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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Carne de Jaca ao Molho Barbecue de Melancia


Chef Iracema Bertoco – Centro Europeu


Ingredientes Carne de Jaca (rendimento para 2 pessoas):

- 500g de carne de jaca (jaca verde cozida e desfiada)
- 50 ml de azeite
- ½ cebola
- 1 dente de alho
- 1 maço de cebolinha
- 1 pitada de cúrcuma
- Pimenta a gosto      
- Sal a gosto


Modo de preparo:

Refogar a cebola e alho  no azeite, acrescentar a carne de jaca e os demais ingredientes. Finalizar com a cebolinha. Reservar.


Ingredientes Molho Barbecue:

- 1 kg de polpa de melancia batida no liquidificador (com sementes)
- 50ml de óleo de gergelim torrado
- ½ cebola ralada
- 1 dente de alho amassado
- 1 pitada de páprica defumada
- 50ml de shoyo orgânico
- 1 pimenta dedo de moça
- 20ml de vinagre
- 20g de mostarda dijon
-  Sal a gosto



Modo de preparo:

Levar a polpa de melancia batida pra reduzir a ¼ de volume em fogo médio. Reservar. Refogar a cebola e o alho no óleo de gergelim e acrescentar a redução de melancia e os demais ingredientes. No final junte a carne de jaca e sirva com purê de mandioca.

Cinco dicas para aumentar a qualidade de vida do homem



Neste dia dos pais, nutricionista da Bio Mundo explica como uma boa alimentação e atividade física podem melhorar a saúde masculina


O cuidado com os filhos é uma das principais funções dos pais. Porém, para desempenhar bem essa atividade, é preciso cuidar da própria saúde também, não é mesmo? De acordo com uma pesquisa realizada pelo Centro de Referência em Saúde do Homem, mais de 50% das pessoas do sexo masculino só procuram um atendimento médico quando algum sintoma atrapalha a sua rotina. E 70% deles só vão em uma consulta acompanhados da esposa e filhos. O que revela que os homens cuidam menos da saúde do que as mulheres.
Para esse Dia dos Pais, a nutricionista Ellen D’arc, da Bio Mundo, rede de lojas que busca gerar saúde e bem-estar por meio de produtos saudáveis, preparou algumas dicas para aumentar a qualidade de vida dos homens. Afinal, o pai também é exemplo de bons hábitos alimentares para os filhos.


Inclua nas refeições verduras, legumes e frutas verdes e vermelhas

Alimentos como tomate, cenoura, mamão, melancia e goiaba possuem uma substância muito importante para a saúde masculina. O licopeno, que atribui a algumas frutas, verduras e legumes a coloração avermelhada, é um poderoso antioxidante que protege as células dos ataques dos radicais livres e dos danos que ele pode provocar, atua reduzindo o risco de câncer e algumas doenças cardiovasculares comuns aos homens. 

Não são só os alimentos vermelhos que trazem benefícios para o bem-estar do homem. “Vegetais de folhas verdes são ricos em vitaminas, minerais e fibras, além de substâncias importantes para a saúde das células. Também possuem propriedades anti-inflamatórias”, comenta.


Oleaginosas são ótimas para o dia a dia

Com uma grande variedade de opções, as oleaginosas são ótimas opções para incluir na dieta. “Esse grupo de alimentos são excelentes fontes de gorduras insaturadas, antioxidantes, proteínas, vitaminas e fibras, capazes de auxiliar na prevenção de diversas doenças e diminuir o nível de colesterol ruim, evitando problemas cardiovasculares, por exemplo”, destaca.

Também são fonte de energia para o corpo, para realização de exercícios. Atuam na manutenção da massa muscular e ajudam a recuperação muscular.


Aproveite os benefícios da aveia

Assim como as oleaginosas, a aveia é rica em fibras e uma alternativa para diminuir o nível de colesterol ruim. Por ser fonte de carboidratos com baixo índice glicêmico, auxiliam no controle da diabete tipo 2, uma das principais causas de impotência sexual masculina.


Benefícios da maca peruana

A maca é uma raiz originária do Peru que promove grandes benefícios à saúde, está relacionada ao aumento de energia e vitalidade, tem ação no aumento da libido, regulação de hormônios sexuais e fertilidade, além de auxiliar no controle da glicose sanguínea e colesterol. Atua diminuindo o colesterol ruim LDL e favorece o aumento do bom colesterol HDL. Ainda é rica em vitaminas, minerais e fibras. Inclua na sua rotina.


