Pesquisar no Blog

terça-feira, 8 de julho de 2025

Os riscos de escolher um profissional pelas redes sociais

No mundo digitalizado de hoje, as redes sociais desempenham um papel significativo na maneira como as pessoas pesquisam, interagem e tomam decisões.  

No entanto, quando se trata de escolher um profissional como um cirurgião plástico, a conveniência das redes sociais pode vir com uma série de riscos.  

 

Atração instantânea vs Avaliação completa 

As redes sociais muitas vezes são usadas como plataformas para promover serviços e exibir resultados visuais impressionantes. No entanto, a atratividade instantânea de fotos e vídeos pode obscurecer a necessidade de uma avaliação completa e abrangente do cirurgião e de sua prática.  

É crucial lembrar que uma imagem perfeita nas redes sociais nem sempre reflete a experiência, a habilidade e as credenciais reais do profissional.

 

Falta de transparência e autenticidade 

Nas redes sociais, é fácil criar uma imagem idealizada e mascarar informações importantes. Alguns profissionais podem exibir apenas os resultados mais impressionantes, deixando de fora os casos menos bem-sucedidos ou os riscos associados aos procedimentos.  

Além disso, pode ser difícil determinar a autenticidade das avaliações e dos testemunhos de pacientes, com a possibilidade de manipulação e falsificação.

 

Riscos para a segurança e saúde do paciente 

Escolher um cirurgião com base unicamente em sua presença nas redes sociais pode resultar em sérios riscos para a segurança e para a saúde do paciente.  

Profissionais não qualificados ou inexperientes podem oferecer procedimentos a preços atrativos, mas sem os conhecimentos necessários para realizar cirurgias de forma segura e eficaz.  

Isso pode levar a resultados estéticos insatisfatórios, complicações médicas e até mesmo danos permanentes.

 

Como fazer uma escolha segura e informada

Para evitar os riscos associados à escolha de um cirurgião pelas redes sociais, é essencial adotar uma abordagem cuidadosa e criteriosa.  

Aqui estão algumas dicas para fazer uma escolha segura e informada: 

  • Pesquisa extensa Além das redes sociais, pesquise sobre o cirurgião em sites confiáveis, verifique suas credenciais, sua experiência, seu histórico de procedimentos e suas certificações.
  • Consultas pessoais Agende consultas pessoais com os cirurgiões que você está considerando. Durante a consulta, discuta suas preocupações, faça perguntas detalhadas e avalie a comunicação e o nível de conforto com o profissional.
  • Referências e recomendações Peça referências e recomendações a amigos, familiares ou profissionais de saúde confiáveis que possam ter experiência com o cirurgião em questão.
  • Verificação de credenciais Certifique-se de que o cirurgião seja certificado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e esteja registrado no Conselho Federal de Medicina (CFM).
  • Transparência e honestidade Escolha um cirurgião que seja transparente e honesto sobre os procedimentos, riscos e expectativas realistas. Evite profissionais que prometem resultados exagerados ou ofereçam procedimentos a preços muito baixos. 

Embora as redes sociais possam oferecer acesso conveniente a uma variedade de informações e recursos, é importante ter cautela ao escolher um profissional cirúrgico por meio dessas plataformas. Priorize uma pesquisa extensa, consultas pessoais e referências confiáveis para garantir uma escolha segura, informada e que priorize sua saúde e segurança.  

Lembre-se sempre de que a qualidade e a segurança dos resultados cirúrgicos devem ser prioridades máximas ao considerar qualquer procedimento estético.

 

Fonte: Dr. Alexandre Kataoka, Cirurgião Plástico. Perito concursado da Secretaria da Justiça de São Paulo – Instituto de Medicina Social e Criminologia do Estado de São Paulo. Membro Efetivo da Câmara Técnica em cirurgia plástica – CFM. Conselheiro Responsável da Câmara Técnica do Cremesp. Coordenador da Comunicação do Cremesp.

 

96% das empresas têm inovação no planejamento estratégico, mas só 56% têm processos estruturados

 Estudo realizado pela PALAS mostra abismo entre a teoria e a prática

 

Expectativa versus realidade. Uma pesquisa realizada pela consultoria PALAS, pioneira na implementação da ISO de inovação, revela que as empresas querem inovar, mas ainda falta governança para gerar resultados efetivos. A maior prova é a de que 96% afirmam ter inovação como foco do planejamento estratégico, enquanto apenas 56% têm processos estruturados para inovar. Uma contradição que revela a falta de preparo. 

O estudo incluiu 198 empresas – sendo 38% de grande porte (com faturamento acima de R$ 300 milhões/ano), 35% de porte médio (entre R$ 4,8% e R$ 300 milhões) e 28% pequenas (até R$ 4,8 milhões) – de segmentos diversos, como alimentos e bebidas, automotivas, construção civil, mineração, energia, metalurgia, farmacêuticas, entre outras. São 66% do setor de serviços, 28% da indústria e 6% do comércio. Entre os respondentes, 20% ocupam cargos de CEO, VP ou fundador; 19% são gerentes, 18% coordenadores e 11% diretores. Cerca de 89% das empresas são privadas. 

Os números chamam atenção por mostrar um verdadeiro descompasso entre o que as empresas almejam e o que realmente são capazes de executar. Apenas 74% possuem objetivos definidos e 71% interagem com ecossistemas de inovação, como startups, hubs e universidades. Uma política de inovação só é possível ser encontrada em 52% das empresas. 

