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terça-feira, 6 de maio de 2025

Copom: especialistas recomendam foco na renda fixa e cautela com bolsa

Na próxima quarta-feira, o Copom anuncia decisão em relação à taxa de juros. Consenso do mercado é de elevação de meio ponto percentual

 

Na próxima quarta-feira (7), o Copom - Comitê de Política Monetária decide se aumenta ou não a taxa de juros. Especialistas do mercado financeiro projetam um aumento de meio ponto percentual levando os juros básicos da economia para 14,75% ao ano. Em meio a um cenário de inflação ainda resistente e incertezas fiscais e externas, o movimento foi interpretado como necessário para manter a credibilidade da política monetária e ancorar as expectativas de preços.

 

“A alta da Selic é uma resposta necessária à inflação ainda persistente e acima da meta. Mesmo com revisões recentes nas projeções, o cenário segue pressionado, e o Banco Central precisa reforçar seu compromisso com a estabilidade de preços”, afirma Fernando Gonçalves, especialista em investimentos e sócio da GT Capital. Segundo ele, o novo patamar de juros muda significativamente o jogo para os investidores, trazendo a renda fixa novamente ao centro das atenções. “Com a Selic elevada, os pós-fixados de curto e médio prazo ganham mais atratividade, oferecendo bom retorno com risco controlado”, pontua.

 

A avaliação é compartilhada por Jeff Patzlaff, planejador financeiro, que destaca a persistência da inflação como fator-chave na decisão do Copom. “O IPCA acumulado em 12 meses ainda está acima da meta de 3%. Além disso, o risco fiscal segue presente, e o Federal Reserve também dá sinais de manter os juros elevados por mais tempo, o que pressiona o câmbio e pode trazer inflaçãoNesse cenário, a elevação da Selic funciona como um sinal claro de vigilância do Banco Central”, explica.

 

Josias Bento, sócio da GT Capital, também vê na atual conjuntura uma janela de decisão mais confortável para o Banco Central. “O IPCA-15 de abril já indicou uma convergência maior da inflação para o centro da meta. Além disso, há semanas não se fala em política fiscal, o que dá a impressão de estabilidade, embora não signifique que as contas estejam resolvidas”, comenta.


 

Como fica a renda fixa?

 

Para os investidores que buscam decisões mais práticas, Andressa Bergamo, sócia-fundadora da AVG Capital, sugere foco em pós-fixados no curto prazo. “CDBs atrelados ao CDI, Tesouro Selic e fundos de renda fixa com ativos pós-fixados são mais vantajosos nesse cenário. Eles evitam perdas com marcação a mercado e garantem um retorno previsível. Já para quem pensa no longo prazo, os títulos atrelados ao IPCA podem ser interessantes, desde que mantidos até o vencimento ou em cenários de inflação elevada”, afirma.

 

Segundo Bergamo, a escolha da aplicação deve considerar tanto o momento econômico quanto o perfil de cada investidor. “Se o objetivo é preservar capital com liquidez, os pós-fixados são a melhor pedida. Mas se o horizonte é mais longo e o investidor quer proteger seu poder de compra, os títulos atrelados à inflação passam a ser estratégicos. É preciso alinhar prazo, objetivo e risco para tomar a melhor decisão”, comenta.

 

Gustavo Moreira, planejador financeiro CFP, acredita que é válido aproveitar as taxas de juros altos e ficar de olho em investimentos pós-fixados como CDBs: ”É possível encontrar investimentos em bancos e corretoras tradicionais como CDBs que oferecem, em sua maioria, algo em torno de 102% do CDI para aplicações om liquidez diária e cerca de 113% para longo prazo", diz.


 

Bolsa de valores 

 

Patzlaff aponta que a alta de juros impacta diretamente a atratividade da Bolsa de Valores, principalmente nos setores mais sensíveis aos juros, como varejo e construção civil. “O custo de oportunidade aumenta, reduzindo o apetite por risco. Isso tende a gerar migração para ativos mais seguros, como os títulos do Tesouro e CDBs pós-fixados”, analisa. Ainda assim, ele vê oportunidades nos prefixados e nos papéis atrelados ao IPCA, desde que com estratégia e horizonte definidos. “Se estivermos próximos do pico do ciclo de alta, pode ser o momento ideal para travar taxas atrativas no longo prazo”, complementa.

 

Do lado dos bancos e grandes instituições financeiras, o cenário de juros altos impulsiona os lucros e, por consequência, o desempenho de suas ações. Bruno Cotrim, economista da casa de análise Top Gain, lembra que o índice financeiro (IFNC) da Bolsa já sobe quase 26% no ano, com destaque para bancos como BTG Pactual, Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil, que acumulam altas. “Os bancos têm se beneficiado diretamente da Selic alta, tanto pelo aumento da margem financeira quanto pela preferência dos investidores por ativos mais seguros e previsíveis”, afirma. 


