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segunda-feira, 6 de outubro de 2025

Governo de SP muda regras do ICMS Educação para valorizar municípios com melhores indicadores escolare

Proposta redistribui recursos com base em desempenho educacional e reduz distorções herdadas do modelo anterior

 

 

O governo de São Paulo envia nesta sexta-feira (3) à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) um anteprojeto de lei para regulamentação do ICMS Educação. A proposta, elaborada pela Secretaria da Educação do Estado (Seduc-SP), visa aperfeiçoar a legislação estadual e atender às determinações da Emenda Constitucional nº 108/2020 que definiu o Novo Fundeb e exige que parte da cota-parte do imposto sobre circulação de mercadorias e serviços seja distribuída entre os municípios com base em indicadores de aprendizagem e equidade. A estimativa é que sejam redistribuídos mais de R$ 800 milhões entre as cidades paulistas.

 

Atualmente, a Lei estadual nº 3.201/1981, modificada pela Lei nº 17.575/2022, define que 13% da arrecadação do ICMS sejam destinados à educação. Porém, apenas metade deste valor é distribuída conforme critérios de qualidade da educação. A outra metade leva em conta o porte do município.

 

A nova proposta corrige essa distorção e passa a vincular 100% dos recursos exclusivamente a indicadores educacionais de desempenho e equidade, em conformidade com a Constituição.  Com isso, São Paulo passa a incentivar a melhoria contínua da educação nos municípios.

 

“O percentual continua sendo de 13% da arrecadação do ICMS, como previsto na legislação vigente. O que muda é a forma de distribuição desses recursos entre os municípios. Ao vincular os repasses a indicadores de desempenho, incentivamos os municípios a investir continuamente na qualidade da educação e na criação de uma cultura de excelência e responsabilidade na gestão educacional. Trata-se de um compromisso com a equidade e com o futuro das nossas crianças”, destacou o secretário da Educação, Renato Feder.


 

Índice de Qualidade da Educação Municipal (IQEM)

 

Para a redistribuição do ICMS, entre os mecanismos da proposta da Seduc-SP está a alteração do Índice de Qualidade da Educação Municipal (IQEM). O IQEM, por sua vez, será composto pelo resultado das avaliações do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar de São Paulo (Saresp) — principal ferramenta utilizada para medir o desempenho dos estudantes no 2º e 5º anos do Ensino Fundamental da rede estadual e também das redes municipais. Nesse sentido, a nova fórmula de cálculo prevê:

 

40% para desempenho em alfabetização (alunos do 2º ano do Ensino Fundamental);


40% para desempenho em aprendizagem nos anos iniciais (alunos do 5º ano do Ensino Fundamental);


10% para equidade, com base no nível socioeconômico dos estudantes;


10% para percentual de matrículas em tempo integral, nos anos iniciais do Ensino Fundamental.

 

As metas de melhoria serão definidas por município, a depender da sua própria evolução e não entre pares. O cálculo também garante que municípios com maior percentual de alunos em situação de vulnerabilidade entre os matriculados nos anos iniciais recebam incentivos adicionais." 

Para evitar mudanças abruptas, o texto enviado à Alesp estabelece um período de transição gradual entre os anos de 2026 e 2028.

“A iniciativa é inspirada em boas práticas adotadas por estados como o Ceará e tem como objetivo estimular a melhoria contínua das redes de ensino municipais, com foco em resultados concretos, especialmente na alfabetização na idade certa, aprendizagem nos anos iniciais e ampliação do tempo integral — sem prejuízo à autonomia dos entes federados”, acrescentar Feder.


Estação Tatuapé da CPTM recebe cadastro para vagas de estágio e aprendizagem nesta segunda-feira (06)

 Estudantes entre 14 e 24 anos poderão se cadastrar e tirar dúvidas em relação ao mundo do trabalho com profissionais do CIEE, das 11h às 15h


Quem estiver passando pela Estação Tatuapé da CPTM na próxima segunda-feira (06/10) poderá participar da ação realizada em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE). Durante a atividade, realizada sempre das 11h às 15h, serão oferecidos serviços como cadastramento em vagas de estágio e cursos de aprendizagem. 

As vagas são para estudantes entre 14 e 24 anos matriculados nos ensinos médio, técnico ou superior. Durante o evento, haverá divulgação de cursos online, orientações e atendimento pelos profissionais do CIEE, que prestam apoio aos jovens à procura de vagas de estágio e auxiliam na solução de dúvidas em relação ao mundo do trabalho.
 

Ações de Cidadania

Todas as iniciativas são realizadas com o apoio da CPTM, que abre espaços em suas estações para a realização de atividades ligadas à promoção do bem-estar de seus passageiros.
  

