Cerca de 1 milhão de brasileiros entre 35 e 49 anos assume, simultaneamente, cuidados com os filhos e pais idosos. Desse total, 60% são mulheres
No Brasil, aproximadamente 955 mil
adultos entre 35 e 49 anos vivem em lares multigeracionais, onde dividem tempo
e recursos entre o cuidado com os filhos e o apoio aos pais idosos. Desses, 60%
são mulheres, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
Contínua (PNAD Contínua), de 2023.
Esse grupo integra a chamada “geração
sanduíche”, termo cunhado em 1981 pela assistente social norte-americana
Dorothy A. Miller para descrever adultos que acumulam responsabilidades com as
gerações ascendentes e descendentes da família.
A sobrecarga imposta por essa
configuração familiar exige preparo físico, emocional e, sobretudo, financeiro.
Diante de tantas demandas simultâneas, o planejamento torna-se essencial para
preservar a estabilidade do núcleo familiar. Nesse cenário, o seguro de vida
surge como um aliado estratégico, especialmente para as mulheres, que costumam
estar no centro dessas relações.
Para Anna Angotti, gerente de seguros
de vida individual e de viagem da Omint, o seguro vai além de um instrumento
financeiro: é também uma forma de cuidado. “O seguro de vida não deve ser
pensado apenas para situações extremas, mas como um apoio concreto para mães
que precisam garantir a estabilidade financeira dos filhos enquanto cuidam dos
pais”, afirma a executiva.
Entre as coberturas mais relevantes
para esse público, destacam-se:
1. Doenças graves: permite o resgate
do valor segurado logo após o diagnóstico de alguma das enfermidades previstas
em contrato, oferecendo liquidez imediata para custear tratamentos, adaptações
na rotina ou outras necessidades prioritárias.
2. Invalidez permanente total ou
parcial:
assegura recursos financeiros para enfrentar a perda total ou parcial da
capacidade de trabalho, contribuindo para a manutenção da autonomia e da
qualidade de vida.
“Ambas as coberturas podem ser acionadas em vida, e o capital segurado é totalmente personalizado. Após o diagnóstico, a beneficiária recebe o valor da apólice em até 30 dias, podendo utilizá-lo da forma que considerar mais adequada às suas necessidades”, explica Angotti.
Em cenários mais extremos, como o falecimento da segurada, o valor estipulado é repassado aos beneficiários indicados, que podem ser os próprios filhos e/ou os pais, assegurando estabilidade financeira mesmo em sua ausência.
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