Mesmo assim, Cotrim destaca que setores ligados a serviços e consumo têm mostrado recuperação. “Educação, supermercados, turismo e academias como a Smart Fit estão entre as altas da Bolsa. Isso mostra que, com o fim próximo do ciclo de alta, setores que foram muito pressionados tendem a reagir, especialmente os de consumo cíclico e parte do varejo”, aponta. Ele acrescenta que a energia elétrica pode ser outro setor a observar no segundo semestre, diante de uma possível transição para a bandeira tarifária amarela, o que elevaria a receita das empresas do setor.



Vendem-se ilusões no Ministério

No final de março, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, deu uma declaração contundente que obriga a análise profunda, tal o contraste com o sentimento do povo nas ruas. Afirmou a ministra: “Em toda a minha vida pública, mais de 25 anos de mandatos eletivos, nunca vi números tão positivos na economia do país, sobretudo da macroeconomia”. E continuou: ”Não me lembro de momento econômico tão bom e com números tão positivos obtidos rapidamente”.

A declaração aconteceu no programa Bom Dia Ministra, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e transmitido pelo canal gov, durante o qual a ministra destacou o maior número de pessoas com Carteira de Trabalho desde 2013 (sem, contudo, entrar no mérito da precariedade dos empregos), a política de valorização do salário-mínimo, e o crescimento econômico, tão expressivo por dois anos consecutivos e acima de 3,0% ao ano (2023 – governo Lula = 2,9% e 2024 = 3,4%), significando mais renda. É preciso destacar que, em 2022, portanto no governo anterior, o crescimento do PIB foi de 3,00%. Enalteceu também o governo com projeto que visa à melhoria da produtividade e da competitividade, importante no mundo atual.

Simone Tebet está rezando a cartilha escrita por Sidônio Pereira, o novo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, para quem as ações do governo precisam ser mais defendidas pelo primeiro escalão. A questão é que tanto entusiasmo com resultados econômicos e sociais tão expressivos se contrapõe à queda da popularidade e do nível de aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do governo do qual a ministra é expoente, conforme recentes pesquisas.

A análise de vários indicadores talvez dê as respostas para o nível de aprovação tão baixo e a falta de identificação com qualquer parâmetro que justifique comemoração, exceto o crescimento do PIB, mas nada excepcional, pois no último ano do governo anterior já foi de 3,0% e com tendência de crescimento.

A inflação é outro exemplo. Há dois anos consecutivos (2023 e 2024) a taxa de inflação anual, medida pelo IPCA, supera o teto da meta, compromisso do governo. A expectativa não é melhor. O terceiro ano do atual governo também sinaliza para o descumprimento da meta, e já ultrapassando 5% em 2025.

Como a inflação é perda do poder de compra da moeda, com reflexos nos preços dos alimentos em taxa de 7,42% (2024), superior à da média (4,82%), pode estar aí o início do descontentamento popular, diferentemente da celebração da ministra. Além disso, como inflação corrói a renda, sobretudo dos assalariados, a falta de correção das tabelas do imposto de renda ajuda a alimentar esse sentimento dos cidadãos.

Outra questão importante nesse cenário diz respeito à taxa de juros. A inflação acima da meta por vários anos consecutivos tem levado o mercado a entender como descontrole ou falta de interesse do governo em controlar e cortar despesas, medida que ajudaria o Banco Central a reduzir os juros, trazendo a inflação para mais perto da meta. Esse comportamento vem provocando danos de grande porte na economia do país e das pessoas

físicas de todas as classes sociais. O endividamento ficou muito mais caro, inclusive para investimentos do setor privado.

Os efeitos são extremamente danosos. Hoje, a taxa Selic de 14,25% .a.a., com viés de alta para 14,75%, ou mesmo de 15% ao ano, reduz a capacidade de investimentos do governo e, em consequência, afeta a qualidade dos serviços essenciais devolvidos à população, como saúde, educação, segurança e habitação.

Para maior entendimento do dano já causado pelos juros altos, convém lembrar que em 19/06/2024 a taxa definida pelo Copom era de 10,50% e agora, 10 meses depois, a Selic está 3,75 pontos percentuais acima. Isso significa que, para a dívida pública federal de R$ 7,50 trilhões, há o comprometimento adicional de R$ 280 bilhões/ano. Ou seja, hoje a elevação dos juros adiciona mensalmente R$ 25 bilhões ao valor já comprometido com o pagamento da dívida.

O estrago se estende ainda para as pessoas físicas, sobretudo das classes C e D, que sonham com a compra do primeiro imóvel. Em 2023, a taxa de financiamento de imóvel para pessoas de baixa renda, praticada pela Caixa Econômica Federal, era de R$ 8,90%, mais TR, e hoje já é de 11,29% mais TR. Fica proibitido para os assalariados comprometerem e assumirem ônus de tal magnitude. Vale lembrar, ainda, que a inflação está alta, mas mesmo assim, abaixo de 5% ao ano, e que os grandes bancos privados já estão cobrando juros de 13,80% a 14,20% ao ano.