Embora 79% afirmem ter uma liderança comprometida com o tema, apenas 52% oferecem treinamentos a fim de desenvolver essa competência de forma contínua. Enquanto 72% afirmam terem pessoas totalmente dedicadas à inovação, só 54% têm papéis e responsabilidades definidos. "Isso demonstra o quanto as empresas desejam, mas ainda estão despreparadas para inovar", pontua Alexandre Pierro, sócio fundador da PALAS. 

Quando o assunto são recursos financeiros, os números são ainda mais comprometedores. Só 55% têm um orçamento definido para a inovação. O mesmo percentual tem indicadores capazes de mostrar se a empresa está no caminho certo ou precisa de ajustes de rota. E, apenas 57% têm um plano estruturado para desbravar novas oportunidades de negócios. Cerca de 55% não fazem uso de recursos de fomento como busca por financiamentos e restituição fiscal via Lei do Bem. 

Segundo Pierro, isso explica por que passado o hype da inovação durante a pandemia, muitas empresas estão desmantelando a área simplesmente porque não conseguiram obter resultados. "Sem processos, é impossível transformar ideias em geração de valor. Inovação precisa de método, estrutura e, temos colhido grandes resultados com a ISO 56001", enfatiza. 

Esta metodologia internacional foi publicada depois de 11 anos de estudos para se chegar a um consenso entre 164 países membro da ISO, organização sem fins lucrativos sediada em Genebra, na Suíça, que figura como uma das maiores escolas de negócios do mundo, com mais de 180 normas de gestão. Pierro foi um dos brasileiros que participou da formatação da ISO 56001 e é o profissional responsável por 17 implementações no país, em empresas como Grupo Boticário, Atento, CPFL, Copel, Eneva, State Grid Brazil, Messer Gases, OEC e tantas outras. 

A consultoria aplica um diagnóstico antes da implementação e o repete logo depois. A diferença é notável e imediata. Em média, o entendimento sobre o que é inovação, metas, processos, objetivos, indicadores, ferramentas e programas de ideias triplicou em todos os níveis hierárquicos. A compreensão destes temas e a sua estruturação para atendê-los saltou de 35% para 87% entre membros do nível estratégico, de 29% para 90% no tático e de 32% para 88% no operacional. 

Como resultado prático, uma das empresas viu a participação da inovação saltar de 2,5% para 9% no faturamento anual logo no primeiro ano após a implementação da ISO de inovação. Cinco anos depois, este indicador chegou a 17%, o que representa algo em torno de R$ 500 milhões por ano, que a empresa simplesmente não faturaria se não tivesse um plano estruturado para inovar. "Isso é uma prova inequívoca de que inovação precisa de método. Temos visto muitas empresas investirem tempo e dinheiro em uma área que só consegue fazer invenção. Para ter inovação é preciso gerar mais receitas e reduzir despesas", finaliza Pierro. 




ISO de inovação
www.isodeinovacao.com.br

 

Para além das rampas: a revolução silenciosa da Lei que nos convocou a enxergar


Há pouco mais de uma década, tive a honra de me sentar à mesa com mentes e corações brilhantes para tecer os fios de uma das mais transformadoras legislações do nosso tempo: a Lei Brasileira de Inclusão (LBI). Aquela jornada não foi apenas técnica; foi um exercício profundo de Alteridade, uma semeadura de futuro. Hoje, ao olharmos para o caminho percorrido, vemos os frutos, mas também a longa estrada que ainda se desdobra à nossa frente. 

Muitos conhecem a Lei Brasileira de Inclusão por sua manifestação mais visível: a garantia de direitos das pessoas com deficiência. E, de fato, ela é um marco. Como bem detalha a primorosa cartilha do Instituto Mara Gabrilli, a lei internaliza em nosso cotidiano os preceitos da Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que o Brasil acolheu com a força de uma Emenda Constitucional. Contudo, o coração da LBI pulsa em uma dimensão ainda mais profunda. Seu grande salto de consciência não foi criar um catálogo de direitos para um grupo, mas sim mudar o foco da lente: a questão não está no indivíduo, mas nas barreiras que nós, como sociedade, erguemos. A lei compreendeu algo que a sabedoria popular já ensinava: não se julga a força do rio pelas pedras em seu leito, mas pela forma como ele as contorna ou as remove para seguir seu curso. 

A Lei Brasileira de Inclusão nos ensina que cada ser humano é um universo de singularidades, um conjunto de potencialidades e, também, de "impedimentos", como a lei delicadamente chama nossas limitações. A deficiência, portanto, não é uma condição intrínseca da pessoa, mas o resultado doloroso do choque entre essas características individuais e as barreiras – materiais e imateriais – que pavimentam nosso mundo. Quando isso acontece, a exclusão nos contamina, e a sociedade inteira adoece. Perdemos todos. Perdemos ideias, afetos, inovações e a riqueza que só a tapeçaria completa da humanidade pode oferecer. 

