Especialista em relacionamentos fala sobre
a importância da denúncia da violência doméstica independentemente do contexto
Neste sábado (11), a apresentadora Ana Hickmann foi vítima de violência doméstica do empresário Alexandre Correa, o qual era casada há mais de 25 anos. Segundo o boletim de ocorrência feito pela apresentadora, acessado pelo G1, o empresário foi denunciado por lesão corporal e violência doméstica. O episódio aconteceu dentro da casa da família, em Itu, no interior de São Paulo. Nas redes sociais, o empresário disse que foi uma discussão e que foi "caso isolado".
“Queria agradecer o carinho e apoio de todo mundo. O momento está
sendo difícil para mim e para minha família. Ainda não estou pronta para falar
a respeito”, disse Ana Hickmann no programa Hoje em Dia desta segunda (13).
Mesmo diante dos holofotes da mídia, a apresentadora foi trabalhar e deixou
esse recado no final da edição. São muitos os casos de violência doméstica que
em muitos casos acabam entrando nas estatísticas de feminicídio.
Nos primeiros seis meses de 2023, 722 mulheres foram vítimas
de feminicídio no Brasil, contra 704 no mesmo período do ano passado. “Não tem como falarmos de violência
doméstica sem falar de feminicídio. Mesmo diante de alegações como ‘caso
isolado’, é importante denunciar, principalmente pelas diversas formas que a
violência pode ser identificada: abuso físico, emocional, sexual, econômico e
psicológico. Estes ocorrem frequentemente dentro do ambiente considerado mais
seguro: o lar”, disse Henri Fesa, Médium
especialista em relacionamentos e fundador da Casa
de Apoio Espiritual Henri Fesa.
O especialista também fala sobre o apoio emocional que as vítimas
precisam. “Não é um momento para perguntas, é um momento para acolhimento,
sobretudo porque muitas mulheres ainda não se sentem seguras para fazer a
denúncia. A busca por apoio emocional, seja na espiritualidade ou em outros
meios, é primordial para seguir a vida. A honestidade na fala da apresentadora
em dizer que não está pronta para falar é mais um dos tantos exemplos que ela,
mesmo em uma situação bem difícil, nos deu”.
Não existem hierarquias de poder dentro de um casamento. É importante pontuar que essa ideia que coloca o homem como figura central da família também é machista e contribui para os índices citados. A união matrimonial deve ser respeitosa, com empatia e companheirismo. Quando se tem esse pensamento em mente, não existe a possibilidade de violências do gênero, por isso que “caso isolado”, se for, de fato, o caso, deve ser denunciado. “Procure ajuda, sempre”, finaliza Henri.
Henri Fesa - Médium auxilia pessoas com problemas espirituais,
principalmente, no campo amoroso. Especialista em relacionamentos, possui mais
de 30 anos de experiência, criando soluções efetivas com um trabalho de
qualidade e sem enrolação. A Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa recebe pessoas
de todas as religiões e, dentro da crença de cada um, realiza os Trabalhos,
atuando com segurança e seriedade, sem a utilização de magias de baixa
vibração. Saiba mais aqui!
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