A carga tributária praticada pelo governo é outro problema grave. Em 2024, atingiu o correspondente a 32,3% do PIB, uma das mais altas cargas dos ultimos 15 anos. Não há dúvida de que os sucessivos aumentos dos tributos desagradam a todos os contribuintes, principalmente porque a população não recebe a contrapartida em serviços públicos de qualidade.

O reajuste do salário-mínimo, anunciado como parte do “pacote de bondades” do governo, empenhado em melhorar sua imagem, esconde

uma realidade bem diferente. É preciso lembrar que a alteração da lei que estabelece a nova fórmula de cálculo do reajuste anual do salário-mínimo sancionado em 27/12/2024 assegura reajuste real acima da inflação, com um mínimo de 0,6% e limita-o a 2,5%, condicionado ao cumprimento de metas do governo federal. Tudo para vigorar por cinco anos, entre 01/01/2025 e 2029.

A propaganda oficial busca demonstrando o cuidado do governo em proteger o trabalhador, garantindo o mínimo de 0,6% de reajuste. A verdade é outra, porque na realidade limitou a 2,5% e assim mesmo, sabendo-se que dos cinco anos previstos na lei (2025 a 2029), nos dois primeiros anos (2025 e 2026), com os parâmetros já definidos e conhecidos, o assalariado já sairá perdendo, pois em 2025 o ganho real pela fórmula anterior seria de 2,9% e não 2,5%, ou seja, há uma perda de 0,4 ponto percentual. Em 2026, a perda será ainda maior, pois o reajuste deveria ser de 3,4%, não os estimados 2,5%, e mesmo assim, sobre a base de 2025, já subtraída em 0,4 p.p.

Com a nova sistemática, em 2025 a perda será de R$ 5,27/mês porque o salário-mínimo é de R$ 1.518,00, quando deveria ser de R$ 1.523,27. No ano, o trabalhador receberá R$ 68,51 a menos. Em 2026, mais prejuízo. O salário que seria de R$ 1.651,29 pela base de cálculo antiga, será de R$ 1.632,85, isto é, R$ 18,44 a menos por mês, ou menos R$ 239,72 no ano.

Por conta disso, para 2027 é possível antever nova perda, ainda a ser quantificada, mas seguramente os aposentados, pensionistas, beneficiários do BPC (Benefício de Prestação Continuada) e os trabalhadores do setor privado que ganham apenas um salário-mínimo mensal verão suas mesas esvaziadas de muitos quilos de arroz e feijão. Fruto da desnecessária restrição limitadora do reajuste do salário-mínimo. Mais de 33% da população sofrerá com essa alteração da legislação.

Nem o Bolsa Família vai escapar. O maior programa social do governo, com mais de 20 milhões de famílias beneficiárias, também foi atingido, pois seu valor não foi corrigido pela inflação de 2024, de 4,84%. Sem esse índice, as

perdas para os beneficiários em 2025 somam R$ 33,12/mês, ou R$ 397,42 no ano.

Tudo isso mostra que o país real, o Brasil dos trabalhadores, não é e nem pode ser a nação celebrada pela ministra Tebet. É triste saber que existem dois Brasis. Um fantástico e pouco noticiado - o dos setores de óleo e gás, agrobusiness - alimentos e mineral que, juntos respondem por cerca de 43% a 45% do PIB, 70% das exportações e mais de 200% do saldo da balança comercial brasileira. Outro, vergonhoso, escancarado pelos baixíssimos indicadores sociais como Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), coeficiente Gini (Educação), Índice de Retorno de Bem Estar Social (IRBES), Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), todos em queda livre ou estagnados há mais de uma década.

E como se não bastasse, ainda assombra o país o fantasma da corrupção não combatida com a necessária prioridade, a ponto de analistas internacionais encararem essa leniência como tolerância à impunidade.

Sigmund Freud (1856-1939), o pai da psicanálise, é autor de um pensamento que cabe bem nessa ocasião: “As massas nunca tiveram sede de verdade, elas querem ilusão e não vivem sem elas”. A ministra Simone Tebet está contribuindo para confirmar essa máxima.



Samuel Hanan - engenheiro com especialização nas áreas de macroeconomia, administração de empresas e finanças, empresário, e foi vice-governador do Amazonas (1999-2002). Autor dos livros “Brasil, um país à deriva” e “Caminhos para um país sem rumo”. Site: https://samuelhanan.com.br



Café: bebida segue sendo a favorita dos brasileiros mesmo após geraçõe

O café tem uma grande importância para não só a economia brasileira, como para a cultura do país


 

O cafezinho de todo dia é mais do que um simples hábito, faz parte da cultura do nosso país, sendo símbolo de hospitalidade, energia e conexão entre pessoas.