Serviço

CIEE: cadastramento para estágio e aprendizagem
Local: Estação Tatuapé (Linhas 11-Coral e 12-Safira)
Data: Segunda-feira (06/10)
Horário: das 11h às 15h

 

Os pequenos que movimentam a economia e transformam o Brasil

Responsáveis por mais de 80% da criação de empregos, micro e pequenas empresas geram renda que beneficia mais de 96 milhões, número superior à população de três regiões brasileiras

 

Quando estiver na rua, olhe ao seu redor. A maioria das lojas no seu caminho seguramente será de pequenos negócios. Embora pequenos no nome, são eles que sustentam a base da economia brasileira. Representam 97% do total de empresas do país e a renda que geram beneficia direta ou indiretamente mais de 96 milhões de pessoas. Esse número, revelado pela segunda edição do Atlas dos Pequenos Negócios, que o Sebrae divulgou no último dia 24, representa muito mais do que a população de três das cinco regiões brasileiras (Norte, Sul e Centro Oeste). Os 13 estados dessas regiões e o Distrito Federal somam cerca de 63 milhões de pessoas. 

A comparação é apenas um exemplo da relevância dos pequenos negócios na vida dos brasileiros, o que é reforçada por outros indicadores. A cada 10 empregos formais criados no Brasil, as micro e pequenas empresas (MPEs) são responsáveis por 8. Em agosto, por exemplo, 147,3 mil empregos foram gerados no país e as MPEs responderam por mais de 124 mil desse total (84,5%).

 A força dos pequenos negócios para fazer a economia girar vem de gente como Raquel Pacheco. Quem hoje vê o movimento em seu restaurante, Casa de Vó Comida e Afeto, na Vila Planalto, em Brasília (DF), não imagina os desafios que Raquel precisou enfrentar logo após inaugurar a microempresa. 

A Casa de Vó abriu em dezembro de 2019 e logo precisou direcionar o trabalho para delivery devido ao isolamento exigido na época. "Foi um período muito difícil e desafiador. Pensei em fechar várias vezes, mas, graças à ajuda de familiares e amigos, a gente conseguiu resistir”, conta Raquel. Uma ajuda adicional foram os aprendizados que já havia tido com o programa ALI, do Sebrae. “A consultora Karyna Farias foi excelente. Por três meses, me ajudou a identificar os pontos fracos e quais as medidas para a gente melhorar no restaurante.”

 Hoje, o restaurante tem oito funcionários registrados, incluindo duas mulheres que lá tiveram a oportunidade do primeiro emprego formal. Raquel diz que na hora de contratar dá preferência para pessoas que moram na Vila Planalto. “Primeiro, para a qualidade de vida da equipe, pois não precisa passar horas dentro do ônibus. E, segundo, para fomentar e economia no bairro”, destaca.

 Ter experiência prévia não é determinante para conseguir um emprego lá. “Aqui fazemos os treinamentos e ensinamos a pessoa a trabalhar na área em que foi contratada. Eu prefiro ter uma pessoa na equipe que tenha os mesmos pensamentos e valores que a empresa, do que uma pessoa com experiência que não se encaixa com o restante da equipe.” 

Joana Peixoto, da Macaron Nube Confeitaria, em Brasília (DF), tem a mesma leitura. “A última contratação que a gente fez foi em setembro. A gente não tem problema se a pessoa não tiver experiência. Na verdade, às vezes a gente até prefere procurar pessoas que estão mais cruas, que não têm muitos vícios de trabalho anterior, para treinar do jeito que a gente acredita que seja o melhor para a nossa empresa", afirma. 

A Nube abriu a primeira loja em 2018. Antes, Joana fazia de casa produtos como macarons, o carro-chefe da marca, como MEI (Microempreendedor Individual). “Inclusive o Sebrae me ajudou a abrir meu MEI na época”, relata. A satisfação dos clientes se refletiu no negócio: sete anos depois, a Nube é uma microempresa, que Joana tem em sociedade com uma irmã, Sofia. São duas lojas - a confeitaria e o Café Nube - com um total de oito funcionárias. Metade trabalha na cozinha e a outra, no atendimento. “A maioria das nossas funcionárias não tem nem 30 anos de idade. A gente dá preferência para contratar mulheres e que morem no Distrito Federal”, comenta.

 

Empreendedorismo por oportunidade 

A principal pesquisa de empreendedorismo do mundo, o Global Entrepreneurship Monitor (GEM), aponta que o Brasil registrou, em 2024, o maior índice de empreendedorismo dos últimos 5 anos. O número de empreendedores cresceu puxado pelas mulheres e pelas pessoas com 55 anos ou mais. Outro destaque: a maioria dos empreendedores se motivou por oportunidade, e não por necessidade. “Esse dado mostra que o nosso povo não está apenas reagindo a dificuldades, mas escolhendo o caminho do protagonismo e da inovação”, afirma o presidente do Sebrae, Décio Lima. 

Ele diz que o Sebrae atua para enfrentar as barreiras históricas que travam o crescimento das MPEs, como o acesso ao crédito. “O mercado de crédito para donos de pequenos negócios vive hoje seu momento mais promissor desde 2020. Essa melhora é fruto da atuação estratégica do Sebrae, por meio do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe). Em 2024, realizamos um aporte de R$ 2 bilhões no Fampe, que vai possibilitar a concessão de R$ 30 bilhões em crédito para os pequenos negócios nos próximos anos”, afirma Décio. “O Sebrae se orgulha de trabalhar para fortalecer os pequenos negócios, atuando para acesso ao crédito, capacitações e ampliação de mercados. Apoiar o micro e pequeno empreendedor é apoiar a prosperidade das famílias e o desenvolvimento de toda a economia brasileira”, complementa.

