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quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Sesc Saúde Mulher inicia atendimentos gratuitos em Diamantino no dia 7 de agosto

Exames de mamografia e Papanicolau serão realizados até 5 de setembro, no Centro de Saúde Central

 

O projeto ‘Sesc Saúde Mulher’ chega ao município de Diamantino na próxima quinta-feira, dia 7 de agosto, oferecendo exames preventivos gratuitos de mamografia e Papanicolau, além de orientações em saúde. A carreta ficará estacionada Centro de Saúde Central, localizado na Rua Marechal Rondon, Centro, na lateral do Hospital São João Batista, até o dia 5 de setembro.

Os atendimentos serão realizados de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h, por ordem de chegada. Não haverá agendamento. O projeto oferece os principais exames preventivos referentes à saúde feminina, promovendo o acesso das mulheres aos cuidados médicos.

Os exames realizados, Papanicolau (citopatológico) e mamografia, são os principais adotados no Brasil para o diagnóstico precoce e prevenção ao câncer. Mantido com contribuições do empresariado, sem ônus para os empregados, o Sesc-MT faz parte da Fecomércio-MT, presidida por José Wenceslau de Souza Júnior, e vinculada à CNC, sob a liderança de Roberto Tadros.

Podem realizar o exame nas mamas mulheres com idades entre 40 e 69 anos ou que possuam pedido médico. Já o exame preventivo de colo uterino pode ser feito em mulheres com 18 a 64 anos, ou com vida sexual ativa.

Interessadas devem comparecer à unidade móvel com cópia do RG, CPF, comprovante de endereço e Cartão do SUS. Informações podem ser solicitadas por meio do WhatsApp (65) 99951-6825 (apenas mensagens).

 

Sesc Saúde Mulher por Mato Grosso

Desde o início do ano, a carreta do Sesc Saúde Mulher já percorreu cinco municípios, chegando ao seu sexto destino neste mês de agosto, Diamantino. As cidades atendidas foram Cuiabá, com 2.329 exames; Cáceres, 1.261; Pontes e Lacerda, 271 exames; Juína, 1.574 exames, e Juara, 1.123 exames, totalizando 6.568 exames de Papanicolau e mamografia realizados, de forma gratuita.

O projeto Sesc Saúde Mulher é composto por uma unidade móvel com uma equipe de profissionais que realizam exames e ações preventivas sobre saúde feminina.

Para solicitar o projeto, o município deverá oficializar a solicitação por meio de ofício para o presidente do Sistema Comércio de Mato Grosso, José Wenceslau de Souza Júnior.

 

Serviço:

Sesc Saúde Mulher – realização de exames preventivos

Local: Centro de Saúde Central - Rua Marechal Rondon - Centro (Ponto de referência: Na lateral do Hospital São João Batista)

Período: de 7 de agosto a 5 de setembro

Quando: De segunda a sexta, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h

Informações: WhatsApp (65) 99951-6825 (apenas mensagens)

Atendimento gratuito

 

Arritmia cardíaca é comum em crianças, mas alguns casos exigem atenção

Dr. Ricardo Ferreira fala sobre a importância das consultas de rotina e de hábitos saudáveis

 

O termo pode assustar, mas a arritmia cardíaca é uma condição bastante comum ao ser humano, podendo acometer adultos e crianças, até durante a vida uterina. Apesar de ser associada por muitas pessoas ao risco de morte súbita, a arritmia nem sempre representa um desfecho trágico. 

O Dr. Ricardo Ferreira, Cardiologista e especialista em Estimulação Cardíaca Artificial e Arritmia Clínica no Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese, explica que arritmia é o termo usado para todas as alterações no ritmo do coração, seja mais ou menos acelerado. Algumas são benignas, ou seja, não representam risco à vida e estão geralmente relacionadas ao desenvolvimento, respiração, ações comportamentais e variações de normalidade. Outras são malignas e, normalmente, associadas a outros problemas cardíacos. 

No caso de pessoas mais jovens (crianças e adolescentes), a grande maioria das arritmias são benignas. Ou seja, não necessitam de nenhum tratamento específico. “A mais comum delas é chamada de Arritmia Sinusal Fásica, uma variação normal dos batimentos relacionada à fase do ciclo respiratório. Como é corriqueiro uma criança inspirar e expirar com mais frequência durante um exame médico, é uma condição bastante presente nos consultórios, que chama atenção dos pediatras, mas que não representa qualquer risco”, explica o Dr. Ricardo. 

Outra condição comum relacionada à arritmia é presença de um feixe anômalo no coração. Trata-se de um “fiozinho” a mais no coração que pode apresentar sintomas em qualquer época da vida, desde o recém-nascido até idosos, mas que é mais frequente em adolescentes e adultos jovens. “É um caminho elétrico a mais, além do caminho normal de condução elétrica no coração. Em sua grande maioria, a condição tem um desfecho benigno, ou seja, não está relacionada à morte súbita. Porém, as crises de palpitação podem atrapalhar bastante a qualidade de vida e até evoluir para a síncope, que é o desmaio. Por isso, é uma situação que merece mais atenção”, diz. 

