hoje no Brasil existem 16 milhões de pessoas com diabetes e que necessitam de insulina para o controle da condição. Deste número, 10% são acometidas pela diabetes do tipo 1, o que representa quase 1 milhão de pessoas, segundo dados do Último Atlas da Federação Internacional de Diabetes. 

 

A importância da campanha 

O Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial a nota com a incorporação das insulinas de ação prolongada no SUS, para pessoas com diabetes tipo 1, no dia 27 de março de 2019, mas até agora não está disponível para este público no Sistema Único de Saúde. 

Em 2021, ocorreram dois pregões para a compra das insulinas análogas de ação prolongada com o preço baixo, acoplado com o valor da insulina NPH, medicamento da mesma classe, porém mais antigo. Vale ressaltar que o preço indicado no pregão é impraticável, impedindo qualquer empresa de participar da concorrência. No ano passado os membros da Comissão de Incorporação de Tecnologias do SUS abriu uma outra consulta pública para saber se a sociedade realmente quer esta tecnologia. A reposta foi afirmativa e a própria instituição reconheceu a superioridade de sua ação, quando compara a insulina NPH. 

“O Ministério da Saúde não tem respeitado a Lei nº 12.401, de 28 de abril de 2011, que obriga a instituição a disponibilizar em um prazo de 180 dias a tecnologia incorporada, a partir da data de publicação no Diário Oficial. Isso é totalmente contra a lei! Saem prejudicados todos os brasileiros com diabetes tipo 1 e que necessitam dessa insulina”, ressalta Vanessa Pirolo. 

Os representantes da Coalizão Vozes do Advocacy já estiveram em reunião com o Ministério da Saúde no ano passado para cobrar a data de disponibilização desta insulina e até o momento não houve uma resposta. Desde janeiro, a coordenadora da Coalizão vem tentando agendar reunião com o Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, mas até agora não obteve resposta. 

 

Projeto piloto na Atenção Primária

Além disso, outra questão que a Coalizão vem trabalhando na busca de um posicionamento do Ministério da Saúde é com relação ao projeto piloto de disponibilização das insulinas análogas de ação rápida na Atenção Primária. Depois de muitas abordagens das Associações de Diabetes e da Sociedade Brasileira de Diabetes, o Ministério da Saúde reconheceu que a insulina análoga rápida é o medicamento mais indicado para tratar as pessoas com diabetes tipo 1 no país. 

Assim, em fevereiro de 2017, ela foi incorporada ao SUS, mas a compra só foi efetuada no segundo semestre de 2018. Os Estados começaram a ter acesso a ela somente em novembro de 2018. O Ministério da Saúde optou por disponibilizar a insulina análoga de ação rápida no Componente Especializado, ou seja, para as pessoas terem acesso, é necessário que passem por um endocrinologista e retirem em Unidades Dispensadoras Específicas. Dessa forma, gerou uma série de burocracias para as pessoas retirarem o produto. Como resultado foram adquiridas 7.921.005 canetas de 3ml, com estimativa de consumo em um ano, para contemplar 396.050 pessoas com diabetes tipo 1 no Brasil. 

Com todos os processos para a retirada da insulina, como: documento a ser preenchido pelo médico chamado de LME (demora de 40 minutos), ter acesso a um endocrinologista (é sabido que não existem estes profissionais em vários municípios brasileiros) e a renovação da receita médica em boa parte dos municípios precisa ser feita a cada seis meses, houve um grande desperdício de produtos. Foram jogadas no lixo entre 900 mil e 1,4 milhão canetas em 2021. Outro ponto importante e que prejudicou o acesso às canetas foi a falta de conhecimento dos médicos e das pessoas com diabetes a respeito desta nova "tecnologia". 

Depois disso, ao longo do ano de 2022 foram feitas mais de 13 reuniões para chegar ao consenso de que poderia ser feita a transferência da insulina análoga de ação rápida do Componente Especializado para a Atenção Primária (Básica). No final, não ocorreu esta transferência e todo o trabalho discutido não foi implementado por uma série de fatores, entre eles a falta de refrigeração nas Unidades de Saúde e de disponibilização do farmacêutico nas unidades de saúde. “Estamos constantemente em busca de respostas sobre toda temática que envolve a diabetes. E os governos precisam entender a necessidade de dar respostas rápidas sobre essa doença que acomete tantos brasileiros”, finaliza Pirolo.

