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domingo, 6 de junho de 2021

Um olhar além do aparente para as mães

As possíveis causas dos conflitos nos relacionamentos maternais


As mães são o canal de chegada à vida. Tanto o pai quanto a mãe são importantes, mas a vida só se concretiza quando a mulher aceita ser mãe e permite que um bebê venha ao mundo por meio do corpo dela. Por ser a figura central na gestação de outras vidas, a mãe se tornou uma figura que desempenha um papel com muitas expectativas, tanto suas quanto de outras pessoas. Todavia, embora tenham em si o dom de dar a luz, as mães são pessoas normais sujeitas a desafios e conflitos.

Assim, todas essas expectativas podem gerar frustrações em ambas as partes da relação maternal. Segundo a terapeuta e facilitadora de consciência Bianca Drabovski, “as mães são pessoas comuns como todas as outras. Carregam alegrias e dores, que podem ser passadas para a frente. Não por vontade delas, mas porque foi também o que elas receberam de seus ancestrais e da vida”. Em outras palavras, muitos conflitos que ocorrem no decorrer da nossa vida podem estar intimamente ligados com o fato de a nossa mãe também ter sido vítima do mesmo conflito.

“Somos todos vítimas de vítimas”. Essa é uma maravilhosa lição que Louise Hay nos dá em seu livro VOCÊ PODE CURAR A SUA VIDA. Essa frase, embora curta, diz muito sobre nós e os nossos relacionamentos com as pessoas ao nosso redor. Todo mundo já sofreu alguma vez na vida e, quando se afirma que somos vítimas de outras vítimas, percebemos que tudo é um ciclo que pode se repetir. No relacionamento maternal, esse sofrimento pode transferido de mãe para filho, criando um padrão de comportamento.

Desse modo, Bianca explica que, “algumas situações na nossa vida acabam influenciando as nossas atitudes. Assim, o que sofremos, mesmo que sem saber, fica gravado no nosso subconsciente e, desse modo, tem grande poder sobre as nossas ações e sentimentos”. Se nós nos sentimos abandonados, acabamos repetindo esse sentimento, de forma a se estender pelo resto da nossa vida.

Portanto, quando as mães têm algum tipo de atitude que se direcione com algum sentimento de rejeição, mesmo que por um breve momento, aos filhos, esse último é afetado com uma série de registros corporais que podem determinar as suas ações e sentimentos no decorrer da sua vida. A terapeuta exemplifica: “Se uma mãe, quando descobre a gravidez, sente, mesmo que rapidamente, um sentimento de despreparo e que a gestação não veio em um bom momento, a criança, ainda no ventre, pode vir a adquirir um tipo de marca desse sentimento”.

Não existe julgamento sobre isso. Estamos falando de um olhar além do aparente. Onde situações, traumas, medos, não podem ser evitados e geram consequências. Partindo de um ponto de vista, onde tudo que acontece é necessário para o nosso crescimento pessoal e espiritual.

Por isso, é muito importante olharmos para o que não está funcionando na nossa e vida e perceber que isso pode estar ligado ao fato de ainda estarmos presos nesses sentimentos que ficaram registrados. Além disso, a realidade atual também pode ser influenciada por sentimentos de julgamentos que temos direcionados às nossas mães. A especialista afirma que, “quando nós criticamos as atitudes das nossas mães e julgamos elas, nós sistemicamente nos colocamos acima delas. Pelas leis universais que regem o sistema familiar, os pais são os grandes e os filhos são os pequenos. Isso significa que os filhos não devem se posicionar como maiores e melhores que os pais, pois isso causa um desequilíbrio dentro do sistema familiar”.

Essas leis, que atuam independente da nossa percepção, determinam que honrar os pais está relacionado ao nosso sucesso e bem estar. Nesse caso, o sentido de honrar está relacionado a compreender e reconhecer que o que existe de mais importante, os nossos pais já nos deram, que é a vida. Assim, independente de todos os conflitos que surgiram, a nossa mãe deu tudo que ela tinha para aquele momento. Amou um amor maior que ela, de modo que não era possível dar mais do que isso. Ainda que aos olhos dos outros aquilo que foi dado não seja considerado amor. Honrar os nossos pais, portanto, é entender que eles deram o melhor que podiam dar naquela situação. “Enxergar que tudo o que foi vivenciado não é culpa de ninguém, é o primeiro passo para perdoar a si e aos seus pais”, comenta a terapeuta.

Bianca ainda explica que “repetir o mantra a seguir por 21 dias pode liberar traumas e outros sentimentos que ficam presos no nosso corpo”:

Querida mamãe, te libero de todas as minhas expectativas. O que recebi de ti foi mais que suficiente. O que recebi de ti foi o mais importante: a vida.

“Tornar essa frase uma oração é o melhor presente que uma mãe pode receber, porque é uma liberação da mãe e dos próprios filhos de acontecimentos que marcaram as suas vidas. Desse modo, é importante, para poder ter uma vida mais leve e feliz, não ficar apegado às dores e problemas que aconteceram, mas ao contrário, tomar a vida para si e seguir em frente com tudo o que a ancestralidade e o Universo nos dá”, finaliza Bianca.

 



Bianca Drabovski Chemin - Co-criadora da Descompressão Tecidual Global, Facilitadora de Consciência e Terapeuta em Saúde Integrativa.

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CONSCIÊNCIA DA MORTE, CONSCIÊNCIA DA VIDA EM COMUM

“O mundo não nos importa \ O nosso mundo começa \ Cá dentro da nossa porta \...\ Vamos viver o presente \ Tal qual a vida nos dá \ O que reserva o futuro \ Só Deus sabe o que será” (Só Nós Dois É Que Sabemos, Joaquim Pimentel).

Eis a (contraditória) expressão do pequeno burguês forjado na tradição cristã: o burguesismo tem seu território na vida privada e valoriza o herói de si mesmo; o cristianismo refuta a materialidade da História, desresponsabiliza-se dela, entregando-a a um deus.


