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segunda-feira, 8 de julho de 2019

Dia Mundial do Rock


Linguistas explicam 15 expressões inglesas de algumas músicas


Você sabia que “cantar junto” ajuda no aprendizado de um idioma estrangeiro? Essa foi a conclusão de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Além de dar um upgrade na pronúncia e memória, aprender idiomas com músicas é uma maneira excelente de fixar palavras e expressões novas. Isso porque canções tendem a desacelerar a linguagem, facilitando o reconhecimento de palavras e frases que passariam despercebidas em um discurso.

Confira 15 expressões – selecionadas pelos linguistas do aplicativo de idiomas Babbel –para aprender inglês com seus artistas favoritos: 

     When the sun goes down
Significado da expressão: quando o sol se põe.
Música: “When the sun goes down”, Arctic Monkeys.
     Shiver down the spine
Significado da expressão: arrepio na espinha
Música: “Cigarette Smoke”, Arctic Monkeys.
     What have you been up to?
Significado da expressão: o que você tem feito?
Música: “Snap out of it”, Arctic Monkeys.
     Upside down
Significado da expressão: de ponta cabeça
Música: “Exits”, Foals.
     Take me away
Significado da expressão: leve-me embora
Música: “Blue Blood”, Foals.
     I can´t help it
Significado da expressão: não consigo evitar (de fazer algo).
Música: “Purple yellow red and blue”, Portugal The Man.
     Down to earth
Significado da expressão: uma pessoa “pé no chão”, ou seja, lúcida, realista.
Música: “The Sun”, Portugal The Man.
     No one cares
Significado da expressão: ninguém liga.
Música: “Waves”, Portugal The Man.
     Hang with demons
Significado da expressão: passar tempo com os demônios. Por exemplo: Read the bible in the evening hang with demons on the weekend (ler a bíblia à noite, passar tempo com os demônios no fim de semana).
Música: “Atomic Man”, Portugal The Man.
     Off to sleep
Significado da expressão: ir dormir. 
Música: “Use Somebody”, Kings of Leon.
     I´m on my way
Significado da expressão: estou a caminho. 
Música: “Supersoaker”, Kings of Leon.
     You´re a homie for a life
Significado da expressão: você é meu bff (best friends forever)/ você é meu melhor amigo.
Música: “LOVE”, Kendrick Lamar.
     Don´t kill my vibe
Significado da expressão: não mate a minha vibe/ não acabe com minha festa.
Música: “Bitch, Don't Kill My Vibe”, Kendrick Lamar.
     It’s to die for
Significado da expressão: quando você daria sua própria vida por algo ou alguém. Esta é uma forma exagerada de dizer que você faria tudo por alguma coisa ou uma pessoa.
Música: “Loyalty”, Kendrick Lamar.
     Can't get you off my mind
Significado da expressão: não consigo tirar você da minha cabeça.
Música: “Can't get you off my mind”, Lenny Kravitz


Mais de 60% dos jovens brasileiros utilizam dispositivos móveis para realizar pagamentos, indica Mastercard


Pesquisa realizada em parceria com a Kantar também revelou o desejo de usar o celular para pagar todas as formas de transporte público
 

A maioria dos jovens brasileiros utiliza seus dispositivos móveis para realizar pagamentos, indica pesquisa realizada pela Mastercard em parceria com a Kantar. De acordo com o levantamento, 64% dos jovens realizam frequentemente ou ocasionalmente pagamentos por meio de aplicativos, enquanto 57% fazendo isso em navegadores móveis.

Com o objetivo de entender as atitudes dos consumidores jovens em relação ao dinheiro, a VocaLink, uma empresa Mastercard, elaborou um estudo sobre as atitudes e comportamentos dos jovens entre 18 e 35 anos na América Latina (Peru, Brasil, Argentina, Chile e Colômbia), e mapeou especialmente sua relação com a tecnologia e o dinheiro.

A pesquisa revelou que os jovens brasileiros estão entusiasticamente adotando novas tecnologias, impulsionando os avanços nos pagamentos e criando uma demanda por maior disponibilidade e confiabilidade. Eles veem cada vez mais seus smartphones como uma valiosa ferramenta para sua vida financeira, valorizando o controle oferecido pelos pagamentos por dispositivos móveis. Mais da metade dos respondentes acredita que a transferência e confirmação imediatas são um dos benefícios mais importantes desse método de pagamento, enquanto 47% destacam a facilidade do uso “em movimento” e 42% afirmam que as plataformas móveis oferecem uma importante alternativa nos momentos em que não estão com a carteira.

Segundo o levantamento, a barreira mais relevante para a realização de pagamentos com dispositivo móvel é a taxa de aceitação, 41% afirmaram que “não existem lojas suficientes que aceitam pagamentos com dispositivos móveis”. Outros obstáculos significativos ao uso de pagamentos com dispositivos móveis são principalmente questões relacionadas ao dispositivo: 40% estavam preocupados com o que aconteceria se perdessem o telefone e 38% afirmaram que a duração da bateria poderia ser uma barreira potencial para o uso.