 

Compre do Pequeno 

Neste domingo (5), é celebrado o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa. Em comemoração à data, o Sebrae promove a campanha Compre do Pequeno, para valorizar o papel que esses empreendedores, que representam 97% das empresas do país, desempenham nas vidas das pessoas e de suas localidades. Ao decidir comprar em um pequeno negócio, o consumidor contribui para colocar o dinheiro em circulação dentro de própria comunidade, gerar mais empregos e desenvolver a economia local.


Guarda compartilhada no Dia das Crianças: como evitar brigas e garantir o bem-estar dos filhos

Especialistas em Direito de Família e Sucessões explicam como evitar conflitos e priorizar a harmonia com os filhos em datas comemorativas

 

O Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, costuma ser um momento de alegria e união em muitas famílias. No entanto, para pais separados que vivem sob o regime de guarda compartilhada, a data pode trazer dúvidas e até gerar conflitos: afinal, com quem o filho deve passar o dia? 

A questão ganha relevância diante do aumento de processos judiciais sobre guarda no Brasil – conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2014, em 85% dos divórcios a guarda dos filhos ficava com a mulher; em 2022, a porcentagem caiu para metade, o índice de guarda compartilhada passou de 7,5% para quase 38% dos casos. Isso aconteceu especialmente com o estabelecimento da Lei nº 13.058/2014, que versa sobre a possibilidade da divisão da guarda entre os genitores. 

De acordo com a sócia do PHR Advogados, professora e especialista em Direito de Família e Sucessões, Amanda Helito, o primeiro passo para lidar com esse tipo de situação é lembrar que a guarda compartilhada não significa divisão matemática de tempo, mas sim cooperação entre os pais para garantir o melhor interesse da criança. “O foco deve estar sempre na experiência afetiva dos filhos, e não em uma disputa entre os pais. Datas como o Dia das Crianças devem ser pensadas como oportunidade de convivência saudável e significativa”, afirma. 

Muitos pais acreditam que, se não houver um acordo prévio sobre datas comemorativas, será necessário recorrer ao Judiciário. A especialista esclarece, porém, que a via judicial deve ser a última alternativa. “O ideal é que as partes consigam dialogar e construir um calendário de convivência equilibrado, alternando os anos ou dividindo os períodos do dia, de modo que a criança aproveite a data sem presenciar tensões familiares”, acrescenta Helito. 

O diálogo, entretanto, nem sempre é fácil. Em situações em que não há consenso, pode-se recorrer à mediação, prática que vem ganhando espaço no Direito de Família por oferecer soluções menos litigiosas. “A mediação familiar permite que pais e mães construam acordos mais personalizados, preservando vínculos e diminuindo impactos emocionais nos filhos”, explica a advogada Patricia Valle Razuk, sócia do PHR Advogados e especialista em Mediação de Conflitos pela Harvard Law School. 

Outro ponto de atenção é a organização antecipada. Planejar com antecedência onde e como a criança passará a data reduz frustrações e ajuda a criar expectativas positivas. A especialista destaca: “Quando há previsibilidade, os filhos se sentem mais seguros. A divisão equilibrada e respeitosa fortalece a percepção de que são amados igualmente por ambos os pais”. 

Por fim, a advogada reforça que o melhor presente no Dia das Crianças é o afeto. Presentes materiais têm valor simbólico, mas não substituem a atenção e a presença dos pais. “O cuidado, a escuta e a convivência de qualidade são os maiores presentes que podemos oferecer às crianças. É esse vínculo que marcará positivamente sua memória e seu desenvolvimento emocional”, conclui Razuk.

 

Fontes:

Amanda Helito - advogada, professora, sócia e co-fundadora do PHR Advogados, especializada e atuante em Direito de Família e Sucessões. Membro da Comissão de Direito de Família e Sucessões da OAB/SP e do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM). 

Patrícia Valle Razuk - sócia e co-fundadora do PHR Advogados. Graduada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP), especialista em Direito de Família e Sucessões pela Escola Paulista de Direito (EPD). Especialista em Mediação de Conflitos pela Harvard Law School.

 

Mapas mentais: técnica ajuda a turbinar carreira e facilitar a rotina de quem está começando no mercado de trabalh

Diretor da Microlins mostra como estratégia simples e criativa auxilia jovens a organizarem ideias, estudos e metas profissionais, trazendo mais clareza e foco no início da carreira

 

Conquistar o primeiro emprego, para muitos jovens, ainda é um grande desafio. Conciliar estudos, entrevistas, networking, metas pessoais e ainda manter a vida organizada pode parecer uma missão impossível. Mas existe uma técnica simples, prática e criativa que pode ajudar muito nessa fase: os mapas mentais. Um mapa mental é uma representação visual de ideias e pensamentos que se conectam entre si. Imagine um guia que organiza suas informações de forma clara, ajudando a enxergar melhor seus planos, tarefas e até o caminho para alcançar seus objetivos. 

