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terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

MEDICINA INTEGRATIVA - Um Conceito Amplo e Mais do Que Necessário Nos Dias Atuais

 

O Que Você Está Fazendo PARA VOCÊ de Forma Objetiva Para Ser Mais Saudável?

 

Muito ouvimos hoje falar da Medicina Integrativa e muitos médicos intitulam-se integrativos, mas vamos entender o real significado deste termo?

Bem, a Medicina Integrativa, ao contrário do que pode se pensar, não é uma especialidade da Medicina, mas sim, uma maneira do profissional medico usar todos os seus recursos e conhecimentos disponíveis dentro da medicina convencional ou não, de forma ampla e integral, a fim de individualizar o paciente e trata-lo de maneira única, contribuindo para o tratamento de doenças e principalmente para uma significativa melhora da qualidade e expectativa de vida do paciente.

Diversos recursos além da medicina convencional podem e devem ser usados na Medicina Integrativa; temos por exemplo: a Homeopatia, a Medicina Ortomolecular, a Ozonioterapia, a Medicina Quântica e Vibracional, as Múltiplas Psicoterapias, a Nutrologia, o Condicionamento Físico, o estudo do sono, da respiração, a relação com o Universo...ou seja, tudo que possa contribuir para o aumento da qualidade de vida do paciente .


Na Medicina Integrativa, trabalha-se com uma análise profunda de quem é o indivíduo e como este funciona e se relaciona com a vida. O indivíduo passa por uma rígida e completa anamnese e investigação clínica, metabólica, laboratorial e de imagem se necessário.

Somente depois desta avaliação e resultados é que podemos traçar o tratamento individualizado e personalizado para este indivíduo a fim de que ele desfrute da melhor forma de otimizar a sua qualidade de vida.

“ Nós individualizamos o paciente e ao invés de tratarmos o diagnóstico, tratamos o paciente em todo seu contexto  , como um  todo, abrangendo ao máximo nossa visão, a fim de alcançar para ele, os melhores resultados”- diz a Dra. Gesika Amorim, médica integrativa, cujo currículum inclui formações em pediatria, neurologia, psiquiatria, medicina ortomolecular, homeopatia e podemos seguir...

Nunca precisou-se tanto da Medicina Integrativa, como nos dias atuais. Isto porque as pessoas estão doentes, inflamadas e intoxicadas. A imunidade está baixa e quando pensamos em alimentação, esta, apesar de maior quantidade, perde em qualidade, com excesso de sal, açúcar, processados e aditivos químicos.

Tudo isso influencia muito quando falamos em doenças degenerativas ou doenças infecciosas e com o coronavirus não seria diferente.

“É  preciso entender que  o vírus em si não  mata, o organismo hígido , consegue lidar e debelar essa infecção , porem  as complicações clinicas ocorrerão  mais facilmente em um indivíduo previamente doente, inflamado, obeso, com colesterol e triglicerídeos elevados, gordura no fígado, resistência insulínica ,glicose descompensada, hormônios desregulados,  fumante, com doenças prévias, etc ...

Resumindo, alguém cujo organismo já se encontra travando uma batalha diária para se manter “saudável” e que ao adquirir o vírus, pede arrego, perde essa capacidade de adaptação e entra em falência.” – Explica a Dra. Gésika Amorim, Médica Integrativa. – que segue falando....”Então, vamos pensar em nos mantermos saudáveis, em usar o álcool gel, fazer o uso correto da máscara, vacina, distanciamento, tudo certo! Mas em primeiro lugar, vamos pensar em VOCÊ!!!”

O que você está fazendo PARA VOCÊ de forma objetiva para ser mais saudável?

Do que adianta não ter COVID, porem sucumbir a um AVC ou infarto?

Se ame mais, aproveite esse período para procurar um médico integrativo e verdadeiramente cuidar da pessoa que existe ai dentro!

 



Dra Gesika Amorim - Médica Integrativa, Pediatra e Neuropsiquiatra com ênfase em saúde mental e neurodesenvolvimento infantil. É pós graduada em Psiquiatria, e Neurologia Clínica.  É também referência no Tratamento de TEA- Transtorno do Espectro Autista com utilização de HDT – Homeopatia Detox – Tratamento Integral do Autismo.

www.dragesikaamorim.com.br

Instagram: @dragesikaautismo

 

Boa medicina aos pacientes

 Dia a dia, novos cursos de Medicina são liberados para abrir vagas, mesmo sem atender aos critérios mínimos para uma boa formação. Assim, mais e mais médicos sem capacitação suficiente passam a atender a população em iminente risco à saúde de todos nós.

Descontinuado, ninguém sabe o motivo, há cerca de dois anos, o Exame do Cremesp para médicos recém-formados foi, por mais de dez anos, um alerta aos cidadãos e às autoridades.  Em todo o Brasil, era o único a avaliar a eficácia do aparelho formador.


É fato que não tinha o poder legal de impedir o exercício da profissão, qualquer que fosse o resultado obtido. De qualquer maneira, sua enorme repercussão na mídia mantinha puxado o freio para a autorização de funcionamento de cursos médicos desestruturados.   


Se persistisse até hoje (o que, aliás, deveria ter ocorrido) e fosse eliminatório, haveria mais clareza do descaso com o ensino da Medicina. Em regra, quase metade dos avaliados nas edições do Exame do Cremesp não estava apta ao exercício profissional.