Os jovens brasileiros demonstraram um intenso apetite por novos serviços que tornem suas vidas mais fáceis. Cerca de 80% dos respondentes acredita que “seria conveniente ter mais funcionalidades no mesmo aplicativo”, enquanto 68% achariam útil usar seu smartphone para pagar todas as formas de transporte público. Quase dois terços disseram que seria útil ter todos os seus pontos de fidelidade e recompensas conectados ao smartphone e 73% achariam útil a existência de lojas sem checkout, nas quais os consumidores simplesmente pegam os itens que desejam e saem, enquanto o seu sistema de pagamento pré-aprovado é cobrado. Além disso, 50% considerariam útil poder dividir o custo de uma compra com outras pessoas - uma refeição compartilhada, por exemplo - no momento do evento.

A pesquisa demonstrou ainda que apesar de o dinheiro físico ainda dominar as transações de baixo valor, os cartões são utilizados para pagamentos de maior valor, como mobília. Os pagamentos com cartão de débito estão se tornando um sério rival do papel moeda para as compras do dia a dia. Em algumas categorias de compras, os cartões de débito e crédito já ultrapassaram o dinheiro em espécie. Por exemplo, 63% dos jovens indicaram utilizar cartões para pagar suas compras semanais de mercearia, enquanto 61% usam dinheiro e 63% usam cartões quando comem fora, comparado a 60% que usam dinheiro.

À medida que crescem os pagamentos com cartão, também aumentam os pagamentos por aproximação, aqueles que são realizados aproximando os dispositivos em um leitor habilitado. Atualmente, mais de 4500 cidades brasileiras já estão aptas a realizar este tipo de transação.

Quando perguntados sobre o futuro, os jovens brasileiros indicaram grandes expectativa de mudança para a próxima década. Mais de 40% esperam poder pagar por suas compras apenas com uma leitura da impressão digital, enquanto
41% esperam que todas as transações sejam em tempo real. Mais de um quarto dos respondentes esperam que as agências bancárias tenham sido totalmente substituídas por bancos virtuais.

Para Sarah Buchwitz, Vice-Presidente de Comunicação e Marketing da Mastercard Brasil e Cone Sul, os resultados revelam que o Brasil, e o restante da América Latina, é ser terreno fértil para a evolução dos pagamentos com dispositivos móveis. “A Mastercard apoia o fluxo de pagamentos do mercado brasileiro fornece serviços e soluções que permitam que as pessoas paguem da forma como preferirem. Pesquisas como essa nos fornecem insights de mercado valiosos. Compreender os benefícios percebidos pelo consumidor e os pontos críticos em sua jornada de compra nos ajudam a estar um passo à frente no o desenvolvimento de soluções que tenham suas necessidades no centro de nossa estratégia”, finaliza a executiva.




3 setores da economia em que o inglês técnico está sendo mais exigido

 Crédito: Envato Elements



Agronegócio, Óleo/Gás e Bioenergia são algumas das áreas  que cada vez mais demandam especialização técnica na língua inglesa; outros segmentos já tem essa exigência há anos - como a aviação, a engenharia e a medicina



O inglês  já deixou de ser apenas um diferencial no currículo e tornou-se uma obrigação. Porém, atualmente, existem no Brasil  mais de 4.000 escolas de idiomas, segundo levantamento da Associação Brasileira de Franquias (ABF) em conjunto com as 10 principais franqueadoras no segmento. Em média, mais de 1 milhão de alunos se matriculam todos os anos nestas unidades o que, em tese, poderia projetar o Brasil em um patamar acima da 41ª colocação de um ranking de 70 países que possuem domínio de um segundo idioma. Mas, somente 5% da população brasileira fala uma segunda língua e menos de 3% têm fluência em inglês - o que representa pouco mais de 1,3 milhão de pessoas.  

Entretanto, mesmo com este cenário de poucas pessoas falando a língua fluentemente no país, uma subdivisão começa a crescer neste setor como algo valorizado no mercado: o inglês técnico. De acordo com Rízia Prado, criadora da GreenGo Inglês -primeira Edtech brasileira que oferece aulas online de inglês voltado ao agronegócio- a ideia de criar a plataforma surgiu justamente dessa necessidade dos profissionais de especializarem em um determinado setor. “O brasileiro ainda não prioriza o inglês e muitas pessoas não têm condições financeiras de investir em um curso. Mas as empresas necessitam cada vez mais de profissionais capacitados e, muitas vezes, que apresentem linguagem técnica”, comenta.

O agronegócio, em específico, representa 23,5% do PIB nacional. A busca por jovens e profissionais qualificados nesta área também tem aumentado bastante. Segundo dados levantados pela Michael Page - consultoria de recrutamento -,as contratações aumentaram 25%, entre 2016 e 2017,  sendo os cargos mais buscados de operações, finanças e vendas, levando ao aumento por cursos e treinamentos específicos para atuar nessa área.

“Com esse crescimento, houve uma grande evolução nas novas tecnologias, maquinários, pesquisas e novas empresas multinacionais no campo brasileiro. Dessa forma, o profissional que não souber interpretar as expressões únicas do campo, pode ficar para trás”, complementa Rízia, que além de empresária é a maior agro influencer do Brasil, com mais de 30 mil seguidores em suas redes sociais.