Na rotina dos brasileiros, o café está presente durante as manhãs e sempre após as principais refeições do dia, o que mostra que o grão acompanha gerações, sempre se modernizando ao longo do tempo, mas nunca sem perder sua essência. O Brasil, maior produtor e exportador de café do mundo, tem no setor cafeeiro um dos pilares da sua economia e é um reflexo de sua tradição agrícola e inovação constante.

 

Consumo em ascensão  

Segundo dados divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em 2024, a produção nacional do café alcançou R$ 54,2 milhões de sacas de 60kg, consolidando o Brasil como líder mundial na produção do grão. Apesar de desafios climáticos, como estiagens e altas temperaturas, o setor demonstrou resiliência e capacidade de adaptação. 

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), o consumo do café também teve um aumento no Brasil entre novembro de 2023 a outubro de 2024. Ao todo, foram consumidos 21,9 milhões de sacas, um aumento de 1,1% em relação ao período anterior. Esse volume representa 40,4% da produção nacional, evidenciando a paixão dos brasileiros pela bebida.  

Na economia, o setor cafeeiro teve um impacto expressivo. Ainda de acordo com a Abic, o faturamento da indústria de café torrado em 2024 atingiu R$ 36,82 bilhões, um salto de 60,85% comparado a 2023. Esse crescimento reflete a valorização do produto e a disposição dos consumidores em investir em cafés de qualidade superior.

 

Investindo em qualidade 

Sinônimo de modernidade e qualidade, a franquia Mr. Black Café Gourmet, referência no segmento de cafeterias, tem contribuído para o consumo do café perdurar por muitas gerações. Fundada em 2006, em Belo Horizonte/ MG, a rede se consolidou rapidamente no mercado de cafeterias gourmet, pautando-se em três pilares essenciais: produtos de alta qualidade, ambiente moderno e acolhedor, e atendimento diferenciado.  

Mesmo com o aumento significativo no preço do café, que infelizmente é necessário ser repassado ao consumidor final, a bebida ainda segue sendo a escolha preferida de muitos. Afinal, é impossível os brasileiros não tomarem nenhuma xícara por dia.  

Para Cristian Figueiredo, CEO da Mr. Black Café Gourmet, é importante, nesses momentos, investir em inovações que atendam as expectativas do público que está, cada vez mais, sedento por novidades. 

 

Cafés especiais 

O mercado de cafés gourmet no Brasil tem apresentado um crescimento significativo nos últimos anos, refletindo a mudança no paladar dos consumidores que buscam produtos de maior qualidade e experiências diferenciadas. Estima-se que entre 5% e 10% do consumo nacional de café já seja dedicado a esse segmento. 

Em termos de preços, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), o valor médio no varejo dos cafés gourmet registrou um aumento de 16,17% ao longo de 2024, indicando uma valorização e maior disposição dos consumidores em investir nesses produtos de qualidade superior.  

Esse cenário evidencia uma tendência crescente no mercado brasileiro, com consumidores cada vez mais interessados em cafés especiais e gourmet, impulsionando a diversificação e sofisticação da oferta disponível.

 

Tendências para 2025 

Para inovar e continuar conquistando as preferências dos consumidores, Cristian Figueiredo revela que uma das principais tendências para esse ano é novas receitas e métodos de preparo do café. “O cliente gosta de novidades e os jovens do que pode se tornar instagramável. Daí a necessidade de criar novas receitas ou detalhes que chamem a atenção e rendem boas fotos, como por exemplo a apresentação do café com novas decorações e até mesmo customização”, diz o empresário. 

Acompanhamentos diferenciados como bolos artesanais, cookies recheados, croissants e opções mais saudáveis, como pães de fermentação natural e sobremesas sem glúten também estarão em alta. “Na Mr. Black a nossa grande aposta é o bolo red velvet, uma receita que eu trouxe de viagem a Nova York e que é o maior sucesso em todas as nossas unidades. Esse bolo vai bem com um cafezinho ou qualquer outra bebida. O sabor azedinho do glacê agrada a todos e em qualquer combinação”, fala. 

Tecnologia e interação com cardápios digitais, programas de fidelidade e até cafés com QR Codes que contam a história do grão usado é algo que promete mudar esse mercado. “Aqui na Mr. Black utilizamos o programa fidelidade, a cada 1 visita o cliente ganha um ponto, juntando 10 pontos ele resgata qualquer café da casa. Essa ação possibilitou um aumento de 10% nas vendas e tem ajudado na fidelização. Essa estratégia vale muito a pena”, revela Figueiredo. 

A inovação nas cafeterias vai além do sabor do café. Trata-se de proporcionar uma experiência completa ao cliente. Desde novas receitas e métodos de preparo até ambientes aconchegantes e instagramáveis, essas mudanças visam atrair e fidelizar um público cada vez mais exigente. 