Mesmo assim, hoje, clinicam em seus consultórios. Também integram equipes de hospitais, prontos-socorros e nos serviços de urgência e emergência de todo o País. Como pontuei parágrafos acima, um risco.


Faz-se urgente uma lei para coibir a abertura indiscriminada de cursos médicos. De preferência que estabeleça critérios rígidos para analisar o desempenho dos médicos recém-graduados à beira do leito, onde paciente tem nome, história e peculiaridades.


Cursar uma boa escola de medicina, depois partir para a residência médica e, por fim, obter um título de especialista são apenas parte do caminho essencial para desenvolver determinadas habilidades. Sobretudo as práticas, somente adquiridas em campo, na assistência aos pacientes. Estes conhecimentos não são oferecidos nas salas de aulas nem mesmo das melhores escolas do mundo.


A Medicina é composta de habilidade, ética e atitude vivenciadas apenas à beira do leito. É ali que são adquiridos os princípios primordiais da relação médico-paciente, do humanismo e da competência profissional.


Médico só é médico diante do paciente, e não sentado à frente de um computador ou na sala de aula. Tudo isso é importante, é claro, mas o verdadeiro médico trabalha com pessoas, com o olhar, com o sentir.


Precisa gostar de gente, ter currículo com formação ética, moral. Lidamos com vidas, e neste ponto, todo o cuidado é pouco.

 




Prof. Dr. Antonio Carlos Lopes - presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica


Cerca de 29% das famílias adiaram a vacinação dos filhos durante a pandemia

Dados são de pesquisa inédita realizada pelo IBOPE. Levantamento também apontou que 50% dos pais de crianças de 3 a 5 anos deixaram de realizar consultas de rotina com o pediatra durante o isolamento social



A realidade imposta pelo novo coronavírus e o distanciamento social alterou drasticamente a rotina de toda a sociedade. Enquanto o mundo aguarda por uma vacina, o Brasil enfrenta, também, outro desafio: reverter a queda da cobertura vacinal que, neste ano, passa pela pior adesão da série histórica. Apesar do Programa Nacional de Imunização (PNI) brasileiro ser uma referência mundial, a alta taxa de cobertura que sempre foi sua característica vem regredindo nos últimos anos. Segundo dados do UNICEF, no Brasil, na Bolívia, no Haiti e na Venezuela, a cobertura vacinal caiu em pelo menos 14 pontos percentuais desde 2010[1]. 

Mas, em um período no qual se fala tanto sobre o assunto, como as famílias brasileiras estão lidando com o panorama atual? O quanto a pandemia influenciou o atraso na vacinação das crianças? Em busca de respostas, o IBOPE Inteligência, a pedido da Pfizer, realizou a pesquisa Impacto da pandemia nos lares brasileiros: Como as famílias estão lidando com a nova realidade.   

O levantamento foi realizado em outubro a partir de 1.000 entrevistas on-line com mães e pais de todas as regiões do País e faz parte da campanha #MaisQueUmPalpite. De forma leve e bem-humorada, a campanha combate as fake news sobre a saúde das crianças com informações de qualidade e conscientiza as famílias sobre a importância da prevenção de doenças infectocontagiosas durante a infância. A ação é uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Pfizer.  

 

Desafio na cobertura vacinal 

A queda na cobertura vacinal durante a pandemia não é uma exclusividade brasileira: o fenômeno é mundial. A Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou como alarmante o declínio do número de crianças e adolescentes 

vacinados em todo o mundo e alertou para o risco de que sejam perdidas as conquistas de proteção vacinal desta parcela da população2. 

No Brasil, quando o assunto é saúde infantil e proteção contra as doenças infecciosas mais frequentes na infância, o levantamento realizado pelo IBOPE revela que 29% dos pais adiaram a vacinação dos filhos após o surgimento da pandemia. Destes, 9% planejam levar os filhos para vacinar somente quando a pandemia acabar. As regiões Norte e Centro Oeste destacam-se da média: 40% das famílias atrasaram a imunização. A pesquisa, que ouviu pais das classes A, B e C, aponta que os atrasos ocorreram em todos os estratos sociais.  

Ao mesmo tempo em que o isolamento e a limitação na circulação de pessoas reduz a transmissão do novo coronavírus e de outras doenças, a diminuição da cobertura vacinal pode colocar em risco a saúde de todos, especialmente frente à atual situação epidemiológica do sarampo, da febre amarela e da coqueluche[3].  

Presidente do Departamento de Imunizações da SBP, o pediatra e infectologista Renato Kfouri lembra que o atraso na vacinação das crianças pode fortalecer cenários preocupantes. “As informações coletadas pela pesquisa indicam que é necessário realizar um extenso trabalho de conscientização da população a respeito da necessidade de manter atualizada a carteirinha de vacinação das crianças, especialmente durante a pandemia do novo coronavírus” 

 

Sem consultas de rotina 

As consultas de rotina também ficaram em segundo plano. Entre as famílias entrevistadas, 44% deixaram de realizar o acompanhamento dos filhos com o pediatra e o valor chega a 50% entre os pais de crianças de 3 a 5 anos. Por outro lado, 15% famílias viram a telemedicina como uma alternativa para não ficar sem acompanhamento médico durante a pandemia. No total de pais e mães entrevistados, 38% relataram que o pediatra não deu nenhuma orientação sobre vacinação durante a pandemia. Por outro lado, no Nordeste, 43% dos pais afirmaram que o pediatra reforçou a importância da vacinação durante a pandemia, enquanto a média geral foi de 34%.  