Além do agronegócio, confira  setores que precisam de profissionais com inglês técnico:


Óleo e Gás 
A tendência pela especialização em inglês técnico tem chamado a atenção de um outro setor bastante promissor no Brasil: o de óleo e gás. De acordo com especialistas, o país prepara-se para ser um exportador bastante competitivo nos próximos anos, o que fará com que as empresas busquem profissionais com proficiência mais técnica - como já acontece há algum tempo em outros segmentos, como aviação, engenharia e medicina. 


Bioenergia
De acordo com uma recente previsão da Agência Internacional de Energia (IEA), a bioenergia moderna apresentará um crescimento em recursos renováveis entre 2018 e 20123. Além disso, esse crescimento será responsável por cobrir 40% do consumo de energia no mundo. Com este cenário positivo, o segmento precisará de profissionais capacitados, que saibam a língua inglesa fluentemente para fechar parcerias no exterior e que estejam acostumados com termos mais técnicos.



Rízia Prado Com 8 anos de vivência internacional, é especializada em Gastronomia pela Guilford Tech, tendo trabalhado em fazendas da Carolina do Norte (EUA), e é formada em ESL (English as a Second Language) pela Oxford Seminars, de Nova York. Atuou durante anos no setor de agronegócio como tradutora de artigos técnicos, e desenvolveu o método inédito e exclusivo Raiz com o curso ISA (Inglês de Sucesso Agro), disponível na plataforma GreenGo Inglês, o único treinamento completo de inglês para o agronegócio do Brasil. Além de criadora da plataforma e empresária, hoje é também a maior agro influencer do Brasil, com mais de 30 mil seguidores em suas redes sociais.

Sem capitalização não há solução


Reforma da Previdência

A retirada do regime de capitalização do relatório sobre reforma da Previdência apresentado no dia 13 de junho na Câmara dos Deputados não significa que o assunto está fora do debate. Ao contrário. Só é possível pensar em uma solução para a questão previdenciária se for incluída a capitalização. Mudanças levando em conta apenas aspectos paramétricos, como idade e gênero, significam mero adiamento, algo inconcebível quando se trata de tema tão relevante.

A capitalização representa um salto enorme na construção de um modelo sustentável de previdência, desde que seja acompanhada de salvaguardas sociais para proteger os mais vulneráveis.

Deve-se lembrar que a poupança capitalizada da maneira adequada foi adotada com sucesso em praticamente todos os países em que foi instituída. É um avanço, ainda mais diante de um cenário em que o regime de repartição simples, em que as pessoas em atividade laboral pagam pelos que estão aposentados, tornou-se inviável. Basta fazer as contas: há um claro decréscimo no número de trabalhadores ativos aos quais caberia sustentar com contribuições o contingente dos inativos que, na direção contrária, cresce sem parar e em ritmo acelerado. É a longevidade ganhando terreno, uma excelente notícia que, no entanto, requer novos olhares para questões como a previdência.

Feita essa constatação, é preciso ter cuidado para que o Brasil não repita os erros cometidos pelo Chile no início da década de 1980, onde se optou por uma privatização radical e equivocada da previdência, com o virtual desaparecimento da vertente estatal. Foi um regime marcadamente financeiro, sem uma vocação real para o longo prazo, embora o largo horizonte temporal seja a marca que não pode faltar a qualquer modelo de previdência. Os resultados naquele país têm se mostrado muito aquém do esperado, com aposentadorias em sua maioria de valor irrisório. Felizmente essa linha não foi seguida pela maioria dos países e até os chilenos estão há alguns anos corrigindo seu modelo.

No Brasil, essa lição foi aparentemente aprendida. Nos debates anteriores à apresentação do relatório da reforma ganhou força a tese de que deve ser estabelecido um valor mínimo de benefício. Muito bom que seja assim, mas não se pode esquecer que sem a capitalização a conta não fecha.

Pensando dessa forma, a Abrapp (associação dos fundos de pensão) apoia a abrangente proposta da Fipe/USP, que se baseia em quatro pilares. O primeiro deles cria uma Renda Básica do Idoso, que seria paga a todos os que chegarem aos 65 anos, no valor de R$ 550. O segundo pilar, similar ao atual do INSS, prevê que o trabalhador que ganha até R$ 2,2 mil por mês contribua sobre o salário para ter no futuro um benefício com teto de R$ 1.650, complementar à Renda Básica.

A proposta da Fipe/USP estabelece também que trabalhador com ganho acima de R$ 2,2 mil faça parte do terceiro pilar, de capitalização. O objetivo é que os empregadores continuem pagando os 8% sobre a folha que hoje são depositados no FGTS, mas que este passaria a servir como fonte para a aposentadoria, como também prevê emenda apresentada pelo deputado Kim Kataguiri. O quarto pilar é o modelo que já existe atualmente de previdência complementar, com os planos disponíveis no mercado.

