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segunda-feira, 7 de junho de 2021

Burnout parental: como ajudar os pais a lidar com essa síndrome?

A síndrome de Burnout está mais associada à exaustão no trabalho, porém, uma de suas variantes é o Burnout parental, que aumentou durante a pandemia de Covid-19 devido a mudanças no modo de trabalhar. Essa condição é caracterizada por um cansaço extremo que compromete o estado emocional e físico dos pais e afeta as relações com os filhos.


Nesse contexto, a Dra. Luciana Mancini Bari, médica do Hospital Santa Mônica, irá falar sobre o 
Burnout parental e apresentar suas causas e os principais sintomas. Veja, ainda, como é possível lidar com o problema e quais são as opções de tratamento para reduzir os seus efeitos sobre a rotina dos pais e a saúde mental da criança.


O que é Burnout parental?

Devido às suas particularidades e diferentes formas de manifestação, não se pode afirmar que essa seja uma condição relacionada apenas ao trabalho. Mesmo que o Burnout clássico seja ligado ao estresse crônico e duradouro, a síndrome com características parentais é um fenômeno diferenciado.

Por isso, é necessário considerar que as atividades que provocam respostas estressantes e frequentes podem contribuir para o desenvolvimento de Burnout parental. Esse quadro se estabelece quando os pais apresentam um esgotamento mental associado a queixas de doenças físicas que, muitas vezes, são de origem psicossomática.

Anteriormente, o Burnout parental era mais comum em mulheres no pós-parto. Tais quadros costumam surgir associados às questões de insegurança resultante dessa fase repleta de medos e desafios. Os maiores fatores de influência incluem as alterações hormonais, a recuperação do pós-parto e a preocupação a respeito do cuidado com o bebê.

Hoje, porém, esse tipo de síndrome acomete mulheres e homens, sobretudo quem cultiva a autocobrança. Com isso, vale destacar que o diagnóstico de Burnout parental nem sempre pode ser visto como sinônimo de pais ruins ou ausentes. Por isso, a recomendação é buscar ajuda psicoterapêutica para avaliar o caso e propor soluções.


Quais são os principais sintomas do Burnout parental?

Diante das mudanças no estilo de vida moderno, as relações familiares foram naturalmente prejudicadas. Fatores ligados às responsabilidades na manutenção da casa e às cobranças no trabalho aumentam a pressão sobre os pais.

Quando combinados com a falta de tempo para a família, principalmente para dedicar atenção aos filhos, a tendência é o surgimento de problemas emocionais. Isso torna a relação familiar cada vez mais desafiadora, já que as crianças de hoje são exigentes e têm maior autonomia desenvolvida.

Nesse contexto, listamos os sintomas mais comuns que acometem os pais com a síndrome de Burnout parental. Observe:

  • sentimento de culpa por não conseguir solucionar tais problemas de forma pacífica;
  • cobranças pessoais e profissionais excessivas;
  • incapacidade de realizar autogestão emocional;
  • sentimento de ineficiência no papel de pais;
  • distanciamento emocional dos filhos;
  • queda de produtividade no trabalho;
  • isolamento ou fuga do problema;
  • falta de concentração;
  • irritabilidade;
  • apatia.


Qual é a relação dessa síndrome com outros tipos de transtornos? 

Quando a autocobrança sobre os cuidados com os filhos gera situações estressantes e conflitos frequentes, há o maior risco de desenvolver doenças emocionais. Atualmente, a necessidade de adequação ao estilo de vida das grandes cidades pode contribuir para piorar os sintomas do Burnout parental.

Por isso, é necessário cuidar da saúde mental para não abrir espaço para o surgimento de outros quadros que colocam em risco a estabilidade psíquica. Entre as complicações mais comuns, destacam-se as seguintes:

  • crises depressivas;
  • transtorno de pânico;
  • estresse generalizado;
  • transtornos de ansiedade generalizada;
  • tendência ao desenvolvimento de doenças psicossomáticas e autoimunes.


Quais são as consequências do Burnout parental? 

Dados de um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa de Ciências Psicológicas da Universidade Católica da Bélgica apontaram algumas das principais consequências dessa síndrome. De acordo com sensações apresentadas pelos participantes, as mais comuns são:

  • exaustão emocional (30%);
  • distanciamento emocional (30%);
  • perda de realização do papel de pais (24%);
  • incapacidade de contornar a situação (16%).

Isso comprova que os pais com essa síndrome têm mais dificuldade para lidar com os filhos, principalmente pelos efeitos da quarentena neste cenário de pandemia. Por conta disso, surgem distúrbios do sono, alterações no comportamento e tendências ao consumo de drogas e ao alcoolismo.



Como ajudar os pais que se encontram nessa situação?