Mr. Black Café Gourmet
https://mrblackcafe.com.br/


IA nas Empresas - a nova fronteira do crescimento profissional

O Milagre Estatístico da Vida

Neil deGrasse Tyson, renomado físico e divulgador científico, traz uma perspectiva surpreendente sobre a existência humana: a chance de uma combinação única de DNA resultar em um ser humano específico é de 1 em 10³⁰ — ou seja, 1 nonilhão de possibilidades.

Mesmo ao final da história humana (aproximadamente 5 bilhões de anos no futuro), a vastidão das possibilidades seguirá praticamente intocada. Cada ser humano que nasce é uma combinação singular estatisticamente única e que jamais se repetirá.


A Revolução Silenciosa da IA no Ambiente Empresarial

Em meio a esse milagre que é estar vivo, vivemos uma era em que a tecnologia — em especial a Inteligência Artificial (IA) — começa a moldar a forma como trabalhamos, lideramos e nos desenvolvemos.

Porém, a introdução da IA nas empresas vezes ainda gera um sentimento de ameaça. O medo de ser substituído por algoritmos, ou de ver todo um trabalho de anos tornar-se rapidamente automatizado ainda se faz presente em muitas culturas corporativas.

Entretanto, os dados mostram uma realidade diferente. Segundo o Future of Jobs Report 2025, do World Economic Forum, a adoção da IA e de tecnologias emergentes deve gerar 170 milhões de novos empregos até 2030, ao mesmo tempo em que 92 milhões de funções serão eliminadas, resultando em um saldo positivo de 78 milhões de novos postos de trabalho.

Nesse contexto, as áreas com maior crescimento incluem os especialistas em Inteligência Artificial e Machine Learning, os analistas de Dados e Business Intelligence, os profissionais de Sustentabilidade e os especialistas em Segurança da Informação. Tal movimento é impulsionado por duas grandes forças: a transição verde e o avanço das tecnologias digitais.

O mesmo relatório aponta que 6 em cada 10 trabalhadores precisarão de requalificação até 2027, o que reforça a urgência das empresas que valorizam o aprendizado contínuo. Ou seja, a IA não veio para tirar nosso espaço — ela veio para nos devolver tempo. Seja este para pensar, liderar, criar, aprender e/ou evoluir.


Quando a Tecnologia Liberta

A automação inteligente não substitui o ser humano. Pelo contrário: ela tira o peso das tarefas repetitivas e permite que as pessoas concentrem seus esforços em atividades que exigem empatia, análise crítica, criatividade e tomada de decisão.

E é justamente nesse espaço liberado que nasce o verdadeiro desenvolvimento profissional. Colaboradores não crescem sob pressão operacional constante, mas sim, quando há espaço para explorar seu potencial.


Casos Reais: Tecnologia a Serviço da Evolução Humana

Um exemplo vivo dessa transformação está no Baha Mar, um dos maiores resorts das Américas, com receita anual de 900 milhões de dólares e centenas de milhares de transações diárias.

Tanisha Knowles começou sua carreira no resort como Analista de Tesouraria. Com excelente formação e forte potencial, enfrentou logo de início os desafios de uma rotina intensa e processos pouco eficientes.

Com o tempo, a automação começou a ser implementada — conciliações bancárias automáticas, reconciliações intercompanhia, automações de taxas bancárias — e a equipe reagiu com medo. O receio era claro: será que a tecnologia estava ali para substituir pessoas?

Mas Tanisha foi além. Com abertura e orientação, ela entendeu que a automação era uma ferramenta de libertação. Menos tarefas manuais significavam mais espaço para análises, estratégia e desenvolvimento pessoal.

Resultado? De tesoureira, Tanisha passou a Gerente, depois assumiu como Diretora Assistente até tornar-se a Diretora de Contabilidade, liderando com excelência um dos departamentos mais estratégicos do resort.

E ela não foi a única. Jessica Saad, engenheira de formação, passou de analista de capex a Diretora de Operações Financeiras. Com a ajuda da automação, eliminou 98% das variações intercompanhia, um problema histórico do setor.

Outros profissionais, como Alecia, Oria, Demetria, Tadashee, Thomas e Racquel também cresceram ao abraçar a tecnologia como aliada. Todos evoluíram porque tiveram tempo de qualidade para aprender, liderar e contribuir mais.

A tecnologia não os substituiu. Ao contrário, ela os revelou.


Um Convite à Consciência

Vivemos em um tempo raro — e cada um de nós é uma existência estatisticamente irrepetível.

A Inteligência Artificial, quando bem aplicada, não diminui o ser humano. Ela amplia, liberta, revela o que temos de mais precioso: a capacidade de evoluir.

Somos uma combinação singular que jamais se repetirá. Que possamos abraçar a tecnologia, não para nos escondermos atrás dela, mas para que ela nos ajude a viver com mais significado, mais impacto e mais humanidade.