O médico explica que a detecção dessa condição é feita por meio de um eletrocardiograma ou durante a crise de palpitação. “Mas, como não é comum a realização de eletrocardiograma de rotina em crianças, e fora das crises os pacientes costumam ser totalmente assintomáticos, a avaliação de rotina é fundamental para identificar o problema”, diz o cardiologista. 

Acompanhamento médico de rotina é a principal recomendação do médico para a detecção de arritmias ou outros problemas no coração. Além disso, é claro, a manutenção de um estilo de vida saudável, com prática de atividade física e boa alimentação desde os primeiros anos de vida. 

 

Dr. Ricardo Ferreira Silva - graduado em medicina pela Universidade de Uberaba (MG), fez residência em Cardiologia pelo Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, em 2011, e se especializou em Estimulação Cardíaca Artificial e Arritmia Clínica no Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese de São Paulo, em 2014 - título reconhecido pelo Departamento de Estimulação Cardíaca Artificial. Além de ter especialização em eletrofisiologia clínica e invasiva no Hospital do Coração de São Paulo e concluído seu Doutorado pela Universidade de São Paulo (USP), em 2018. Já em 2017, Dr. Ricardo fundou o Centro Cardiológico em sua cidade natal, Uberaba, para levar o que havia de mais moderno em tratamento de arritmia cardíaca para o interior do estado. Em pouco tempo, com a evolução do serviço e a necessidade de facilitar o acesso aos pacientes de outras localidades do país, expandiu para São Paulo. Hoje, está presente também dentro de hospitais como Beneficência Portuguesa, Samaritano e São Camilo – em São Paulo.


Dia dos Pais: a importância do pai na criação de filhos autistas

Presença paterna influencia no desenvolvimento social, emocional e na autonomia de crianças com TEA, afirma especialista Nilson Sampaio 

 

De acordo com o Censo de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem 2,4 milhões de pessoas que declararam ter recebido o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), popularmente conhecido como autismo. Isso equivale a 1,2% da população brasileira, com condições do neurodesenvolvimento que afetam a comunicação, o comportamento e as interações sociais. 

O diagnóstico precoce e o suporte adequado são fundamentais para essas pessoas, mas tão importante quanto qualquer intervenção clínica é o papel da família — especialmente da figura paterna. Para o professor e especialista em inclusão Nilson Sampaio, o envolvimento real do pai impacta diretamente o desenvolvimento das crianças autistas. “Muito mais do que ‘ajudar’ a parceira ou o parceiro, as crianças carecem de pais que desempenhem ativamente o seu papel. Pais que assumem responsabilidades nas atividades diárias, que priorizam o bem-estar físico e psicológico de seus filhos e que os orientam em sua trajetória de formação”, destaca. 

O envolvimento paterno diário, seja com uma criança neurodivergente ou não, pode melhorar a dinâmica familiar como um todo. Um pai presente contribui para o equilíbrio da rotina, reduz a sobrecarga emocional da mãe ou dos demais cuidadores e transmite para a criança a segurança de que ela pode contar com múltiplos apoios ao seu redor. Isso favorece a autonomia, a autoestima e a inclusão social. 

A literatura especializada e a prática clínica mostram que um pai presente traz ganhos concretos para a vida da criança. Entre eles: 

·                     Ampliação do repertório comportamental e de comunicação;


·                     Maior flexibilidade mental, facilitando a adaptação a diferentes situações;


·                     Desenvolvimento da tolerância e da autorregulação emocional;


·                     Aprendizado de múltiplas formas de se comportar e se expressar;


·                     Compreensão de diferentes modos de ser, o que facilita o relacionamento interpessoal. 

“Quando falamos de crianças com desenvolvimento atípico, é importante lembrar que o estresse vivido pelas famílias costuma ser elevado, seja pelas demandas terapêuticas, pela pressão social ou pelas dificuldades socioeconômicas. Ter ao lado um pai participativo, que divide decisões, leva a consultas, conversa com professores e está atento às necessidades do filho, torna-se um verdadeiro fator de proteção emocional”, explica o especialista. Segundo ele, compartilhar responsabilidades não apenas alivia o peso da rotina, como fortalece o vínculo familiar e amplia a rede de segurança da criança.

 

E quando chega o diagnóstico: por onde começar? 

Para muitos pais, o primeiro impacto ao receber o diagnóstico de TEA pode ser marcado por medo, insegurança e dúvidas. Nesses momentos, é essencial respirar fundo, buscar informação e lembrar que nenhuma criança deixa de ser quem é por conta de um laudo. O passo inicial deve ser o acolhimento: ouvir os profissionais, compreender o que significa o diagnóstico e, acima de tudo, continuar oferecendo amor, rotina e presença.