E que ninguém se engane: as rampas que faltam e as calçadas quebradas são apenas a face mais visível do problema. As barreiras verdadeiramente nefastas são invisíveis, erguidas com o cimento do preconceito e da atitude capacitista. São os muros do olhar que julga, da impaciência que descarta, da sensibilidade que falta. Esses cárceres da alma ainda confinam uma parcela imensa da nossa gente, impedindo-a de contribuir com sua força criativa para o desenvolvimento do nosso país. É por isso que a essência da LBI é um convite à convivência. Seus pilares – Educação, Trabalho, Cultura, Esporte, Lazer, Participação Política – não são fins em si mesmos. São convites sagrados para o encontro, onde, lado a lado, podemos desmontar os muros do preconceito e permitir que cada indivíduo se torne o verdadeiro protagonista de sua história. 

Nestes anos, vimos avanços notáveis. A Inclusão é um tema mais presente, e a dignidade de muitas pessoas foi resgatada. Mas não podemos nos sentar à beira do caminho, satisfeitos com a paisagem. A maior de todas as barreiras persiste, altiva e cruel: a desigualdade econômica e social. A verdadeira inclusão só será plena quando a edificarmos sobre os alicerces de uma sociedade mais justa. Isso exige coragem para investir massivamente em Educação e Saúde de qualidade para todos, desenvolvendo as melhores potencialidades que dormem em cada cidadão. Exige, também, que incentivemos o trabalho e o empreendedorismo, não como uma concessão, mas como a chave para a autonomia e a dignidade. 

A Lei Brasileira de Inclusão não é um ponto de chegada. É um mapa, uma bússola moral que nos aponta o Norte. É tempo de arar a terra da indiferença e semear, com ainda mais afinco, um Brasil onde todos caibam, e onde ninguém, absolutamente ninguém, fique para trás. 

 

André Naves - Defensor Público Federal formado em Direito pela USP, especialista em Direitos Humanos e Inclusão Social; mestre em Economia Política pela PUC/SP. Cientista político pela Hillsdale College e doutor em Economia pela Princeton University. Comendador cultural, escritor e professor (Instagram: @andrenaves.def).


Paixão nacional, Brasil é o segundo país do mundo que mais consome pizza com quase dois milhões de unidades por dia

Dia da Pizza é celebrado neste 10 de julho e prato faz parte da mesa do brasileiro. Senac EAD oferece curso livre de Cozinha Italiana

 

Para os amantes da massa, do molho e do queijo, o Dia da Pizza, celebrado em 10 de julho no Brasil, é muito mais que uma data no calendário: é uma ode a um dos pratos mais democráticos e saborosos do mundo. A paixão pela pizza é tão intensa por aqui que o Brasil se consolidou como o segundo maior consumidor global com quase dois milhões de unidades vendidas diariamente, perdendo apenas para os Estados Unidos. O dado é da Associação de Pizzarias Unidas do Brasil (APUBRA). 

No país, São Paulo é a cidade que mais consome a iguaria e está no segundo posto do mundo, somente atrás de Nova York. Não é à toa que o estado concentra uma fatia gigantesca desse mercado de quem consome pizza. 

Segundo levantamento da APUBRA, 34% das pizzarias de todo o país estão localizadas no estado de São Paulo. Isso significa que, para cada três pizzarias no Brasil, uma está em solo paulista, tornando-o o epicentro da cultura pizzaiola nacional. 

Essa concentração se traduz em uma diversidade inacreditável de sabores, estilos e experiências para os apreciadores, desde as tradicionais casas de forno a lenha até as inovações contemporâneas. 

Para quem tem interesse em dominar a arte de fazer pizzas, seja para impressionar amigos e família ou para empreender nesse mercado tão promissor, o Senac EAD oferece excelentes oportunidades. O curso de gastronomia internacional conta com o de Cozinha Italiana. Produzido no ambiente de Web TV, é possível acompanhar o passo a passo dos preparos oferecidos. Clique no link e confira as opções.


Senac EAD
Acesse aqui   


Idosos de baixa renda são os que menos gostam e consomem chocolate no Brasil, revela pesquisa da Nexus

Embora as barras de chocolate sejam preferência dos brasileiros, o consumo de bombons aumenta entre quem ganha menos

 

Dados inéditos de um levantamento da Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados revelam que idade e renda influenciam no gosto e no consumo de chocolate no Brasil. Enquanto 38% dos maiores de 60 anos que ganham até 2 salários mínimos afirmam não gostar do doce, apenas 12% dos idosos de alta renda dizem o mesmo. O comportamento é um registro da pesquisa “A paixão do brasileiro pelo chocolate”, produzida pela Nexus. Nesta segunda, 7 de julho, é comemorado o Dia Mundial do Chocolate. A data marca a chegada do chocolate à Europa no século 15, embora a origem do cacau seja na América Central e do México, segundo historiadores.

Entre os com mais de 60 anos, a rejeição pelo chocolate é ainda maior entre os homens: 42% dos idosos do sexo masculino de baixa renda afirmam não gostar de chocolate, frente 33% das mulheres. Na outra ponta, 54% dos jovens de até 24 anos e que ganham mais de 5 salários mínimos gostam muito de chocolate. O percentual cai para 50% entre os jovens de média renda (que ganham de 2 a 5 S.M) e para 47% nos jovens de baixa renda.

“O aumento considerável no preço do cacau nos últimos anos fez com que os chocolates ficassem mais caros e, consequentemente, menos acessíveis ao público de baixa renda. A pesquisa da Nexus reforça essa conexão entre quem ganha menos e quem também aprecia menos chocolate. Com o chocolate, assim como outros itens de consumo, de certa maneira a questão preço continua moldando gostos. Essa diferença é ainda maior entre os idosos, que tendem a consumir menos doce”, afirma o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski.