De modo geral, os sintomas mais observados pelo Burnout parental estão relacionados ao cansaço mental e emocional resultante do acúmulo de tarefas, inclusive no papel parental. No entanto, esse quadro pode se agravar quando os pais sentem que as relações com os filhos exigem um comprometimento que eles não conseguem oferecer.

Nesses casos, o ideal é procurar alternativas que possam contornar tais situações. Destacamos algumas sugestões que podem ajudar. Confira!

 

Priorize o autocuidado
Para começar, a primeira dica é priorizar o autocuidado. Portanto, procure estabelecer prioridades e conciliar todas as atividades da vida pessoal e profissional. Com calma, é possível reorganizar a agenda e reservar um tempo para cuidar de si, sobretudo no que se refere à saúde emocional.

 

Ajuste a rotina
Alguns ajustes na rotina também podem ajudar nesse processo de busca pelo equilíbrio mental e emocional. Analise o seu dia a dia e veja o que pode ser mudado para que você tenha mais tempo de qualidade em família. Uma dica é alternar as atividades e diminuir o uso de tecnologia, de modo que a relação entre crianças e eletrônicos seja positiva.

 

Compartilhe responsabilidades
Construa redes de apoio e distribua as tarefas e responsabilidades. Durante o isolamento social, evite que a situação vá até o limite da exaustão. Para isso, a orientação é compartilhar os momentos difíceis com a família ou com os amigos. Peça ajuda aos irmãos, tios ou pessoas próximas, se necessário.

 

Busque ajuda profissional
Por fim, vale destacar as alternativas disponíveis para o tratamento desse quadro. Assim como todas as questões que envolvem a saúde mental, o ideal é contar com uma instituição especializada e que tenha profissionais capacitados e experientes.

Como você percebeu, os principais sintomas do Burnout parental estão associados à exaustão física e mental. Nessas condições, a busca de ajuda profissional pode ser a solução mais indicada para a recuperação da
saúde emocional e da qualidade de vida.


9 de junho - Dia Nacional da Imunização

A vacinação de rotina deve ser mantida, mesmo em tempos de pandemia 1 2 3 

Segundo pesquisa, 57% dos pais brasileiros desistiram ou adiaram algum compromisso ou consulta de saúde dos filhos durante a pandemia de Covid-19 12

 

O momento de pandemia em que estamos vivendo traz luz à enorme importância da vacinação para o controle de doenças infecciosas. Apesar disso, nos últimos anos, temos observado uma queda nas taxas de coberturas vacinal.1 2 3 Com as coberturas abaixo do esperado, doenças controladas podem voltar a circular na população. Em 2019, o Brasil atravessou um surto de sarampo, com mais de 18 mil casos.1 2 3 No dia 9 de junho comemora-se o Dia Nacional da Imunização.4 Nesta data, devemos valorizar ainda mais essa intervenção de saúde que salva milhões de vidas anualmente.1 2 3 O Dr. Emersom Mesquita (CRM 5281409-1), infectologista e gerente médico de vacinas da GSK, esclarece que a vacinação é um serviço essencial e deve ser mantido mesmo em tempos de pandemia, especialmente para grupos mais vulneráveis, como crianças e idosos. 

"Estamos, atualmente, com campanhas de vacinação contra gripe e contra Covid-19, para grupos prioritários, acontecendo em todo o país. Precisamos também lembrar a importância de mantermos altas coberturas vacinais para as outras doenças contra as quais já dispomos de vacinas, como meningite, coqueluche, sarampo e pneumonia, por exemplo. Interromper a vacinação de rotina, mesmo que por um breve período, como aconteceu com muitos países durante a pandemia de Covid-19, pode permitir surtos de doenças que estavam controladas, além de aumentar a sobrecarga sobre o sistema de saúde", alerta o Dr. Emersom. 

O Ministério da Saúde disponibiliza gratuitamente 19 vacinas, que protegem contra mais de 20 doenças, para diversas faixas etárias, desde recém-nascidos até a terceira idade.5 Na rede privada também estão disponíveis vacinas para a imunização de todas as faixas etárias, complementando o calendário vacinal do Programa Nacional de Imunizações (PNI).6 

 

Baixa cobertura vacinal na pandemia 

Uma pesquisa realizada entre 19 de janeiro a 16 de fevereiro de 2021 pela IPSOS Mori e encomendada pela farmacêutica GSK, com 501 pais ou responsáveis legais no Brasil, mostrou que aproximadamente 57% dos pais brasileiros desistiram ou adiaram algum compromisso ou consulta de saúde dos filhos durante a pandemia. 

Quando se trata especificamente de vacinação contra meningite meningocócica, 50% faltaram ou atrasaram alguma dose do esquema vacinal. O motivo, segundo 72% dos pais brasileiros, seriam as medidas restritivas da pandemia.12 "Esses dados acendem um alerta, pois essas crianças estão voltando a frequentar creches e escolas, e a ter contato com outras pessoas no dia-a-dia. Com o calendário vacinal incompleto, elas têm um maior risco de contrair doenças imunopreveníveis e, por isso, lembramos aos pais a importância de manter o calendário de vacinação dos seus filhos atualizado, incluindo as doses de reforço", comenta o Dr. Emersom. 

