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segunda-feira, 5 de maio de 2025

IA torna golpes de sites falsos ainda mais sofisticados

Clonagem de e-commerce induz os consumidores ao erro ao mudar uma única letra do endereço oficial da página. Com a inteligência artificial, até o rosto e a fala do dono de determinada loja podem ser usados pelo golpista para passar credibilidade

 

 

Há um mês, a empresária Natalia Rocha, fundadora do Basiquinha Bazar, anunciou em seu Instagram que faria uma ação promocional das peças novas e seminovas que vende de forma on-line para todo o Brasil e presencialmente em uma loja no Rio de Janeiro. Com quase 50 mil seguidores nas redes sociais, o aviso despertou o interesse de muita gente, incluindo golpistas da falsa venda.

Embora seja uma tática criminosa antiga, a modalidade ganhou ainda mais fôlego com as redes sociais e o avanço da Inteligência Artificial. De modo geral, essa fraude consiste em anúncios chamativos com superpromoções, que acabam por direcionar os usuários para endereços que imitam sites verdadeiros com trocas sutis, como, por exemplo, uma letra a mais na URL do site ou um símbolo gráfico, como o underline, ou utilizando nomes similares.

Após a vítima cair no golpe e pagar pela falsa compra, muitas vezes a encenação continua para dar impressão de legitimidade. O cliente recebe mensagens confirmando que o pedido foi pago e informações de contato para o pós-venda, mas o produto nunca chega.

Foi assim com muitas clientes de Natalia. Nos últimos dias, a empresária tem recebido reclamações de dezenas de consumidores dizendo ter caído no golpe. Na tentativa de simular o endereço oficial da loja  www.basiquinha.com.br, os criminosos adicionaram a palavra bazar, que faz parte do nome do negócio, para não levantar suspeitas e induzir os consumidores ao erro.

 


Diariamente, de dez a quinze clientes escrevem para ela contando o que houve, indignados com o perfil falso nas redes. No Instagram, há cerca de 300 comentários em uma das postagens falando sobre a fraude. Muitas afirmam ter caído no golpe, outras dizem ter desconfiado e poucas relatam ter recebido um alerta do banco antes de realizar o Pix. Desde então, a empresária faz postagens diárias sobre o caso, além de ter fixado alguns avisos no feed contando o que tem acontecido.

"Nessa leva de reclamações, soubemos que muitos outros negócios têm sofrido com isso e que algumas investigações já mostram que se trata de um negócio bem paramentado. São funcionários com horário de trabalho fixo, dentro de escritórios, que ganham por comissão, fazem atendimento ao cliente e são parte de um negócio robusto que age como se fosse uma empresa formal", disse Natália.

De acordo com a empresária, em média, seus clientes gastaram R$ 250 com compras que nunca receberão. Mesmo denunciando o caso para o Instagram, a empresária segue tendo problemas - depois de muito tempo, dois perfis foram derrubados, conta Natália, mas um terceiro segue ativo e com quase 35 mil seguidores. Os anúncios patrocinados seguem alcançando, principalmente, usuários do Sul do país, que não conhecem a loja pessoalmente, nem o perfil pessoal da empresária.

"Quem nos conhece sabe que mesmo em uma sale não trabalhamos com preços assim tão baixos e, logo, desconfiam. Tem consumidora comprando bolsa Louis Vuitton por R$ 70, um valor muito baixo. Mesmo assim, elas não têm culpa de nada, só precisam ficar atentas".

Algo parecido aconteceu recentemente com a Cacau Show. Publicações falsas e patrocinadas sugeriam o “Desafio da Memória Cacau Show – Páscoa 2025”, que poderia levar o consumidor a conseguir descontos de até 85% em produtos da marca. A promoção, no entanto, não era feita pela Cacau Show - o site oficial da marca não informava nenhuma promoção similar, nem os perfis oficiais nas redes sociais faziam menção a qualquer promoção relacionada.