O quanto você gosta de chocolate?



 

A pesquisa da Nexus aponta também que os idosos que ganham menos também são os que menos consomem chocolate: 30% afirmam que nunca comem o doce e 49%, consomem raramente. Ao todo, 6% dizem consumir menos de 1 vez por semana, 4% de 2 a 3 vezes por semana e 2% comem chocolate todos os dias. Entre os idosos com maior poder aquisitivo, apenas 8% afirmam nunca comer chocolate e 37%, raramente.

Nos jovens de até 24 anos, 10% dos mais ricos comem chocolate diariamente, frente a 5% dos considerados de baixa renda. Nos dois grupos, 6% consomem chocolate de 4 a 6 vezes por semana.


Com que frequência você consome chocolate?


As barras de chocolate são a preferência dos brasileiros na hora de escolher o formato do doce, mas o consumo de bombons que, na população geral, é a escolha de 39%, aumenta entre quem ganha menos: 44% dos adultos (25 a 59 anos), 42% dos idosos e 37% dos jovens de baixa renda escolhem comprar bombons. O percentual cai para 35%, 31% e 28% respectivamente entre os jovens, adultos e idosos que ganham mais de 5 salários mínimos. As mulheres idosas de baixa renda são as únicas que consomem mais bombons: 51% contra 48% que escolhem as barras.

“Consumido em pequenas doses, os bombons duram mais tempo. Além disso, em menor formato, e  consequentemente mais baratos, um bombom de uma marca de mais qualidade pode ser consumido pelo público de baixa renda com mais frequência do que uma barra”, destaca Tokarski.


Chocolate artesanal é mais consumido entre idosos com mais renda e jovens

O gosto pelo chocolate artesanal é também associado à renda: 34% dos idosos de baixa renda nunca consomem chocolate artesanal. O número cai para 26% entre os maiores de 60 anos que ganham mais de 5 salários mínimos. Nos idosos de baixa renda, 37% afirmaram ainda que comem raramente chocolates artesanais, 21% às vezes, 2% frequentemente e 5% sempre. Entre os idosos de alta renda, 11% afirmam sempre consumir chocolate artesanal.

As mulheres idosas de alta renda são as maiores consumidoras de chocolates artesanais: 28% afirmam que comem sempre e 11%, frequentemente. Já as idosas de baixa renda são as que menos consomem esse tipo de chocolate entre as mulheres. Apenas 4% disseram que comem sempre e 2%, frequentemente.

Além dos mais velhos e mais ricos, os chocolates artesanais são mais consumidos entre os jovens, independentemente da renda: 11% de quem ganha acima de 5 S.M, 10% de quem ganha até 2 salários mínimos e 7% de quem ganha entre 2 e 5 S.M sempre comem o doce.


Com que frequência você consome chocolate artesanal?

 

Metodologia

A Nexus entrevistou, presencialmente, 2.000 cidadãos com idade a partir de 18 anos, nas 27 Unidades da Federação (UFs) entre os dias 27 e 31 de março de 2025. A margem de erro no total da amostra é de 2pp, com intervalo de confiança de 95%.

 

Entre o escritório e a saúde social: o novo desafio das empresas que querem evoluir


Nos últimos meses, temos acompanhado um movimento que beira o retrocesso: a pressão crescente, no Brasil e no mundo, pelo retorno integral ou majoritário ao trabalho presencial. Essa demanda, muitas vezes impulsionada por percepções ultrapassadas de controle e produtividade, ignora não apenas os aprendizados mais valiosos do período pós-pandêmico, mas também as profundas transformações que moldaram a vida e a carreira de milhões de profissionais.

 

Como líder de RH em uma multinacional de tecnologia e transformação digital, posso afirmar com segurança: produtividade não está – e nunca esteve – atrelada à presença física constante. Controlar não é o mesmo que engajar. Um colaborador engajado é aquele que se sente valorizado, respeitado e escutado – e isso independe do CEP de onde ele trabalha.

 

Segundo um estudo, existe um “delta de otimismo” significativo entre o que líderes acreditam funcionar bem no modelo presencial e o que os colaboradores realmente vivenciam. Enquanto 90% dos líderes acreditam que a conectividade está funcionando, apenas 67% dos funcionários concordam. Essa desconexão mostra que muitos líderes avaliam o desempenho com base em métricas visuais – o famoso “te ver trabalhando” – enquanto ignoram aspectos mais profundos de motivação, bem-estar e autonomia.

 

Além disso, o retorno indiscriminado ao escritório traz impactos que vão muito além das paredes corporativas. Estamos falando de aumento no trânsito, na poluição e no consumo urbano concentrado – questões que se relacionam diretamente com as metas de ESG que tantas empresas dizem defender. Houve uma redução significativa desses impactos durante o período de trabalho remoto, e agora vemos um movimento contrário, pouco discutido em profundidade.

 

A tecnologia permitiu a descentralização da mão de obra e, com isso, uma distribuição de talentos muito mais equitativa pelo país. Conseguimos contratar pessoas incríveis no Norte e no Nordeste, por exemplo – talentos que não teriam essa chance se a exigência fosse viver nos grandes centros. Agora, exigir retorno presencial significa, na prática, excluir essas pessoas. É uma perda imensa, não só de diversidade, mas de inteligência, criatividade e inovação.