Burguesismo: “Sem jantar e bem cansado \ Mas lá em casa \...\ Um punhado de problema \ E criança prá criar... \ Mas felizmente \ Eu consegui me formar \...\ Dizem que sou burguês \ Muito privilegiado \ Mas burgueses são vocês \...\ E quem quiser ser como eu \ Vai ter que penar um bocado” (O Pequeno Burguês, Martinho da Vila).


Cristianismo: “Diz que deu, diz que dá, diz que Deus dará \ Não vou duvidar, ô nega, e se se Deus não dá \ Como é que vai ficar, ô nega? \...\ Eu vou me indignar e chega” (Partido Alto, Caetano Veloso, Chico Buarque).


Esta composição, ademais, adverte: a divindade é “um cara gozador, adora brincadeira”, e quando brinca, brinca com pessoas. O crente resta um joguete: renuncia (nada indignado) à construção da vida, deixando-a ao deus que sabe, ao deus que dará.


“Milton Santos dizia: ‘A humanidade ainda não começou’. Parece terrível dizer que ainda não somos gente. Mas é de profunda esperança; ele quer dizer que nós ainda não somos suficientemente bons para aquilo que virá. Virá coisa melhor. Eu me identifiquei: não conformar, não acreditar que o grotesco faz parte do conceito de humanidade.


A humanidade acontece num bicho. Partimos de um bicho que poderia ser igual aos outros, mas que tem a capacidade de projetar sobre si outra realidade, outra mundividência. Não é o corpo que nos faz humanos. O corpo, sendo natural, é uma espécie de veículo. A humanidade é sobretudo uma construção de consciência e cultura. É uma construção mental.


Aconteceu conosco. Tivemos na mente o instrumento que nos habilitou a essa construção. Estaremos tão mais perto de sermos humanos quanto mais sofisticarmos o pensamento, quanto mais progredirmos nessa sofisticação mental (Valter Hugo Mãe, ESPM, editado).


Uma mentalidade sofisticada: “A humanidade está enfrentando uma pandemia. Milhões de mortos. Não seria o momento de a humanidade trabalhar em conjunto, em vez de continuarmos a ficar uns contra os outros? Queremos vencer, não cooperar. Não poderíamos viver de forma cooperativa, sem a necessidade de subjugar uns ao outros, em vez de cooperar para o bem comum?


Ainda não conseguimos aprender a nos ver como membros de uma única família. A realidade é tecida por relacionamentos, mas permanecemos cegos para o fato de que prosperamos na relação com outros, não uns contra os outros” (Carlo Rovelli, O tempo não existe, BBC Brasil, editado).


Tempo de discursos estúpidos: negação da ciência, prestigiação da ignorância. Necropolítica. Os sintomas que emergem da gerência da nossa vida pública trazem as marcas da pulsão de morte. Quem nos preside mata-nos por matar a nossa inscrição no melhor da Civilização Ocidental.


“A insensibilidade com relação à morte individual tem paralelo com a inconsciência referente ao destino do planeta. Pela primeira vez na História da humanidade a morte ultrapassa a dimensão do indivíduo e ameaça a sobrevivência de todos.


Por isso é preciso resgatar a consciência da morte, o que não deve ser entendido como preocupação mórbida de quem vive obcecado pela morte inevitável. Ao contrário, ao reconhecer a finitude da vida, reavaliamos nosso comportamento e escolhas, e podemos proceder a uma diferente priorização de valores.


A absolutização do poder, do acúmulo de bens, da notoriedade... A reflexão sobre a mortalidade torna ridículos esses anseios, privilegiando outros valores que nos dão maior dignidade. Esta reflexão, em dimensão planetária, nos ajuda a questionar os equivocados objetivos do progresso a qualquer custo.


A consciência da morte nos proporciona questionar não só se nossa vida é autêntica ou inautêntica, mas também se faz sentido o destino que os povos lograram para seus herdeiros” (Leda Salm de Mello, Facebook).


Falar sobre formas de vida privada egoístas e de administração pública preconceituosa que facilita a morte nos estimula a criar sentidos não só para a vida pessoal, mas, sobremaneira, para a vida em comum, contribuindo para que se exercite a pulsão de vida, insistente por natureza.


“Os temas da humanidade se atravessam uns aos outros. Os estereótipos, concepções moralizantes com seus fundamentos históricos, políticos, econômicos, religiosos vão atravessando o cotidiano nas coisas mais simples e naquilo que mais causa sofrimento.


Quanto falamos em sofrimento humano, estereotipamos, imaginamos uma situação traumática. Não, sofrimento humano é isso do dia a dia. O sofrimento humano é o das coisas corriqueiras: compras, contas, gravidez, crianças, escola” (Maíra Marchi Gomes, Amor e Ódio Maternos, Instituto Cidade, editado).


Tudo isso é sofrimento e pode produzir coisas, gerar efeitos. O que a gente vai fazer disso? O que a gente vai fazer do sofrimento pode produzir diferenças, não vai deixar aniquilar a vida (Andreia Moessa Coelho, Amor e Ódio Maternos, Instituto Cidade).


“Se a gente olha para trás e observa, através do tempo, tudo o que o mundo se tornou, a gente vê que as possibilidades de uso daquilo que é criado são numerosas. E por que seria uma só senda, um só resultado? Creio que é isso que se tem que discutir, entender por que é assim, e sugerir outras maneiras de combinar o que aí está (Milton Santos, Roda Viva, editado).


Milhares de manifestantes foram às ruas (29mai21), tocados pelo interesse público, premidos por problemas domésticos. Valentes, expondo-se à morte na aglomeração, bradaram pelo viver; assustados pelo miasma da peste que nos infesta, gritaram o temor de morrer. Por civismo ou por medo, um gesto edificante de humanidade.


O mundo importa e começa depois da nossa porta; deus não dará. Vale penar por projetos particulares, está necessário penar por projetos comuns. “Um projeto de dedicação ao mundo” (Contardo Calligaris, Estamos distraídos demais para sermos hedonistas, Fronteiras do Pensamento).




Léo Rosa de Andrade

Doutor em Direito pela UFSC.

Psicanalista e Jornalista.