“Embora muito se fale sobre imunização neste momento, é importante que a população sempre esteja atenta para as vacinas requeridas na carteirinha. Apesar de simples, esse ato é capaz de salvar vidas. Quando não prevenidas, diversas enfermidades podem, juntas, levar a quadros de saúde graves e de difícil identificação”, afirma a diretora médica da Pfizer Brasil, Márjori Dulcine.

 

Desinformação  

Se as lacunas na orientação quanto à importância da vacinação neste momento confundem os pais, as dúvidas aumentam em relação à adoção de medidas preventivas de doenças que podem facilitar um possível diagnóstico 

de contágio pela covid-19. Questionados se a vacinação contra gripe e doenças pneumocócicas ajudam no diagnóstico da covid-19, pois permitem descartar estas doenças, 29% disseram que não sabem e 31% dos pais acreditam, equivocadamente, que a informação é falsa. Além disso, 47% não souberam responder se existem vacinas para prevenir pneumonias bacterianas e outros 11% classificaram a informação como mito.  

A pneumonia é uma doença respiratória provocada por bactérias, vírus ou fungos. Três a cada 10 casos diagnosticados estão associados à bactéria pneumococo4. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que as mortes por doenças pneumocócicas causem por ano mais de 800 mil mortes de menores de 5 anos5, superando em até 8 vezes os 110 mil6 óbitos causados anualmente por sarampo na mesma faixa etária, em âmbito mundial, de acordo com levantamento realizado em 2017. O Brasil está entre os 15 países com maior incidência de infecções pelo pneumococo.  

 

Formas de prevenção 

Entre as vacinas que podem proteger os pacientes contra as pneumonias pneumocócicas está a Prevenar 13, da Pfizer, a única que oferece proteção direta contra os outros 13 sorotipos de pneumococo mais prevalentes em todo o mundo:1, 3, 4, 5, 6A, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19A, 19F e 23F. Trata-se, ainda, da única vacina pneumocócica conjugada licenciada para todas as idades no Brasil, a partir de 6 semanas de vida, incluindo adolescentes e adultos.  

Aprovada no Brasil desde 2010, a vacina Prevenar 13 está disponível nas clínicas particulares com indicação para todos os grupos etários e, desde outubro de 2019, passou a ser disponibilizada também na rede pública de saúde através dos CRIEs (Centro de Referência Imunológicos Especiais) para pacientes considerados de alto risco para aquisição da doença pneumocócica, acima de 5 anos de idade, o que engloba pacientes com HIV e oncológicos, além de indivíduos transplantados. 

 



Referências:

1 UNICEF. Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de-imprensa/oms-e-unicefalertam-para-um-declinio-na-vacinacao-durante-pandemia-de-covid-19. Acesso em 27 Out 2019.  

2 WORLD HEALTH ORGANIZATION. Disponível em: https://www.who.int/news/item/15-07-2020who-and-unicef-warn-of-a-decline-in-vaccinations-during-covid-19. Acesso em 26 Out 2019.  

3 SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Disponível em: https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/nt-sbpsbim-calendariodacriancapandemiacovid-200324.pdf Acesso em 27 Out 2019.  

4 MEDSCAPE. Disponível em: https://www.researchgate.net/profile/Mats_Kalin/publication/7383793_Streptococcus_pneumoni ae_Epidemiology_Risk_Factors_and_Clinical_Features/links/00b7d51a47e857322b000000/Streptoc occus-pneumoniae-Epidemiology-Risk-Factors-and-Clinical- Acesso em 28 Out 2019. Features.pdf?origin=publication_detail 

5 WORLD HEALTH ORGANIZATION. Disponível em: https://www.who.int/en/news-room/factsheets/detail/pneumonia. Acesso em 28 Out 2019.                                 

 6 WORLD HEALTH ORGANIZATION. Disponível em: https://www.who.int/news-room/factsheets/detail/measles>. Acesso em 28 Out 2019.  

 

Cuidar bem do intestino e da microbiota é fundamental para manter a saúde do organismo e prevenir problemas futuros

 

Sabemos que as vitaminas podem ajudar na imunidade¹, mas qual é a importância do intestino nesse processo? Responsável por absorver água e nutrientes, o sistema gastrointestinal desempenha um papel central no equilíbrio do sistema imunológico, correspondendo a aproximadamente 70% das nossas defesas². Além disso, é uma das principais vias de contato com o meio externo, junto com a pele e boca, e diariamente sobrecarregado com estímulos externos, como patógenos (bactérias, protozoários, fungos, vírus) ou substâncias tóxicas.

A flora intestinal é o conjunto dos microrganismos que existem no intestino humano e a sua composição é bastante variável e definida pela genética do indivíduo e por fatores externos. Embora a colonização bacteriana intestinal comece quando o bebê ainda está na barriga da mãe, a microbiota intestinal do bebê é estabelecida após o nascimento, especialmente ao longo dos três primeiros anos de vida³.