 

É claro que há nuances. A experiência presencial pode ser importante – especialmente no onboarding, como mostrou uma pesquisa da Microsoft, que indicou que mesmo pequenos encontros mensais com os gestores podem melhorar a integração e o sentimento de pertencimento. No entanto, isso não justifica jornadas diárias no escritório. O mesmo estudo apontou que presença excessiva pode prejudicar a produtividade e o alinhamento com a equipe.

 

Estamos diante de uma nova era que exige modelos mais humanos, flexíveis e adaptáveis. Trabalhar de forma híbrida ou remota é, cada vez mais, uma prioridade para os profissionais. Um estudo recente das universidades de Harvard, Johns Hopkins e Illinois mostrou que muitos trabalhadores aceitariam até 25% de redução salarial para permanecerem em modelos não-presenciais. Isso não é só um número: é um alerta.

 

Esses dados também revelam que a flexibilidade se tornou mais do que um benefício – é uma necessidade valorizada acima de compensação financeira. Para profissionais de tecnologia, que frequentemente migraram para outras cidades durante a pandemia, refizeram suas vidas longe dos grandes centros urbanos e estabeleceram novos equilíbrios entre vida pessoal e profissional, a imposição do retorno presencial representa uma ruptura significativa.

 

Dados recentes mostram que as visitas aos escritórios nos Estados Unidos permanecem 32,2% abaixo dos níveis de março de 2019, uma mudança mínima em relação aos 35,9% de março de 2024. Isso indica que, apesar do discurso sobre o retorno ao presencial, a transformação estrutural do trabalho é irreversível. Cidades como Nova York lideram a recuperação com apenas 11,4% de redução em relação aos níveis pré-pandemia, enquanto São Francisco e Chicago ainda estão 44,6% abaixo. Essa disparidade reflete não apenas políticas corporativas, mas mudanças demográficas e econômicas fundamentais.

 

Na GFT, não temos a intenção de impor um modelo presencial. Nosso mindset valoriza a autonomia, a responsabilidade e a confiança. Sabemos que há clientes com outras demandas e, nesses casos, buscamos equilíbrio – mas não sacrificamos nossa cultura ou nossa capacidade de atrair talentos por uma nostalgia do “escritório cheio”.

 

É necessário falar também sobre saúde. Não só a física e a mental, mas a saúde social, conceito que ganha força entre especialistas como Kasley Killam, de Harvard. Conexões humanas genuínas importam, sim – mas elas não dependem de estarmos todos, todos os dias, no mesmo lugar físico. O futuro do trabalho passa pela criação de rituais e estruturas centradas nas pessoas, que promovam vínculos, pertencimento e propósito, independentemente do modelo adotado.

 

O design do trabalho precisa ser centrado nas pessoas. Isso significa escutar, adaptar e co-construir ambientes – físicos e digitais – que promovam bem-estar e alto desempenho. Flexibilidade já não é um diferencial. É uma exigência. E quem não entender isso, corre o risco de perder os melhores talentos para quem entendeu. Assim, o futuro do trabalho será determinado por organizações que conseguirem equilibrar flexibilidade com conexão, autonomia com colaboração, e produtividade com sustentabilidade.

 

Estamos em um ponto crítico de decisão. Podemos optar por um caminho de controle e regressão – baseado em percepções desatualizadas – ou podemos avançar, acolhendo a complexidade e as possibilidades do mundo híbrido. O presencial tem seu valor, mas ele precisa ser repensado, com propósito claro e respeito à realidade de cada profissional. Aquelas organizações que insistirem em modelos rígidos de controle presencial correm o risco de ficar para trás na guerra por talentos e na construção de culturas verdadeiramente engajadas.

 

Transformação digital não é só sobre tecnologia. É sobre mentalidade e deve se refletir também na forma como pensamos sobre trabalho, espaço e tempo. Afinal, se podemos revolucionar processos e criar inteligências artificiais sofisticadas, certamente podemos desenhar modelos de trabalho mais inteligentes e humanos. E líderes preparados para o futuro sabem disso.


  

Fernanda Rodrigues - CHRO da GFT Technologies na América Latina

 

Entidade global anuncia testes coletivos para identificar superdotados em 30 cidades brasileiras entre julho e agosto

Confira calendário divulgado pela Associação Mensa Brasil, entidade que reúne pessoas com altas capacidades intelectuais no País, e saiba como se inscrever

 

A Associação Mensa Brasil, entidade que reúne pessoas com altas capacidades intelectuais no País e representante oficial da Mensa Internacional, principal organização de alto QI do mundo, acaba de anunciar o calendário de julho e agosto para a realização dos testes coletivos com o objetivo de identificar pessoas com inteligência muito acima da média. No total, serão 30 cidades contempladas, de 16 estados, neste mês.   

Os testes acontecem no dia 12/7, no Rio de Janeiro (RJ) e em Timóteo (MG). No dia 19/7, seguem para Campo Grande (MS), Rio de Janeiro (RJ) novamente e Salvador (BA). Já em 26/7, serão realizados em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Cuiabá (MT), Fortaleza (CE), Indaiatuba (SP), Limeira (SP), Londrina (PR), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Ribeirão Preto (SP), Rio de Janeiro – Zona Norte (RJ), Santos (SP), São Carlos (SP), São José do Rio Preto (SP), São Paulo (SP) e Vila Velha (ES).
 