Mexa seu corpo

A atividade física é fundamental para manter a saúde em dia. Ela auxilia no controle do peso e a evitar doenças cardiovascular. “Praticar um esporte ou fazer algum tipo de exercício físico, de forma regular, vai aumentar a expectativa de vida”, comenta a especialista.

“Investir em uma alimentação saudável e criar uma rotina de atividade física vai ajudar a manter a saúde do corpo e da mente”, conclui a nutricionista.




Bio Mundo

Alimentação no Inverno: cuidados necessários para manutenção do corpo


Com a chegada da estação mais fria do ano, a atenção ao consumo de alimentos aumenta


Ao levantar da cama durante a manhã com a presença do frio, a busca por uma bebida que aqueça o corpo, como o café e o chocolate quente, por exemplo, é uma das preocupações daqueles que acordam cedo para iniciar as atividades do dia. Com a chegada do Inverno, o metabolismo utiliza mais energia para que o corpo permaneça aquecido. O cuidado com a alimentação na estação mais fria do ano auxilia no vigor e prevenção de doenças que atingem o sistema imunológico.

Uma alternativa é incluir alimentos da época às refeições. Além da compra de frutas, verduras e legumes com preços acessíveis, há variedade nas preparações do cotidiano. As cores dos alimentos influenciam em sua atuação no corpo. Os laranja-avermelhados contribuem para o fortalecimento do sistema imunológico.
De acordo com o Manual de Sucos, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a laranja e a tangerina são algumas frutas com maior oferta no Inverno. Os alimentos verdes, como a acelga e a couve, são ricos em vitaminas A e C. A nutricionista Katlly Sousa ressalta a atuação dos nutrientes no corpo e a relevância dos carboidratos. “As vitaminas e minerais têm importante ação no organismo como na prevenção de doenças, absorção de outros nutrientes, tornando-se indispensáveis para uma alimentação saudável em qualquer época do ano. Os carboidratos, que são os principais responsáveis pelo fornecimento de energia ao organismo, são igualmente necessários na alimentação diária.”

Katlly sugere que no momento da escolha do tipo de carboidrato, prefira os integrais. Além de conter mais vitaminas e minerais, as fibras auxiliam no bom funcionamento intestinal.

Com o gasto energético, o desejo pela ingestão de comidas gordurosas aumenta. Sopas e caldos podem ser opções saudáveis com a utilização de verduras e legumes. “Deve-se ter cuidado com as sopas industrializadas, que normalmente são ricas em sódio, além de não conter ingredientes frescos como uma sopa feita em casa”, explica a nutricionista. “O preparo não é difícil e pode ter variações. Na escolha dos ingredientes, evite o uso de embutidos e enlatados, e dê preferência para os vegetais\ in natura, tornando a sopa mais saudável e saborosa”, completa Katlly.

Entre o almoço e o jantar, os sanduíches podem estar presentes nas refeições intermediárias. Uma opção é a combinação do pão integral, fonte de carboidrato, acompanhado de legumes e verduras, ricos em fibras e que contribuem para a saciedade.

Ao praticar exercícios físicos, a escolha das roupas apropriadas e o aquecimento correto antes da atividade são fatores a serem observados. Ao desempenhar as ações, há perda de calorias e necessidade de reposição, por isso, uma alimentação correta antes e após o exercício físico é importante. Nesta fase do ano, a hidratação é outro fator que colabora para manutenção da saúde. O consumo da água, sucos e chás são uma excelente alternativa.

No Inverno, a alimentação adequada em diferentes situações da rotina colabora para o bom funcionamento do corpo e para a manutenção de todas as funções 
do organismo.




Lucas Rodrigues

6 Dicas para manter a alimentação saudável no inverno


Sopas, chás, frutas e oleaginosas são opções para incluir no cardápio na estação mais fria do ano


Tire os agasalhos do armário, a estação mais fria do ano chegou. E com ela uma grande oportunidade de variar o cardápio do dia a dia. São muitas opções de sopas e caldos, massas deliciosas e bebidas quentes, que entram com mais frequência na dieta de algumas pessoas. Mas o inverno também requer alguns cuidados especiais com a alimentação.