Cuidar bem do intestino e da flora é fundamental para manter a saúde do organismo e prevenir problemas que possam causar doenças futuras4,5. Segundo a Dra. Patricia Canineu, gerente médica da P&G Health, intestino é o responsável pela absorção dos alimentos, permitindo que os minerais, as vitaminas e nutrientes sejam aproveitados pelo organismo; além disso, as bactérias ali presentes ,são responsáveis por auxiliar na proteção contra a invasão de agentes infecciosos e facilitar a produção de substâncias com ação antiinflamatória e antioxidante.

Dra. Patrícia afirma ainda que manter a flora intestinal equilibrada, não é tarefa fácil. "Alimentação desequilibrada, como fast-food, bebidas alcoólicas, medicamentos, estresse e ansiedade podem desregulá-la6,7. Por isso, é importante manter um estilo de vida saudável, com boa alimentação, atividade física e garantir a ingestão de vitaminas, minerais e bactérias benéficas, conhecidas como probióticos8", explica a especialista.

Além disso, a correta suplementação de vitaminas e minerais é extremamente importante para auxiliar na nossa imunidade.9 As vitaminas A C e D, por exemplo, são essenciais e tem ação direta nas nossas células de imunidade (linfócitos) e em outras células do nosso intestino" 10-12. "Entretanto, é difícil ingerir diariamente a quantidade correta de vitaminas apenas através da alimentação, por isso é importante contar com ajuda de multivitamínicos, que garantem a suplementação e auxiliam no bom funcionamento do organismo e do sistema imune, melhorando a qualidade de vida do indivíduo", completa Dra. Patrícia Canineu.

Manter uma vida equilibrada, com boa alimentação e ingestão de vitaminas, minerais e bactérias benéficas, conhecidas como probióticos, é importante para manter a flora intestinal equilibrada e consequentemente uma melhora da imunidade e qualidade de vida.

 

 

Referências

• EFSA (European Food Safety Authority) Journal 2015;13(11):4298

• Vighi, G., et al. "Allergy and the gastrointestinal system." Clinical & Experimental Immunology 153 (2008): 3-6.

• Tanaka, Masaru, and Jiro Nakayama. "Development of the gut microbiota in infancy and its impact on health in later life." Allergology International 66.4 (2017): 515-522.

• Foxx-Orenstein A, et al. Manipulation of the gut microbiota as a novel treatment strategy for gastrointestinal disorders. The American Journal Am J Gastroenterol Suppl 2012; 1:41-46.

• Guarner F, et al. Gut flora in health and deseade. The Lancet 2003; 360:512-19

• De Moreno A, et al. Effect of probiotic administration on the intestinal microbiota current knowledge and potential application. World J Gastroenterol 2014;20(44): 16518-28

• Hajela N, et al Gut microbiome, gut function, and probiotics: implications for health. Indian j Gastroenterol 2015; 4(2):93-107

• Stahl B, Barrangou R. Complete Genome Sequence of Probiotic Strain Lactobacillus acidophilus La-14. Genome Announcements. 2013;1(3):e00376-13. doi:10.1128/genomeA.00376-13.

• Paineau D et al. Effects of seven potential probiotic strains on specific immune responses in healthy adults: a double-blind, randomized, controlled trial. FEMS Immunol Med Microbiol. 2008; 53 (1): 107 - 113.

• Mucida D, Park Y, Kim G, Turovskaya O, Scott I, Kronenberg M, Cheroutre H (2007) Reciprocal TH17 and regulatory T cell differentiation mediated by retinoic acid. Science, 317(5835):256-60.

• Sassi F, Tamone C, D'Amelio P (2018) Vitamin D: Nutrient, Hormone, and Immunomodulator. Nutrients, 10(11). pii: E1656.

• Carr AC, Maggini S (2017) Vitamin C and Immune Function. Nutrients, 9(11). pii: E1211.

• Rinninella E, Raoul P, Cintoni M, et al. What is the Healthy Gut Microbiota Composition? A Changing Ecosystem across Age, Environment, Diet, and Diseases. Microorganisms. 2019;7(1):14. Published 2019 Jan 10.

• Olivares M, Díaz-Ropero MP, Gómez N, et al. The consumption of two new probiotic strains, Lactobacillus gasseri CECT 5714 and Lactobacillus coryniformis CECT 5711, boosts the immune system of healthy humans. Int Microbiol. 2006;9(1):47-52.



Bion3

P&G Health

 

Com o uso de dados e novas tecnologias, planos de saúde apostam em postura didática e educativa para preservar a saúde de beneficiários

Vivenciar uma pandemia global fez com que muitas pessoas buscassem manter uma rotina diária mais saudável, com foco na qualidade de vida e no próprio bem-estar. Essa nova demanda provocou uma adaptação necessária nas operadoras de saúde, que agora apostam no uso de dados e novas tecnologias para conscientizar e educar seus beneficiários sobre a importância da preservação da saúde.

Dentro dessa nova proposta, a prevenção – não só baseada em exames e check-ups anuais – é pautada pela adaptação do indivíduo a um melhor estilo de vida. “Manter uma pessoa saudável requer olhá-la como um todo, ouvir suas queixas e necessidades, e oferecer um tratamento humanizado. E isso inclui estimular a adoção de bons hábitos”, explica Rodrigo Felipe, o empresário por trás da You Saúde, a nova operadora mineira de planos de saúde totalmente digital.