E não se pode esquecer que o Brasil conta com um fator a mais em favor da adoção da capitalização: a previdência complementar fechada, em que os fundos de pensão – entidades sem fins lucrativos e guiados pela cultura do equilíbrio atuarial e financeiro –, que existem há mais de 40 anos, pagam em dia anualmente mais de R$ 42 bilhões em aposentadorias e pensões a cerca de 800 mil pessoas. É poupança capitalizada e gerenciada por planos que têm proporcionado ganhos consistentes dos seus investimentos. Mais ainda, os fundos de pensão adotam governança aprimorada que permite ao participante estar mais próximo da gestão, o que aumenta sua confiança de que seus recursos estão sendo administrados da melhor maneira.

São dados como esses que reforçam a tese de que a capitalização via entidades fechadas de previdência complementar representa uma alternativa vantajosa para os trabalhadores quando se trata de pensar em uma previdência melhor e mais justa. Ela oferece produtos verdadeiramente previdenciários, que devem ser separados daqueles que têm finalidade financeira.

Essa é uma das diferenças fundamentais entre a previdência “fechada” e a “aberta”, oferecida por instituições financeiras. Há espaço para as duas e concorrência sempre é saudável mas deve-se levar em conta que cada uma tem suas características, entre as quais é preciso destacar também a duração dos planos. Os fundos de pensão têm duração média de 15 anos, muito acima da que prevalece na previdência aberta, e é importante sempre recordar que a previdência precisa se basear em uma relação de confiança que perdura décadas entre gestores e poupadores.

Todo esse quadro mostra que a capitalização, mais cedo ou mais tarde, vai voltar ao debate sobre mudanças na Previdência. A demonização de que o tema foi alvo no relatório apresentado na Câmara dos Deputados na semana passada não tem qualquer base técnica e revela desconhecimento sobre o assunto. Exemplos não faltam a nos mostrar que sem capitalização não há solução, desde que ela seja adotada da maneira correta e levando em conta as reais necessidades do País.




Luís Ricardo Martins - presidente da Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de  Previdência Complementar)

Sete ações para conquistar e fidelizar clientes


Presente no centro de qualquer potencial interesse, o cliente costuma ter importante papel no mecanismo que faz mover o mercado, local que abriga todas as atividades desenvolvidas que possuam determinado propósito. Sua origem vem da sociedade existente nos tempos da Roma Antiga, ainda por volta do século V a.C., que se dividia basicamente em patrícios, que compunham a aristocracia, os pebleus, cidadãos livres responsáveis pelo comércio e atividades artesanais, e os escravos, prisioneiros obtidos por meio de guerras. Entre os patrícios e os pebleus, no entanto, havia grupos que costumavam seguir determinado patrício, os chamados “Cliens” (em latim). Daí vem a palavra clientes. A partir deste entendimento é válido considerar que cliente, antes de qualquer coisa, é um seguidor.
Sendo assim, o desafio maior de todos nós, pessoas físicas e jurídicas, prestadores de serviços e/ou fornecedores de produtos tende a estar intimamente ligado ao desenvolvimento de ações que permitam criar, manter, estreitar e fortalecer relações com seguidores, os nossos clientes. Ainda que não haja receita pré concebida tampouco fórmula mágica, algumas delas parecem tão óbvias que acabam por ser tornar requisitos essenciais para este fim, dentre as quais se destacam:
1. Identificar as reais necessidades
Estudar de forma estruturada e cuidadosa a demanda a ser atendida sem que haja qualquer contaminação quanto a atual capacidade para cumpri-la. Manter o afastamento devido entre o que se pode e o que se deve realmente fazer é fator crítico de sucesso na identificação das necessidades de quaisquer clientes;
2. Desenvolver empatia
Saber se colocar na posição do cliente, identificando seus temores e obstáculos existentes, sejam quais forem suas complexidades, reconhecendo eventuais limitações e propiciando, de forma colaborativa, a criação de iniciativas que possam se transformar em meios eficazes para atender as demandas;
3. Estabelecer relação de confiança
Ser verdadeiro com o cliente é a única forma de potencializar uma relação duradoura. Ainda que, às vezes, determinada ação ou resultado não esteja compatível com as expectativas criadas, nada pior que esconder ou criar subterfúgios que burlem, deliberadamente, o caminho previamente traçado;
4. Superar as expectativas traçadas
Partindo do pressuposto de que cumprir o acordado é algo mandatório, cabe estarmos sempre em busca daquilo que possa nos diferenciar. Manter como objetivo perpétuo a superação das metas e entregas alinhadas previamente é um importante requisito de encantamento, o que fortalece qualquer relação;
5. Aprender com os erros
Identificar desvios, assumi-los o quanto antes e criar meios para corrigi-los sinalizam respeito ao cliente e comprometimento com a existência de um ciclo de melhoria contínua. Ainda que sejam vistos como infortúnios a serem evitados, os erros podem nos presentear com aprendizados únicos;
6. Incrementar competências
Aumentar os ‘conhecimentos na prática’, as competências, que irão servir como motor propulsor para o desenvolvimento de novas características geradoras de riqueza em produtos e serviços é requisito básico para qualquer organização que anseia se perpetuar em seu mercado e/ou buscar novas áreas de atuação;
7. Estar atento aos arredores
Observar as ações de atuais e potenciais concorrentes permitirá identificar características que possam despertar interesse dos seguidores que almejamos. Conhecer os outros atores presentes no cenário do qual fazemos e identificar, o quanto antes, eventuais mudanças não é apenas oportuno, é essencial.