De acordo com o Rafael Cunha, diretor nacional da Microlins, maior rede de ensino profissionalizante no Brasil, essa ferramenta pode ser usada para estudar, se organizar financeiramente ou planejar a semana, de uma maneira rápida e intuitiva. 

Considerados grandes aliados no processo de aprendizagem, ao organizar informações de forma visual, os mapas mentais facilitam a memorização e a compreensão de conceitos complexos. Eles ajudam a gravar e revisar conteúdos de forma mais eficiente, acelerando o estudo antes de provas, testes ou processos seletivos; organizar tarefas e metas, seja para uma rotina de estágio, um novo emprego ou um projeto pessoal; ganhar clareza nas prioridades, evitando aquela sensação de estar perdido em meio a tantas responsabilidades; além de economizar tempo, já que a simplicidade visual permite a releitura e clareza de conceitos. 

“Ou seja, além de funcionarem nos estudos, são estratégicos para quem quer gerenciar o tempo e ter mais foco na vida profissional, principalmente para aqueles que estão em sua primeira experiência em um ambiente corporativo”, ressalta Rafael Cunha.

 

Como criar um bom mapa mental?

Criar um mapa mental eficaz é uma arte que combina criatividade e estrutura. Então, antes de já começar rabiscando tudo o que você quer organizar, entenda o real motivo pelo qual você está fazendo o uso dessa técnica. Assim que você entender a ideia principal, o que você espera com ele e como pode ajudá-lo, será muito mais fácil partir para a criação e execução. Para isso, é importante seguir alguns passos: 

Escolha um tema principal: selecione um tema claro e conciso que represente o foco principal do seu mapa mental. Coloque essa ideia no centro da página.

Crie as ramificações: a partir do tema central, chegou o momento de criar as ramificações para os subtemas ou conceitos relacionados, criando uma estrutura hierárquica.

Use palavras-chave, imagens e cores: adicione palavras-chave essenciais em cada ramificação. Você ainda pode incluir imagens ou ícones simples para tornar a informação mais visual e fácil de recordar. Lembre-se também das cores, já que usar diferentes cores de caneta podem te ajudar a fixar melhor o conteúdo ou ainda te lembrar de algo que você não pode esquecer.

Revise e ajuste conforme necessário: revise seu mapa mental regularmente, colocando novos elementos, removendo alguns ou ajustando o necessário. Isso vai te ajudar a refletir com precisão suas ideias e conceitos. Experimente diferentes estilos e abordagens. Permita que a sua personalidade e a natureza única das suas ideias brilhem, tornando a experiência de mapear visualmente não apenas organizada, mas também inspiradora. 

“Na dúvida, escolha o simples, pois isso evita a sobrecarga de detalhes. Assim, é possível focar apenas nas informações essenciais. Isso facilita a leitura e compreensão. Você pode também usar linhas ou setas para conectar ideias relacionadas, destacando relações e fluxos lógicos entre os conceitos”, explica o diretor nacional da Microlins. 

Com a prática, os mapas mentais podem se tornar um aliado em diferentes áreas: no planejamento de carreira, na definição de objetivos financeiros ou até na organização de projetos profissionais. É uma maneira de transformar ideias soltas em estratégias visuais, que darão mais segurança e clareza em cada etapa da trajetória profissional.

 

Microlins


Mes do Idos

 

Geração prateada cresce e expõe desafios financeiros e digitais para quem tem mais de 60 anos

 

Mês reforça necessidade de ampliar proteção e inclusão do público que ainda está na ativa, mas demanda de atenção especial
 

 

O Brasil tem hoje 32,1 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, o equivalente a 15,6% da população, segundo o Censo Demográfico de 2022 do IBGE. Deste total, 22,1 milhões já ultrapassaram os 65 anos (10,9%), um crescimento de 57,4% em comparação a 2010.
 

No mês do Idoso, o dia do idoso que foi celebrado em 1º de outubro, chamou atenção para os desafios enfrentados por esse grupo etário, que se expande de forma acelerada. Segurança em serviços bancários, educação financeira e adaptação ao mundo digital estão entre os pontos mais sensíveis.

 

Se, por um lado, fraudes e golpes voltados a esse público se sofisticaram nos últimos anos, por outro, instituições financeiras especializadas nesse público buscam constantemente formas de criar produtos e serviços que possibilitem segurança e usabilidade adequadas, como os disponíveis na plataforma Meu+, do Banco Mercantil, que disponibiliza opções como consultas presenciais ou via telemedicina com valores reduzidos; cuidados com a saúde bucal; conteúdos para promover equilíbrio físico e emocional; e muito mais. Além disso, especialistas ressaltam que a informação segue como a principal ferramenta de proteção.

 

Outro ponto de alerta é a necessidade de educação financeira e de apoio na inclusão digital. “Muitos idosos precisam equilibrar o orçamento para o cotidiano e, ao mesmo tempo, planejar o futuro. Um acompanhamento adequado garante maior autonomia, e a combinação de tecnologia com atendimento humano é essencial para evitar a exclusão”, destaca Sérgio Batista, gerente de Análise e Planejamento Financeiro do Mercantil.
 