Durante os dias mais frios, o corpo precisa aumentar o consumo de energia para manter a temperatura corporal, o que faz com que as pessoas comam mais e optem por refeições mais calóricas. A nutricionista Ellen D’Arc da Bio Mundo, rede de lojas que busca gerar saúde e bem-estar por meio de produtos saudáveis, alerta para os possíveis problemas nos excessos que o inverno pode trazer e dá algumas dicas para conservar a saúde durante essa estação.

“Nesse período é importante redobrar a atenção com o que comemos. Ficamos propensos a cometer exageros nas refeições, ao mesmo tempo que ficamos vulneráveis à algumas doenças sazonais. Manter uma alimentação equilibrada será um bom aliado para evitar esses problemas”, comenta a nutricionista.


1 - Aproveite para variar nas sopas

Caldos e sopas são pratos típicos do inverno e ótimas opções para incluir no cardápio. Podem ser muito nutritivos e excelentes aliados da saúde quando bem preparados. “O uso de produtos integrais vai aumentar a sensação de saciedade, por causa das fibras, e evitar exageros. Além disso, o recomendado é combinar vegetais e legumes para deixar a refeição ainda mais nutritiva”, aconselha a especialista.


2 - Se beneficie das gorduras boas nas pequenas refeições

Um excelente item para incluir nas pequenas refeições do dia são as oleaginosas. São ricas em nutrientes e auxiliam no controle do nível do colesterol ruim e bom. “As vantagens dessas sementes são muitas. Por serem práticas vão ajudar a diminuir o consumo de doces e de salgadinhos que aumentam o nível do colesterol ruim”, destaca Ellen.

As formas de utilizar esses grãos e sementes nas refeições são muitas. “Salpique grãos sobre saladas de frutas, vitaminas, iogurtes, caldos e sopas, chia e linhaça são excelentes opções, tornando sua refeição mais saudável e nutritiva” sugere a nutricionista.


3 - Frutas são ótimas opções também

Para as refeições intermediárias, a especialista ainda sugere o consumo de frutas da estação. “Uma boa alternativa é optar por frutas secas e cristalizadas, elas são mais práticas para carregar e não vão deixar você perder os nutrientes e as vitaminas que elas oferecem”, diz a nutricionista.


4 - Não esqueça da hidratação no dia a dia

Com o clima frio a vontade de beber água pode não aparecer tanto quanto no verão, mas isso não quer dizer que no inverno diminui a necessidade de se manter hidratado. “Independentemente da estação do ano, a água desempenha um importante papel no organismo. Além de regular a temperatura corporal, auxilia no transporte de nutrientes, na digestão e em muitas outras reações do corpo humano. Por esses motivos, mesmo quando não sentimos sede, devemos nos hidratar durante todo o dia”, comenta.


5 - As bebidas são aliadas no inverno

A nutricionista destaca que esse é um período para aproveitar e beber chás e sucos de frutas naturais, principalmente as que são fonte de vitamina C, mas alerta sobre o uso do açúcar refinado. “Algumas dessas bebidas podem ajudar a reforçar o sistema imunológico, por serem ricas em vitaminas e nutrientes. Os chás ainda podem exercer a função de auxiliarem o sistema digestivo e no controle do peso. Mas é importante ficar atento na hora de adoçar e não cometer exageros, uma boa opção é o uso do açúcar de coco ou mascavo”, sugere a especialista.


6 - Substituir alguns alimentos

A nutricionista sugere a substituição de alimentos comuns por integrais. Eles são ricos em fibras e promovem benefícios como o bom funcionamento do intestino, controle de açúcar no sangue e colesterol. Também prolonga a sensação de saciedade.

“Investir na qualidade das refeições e não somente na quantidade é uma dica valiosa para manter a saúde e o bem-estar em dia no inverno. Substituir alguns alimentos vão ajudar no dia a dia, como por exemplo, escolher uma massa integral quando bater aquela vontade de uma macarronada, ou optar pelos chocolates mais amargos ou alfarroba, um excelente substituto para o doce”, completa Ellen.