Em agosto, os exames acontecerão nas seguintes cidades: no dia 2, em Curitiba (PR), Pouso Alegre (MG) e São José dos Campos (SP); no dia 9, em Campinas (SP), Goiânia (GO) e Recife (PE); no dia 23, em Piracicaba (SP) e no Rio de Janeiro – Gávea (RJ); e no dia 30, em Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Itajubá (MG), Jundiaí (SP), Rio de Janeiro – Zona Norte (RJ) e São Paulo (SP).
 
Os testes são destinados às pessoas com 17 anos ou mais e que estejam cursando ou que tenham cursado o ensino superior, ainda que incompleto. O local e horário são informados de maneira individual e privada aos inscritos. Os testes são feitos de forma presencial, com o acompanhamento de um profissional de psicologia, conforme diretrizes do Conselho Federal de Psicologia (CFP).
 
Segundo Carlos Eduardo Fonseca, presidente da Associação Mensa Brasil, “identificar pessoas com inteligência acima da média é uma ferramenta fundamental para ajudar o Brasil a desenvolver políticas públicas nas áreas de superdotação/altas habilidades e educação inclusiva, que hoje não alcançam a população a ser atendida. Se cerca de 5% da população é superdotada e menos de 39 mil têm atendimento na educação escolar, por exemplo, significa que o Brasil falha em identificá-los”, explica Fonseca.
 
“Trazer esse problema para o debate público é imprescindível para alcançarmos o pleno atendimento dos direitos de indivíduos com alta inteligência. A Mensa tem papel fundamental neste trabalho, no sentido de contribuir com processos de identificação e proporcionar ambientes que ajudem no desenvolvimento de potenciais de seus membros”, observa o presidente da entidade.
 
A Mensa Brasil recomenda aos governos brasileiros a adoção de sistema nacional estruturado de avaliação da inteligência de crianças matriculadas nos ensinos infantil e fundamental, tanto nas instituições de ensino públicas quanto nas privadas. Esta medida já é aplicada em diversos países, com resultados importantes e positivos. Na visão da entidade, este modelo serviria de base para a ampla identificação dos chamados superinteligentes, ainda nos primeiros anos de escolarização, contribuindo para um melhor direcionamento, desenvolvimento e aproveitamento dos potenciais intelectuais no Brasil, contribuindo para a evolução destes indivíduos e beneficiando a sociedade brasileira. 
 
Atualmente, a associação possui cerca de 5,1 mil brasileiros com superdotação/altas habilidades identificados no território nacional, incluindo cerca de 2 mil crianças e adolescentes e 3,1 mil adultos mapeados.


Serviço
 
Teste de admissão e avaliação de alto QI da Associação Mensa Brasil
 
OBS – Local e horário são informados de maneira privada aos inscritos
 
Testes coletivos:
 
12 de julho
 
Rio de Janeiro - RJ
Timóteo - MG
 
19 de julho
 
Campo Grande - MS
Rio de Janeiro - RJ - Gávea
Salvador - BA
 
26 de julho
 
Belo Horizonte - MG
Brasília - DF
Cuiabá - MT
Fortaleza - CE
Indaiatuba - SP
Limeira - SP
Londrina - PR
Maceió - AL
Manaus - AM
Natal - RN
Ribeirão Preto - SP
Rio de Janeiro - RJ - Zona Norte
Santos - SP
São Carlos - SP
São José do Rio Preto - SP
São Paulo - SP
Vila Velha - ES
 
2 de agosto
 
Curitiba - PR
Pouso Alegre - MG
São José dos Campos - SP
 
9 de agosto
 
Campinas - SP
Goiânia - GO
Recife - PE
 
23 de agosto

Piracicaba - SP
Rio de Janeiro - RJ - Gávea
 
30 de agosto
 
Florianópolis - SC
Fortaleza - CE
Itajubá – MG
Jundiaí - SP
Rio de Janeiro - RJ - Zona Norte
São Paulo - SP
 
Para inscrições, acesse o website: http://www.mensa.org.br/
 
 

Associação Mensa Brasil


Cinco movimentos que estão redefinindo o papel do líder

Na era da colaboração, liderar é criar redes, ouvir mais e buscar valor além do financeiro 

 

Quando olho para o que significa liderar uma organização nos dias de hoje, percebo que não se trata mais apenas de resultados ou estratégias bem desenhadas. Claro, eles continuam importantes, mas já não são o suficiente. O mundo mudou. E nós, líderes, também precisamos mudar.

Tenho refletido sobre que tipo de liderança tenho exercido. Que legado deixamos para nossos times, para a sociedade, para o planeta?

Recentemente, me deparei com um estudo da McKinsey chamado ‘The Journey of Leadership’, que traduz de forma muito precisa o que venho vivendo e buscando como líder. O levantamento destaca cinco movimentos que considero essenciais para quem quer liderar de forma mais consciente, conectada e relevante. Mais do que tendências, são convites à transformação.



1. Foco em impacto: além do lucro, o valor sistêmico

A primeira grande mudança está no foco. Liderar hoje não é apenas bater metas ou crescer o faturamento. É gerar valor sistêmico, ou seja, impactar positivamente todas as partes do ecossistema: colaboradores, clientes, fornecedores, comunidades e o planeta. Empresas que ignoram esse papel perdem relevância. As que abraçam essa responsabilidade constroem legados duradouros.