José Renato Sátiro Santiago - Consultor e Professor, atuo e escrevo sobre temas relacionados a Gestão do Conhecimento, Inovação, Pessoas, Projetos e Lições Aprendidas.

Vagas sazonais geram quase 13 mil oportunidades de estágio e aprendizagem


Adolescentes e jovens do estado de São Paulo contam com mais de 8 mil oportunidades


Sinônimo de descanso para alguns, o período de férias no mês de julho significa a oportunidade de conquistar a vaga de estágio/aprendizagem para outros. De acordo com levantamento do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE durante o mês de julho serão disponibilizadas 10.129 vagas de estágio e 2.672 de aprendiz nos estados administrados pela instituição.

O estado de São Paulo acumula 6.532 vagas de estágio e 1.897 de aprendizagem. Já o Centro-Oeste e Distrito Federal contam com 1.631 oportunidades para estudantes do ensino superior e 257 para aprendizes. O Nordeste acumula 1.498 vagas de estágio e 404 de aprendizes. Já a região Norte conta com 468 oportunidades para estagiários e 114 para aprendizes.
A sazonalidade ocorre, pois tanto o contrato de estágio, quanto o de aprendizes, tem tempo pré-determinado. Os picos ocorrem nos meses de julho, dezembro, janeiro, fevereiro e março.


Entenda

O aprendiz é contratado em regime CLT especial, com tempo pré-determinado. As vagas são destinadas para jovens entre 14 e 24 anos incompletos que estão cursando ensino fundamental, ensino médio ou já concluíram. A cota é a única medida pública que combate à evasão escolar e o trabalho infantil.

O estágio é um contrato educacional e por isso é obrigatória a participação de uma instituição de ensino. Alunos do ensino médio, técnico e superior podem ser estagiários. Desde a mudança na Lei de Estágio o contrato ganhou tempo máximo de dois anos.




CIEE


Banco Central: menos interferência, mais estabilidade



O objetivo principal do Banco Central é a estabilidade econômica. Do ponto de vista dos consumidores, a estabilidade econômica é fundamental pois, se os preços crescem de modo abrupto, há perda do poder de compra das famílias. Ou seja, como o reajuste dos salários acontece uma vez por ano, se os preços crescerem diariamente e de modo rápido, as famílias passarão a comprar menos produtos que nos meses anteriores, já que o salário não acompanha o reajuste mensal dos preços mensurados pelos índices de inflação. Para as empresas, o aumento dos preços pode reduzir a demanda e levar à geração de estoques ou queda das vendas, acarretando na demissão de funcionários.

Com a recente recessão de 2015 e 2016, houve aumento do nível de desemprego - justamente quando a meta de inflação, que era de 4,5% ao ano, alcançou 10,75% ao ano. Os resultados são perceptíveis até os dias atuais: desemprego elevado, redução do consumo e taxas de crescimento econômico extremamente baixas. A condução de política monetária, à época da crise, não foi capaz de controlar a inflação que há anos não chegava na casa de dois dígitos. Na verdade, a condução das políticas levou à essa situação.

Assim, se o Banco Central se torna refém das políticas econômicas adotadas pelo Governo, pode deixar de lado o principal objetivo, que é a estabilidade econômica - e, com isso, gerar resultados de alta de inflação e desemprego como nos anos recentes. Dessa forma, quando se debate sobre a independência do Banco Central, volta-se à discussão sobre a importância da instituição na estabilidade econômica.

Essa discussão tem se tornado mais frequente desde a década de 1990, principalmente com a criação da União Europeia e por parte da atuação do Banco Central dos Estados Unidos - o Federal Reserve (FED). Ela parte da própria evolução dos Bancos Centrais, como o Banco Central Inglês, criado ainda no século XVII. Com o tempo, os bancos centrais foram deixando de atuar como bancos comerciais para reduzir o impacto sobre a inflação e, também, por serem bastante próximos dos governos, pois eram utilizados principalmente para financiar os gastos públicos.

Autores favoráveis à independência mostram que se a política monetária é considerada crível e há credibilidade do Banco Central, há melhora nas expectativas dos agentes. Além disso, há estudos que tratam da relação entre a independência do Banco Central e a taxa de inflação, que mostram que quanto maior a independência deste, menores serão as taxas de inflação. Há também a análise da rotatividade do presidente do Banco Central, que resulta na maior independência do Banco - embora haja indícios de que um presidente pode ficar mais tempo no cargo para ser subserviente às decisões do governo. Dessa forma, o atual projeto também estabelece mandatos não coincidentes de 4 anos com o mandato de presidente, evitando que as decisões de política monetária sejam influenciadas pelo governo.

Há que se esperar as alterações do projeto, se aprovado. Mas, ao que tudo indica, pode-se esperar maior credibilidade do Banco Central e menor interferência do governo na sua condução, sendo uma medida bastante positiva e há muito esperada pelo mercado.




Giovanna Miranda Mendes - doutora em Economia Aplicada e professora do curso de Economia da Universidade Positivo.