 

Sobre a Coalizão Vozes do Advocacy em Diabetes e em Obesidade

Com a participação de 24 associações e de 2 institutos de diabetes, o projeto promove o diálogo entre os diferentes atores da sociedade, para que compartilhem conhecimento e experiências, com o intuito de sensibilizar a sociedade sobre a importância do diagnóstico e tratamento precoces do diabetes da obesidade e das complicações de ambas, além de promover políticas públicas, que auxiliem o tratamento adequado destas condições no país.


CIGHEP ALERTA: Curitiba tem surto de hepatite A aguda e cidadãos devem buscar vacina

Um dos sintomas da hepatite A é a icterícia,
 cor amarela da pele e dos olhos.
 (Crédito: NHS/UK)
Diferente do que ocorria antes, alguns casos estão evoluindo com sintomas graves e até óbito

 

Curitiba está passando por um surto de hepatite A O alerta foi emitido pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) da capital. Muitos destes pacientes têm sido atendidos pelo Centro de Cirurgia, Gastroenterologia e Hepatologia (Cighep), do Hospital Nossa Senhora das Graças, que conta com hepatologistas especialistas no assunto.

Conforme dados da SMS, a última vez que a capital teve um pico de casos foi em 2018, com 28 pacientes diagnosticados. Mas nenhum deles foi grave ou morreu, já que a doença sempre foi amena. O comum também sempre foi menos de 10 casos por ano. Em 2020, por exemplo, Curitiba teve apenas 2 diagnósticos.

Já na metade de 2023 os números começaram a crescer e o ano somou 20 pacientes. No primeiro trimestre de 2024, Curitiba saltou para 76 casos confirmados ou em investigação, além da ocorrência de três mortes.

 

Mudança de perfil

A médica hepatologista Cláudia Pontes Ivantes, do Cighep, conta a preocupação dos especialistas, tendo em vista que muitos destes pacientes com hepatite A têm evoluído para forma grave da doença, com necessidade de internamento e até alguns casos de óbito.

"Estamos percebendo um grande aumento nos casos, mas o que preocupa mesmo é a gravidade deles", relata. Ela explica que a hepatite A, antigamente, se manifestava em geral nas crianças , de forma leve. E em 99,9% dos casos o paciente ficava curado.

Agora, o perfil mudou. Segundo Dra. Cláudia, a hepatite A está atingindo adultos jovens, com alguns casos evoluindo para forma grave e até óbito. Entre os graves, alguns precisam de transplante hepático.

Além de diarreia, mal-estar, náuseas e vômitos, que são comuns a diversas viroses gastrointestinais, quem está com hepatite A também pode apresentar febre, olhos amarelados e urina escura.

 

Como a doença se dissemina

A hepatite A, explica a médica, é transmitida por via fecal - oral. Ou seja, a falta de lavagem cuidadosa das mãos após ir ao banheiro e antes de comer. A doença também é transmitida por água contaminada, principalmente em locais onde não há condições suficientes de saneamento. O vírus está presente nas fezes dos indivíduos. Pode permanecer vivo no meio ambiente por período prolongado e até cinco meses sendo eliminado pelo corpo humano.

O vírus também é transmitido pelos alimentos contaminados, ou seja, pelo consumo de frutas e verduras cruas que não foram devidamente lavadas e desinfetadas. Nos adultos, a transmissão também pode ocorrer pela relação sexual anal desprotegida, principalmente quando há a prática de sexo oral.

Mas por Curitiba ser uma cidade com altíssimo índice de saneamento (100% da população urbana é abastecida com água tratada e quase 98% têm acesso à rede coletora de esgoto, sendo que 100% do esgoto coletado é tratado) e pelas pessoas terem bom nível de conscientização da higienização dos alimentos, o motivo do surto agudo de hepatite A ainda é um grande mistério.

Segundo Cláudia Ivantes, a SMS está investigando o assunto e ainda não conseguiu desvendar a disseminação, que está ocorrendo principalmente nas regiões central e norte da cidade e em pessoas sem ligação umas com as outras.

 

Tem que vacinar

Além de uma boa higiene pessoal e com os alimentos, a vacinação é a forma mais eficaz de se prevenir.

No SUS, alerta a gastroenterologista do Cighep, a vacina só está disponível para crianças até quatro anos e para alguns grupos de pessoas com algumas doenças ou transplantados (veja a lista abaixo). A vacina contra o vírus da hepatite A pode ser aplicada a crianças e adultos na rede privada.