Segundo o empresário, as atenções das chamadas health techs – como a You Saúde – estão voltadas para a promoção de um cotidiano mais sadio e que abarque a alimentação balanceada, prática de atividade física, qualidade do sono, gerenciamento do estresse e entre outros diversos aspectos, que fazem toda a diferença para a vitalidade de uma pessoa.

Rodrigo adianta que é por meio de novas tecnologias e do uso de dados que resultados positivos têm sido alcançados – lançada em meio à pandemia, a You Saúde já garantiu o cadastro da melhor rede credenciada de Belo Horizonte, iniciou as vendas de produtos com uma antecipação de 2 meses e planeja lançamento em novas praças nos próximos meses.

“Por meio da análise de dados e indicadores, é possível, por exemplo, definir o melhor médico para cada caso. Isso facilita a jornada do paciente, que não só se torna mais efetiva, como também mais tranquila”, avalia.

Neste diferente cenário para a saúde suplementar também se destaca o uso da telemedicina. Esta que possibilita a realização de atendimentos básicos, evita a formação de filas, diminui idas desnecessárias a clínicas e hospitais e ainda permite que o paciente sane dúvidas quanto a sintomas ou sinais de alguma doença, sem precisar sair de casa.
“Este tipo de assistência acaba ajudando a prevenir a evolução de enfermidades e patologias. Ainda preserva o paciente de uma possível contaminação pelo novo coronavírus, quando não é necessário esse paciente se deslocar da sua casa para o hospital ou clínica médica.

Essa mudança de visão por parte das novas operadoras de saúde como um todo, contribui para que o beneficiário se conserve ativo e saudável por mais anos e consiga se organizar melhor financeiramente para arcar com os custos dos planos durante a terceira idade, sem lidar com os reajustes por faixa-etária”, ressalta.  


Pacientes reumáticos e os cuidados com a vacina do covid-19

A decisão de tomar a vacina deve ser compartilhada e discutida com os médicos que acompanham o paciente


Após um ano de incertezas e expectativas, finalmente foi iniciada a campanha de vacinação contra o Covid-19 no Brasil, e com ela surgiram algumas dúvidas, entre elas, se os pacientes de doenças reumáticas autoimunes devem tomar ou não a vacina contra a doença.

Os portadores de doenças reumáticas imuno mediadas como lúpus, esclerodermia, dentre outras, devem conversar com o seu reumatologista de confiança, considerando que esses pacientes podem apresentar particularidades com redução da eficiência do sistema imunológico devido a doença e ao seu tratamento.

A SBR (Sociedade Brasileira de Reumatologia) desenvolveu um guia para orientar os portadores de doenças reumáticas sobre a vacina contra o covid-19. A organização recomenda o uso da vacina para pacientes que tenham a doença estável, em remissão ou que apresentam estar com o sistema imunológico controlado.

Neste momento, todos devem ser vacinados, embora seja cedo para avaliar a segurança e resposta imune aos pacientes reumáticos. Mas a médica reumatologista Dra.Claudia Goldenstein Schainberg alerta: “No momento da decisão de tomar a vacina, busque seu médico, que já está acostumado e atualizado sobre sua doença, os efeitos e benefícios da vacina, deixando claro o seu quadro clínico para ele; assim seu reumatologista poderá te orientar da forma mais eficiente possível, para que você seja vacinado com segurança e a vacina tenha o efeito esperado”.

 


Dra. Cláudia Goldenstein Schainberg - especialista em Reumatologia e Reumatologia Pediátrica. Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal da Bahia, mestrado e doutorado em Medicina (Reumatologia) pela Universidade de São Paulo, especialização nos EUA e Canadá.


Vista embaçada pode ser sintoma da Síndrome da Visão do Computador

 Quem usa mais de três horas por dia já está em risco


A tecnologia nunca esteve tão presente como em tempos de pandemia. O mundo virtual ajuda a reduzir a distância física imposta pela quarentena.

Porém, o uso prolongado do computador (e outros dispositivos eletrônicos) pode aumentar o risco de desenvolver a Síndrome da Visão do Computador (CVS).
 
“Entre as queixas mais comuns estão visão embaçada, cansaço visual, ardência, vermelhidão, irritação e olho seco. Quem usa o computador mais de três horas por dia já tem um risco aumentado para desenvolver essa condição”, comenta Dra. Tatiana Nahas, oftalmologista e Chefe do Serviço de Plástica Ocular da Santa Casa de São Paulo.


 
Lembre-se de piscar

Um dos principais fatores que podem levar ao desenvolvimento da síndrome da visão do computador é o olho seco.

“A saúde da superfície ocular depende do funcionamento adequado do filme lacrimal. Essa estrutura protege, lubrifica e promove um ambiente propício para a renovação de células epiteliais da córnea. Mas, o filme lacrimal é muito sensível a influências ambientais, endócrinas e hormonais”, explica Dra. Tatiana. 
 
Quem usa muito o computador e demais dispositivos eletrônicos costuma piscar menos. Uma pessoa pisca, em média, 15 vezes por minuto. Contudo, estudos têm apontado que a taxa de intermitência no computador é significativamente menor do que a normal.
 