Kaspersky alerta sobre novo ransomware que explora vulnerabilidade do Windows


Mesmo com foco na Ásia, atividades do Sodin foram detectadas na Europa, América do Norte e América Latina
 
Os pesquisadores da Kaspersky descobriram um novo ransomware chamado Sodin, que explora uma vulnerabilidade desconhecida (zero-day) do Windows para obter privilégios de administrador nos sistemas infectados, e ainda aproveita a arquitetura da Unidade Central de Processamento para evitar sua detecção – funcionalidade que não é muito comum em ransomware. Geralmente, este tipo de ameaça requer alguma forma de interação com o usuário – como abrir um anexo enviado por e-mail ou clicar em um link malicioso. Os invasores que usaram o Sodin não precisavam de tal ajuda, geralmente eles encontravam um servidor vulnerável e enviavam um comando para baixar o arquivo malicioso chamado "radm.exe", isso bastava para baixar o ransomware e executá-lo.

De acordo com os pesquisadores da Kaspersky, o que dificulta ainda mais a detecção do Sodin é o uso da técnica “Heaven's Gate”. Isso permite que um programa mal-intencionado execute código de 64 bits de um processo em execução de 32 bits, o que não é uma prática comum e mais incomum em ransomware. A maioria dos alvos do Sodin foram encontrados na Ásia: 17,6% dos ataques foram detectados em Taiwan, 9,8% em Hong Kong e 8,8% na República da Coreia. No entanto, também foram identificados ataques na Europa, América do Norte e América Latina. Os criminosos responsáveis por este ransomware exigem como resgate a quantia de US$ 2.500 em Bitcoin da vítima.

Apesar dos ataques de ransomware
terem caído 30% nos últimos dois anos, temos observado uma mudança de comportamento: os hackers têm escolhido os seus alvos tendo em conta seu potencial, dando preferência a grandes instituições e empresas que possam pagar o resgate pedido, diminuindo, assim, o volume de ataques contra usuários domésticos. Este foco em organizações tem como objetivo deixá-las sem sistema por bastante tempo, causando prejuízos consideráveis, o que, por sua vez, tem levado os hackers a utilizarem técnicas cada vez mais avançadas, como é caso do Sodin”, avalia Fabio Assolini, analista sênior da Kaspersky no Brasil.

Para evitar ser vítima de ransomware como o Sodin, os especialistas da Kaspersky aconselham as empresas a:


•    Certificarem que todos os softwares usados na empresa sejam atualizados. Produtos de segurança com gerenciamento de vulnerabilidades e de atualizações podem automatizar esses processos;


•    Utilize uma solução de segurança robusta, como o
Kaspersky Endpoint Security for Business, equipada com recursos de detecção baseada em comportamento para proteção eficaz contra ameaças conhecidas e desconhecidas, incluindo exploits.

Todas as soluções de segurança da Kaspersky detectam o ransomware como Trojan-Ransom.Win32.Sodin. A vulnerabilidade CVE-2018-8453 que o ransomware usa foi detectada anteriormente pelas tecnologias da Kaspersky em campanhas malicioasas que os pesquisadores acreditam ser do grupo FruityArmor. A
vulnerabilidade foi corrigida em 10 de outubro de 2018.

Para mais informações, acesse o relatório completo em
Securelist.com.




Kaspersky
www.kaspersky.com.br

O GRITO DOS MAUS E O SILÊNCIO DOS BONS


        Atribui-se a Martin Luther King o mérito de haver resumido o sentimento de tantos ao afirmar que o silêncio dos bons o preocupava mais do que o grito dos maus. Não obstante, criei-me ouvindo que o bem não faz alarde e isso me parecia, de fato, adequado à bondade, à virtude, à caridade.
Foi muito a contragosto, então, que, enquanto as décadas se sucediam, fui vendo o mal, travestido de bem e fazendo toda a gritaria possível, ampliar seus espaços, avançar e tomar posições indicativas de consistente hegemonia. Há 34 anos, quando comecei a escrever e a gritar contra isso, éramos poucos, dispersos e mal vistos.
        O grito dos maus fez o Brasil afundar em complexo de inferioridade. Ensinaram-se alunos a desprezar nossa história e raízes e a afirmar que nossos males correspondem a culpas alheias. Ao mesmo tempo, foram sendo destruídos os valores morais, incentivado um conceito libertino de liberdade e promovida uma decadência estética. Bandidos foram mitificados, os crimes tolerados e a criminalidade expandida. Agigantou-se o Estado e o valor do indivíduo foi reduzido a dimensões liliputianas. Propagou-se tanta mentira e pós-verdade que os fatos ficaram irreconhecíveis. Tudo gritado e difundido como essência do Bem.
        O silêncio dos bons aplainava a estrada e fornecia água ao longo do caminho para a gritaria dos maus que avançavam. Não me diga o leitor destas linhas que pode ser o contrário. Não me diga que o bem para uns pode ser o mal para outros e vice-versa, pois tal é o relativismo moral, árvore má bem conhecida por seus péssimos frutos. Para vê-los basta abrir a janela.
        Foram as redes sociais que deram potência sonora à voz dos bons. É verdade que elas democratizaram o direito de dizer besteira, de mentir e de promover o mal, que sempre foi privilégio de alguns grandes veículos de comunicação. Mas democratizaram, também, a busca e difusão da verdade, da sabedoria, dos valores. Lembro-me que inúmeras vezes ouvi de cientistas políticos advertências no sentido de que, nas redes sociais, “falávamos para nós mesmos” porque elas agregavam as pessoas por afinidades. Não deveríamos, portanto, nos deixar iludir em meio às concordâncias que colhíamos àquilo que escrevíamos ou falávamos. Bendita agregação por afinidade! Foi dela que, mesmo no ambiente caótico e babélico das redes sociais, a voz dos bons começou a mudar o Brasil.
        Resumindo: as redes sociais agregam por afinidade; agregam bons e agregam maus. Sendo aqueles muito mais numerosos do que estes, as redes se revelaram preciosas à democracia, tanto por reduzirem a influência de certos veículos e formadores de opinião quanto por, dando voz à maioria, estarem alterando peças no tabuleiro da política. Martin Luther King, se vivo fosse, estaria muito satisfeito.