Valquir Correa - fundador da Ascendere Group, palestrante e especialista em finanças corporativas, automação baseada em IA e estratégias de otimização operacional.


Casamento, União Estável ou Namoro Qualificado? Entenda as Diferenças e os Riscos Jurídicos

Nem todo relacionamento afetivo gera efeitos jurídicos, mas muitos casais descobrem isso da pior forma. O advogado Dr. Issei Yuki explica como distinguir cada tipo de vínculo e evitar surpresas no futuro.

 

Hoje em dia, os relacionamentos são cada vez mais fluidos. As pessoas se conhecem, se apaixonam, convivem, constroem histórias..., mas raramente param para pensar nas consequências jurídicas dessa convivência.

 

E aí mora o perigo. Porque não é a sua intenção que define se há um compromisso formal, é a configuração dos fatos, a convivência e a percepção social do relacionamento.

 

“Como advogado especialista em direito de família, vejo muitos casais enfrentarem grandes conflitos porque não entenderam, lá no início, as diferenças entre casamento, união estável e o chamado namoro qualificado. A linha que separa cada situação é mais tênue do que parece.”. Destaca o Dr. Issei Yuki.

 

Vamos conversar sobre essas diferenças de forma clara e prática?

 

Casamento: o vínculo formal por excelência

O casamento é o modelo de união mais tradicional e, claro, mais formalizado. Ele precisa ser celebrado perante autoridade competente (juiz ou celebrante autorizado) e registrado em cartório.

 

O casamento gera uma série de efeitos jurídicos automáticos, como:

- Comunhão de bens (de acordo com o regime escolhido);

- Direitos sucessórios (herança);

- Deveres de assistência mútua, fidelidade, convivência e respeito;

- Direito à pensão alimentícia em caso de separação, em algumas situações.

 

Ou seja: casou, a lei entra junto. Não tem espaço para dúvidas.

 

União Estável: nem tão diferente assim

Muita gente acredita que a união estável é "um namoro que virou sério", mas juridicamente ela se aproxima muito do casamento.

  • Para ser configurada união estável, é necessário que o casal tenha:
  • Convivência pública, contínua e duradoura;
  • Objetivo de constituir família (não é preciso ter filhos, mas deve existir o projeto de vida em comum).

 

Não precisa morar junto para configurar união estável. Acredite: existem decisões judiciais que reconheceram união estável em casais que mantinham duas residências distintas.

O risco aqui: a união estável pode ser reconhecida judicialmente mesmo sem contrato, sem registro em cartório e sem que o casal tenha formalizado nada. Basta que a relação tenha as características que a lei exige.

Se for reconhecida, a divisão de bens (em regra, comunhão parcial) e os direitos sucessórios entram em jogo automaticamente.

 

Namoro Qualificado: a nova zona de risco


Aqui entra a grande confusão moderna: o chamado namoro qualificado.

É aquele namoro intenso, duradouro, sério, com viagens em família, fotos de casal, presença constante um na vida do outro.

 

Mas sem a intenção real de constituir uma família naquele momento.

A Justiça já reconheceu que o namoro qualificado não é união estável, porém, se não houver clareza entre as partes e documentação para comprovar a ausência de intenção de família, um namoro qualificado pode ser interpretado como união estável no futuro.

 

Em caso de rompimento ou morte de um dos parceiros, o sobrevivente pode pedir reconhecimento de união estável e, com isso, pleitear divisão de bens, pensão ou herança.

 

Resumo prático:

  • Nem todo namoro é união estável;
  • Mas se o namoro parecer "casamento" aos olhos da sociedade (sem contrato, sem prova contrária), pode virar um problema jurídico.

 

Como se proteger de mal-entendidos jurídicos?


Prevenir é sempre mais fácil (e mais barato) do que remediar. Algumas medidas inteligentes para quem deseja proteger seu patrimônio e seus direitos:

 

Contrato de namoro: Um documento simples que deixa claro que o relacionamento é apenas um namoro, sem intenção atual de constituir família.

 

Formalizar a união estável: Se o casal realmente quiser efeitos jurídicos, o ideal é registrar a união e escolher o regime de bens desejado.

 

Organizar as finanças separadamente: Misturar patrimônios sem clareza pode gerar dúvidas na hora de uma eventual disputa.

 

Buscar orientação jurídica: Cada relação é única. Ter acompanhamento jurídico preventivo evita surpresas desagradáveis.

 

Nem tudo que parece é... mas pode virar

Vivemos tempos em que as relações mudaram, mas o direito continua acompanhando de perto a vida real. Casamento, união estável e namoro qualificado são institutos diferentes, mas a fronteira entre eles nem sempre é óbvia.

Quem não se informa e não se resguarda corre o risco de ver um namoro virar processo judicial, ou uma convivência leve se transformar numa disputa patrimonial.