“Até o fato de o olhar ser mais horizontal no computador contribui para a condição, já que a superfície ocular fica mais exposta aos efeitos da evaporação. Isso prejudica, consideravelmente, a qualidade do filme lacrimal”, diz Dra. Tatiana.


 
Riscos diversos

Entre os demais fatores de risco podemos citar o envelhecimento natural, a menopausa, uso de algumas medicações e doenças sistêmicas como diabetes.

“Vale lembrar ainda que os usuários de lentes de contato são mais propensos a ter desconforto ocular, principalmente se a lente é usada por tempo prolongado”, ressalta a especialista.
 
Fatores físicos, como pouca luz ou excesso de brilho na tela do dispositivo, distância visual da tela e baixa umidade também podem prejudicar a saúde ocular.


 
Mudança de hábito é fundamental
A abordagem para o tratamento da CVS envolve, principalmente, mudança de hábitos e ergonomia.
 
“Cada paciente é avaliado individualmente. Alguns podem precisar de medicamentos anti-inflamatórios e colírios lubrificantes. Mas, nenhum medicamento vai resolver a questão sem a adoção de medidas que combatam a causa e não os sintomas da síndrome”, reforça Dra. Tatiana.  
 
 
As recomendações abaixo podem ser adotadas por qualquer pessoa que trabalhe mais de três horas por dia em dispositivos eletrônicos, como computadores e celulares.
 

  1. A cada 30 minutos, desvie o olhar para o horizonte. Isso ajuda a treinar a visão de longe que não é usada quando a pessoa usa um dispositivo eletrônico
  2. A tela deve ficar entre 30 cm a 70 cm distante dos olhos
  3. O monitor deve ficar entre 12 cm a 15 cm abaixo da linha da visão horizontal. Ao olharmos reto para o computador, nossos olhos devem estar na altura da parte superior do aparelho
  4. Certifique-se de reduzir o brilho da tela
  5. Lembre-se de iluminar o ambiente
  6. Cuidado com o ar-condicionado, pois o ar fica seco e resseca muito a superfície ocular
  7. Procure dar um descanso de pelo menos 20 segundos da tela a cada 20 minutos
  8. Peça ao seu oftalmologista para recomendar um lubrificante ocular
  9. Caso seja usuário de lentes de contato, o uso do lubrificante é muito importante. Claro, mantenha suas lentes limpas e evite o uso prolongado (para dormir, por exemplo)
  10.  Lembre-se de piscar!

Sensibilidade até mesmo aos sons do dia a dia? Você pode sofrer de hiperacusia

 

Pessoas com essa condição se irritam
facilmente com barulhos cotidianos

Você está muito incomodado com barulho? Cuidado, pois isso pode ser sinal de uma condição chamada hiperacusia. Pessoas com essa hipersensibilidade não conseguem tolerar nem os níveis normais de sons, independente da frequência. Segundo  o fonoaudiólogo Gleison Barcelos, da clínica Microsom, barulhos do cotidiano, como de ventilador, podem causar irritação no paciente e agravar sintomas como zumbidos, dores de cabeça e até tontura. 

 

Diferentemente da fonofobia, que é o desconforto apenas com determinados sons, Gleison afirma que pessoas com hiperacusia sentem desconforto ao escutar frequências baixas de 40 ou 50 decibéis, sendo que o normal é até 70 decibéis. “O paciente com essa condição não consegue tolerar sons ambientes, perfeitamente suportáveis,  como latido de cachorro, barulhos de lava-louças, toque de telefone, campainha, portas fechando entre outros”, explica. 

 

Essa intolerância também pode ser confundida com a superaudição. Ou seja, há uma amplificação do barulho no ouvido do paciente. “A doença pode afetar até mesmo a vida pessoal e profissional”, alerta o fonoaudiólogo. Nesses casos, o especialista ressalta que não são indicados os protetores auditivos nem o silêncio, pois a ausência de barulho amplia o ganho auditivo central. “Ao sentir os desconfortos excessivos a sons do dia a dia é preciso que a pessoa busque ajuda de um profissional especializado para o tratamento correto”, reforça Gleison.


 

Grupo Microsom

Miopia pode até levar à cegueira

Imagine seis habitantes do mundo. Imaginou? Em acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), duas pessoas são míopes neste ano de 2021. Agora realize uma viagem no tempo rumo ao futuro e vamos para o ano de 2050. A realidade prevista será de cinco pessoas míopes em cada grupo de 10 habitantes no Planeta.

 

Alerta

A conhecida frase “quem sabe faz a hora, não espera acontecer” permite agir no presente e mudar o quê possa estar no horizonte. A importância da saúde visual da criança e o crescimento “gigante” dos casos da miopia fazem parte das atenções e preocupações dos oftalmologistas brasileiras. Olhar para isto é fundamental. Todos podem ter engajamento e gerar oportunidades de mudar este cenário.


Uma atitude prática está no alerta permanente sobre a importância do controle da miopia e saúde ocular é iniciativa da SOBLEC - Sociedade Brasileira de Lentes de Contato, Córnea e Refratometria. A iniciativa conta com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Sociedade Brasileira Oftalmologia Pediátrica (SBOP), Sociedade Brasileira de Visão Subnormal (SBVSN), Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo (SBRV), Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

“Alcançar o público em geral e levar esclarecimentos sobre a realidade da miopia é primordial. Criar uma consciência coletiva sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce sobre o tema e assim ajudar a evitar problemas mais sérios como até a perda da visão”, destaca a presidente da SOBLEC, médica oftalmologista, Tania Schaefer.