Percival Puggina - membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

sábado, 6 de julho de 2019

Low-carb: uma opção para o tratamento da obesidade infantil?


Crianças que já apresentam sobrepeso ou obesidade podem se beneficiar de uma prática caracterizada pela restrição de açúcares e carboidratos refinados e pelo consumo de comidas de verdade


A obesidade é um problema que há décadas assola a população mundial. Trata-se de uma epidemia que aflige não apenas adultos, mas também crianças. Segundo dados da Federação Mundial da Obesidade, atualmente, são 42 milhões de crianças de 0 a 5 anos, no mundo inteiro, que estão acima do peso ou são obesas. No Brasil, de acordo com pesquisas do Ministério da Saúde, 12,9% da população infantil de 5 a 9 anos já sofrem dessa condição.

As causas da obesidade são múltiplas, incluindo fatores genéticos, ambientais, psicossociais e comportamentais. Não é possível ignorar, contudo, a alimentação como elemento-chave para o seu desenvolvimento. Vários estudos já demonstraram a utilidade da abordagem low-carb no manejo do sobrepeso e obesidade. Isto é de se esperar, tendo em vista que a prática alimentar se define pela restrição de açúcares e carboidratos refinados e preza pelo consumo de comidas de verdade - proteínas, gorduras naturais e vegetais de baixo amido.

“Estudos já demonstraram a eficácia da abordagem low-carb em adolescentes com obesidade e síndrome metabólica”, afirma o médico, diretor-presidente da Associação Brasileira LowCarb (ABLC), José Carlos Souto. Um estudo publicado ano passado no periódico científico Pediatrics, bem como a mais recente diretriz nutricional da Associação Americana do Diabetes, indicam que low-carb pode ser uma alternativa viável também para crianças diabéticas, desde que acompanhadas pelo endocrinologista pediátrico e por um nutricionista com experiência nesta área, diz Souto.

Souto destaca que a má alimentação é um fator importante para a ocorrência de obesidade, não apenas infantil, mas em todas as idades. Entendendo por má alimentação, segundo o médico, o consumo de alimentos altamente processados, com grande quantidade de açúcares e farinhas, que apresentam, normalmente, baixo valor nutricional. Entre esses produtos estão: biscoitos, cereais, balas, confeitos, bebidas como refrigerantes, e até mesmo os sucos de frutas mais comumente apreciados, como laranja e uva.

Conforme o diretor-presidente da ABLC, esses produtos tendem a fornecer altos níveis de energia, além de estimular o hormônio insulina, o que leva ao armazenamento de gordura. “Além disso, devido à baixa saciedade que conferem, uma dieta baseada nesse tipo de alimentos costuma favorecer o aumento da ingestão calórica e consequente ganho de peso”, explica.

Crianças saudáveis, sem sobrepeso, nem diabetes, por exemplo, não precisam fazer low carb, ou seja, podem consumir frutas e vegetais ricos em amido, e até mesmo arroz e feijão. A preocupação com a qualidade da comida, no entanto deve permanecer a mesma, e o papel dos pais é essencial.

Segundo o médico endocrinologista, diretor científico de Medicina da ABLC, Rodrigo Bomeny, eles devem ser os responsáveis por assegurar que as principais refeições em casa tenham como base alimentos como saladas, legumes, verduras, frutas, ovos, carne bovina, frango, peixe, para que as crianças possam adaptar o paladar ao consumo de comida natural. “Uma forma interessante de fazer isso é envolvê-las no preparo de receitas saudáveis, estimulando o contato delas com os ingredientes desde cedo”, sugere.