Saiba como fortalecer o vínculo entre mãe e bebê

Importante desde o início da gestação, conexão pode ser reforçada de diferentes maneiras


 A chegada de um bebê muda a rotina de toda a família e, sobretudo, da futura mamãe, que tem que reorganizar seus horários e tarefas desde o início da gestação. Já com o impacto da notícia de que um ser está sendo gerado por ela, a mulher desenvolve um vínculo de carinho, amor e afeto que requer preparação psicológica.

Durante os meses de gestação, o elo entre mãe e feto – por mais que ele ainda não possa compreender – já começa a ser desenvolvido por meio de carinhos na barriga, conversas e a sensação de que ele é desejado, como salienta a psicóloga Salete Arouca, do Hospital e Maternidade Santa Joana. “Trata-se de um processo de comunicação complexo e, ao mesmo tempo, sutil, que torna possível esta troca íntima e profunda. O vínculo é de extrema importância para o feto, pois faz com que ele se sinta desejado e amado, o que é fundamental para que ele continue se desenvolvendo de forma harmoniosa e saudável”.

Depois do nascimento, instantaneamente o vínculo fica mais intenso assim que mãe e filho se reconhecem, porém seu fortalecimento é gradativo. “Além do olhar, o toque é muito importante. As atividades entre mãe e bebê, por mais simples que pareçam, são fundamentais para que as conexões se estabeleçam e a relação seja consolidada”, ressalta Salete.

Segundo a psicóloga, o melhor exemplo de atividade que integra a dupla é ainda a mais natural na rotina diária de uma nova mãe: a amamentação. “É o momento mais importante, pois é quando são estimulados mecanismos sensoriais, hormonais, fisiológicos, imunológicos e emocionais. Na amamentação, o bebê procura o olhar da mãe e busca seu toque. A mãe, por sua vez, faz carinho, conversa, canta. E mesmo que não haja a possibilidade de amamentar, o momento em que a mãe oferece alimento ao seu bebê é importante, por proporcionar proximidade, afeto e segurança”, diz a especialista.

Parte do dia-a-dia, as trocas de fraldas e roupinhas também são uma opção válida e produtiva, onde estão presentes os olhares, conversas e toques. A mamãe pode tornar esse momento divertido para ela e para o bebê e incluir conversas, massagens e olhares, o que também estimulará o desenvolvimento motor e intelectual do filho.

Já no banho, a psicóloga Salete Arouca diz que a melhor dica é segurar o bebê no colo e tornar tudo mais interativo. “Dessa maneira ele poderá sentir a mãe junto dele, sentir seu cheiro, se divertir. É uma ótima oportunidade para criar laços e passar um tempo de qualidade com o bebê”. 

Outras alternativas que fortalecem o vínculo entre mãe e bebê são a shantala (técnica indiana de massagem), que é uma ótima maneira de aproximá-los ainda mais, pois com ela existe a troca de amor e carinho; exercícios físicos com o bebê também podem ser praticados, como por exemplo a ioga, que pode ser voltada para os dois, com muito toque, massagem e balanços, criando uma integração e contato entre a mãe e o bebê, com momentos para meditar e relaxar.

 

Até onde o perfeccionismo é saudável

O perfeccionista é um profissional com insistência em estabelecer padrões altos em tudo o que faz. Em entrevistas de emprego, é muito comum os candidatos se autodenominarem perfeccionistas, com a crença de ser um defeito “menos pior” ou até uma qualidade.

Porém, essa característica não é tão inofensiva quanto parece. Segundo a coach com certificação internacional em Positive Psychology Coaching e fundadora da Academia de Coaching Integrativo, Rebeca Toyama, o perfeccionista é mais propenso a sofrer com consequências como doenças crônicas e insatisfação pessoal. “Muitos profissionais vêm a mim com crises de ansiedade, irritabilidade com os colegas, exaustão e outros sintomas. Após algumas sessões, percebo que o perfeccionismo passou do limite saudável.”, relata a coach.

De acordo com um estudo sobre desempenho com 1,2 mil professores de psicologia, publicado no Canadian Journal of Behavioural Science, aqueles que lutam pela perfeição e buscam atingir metas irrealistas produzem menos trabalhos acadêmicos e são menos citados em teses.

O perfeccionismo pode desencadear doenças psicológicas como depressão, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), Síndrome do Impostor (quando o profissional se sente inadequado, uma fraude) e, principalmente, ansiedade. Essa última vem assombrando a atualidade, dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que 30% da população mundial e cerca de 9,3% dos brasileiros apresentam os sintomas da patologia.

Apesar de atingir todas as idades, a faixa etária que mais sofre com o transtorno (15%) são adultos com mais de 25 anos, a idade que as responsabilidades como o trabalho e contas se tornam maiores.

Rebeca relata que esse perfeccionismo gera insegurança, quando mesmo possuindo um trabalho impecável, por exemplo, o profissional acredita que não está bom o suficiente e se auto sabota.

“Recentemente fui procurada por uma moça que estava quase desistindo do seu sonho por não conseguir clientes e, segundo ela, todo problema estava no fechamento. O que intrigava era que, no histórico profissional, ela possuía experiência em instituições financeiras e até havia recebido prêmios por sua performance em vendas. Então fiz a seguinte pergunta: Você acredita que tem capacidade para entregar o serviço que está ofertando atualmente? A questão não era competência, paixão ou propósito, e sim autoconfiança.”, relata.

Por isso, Rebeca conta como perceber se o perfeccionismo é uma característica que te impulsiona, ou algo que prejudica seu desempenho pessoal e profissional: 

Saudável:

Não saudável:

No mundo capitalista, que visa o lucro acima de tudo, o profissional que possui objetivos perfeitos é ideal. “Não é à toa que a sociedade atual busca cada vez mais o profissional perfeccionista. Ele está sempre atento aos detalhes, possui uma qualidade e competência acima da média e não costuma se incomodar em trabalhar algumas horas a mais para alcançar esse resultado.”, explica Rebeca.

 

Por outro lado, o perfeccionismo pode muito facilmente cair para uma doença crônica, com a busca de uma perfeição que é impossível de ser alcançada. “Somos frequentemente levados a acreditar que trabalhar até a exaustão é louvável, que a diversão e até o descanso são dispensáveis quando se quer alcançar um objetivo. Mas é aí que mora o perigo, pois humanos não são perfeitos.”