Além das crianças, os adolescentes também devem se vacinar. Adolescentes e adultos são os principais carreadores da bactéria que causa a meningite meningocócica, podendo transmití-la para outras pessoas através da tosse, espirro ou da fala, mesmo sem estarem com sintomas da doença.8 9 10 11 O Ministério da Saúde orienta a vacinação das crianças e dos adolescentes de acordo com o calendário do PNI e todas as vacinas recomendadas estão disponíveis gratuitamente nos postos de saúde pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Essas vacinas oferecem proteção para diversas doenças como poliomielite, coqueluche, hepatite, tuberculose, pneumonia, meningite, febre amarela, sarampo, gripe, HPV, entre outras.5 6 14 Já a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) possuem calendários de vacinação com recomendações que complementam o PNI, abrangendo também vacinas que atualmente só estão disponíveis na rede privada para a imunização das crianças até a terceira idade.6 13 

 

Adultos também devem se vacinar 

Para cada fase da vida, incluindo a idade adulta, existem vacinas recomendadas.5 6 15 "Os benefícios da vacinação se estendem para além da infância, contribuindo, inclusive, para um envelhecimento saudável e para a qualidade de vida de adultos e idosos. Além das recomendações por faixa etária, a presença de algumas doenças crônicas também influenciam a programação vacinal. Para estes indivíduos e para seus contactantes próximos, os Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIEs), do Ministério da Saúde (MS), disponibilizam vacinas previstas no manual dos CRIEs, ampliando a proteção nessas populações. Finalmente, devemos também lembrar da vacinação do viajante, que leva em consideração não só o histórico vacinal do indivíduo como também o risco de doenças infecciosas a que este viajante ficará exposto no local de destino", explica o Dr. Emersom. 

O calendário de vacinação do adulto do Ministério da Saúde prevê seis vacinas: Hepatite B; dT (difteria e

tétano); Febre Amarela; Influenza (contra gripe) para grupos prioritários; Sarampo, Caxumba e Rubéola para adultos até 49 anos de idade; e Pneumocócica para pessoas a partir de 60 anos com condições clínicas

especiais.6 15 19 Na rede privada, é possível expandir a proteção com vacinas não disponíveis na rede pública.6 Outra condição especial onde a vacinação é segura e eficaz é durante a gestação. No Brasil, o calendário do Ministério da Saúde recomenda a vacinação com dTpa, que previne contra difteria, tétano e coqueluche; a dT que imuniza contra difteria e tétano; a vacina contra Hepatite B; e a vacina contra Influenza (gripe).

Todas são oferecidas gratuitamente nos postos de saúde municipais, pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, e também podem ser encontradas na rede privada de vacinação.16 17 18 "A gestação também é momento de vacinação. Além de seguras, as vacinas recomendadas durante a gestação atuam tanto na proteção da mãe como na proteção do bebê. Essa medida é tão importante que, por exemplo, em 2017 o Brasil foi capaz de eliminar o tétano materno e neonatal. Durante a gestação, os anticorpos produzidos pela mãe com a vacinação são transferidos para o bebê, através da placenta. Essa proteção transmitida para o bebê ainda em desenvolvimento é especialmente importante nos primeiros meses de vida do recém-nascido, quando a vacinação contra algumas doenças, como a coqueluche por exemplo, ainda não começou. Por este motivo, a vacinação contra coqueluche está recomendada a cada gestação. 

Além da vacinação contra difteria, tétano e coqueluche, a vacinação contra influenza (gripe) também é recomendada durante a gestação, onde o risco de evolução para formas graves da doença está aumentado. Outros imunizantes, além das vacinas contra difteria, tétano, coqueluche, influenza (gripe) e hepatite B, podem ser recomendados, de acordo com o histórico de saúde da gestante", explica Dr. Emersom.

  

Material dirigido ao público em geral. Por favor, consulte o seu médico.

 

 

 

GSK

 www.gsk.com.br

 

 

 Referências

1 PAN AMERICAN HEALTH ORGANIZATION. Immunization Newsletter. The Immunization Program in the Context of the COVID-19 Pandemic. March 2020.

Disponível em:

https://iris.paho.org/bitstream/handle/10665.2/52046/EPIv42n12020_eng.pdf?sequence=5&isAllowed=y.

Acesso em: 12 maio. 2021.

2 SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Informe Técnico (09/04/2020).

Vacinação de rotina durante a pandemia de COVID-19. Disponível em:

https://sbim.org.br/informes-e-notas-tecnicas/sbim/1261-nota-tecnica-vacinacao-de-rotina-durante-a-pandemia-de-covid-19

 Acesso em: 12

maio. 2021.