Sampaio orienta que os pais busquem formar uma rede de apoio, envolvendo escolas, terapeutas, familiares e amigos confiáveis. “É fundamental não se isolar e nem fugir da situação. A criança precisa de estabilidade emocional, e o pai pode ser uma âncora nisso. Participar ativamente desde o início, mesmo com dúvidas, já faz uma grande diferença. A maior ferramenta que um pai pode oferecer, além de cuidados práticos, é o vínculo afetivo sustentado pela escuta e pelo respeito às singularidades do filho”, avalia. 

Por outro lado, a ausência paterna pode ter impactos negativos significativos. “Quando o pai se mantém distante, quem perde não é só a criança — é a família inteira. Falta afeto, falta apoio, e falta referência para a formação de vínculos saudáveis”, alerta Sampaio. 

A presença da figura e influência paternas na formação de uma pessoa é indiscutível e, quando ativa e atenciosa, complementa o papel da mãe e enriquece a trajetória de crescimento e desenvolvimento da criança, especialmente daquelas que estão no espectro. Não se trata de “ajudar” — trata-se de exercer a paternidade como ela deve ser: afetuosa, comprometida e presente. “É nesse paternar participativo, presente e responsável que acreditamos. Quando o pai está realmente envolvido — nas terapias, na rotina, no brincar e nas decisões — ele se torna um agente ativo de inclusão e desenvolvimento”, completa o professor.

 

Campanha Agosto Verde Claro alerta para o risco dos linfomas

Brasil registrará cerca de 15.120 novos casos da doença por ano 

 

O mês de agosto ganha um tom especial com a campanha Agosto Verde Claro, dedicada à conscientização sobre os linfomas — um tipo de câncer que afeta o sistema linfático, parte fundamental da defesa do organismo. A iniciativa foi criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e mobiliza a sociedade para a doença, seus sintomas e a importância do diagnóstico precoce. 

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil registrará cerca de 15.120 novos casos de linfoma por ano, entre 2023 e 2025. Isso representa uma parcela significativa dos 704 mil casos de câncer anuais previstos no país no período estipulado, excluindo o câncer de pele não melanoma. Cerca de 70% desses casos ocorrem nas regiões Sul e Sudeste. 

Os linfomas se desenvolvem quando os linfócitos, células do sistema linfático - que tem a função de retirar impurezas da circulação -, sofrem mutações e passam a se multiplicar de forma descontrolada. Eles são divididos em dois grupos principais: Linfoma de Hodgkin, caracterizado pela presença das células de Reed-Sternberg e propagação ordenada, e Linfoma não-Hodgkin, que apresenta múltiplos subtipos e pode ter evolução rápida ou lenta. 

Sintomas que merecem atenção:

  • Febre persistente, principalmente à tarde;
  • Suor noturno excessivo;
  • Perda de peso inexplicada;
  • Inchaço indolor nos gânglios linfáticos (ínguas), especialmente no pescoço, axilas e virilha;
  • Tosse, falta de ar e desconfortos abdominais, dependendo da localização do linfoma. 

Segundo o hematologista do Sabin Diagnóstico e Saúde, Felipe Magalhães Furtado, ao perceber os primeiros sintomas, especialmente as alterações dos gânglios, é requerido do paciente exames como a imunofenotipagem, além de estudo anamopatológico e imonohistoquímico, oferecidos pelo Sabin, e que podem diagnosticar o linfoma.  

“O tempo é precioso nesses casos”, alerta o hematologista. A identificação da doença nos estágios iniciais aumenta significativamente as chances de cura. Segundo ele, “há linfomas de progressão tão lenta que dispensam tratamento. Mas, ao surgirem os sintomas, especialmente o inchaço dos gânglios, é essencial procurar um especialista.”



Grupo Sabin
site


A Geração Z já lidera — e está aplicando seu estilo de gestão nas empresas

Profissionais com menos de 30 anos já ocupam cargos de liderança e Infojobs debate como esses novos líderes estão transformando a cultura corporativa com novos modelos, valores e prioridades

 

Enquanto muitas empresas enxergam a Geração Z como muito novos ou imaturos profissionalmente, eles estão não apenas integrando os quadros corporativos, como também já estão à frente de posições estratégicas e de liderança. Em áreas como tecnologia, marketing digital, vendas e inovação, não é raro encontrar profissionais com menos de 30 anos liderando times, decisões estratégicas e transformações culturais. De acordo com Hosana Azevedo, Gerente Sênior de RH da Redarbor Brasil — grupo que detém o Infojobs, site de empregos mais usado do país —, essa é apenas a ponta do iceberg de uma mudança que tende a se acelerar nesta década.

“Estamos vivenciando uma integração geracional que já é realidade dentro das empresas. A Geração Z não está apenas ingressando no mercado de trabalho, ela já lidera, promove transformações e contribui com resultados concretos. Essa geração tem pressa, propósito e coragem para questionar o status quo. E, quando bem integrada aos demais talentos da organização, é capaz de impulsionar mudanças relevantes e de impacto.”