Assim como relatado por Natália, o falso anúncio surgia por meio de publicações pagas no Facebook e redirecionava os clientes para um site interativo com o jogo, repleto de imagens de produtos da Cacau Show. Ao completar o desafio da memória, o site solicitava o número do CPF do consumidor para liberar uma espécie de cupom de desconto e gerar acesso a uma nova página onde eram apresentadas as opções de compra dos produtos.

Assim como na Basiquinha Bazar, a diferença de preço era notável. No site oficial, um dos produtos que custa R$ 209,99 pode chegar a R$ 109,90 com desconto. Já no site falso, o mesmo produto estava anunciado por R$ 54,90. Outro produto com 2 kg de chocolate, que custa R$ 399,99, era anunciado por R$ 79,90. Após concluir a compra, alguns clientes dizem ter recebido até um código de rastreamento, supostamente vinculado a alguma transportadora, mas o número era inválido. Nomes como Maria Filó, Cia Marítima, Ollie, também registraram queixas similares no início deste ano.

Esse tipo de abordagem está entre as três ações mais comunicadas por clientes em 2024 às instituições associadas e que foram repassadas à Febraban (Federação Brasileira de Bancos). No último ano foram investidos cerca de R$ 5 bilhões em segurança e prevenção a fraudes e crimes cibernéticos, de acordo com Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços da Febraban.

O golpe da falsa venda foi o segundo mais reportado - mais de 150 mil queixas -, quando criminosos criam páginas falsas que simulam e-commerce, enviam promoções inexistentes por e-mails, SMS e mensagens de WhatsApp e investem na criação de perfis falsos de lojas em redes sociais. A orientação do órgão é se atentar primeiramente ao preço que precisa atender a uma estimativa média do comércio. Fotos e vídeos de antes e depois de produtos com resultados mirabolantes, poucas opções de pagamento, e-commerce ou rede social recém-criado são pontos de alerta, assim como links recebidos em e-mails e mensagens.

Outro problema levantado por Natália, que vai além dos danos financeiros, é a reputação da marca que pode ficar prejudicada. Na tentativa de reaver seus prejuízos ou até mesmo para alertar futuros consumidores, há clientes que optam por expor o caso no Reclame Aqui (plataforma usada para verificar problemas e reclamações relacionados a uma marca).

"No final, é o nome da minha loja que vai aparecer como golpista e tem gente pouco habituada a essas ocorrências que não vai saber separar uma coisa da outra".


IA sofisticou a fraude

Como os próprios números mostram, o episódio vivido pela Basiquinha Bazar não é algo isolado. Para o advogado Luiz Augusto D'Urso, especialista em Crimes Digitais e Coordenador-Geral do Conselho de Segurança Cibernética e de Dados Pessoais da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o que chama a atenção agora é a sofisticação desses crimes com o uso da inteligência artificial (IA).

Os sinais de alerta que antes sugeriam alguma fraude, como pequenas alterações em relação ao site original, como letras trocadas, números adicionados ou extensões diferentes, competem agora com perfis em redes sociais que estampam o rosto e a fala do dono de determinada loja.

"O criminoso consegue produzir conteúdo falso dando muita credibilidade e eficiência para a fraude. Daí vem a absoluta negligência das plataformas que não impedem e, de certa forma, favorecem a atividade criminosa com impulsionamento, link patrocinado, google ads e um canal de denúncia que não funciona", disse o advogado.

Do ponto de vista tecnológico e legal, D'Urso diz que não há como se blindar. Pensando na imagem da marca e em possíveis problemas jurídicos, a melhor coisa a ser feita é ser ativo na comunicação e divulgar em abundância que outros perfis estão se passando pela loja e destacando o endereço oficial da marca - e, principalmente, ter esse material arquivado para se proteger.

Registrar um boletim de ocorrência por clonagem de site também é um caminho possível e importante para reunir provas necessárias, como printscreens do site clonado e reclamações dos clientes, e judicializar o caso para que um juiz decida com celeridade notificar o provedor de internet, como, por exemplo, o Facebook, Google. Sendo otimista, esse processo pode demorar pouco mais de uma semana.