 

O profissional que possui essa característica de forma saudável estipula objetivos, procura desafios e busca aprendizado. Essa visão o impulsiona a sempre procurar aperfeiçoamento, no trabalho, nos estudos e até na vida pessoal.

 

O perfeccionista não saudável acaba se isolando dos amigos e dos familiares, “o que o deixa ainda mais propenso a adquirir ansiedade e até depressão”, alerta Rebeca. O medo da rejeição por não ser “bom o bastante” pode prejudicar as relações pessoais, e, pior que isso, o perfeccionista pode exigir o mesmo do parceiro.

 

Não só para si mesmo, o perfeccionista também é exigente com outros, tanto como líder de equipe, quanto colega de trabalho e até subordinado. “Será o grupo mais rentável e com os resultados mais impecáveis da empresa, além de serem mais propensos a serem organizados e detalhistas.”

 

Porém, no âmbito profissional, também existe a possibilidade de atrasar entregas, por acreditar que nunca está bom o suficiente, e a cobrança acaba se tornando inimiga da produtividade. O perfeccionista também possui uma dificuldade de aceitar críticas. “Como líder e colega de equipe, quem possui essa característica pode exigir metas impossíveis, ser rígido e não conseguir cumprir os objetivos – inalcançáveis – que estipula.”

 

 


Rebeca Toyama - palestrante e formadora de líderes, coaches e mentores. Fundadora da Academia de Coaching Integrativo, sócia-coordenadora da Academia de Planejamento Financeiro da GFAI, coordenadora do Programa de Mentoring associada a Planejar (Associação Brasileira de Profissionais Financeiros) e fez parte da Comissão de Recursos Humanos do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). Colaboradora do livro Coaching Aceleração de Resultados, Coaching para Executivos. Integra o corpo docente da pós-graduação da ALUBRAT (Associação Luso-Brasileira de Transpessoal) e Instituto Filantropia. Coach com certificação internacional em Positive Psychology Coaching e nacional em Coaching Ontológico e Personal Coaching com o Jogo da Transformação.


Como desenvolver crenças fortalecedoras para alcançar o sucesso?


Crença é tudo aquilo que eu acredito. Todas as nossas ações e decisões estão baseadas naquilo que acreditamos. Por isso, é de extrema importância reconhecer quais são essas crenças, como elas agem em nossas vidas e de que forma podemos tomar controle e consciência sobre as atitudes que temos. Nossas crenças podem ser grandes propulsores das nossas realizações, mas também tem o poder de limitarem nossas conquistas. 

Crenças limitantes são pensamentos, interpretações que você toma para si como sendo verdadeiras. Uma vez que essas verdades são estabelecidas, elas te impedem de seguir em frente e conquistar o que deseja. Existem basicamente três tipos de crença que regem a nossa vida. 

A primeira e mais comum de ser tratada em processos de autoconhecimento é a crença limitante. Ou seja, um valor pessoal que é tido como verdade absoluta e que coloca barreiras entre o desejo e sonho de realizar algo. A segunda, que não é tão comum de ser tratada, são as crenças fortalecedoras. Essas são convicções que ajudam a concretizar os sonhos. Ou seja, são crenças que fortalecem o indivíduo para que ele se torne a melhor versão de si mesmo.  

Se quase não falamos das crenças fortalecedoras, as crenças transparentes, que são a terceira classificação, ficam absolutamente ignoradas ao longo do caminho. As crenças transparentes estão tão enraizadas e se confundem de tal maneira com a nossa personalidade, que chega a ser difícil identificar quais são elas e como foram parar ali. Essas só se manifestam quando a pessoa está vulnerável, quando se permitem sentir e tomar contato com suas emoções. 

Para tomar controle de suas emoções e atitudes, é fundamental investigar suas crenças, observar sobre o que você realmente acredita, reconhecer como elas ganham força dentro de você, classificar as consequências que elas trazem para sua vida e, por fim, ressignificar a carga emocional empregada em cada um dos valores e certezas. 

Para identificar as crenças, recomendo que a pessoa observe seus padrões de comportamento e faça uma autoanálise nos pilares de sua vida. Existem algumas ferramentas que ajudam nesse processo, mas basicamente é necessário observar os setores: pessoal, profissional, relacionamentos e qualidade de vida. Classifique com notas de 0 a 10 qual o seu nível de felicidade, satisfação e desenvolvimento em cada um desses pilares. 

Feito esse exercício, você vai identificar as certezas que regem a sua vida e também será capaz de classificar seus valores pessoais entre: indiferentes, importantes e inegociáveis. Suas crenças estarão baseadas sobre seus valores pessoais. O próximo passo é reconhecer o que é seu de fato e que você foi induzido a acreditar. 

Tão importante quanto identificar quais são suas crenças é reconhecer a origem delas. A maioria das pessoas é regida por um conjunto de valores que foi imposto, ou mesmo gradativamente ensinado. É raro encontrar alguém que não sofreu interferências em seus conjuntos de valores. A grande questão, que torna esse passo indispensável, é você querer que sua vida seja conduzida por um sistema de verdades impostos por fatores externos ou tomar frente em ser autêntico sobre como e por quê toma suas próprias decisões. 

Depois, é preciso avaliar as consequências de cada crença. É nessa etapa que classificamos nossas certezas entre limitanbtes, fortalecedoras e transparentes. Com uma visão holística sobre as consequências negativas e positivas de cada crença, conseguimos estabelecer um novo nível de consciência. Essa nova percepção torna-se o gatilho que precisamos para mudar a maneira como cada crença atua em nossa vida. 

A remodelagem de uma crença limitante acontece por meio de uma nova carga emocional sobre esse sistema de valor. Nessa etapa do processo, buscamos ressignificar a maneira como enxergamos nossas certezas. É hora de abandonar aquilo que carregamos de outras pessoas - e que não fazem sentido para nós - e trazer à tona as crenças transparentes que fazem parte da nossa vida. 