As projeções indicam um cenário de transformação demográfica. Em 2046, pessoas com 60 anos ou mais devem se tornar o maior grupo populacional do país, alcançando 28%. Em 2070, a proporção pode chegar a 37,8% – o que significa que mais de um terço dos brasileiros será idoso. “Trata-se de um movimento estrutural, que exige preparo e responsabilidade para oferecer serviços simples, seguros e acessíveis”, finaliza o especialista.



 

Banco Mercantil

 

 

Canais verificados: como alavancar o destaque competitivo?

Vivemos em um tempo em que tudo existe em abundância. Informações, notícias, opiniões e, até mesmo, desinformações e mentiras. Definitivamente, não temos tempo para avaliar tudo que está à nossa disposição, e a grande dicotomia do consumidor moderno é escolher onde aplicar a sua atenção. A peça-chave para atraí-lo pode ser mais simples do que muitos imaginam: através dos canais verificados.

Mensagens, e-mails, chamadas e todo tipo de estímulo chegam inundando nosso dia a dia, em um excesso que faz com que passemos a desconsiderá-los. Muitas vezes, a informação enviada até é importante, mas a poluição faz com que deixemos de ver e dar atenção ao conteúdo recebido. Não à toa, dados da Edelman Trust Barometer indicam que 81% dos consumidores precisam confiar em uma marca antes de comprar dela.

A falta dessa segurança ocasiona um efeito cascata cada vez pior às marcas. Afinal, elas investirão enormes quantias em mensagens que nem sequer serão abertas pelos clientes, sem terem a certeza de que estão conversando com a própria organização ou, apenas, recebendo mais uma oferta desnecessária e fora de seu perfil.

Mas, neste ambiente saturado, em que consumidores têm cada vez menos paciência e tempo para avaliar o que merece sua atenção, é com os canais verificados que as empresas têm a oportunidade de sair desse mar poluído e comunicar-se com seus clientes em ambientes críveis e que se destacam do restante das informações.

A verificação é, hoje, um fator decisivo para a confiança digital, a partir da qual as marcas garantem que suas mensagens não se percam em meio ao “ruído digital” e passem a ser vistas como confiáveis e legítimas. Com ela, o cliente sabe com quem está falando e tem segurança para interagir, elevando o engajamento entre as partes e reduzindo, ainda, riscos de fraude, golpes e uso indevido do nome da empresa.

Essa estratégia já pode ser conquistada e investida em diversos pontos de contato entre as empresas e seu público-alvo, do SMS ao WhatsApp, agentes de voz e um dos mais famosos em constante ascensão no mercado: o RCS, canal de envio de mensagens com agentes cadastrados e aprovados pelas operadoras que identificam a empresa, acompanhados de selo de verificação e identidade visual da marca.

Independentemente do meio escolhido, é crucial contratar estes serviços de empresas especializadas e parceiras das operadoras de telefonia, do Google ou da Meta. Isso porque, a verificação exige a adesão a processos técnicos e regulatórios que, nem sempre, são simples de serem orquestrados sem essa orientação. Sem falar, ainda, que cada canal possui regras próprias quanto ao direcionamento de uso corporativo, cuja validação burocrática pode levar semanas, dependendo da complexidade das checagens.

Por mais que a contratação desses serviços especializados possa gerar um investimento inicial relevante, não encare isso como um custo à parte, mas como uma garantia de que seu negócio não apenas estará em conformidade legal quanto as normas digitais, mas também tendo o suporte necessário para garantir as atualizações dos dados, de forma que não percam o selo.

Com o auxílio constante desses parceiros, eventuais riscos e problemas que possam gerar danos graves às operações serão, certamente, mitigados, tendo a máxima segurança na condução deste processo de ponta a ponta, desde a orientação estratégica até a homologação junto às operadoras e plataformas digitais. Assim, a empresa acelera sua entrada em canais verificados e garante segurança e performance nas comunicações.



Carlos Feist -Diretor de Inovação da Pontaltech.
Pontaltech

 

Organizar finanças: a solução para dentistas não fecharem as porta

O fluxo de caixa é o coração de qualquer consultório. Quando o dentista não sabe exatamente quanto entra e quanto sai, ele perde a capacidade de planejar e compromete o crescimento do negócio

 

O brasileiro está indo mais ao dentista. Prova disso é o aumento no número de beneficiários de planos odontológicos, que já ultrapassou 35 milhões de pessoas em 2025 segundo a ANS. Esse montante seria mais que suficiente para fazer com que os consultórios tenham lucros, certo? Errado.

Muitos profissionais ainda sofrem com dificuldades financeiras, apesar da alta procura - muito por culpa da falta de gestão adequada justamente no fluxo de caixa. A velha história: há algo errado no registro de todas as entradas e saídas do negócio, detalhe que parece irrelevante, mas pesa no final do mês, comprometendo a sustentabilidade do negócio e empacando o crescimento.

Para o contador Danilo Fermino, diretor da
Flow Contabilidade, a solução está em simplificar. Clínicas que adotaram controles simples, como lembretes automáticos e oferta de meios de pagamento diversificados, já registraram reduções de até 30% na inadimplência, segundo consultorias especializadas.
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“O fluxo de caixa é o coração de qualquer consultório. Quando o dentista não sabe exatamente quanto entra e quanto sai, ele perde a capacidade de planejar e compromete o crescimento do negócio.”