O advogado ainda destaca que uma reclamação no Reclame Aqui feita indevidamente pode ser contestada e desativada quando equivocada e não relativa a uma compra oficial. 

 

Imagens; Freepik

Mariana Missiaggia
https://diariodocomercio.news/publicacao/s/ia-torna-golpes-de-sites-falsos-ainda-mais-sofisticados/


Advogada orienta sobre a importância da regularização de imóveis para valorização no mercado

Gabriela Pereira alerta que a regularização é essencial para assegurar que as transações ocorram de forma transparente


A regularização de imóveis é um tema cada vez mais relevante no cenário imobiliário brasileiro. Mais do que uma exigência legal, esse processo é fundamental para garantir segurança jurídica nas transações, prevenir golpes, evitar prejuízos financeiros e viabilizar a venda por meio de financiamento bancário. Imóveis regularizados têm, inclusive, um valor de mercado significativamente superior aos irregulares.

A advogada especialista em Direito Imobiliário, Gabriela Pereira, alerta que a regularização é essencial para assegurar que as transações ocorram de forma transparente e segura para todas as partes envolvidas.

“Imóveis irregulares podem sofrer uma depreciação de 50% a 70% em seu valor de mercado, o que pode ser desastroso tanto para os proprietários quanto para os compradores. A regularização é o caminho para reverter essa situação, permitindo que o imóvel seja vendido por um valor justo e, inclusive, financiado”, explica.

Além da valorização, a regularização oferece maior proteção jurídica ao proprietário, prevenindo disputas judiciais, multas administrativas e até mesmo o risco de bloqueio ou leilão judicial do bem.


Falta de conhecimento ainda é um obstáculo

Apesar das vantagens, muitos proprietários ainda desconhecem os prejuízos financeiros de manter um imóvel irregular. Gabriela destaca que esse é um dos principais entraves enfrentados atualmente.

“Um dos maiores desafios é fazer com que as pessoas compreendam o que caracteriza um imóvel irregular e o impacto que isso causa. Segundo a ANOREG (Associação dos Notários e Registradores), a falta de regularização pode levar a uma desvalorização que chega a 70% do valor do imóvel”, afirma.

Outro fator que dificulta o processo é a burocracia. Existem mais de 100 formas diferentes de regularização, e cada uma delas depende da situação específica do imóvel.

“Fatores como ausência de IPTU, construção não averbada na matrícula ou divergência nos dados dos proprietários exigem soluções distintas. Isso torna o processo complexo e, muitas vezes, demorado”, observa a especialista.


Etapas da regularização

As etapas de regularização variam de acordo com o tipo de irregularidade do imóvel, mas, de forma geral, o processo envolve algumas fases fundamentais. A primeira delas é a identificação da irregularidade, que consiste em verificar se o imóvel está devidamente registrado, se há falta de documentos de propriedade ou se a construção realizada ainda não foi averbada na matrícula.

“Há etapas importantes nesse processo, como a solicitação de documentos, em que o proprietário deve reunir toda a documentação necessária — planta baixa, escritura do imóvel, comprovantes de pagamento de impostos, entre outros”, explica a advogada Gabriela Pereira.

Outra etapa fundamental é a realização de ajustes na matrícula do imóvel. Caso seja necessário, o registro junto ao cartório de imóveis deve ser atualizado para refletir as correções identificadas.

Além disso, se existirem construções não averbadas, é preciso dar entrada na legalização da obra junto à prefeitura, para que ela seja incluída na documentação oficial do imóvel.

“Essas etapas podem ser realizadas de forma mais rápida e segura com o apoio de uma assessoria jurídica especializada, que atua para tornar o processo mais eficiente e evitar erros que possam causar atrasos ou prejuízos”, enfatiza a especialista.