Quando observamos toda essa jornada ela parece longa e demorada, mas a verdade é que é possível percorrer esse caminho em poucos minutos, desde que se tenha as ferramentas adequadas. Claro que isso só é possível com uma mudança do modelo mental - e a pessoa precisa estar disposta a imergir no autoconhecimento e enfrentar seu processo de transformação. Querer é poder! O céu não é o limite é o alvo.

 

 

Lucas Fonseca - palestrante motivacional formado em administração de empresas com especialização em coaching. Fundador do Instituto Lucas Fonseca o palestrante criou a metodologia MAP - Mindset de Alta Permormance.

 

Instituto Lucas Fonseca

http://lucasfonseca.com.br/


Resiliência emocional, você sabe o que é?

Segundo Camilla Couto, nossa capacidade de lidar com os problemas tem relação direta com nossa resiliência emocional. Quanto você se adapta às situações e consegue levar a vida de maneira leve?


 “Resiliência emocional é a nossa capacidade de lidar com problemas da vida, com os perrengues do dia a dia, e de resistir às mudanças e às diferentes pressões que a vida nos traz”, diz Camilla Couto, orientadora emocional para mulheres, com foco em relacionamentos. Segundo ela, nas relações, a resiliência pode ajudar a compreender melhor o outro, a aceitar as ações e reações alheias, e a ter mais segurança para impor limites e se colocar de forma verdadeira e integral.

Mas o que realmente significa resiliência, você sabe? Do latim “resilire”, essa palavra significa algo como “voltar atrás”. Na física, indica o estado que determinados objetos têm de voltar ao seu estado original mesmo depois de terem sofrido um choque ou mudança, como acontece com a borracha, por exemplo – você empurra e ela volta ao formato original. Isso é resiliência. Há materiais mais ou menos resilientes. Assim como há pessoas igualmente mais ou menos resistentes e maleáveis. E isso tem relação direta com as nossas emoções.

Camilla enfatiza: “enfrentar e superar as adversidades da vida demonstra maturidade emocional. Quantas vezes já nos desesperamos perante a uma situação complicada ou estressante? Ser resiliente não nos blinda de situações assim, mas faz com não deixemos que o desespero tome conta de nós”. Para ela, repensar a forma como lidamos com as adversidades é importante para entendermos qual nosso grau de resiliência: “o fato de haver pessoas naturalmente mais resilientes não quer dizer que não podemos exercitar e aumentar a nossa capacidade de sermos mais flexíveis e maleáveis perante o fluxo da vida”. Para ela, as experiências que vivemos e a nossa disposição em trabalhar nosso lado emocional são as chaves para aumentar essa capacidade de conviver com o inusitado e com as mudanças constantes da vida.

Camilla enfatiza: “trabalhar a resiliência emocional parte do princípio de entender suas próprias motivações e sua história, ser grata pelas experiências vividas e aprender a deixar ir aquilo que já não serve mais”. Ser resiliente, no fundo, é se desvencilhar do medo. O que você está fazendo neste momento para compreender e conviver melhor com suas emoções?

 


Camilla Couto - Orientadora Emocional para Mulheres, com foco em Relacionamentos. Criadora/ autora do Blog das Amarildas e fundadora do PAR - Programa Amarildas de Relacionamentos. Orientadora emocional, Terapeuta Floral (TF-153-17/SP) e Contoterapeuta, viveu durante 8 anos no exterior conhecendo diferentes culturas e comportamentos. No blog amarildas.com.br, compartilha seus estudos sobre amor, relacionamentos e dependência emocional - com o propósito de promover mais entendimento sobre esses temas e de incentivar as mulheres a se amarem e valorizarem cada vez mais.

 

Fonte: Amarildas

 

Respeite os valores dos outros, ainda que sejam diferentes dos seus

Quando interagimos com outras pessoas, às vezes notamos suas falhas e suas dificuldades, mas isso não significa, de forma alguma, que somos superiores a elas. O que pode provar nossa grandeza é a capacidade de enxergar a luz divina que ilumina a vida dessas pessoas. Esse sentimento é extremamente importante para construir um relacionamento harmonioso. 

E como devemos nos comportar quando se torna inevitável perceber as deficiências dos outros? Como devemos fazer para nos mantermos tolerantes e nos concentrarmos somente no que elas têm de bom? Qual é a chave para ter uma atitude como essa? É procurar conhecer os outros. É respeitar os valores diferentes das outras pessoas. É compreender como funciona a mente humana e como as pessoas pensam. É isso o que significa a expressão “perdoar e compreender”. Com frequência, é por não compreendermos os outros que nos desentendemos, e é essa incompreensão mútua que traz a infelicidade. 

Existe algo de maravilhoso em cada pessoa que vemos à nossa volta, mas pode haver divergências de opinião quando tentamos trabalhar, viver e fazer coisas juntos. E, então, é ainda mais maravilhoso quando somos capazes de resolvê-las por meio de uma discussão construtiva. O mal surge quando nos recusamos a fazer concessões. Muitas pessoas atribuem sua infelicidade aos membros de sua família, aos pais ou irmãos. São incapazes de mudar a si mesmas. Não conseguirão mudar enquanto continuarem procurando soluções fora delas mesmas e colocando a culpa de seus problemas nos amigos, professores, colegas de trabalho e em outras pessoas de seu convívio. 

*As reflexões desta coluna são extraídas de O Milagre da Meditação”, do autor e líder espiritual japonês Ryuho Okawa (IRH Press do Brasil), que acaba de ser lançado. Seus mais de 2.300 livros publicados, traduzidos para 30 idiomas, já venderam mais de 100 milhões de exemplares no mundo todo.

