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Especialista da Rede
Pitágoras, Anny Carneiro Santos, destaca a importância do
descanso e indica práticas e tendências fundamentais
para um novo ciclo de sucesso
Depois de um ano repleto de atividades como o planejamento de aulas, exercícios, provas e correções é fundamental que os professores tenham um momento para recompor suas energias para o novo ano letivo. Assim, descansar é uma prática importante para retornar as atividades de maneira renovada e com preparo para continuar com o exercício de desenvolver aprendizagens.
Para a assessora pedagógica da Rede Pitágoras, Anny Carneiro Santos, para o professor ‘desacelerar a mente’ depois de um ano intenso, o segredo é o autocuidado. “É necessário, durante o período de descanso, viver intencionalmente experiências diferentes das existentes na rotina escolar e na prática docente, pois esse é um momento único e exclusivo do professor”, comenta.
A especialista destaca que esse período é necessário para assegurar o desenvolvimento da criatividade que o próximo ano letivo exigirá. Após o recesso, de acordo com Anny, no momento de definição das estratégias para o próximo ano, há práticas que podem auxiliar o educador a ser mais assertivo.
“Recomendamos que o
professor faça reflexões sobre o contexto de suas turmas; tenha visão
clara dos objetivos educacionais, da proposta pedagógica da escola, do material
didático etc.; reflita sobre seu papel enquanto mediador, sobre quais
ferramentas, recursos e infraestrutura a escola consegue disponibilizar para
suas práticas pedagógicas, como as inteligências artificiais (IA)
educacionais; comunique-se com os estudantes; e planeje-se para
avaliar de acordo com o seu contexto”, afirma a assessora.
Oito
tendências educacionais para 2026
Anny destaca que após compreender,
sistematizar e inserir as tendências do ano ou prioridades próprias
do contexto da escola e dos sujeitos que a compõem, é
necessário também olhar para as perspectivas como um todo,
que perpassam ou exigem da escola um olhar diferenciado. Por isso, a
especialista aponta alguns dos fatores educacionais que devem orientar o
planejamento dos educadores para 2026. Confira!
1. Saúde mental dos
professores e estudantes;
2. Foco na implementação
de processos de ensino e aprendizagem socioemocionais;
3. A Inteligência
Artificial, pensamento computacional e educação midiática;
4. Aprendizagem
personalizada com IA;
5. Aprendizado
adaptativo com IA;
6. Inserção mais forte
dos contextos digitais para formatos mais flexíveis de ensino e
aprendizagem;
7. Planejamento para
aprendizagens visíveis com uso de dados educacionais;
8. Fortalecimento das
abordagens e inclusão dos temas transversais curriculares nas práticas
pedagógicas
Rede Pitágoras
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