Gabriela reforça que contar com uma assessoria jurídica especializada é essencial para agilizar o processo, reduzir custos e garantir segurança.

“Com o apoio de profissionais capacitados, o procedimento se torna mais fluido e eficiente”, orienta.


Regularização e valorização: uma relação direta

O impacto da regularização no valor do imóvel é expressivo. Segundo a ANOREG, imóveis irregulares podem perder até R$ 700 mil em uma avaliação de R$ 1 milhão.

“Por outro lado, uma vez regularizado, o imóvel pode ser revendido por um valor bem mais alto e ainda se tornar apto para financiamento bancário, o que amplia as possibilidades de venda. A regularização transforma um passivo em um ativo de alto valor”, enfatiza Gabriela.


Riscos legais e prejuízos financeiros

A advogada alerta para os perigos de negociar imóveis irregulares, tanto para quem compra quanto para quem vende.

“O comprador pode ser vítima de fraudes ou até perder o imóvel, caso ele seja bloqueado ou leiloado pela Justiça. Já o vendedor pode enfrentar multas e ter dificuldade para concluir a venda”, diz.

Por isso, é imprescindível que as partes envolvidas exijam e verifiquem a documentação legal do imóvel antes de qualquer transação.


Imóveis irregulares e o interesse dos investidores

Apesar dos riscos, imóveis irregulares despertam o interesse de investidores experientes, justamente pela possibilidade de compra a preços reduzidos e alta valorização após a regularização.

“O imóvel irregular pode ser adquirido por até 70% abaixo do valor de mercado. Após a regularização, o imóvel se valoriza significativamente, muitas vezes superando qualquer outro tipo de investimento em curto prazo”, aponta a advogada.

Contudo, Gabriela ressalta que essa estratégia exige cautela e preparo.

“É indispensável realizar uma due diligence imobiliária, uma análise jurídica prévia da viabilidade de regularização. Sem isso, o investimento pode representar um grande prejuízo”.


Regularização como estratégia de valorização e revenda

Para investidores, adquirir um imóvel irregular com o objetivo de regularizá-lo e revendê-lo é uma estratégia que tem ganhado força.

“Eles estão dispostos a pagar mais por imóveis já regularizados porque compreendem o potencial de valorização. A possibilidade de transformar um imóvel depreciado em um ativo valorizado e financiável é uma oportunidade de negócio que não pode ser ignorada”, finaliza a especialista.

 

LD Comunicação


4 dicas importantes para viajar com mais tranquilidade durante o mês de maio, na baixa temporada

Miami, Flórida 
Freepik

Destinos com clima ameno tornam maio o mês ideal para viajar com economia e segurança; Coris reforça a importância do seguro viagem

Viajar fora da alta temporada oferece preços mais acessíveis, menos multidões e clima agradável. Maio, em especial, é o mês perfeito para explorar destinos incríveis e garantir uma experiência segura — especialmente se acompanhado de um seguro viagem adequado, como reforça a Coris, referência no setor.


Destinos ideais para viajar em maio

A Flórida, nos Estados Unidos, é uma excelente escolha para quem quer aproveitar o melhor do clima tropical antes da alta temporada e do início da temporada de furacões. 

Em maio, Miami apresenta temperaturas agradáveis — entre 24°C e 29°C —, ideais para curtir as praias e fazer compras. Já Orlando, famosa pelos parques temáticos, também se beneficia de um clima propício para aproveitar atrações como Walt Disney World e Universal Studios, com filas menores e preços de hospedagem mais acessíveis.

É importante destacar que, a partir de junho, a Flórida entra na temporada de furacões e tempestades tropicais, o que pode impactar os planos de viagem, apesar da alta temporada e férias das crianças. Por isso, maio é um dos meses mais indicados para quem deseja conhecer o estado com clima estável e experiências completas.

Outro destino interessante é Lisboa, em Portugal. No final da primavera europeia, a cidade oferece dias ensolarados e temperaturas entre 18°C e 24°C, perfeitas para caminhar por bairros históricos, provar a gastronomia local e fazer passeios pelas regiões vinícolas próximas, tudo isso com movimento ainda moderado de turistas.