O lucro segue fundamental, mas ele deve vir como consequência de uma atuação alinhada a valores, propósito e impacto real.



2. Cocriação como método: ninguém lidera sozinho

A liderança tradicional parte da ideia de que o líder precisa ter todas as respostas. Mas isso não funciona mais. Os desafios atuais são complexos demais para serem resolvidos de forma isolada.

Cocriação significa abrir espaço para o diálogo genuíno, envolver os times na construção das soluções e ouvir ativamente nossos clientes e a sociedade. Quando todos participam, o resultado não é só mais inovador é mais verdadeiro, mais engajador, mais sólido. Como líder, venho aprendendo cada vez mais a escutar antes de agir.



3. Colaboração em rede: conectar, não centralizar

A lógica de hierarquias rígidas e decisões verticais está perdendo força. No lugar dela, cresce a liderança em rede aquela que conecta talentos, propósitos e saberes diversos. Ser líder, hoje, é mais sobre ser um facilitador do que um comandante.

Essa mentalidade de rede nos permite reagir com agilidade, inovar com mais profundidade e construir ambientes de trabalho mais inclusivos e criativos. Quanto mais pontes criamos, mais longe conseguimos ir.



4. Evolução contínua: a curiosidade como motor

Liderar também é estar em movimento constante. O mundo não para de mudar e nós também não podemos parar de aprender. A curiosidade, antes vista como um traço secundário, se torna uma competência essencial.

Aprender exige humildade. Exige reconhecer que não sabemos tudo e que sempre há algo novo a descobrir: sobre o negócio, sobre as pessoas, sobre nós mesmos. Quanto mais aprendemos, mais bem preparados estamos para guiar nossas equipes com consciência e adaptabilidade.


5. Autenticidade radical: liderar com humanidade

Por fim, talvez o ponto mais desafiador e mais transformador: liderar com autenticidade. Mostrar vulnerabilidade, agir com integridade, ser coerente entre o que se fala e o que se faz. Mais do que admiração, isso gera confiança e a confiança é a base de qualquer cultura saudável.

Ser líder não me impede de ser humano. Pelo contrário: é justamente uma visão humanizada que me permite criar relações mais verdadeiras, tomar decisões mais éticas e inspirar pelo exemplo, não apenas pelo cargo.

Esses cinco movimentos não são tendências passageiras. São respostas a um novo mundo que se constrói e que exige de nós, líderes, não apenas competência, mas consciência.

Tenho escolhido trilhar essa jornada com propósito e presença. E sigo acreditando que é possível transformar empresas em agentes de impacto positivo, desde que tenhamos coragem de liderar com a cabeça, com o coração e com o olhar voltado para o coletivo.

Se essa também é sua escolha, seguimos juntos.


Marcelo Ciasca - CEO do grupo Stefanini no Brasil.



VISTO ESTUDANTIL: QUAIS AS NOVAS REGRAS IMPOSTAS POR TRUMP?

Condições exigem que perfis informados no formulário fiquem públicos até a aprovação, e conteúdo incompatível pode levar à negativa.

 

Os Estados Unidos anunciaram recentemente mudanças importantes no processo de solicitação de vistos para estudantes estrangeiros. A análise das redes sociais passou a ter um papel ainda mais relevante na avaliação dos pedidos dos vistos F-1 (universidades), M-1 (escolas técnicas) e J-1 (intercâmbio). Diante disso, brasileiros que desejam estudar no país devem estar atentos ao que publicam online. 

A advogada de imigração Larissa Salvador, fundadora da Salvador Law, escritório com sede na Flórida especializado no atendimento a brasileiros, alerta para os riscos de manter conteúdos incompatíveis com os objetivos declarados na solicitação do visto. “Tudo o que está nas suas redes sociais pode ser usado para validar ou questionar suas intenções. É fundamental que o seu perfil digital seja coerente com o que você está dizendo no processo consular”, reforça. 

Desde 2019, o formulário DS-160 passou a exigir que o solicitante informe os nomes de usuário utilizados nas redes sociais nos últimos cinco anos. Isso permite ao governo americano um mapeamento mais detalhado do perfil do candidato. Mas a principal novidade, segundo Larissa, é que agora os solicitantes estão sendo obrigados a manter seus perfis ativos e visíveis (não privados) durante todo o processo, pelo menos até a aprovação do visto.
 

Saiba o que evitar para não gerar suspeitas e comprometer a aprovação do visto:

  • Não desative, torne privado ou modifique o perfil fornecido no formulário durante o período de análise do visto;
  • Revise com antecedência todo o conteúdo público disponível em suas redes sociais e remova postagens que possam gerar interpretações negativas por parte do consulado;
  • Mantenha o perfil transparente e sem alterações durante o processo de análise.


Evite publicações, como:

  • Fotos com armas;
  • Imagens ou menções a drogas;
  • Associações a práticas ilegais;
  • Discursos de ódio;
  • Conteúdos que contradigam informações declaradas oficialmente ao consulado.

Para Larissa, a preparação para o visto vai muito além da documentação. “Hoje, sua presença digital é quase um reflexo do seu perfil imigratório. Não adianta dizer uma coisa para o consulado e mostrar outra nas redes. A coerência entre o que você vive, publica e declara é fundamental para evitar problemas e garantir que seu sonho americano não vire um pesadelo”, esclarece a advogada.
  