Bio Mundo

Adoçantes: mitos e verdades



Os edulcorantes, como também são chamados os adoçantes de baixa caloria, dão o sabor adocicado a alimentos e bebidas sem aumentar as calorias do açúcar. Mas, ainda existe desconfiança em relação aos benefícios dessas substâncias à saúde.

"O uso de adoçantes não calóricos é uma opção para as pessoas portadoras de diabetes ou com problemas de obesidade mas tomando cuidado com as calorias que consomem", explica Iara Pasqua, nutricionista e consultora da Salud em Corto.

Antes de serem disponibilizados no mercado para o consumo, os edulcorantes passam por um rigoroso processo de avaliação de segurança e eficácia, com base em provas clínicas. Eles são analisados e certificados pelo Comitê Misto FAO/ OMS de Especialistas em Aditivos Alimentares (JFECFA), um comité científico internacional administrado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). "No Brasil também passam por testes e, somente após comprovar que a ingestão dessas substâncias é segura para a saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprova a liberação dos adoçantes", acrescenta Iara.

A nutricionista esclarece alguns mitos e verdades sobre o consumo dos adoçantes:

Altera a flora intestinal

Mito. Um estudo recente da Universidade de Granada (Espanha)* confirmou que o uso de adoçantes não calóricos não causa nenhum desequilíbrio na flora intestinal, também conhecida como microbiota intestinal. Esse grupo de bactérias auxilia na digestão dos alimentos e no controle da proliferação de microorganismos que possam causar doenças.


Não provoca alergias

Verdade. O consumo de adoçantes não está relacionado ao desenvolvimento de alergias nem a problemas gastrointestinais. Além disso, os adoçantes colaboram para a promoção da saúde por reduzirem a ingestão calórica.   


Provoca cáries

Mito. Os adoçantes, na realidade, contribuem para a saúde bucal porque impedem o crescimento das bactérias que causam cáries. 


Preservação da saúde

Verdade. Por não serem carboidratos, os adoçantes de baixa caloria não elevam os níveis de açúcar no sangue. Por isso, ajudam no controle do diabetes e da obesidade e evitam a inflamação de pequenas artérias que poderiam desencadear ataques cardíacos, insuficiência renal, alterações na visão e derrames.




Angel Gil Hernández, et.al. Effects of Sweeteners on the Gut Microbiota: A Review of Experimental Studies and Clinical Trials. Advances in Nutrition, Volume 10, Issue suppl. 1º de janeiro de 2019.

Bebidas alcoólicas de baixa caloria para não fugir da dieta


 Especialista indica gin como uma das opções mais saudáveis do happy hour

Há quem não abra mão daquela cervejinha após o expediente, ou ainda quem aproveite a chegada do inverno para ingerir várias taças de vinho. No entanto, é preciso levar em consideração que, assim como os alimentos, as bebidas também possuem calorias. E muitas. Por isso, talvez você anule todo o seu esforço em evitar doces e em correr de manhã.
A especialista em nutrição Ermelinda Vela Bertoldi explica que as bebidas destiladas possuem um índice calórico muito alto, o que pode atrapalhar na hora da dieta. No entanto, segundo ela: “Devemos, sim, continuar fazendo programas que gostamos, como encontros com a família e amigos, happy hour... Devemos apenas realizar algumas alterações na hora de escolher o que vamos consumir”. Ela aponta que um copo de chope de 200 ml, por exemplo, fornece 130 kcal, o mesmo valor calórico que um pão francês. “Por ser algo que não se precisa mastigar, as pessoas acabam não pensando na quantidade de calorias”, complementa.
Assim, para melhor visualização de como o álcool pode atrapalhar nos planos de uma alimentação saudável, Ermelinda apresenta como exemplo alguns itens bem comuns:

Bebida
Volume
Calorias
Chope
200 ml
130 kcal
Lata de cerveja
350 ml
150 kcal
Caipirinha com açúcar
100 ml
250 kcal
Cachaça
50 ml
115 kcal
Champanhe
125 ml
80 kcal
Licor
30 ml
110 kcal
Saquê
100 ml
130 kcal
Vinho tinto branco
150 ml
210 kcal
Vinho tinto branco seco
150 ml
130 kcal
Uísque / Vodca
50 ml
120 kcal
Tequila
50 ml
108 kcal
Vodca com energético
200 ml
470 kcal
Batida com leite condensado
200 ml
350 kcal
Gin
100 ml
50 kcal