 

MAIS SOBRE “O MILAGRE DA MEDITAÇÃO”

Nestes tempos de correria, O Milagre da Meditação chega como “calmante para a alma”. A meditação nos induz a observar nossa vida, em especial de uma perspectiva espiritual, de fé no divino. Consegue nos abstrair dos problemas do dia a dia, esvazia a mente e nos faz experimentar um profundo estado de felicidade e paz interior, aliviando problemas e ansiedades. O livro reúne o pensamento e a vivência de Ryuho Okawa sobre meditação. Com 247 páginas, O Milagre da Meditação é dividido em três blocos. É para ser lido aos poucos, ou para ser relido muitas vezes. O primeiro bloco, Os segredos da meditação, é uma espécie de manual sobre o tema. Explica o que é meditar e apresenta os diversos tipos de meditação. No segundo bloco, Meditações para a Felicidade, o autor nos apresenta as diversas dimensões da meditação. É um mergulho singular em situações de nossas vidas. O último bloco, Perguntas e Respostas sobre Meditação, esclarece dúvidas apresentadas por quem está iniciando essa prática. É uma obra única, que pode mudar a vida de qualquer pessoa.

 

O Coaching como ferramenta para equilibrar vida pessoal e profissional das mães


Até pouco tempo atrás a mãe ficava em casa, responsável por cuidar dos filhos e das tarefas domésticas, e muitas vezes com poucas ambições intelectuais e profissionais. Felizmente os anos passaram e, nos dias de hoje, um dos maiores desafios da mulher moderna é conseguir conciliar as rotinas doméstica, materna e profissional. As demandas são muitas e o tempo é escasso.

Para encontrar o equilíbrio entre trabalho, maternidade e casa, é preciso muito autoconhecimento, disciplina e dedicação. Não é uma empreitada simples: é preciso abrir mão de algumas coisas e fazer sacrifícios. É necessário que a mãe saiba delegar as tarefas que não dependem diretamente dela, priorizar atividades e gerenciar seus diferentes papeis em cada momento.

Esses três pilares podem aumentar - e muito – a sua produtividade. Daí a importância de procurar um profissional como o Coach para ajudar no desenvolvimento de habilidades como a inteligência emocional e o planejamento de sua carreira.

O processo de Coaching consiste em explorar as competências humanas para que as pessoas alcancem um determinado resultado e desenvolvam suas capacidades para resolver seus problemas. É um método absolutamente focado em resultados e alta performance e é pessoal e intransferível: só você consegue resolver suas questões. O Coach vai te apoiar a descobrir isso, mas não vai fazer por você!

A rotina da mãe executiva requer uma agenda que priorize o que realmente é importante, traga metas profissionais bem estabelecidas e um planejamento de como chegar lá. Ela precisa ser multitarefa e saber otimizar seu tempo como ninguém, porque senão 24 horas será pouco para tantos afazeres. E especialmente quando não se tem tanta flexibilidade de horário, é necessário que seu dia seja muito bem planejado, pois é somente com a organização que a profissional conseguirá se sentir em paz em meio a tantas atividades para gerenciar.

Falando em rotina, uma boa opção para mães que buscam flexibilidade e liberdade no ambiente de trabalho é empreender. Essa alternativa pode ser ótima, mas é importante alinhar seu dia com uma rotina que faz sentido para você. Quantas horas você espera trabalhar naquele dia? Quais atividades seu filho tem no dia? O que você precisa fazer com urgência?

O segredo é não brigar com a rotina e sim planejá-la com inteligência. Ter disciplina para lidar com essa liberdade pode ser um desafio, mas estabelecer metas e tentar ficar focada vai ajudar bastante. Para quem busca empreender, o Coaching auxilia a organizar as ideias e planejar o negócio. Além disso, através de suas ferramentas, é possível identificar forças, talentos e valores para que os esforços sejam focados no que realmente importa e o empreendimento deslanche.

O processo de Coaching pode ser útil também para mães que pausaram suas carreiras para se dedicar totalmente à maternidade por um período. E voltar à vida profissional pode gerar dúvidas: como encontrar um emprego? Como achar o trabalho ideal para mim? Como me ajustar ao mercado? Nem sempre é possível recomeçar de onde se parou e, sendo mãe em reinserção de mercado, às vezes é preciso mudar sua visão sobre seu próximo trabalho.

Minha orientação nesse momento é que você esteja aberta a novas oportunidades, procure projetos de curto prazo, busque trabalhos de meio período e fora da área de costume. Embora o processo possa não ser tão rápido como se gostaria, ele oferece oportunidades para reforçar o currículo e ajuda a decidir o que realmente se quer fazer.

O tempo fora do mercado pode ser um recomeço profissional, então nada melhor do que ser auxiliada nesse processo. Por meio de um conjunto de perguntas e respostas, o Coaching vai te apoiar a encontrar soluções para uma vida absolutamente diferente, apesar de encantadora. E aqui o dilema acontece: ser mãe é um grande desafio, mas ser profissional também é.

Uma dica valiosa para todas as mães, independentemente de seu trabalho, é: priorize sua qualidade de tempo em vez da quantidade. Quando estiver com seu filho, esteja com ele de fato! O mesmo vale para as horas profissionais. Portanto, tente desenvolver uma visão realista do que você realmente pode oferecer tanto ao seu filho quanto ao seu trabalho. Esta é a melhor maneira de ajustar as expectativas e realmente cumprir suas promessas em ambos os lados. A ausência dos pais é menos sentida do que a promessa de estar presente não ser realizada. Alinhar atividades dá mais tranquilidade e equilíbrio para as mães chegarem onde desejam, desempenhando bem os dois papeis.

 

Cris Santos - fundadora e diretora da BrainFit, Master Coach pela SLAC (Sociedade Latino-Americana de Coaching), Headhunter, especialista em DISC, motivadores pela TTI Success Insights e Assessment comportamental pela SLAC. É também palestrante e professora, formada em educação física pela FEC DO ABC, com MBA em Gestão de Pessoas pela FMU e formação em Business Communication no Australian College

10 motivos para não faltar sexo na rotina.

Muitas de vocês vão dizer que sexo não é tão importante no relacionamento e até poderiam ficar semanas sem contatos íntimos, mas para sua saúde pode ter certeza que manter a disposição sexual em dia é fundamental. Quando eu falo da importância do sexo não estou falando da penetração em si, mas sim da conquista, do cheiro, do olhar, do beijo, dos amassos e até mesmo da masturbação solo... a penetração é só uma finalização e esta longe de ser a parte mais importante. Depois de ler esta lista tenho certeza que você vai querer incluir mais intimidades no seu relacionamento.