Para quem busca experiências mais ligadas à natureza, o Chile também é uma ótima opção. Em maio, o país vive o auge do outono, proporcionando paisagens deslumbrantes, especialmente nas regiões dos lagos e da Patagônia.


Seguro viagem: item indispensável em qualquer estação

Mesmo fora da alta temporada, imprevistos podem acontecer. "Desde problemas de saúde até extravio de bagagem, ter um seguro viagem é fundamental para garantir que a experiência seja segura e sem preocupações", explica Claudia Brito, Diretora Comercial e Marketing da Coris. "Além disso, muitos países europeus exigem a contratação de seguro viagem como requisito de entrada, especialmente os que fazem parte do Tratado de Schengen, que estabelece uma cobertura mínima obrigatória. Já em viagens aos Estados Unidos, como para a Flórida, embora o seguro não seja obrigatório, ele é altamente recomendado devido ao alto custo dos serviços médicos", completa.


Dicas importantes para viajar com mais tranquilidade:

  • Atenção à validade do passaporte e documentação: Garanta que tudo esteja atualizado para evitar transtornos.
  • Contrate o seguro viagem adequado: Verifique a cobertura para assistência médica, extravio de bagagem, cancelamento de viagem e suporte jurídico.
  • Confira as exigências do destino: Alguns países têm exigências específicas de cobertura mínima para seguro viagem.

A Coris oferece planos personalizados para diferentes perfis de viajantes, destinos e necessidades, permitindo que cada pessoa viaje com a tranquilidade que merece.

 

Coris
https://coris.com.br/


Mais da metade dos pequenos negócios ainda não se reergueu totalmente após enchentes no RS, revela pesquisa do Sebrae RS

Dados são da Pesquisa de Impacto 2025 – Eventos Climáticos, conduzida pelo Sebrae RS com 1.058 empreendedores das regiões atingidas pelos alagamentos.

 

Um ano após as enchentes devastadoras de maio de 2024 no Rio Grande do Sul, mais da metade dos micro e pequenos empreendimentos ainda não conseguiu retomar totalmente suas atividades. É o que mostra a Pesquisa de Impacto 2025 – Eventos Climáticos, conduzida pelo Sebrae RS com 1.058 empreendedores das regiões atingidas, realizada de 3 a 28 de abril.

De acordo com o levantamento, que apresenta nível de confiança de 95% e margem de 3%, apenas 46% das empresas afetadas operam normalmente hoje. Outros 45% ainda estão em processo de reestruturação, enquanto 7% sequer conseguiram retomar as atividades, e 2% fecharam as portas definitivamente.  

O segmento de microempreendedores individual (MEI) é o que mais encontra dificuldade para se reerguer, sendo que 13% ainda não conseguiram retomar suas atividades ou encerraram definitivamente o negócio.

“Esses dados indicam um cenário de resiliência empresarial, mas também evidenciam a necessidade de continuidade no apoio àqueles que ainda enfrentam dificuldades. O caminho é longo e todas as iniciativas nesse sentido são importantes”, afirma Augusto Martinenco, gerente de Competitividade Setorial do Sebrae RS.

Os principais obstáculos para a recuperação são de ordem financeira. A maioria dos negócios (84%) relata falta de recursos financeiros próprios para reconstrução, e metade enfrenta dificuldade para obter crédito. Além disso, 87% dos empreendedores viram o faturamento despencar logo após a tragédia. Em 30% dos casos, o faturamento segue muito abaixo do necessário para manter o negócio, e 12% consideram fechar.

Entre os impactos diretos das enchentes, destacam-se a queda na demanda (79%), dificuldades de acesso (75%), perdas de estoque (57%) e danos estruturais (47%). A infraestrutura pública também foi comprometida, o que agrava a situação dos negócios locais.