3 WORLD HEALTH ORGANIZATION. Princípios orientadores para as atividades de vacinação durante a pandemia de COVID-19. Disponível em:

https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/331590/WHO-2019-nCoV-immunization_services-2020.1-por.pdf

 Acesso em: 12 maio.

2021.

4 SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. No Dia Nacional da Imunização, SBP reforça importância indispensável das vacinas e da orientação dos pediatras. Disponível em:

https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/9-de-junho-dia-nacional-da-imunizacao-sbp-reforca-importancia-indispensavel-das-vacinas-e-da-orientacao-dos-pediatras/.

Acesso em: 12 maio. 2021.

5 BRASIL. Ministério da Saúde. Vacinação é a maneira mais eficaz para evitar doenças. Disponível em:

http://antigo.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/45875-vacinacao-e-a-maneira-mais-eficaz-para-evitar-doencas.

Acesso em: 12 maio.

2021.

 

6 SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação do nascimento à terceira idade: recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) - 2021/2022 (atualizado 10/05/2021).

Disponível em: https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-0-100.pdf .

Acesso em: 26 maio. 2021

7 SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Calendário vacinal da criança e a pandemia pelo coronavírus. Disponível em:

https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/nt-sbpsbim-calendariodacrianca-pandemiacovid-200324.pdf

 Acesso em: 12 maio.

2021.

8 WORLD HEALTH ORGANIZATION. Meningococcal meningitis. Disponível em:

www.who.int/en/news-room/fact-sheets/detail/meningococcal-meningitis. Acesso em:

12 maio. 2021.

9 CASTIÑEIRAS, TMPP. et al. Doença meningocócica. In: CENTRO DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE PARA VIAJANTES. Disponível em:

http://www.cives.ufrj.br/informacao/dm/dm-iv.html . Acesso em: 12 maio.

2021.

10 ERVATI, M.M. et al. Fatores de risco para a doença meningocócica.

Revista Científica da FMC, 3(2): 19-23, 2008.

11 CHRISTENSEN, H. et al. Meningococcal carriage by age: a systematic review and meta-analysis. Lancet Infect Dis, 10(12): 853-61, 2010.

12 Dados retirados da pesquisa realizada pela Ipsos MORI, em nome da GSK, com 4.962 pais ou responsáveis em 8 países, entre 19 de janeiro e 16 de fevereiro de 2021

13 SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Calendário de vacinação da SBP 2020. Disponível em:

https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/22268g-DocCient-Calendario_Vacinacao_2020.pdf

 Acesso em: 12 maio.

2021.

14 BRASIL. Ministério da Saúde. Calendário Nacional de Vacinação do Adolescente 2020. Disponível em:

https://www.saude.gov.br/images/pdf/2020/marco/04/Calendario-Vacinao-2020-Adolescente.pdf

 Acesso em:12

maio. 2021.

15 BRASIL. Ministério da Saúde. Calendário nacional de vacinação do adulto e idoso. Disponível em:

https://www.saude.gov.br/images/pdf/2020/marco/04/Calendario-Vacinao-2020-Adulto-Idoso.pdf.

Acesso em: 12

maio. 2021.

16 MINISTÉRIO DA SAÚDE. Blog da Saúde. Verdades e mentiras sobre a vacinação em gestantes. Disponível em:

http://www.blog.saude.gov.br/index.php/servicos/53841-mitos-e-verdades-sobre-a-vacinacao-em-gestantes

 Acesso em: 12 maio.

2021.

17 MINISTÉRIO DA SAÚDE. Calendário de vacinação da gestante.

Disponível em:

https://antigo.saude.gov.br/images/pdf/2020/marco/04/Calendario-Vacinao-2020-Gestante.pdf

 Acesso em: 12 maio.

2021.

18 SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação SBIm gestante (2021/2022). Disponível em:

https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-gestante.pdf. Acesso em: 26 maio.

2021.

19 BRASIL. Ministério da Saúde. Informe Técnico 23ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza. Disponível em:

https://www.gov.br/saude/pt-br/media/pdf/2021/marco/16/informe-tecnico-influenza-2021.pdf

Junho Violeta: mês de alerta sobre o ceratocone




 

 

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Ceratocone causa um aumento da curvatura da córnea

Oftalmologistas do Grupo Opty esclarecem as principais dúvidas sobre a doença ocular e advertem sobre importância de não coçar os olhos, fator de risco mais significativo para o desenvolvimento do ceratocone


Para conscientizar a população sobre prevenção e tratamento, Junho Violeta é a campanha de alerta sobre o ceratocone, uma doença ocular genética que danifica a estrutura da córnea e, de acordo com dados do Ministério da Saúde, causa o comprometimento da visão de cerca de 150 mil brasileiros ao ano. O hábito de coçar os olhos prejudica os olhos. E a falta de informação e acompanhamento médico, pode agravar o problema ainda mais.