 

  1. Durante o orgasmo os músculos vaginais entram em contração como se estivesse em uma plataforma vibratória! É um excelente meio de manter essa musculatura ativa.
  2. A lubrificação natural possui esqualeno, uma substância capaz de aumentar a imunidade íntima. Além de nutrir o tecido vaginal é capaz de manter nossa vagina longe de atrofias devido a quedas hormonais por mais tempo.
  3. Orgasmo com frequência aumentam sua criatividade e poder de tomada de decisão. Isso é excelente para você que deseja empreender.
  4. Sexo modifica sua pressão arterial, reduzindo a chance de desenvolver doenças cardíacas, além de ativar sua testosterona que é importante para a manutenção dos vasos sanguíneos.
  5. Sexo faz você apreciar o seu corpo, inspirando aquela dieta prometida. Isso é muito aparente quando encontramos um novo amor.
  6. O sêmen possui em sua composição testosterona, estrogênio, hormônios luteinizantes e estimulantes de folículo que deixam seu ciclo menstrual regular quando você transe com frequência, mas é claro, não deixe de solicitar exames de DSTs para seu parceiro. 
  7. Não haverá mais enxaquecas. Esta noite permita-se! Mulheres com dores tensionais relatam que o sexo realmente alivia dores de cabeça, pela liberação de endorfinas.
  8. Uma chuva de ocitocina, o hormônio do amor, vai garantir que você se sinta em clima de lua de mel por mais tempo. De um chega pra lá nas briguinhas pela rotina e falta de intimidade.
  9. Sexo é uma jogada inteligente que garante melhora do fluxo sanguíneo para o cérebro, além de estimular seu hipocampo, acentuando sua memória.
  10. Menos queixas vaginais já que durante o orgasmo as contrações uterinas promovem uma limpeza da região. Lembre que camisinha é o único meio de proteção contra DSTs.

 

Pegue já um calendário e comece a anotar os dias que você irá ter relação, não deixe faltar em nenhuma semana. Vale uma massagem sensual, masturbação mutua, sexo oral, anal ou o tradicional papai e mamãe. O que importa é você se entregar a esta enxurrada de hormônios do bem.

 


Ana Cristina Gehring - Fisioterapeuta Pélvica especializada em disfunções sexuais femininas e na promoção de saúde íntima atuante em Porto Alegre. É blogger do instagram @vaginasemneura que reune mais de 104 mil mulheres. Palestrante de saúde íntima e sexualidade e idealizadora de diversos produtos sensuais voltados a melhora da vida sexual da mulher.

 

A importância do autoconhecimento

Há doze anos passei por este dilema. Chegou o momento em que eu precisava me conhecer mais do que eu já me conhecia para descobrir opções daquilo que eu gostaria e poderia fazer. O autoconhecimento é tão importante que não basta simplesmente tentar fazer qualquer coisa, é preciso sim conhecer as capacidades, potencialidades e a partir daí desenvolvê-las. Pois só o autoconhecimento permite que você possa descobrir algo que te de satisfação e que, sobretudo, possa ser de interesse e contribuição para o meio e para a sociedade em que está vivendo. Só você mesmo pode descobrir e saber do que é capaz e pode desenvolver.

É claro que o primeiro passo para o autoconhecimento é querer. Porém não basta simplesmente querer, é preciso conhecer aquilo que você pode fazer.

Hoje existem profissionais e ferramentas que podem ajudar a descobrir e conhecer as verdadeiras capacidades e talentos.

Se você conhecer o meu exemplo através da minha história você vai perceber que aquilo que eu faço, eu gosto de fazer. E posso auxiliar outras pessoas a se descobrirem e se conhecerem melhor. Por 25 anos trabalhei numa instituição religiosa, onde tive atividades específicas a serem desenvolvidas, especialmente no período em que, por nove anos, fui administradora hospitalar. Na instituição havia outras pessoas, com outras atividades e funções. Eu desenvolvi muito bem minhas atribuições como enfermeira e como administradora. Assim quando me deparei com o desafio de encontrar uma nova atividade, ao romper com a instituição religiosa, precisava descobrir uma atividade em que pudesse desenvolver o meu potencial.  Para isso foi importante eu me conhecer. Saber que eu poderia desenvolver uma profissão. Ou como enfermeira, pois gostava de cuidar das pessoas, ou como  professora pois gostava de ensinar as pessoas, ou como administradora, pela experiência que adquirira. Tendo clareza das minhas aptidões e experiências não busquei naquele momento desenvolver atividades desconhecidas. Ao se decidir por uma transição de de carreira você precisa se conhecer, buscando descobrir os verdadeiros talentos e potencialidades.

Por isso é importante levar em conta que as mudanças ao longo da nossa vida são necessárias e que fatalmente  vão ocorrer. Nestes momentos a primeira coisa é conhecer-se a fundo e saber analisar atividades que já realizou durante a vida ou que gostaria de fazer, ou ainda um talento adormecido, ou mesmo um hobby que possa  desenvolver e transformar em profissão e atividade. O mais importante é saber o que se pode fazer ou goste de fazer. Só assim é possível desenvolver ou dar novo rumo à  carreira.

É importante saber que, a partir do autoconhecimento, pode-se  buscar  recursos para seu desenvolvimento e capacitação. Este autoconhecimento permite que se descubram qualidades, capacidades, bem como áreas  que devem ser melhoradas.

No  livro De Freira a Coach falo exatamente  sobre a importância do autoconhecimento e mostro que este foi o primeiro passo na superação dos meus desafios pessoais e profissionais.

Por vezes é preciso corrigir os rumos, sempre levando em conta suas capacidades e talentos.

Eu mesmo levei anos em busca  do autoconhecimento, procurando saber quem sou de verdade, quem é a Ana na sua essência. Um processo dinâmico, nada  fácil, porém  possível.  É necessário permitir-se a cada dia  buscar a sua melhor versão.

Um dos recursos mais preciosos para a busca do autoconhecimento, é o processo de coaching, onde você consegue, de uma forma assertiva, buscar o autoconhecimento e entender melhor como dar um novo rumo na sua vida e na sua carreira.