 

O advogado Issei Yuki conclui: “Se você quer viver um relacionamento feliz e tranquilo, não basta cuidar do coração, é preciso também cuidar da sua segurança jurídica. E nisso, o direito de família, praticado com responsabilidade e humanidade, é seu maior aliado.”

 



Issei Yuki Júnior

Yuki, Lourenço Sociedade de Advogados

Graduado em Direito pela Universidade São Francisco com especialização em Direito de Família e Sucessões, e mais de 25 anos de experiência como advogado nas áreas de Direito Civil e Processual Civil, Família e Sucessões, Direito Condominial, Direito do Consumidor e Consultoria empresarial e societária.


Córdoba: Um Destino para Todos os Gosto

Explore o que há de imperdível na província de Córdoba – seus cenários, cultura e gastronomia. De trilhas nas serras a rotas gastronômicas, essa província argentina tem algo para cada tipo de viajante

 

Localizada no coração da Argentina, Córdoba é um destino cheio de contrastes e surpresas, que promete experiências inesquecíveis. Sua herança colonial e cultural se entrelaça com paisagens naturais, tornando-a o lugar ideal para quem busca um destino com opções para todos os gostos e idades.


Desde a arquitetura histórica da capital até os charmosos vilarejos dos arredores, Córdoba oferece aos visitantes um leque de experiências incríveis.

 



Os Caminhos do Vinho 

Os caminhos do vinho na província abrangem as regiões do Norte de Córdoba, Sierras Chicas, Traslasierra, Calamuchita e Punilla. São mais de vinte vinícolas e produtores artesanais que oferecem visitas guiadas, degustações e harmonizações com pratos típicos da região.

Além disso, muitos desses estabelecimentos complementam a experiência com atividades ao ar livre, restaurantes de alto nível e hospedagens confortáveis.

 

Poucos sabem que foi em Córdoba que nasceu o primeiro vinho da América Latina: o lagrimilla. Atualmente, a joia da região são os vinhos boutique — aqueles de produção limitada, mas com altíssimo padrão de qualidade e tecnologia. Entre os destaques dos vinhedos cordobeses estão as uvas Malbec, Cabernet Sauvignon, Pinot Noir e Isabella. 

 


 

O Caminho do Azeite 

Diversas cidades da província possuem plantações de oliveiras que tornam possível percorrer a chamada Rota do Azeite, uma verdadeira viagem aos sabores mais autênticos do país.

 

O trajeto começa por Cruz del Eje, Villa de Soto e Paso Viejo, onde os produtores oferecem visitas guiadas detalhando o processo de produção e degustações com os sabores característicos da região.

 

A rota continua por Traslasierra, onde os olivais se integram à paisagem, proporcionando uma experiência agroecológica única.

 

Em cada fábrica de azeite, os próprios proprietários ou guias especializados explicam como o azeite é produzido, destacando suas propriedades e qualidades. A região também oferece atividades complementares, como oficinas de culinária, feiras de produtos locais e trilhas pela natureza — transformando o Caminho do Azeite em uma experiência turística inesquecível. 

 



Golfe 

Córdoba é um dos melhores destinos para a prática do golfe. Seja de forma profissional ou como lazer entre amigos, a província oferece uma grande variedade de campos, sendo um dos locais mais procurados da Argentina para essa modalidade.

 

Com um clima ideal para atividades ao ar livre, seus campos de golfe se somam à beleza das serras e atrações naturais da região. Ao todo, Córdoba conta com mais de 40 campos de golfe, sendo 14 deles com 18 buracos.

 


Villa Allende é a cidade símbolo do esporte, reconhecida como a Capital Nacional do Golfe. Porém, é possível jogar em diferentes partes da província, com a vantagem de se poder visitar até cinco campos dentro de um raio de 80 km.

 

 

Trilhas e Caminhadas

 

Os amantes da natureza também têm lugar garantido em Córdoba. As Serras de Córdoba, com seus vales, rios, montanhas e lagos, oferecem inúmeras atividades ao ar livre, num ambiente de ar puro e clima agradável.

 

Os chamados “Caminhos de Córdoba” revelam paisagens impressionantes, muitas vezes acessíveis apenas a pé. Cada trilha proporciona o contato com espécies nativas de fauna e flora, despertando a consciência ambiental.

 

Há opções para todos os níveis de dificuldade, passando por riachos, montanhas, cachoeiras e muitos recantos mágicos. Além das trilhas tradicionais, a região também convida à exploração de caminhos subterrâneos através do espeleoturismo — visitas a cavernas, grutas e formações geológicas antigas.

 

O Vale de Calamuchita se destaca como uma das melhores regiões para essa aventura, com localidades como La Cumbrecita, Villa Alpina, Los Gigantes (nas Sierras Grandes) e Mina Clavero, onde é possível visitar grutas e rios subterrâneos. 