Uma pesquisa do Infojobs mostrou que para o grupo, o fator mais decisivo para a escolha de uma carreira é, sem surpresas, salário e estabilidade financeira, apontado por 70% dos jovens como prioridade. Mas a remuneração não vem sozinha: equilíbrio entre vida pessoal e profissional (49,4%) e oportunidades de crescimento (48,2%) aparecem logo em seguida, mostrando uma geração que quer evoluir no trabalho— mas não às custas da saúde ou da qualidade de vida. “As companhias que querem atrair e reter os talentos GenZ precisam não somente oferecer bons salários e estabilidade, mas também promover a escuta ativa, feedbacks constantes, possibilidades de aprendizado, crescimento rápido e espaço para criação”, reforça a Gerente de RH do Infojobs.

E quando algo não vai bem, eles não hesitam em mudar. O principal motivo para pensar em deixar uma empresa, segundo 71,6% dos respondentes, é um ambiente tóxico ou uma cultura organizacional desalinhada com seus valores. A falta de reconhecimento (45,2%) e a ausência de equilíbrio (36,5%) também pesam na decisão. 

“Eles não aceitam mais o discurso de que ‘é assim mesmo’, questionam e querem melhorar. Essa geração entendeu que respeito, inclusão e transparência são pilares fundamentais para a vida, incluindo a rotina de trabalho”, reforça Hosana.

A postura mais crítica e seletiva da Geração Z está impulsionando uma reconfiguração nas estratégias de gestão de pessoas. Empresas que insistem em manter modelos hierárquicos engessados, jornadas inflexíveis e culturas baseadas no medo e no controle estão, pouco a pouco, se tornando menos atrativas. Os jovens talentos estão atentos à coerência entre o que é dito e o que é praticado — e não hesitam em denunciar ou simplesmente sair de empresas que não entregam o que prometem.

Também há valorização profunda ao aprendizado contínuo. A pesquisa mostra que 41,7% dos entrevistados consideram as oportunidades de capacitação e desenvolvimento profissional como um fator essencial para permanecer em uma empresa.

Na prática, esse movimento representa uma renovação em frentes como employer branding, programas de aceleração de carreira e metodologias ágeis. “Cada vez mais, vemos empresas investindo no desenvolvimento e formação de novas lideranças, e confiando nelas para assumirem projetos estratégicos. Esse avanço não é casual, ele reflete uma transformação nas estruturas organizacionais, que estão mais abertas à liderança jovem, menos hierárquicas e mais orientadas a resultados. Quesitos como adaptabilidade, visão estratégica e capacidade de entrega podem pesar mais que o tempo de casa. E isso conversa diretamente com os desejos da Geração Z que quer crescer rápido, fazer a diferença e ser reconhecida pelo impacto, não apenas pela senioridade.”, complementa.


O que esperar dessa geração na liderança?

Mais do que uma questão etária, a presença da Geração Z em cargos de liderança representa um movimento de mente aberta. Esses novos líderes chegam com repertórios variados, são nativos digitais e atuam de maneira inclusiva, sendo pouco tolerantes a discursos vazios ou práticas ultrapassadas.

Isso se manifesta em rotinas mais horizontais, que priorizam feedbacks constantes e o engajamento com causas sociais e ambientais, sempre com foco em propósito e coerência corporativa. Além disso, esses líderes buscam ambientes colaborativos, falam abertamente sobre saúde mental e embasam suas decisões em dados, sem abrir mão da diversidade de perspectivas.


Principais características dessas lideranças:

1. Agilidade na adoção de inovações
Com repertórios diversos e pensamento sistêmico, esses líderes crescem em um ambiente onde a transformação digital não é um projeto, é o ponto de partida. Eles têm menos medo de experimentar, testam novas tecnologias com naturalidade e são protagonistas da automação inteligente. Para atrair e reter talentos, as empresas precisam estar abertas à experimentação constante.

2. Foco em impacto social e propósito corporativo
Para a Geração Z, não basta crescer: é preciso gerar valor para a sociedade. Por isso, causas ambientais, diversidade e responsabilidade social não são temas de marketing — são pautas estratégicas. Segundo pesquisa do Infojobs (2025), uma cultura da empresa que não condiz com os valores do funcionário é o principal motivo (71,6%) que leva a Geração Z a pensarem em deixar uma empresa.

3. Comunicação eficaz, transparente e constante
Essa geração não aceita decisões top-down sem antes entender os motivos. O diálogo aberto, a escuta ativa e o feedback contínuo são práticas comuns nas lideranças Z. Isso tem contribuído para ambientes mais horizontais e maior engajamento.

4. Valorização do bem-estar e da saúde mental do time
Falar sobre burnout, ansiedade e equilíbrio entre vida pessoal e trabalho deixou de ser tabu. A liderança Gen Z normaliza essas conversas e implementa práticas mais humanas no dia a dia. Em uma pesquisa global da consultoria Gallup, 62% dos colaboradores com líderes Gen Z afirmaram sentir-se mais seguros para falar sobre sua saúde mental no ambiente de trabalho.