Outro ponto crítico é o apoio recebido: 35% dos entrevistados afirmam não ter contado com nenhum tipo de auxílio. Embora 36% tenham tido acesso a algum suporte governamental, a cobertura segue insuficiente.

Os desafios se mantêm mesmo olhando para o futuro. A captação de novos clientes é o principal entrave apontado por 64% dos empresários, seguida pela necessidade de reorganizar a gestão dos negócios (42%). Além disso, quase metade dos empreendedores (47%) ainda não adotou qualquer medida preventiva para minimizar os danos em futuras catástrofes.

“A pesquisa reforça a relevância das políticas públicas e de um esforço conjunto entre governo, sociedade e setor privado para garantir a sobrevivência e a resiliência dos pequenos negócios frente às mudanças climáticas”, conclui Martinenco. 

 

Claro, FAPESP e USP vão investir mais de R$ 40 milhões em centro de pesquisa sobre 5G e IA generativa

 

Investimento será distribuído ao longo de cinco anos
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Iniciativa envolverá mais de cem pesquisadores no desenvolvimento de soluções disruptivas em três áreas: Smart Cities, Indústria 4.0 e Agrotech 


A Claro, a FAPESP e a Universidade de São Paulo (USP) anunciaram hoje (30/04), durante o Web Summit Rio, uma parceria para a criação de um Centro de Pesquisa Aplicada (CPA) com foco no desenvolvimento de soluções envolvendo tecnologias emergentes relacionadas a 5G e inteligência artificial (IA) generativa. A universidade foi escolhida em um edital publicado em agosto do ano passado, que selecionou um grupo de pesquisadores ligado à instituição. A iniciativa deverá receber, entre investimentos das três partes, o aporte de mais de R$ 40 milhões, distribuídos ao longo de cinco anos.

De acordo com o planejamento inicial, a Cidade Universitária, como é conhecido o campus da USP na capital paulista, sediará um amplo laboratório de testes e demonstração das pesquisas e deverá abrigar o desenvolvimento de projetos nas verticais de Smart Cities, Indústria 4.0 e Agrotech, explorando tecnologias relacionadas a 5G e IA generativa, consideradas fundamentais para a evolução a uma nova era. A parceria visa incentivar a realização de pesquisas internacionalmente competitivas e conectadas às necessidades da sociedade, envolvendo a participação de alunos e pesquisadores de diversas disciplinas e áreas do conhecimento. Para isso, a equipe do projeto conta ainda com cientistas de nove instituições parceiras, entre elas o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), além de universidades de ponta.

“O centro em parceria com a Claro cria oportunidades significativas para a pesquisa e o desenvolvimento de aplicações inovadoras em sistemas inteligentes, integrando técnicas de IA generativa em redes avançadas sem fio. Com a parceria, Claro e USP, com apoio da FAPESP, dão um passo importante na integração entre academia e empresa no Brasil, visando a geração de novas soluções para a sociedade”, diz Eduardo Zancul, professor da Escola Politécnica da USP e diretor do novo centro.

Para Rodrigo Assad, professor universitário e diretor do beOn Claro, que será o vice-diretor do CPA, a parceria representa um importante passo da operadora em sua jornada de inovação. “A Claro está sempre em busca do novo, fomentando iniciativas que priorizam a evolução tecnológica para transformar o mundo em que vivemos. Essa união com a FAPESP e a USP concretiza o trabalho conjunto que temos desenvolvido, há anos, entre os diversos agentes do ecossistema de inovação. Enquanto operadora, temos acesso a tecnologias com um potencial imenso, que ainda não foi explorado em sua totalidade, e a conexão com a pesquisa acadêmica é fundamental para desbloquear a capacidade das tecnologias emergentes para o benefício dos negócios e da sociedade”, afirma Assad.

A princípio, serão mais de 40 projetos de pesquisa, que contemplam temas como redes, smart cities, indústria 4.0 e agrotech, envolvendo a participação de mais de cem pesquisadores. A expectativa da operadora é que a iniciativa resulte no desenvolvimento de soluções que possam ser colocadas no mercado e escaladas em âmbito nacional e até mesmo global.