Dentre os passos indicados estão: separar contas pessoais das profissionais, registrar cada movimentação, classificar despesas fixas e variáveis, e definir pró-labore. Essa rotina permite clareza sobre custos reais e abre espaço para negociar com fornecedores, evitar desperdícios e revisar preços de procedimentos.


Gestão serve para médio e longo prazo

Além da organização diária, o fluxo de caixa também deve ser usado para projetar cenários futuros. Mapear sazonalidades — como quedas no movimento durante férias escolares ou aumento na demanda em períodos de campanhas promocionais — ajuda o dentista a planejar reservas financeiras e investir em melhorias estruturais ou novas tecnologias sem comprometer a saúde financeira.

“Controlar custos não significa cortar qualidade. Significa negociar melhor e eliminar gastos sem retorno, criando margem para reinvestir no atendimento e melhorar a experiência do paciente”, reforça Fermino

 

Flow Contabilidade
Danilo Fermino
Contador CRC PR 078065/O-2
(41) 99727‑8762
@danilofermino
danilo@orconsil.com.br
www.flowcontabilidadedigital.com.br
Avenida República Argentina, 4922, Curitiba/PR.



Especialista explica o que considerar antes de contratar uma empresa para cuidar do seu futuro nos EU

VisaLex alerta para os riscos do mercado informal e destaca boas práticas que garantem segurança e transparência em processos internacionais

 

A busca por oportunidades fora do Brasil cresce a cada ano, seja para estudo, trabalho, reunião familiar ou investimentos. Mas, junto com esse movimento, também se multiplicam os riscos para quem procura apoio na hora de iniciar o processo migratório. 

O mercado informal atrai candidatos com promessas de resultados rápidos e garantidos, mas pode gerar prejuízos irreparáveis, desde a perda de documentos até a negativa definitiva de vistos. Nesse cenário, empresas sérias como a VisaLex reforçam a importância de escolher com cuidado quem será responsável por conduzir um passo tão decisivo na vida de qualquer pessoa. 

Uma das primeiras medidas essenciais é verificar a credibilidade da consultoria. Profissionais licenciados, advogados especialistas em imigração e histórico comprovado de aprovações são fatores determinantes. Além disso, transparência nos serviços e nos custos é outro diferencial: processos migratórios envolvem diferentes taxas governamentais, etapas burocráticas e prazos que devem ser explicados ao cliente desde o início. 

Outro ponto de atenção é a segurança de dados. Documentos pessoais e informações confidenciais fazem parte de qualquer processo de imigração, e apenas empresas que investem em tecnologia e sistemas de proteção garantem a privacidade dos clientes. “Quando alguém busca mudar de país, não está só entregando documentos, está confiando sonhos, expectativas e futuro. Por isso, na VisaLex trabalhamos com transparência, suporte jurídico sólido e uma comunicação aberta: nosso compromisso é que cada cliente saiba exatamente onde está e para onde vai em cada passo do processo”, afirma Luciana Tavares, cofundadora e advogada especialista em imigração da VisaLex. 

Luciana alerta ainda que não existem fórmulas mágicas ou garantias absolutas no processo de visto. Cada caso é analisado individualmente pelas autoridades de imigração, e cabe à consultoria oferecer orientação precisa, organização de documentos e acompanhamento próximo de todas as etapas. “Um visto não é apenas uma autorização: é uma nova vida. E isso exige que o profissional que o assiste conheça não apenas a lei, mas também as burocracias e os cuidados com cada situação. Evitar atalhos é proteger o sonho”, complementa. 

Entre as boas práticas recomendadas na hora de contratar uma consultoria, estão a solicitação de contrato claro e detalhado, a checagem das credenciais dos advogados responsáveis, a pesquisa de reputação da empresa e a análise de depoimentos de clientes anteriores. Para Luciana, esses cuidados podem evitar fraudes e frustrações comuns em processos conduzidos por intermediários sem qualificação. 

Com presença consolidada no mercado, a VisaLex se destaca pela atuação de advogados licenciados nos Estados Unidos, atendimento em português, inglês e espanhol e uso de tecnologia que permite ao cliente acompanhar o progresso do processo em tempo real. Com milhares de casos conduzidos e uma taxa consistente de aprovações, a empresa se posiciona como referência para brasileiros que desejam iniciar uma nova etapa de vida fora do país.
  

VisaLex
www.visalex.com/pt

 

Ensino superior pode mais que dobrar salário no Brasil, aponta pesquisa da OCD

Vice-presidente da ESAMC Jundiaí reforça importância da graduação para empregabilidade e crescimento profissional

 

Um diploma de ensino superior pode mais que dobrar o salário médio de um trabalhador no Brasil. É o que revela o relatório Education at a Glance 2025, divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Segundo o levantamento, profissionais brasileiros de 25 a 64 anos com ensino superior ganham, em média, 148% a mais do que aqueles que concluíram apenas o ensino médio. Na média dos países da OCDE, essa diferença é de cerca de 54%.