5. Menor aceitação de hierarquias rígidas e processos engessados
Em vez de “comandar”, esses líderes co-criam. São mais colaborativos, flexíveis e têm aversão a estruturas engessadas. A cultura do comando e controle perde espaço para a cultura de confiança, onde o protagonismo é distribuído.

“E esse movimento que as lideranças Genz trazem não é resistência, é uma exigência legítima por coerência, impacto e protagonismo coletivo. Eles têm uma visão clara principalmente sobre o que não querem no mundo profissional, e isso desencadeia empatia e uma nova forma de lidar com os desafios das suas equipes.” comenta a Gerente de RH do Infojobs.


Segmentos mais impactados pelo Dia dos Pais devem faturar R$ 1 bilhão a mais do que em 2024 em São Paulo

Data servirá como termômetro da economia do País no segundo semestre, avalia FecomercioSP


Neste mês de agosto, as atividades varejistas mais impactadas pelo Dia dos Pais devem faturar 3,7% a mais em relação ao mesmo mês do ano passado [tabela 1], segundo projeções feitas pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

Para o Estado de São Paulo, a expectativa é que as vendas atinjam R$ 30 bilhões, o que significa um montante R$ 1 bilhão superior ao apurado em agosto de 2024. O desempenho da capital deve ser menor do que o estadual: alta de 2,7% nas vendas. 

 

[TABELA 1]
Faturamento do varejo paulista (agosto de 2025)
Estado de São Paulo
Fonte: FecomercioSP



[TABELA 2]
Faturamento do varejo paulistano (agosto de 2025)

Cidade de São Paulo
Fonte: FecomercioSP

 


Na visão da FecomercioSP, por abrir o calendário de datas comemorativas do segundo semestre, o Dia dos Pais é uma ótima oportunidade para o varejo avaliar e ajustar estratégias. De um lado, o setor começa a sentir os efeitos do ciclo de alta da taxa básica de juros e, de outro, segue estimulado pelo mercado de trabalho aquecido.

A data, então, pode ser considerada um “termômetro” de como serão as vendas no resto do ano, fornecendo informações importantes aos negócios sobre como se planejar melhor com as compras, os estoques e o quadro de colaboradores, por exemplo.  



ELETRÔNICOS DÃO O TOM

Tanto no Estado quanto na capital, vendas de eletrodomésticos, eletrônicos e itens dessa espécie vão puxar a expansão do varejo neste Dia dos Pais. E é na cidade de São Paulo onde vão crescer mais: quase 10%, o que representa um salto de R$ 223,7 milhões em receitas.

No Estado, por sua vez, a elevação será de 6,2%. Isso acontecerá porque ainda há um bom volume de demanda por esse tipo de produto e, em paralelo, os juros não devem impedir a oferta de crédito – já que boa parte desses itens costumam ser pagos a prazo. Análises qualitativas têm apontado, por sua vez, que eles são mais procurados para presentear os pais porque carregam apelo emocional.

Depois desse segmento, quem deve aproveitar o Dia dos Pais são as lojas de roupas, tecidos e calçados. Em nível estadual, a alta será de 4% e, na capital, de 2,2%. A diferença pode ser motivada por uma diferença no ciclo de consumo, e por um maior número de ações promocionais no interior.

A única distinção nos desempenhos virá das farmácias e perfumarias: enquanto o Estado vai crescer 1,9%, a capital vai perder faturamento (-1%). O setor de farmácias e perfumarias está em ampla expansão no interior do estado, buscando estar cada vez mais perto dos consumidores e isso acaba contribuindo para esse crescimento acima da média estadual. 


FecomercioSP


Busca por qualificação em IA cresce no Brasil e movimenta setor de educação


O número de vagas de emprego que exigem conhecimento em inteligência artificial no Brasil cresceu 300% nos últimos quatro anos. Saltou de 19 mil oportunidades, em 2021, para 73 mil em 2024, segundo dados da PwC. O avanço indica um movimento claro das empresas na implementação de tecnologias de IA em suas operações e na demanda por novos profissionais com essa formação. Um estudo da McKinsey revela que 7 em cada 10 empresas brasileiras já utilizam inteligência artificial em seus negócios. 

Entre as soluções mais adotadas está a IA generativa. Segundo o Gartner, com base em pesquisa realizada no quarto trimestre de 2023, 29% dos 644 líderes entrevistados já implantaram e estão utilizando tecnologias de GenAI.


 

Esse aumento faz companhias do setor de educação se movimentarem com foco na empregabilidade e no desenvolvimento de novos profissionais com essas habilidades. É o caso da Faculdade de Tecnologia Rocketseat, do ecossistema de ensino Rocketseat, que em uma parceria com a UniFECAF, centro universitário com mais de 50 mil alunos no ensino superior, anunciaram o lançamento da graduação em Inteligência Artificial e Automação Digital, iniciativa que busca alinhar a formação acadêmica às demandas urgentes do mercado de trabalho. 