O professor Marcio de Castro, diretor científico da FAPESP, aponta a importância dos investimentos em iniciativas dessa natureza para estimular o desenvolvimento. "O financiamento de pesquisas nas áreas de redes, cidades inteligentes, indústria 4.0 e agrotech por meio da modalidade Centros de Pesquisa Aplicada da FAPESP é fundamental para promover a inovação tecnológica, formar recursos humanos altamente qualificados e estimular a transferência do conhecimento para a sociedade e o setor produtivo", complementa.

Rodrigo Modesto Duclos, diretor de Inovação e Digital da Claro, reforça que “a atuação conjunta com a academia pretende estimular a pesquisa científica de ponta com o objetivo de gerar produtos e serviços inéditos, no médio prazo, que impactem nossos clientes, sejam eles empresas, cidadãos ou governo, e que tenham um impacto real e duradouro na economia do país”.

 

Agência FAPESP
 https://agencia.fapesp.br/claro-fapesp-e-usp-vao-investir-mais-de-r-40-milhoes-em-centro-de-pesquisa-sobre-5g-e-ia-generativa/54627


domingo, 4 de maio de 2025

Latidos excessivos: um sinal de alerta dos cães

O ato pode indicar tédio, medo, apreensão ou até mesmo desconforto dos pets.


Para os cães, os latidos são uma forma de comunicação; é por meio desse som que eles podem manifestar as mais diversas emoções. Porém, quando ocorrem de forma excessiva, podem ser um indicativo de que algo está incomodando o cão.

“A vocalização constante é o meio utilizado pelo cão para alertar o tutor de que algo está errado. O comportamento pode ser estimulado por uma série de fatores, como excitação, barulho desconhecido ou até mesmo questões relacionadas ao estresse e à ansiedade. É preciso ficar atento, pois esse é um indicativo de que o animal está enfrentando uma situação desafiadora”, explica a Médica-veterinária e Gerente de Produto da Unidade de Animais de Companhia da Ceva Saúde Animal, Marina Tiba.

Dessa forma, identificar as razões que estimulam o comportamento é indispensável para solucionar o problema. Alguns cães, por exemplo, latem ao associar um som desconhecido a uma ameaça. Nesse cenário, o ideal é distrair o animal do foco do barulho, voltando sua atenção para outra atividade, como uma brincadeira. Dessa forma, o pet entenderá que está tudo sob controle.

Entretanto, a ansiedade por separação é a causa mais associada aos latidos excessivos. Os animais afetados por essa condição sentem-se incomodados ao ficarem sozinhos e demonstram sua frustração por meio de comportamentos destrutivos, como arranhar portas, roer itens da mobília ou até mesmo tentar sair da residência, o que pode acarretar acidentes. Nestes casos, a vocalização é utilizada pelo cão como uma forma de manifestar seu desconforto.

Para tratar a ansiedade por separação em cães, é necessário adotar cuidados efetivos e buscar a ajuda de um médico-veterinário especialista em comportamento para indicar a melhor terapia. “É muito importante que o animal seja treinado desde filhote a lidar com situações em que ficará longe do tutor. Podem ser pequenas horas do dia em que ele fica em um cômodo diferente da casa, ou até mesmo uma saída rápida do tutor, por exemplo. A dica é sempre associar a ausência do tutor a algo positivo para o cão, como um brinquedo recheado de petisco ou mesmo um novo brinquedo para ele passar o tempo com uma atividade diferente. Dessa forma, o pet começa a ter contato com alguns graus de separação e entenderá que ficará, por alguns instantes, separado do tutor e que ficará tudo bem nesses momentos. O ideal é fazer isso diariamente”, detalha Marina.