 

Prática

Para viabilizar a campanha, a SOBLEC irá promover em todos os estados, entrevistas com pessoas das mais variadas profissões e idades que desempenhem papel relevante na sociedade, com habilidade de influenciar e engajar positivamente o público ao compartilhar experiências e opiniões.

A iniciativa tem caráter de utilidade pública e deve envolver representantes de todas as regionais da SOBLEC, visando a um alcance mais abrangente do público-alvo. As entrevistas serão veiculadas em 2021 e 2022 pelas redes sociais (Instagram, Facebook, YouTube).


“As redes sociais são ferramentas com uma abrangência ímpar”, conceitua a oftalmologista. “As histórias compartilhadas servem como inspiração para que as pessoas enfrentem momentos decisivos em suas vidas. E os influenciadores digitais com mensagens de otimismo, muitas vezes, mostram uma solução. São milhões de seguidores interagindo, trocando opiniões, pedindo conselhos”, argumenta.

 

A miopia

A miopia se caracteriza pela dificuldade de enxergar de longe e dependendo do grau de progressão pode evoluir para outras patologias como catarata, glaucoma e deslocamento de retina. A doença é relativamente simples, se leve ou moderada, mas quadros graves estão associados a um risco de descolamento da retina, catarata precoce, degeneração macular e glaucoma.


Estudos especializados mostram que, além da predisposição genética e o aumento do tempo gasto em ambientes fechados, a miopia está avançando entre crianças e adolescentes por conta das muitas horas com os olhos grudados em telas digitais.

O diagnóstico da miopia é de responsabilidade do médico oftalmologista, único profissional habilitado para prescrição do tratamento mais adequado a cada paciente. Entre as opções de tratamento e terapias estão: o uso de colírios de atropina com dosagens mínimas e rigoroso controle, a utilização de óculos com lentes bifocais e de lentes de contatos. Somado a isso, tem a chamada Ortoceratologia onde lentes de contato são usadas durante a noite. O paciente dorme de lentes e, ao acordar, retira e tem uma visão nítida durante o dia.


5 doenças ocupacionais mais comuns que levam ao afastamento do trabalho

Especialista comenta que a maioria dessas condições pode ser evitada e controlada


As doenças ocupacionais são adquiridas ou desencadeadas pelo exercício decorrente da atividade do trabalho, ou seja, são doenças que estão diretamente ligadas ao desempenho de uma determinada função. Essas doenças podem ocasionar até em afastamento do trabalho e uma das principais razões para o desenvolvimento desses adoecimentos são altos níveis de estresse, cobrança e espaços inadequados para trabalho – seja ele remoto ou não -.

O Dr. José Carlos de Rezende, especialista em Medicina do Trabalho e idealizador da startup Cuida Mais lista cada uma dessas doenças e explica como essa condição pode ser evitada “A prevenção se dá quando quando de fato, existe acompanhamento médico, estudando quais são as doenças laborais mais frequentes dentro da empresa, e para cada colaborador existe um diagnóstico. Existem várias maneiras de prevenir as doenças ocupacionais, como: ações que possam minimizar essas patologias, palestras, e por incrível que pareça com muito ensinamento teórico. Com a medicina preventiva podemos alcançar outros níveis de proteção, como: promoção de saúde, proteção especifica, limitação do dano, diagnóstico e tratamento precoce. E na prática, juntamente com as análises existem os exercícios físicos e a dieta saudável. ” Comenta o Dr.


  1. Depressão e estresse

A depressão é uma doença psiquiátrica crônica, com certeza o ambiente de trabalho propicia o desenvolvimento da doença por diversos fatores externos, como por exemplo: falta de valorização, cobranças constantes, aumento do estresse, situações negativas e péssimas condições de trabalho. Os sintomas da doença também são variados como: sentimentos de desesperança, pessimismo, irritabilidade, sentimento de culpa, inutilidade ou desamparo, diminuição de energia, perde de interesse, humor triste. Esse transtorno atinge pessoas de qualquer idade e é uma das principais causas de incapacitação profissional.

 

  1. Síndrome de Burnout

Ou síndrome do esgotamento, é um distúrbio psíquico muitas vezes provocados por condições de trabalho desgastantes que reflete em atitudes negativas, como: agressividade, mudanças de humor, ausência no trabalho, dificuldade de concentração, insônia e outros. Seu diagnostico leva em conta sua história pessoal, seu envolvimento e realização no trabalho. Para prevenção é fundamental que o colaborador descanse, mantenha sua vida social ativa, faça exercícios físicos regulares e conviva em um ambiente de trabalho saudável e que tenha programas de valorização profissional.

 

  1. Dor nas costas

Uma das doenças ocupacionais mais comuns é também a que mais causa afastamentos do trabalho nos últimos dez anos, segundo o INSS (Instituto Nacional Seguro Social). Esse problema pode ser solucionado com cadeiras confortáveis e próprias para o trabalho, também é importante informar e educar os colaboradores sobre ergonomia, ensinando posições corretas e exercícios para as dores. E também com ações dentro da empresa, como aulas laborais de ginástica e massagem.