Como crianças tendem a repetir o comportamento dos pais, além de fazerem com que elas adotem uma dieta rica em comida natural, é recomendável, segundo a ABLC, que os adultos sigam essa prática alimentar. Nesse sentido, de acordo com o médico endocrinologista, evitar a compra e armazenamento de alimentos nutricionalmente pobres nos armários e geladeiras é uma boa prática.
É comum a alegação de que uma dieta baixa em carboidratos é pouco acessível à população brasileira. Na verdade, qualquer tipo de dieta pode ser feito com alimentos mais caros ou mais baratos. É possível adotar uma alimentação low carb com ovos, frango, carne de segunda, legumes e vegetais da estação, por um preço praticamente equivalente àquele necessário para adquirir produtos processados e industrializados. “Não é necessário comer filé mignon e salmão todos os dias para seguir uma alimentação pobre em carboidratos”, argumenta. De acordo com o médico, o que encarece as dietas costuma ser a inclusão de ingredientes exóticos da moda, e as chamadas “super foods”, que não são necessárias para uma alimentação saudável, seja ela low-carb ou não. “Low-carb se faz com feira e açougue”, diz Souto.

Vale destacar que, de acordo com normas da Organização Mundial de Saúde (OMS), Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), até os 6 meses de idade, a criança deve ser alimentada exclusivamente pelo leite materno. Apenas depois desse período, alimentos complementares começam a fazer parte da dieta.

Cartilha alimentar infantil

Um dos propósitos da ABLC é divulgar conhecimento científico e propagar informações sobre a saúde, alimentação e qualidade de vida à sociedade. Diante de um cenário em que a obesidade em crianças se torna uma questão preocupante, muitos pais e professores solicitaram à associação um material para auxiliar as crianças no aprendizado a respeito de uma alimentação saudável.

Nesse sentido, a ABLC vem desenvolvendo a Cartilha Alimentar Infantil, cujo objetivo é fornecer informações a respeito de uma alimentação saudável baseada em comida de verdade, segundo os princípios do Guia Alimentar Brasileiro. Além de material de suporte para pais e professores com referências científicas sobre o assunto, a cartilha apresentará uma história infantil ilustrada.

Quem disse que chocolate não pode fazer parte de uma vida saudável?




Tratado como vilão durante anos, o chocolate mostra hoje que pode sim ser aliado de uma vida saudável. As mais recentes pesquisas exaltam as qualidades do cacau como poderoso antioxidante e auxiliar na regulação do humor, e mostram que o chocolate se consumido com moderação pode trazer enormes benefícios a saude.

A coach nutricional
Gabi Lodewijks ressalta as propriedades do alimento e os principais benefícios com o consumo: "Um chocolate com uma quantidade maior de cacau pode trazer vários benefícios à sua saúde. Por ser um antioxidante, ele pode proteger as células que degeneram tumores cancerígenos. Além disso, a sensação de bem-estar que sentimos quando comemos chocolate é causada pela ação da endorfina e da dopamina, ótimo aliado na TPM. Outro beneficio do chocolate são algumas mascaras de beleza contendo cacau em sua composição e isso porque ele tem alto poder hidratante e por combater os radicais livres ele acaba evitando a oxidação das células”.


Mas qual chocolate escolher?

Gabi Lodewijks ensina como não errar na escolha do chocolate: “Opte pelo chocolate amargo, que tem mais cacau, o que o torna mais rico em antioxidantes, com maior quantidade de nutrientes e menor teor de gordura e açúcar. Porem esses benefícios não se encontram no chocolate ao leite e mo chocolate branco que  é mais calórico, porque como ele não é feito de cacau, e sim da manteiga do cacau, contém mais gordura que os outros tipos de chocolate. Uma boa opção para quem gosta de chocolate ao leite e começar consumindo um chocolate 55% cacau e aos poucos aumentando. O ideal e consumir 70% cacau ou mais”.


Cuidado com o chocolate diet

Para quem quer emagrecer, Gabi alerta: "não caia na armadilha de consumir chocolate diet pensando ser melhor. Esses geralmente são feitos para diabéticos e não contem açúcar, mas sim adoçante em seu lugar. No entanto, para poder manter o sabor e a consistência eles acabam usando mais gordura. Então acaba que esses chocolates diet são iguais ou mais calóricos que o normal. Ainda temos o chocolate light que contem menos calorias, em media de 25% a menos. Os chocolates zero são como os diet, mas não tem nutriente algum, podendo ser sem açúcar, sem gordura ou sem lactose, e são feitos sob medida para dietas especiais. Preste atenção: os produtos escritos no rotulo ZERO não contem menos calorias e sim algum nutriente a menos para se encaixar em dietas especiais”.


Aprecie com moderação

A coach nutricional alerta: "o chocolate, assim como qualquer outro alimento, não deve ser consumido em excesso, mas também não precisa sair de vez da sua vida. Consuma com moderação e aproveite os benefícios que ele nos proporciona. Alem de ser uma delicia, nos da energia, sensação de bem estar e muito mais”.

Receita saudável com chocolate


Bolo de caneca


• 1 ovo
• 1 colher de mel ou açúcar de côco
• 1 colher de cacau (pode fazer com  canela também ou só canela)
• 1 colher de farinha de amêndoa



Cobertura de brigadeiro fake

2 medidas de leite em pó
1 colher de cacau
Adicione água aos pouquinhos



Modo de Preparo;

Mistura tudo na caneca e ponha no microondas por 1:30min, dependendo do forno ate 2min. E pronto. 
Adicione o brigadeiro fake se desejar ou alguma fruta.





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