Coçar os olhos é fator de risco mais significativo para o desenvolvimento do ceratocone

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“Coçar os olhos com frequência pode causar danos na estrutura da córnea, fazendo com que o ceratocone alcance estágios avançados e prejudique ainda mais a visão. Daí ser o principal alerta da campanha Junho Violeta. Embora seja uma doença genética, fatores comportamentais podem agravá-la. Não é normal sentir coceira nos olhos o tempo todo, então, procure um médico para resolver a causa do problema”, explica o especialista em transplante de córnea Dr. André Ruppert, oftalmologista do HCLOE, empresa do Grupo Opty em São Paulo. “Indiretamente, a pandemia e a orientação de não levar as mãos aos olhos para evitar contaminação pelo novo coronavírus têm auxiliado na redução desse hábito, mas é essencial que as pessoas levem essa prática para toda a vida”, comenta.

Para esclarecer e informar sobre a doença, conversamos com o Dr. Rodrigo T. Santos, especialista em Córnea, Ceratocone, Lente de Contato e Cirurgia Refrativa, pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). O oftalmologista é coordenador do Setor de Lentes de Contato do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB), empresa do Grupo Opty. Confira abaixo e tire suas dúvidas.


O que é ceratocone?

Ceratocone é o que chamamos de ectasia da córnea, uma doença que causa um aumento da curvatura da córnea e da irregularidade do astigmatismo, e também há um afinamento, que geram alteração na visão. Com essas alterações, a córnea apresenta uma saliência, em um formato semelhante a um cone.

É uma doença que tem mecanismos genéticos associados, mas que depende da associação principal da alergia nos olhos, que pode ser relacionada com a rinite alérgica e também com a alergia na pele (dermatite atópica). Portanto, há a tendência genética do paciente e há o fator externo, que leva à manifestação e progressão da doença.


Quais os principais sintomas? Existe um público mais suscetível à doença?

Os principais sintomas são o embaçamento e a baixa de visão. O perfil é de pacientes jovens: adolescentes e adultos jovens até os 30 anos, com associação de alguma alergia ou coceira nos olhos, por isso o alerta da campanha Junho Violeta é para não coçar os olhos, como uma forma de prevenir o ceratocone. Pessoas com Síndrome de Down também apresentam maior predisposição.

A doença pode estar associada a outros problemas de visão?


Na consulta, o que nos chama atenção, além desse perfil de paciente, é a questão de a pessoa ter um astigmatismo alto que, mesmo corrigido, não ocorre a melhora da visão. O desenvolvimento da doença é gradual e a velocidade da progressão depende muito de cada indivíduo e da associação à alergia. Quando o paciente tem o aparecimento do astigmatismo, continua coçando os olhos e não procura o oftalmologista, a tendência é que a condição piore.


Há prevenção para a doença?

Sim, a melhor prevenção é evitar coçar os olhos, como é o alerta principal da campanha Junho Violeta, e fazer consultas regulares com seu médico oftalmologista. Com a pandemia de Covid-19, percebemos que aumentou o cuidado das pessoas em não coçar os olhos. No consultório, percebemos que, como as pessoas evitam mais levar as mãos aos olhos, houve diminuição de casos de conjuntivite bacteriana e viral, que são contagiosas. Esse cuidado também pode ter ajudado no caso do ceratocone.


A doença tem cura? Quais os tratamentos possíveis? Há avanços recentes?

Infelizmente, o ceratocone não tem cura, mas há vários tratamentos disponíveis. Fazemos a abordagem em dois aspectos. O primeiro é sobre evitar a piora, ou seja, não coçar os olhos e tratar a possível alergia ocular. Também temos que cuidar da rinite alérgica ou dermatite atópica, que são alergias sistêmicas do organismo. Se o paciente apresenta esses problemas, é necessário um enfoque multiprofissional, com o acompanhamento de um alergista, otorrinolaringologista, pediatra ou dermatologista, porque às vezes o tratamento ocular apenas não é tão efetivo. 

Se o oftalmologista perceber pelos exames que o paciente está tendo uma piora das curvaturas, existe um tratamento chamado crosslinking, que é uma cirurgia na qual o especialista faz uma raspagem do epitélio (camada superficial da córnea) e vai pingando uma vitamina chamada riboflavina. Essa vitamina penetra nas fibras de colágeno da córnea, na parte mais interna. Na etapa final da cirurgia, expomos o paciente à luz ultravioleta controlada, o que causa uma reação química de maior entrelaçamento dessas fibras, provocando maiores ligações. Isso dá mais estabilidade e rigidez à córnea, fazendo com que fique mais resistente ao processo de progressão. Contudo, mesmo que o paciente tenha feito o crosslinking, é importante orientá-lo a evitar coçar o olho. Se ele continuar com o processo alérgico intenso e permanecer coçando o olho, o ceratocone pode aumentar.