“A vacinação é bastante efetiva. Fica o alerta às pessoas que nunca tiveram hepatite, ou que não saibam se já tiveram ou não (alguns ficam assintomáticos), que busquem a vacina”, pede Cláudia Ivantes. 

Além das crianças menores de quatro anos, têm direito à vacina da hepatite A pelo SUS pessoas com:

  • Hepatopatia crônica de qualquer etiologia, inclusive portadores do vírus da hepatite C e B.
  • Pessoas vivendo com HIV/aids.
  • Imunossupressao terapêutica ou por doenças imunossupressoras
  • Coagulopatias, doenças de depósito, fibrose cística, trissomias, hemoglobinopatias.
  • Candidatos a transplante de órgão sólido, cadastrados em programas de transplantes.
  • Transplantados de órgão sólido (TOS).
  • Transplante de células-tronco hematopoiéticas (TCTH).
  • Asplenia anatômica ou funcional de doenças relacionadas.

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Semana da Tontura: especialista alerta para o risco de queda de idosos

O Hospital Paranaense de Otorrinolaringologista (IPO), principal referência em otorrinolaringologia da América Latina, promove campanha de conscientização sobre o problema que atinge 40% das pessoas com mais de 80 anos


A Semana da Tontura é um evento anual, realizado pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), que tem por objetivo alertar a população sobre os perigos desta condição. Em 2024, a campanha nacional será realizada entre os dias 22 e 28 de abril. Em Curitiba, o Hospital Paranaense de Otorrinolaringologista (IPO), principal referência em otorrinolaringologia da América Latina, vai promover uma grande ação de conscientização sobre o tema, que é a maior causa de queda entre idosos, especialmente acima dos 80 anos. Segundo dados do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, 40% dos idosos com 80 anos ou mais sofrem quedas todos os anos. 

De acordo com o médico otorrinolaringologista do IPO, Alexandre Gasperin, são mais de 70 doenças, somente da parte periférica do corpo, que têm como sintoma a tontura. "Além da área periférica do sistema de equilíbrio existe a parte neurológica, que pode causar tonturas também. É preciso sempre ter em mente que tonturas são sintomas, não são uma doença. Um profissional qualificado vai identificar a causa e indicar o tratamento, que é individualizado caso a caso. A recorrência das tonturas indica que o tratamento não está correto", alerta o especialista. 

Na maioria dos casos, as quedas, que são uma das causas mais frequentes de trauma entre os idosos, podem ser previstas e evitadas. De acordo Gasperin, diversas condições podem causar o desequilíbrio em idosos, entre elas as doenças do labirinto, alterações visuais, fraqueza muscular, doenças crônicas como o diabetes e problemas neurológicos. “Para o tratamento, cada caso tem a sua particularidade, por isso o acompanhamento deve ser individualizado e pode incluir medicações, mudanças comportamentais e tratamentos de reabilitação. O tratamento correto é prescrito após o diagnóstico médico do quadro”, complementa o especialista. 

Conheça algumas medidas simples que podem evitar as quedas:
 

Escadas: providenciar iluminação suficiente para que seja possível enxergar todos os degraus. Instale corrimão em ambos os lados para permitir o apoio indispensável. Evite piso escorregadio ou coloque um carpete preso nos degraus.

Cozinha: não guarde alimentos e utensílios em locais altos. Não utilize cadeiras ou bancos para tentar acessar armários. Limpe imediatamente o chão ao derramar algo. Evite cera e tapetes.

Banheiro: utilize um distribuidor de sabão líquido ao invés de sabonete solto. Instale corrimão na banheira e nas paredes do banheiro. Coloque adesivos antiderrapantes em áreas úmidas e nunca tranque a porta do banheiro.

Calçados: evite usar saltos e chinelos, opte por um calçado firme no pé. Utilize calçadeira para auxiliar a colocar o sapato. 

Orientações gerais: não pule refeições, estômago cheio é importante. Use óculos, se necessitar, mas remova os de leitura ao caminhar. Não corra para atender o telefone ou a campainha. Conserte o assoalho se tiver tábuas soltas. Mantenhas os números de emergência, entre eles os de hospitais e de parentes e amigos, bem ao lado do telefone. Evite usar roupas muito compridas.


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