 

Apesar da vantagem salarial, apenas 20,5% da população com 25 anos ou mais possui ensino superior concluído no Brasil. Entre os jovens de 25 a 34 anos, a taxa chega a 24%. Outro dado preocupante é que cerca de 25% dos estudantes abandonam a graduação ainda no primeiro ano, e menos da metade conclui o curso no tempo previsto ou em até três anos após o prazo.

 

Para Renata Gracioso, vice-presidente da ESAMC Jundiaí, a pesquisa confirma a força do ensino superior como ferramenta de transformação profissional e social. “Ter um diploma amplia as oportunidades no mercado de trabalho, possibilitando acesso a cargos mais qualificados e melhor remunerados. Além disso, a graduação não traz apenas conhecimento técnico, mas desenvolve competências essenciais, como pensamento crítico, comunicação e trabalho em equipe”, afirma.

 

De acordo com Renata, a ESAMC Jundiaí tem registrado resultados positivos nesse sentido: “Nossas pesquisas internas apontam que 90% dos ex-alunos estão empregados. Isso mostra como a formação amplia as chances de empregabilidade e também abre portas para especializações e pós-graduações, fortalecendo o conhecimento e lapidando a carreira de cada aluno”, explica.

 

Outro aspecto levantado pela vice-presidente é a preocupação com o custo da mensalidade. Para muitos jovens, o investimento inicial pode ser visto como uma barreira. “A educação deve ser entendida como um investimento de longo prazo. Quem não buscar o ensino superior dificilmente sairá de posições de assistente em grandes empresas, enquanto quem se qualificar tem maiores chances de crescer e alcançar cargos de liderança”, ressalta. Segundo ela, a ESAMC Jundiaí busca viabilizar esse acesso com mensalidades que apresentam bom custo-benefício e horários que permitem ao aluno trabalhar durante o dia e estudar à noite.

 

A pesquisa da OCDE também revelou que a diferença salarial no Brasil entre quem tem e quem não tem diploma é maior do que em outros países, e Renata associa isso às deficiências da educação básica. “Muitos alunos chegam ao ensino superior com dificuldades em português, matemática e raciocínio lógico. Nesse cenário, cabe à universidade nivelar esses estudantes e prepará-los para atender às exigências do mercado de trabalho”, explica.

 

Para garantir que os alunos saiam preparados não apenas com o diploma, mas também com diferenciais competitivos, a ESAMC Jundiaí aposta em iniciativas que aproximam os jovens do mercado. Entre elas estão as parcerias com mais de 200 empresas da região, que oferecem estágios, processos seletivos exclusivos e eventos de relacionamento. A instituição também investe em uma metodologia pedagógica voltada para a prática, com professores que atuam em suas áreas e trazem experiências reais para a sala de aula. Além disso, promove eventos, workshops e atividades de extensão, como o Festival de Curtas e o Fashion Revolution, que incentivam a produção de portfólios e ampliam a visibilidade dos estudantes.

 

Renata reforça ainda a mensagem para aqueles que estão em dúvida sobre ingressar no ensino superior. “O ensino superior é um investimento em você para o longo prazo. Onde você quer estar daqui a 5, 10 ou 20 anos? Sem a graduação, provavelmente não irá chegar lá”, conclui.




ESAMC Jundiaí


Pesquisa inédita traça perfil do novo executivo brasileiro

Mais da metade dos líderes cogitam empreender, revela estudo da maior curadoria de palestras do país
 


É crescente o número de executivos que operam como freelancers premium, atuando como conselheiros, mentores, palestrantes ou empreendedores paralelos. A ideia de carreira linear, ascendente e vitalícia perdeu força. Hoje, prevalece a lógica de fluidez, colaboração e experimentação, como revela a pesquisa “O Novo Executivo”, conduzida pela PSA, maior curadoria de palestrantes do país, com apoio da consultoria Fio.
 

Em um ambiente de trabalho cada vez mais híbrido, emocionalmente exigente e tecnologicamente dinâmico, o novo executivo brasileiro parece responder com disposição para redesenhar sua própria trajetória. O perfil foi traçado a partir de entrevistas com lideranças de grandes empresas e especialistas em cultura organizacional, e uma pesquisa quantitativa com 301 profissionais de diferentes níveis hierárquicos, gêneros e faixas etárias. Mais da metade dos entrevistados (55,2%) já mudaram de área de atuação ou profissão por vontade própria. Outros 21,4% gostariam de fazer esse movimento. 

O estudo também aponta o colapso do modelo tradicional de liderança: 58,9% acreditam que a onda empreendedora transformou a carreira executiva — não apenas como alternativa, mas como referência de estilo de gestão. Além disso, 83,1% consideram ou já consideraram empreender. Os homens demonstram maior interesse (71,4%) do que as mulheres (55,4%), que também apresentam índices mais altos de desistência do projeto empreendedor. 

Entre as constatações, a pesquisa mostra também que:

  • 64,3% dos executivos apontam o equilíbrio entre vida pessoal e trabalho como principal fator de satisfação, superando o salário;
  • 68,7% dos líderes não se sentem bem preparados para liderar usando ferramentas digitais e tecnologias emergentes como IA;
  • 36% da Geração Z não têm interesse em assumir cargos gerenciais nos modelos atuais;
  • 57,5% dos entrevistados já sofreram burnout ou outro distúrbio emocional causado pelo trabalho.