O segundo aspecto da abordagem do ceratocone são os tratamentos para a melhora da visão, para a reabilitação visual. Eu explico didaticamente ao paciente que o tratamento do ceratocone é como se fosse uma escada: a gente só vai para o nível superior, se aquele que a gente está não for suficiente. Então, o primeiro passo é verificar como está a visão do paciente com ceratocone, é realizar a refração, o exame para determinar o grau dos óculos. Se ele alcançar uma boa visão, o paciente do ceratocone pode usar óculos – às vezes, há um grau mais alto de miopia e ou astigmatismo –, mas se der uma boa visão, é um passo importante. Porém, se a visão não for satisfatória, a opção é realizar os testes de lentes de contato. Nesse caso, para a melhora da visão de uma córnea irregular, há as lentes rígidas fluorcarbonadas e as lentes esclerais. Ambas ajudam a corrigir a óptica do ceratocone e permitem uma visão mais nítida, corrigindo o astigmatismo irregular. Porém, quando o paciente retira a lente, ao final do dia, antes de dormir, o ceratocone continua lá. As lentes são um artifício apenas para a pessoa enxergar melhor. É sempre bom, se ele tiver óculos, usá-los também.

O terceiro degrau dessa escada é o anel intraestromal, que ficou conhecido como anel de Ferrara. São segmentos de material acrílico implantados dentro da córnea que promovem um estiramento dessas fibras e um aplanamento da córnea na parte central, com isso diminuindo os valores de curvatura, mas também ajudando a regularizar o astigmatismo, permitindo uma melhora na visão. Porém, na maioria dos casos, às vezes é necessário continuar usando os óculos de grau ou mesmo continuar uma adaptação de uma lente de contato.

E, por último nessa escala, há o transplante de córnea. Hoje há algumas técnicas mais avançadas, em que se retira apenas uma camada da córnea, a parte anterior, o chamado transplante lamelar anterior. O transplante é a última opção, quando o paciente já tem uma córnea com uma curvatura muito extrema, um afinamento grande ou alguma cicatriz na córnea, ou seja, casos em que não são indicados fazer o anel, ou em que a lente de contato ou os óculos não tenham resolvido satisfatoriamente. A cirurgia de transplante é muito importante, porém corre-se o risco de falência e rejeição. Por isso deve ser usada como último recurso.


O que vem pela frente em termos de tratamento? Como novas tecnologias podem auxiliar no combate à doença?

Nos últimos cinco anos, surgiram inovações em lentes de contato, decorrentes de modelos diferentes, materiais novos e acabamentos diferenciados. Nesse período também houve o lançamento de segmentos de anéis de tamanhos de arcos diferentes, além de segmentos com diferença progressiva de sua espessura. Com isso, temos conseguido melhorar bastante a visão e a qualidade de vida dos pacientes. O surgimento do crosslinking, que também é relativamente recente, possibilitou que muitos pacientes tivessem a progressão da doença controlada e, com isso, evitou-se que eles necessitem do transplante de córnea. Novas tecnologias estão sendo pesquisadas nas formas diferentes de crosslinking, mas ainda aguardamos os estudos para verificar a segurança e a eficácia.


Alguma última orientação para quem tem ceratocone?

Queria alertar que, infelizmente, muitos pacientes com essa condição procuram o Google ou vão em médicos não especialistas e acabam não tendo informações corretas. Acham que vão ficar cegos, que ceratocone não tem tratamento, que terão de fazer transplante, que não vão mais enxergar. Muitos são jovens, os pais ficam preocupados com o futuro profissional e pessoal dos filhos. Em alguns casos, adolescentes entram em depressão, por conta desse fato. Ao procurar um especialista capacitado, ele vai dar a melhor abordagem para o problema e até sugerir, se for o caso, a importância de um apoio psicológico, terapia de crise, para o paciente e para a família. Então, o meu conselho é: faça consulta e exames de rotina com seu médico oftalmologista, se necessário vá a um especialista em córnea e ceratocone, porque há vários tratamentos para ajudar a melhorar a visão e a qualidade de vida, evitando a progressão da doença. E lembrem-se de não coçar os olhos!

 


Opty

www.opty.com.br


Dia dos Namorados: dinheiro é um dos principais causadores da desunião

A questão financeira é a culpada pela maioria dos divórcios, isso segundo inúmeras pesquisas já feitas em todo o mundo. Os casais que ganham bem se separam por causa das divergências sobre o destino dos investimentos ou dos gastos excessivos, e os que ganham mal, se separam pela falta de renda. Há ainda o caminho do meio, que pode ser o pior deles: manter uma relação não saudável só porque um depende financeiramente do outro. Para Gláucia Coutinho, especialista em educação financeira, planejamento e investimentos, o comportamento financeiro é a prisão dos relacionamentos.