 

  1. LER – Lesão Por Esforços Repetitivos

A lesão por esforços repetitivos tem como queixa maior a dor na articulação, fraqueza, formigamento, rigidez e inchaço nos membros superiores e inferiores. O problema é causado por esforços repetidos continuadamente, os profissionais mais expostos a doença são músicos, motoristas, atendentes de telemarketing, atletas e outros. Para o tratamento é necessária uma avaliação multidisciplinar e tentar evitar as atividades repetidas continuadamente, faça algumas pausas.

 

  1. Problemas de Visão

É muito importante o cuidado também com a saúde visual, principalmente para trabalhos que envolvam tecnologias ou que ficam expostos à altas temperaturas, pois o calor excessivo danifica o cristalino, região afetada pela catarata. Profissionais expostos a produtos químicos também devem redobrar o cuidado com o uso de EPIs – Equipamentos de Proteção Individual - e manter os exames sempre em dia.


Para o Dr. José Carlos de Rezende, a medicina preventiva dentro das empresas é extremamente importante a fim de evitar doenças, e até mesmo o afastamento do trabalho. Diante deste cenário, muitas companhias já estão se preparando para encontrar alternativas acessíveis para cuidar do bem-estar de seus colaboradores. No Rio de Janeiro, por exemplo, algumas optaram pelo modelo de medicina corporativa ofertado pela Cuida Mais, startup fundada em 2017, que oferece atendimento de qualidade e preventivo por um custo acessível.
“Desde o início do nosso projeto, temos notado que as empresas têm essa necessidade de oferecer um bom atendimento para seus colaboradores, por um custo acessível. Hoje sabemos que algumas instituições gastam entre 12% e 20% de suas verbas com planos de saúde, o que, para muitas companhias, pode representar um grande déficit econômico. Vale ressaltar que, por vezes, o investimento é realizado de maneira errada, não resolvendo, de fato, as necessidades de saúde. Os altos preços, aliás, restringem o acesso de milhões de brasileiros a consultas médicas e exames”, explica.

 



Cuida Mais

https://www.cuidamais.com.br/


Qual a diferença entre a dermatite de contato e a atópica?

Bijuterias são as que mais desencadeiam dermatite de contato em mulheres

Cerca de 20% das crianças e 3% dos adultos são afetados pela dermatite atópica

 

Existem dois tipos de dermatite de contato: irritativa (80% dos casos) e alérgica. A dermatite de contato ocorre quando há o contato com alguma substância que desencadeia a inflamação (dermatite) na pele. A mais frequente em mulheres é a dermatite de contato alérgica devido ao uso das bijuterias, que são produzidas com sulfato de níquel e cloreto de cobalto.

Produtos de cuidados pessoais como sabonetes, xampus, desodorantes, cremes, produtos químicos capilares, ente eles a tintura de cabelo, são outros causadores de dermatite de contato alérgica. No caso da irritativa temos o exemplo de reação por detergentes e produtos de limpeza causando a reação nas mãos.

O especialista da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), Dr. Octavio Grecco, conta que esse tipo de alergia também é frequente em algumas profissões, como a de pedreiro, por exemplo, já que ele é exposto diariamente ao cimento, outro agente desencadeante.

Os sintomas da dermatite de contato não são imediatos, podendo ocorrer depois de algumas horas ou até alguns dias, e são caracterizados por reações como vermelhidão, prurido e às vezes formações de vesículas (bolinhas com água) onde ocorreu o contato com o objeto causador da reação.

“Raramente ocorrem reações em vários locais do corpo e, neste caso, chamamos de dermatite de contato sistêmica, que nesse caso representa uma doença mais difícil de tratar. É importante procurar um especialista para obter o diagnóstico correto e o tratamento adequado, pois no caso de ser dermatite de contato alérgica pode tornar-se uma reação crônica”, explica Dr. Grecco.

Dermatite atópica – Cerca de 20% das crianças e 3% dos adultos são afetados pela dermatite atópica, doença que tem origem genética e é considerada crônica. As principais características são pele seca e coceira intensa, que muitas vezes resultam em feridas. É mais comum na infância e cerca de 60% dos casos ocorrem no primeiro ano de vida.

No bebê as lesões predominam na face (bochechas), pescoço, couro cabeludo e, ocasionalmente, no resto do corpo. Em crianças maiores, adolescentes e adultos a dermatite de contato atinge as dobras dos braços e pernas, face (em pálpebras) e pescoço.

A doença assume forma leve em 80% das crianças acometidas e em 70% dos casos há melhora gradual até o final da infância.

A doença se caracteriza por um processo inflamatório da pele com períodos alternados de melhora e piora. Os intervalos podem ser de meses ou anos entre uma crise e outra, mas alguns pacientes mantêm a doença crônica contínua. Não é contagiosa e está associada à asma e rinite.

Além de ter um fator hereditário, que determina a secura da pele, a dermatite atópica pode ter vários desencadeantes como alimentos, aeroalérgenos (ácaros, fungos, epitélio de animais), perfumes e suor. Os aspectos emocionais desempenham um importante papel, tanto funcionando como fator desencadeante como agravante, evoluindo para a auto-reclusão dos pacientes.

 



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