Com base nas informações obtidas em campo, a PSA identificou quatro movimentos principais que caracterizam o novo cenário executivo: Carreiras em Fluxo (menos linearidade, mais agilidade); Liderança Viva (menos controle, mais conexão); Performance Humanizada (equilíbrio como estratégia produtiva); e Inteligência Expandida (integração entre tecnologia e intuição). 

Esses movimentos, por sua vez, revelaram seis papéis que os executivos estão assumindo, em resposta às demandas do novo contexto organizacional:
 

Arquiteto do Fluxo Organizacional - desenvolve práticas e promovem experiências inovadoras que conferem maior sentido ao trabalho e fortalecem a colaboração.

Agente Beta - tem olhar atento para oportunidades de inovação e cria as condições necessárias para executá-las com agilidade

Tradutor do Propósito em Ação - alinha propósitos por meio de comunicação transparente, clareza nos objetivos e espaço para a autenticidade

Promotor de Sustentabilidade Humana - transforma bem-estar em prioridade e equilibra performance e saúde mental, para garantir produtividade sustentável

Conector de Talentos e Pluralidade - fomenta espaços de aprendizado contínuo e constrói um ecossistema de desenvolvimento que atravessa gerações e perfis

Construtor Tecno-Humano - usa tecnologia para inovação sem comprometer a integridade humana


“Esses perfis não são prescrições, mas sinalizações de que o papel da liderança está deixando de ser um pedestal e se tornando uma plataforma: um espaço de conexão, orquestração e responsabilidade emocional”, afirma o CEO da PSA, Márcio Spagnolo.


1/3 dos trabalhadores evita o consignado CLT por medo do desemprego

meutudo lança produto com cobertura em caso de demissão sem justa causa e visa reduzir inseguranças na contratação de crédito consignado privado

 

Com o objetivo de ampliar a segurança de quem contrata o Crédito do Trabalhador, a meutudo, fintech focada em empréstimos consignados, anuncia o lançamento do Seguro Renda CLT, voltado para trabalhadores com carteira assinada que contratarem um empréstimo consignado privado

O novo produto oferece cobertura em caso de demissão sem justa causa e busca reduzir as inseguranças que ainda cercam a tomada de crédito no mercado formal.


Levantamento aponta comportamento e receios do consumidor

Para entender melhor as dores do consumidor, a meutudo realizou uma pesquisa inédita em agosto de 2025, com 23.370 participantes. Os dados reforçam a importância de soluções como o Seguro Renda CLT ao revelar os principais motivos para contratação desse tipo de empréstimo e os medos que impactam essa decisão, como o receio de perder o emprego e o comprometimento do orçamento.

De acordo com o levantamento, 54% contratam o Consignado CLT para quitar dívidas, enquanto 21% usam para realizar projetos pessoais e 18% para cobrir despesas inesperadas. Ainda assim, muitos evitam recorrer ao crédito. 

O maior receio, para 38% dos entrevistados, são os juros, seguido pelo medo de demissão (27%) e o comprometimento da renda mensal (19%).

Seguro Renda CLT amplia proteção e reforça confiança no consignado

Esse medo impacta diretamente a decisão de contratar um Empréstimo consignado CLT. Isso porque 35% afirmam que deixariam de contratar por medo de perder o emprego, e 13% talvez desistiriam. Embora 52% não deixem de contratar por esse motivo, a insegurança permanece.

Além disso, o que mais chamou a atenção nos resultados da pesquisa é que entre os participantes, 54% disseram que se sentiriam mais seguros se houvesse um seguro que cobrisse as parcelas em caso de demissão

Entre os benefícios mais valorizados na possibilidade de ter um seguro, o principal é a cobertura em caso de demissão sem justa causa (49%), seguido pela manutenção do nome limpo (9%) e indenização rápida em dinheiro (9%). Apenas 27% afirmaram que nenhum benefício influencia sua decisão.

“Mais do que crédito, queremos oferecer segurança real ao trabalhador. O Seguro Renda CLT foi pensado para atender às necessidades do cliente, protegendo em caso de desemprego e com coberturas de acidentes, mas sobretudo trazendo a mesma visão centrada no cliente que já guia nossas linhas de crédito.” — Marco Feitoza, co-fundador da meutudo.

O novo produto será oferecido aos novos clientes da meutudo quando forem fechar o contrato de um Consignado CLT pelo aplicativo. Com essa inovação, a fintech reforça seu compromisso com soluções financeiras mais sustentáveis, acessíveis e humanas, protegendo não apenas o bolso, mas o bem-estar financeiro do trabalhador brasileiro.

Com mais de 16 milhões de clientes atendidos e R$ 11 bilhões em crédito originado, a meutudo é uma das principais fintechs de crédito consignado 100% digital do país. Além do Crédito do Trabalhador, oferece produtos como a Antecipação do FGTS (também com possibilidade de seguro) e Consignado do INSS

 

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