Com esse quadro, é possível notar que artigos tão comuns como o chope e a cerveja possuem grande quantidade calórica em apenas um item – imagine então quando consumidos várias vezes na semana, ou várias doses em um mesmo dia, em uma conversa em um bar com os amigos.
A especialista reforça que para manter uma alimentação regulada e mesmo assim continuar aproveitando uns drinques, o ideal é escolher bebidas que não sejam muito doces, já que possuem menos açúcar e não sofreram o processo de fermentação natural. Além disso, outra opção seria substituir o açúcar por adoçante em alguns casos e evitar sempre que possível adicionar leite condensado a batidas, justamente por ser um ingrediente rico em gorduras. Para isso, ela sugere a substituição por iogurte desnatado, uma opção pouco calórica mas que ainda dá sabor à mistura.
“Uma bebida bem menos calórica e que está bem em alta no momento é o gin. Ele possui em torno de 50 kcal por 100 ml e é uma ótima opção para substituir uma caipirinha”, exemplifica. Segundo Ermelinda, essa bebida possui benefícios ao organismo. “A primeira receita foi criada no século XX, na Holanda. 
Desenvolvida para ser uma fórmula diurética de um medicamento que ajudava a tratar problemas renais, seu ingrediente principal é o zimbro, uma fruta conhecida por suas vantagens justamente ao sistema renal. Porém, em forma de medicamento, não possui muita eficácia”, conta. Ela aponta que o gin é uma bebida com aroma que agrada muitas pessoas e é considerada sofisticada, além de ser distribuída em todo o Brasil e no mundo.
Já para quem gosta de vinho, ele é uma escolha melhor que o suco de uva, pois é rico em resveratrol e não é tão doce. Entre eles, o tinto seco é a melhor substituição, pois possui menos calorias que o tinto doce.
Fique atento: sempre inicie os trabalhos bebendo água, pois assim matará a sede e hidratará os tecidos, diminuindo a quantidade de álcool ingerido. Outra dica é utilizar gelo nas concentrações de caipirinha, uísque, mojito e rum com o mesmo objetivo.
E se quiser, pode abolir de vez o álcool até dos seus momentos de lazer, já que nosso organismo o recebe como um agente estranho para ser metabolizado e acaba deixando suas outras funções de lado para focar no processo, atrapalhando o emagrecimento. Para isso, priorize bebidas como água com limão, que ajuda por ser diurética e por ter grandes quantidades de vitamina C, essenciais para o bom funcionamento do nosso corpo.

5 substitutos da carne para incluir no cardápio



Quem está em transição para o vegetarianismo ou veganismo sempre tem a dúvida de quais alimentos podem ser substitutos da carne. Essa dúvida é natural, visto que a alimentação do ser humano é baseada no consumo de produtos de origem animal e as pessoas crescem acreditando que estes são as únicas fontes para manter a vida saudável.
O grande receio das pessoas quando buscam substitutos da carne é na reposição dos nutrientes presentes neste alimento, como proteína, ferro, vitaminas do complexo B entre outros. A boa notícia é que todos esses nutrientes podem ser encontrados nos alimentos de origem vegetal. No caso específico da vitamina B12, o mercado hoje disponibiliza alimentos enriquecidos, como os leites e iogurtes, além da possibilidade de fazer a reposição por meio de cápsulas, afirma Anderson Rodrigues, diretor da Vida Veg, uma das maiores empresas produtoras de alimentos à base de vegetais do país.
A alimentação vegana é uma dieta à base de vegetais. No cardápio inclui legumes, verduras, frutas, tubérculos, grãos integrais como aveia, chia, linhaça, quinoa e também as oleaginosas (castanhas).  Ela supre nossa necessidade em todos os aminoácidos e a maioria das vitaminas e minerais. Além disso, a dieta vegana é riquíssima em antioxidantes responsáveis por retardar o aparecimento de doenças.  De acordo com o Guia Alimentar de Alimentação Vegetariana para Adultos, da SVB, quando bem planejadas, como toda alimentação deve ser, a  vegetarianas promovem o crescimento e desenvolvimento adequados e podem ser adotadas em qualquer ciclo da vida, inclusive na gestação e na infância. A alimentação vegetariana traz resultados benéficos na prevenção e no tratamento de diversas doenças crônico-degenerativas não transmissíveis. Não há estudos demonstrando aumento de doenças em grupos vegetarianos.
Para auxiliar você no processo de transição, existem muitos substitutos para a carne para substituir no cardápio. Entre eles: 
Leguminosas:
Grão-de-bico, todos os tipos de feijões, ervilha, lentilha, soja e favas são ótimos substitutos da carne, fontes de proteína vegetal, vitaminas e minerais, como o ferro.  
Tofu:
Obtido a partir da soja fermentada, é rico em proteínas e minerais, como cálcio, fósforo e magnésio. 
 