Entre as oportunidades que se abrem com a graduação, estão vagas para desenvolvedores de soluções no-code, low-code, criação de chatbots, profissionais de IA generativa, analistas de dados, especialistas em automação, Product Owners de soluções digitais e até empreendedores digitais.
 

Dados da Rocketseat mostram que, atualmente, mais de 13 mil alunos acessam conteúdos de IA e automação somente em sua plataforma de aprendizado contínuo. Na pós-graduação da edtech, lançada no final do último ano, cerca de 160 alunos já se especializam no tema. A maioria está em transição de carreira. 

O movimento reflete a transformação do ambiente corporativo, com a intensificação do uso dessas ferramentas em setores diversos como saúde, finanças, marketing, comércio eletrônico e manufatura. Empresas têm adotado soluções baseadas em IA para impulsionar a inovação, aumentar a produtividade, automatizar tarefas e extrair insights a partir de big data. 

De acordo com relatório de 2025 da Microsoft e LinkedIn, a procura por profissionais com habilidades em IA levou a um aumento de 323% nas contratações nos últimos oito anos. No entanto, a qualificação profissional ainda não acompanha essa demanda — o que torna urgente a busca por formação na área. 

“O Brasil forma bons profissionais em inteligência artificial, mas a oferta ainda está aquém da demanda gerada pela rápida expansão do setor. Nas empresas privadas, é comum que empreendedores da área sejam autodidatas e venham de campos distintos da tecnologia, mas isso deve mudar com a busca intensa por profissionais qualificados para novas vagas”, afirma Isabela Castilho, CEO da Rocketseat. Ela reforça que a inteligência artificial representa o futuro do setor e que, cada vez mais, as empresas buscarão profissionais especializados na área. Destaca ainda que, hoje mais do que nunca, é fundamental investir em capacitação técnica, e não apenas em aprendizados empíricos.
  


UniFECAF
Faculdade de Tecnologia Rocketseat (FTR)

 

Viajar após os 50: intercâmbio se torna opção para envelhecer com qualidade

Viagens de intercâmbio proporcionam estímulos cognitivos,
sociais e emocionais que colaboram para a manutenção da
saúde mental e física em adultos maduros.
 Envato
De acordo com dados da Belta, intercâmbios voltados para o público 50+ ganham força e se consolidam como alternativa para promover saúde, bem-estar e aprendizado contínuo na terceira idade

 

Segundo dados da Pesquisa Selo Belta 2024, a faixa etária 50+ ocupa a 7ª posição entre os grupos que mais realizam intercâmbios internacionais. Esse movimento reflete um novo estilo de envelhecimento ativo, pautado no aprendizado, nas conexões sociais e na vida saudável. À medida que a expectativa de vida aumenta, cresce também o interesse por experiências internacionais entre brasileiros de 60 anos ou mais. 

Apesar de ainda representar uma parcela menor do universo de intercambistas, a participação dos viajantes com mais de 50 anos vem crescendo. Em 2024, essa faixa etária alcançou cerca de 7,5% do total. 

“A estabilidade financeira aliada à longevidade cria o cenário ideal para que pessoas com mais de 50 anos invistam em estudos no exterior. Mais do que lazer ou turismo, essas viagens representam a oportunidade de manter-se ativo, atualizar habilidades e viver experiências transformadoras”, afirma Alexandre Argenta, presidente da Associação Brasileira das Agências de Intercâmbio (Belta). 

Viagens de intercâmbio proporcionam estímulos cognitivos, sociais e emocionais que colaboram para a manutenção da saúde mental e física em adultos maduros. A imersão em novas línguas e culturas, por exemplo, ativa diferentes áreas do cérebro, contribuindo para a retenção de memória e a agilidade mental, segundo pesquisa da Edith Cowan University (Austrália), em que foi concluído que viagens positivas, que envolvem movimento, novas experiências e socialização, podem desacelerar o envelhecimento físico e mental, reduzindo estresse crônico e promovendo bem‑estar geral. 

Além disso, o contato com pessoas de diversas idades e nacionalidades amplia o círculo social, reduz a sensação de solidão e fortalece o senso de pertencimento. Já as experiências práticas, como caminhadas por cidades históricas, aprendizado culinário local ou participação em aulas culturais, combinam movimento, aprendizado e prazer, promovendo bem-estar emocional e físico. 

De acordo com a Pesquisa Selo Belta 2024, as principais motivações para intercâmbios entre todos os públicos brasileiros incluem:

  1. Conhecer culturas diferentes;
     
  2. Aprender idiomas;
     
  3. Vivenciar combinação de estudo, trabalho e turismo

Essas motivações são igualmente relevantes para o público mais maduro, que busca experiências enriquecedoras, adaptadas ao ritmo e às expectativas dessa faixa etária. 