No meu livro, de Freira a Coach, onde conto a minha história, mostro como consegui, através do autoconhecimento, definir novos rumos para minha vida e minha carreira.

Você quer saber mais sobre como acontece o processo de transformação? E quais são os pontos em que você precisa dar atenção na sua jornada para a transformação?

Invista em você, busque um profissional especializado em mudança e transição de carreira.

 

 

Ana Slaviero - palestrante, coach de alta performance e especialista em transição de carreiras.


sábado, 5 de junho de 2021

Dia dos Namorados

Três tipos de bebidas para harmonizar com uma sequência de fondue

 

Originada na região dos Alpes Suíços, no século 18, a sequência de fondue é a mais pedida para celebrar o Dia dos Namorados (12/6). Além de ser um prato romântico, também oferece aconchego nas baixas temperaturas que costumam acompanhar a data. A sequência já é uma atração à parte, mas, para deixar a noite ainda mais especial, uma mesa à luz de velas, decorada com pétalas, fotos, balões em formato de coração, fazem toda a diferença. O toque final fica por conta da perfeita harmonização com as bebidas.

Uma combinação bem pensada tem propriedade para realçar ainda mais o sabor de qualquer tipo de fondue, seja de queijo, carne ou doce. E, se engana quem acredita que só o vinho pode acompanhar essa refeição. “Tradicional pela perfeita harmonização com queijos, carnes e chocolate, o vinho é a bebida mais precisa para o fondue. Mas, para quem prefere outros tipos, quando bem escolhidos, espumantes e cervejas também podem elevar o sabor do prato”, conta Gustavo Piffer, chef e sócio do Restaurante Indaiá, que oferece várias opções de sequencias de fondue no cardápio.

Para te ajudar na escolha da melhor bebida, o especialista separou três dicas assertivas na combinação com fondue. Acompanhe:

 

1.   O tradicional vinho: o vinho é, sem dúvida, a escolha perfeita para quem não quer errar. A clássica receita, que leva queijo gruyère, emmental, gouda ou camembert, vai muito bem com vinho tinto ou branco. “Se você optar pelo vinho branco, recomendo a versão mais seca. Se prefere o tinto, sugiro os sabores mais suaves”, explica Gustavo. O fondue de carne também faz parte da sequência e é sucesso no jantar. Para a harmonização com carnes vermelhas, suínas e de frango, a recomendação são os vinhos tintos, que possuem taninos que auxiliam na limpeza das papilas gustativas, permitindo sentir ainda mais as notas dos sabores dos alimentos. Se os acompanhamentos são os frutos do mar, vinhos brancos podem combinar com o prato. E, para fechar com chave de ouro, a sobremesa que leva chocolate harmoniza melhor com vinhos mais doces, como o do Porto.

 

2.   Diferente sem ousar, o espumante: o espumante também pode ornar muito bem com a sua sequência de fondue. Na harmonização com queijos, é preciso entender a sua estrutura comparada com a do espumante, além do grau de acidez e doçura. “Para não errar, a escolha certeira é o brut rosé. Esse tipo conta com um sabor que complementa a receita e a acidez apropriada para limpar as papilas da gordura do queijo”, completa o chef do Restaurante Indaiá. No fondue de carne, aprecie com o espumante branco brut, único considerado harmônico para essa sequência. Para a sobremesa, moscatel ou demi-sec são boas escolhas, o adocicado da bebida se assemelha ao do chocolate e deve agradar os paladares.

 

3.   A inusitada cerveja: dificilmente você verá comerciais ou sugestões de fondue com um copo de cerveja. Mas, apesar de inusitada para essa harmonização, a bebida é muito versátil e tem sabores para todos os pratos. “Neste caso, é importante prestar atenção no queijo escolhido antes de decidir a cerveja”, ressalta Gustavo. Se o seu fondue é composto pelos tradicionais gruyère ou emmental, selecione cervejas mais leves, como a pilsen. Para o fondue de carne, a harmonização é feita com uma bebida de maior teor alcoólico, em média 5,3%. Já as mais encorpadas, com maltes escuros e sabores que lembram café e chocolate amargo, finalizam a sequência acompanhando a receita de chocolate. 

 

Grupo Indaiá


Dia dos Namorados em casa: receitas para uma celebração a dois

Mais uma vez na pandemia, casais precisarão se reinventar para comemorar a data

O Dia dos Namorados se aproxima, mas, para os casais quarentenados, as saídas para ambientes diferentes e românticos são um pouco difíceis. Então, que tal transformar a própria casa em um encontro perfeito? Decorações artesanais, bilhetes com declarações de amor e um jantar à luz de velas: os ingredientes ideais para uma celebração digna de filme com a sua cara metade. Para ajudar, a Rede St Marche separou algumas receitas para a ocasião:

 

Cuscuz Marroquino


 

• 1 cebola roxa

• 1 cenoura

• 1 abobrinha

• 10 tomates cereja

• 1 xícara de cuscuz

• Azeite, sal e pimenta-do-reino a gosto

Corte os legumes em cubinhos, tempere e leve para assar por 15 minutos a 180°C. Enquanto assam, hidrate o cuscuz com água quente e reserve. Misture os legumes e acerte o tempero a gosto. Pra finalizar, adicione salsinha ou hortelã!

 

Ravioli Integral de Mussarela

Receita St. Marche

 


• Molho Funghi Receita St. Marche


1. Em uma panela ferva 1,5l de água e cozinhe a massa por 1 a 2 minutos.
2. Retire a massa e regue com água fria para interromper a cocção e não perder o ponto "al dente".
3. Aqueça o molho em fogo médio ou se preferir, retire a tampa e aqueça em forno micro-ondas na potência alta de 3 a 4 minutos, mexendo na metade do tempo.
4. Pré-aqueça o forno. Em um refratário, adicione uma camada de molho. Coloque a massa e acrescente outra camada de molho quente. Cubra com papel alumínio e leve ao forno alto por 10 a 15 minutos.
5. Finalize com lascas de queijo parmesão marca própria St. Marche.

 

St Marche


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