Sementes:
Sementes de chia, linhaça, girassol, gergelim fornecem boas quantidades de proteína, ômega-3 e vitaminas do complexo B. O gergelim é também excelente fonte de cálcio. 
Cereais integrais:
 
Como o arroz, aveia, amaranto, trigo, quinoa, centeio. Assim como as leguminosas, são boas fontes de proteína vegetal, fornecem vitaminas do complexo B, ferro e fibras.
 
Verduras de folhas verde-escuro:
Como couve, brócolis, escarola, rúcula e agrião são ricas em ferro. 
 
Oleaginosas:
Castanhas, amêndoas, nozes, avelãs e macadâmias, são ricas em gorduras insaturadas, proteínas, fibras e antioxidantes. Além disso são fontes das vitaminas E e do complexo B e de minerais como zinco, potássio, manganês, ferro, cobre e selênio.
A pessoa que quiser fazer a transição para esta dietas deve procurar informações e auxílio de um profissional de saúde habilitado, porém basta um pouquinho de conhecimento sobre os nutrientes de cada alimento que fica fácil fazer combinações perfeitas para uma alimentação saudável.

Oleaginosas: saiba mais sobre uns dos itens mais desejáveis da dieta saudável

Cheia de nutrientes, grupo alimentar ajuda a manter a saúde em dia, no entanto, é necessário ter cautela no consumo

Nada como ter um prato repleto de nutrientes e com muito sabor na mesa e desde que a tendência fitness se tornou um estilo de vida, é comum ver as pessoas mais preocupadas com a alimentação. São pratos mais elaborados com conteúdos menos calóricos e muitas opções para incluir no cardápio: folhas verdes, legumes, verduras, produtos integrais, entre outras opções que tornam as refeições mais saudáveis.

De acordo com especialistas essa preocupação com a alimentação é algo extremamente positivo, pois, reflete diretamente na saúde, uma vez que, não se alimentar de forma adequada pode trazer sérias complicações desde o cansaço até problemas cardiovasculares. No entanto, ainda existem muitas dúvidas sobre os alimentos e suas propriedades, como no caso das oleaginosas, que muitos têm vontade de incluir nas refeições, mas pouco sabem sobre os benefícios ou quais itens fazem parte deste grupo.

Brasileiros querem consumir mais oleaginosas

De acordo com a pesquisa realizada pela Banca do Ramon, 27% dos entrevistados gostariam de consumir mais oleaginosas, que são as castanhas, amêndoas, pistache, nozes, avelã, entre outros. O levantamento intitulado como “Hábitos alimentares dos brasileiros – preferências, dietas e tendências de consumo”, indica que o grupo alimentício é considerado bom para a saúde, por isso há um desejo em incluir nas refeições mais vezes. No entanto, segundo a nutricionista consultora da Banca do Ramon, Nathália Gazarra, são necessários alguns cuidados para fazer o consumo delas. “Por serem ricas em gordura, o consumo exagerado pode levar ao ganho de peso corporal.  A castanha-do-pará, por exemplo, é fon te de selênio e uma ingestão prolongada desse nutriente acima do limite, pode resultar em uma quantidade excessiva de selênio no sangue, o que leva a condição tóxica no sangue, chamada selenose. Esse efeito tóxico pode se acumular no corpo e provocar, queda de cabelo, dores de estômago, dores de cabeça, fadiga, entre outros problemas”, explica.

Combinação faz bem!