Com o envelhecimento populacional, o intercâmbio internacional para pessoas com 60 anos ou mais ganha reconhecimento como estratégia de longevidade saudável. Combinar estudo, cultura, socialização e atividade física em destinos estrangeiros ajuda a manter o cérebro e o corpo ativos, fomentando bem-estar e independência. Esse público, hoje entre os 7 mais representativos nas viagens ao exterior, demonstra que a maturidade pode ser sinônimo de reinvenção, curiosidade e vitalidade. 



Belta – Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio
Conheça mais, aqui!


A VOLTA DAS ATIVIDADES MANUAIS NAS ESCOLAS: POR QUE COSTURAR, BORDAR E CORTAR AJUDAM NA CONCENTRAÇÃO?


Se nos últimos anos as telas tomaram conta do cotidiano escolar, das atividades em aula aos intervalos, uma mudança silenciosa começa a ganhar força: o retorno das atividades manuais como parte da rotina educacional. Costura, bordado e recorte, que por muito tempo foram vistos como “coisa do passado”, agora voltam ao centro das atenções como alternativa eficiente para trabalhar concentração, coordenação motora e saúde emocional entre crianças e adolescentes.

 

O movimento é impulsionado por dois fatores principais: a recente regulamentação que limita o uso de celulares nas escolas públicas brasileiras e a crescente preocupação com o bem-estar mental dos alunos. Atividades que estimulam o uso das mãos têm se mostrado uma válvula de escape produtiva e, ao mesmo tempo, terapêutica em meio ao excesso de estímulos digitais.

 

Segundo um estudo da Frontiers in Cognition, de março de 2025, crianças em idade pré-escolar apresentaram melhorias expressivas nas funções executivas e na memória de trabalho após participar de práticas regulares de destreza manual. Outra pesquisa da Frontiers in Psychology, de maio deste ano, reforça que atividades estruturadas, repetitivas e manuais têm impacto direto na concentração cognitiva dos alunos.

 

Com isso, escolas de diferentes regiões do país começam a incluir oficinas de costura, projetos de colagem criativa e até clubes de bordado na grade extracurricular. Essas ações vão ao encontro de um interesse crescente da geração Z por práticas manuais e analógicas. Segundo o Pinterest Predicts 2024, as buscas por “bordado contemporâneo” cresceram 85% entre jovens de 15 a 24 anos. Costura criativa, tricô e até encadernação artesanal também estão em alta, principalmente quando associadas à ideia de autocuidado, identidade e propósito.

 

Para Natália Marotta, gerente de marketing da Mundial, multinacional brasileira especializada em produtos de corte e com uma ampla linha de tesouras escolares, o retorno dessas práticas no ambiente escolar não é apenas um resgate cultural, mas um investimento em desenvolvimento humano. “Nosso cérebro está cada vez mais acelerado. A prática de atividades manuais funciona quase como uma meditação ativa. Costurar, recortar ou bordar exige presença e repetição, o que ajuda na organização dos pensamentos e no foco. Ver escolas retomando isso é um sinal positivo de que estamos olhando para o futuro com mais sensibilidade”, afirma.



Artes no Enem: veja como a disciplina é cobrada na prova e dicas para gabaritar



Professores revelam os temas mais recorrentes e estratégias infalíveis para você dominar a matéria no Enem
 


O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vem reforçando, ano após ano, a importância da disciplina de Artes, cobrando não apenas o reconhecimento de obras e movimentos, mas também a capacidade do aluno em relacionar os conteúdos a contextos históricos, sociais e culturais.
 

Para ajudar os estudantes a se prepararem de forma mais eficiente, quatro educadores apontam como o conteúdo costuma ser cobrado, o que os alunos precisam dominar, quais temas são mais recorrentes e oferecem dicas para gabaritar a prova.


Como a disciplina costuma ser cobrada na prova?

Reprodução Enem 2023 - Caderno 1 Azul

O que é preciso saber para responder as questões? 



Reprodução Enem 2023 - Caderno 1 Azul

A parte de Artes no Enem aparece quase sempre na forma de questões interdisciplinares: o estudante precisa interpretar imagens, gráficos ou trechos de texto e relacioná-los com conhecimentos sobre arte na atualidade e ao longo da história. São apenas 5 questões, mas que podem fazer a diferença na nota final. 

“O Enem valoriza a leitura crítica de obras, pedindo que o aluno identifique elementos formais, como cor, forma e composição; e também vínculos com movimentos artísticos, sejam eles europeus ou relacionados à cultura afro-brasileira e indígena”, explica o professor de Artes Visuais da Escola Bilíngue Aubrick, em São Paulo/SP, Pedro Zaidler. 

Mais do que decorar nomes e datas, é fundamental que o candidato compreenda o papel social da arte. “Os estudantes devem treinar a análise de obras, prestando atenção no contexto em que foram produzidas e nos temas que abordam, como questões de gênero, cidadania e meio ambiente, por exemplo. Assim, ficam preparados para responder aos enunciados que pedem uma visão crítica e contextualizada”, orienta Henrique Barreto Andrade Dias, coordenador pedagógico do Brazilian International School – BIS, em São Paulo/SP.