Gláucia explica que a liberdade pessoal está, necessariamente, atrelada a liberdade financeira. "Para escolher onde mora, o que come, onde trabalha, o que veste, para onde viaja e o ciclo de pessoas que convive e estar - ou não - dentro de uma relação tem a ver com o dinheiro", afirma.

Se são as cifras que abrem os cadeados da vida, a saída é encontrar as chaves e abri-los com inteligência através da educação financeira.

"É natural do ser humano deixar o lado emocional falar mais alto do que o racional e em geral, homens e mulheres possuem diferenças comportamentais que os guiam para gastos e investimentos de maneiras diferentes - é aí que mora os grandes conflitos", revela.

Gláucia ensina uma verdadeira faxina financeira, para fechar de vez as torneiras dos gastos extras, usando a psicologia econômica e da mudanças de hábitos que impedem a alegria de muitas relações. "A incompatibilidade de objetivos entre um casal pode por fim a uma relação duradora. É muito importante ter consciência financeira, olhar para as contas, anotar o que entra e que sai dentro de uma casa e mais do que isso: encontrar a autonomia e a liberdade financeira dos dois - só assim uma relação será livre para estar - ou não - presa a uma aliança", finaliza.

 

 

Gláucia Coutinho  - Advogada por formação, trabalhou por 15 anos nas áreas jurídicas e de recursos humanos em multinacionais e grandes empresas no setor portuário.  É especialista em Educação Financeira, com MBA em Investimentos e Private Banking e trabalho com Mentorias e Cursos na área de organização, planejamento e investimentos, exclusivamente para o público feminino.

https://www.glauciacoutinho.com.br

Instagram: @glauciacoutinho.oficial


Preço da gasolina avançou 45% nos últimos 12 meses, aponta Ticket Log

Litro do etanol também aumentou e está 50,40% mais caro que em maio de 2020


De acordo com o último Índice de Preços Ticket Log (IPTL), os preços médios da gasolina e do etanol voltaram a avançar em maio, em relação ao mês anterior. Na comparação com o mesmo período do ano passado, a gasolina está 44,77% mais cara, e foi comercializada nos postos a R$ 5,798. Já o etanol avançou 50,40% nos últimos 12 meses e foi encontrado a R$ 4,822.

“Em abril, ambos os combustíveis haviam registrado redução nos preços. No início de maio, porém, o cenário já apontava ser de alta, o que foi comprovado com os valores médios por litros registrados ao considerar todo o mês. O preço médio da gasolina avançou 1,73% em relação a abril, e o etanol apresentou alta de 5,64%”, pontua Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.

A gasolina mais barata e a mais cara do País foram encontradas na Região Norte. No Amapá, o combustível foi comercializado pelo menor preço médio, a R$ 5,318. Já no Acre, o valor mais alto, a R$ 6,325, após aumento nos postos acreanos de 1,09%. O Amazonas, outro estado nortista, registrou a maior redução nos preços, de 2,46% na comparação com abril.

O maior aumento de preços da gasolina em maio foi registrado em Santa Catarina, de 3,97%. Outro estado da Região Sul, o Rio Grande do Sul apresentou o etanol mais caro do País, a R$ 5,450, valor médio nos postos após alta de 3,18%.

Em São Paulo, o etanol apresentou o aumento mais significativo, de 13,54%, e o combustível foi comercializado a R$ 4,152 no estado. Já a maior redução no preço médio por litro foi registrada no Acre, de 1,28%. O menor valor, por sua vez, esteve em Mato Grosso, onde o etanol foi encontrado a R$ 4,134.

No recorte entre regiões, tanto a gasolina quanto o etanol avançaram em todas elas. A Região Sul registrou o maior aumento no preço médio da gasolina, de 3,06%, mas também o menor valor por litro, de R$ 5,598. O combustível mais caro foi encontrado no Centro-Oeste, a R$ 5,913.

Já o etanol apresentou cenário oposto. O combustível de maior valor médio por litro foi comercializado pelos postos do Sul, a R$ 4,948, e o mais barato foi encontrado no Centro-Oeste, a R$ 4,530. O aumento de preços mais significativo foi registrado na Região Sudeste, de 8,96%.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.




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Raio X do Enem: SAS Plataforma de Educação divulga levantamento dos temas mais abordados entre 2009 e 2020

Interpretação de Texto e Geometria foram os temas mais cobrados em Português e Matemática nos últimos 12 anos; Idade Contemporânea e Geografia Agrária são os assuntos que mais caem em História e Geografia, respectivamente

 

Para auxiliar professores e estudantes que se preparam para o Exame Nacional do Ensino Médio 2021, o SAS Plataforma de Educação lança a versão atualizada do seu Raio X, com os assuntos mais abordados em cada disciplina da prova entre 2009 e 2020. No período, Geometria foi o tema mais cobrado nas provas do Enem, representando 22,5% das questões de Matemática. Em Português, o destaque fica para Leitura e Interpretação de Texto, com 33,3% das questões.