 

Astroturismo

 

Antes restrita ao meio científico, a observação das estrelas agora pode ser aproveitada por qualquer pessoa com fins recreativos. Córdoba possui o primeiro alojamento certificado para astroturismo: o Refúgio Puesto Pavón, em Capilla del Monte.

 

O local foi certificado pela prestigiada organização Starlight por sua excelente qualidade de céu para observação astronômica. Situado na face leste do Cerro Uritorco, o refúgio oferece um céu escuro e limpo, ideal para apreciar as estrelas. Ele faz parte da seleta lista de “Refúgios de Montanha Starlight”, junto com locais no Chile e na Espanha.

 

Outro ponto de destaque é o Cerro Champaquí, no Vale de Calamuchita, considerado o favorito dos que desejam passar uma noite num “hotel de mil estrelas”. A 2.790 metros de altitude e longe da poluição luminosa das cidades, oferece uma vista espetacular do céu. 


Córdoba se consolida como um destino que agrada a todos os gostos. De rotas gastronômicas que encantam o paladar com vinhos, azeites e pratos regionais, até trilhas por serras, cavernas e rios escondidos — cada canto da província guarda uma experiência única.



Acelerando o saneamento em tempos de crise e o desafio da universalização

Imagine viver em uma cidade onde, após uma enchente devastadora, a única água disponível para beber está contaminada. Essa é a realidade de milhares de brasileiros que enfrentam tragédias naturais todos os anos. O saneamento básico, que deveria ser um direito garantido, ainda é um desafio para muitas comunidades, e a falta dele agrava os impactos das crises ambientais.

Recentemente, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que permite agilizar obras de saneamento em casos de calamidade pública. Essa medida é fundamental, mas levanta uma questão importante: por que precisamos esperar uma crise para agir?

O Marco Legal do Saneamento estabeleceu metas ambiciosas: até 2033, 99% da população deve ter acesso à água potável e 90% ao tratamento de esgoto. Porém, a realidade mostra que ainda estamos longe desse objetivo.

Atualmente, mais de 30 milhões de brasileiros não têm acesso à água tratada e quase metade da população não conta com coleta de esgoto. Esse cenário não pode ser normalizado e expõe a fragilidade da infraestrutura atual e tornam urgente a implementação de medidas mais ágeis.

Os gestores públicos têm a responsabilidade de garantir a aplicação eficiente dos recursos, fortalecer a regulação e viabilizar parcerias com o setor privado para acelerar a universalização do saneamento. Além disso, precisam enfrentar desafios como a modernização de sistemas defasados, a redução do desperdício de água e a adoção de soluções tecnológicas que otimizem o uso dos mananciais.

O avanço do saneamento precisa ser tratado como prioridade antes que tragédias aconteçam. Obras emergenciais são importantes, mas não podem ser a única solução. Precisamos de planejamento estratégico, políticas públicas bem estruturadas, investimentos contínuos e maior participação do setor privado para garantir que as exigências do Marco Legal sejam atendidas dentro do prazo. O país não pode esperar uma calamidade para agir.

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), por exemplo, tem implementado projetos para cumprir as metas estabelecidas pelo Marco Legal do Saneamento. A Companhia, inclusive, pretende assegurar a universalização dos serviços até 2029, quatro anos antes do prazo estabelecido pelos órgãos governamentais.

Para 2025, a Sabesp planeja investir R$ 4,7 bilhões em diversas iniciativas voltadas à modernização e expansão dos serviços de saneamento. Os recursos serão direcionados para programas como o Água Legal, além da renovação de equipamentos, automação de processos, melhoria da eficiência energética e ampliação das redes de abastecimento de água e coleta de esgoto. Essas inovações visam otimizar a operação do sistema e reduzir perdas, garantindo maior eficiência e qualidade no atendimento à população.

Agir com eficiência não significa buscar apenas soluções paliativas, mas sim investir em infraestrutura duradoura que previna futuras crises.

Para isso, a empresa também tem buscado expandir sua atuação por meio de concessões e parcerias público-privadas, que podem ser uma aliada nesse processo, trazendo tecnologia, expertise e recursos para acelerar o avanço do saneamento.

Quando garantimos acesso à água potável e ao tratamento de esgoto, reduzimos doenças, aumentamos a qualidade de vida e promovemos um crescimento sustentável para o país.

É hora de mudar a mentalidade e parar de tratar o saneamento como um problema secundário. A universalização não pode ser um sonho distante – deve ser uma realidade construída agora. Afinal, não há desenvolvimento sem água e saneamento para todos. 



André Ricardo Telles - CEO da Ecosan, empresa de soluções sustentáveis para o tratamento de água e recuperação de efluentes. Pós-Graduado em Inovação na Universidade CUOA na Itália, com MBA pela FGV, Telles já publicou livros no Vale do Silício pela IBM-USA e está à frente de inovações que transformam desafios ambientais em soluções de engenharia eficientes e sustentáveis.

ECOSAN
https://ecosan.com/


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