Quais conteúdos mais costumam aparecer na prova?

Reprodução Enem 2023 - Caderno 1 Azul

Segundo a professora da Escola Internacional de Alphaville, em Barueri/SP, Lúcia Lacerda, a prova costuma explorar:

  • Movimentos artísticos: Renascimento, Barroco, Modernismo, Arte Contemporânea;
  • Manifestação da cultura afro-brasileira e indígena;
  • Artes visuais: desenho, pintura, escultura, gravura;
  • Artes cênicas: teatro, dança;
  • Arte e tecnologia: instalações multimídia e videoarte.

“Entre as questões mais frequentes estão aquelas que pedem para relacionar história da arte com características de um movimento, ou para identificar práticas artísticas ligadas a questões sociais. Quem domina cronologia e linguagem visual tem vantagem”, afirma Lúcia.

 

Dicas para gabaritar a parte de Artes

Reprodução Enem 2023 - Caderno 1 Azul

O diretor e coordenador do Ensino Médio do colégio Progresso Bilíngue, em Santos/SP, Diego Monsalvo, afirma que quem quer se destacar deve aliar a teoria à prática. “Vale a pena analisar obras de arte, discutir em grupo e resolver muitas questões. Assim, a prova deixa de ser um desafio e vira oportunidade de mostrar criatividade e senso crítico”, aconselha XXX, que elenca ainda as dicas a seguir.

  1. Leia com atenção o enunciado: muitas questões apresentam imagens e textos curtos; identifique o comando central (analise, relacione, compare).
  2. Faça simulados específicos: pratique com provas anteriores do Enem e de vestibulares que valorizem Artes.
  3. Estude cronologias e mapas conceituais: organize movimentos e escolas em linhas do tempo, facilitando a associação.
  4. Assista a documentários e visite exposições (quando possível): contato direto com obras enriquece a percepção crítica.



O Enem 

A prova foi criada pelo Ministério da Educação em 1998, para avaliar o desempenho dos estudantes brasileiros ao final da educação básica. Com o passar dos anos, o Enem teve sua metodologia aperfeiçoada e atualmente é requisito obrigatório para acesso a programas educacionais como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

Este ano, as provas serão aplicadas nos dias 09 e 16 de novembro, dois domingos seguidos. No primeiro dia de prova, os alunos realizarão as questões das áreas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias (compreende Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira/Inglês ou Espanhol, Artes, Educação Física e Tecnologias da Informação e Comunicação) e Redação; e Ciências Humanas e suas Tecnologias (compreende História, Geografia, Filosofia e Sociologia). 

No segundo dia, as provas serão de Ciências da Natureza e suas Tecnologias (compreende Química, Física e Biologia) e Matemática e suas Tecnologias. O certame registrou mais de 5,5 milhões de inscrições, de acordo com o Ministério da Educação – número que supera a edição anterior de 2024, com aumento de 8% no número de inscritos.
  
 


Diego Monsalvo - mestre em Educação e especialista em Ensino Superior, com extensões nas áreas de Estudos Africanos, Teologia e Negociação e Resolução de Conflitos. Atua há mais de duas décadas como professor de Filosofia, com passagem por diversas instituições renomadas de Santos (SP). É psicanalista, escritor e articulista do jornal Diário do Litoral, onde assina a coluna “Olhar Filosófico”. Autor de livros sobre Filosofia, Sociologia e Poesia. Atualmente, é diretor do Colégio Progresso Bilíngue – Unidade Machado de Assis.

Henrique Barreto Andrade Dias - licenciado em Geografia e Sociologia, possui especialização em projetos para o terceiro setor e pós-graduação em Psicologia Positiva, Neurociência, Mindfulness, Neuropsicopedagogia e Neurociência Aplicada à Aprendizagem. Atua na área da Educação há 18 anos e atualmente é coordenador pedagógico do currículo brasileiro do Brazilian International School.

Lúcia Junqueira Caldas Lacerda de Oliveira - licenciada em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas. Trabalhou em projetos interdisciplinares com Tecnologia da Educação, Química, Matemática, História, Geografia e outras disciplinas de Linguagens como Português, Inglês e Teatro. Já ministrou aulas de cerâmica para deficientes visuais na biblioteca Braille e para professores da rede municipal de educação de São Paulo. Participou de diversos congressos de Educação “ICLOC” apresentando propostas exitosas de educação de Artes Visuais integradas à outras disciplinas curriculares. Atua na área da educação há 42 anos, em escolas e oficinas de arte da rede privada e particular de Ensino desde os anos iniciais até o Ensino Médio.

Pedro Zaidler - bacharel em Artes Plásticas pela Faculdade Santa Marcelina, e extensão em Educação Bilíngue pelo Instituto Singularidades. Atua como docente há 6 anos e atualmente é professor especialista de artes visuais para o ensino Fundamental e Médio na Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo/SP.

  

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