“Criamos o Raio X do Enem para ajudar os professores na preparação das aulas para turmas do Ensino Médio e os alunos que estão prestes a fazer as provas. Saber os assuntos que mais caem é importante para o planejamento do estudo e, por isso, atualizamos anualmente o levantamento. Queremos apoiar não apenas os alunos do SAS Educação, mas todos aqueles que pretendem fazer o exame", explica Ademar Celedônio, diretor de Ensino e Inovações Educacionais do SAS.

Após aproximadamente 18 meses de pandemia, o levantamento do SAS ganha mais relevância, pois muitos alunos precisam estudar por conta própria – grande parte deles com acesso limitado à tecnologia.

A cartilha do Raio X do Enem lista os temas das 11 disciplinas, organizadas em um ranking por assunto, com o número de aparições no exame e seus respectivos percentuais. O material está disponível gratuitamente no link: http://sasedu.co/raioxenem2021


Enem 2020

A edição de 2020 do Enem foi marcada por desafios e novidades. Além de grande parte dos alunos terem se preparado em casa, por conta da pandemia, foi realizada a aplicação da primeira edição do Enem Digital.

“Com relação às provas, tivemos algumas peculiaridades. Em Física, surpreendeu a quantidade de questões de eletricidade, que superou as de mecânica, que costuma ser o assunto mais cobrado. Já prova de Biologia foi uma das mais difíceis da história do Enem, pois exigiu muita atenção à interpretação das questões. Já a prova da Química foi considerada mais fácil que as dos anos anteriores. Em Matemática, tivemos a primeira questão de Inequação Modular do Enem e muitos assuntos do Ensino Fundamental”, comenta Ademar Celedônio.


Raio X do Enem

Veja abaixo os cinco temas mais abordados em cada disciplinas:

Biologia

1 - Humanidade e Ambiente (19,5%)

2 - Citologia (11,5%)

3 - Histologia e Fisiologia (11,5%)

4 - Fundamentos da Ecologia (8,3%)

5 - Biotecnologia (8,1%)

 


Espanhol

1 - Leitura e Interpretação de Textos (52,2%)

2 - Semântica e Domínio Lexical (14,8%)

3 - Análise de Texto Literário em Prosa (7,0%)

4 - Identificação de Função do Texto (6,1%)

5 – Análise e interpretação de poemas e canções (6,1%)

 


Filosofia

1 - Ética e Justiça (18,7%)

2 - Filosofia Antiga (16,8%)

3 - Filosofia Contemporânea (12,3%)

3 - Natureza do Conhecimento (11,6%)

5 - Filosofia Moderna (11,6%)


 

Física

1 - Mecânica (30,9%)

2 - Eletricidade e Energia (25,8%)

3 - Ondulatória (18%)

4 - Termologia (17,1%)

5 - Óptica (8,1%)

 


Geografia

1 - Geografia Agrária (18,1%)

2 - Meio Ambiente (16,9%)

3 - Questões Econômicas e Globalização (11,8%)

4 - Geografia Física (10,9%)

5 - Geografia Urbana (10,4 %)

 


História

1 - Idade Contemporânea (17,7%)

2 - Brasil Colônia (12,7%)

3 - Brasil Império (11,4%)

4 - História Política (10,5%)

5 - Patrimônio Histórico-Cultural e Memória (7,8%)

 


Inglês

1 - Leitura e Interpretação de Textos (51,3%)

2 - Leitura e Interpretação de Cartuns, Tiras e Charges (11,3%)

3 - Domínio Lexical (11,3%)

4 - Análise e Interpretação de Poemas e Canções (11,3%)

5 - Identificação da Função do Texto (8,7%)

 


Matemática

1 - Geometria (22,5%)

2 - Escalas, Razão e Proporção (14,2%)

3 - Aritmética (11,8%)

4 - Gráficos e Tabelas (9,1%)

5 - Funções (8,7%)

 


Português

1 - Leitura e Interpretação de Textos (33,3%)

2 - Estrutura Textual e Análise de Discurso (17,6%)

3 - Leituras e Artes (11,5%)

4 - Gênero Textual (8,4%)

5 - Literatura (7,8%)

 


Química

1 - Físico-Química (27,0%)

2 - Química Geral (26,8%)

3 - Química Orgânica (19,2%)

4 - Meio Ambiente (11,1%)

5 - Energia (6,4%)

 


Sociologia

1 - Mundo do Trabalho (21,9%)

2 - Cultura e Indústria Cultural (12,9%)

3 - Ideologia (11,6%)

4 - Meios de Comunicação, Tecnologia e Cultura de Massa (11,6%)

5 - Cidadania (10,3%)

 

 

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