Salvador Law
Saiba mais em Salvador Law

  

segunda-feira, 7 de julho de 2025

LUA CHEIA: TRÊS BANHOS PARA ABRIR BOAS VIBRAÇÕE



Espiritualista Kelida Marques ensina quatro banhos energéticos para ter positividade o ano inteiro


Na quinta-feira (10), acontece a Lua Cheia, um momento em que muitas pessoas aproveitam para se conectar com uma energia intensa e espiritual. Essa fase lunar é tradicionalmente usada para realizar rituais de limpeza, renovação e atração de boas vibrações. 

Essa energia estará especialmente potencializada, tornando-se uma excelente oportunidade para quem deseja equilibrar suas energias e manifestar intenções positivas para o novo ciclo que se inicia. 

Segundo a espiritualista Kelida, este é um período propício para alinhar corpo, mente e espírito. “Durante a Lua Cheia, nossa sensibilidade fica mais aguçada, e a prática de rituais que fortaleçam a proteção espiritual aumentam a sintonia com nossos desejos. Os banhos enérgicos, por exemplo, são poderosos, sobretudo diante da Lua Cheia. É o momento ideal para fortalecer as intenções, desejos, e se energizar com positividade, pois os rituais recebem mais força com a energia lunar”, explica. 

A utilização de ervas, plantas, flores, banhos e defumações ajuda na eliminação de dores, além de atrair amor, saúde e prosperidade, dependendo do ritual realizado. Esses elementos naturais, presentes em nosso cotidiano, estão em conexão direta com a natureza, trazendo uma essência de terra, energias positivas e tranquilidade.
 

Conheça três banhos poderosos para aproveitar a energia da Lua Cheia:
 

Banho para o amor:

Em água fervida, misture 1 gota de óleo essencial de lavanda para trazer paz, 1 gota de óleo de jasmim para autoconfiança, 1 gota de óleo de néroli para sedução, 1 gota de óleo de rosa vermelha e misture tudo. Coloque um cristal de rodocrosita na água do banho e deixe descansar por 1 hora. Depois do seu banho normal, despeje a mistura do pescoço para baixo e seque-se com uma toalha limpa em suave batidas pelo corpo. 

Ao final, a espiritualista explica que é bom repetir a seguinte frase: "Minha vida é uma aventura e eu sou o amor". Peça a seus guias espirituais mais orientação, perceba todas as informações que te chegarem nas próximas horas.

Banho de cura para saúde:

Em água fervida, coloque 2 gotas de óleo essencial de neroli curativo mente-corpo, 2 gotas de óleo de lavanda para relaxamento, 2 gotas de óleo de patchuli e misture tudo. Coloque um cristal de quartzo na água para ampliar sua intenção e deixe descansar por 1 hora. “Pergunte ao seu corpo o que ele precisa para ser saudável e permita que as respostas cheguem a você na forma de imagens ou palavras. Visualize-se passando um tempo na natureza. Observe como essas coisas o fazem se sentir e pergunte ao seu Eu Superior se há algo que o ajudará a dominar a resistência às mudanças”, explica Kelida. 

Despeje o banho do pescoço para baixo após seu banho normal e seque-se com uma toalha limpa dando suaves batidas. Prefira após o banho usar roupas claras e afirme: "Minha saúde é minha prioridade e estou ansioso para cuidar de meu corpo."


Banho para prosperidade, dinheiro e boa sorte:

Em água fervida, misture 3 gotas de óleo essencial de patchuli para abundância, 4 gotas de óleo de lavanda para equilibrar e 2 gotas de olíbano para aterramento espiritual. Acenda uma vela amarela para representar seu poder pessoal e chame a Mãe Terra Deméter, Deusa da Colheita, para ajudá-la a manifestar seus sonhos e propósito. Adicione um cristal de cornalina para criatividade. “Já no chuveiro ou na banheira, imagine quaisquer pensamentos ou sentimentos limitantes indo pelo ralo para que você possa se concentrar em todas as coisas positivas em relação ao seu objetivo”, comenta a espiritualista.
Agora, despeje seu banho do pescoço para baixo e seque-se normalmente com uma toalha limpa pausadamente. Quando terminar, afirme: "Sou um Criador poderoso de meus objetivos e sei exatamente como manifestá-los." Apague a vela e vista-se com roupas de cores claras. 

Para saber mais sobre simpatias, banhos e rituais. Fique de olho nas redes sociais da Cigana. Acesse: Youtube.com/kelida e @kelidaoficial no Instagram.

 


Kelida Marques - Detentora de um dos principais canais do YouTube sobre Espiritualidade, conta com mais de 1,27M de seguidores em suas redes. Também é psicanalista, hipnóloga e terapeuta holística reikiana realiza atendimentos online, promove rituais de cura, benzimentos e vigília, de maneira constante e gratuita. Faz previsões, rituais, responde perguntas através do baralho cigano e fala com propriedade sobre conexões entre almas, cartas psicografadas, numerologia e terapias alternativas. Com toda essa bagagem espiritual (bruxa naturalista na linhagem de São Cipriano por tradição familiar) e profissional (formada em psicologia), a mística espiritualista atua unindo corpo, mente e espírito sempre com um pouco de magia. Também é uma das comentaristas da terceira temporada de Inexplicáveis do History Channel e lançou recentemente o livro psicografado que conta a verdadeira história de Maria Padilha | @kelidaoficial

 

Posts mais acessados