As oleaginosas são fontes de gorduras boas, minerais, fitoquímicos e um elevado valor nutritivo e podem ser consumidos in natura e caem muito bem em diversos pratos, tanto os salgados quanto os doces. “Elas são bem versáteis e combinam com vários alimentos, como massas com recheios, vitaminas, saladas, etc. Ou seja, por serem bem democráticas agradam todo tipo de paladar. Além disso é possível fazer um mix de oleaginosas para o lanche da tarde, por exemplo. São leves, saborosas e super saudáveis, pois são um verdadeiro combo de nutrientes”, detalha Gazarra.

Quais os benefícios a saúde?

São inúmeros benefícios que as oleaginosas oferecem a saúde, por possuírem gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, agem de forma muito positiva no corpo, ajudando a manter níveis adequados de colesterol, contribuem com a saúde cardiovascular reduzindo risco de desenvolver doenças, é boa para imunidade, melhora a circulação sanguínea, além de outras vantagens ao organismo.
Veja como esse grupo alimentar pode beneficiar a saúde:

Castanha-do-pará

Uma unidade de castanha-do-pará concentra cerca de 200 a 400 microgramas de selênio, uma pessoa adulta precisa de 55 microgramas diárias desse mineral, ou seja, consumir apenas uma unidade por dia é mais do que suficiente para o organismo.
As castanhas são ricas em vitamina E, além de terem compostos de fenólicos e flavonoides. Elas ajudam a reduzir o risco de algumas doenças, como câncer ou aterosclerose, que é o acumulo de colesterol nas paredes das artérias. Também ajudam a manter a saúde do sistema cardiovascular, a diminuir o colesterol e é também ótima para a imunidade. Além de ativar o metabolismo da tiroide.

Castanhas de Caju

Essa está muito presente nos cardápios de quem é adepto a dietas, pois, é uma grande aliada da saúde. Possui magnésio, que ajuda o corpo a ficar em atividade, é também fonte de fósforo que auxilia na manutenção da saúde óssea, e com o zinco em sua composição, fortalece o organismo protegendo o corpo contra doenças. “Apesar de muito saudável e apresentar vários benefícios à saúde, se consumidas em grandes quantidades são muito calóricas, portanto, o consumo deve ser moderado”, diz Gazarra.

Noz

Provenientes da Europa e Ásia, as nozes são uma verdadeira fonte de nutrientes, são ricas em ômega 3, ômega 6, zinco, potássio, aminoácido arginina, vitamina C e vitamina E. Ajudam na prevenção de câncer de mama e de próstata, na saúde dos ossos, na saúde do coração, auxilia no controle de açúcar no sangue e até mesmo na perda de peso. Além de todos esses benefícios, elas também ajudam a combater a obesidade, hipertensão e níveis altos de colesterol.

Amêndoas

É um alimento muito rico em magnésio, se tornando assim, um ótimo aliado para as gestantes, já que o nutriente ajuda a diminuir as contrações. E por ajudar a combater o cansaço e azia, sintomas comuns em mulheres grávidas, o seu consumo é muito recomendado para as mamães. “A amêndoa previne osteoporose, diminui retenção de água no corpo, e por causa da junção do cálcio com o magnésio também ajudam a combater as câimbras, pois, esses dois nutrientes colaboram na contração do músculo”, detalha a especialista.

Avelã

Com o seu elevado valor nutricional, a avelã combina com diversos pratos sendo eles doces ou salgados. É rica em vitamina do complexo B, que são eficientes no metabolismo das proteínas, o que proporciona bem-estar e energia para as atividades diárias. Além de auxiliar no sistema nervoso, a oleaginosa possui flavonoides que contribui para a melhora a circulação sanguínea, ajudando a fortalecer a saúde do coração.

Algumas dicas

Certamente, existem outras oleaginosas que fazem muito bem a saúde, como a macadâmia e pistache, por exemplo. Todas são fontes de proteína, mas vale a pena se atentar em alguns detalhes. “Na hora da compra é importante ficar de olho, se estiverem esbranquiçadas ou moles, pode ser que estejam com fungos, ao optar pela compra a granel, o ideal é escolher por lugares que sempre fazem a troca de estoque, pois, assim, não estarão expostas por muito tempo, evitando contaminação. Mas, para não correr riscos, é melhor comprar por oleaginosas embaladas a vácuo”, finaliza a nutricionista.

 

Fonte: Banca do Ramon


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