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| Sensor de tráfego na Rodovia Dom Pedro I (SP-065) no km 58+200m |
A ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo),
responsável pela gestão das concessionárias que fazem parte do Programa de
Concessões Rodoviárias do Estado, busca sempre a eficiência na gestão da malha
concedida. Por isso, a Agência estabelece, por meio de seus contratos de
concessão, que as empresas implantem ao longo da malha viária Sensores
Automáticos de Tráfego (SAT’s). Entre as diversas funções, esses equipamentos
realizam o levantamento do volume de tráfego em tempo real que auxilia as
operações especiais em feriados prolongados, por exemplo.
Atualmente, são 597 contadores localizados nos 11,1 mil quilômetros de rodovias no estado, que representam mais de R$ 40 milhões em investimentos. O SAT é uma ferramenta primordial para o controle de tráfego nas rodovias, além de coletar informações que permitem fazer as análises de fluidez e qualidade da operação nas vias, por meio da classificação de nível de serviço estabelecida no Manual do HCM (Estudo de Capacidade Urbana e Rodoviária).
A classificação vai de “A” até “F”, sendo “A” a melhor e “F” a pior. A rodovia é classificada em nível “A” quando possui um fluxo livre, liberdade para manobras e limitada apenas pelas condições de segurança. Já o nível de serviço "F" ocorre quando há um colapso no fluxo de veículos. Ou seja, congestionamentos, com paradas repentinas na faixa de rolamento causados pelo alto volume.
“O investimento em sensores de monitoramento e de computação de dados são essenciais à análise técnica da ARTESP para a modernização e melhorias nas vias. O controle de fluxo de veículos ajuda, por exemplo, nas pesquisas de expectativa de movimento nas rodovias durante feriados, no melhor horário para a realização de obras e na implantação de novos serviços. Ou seja, é essencial para o dia a dia da concessão”, explica Santi Ferri, Diretor de Operações da ARTESP.
Vale destacar que no caso de locais sem a instalação de
equipamentos, como alguns acessos (SPA’s) e interligações (SPI’s), as
concessionárias elaboram contagens manuais pelo período de uma semana ao longo
de cada semestre, para estimar o volume diário médio de veículos nestes locais.

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