O excesso de energia é outro fator que pode estimular os latidos. Animais que ficam muito tempo sem realizar atividades se entediam com facilidade. Algumas medidas simples, como exercitar o cão diariamente, realizar passeios e brincadeiras, podem auxiliar a minimizar o problema.

“O enriquecimento ambiental é outro fator importante que pode contribuir para o bem-estar do pet, especialmente dos que ficam mais tempo sozinhos. O cão precisa associar aquele momento com algo positivo. A dica é entretê-los; para isso, o tutor pode esconder petiscos pela casa ou adquirir brinquedos educativos que ajudem a manter o pet ocupado enquanto estiver sozinho. O uso de feromônios sintéticos no ambiente também é uma ferramenta importante, pois eles transmitem ao cão a sensação de conforto e bem-estar e ajudarão a diminuir o estresse e a ansiedade”, finaliza a profissional. 



Ceva Saúde Animal
www.ceva.com.br


Doenças de pele podem ser transmitidas por animais de estimação como cães e gatos

Além do mal que eles fazem para os animais, há muitos casos de riscos também para nós, humanos


Parasitas como pulgas, carrapatos e ácaros, bem como fungos e bactérias são alguns dos maiores vilões para quem tem bichinho de estimação e a preocupação aumenta a cada ano. No Brasil, estudos apontam que cerca de 70% dos lares possuem algum animal de estimação, sendo que os cães são os animais mais populares, presentes em cerca de 46,1% das residências, seguidos pelos gatos, presentes em 22,1% dos lares. Animais que vivem em ambientes sujos ou superpopulosos, que não recebem tratamento preventivo contra parasitas ou que têm problemas de pele não tratados, são os mais suscetíveis a trazerem doenças de pele. 

O vice-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção Rio Grande do Sul (SBD-RS), Juliano Peruzzo, lembra que as picadas de pulga normalmente não causam problemas maiores.  

“Elas são responsáveis por um quadro chamado de urticária papular, bolinhas na pele que costumam coçar bastante. São mais frequentes em crianças. Pode durar dias e serem reativados quando a gente começa a coçar de novo. Não são causados obrigatoriamente pela picada, mas pode ser um quadro alérgico à distância”, explica. 

Outro fator de confusão é a sarna. Frequentemente os pacientes com diagnóstico de sarna acreditam que a fonte de contágio é o animal de estimação.  

“Importante salientar que a sarna humana é diferente da sarna do cachorro e o contágio se dá de pessoa a pessoa”, acrescenta o médico.  

É importante sempre procurar um médico dermatologista ao notar qualquer problema de pele. Somente um profissional qualificado pode avaliar corretamente o problema e indicar o tratamento adequado, seja ele medicamentoso ou não. Além disso, é fundamental manter a higiene e o cuidado com os animais de estimação, fornecendo alimentação adequada, banhos regulares, tratamento preventivo contra parasitas e cuidados com a saúde em geral.

 

Marcelo Matusiak

Revisão: Dra. Valéria Rossato



Raiva: o perigo silencioso da mordida de animais domésticos e silvestres e a importância da vacinação

A recente suspeita de raiva humana em Teresina, após o ataque de um macaco sagui, destacou a importância urgente da prevenção e vacinação antirrábica, especialmente em áreas onde o contato com animais silvestres é comum.

As autoridades de saúde da Secretaria Estadual da Saúde (Sesapi) investigam o caso e aguardam os resultados dos exames para confirmar o diagnóstico, o que gerou preocupação na população.

Fernanda Mascarenhas, mentora em salas de vacina, tem dedicado sua carreira a conscientizar a população sobre a importância da vacinação. “A raiva é uma doença infecciosa aguda que acomete o sistema nervoso central de mamíferos, incluindo humanos. Uma doença viral grave e, muitas vezes, fatal.” alerta a profissional 

“A transmissão ocorre principalmente através da saliva de animais infectados, geralmente por meio de mordidas. É importante ressaltar que tanto animais domésticos (como cães e gatos) quanto animais silvestres de sangue quente como: (morcegos, raposas, esquilos, etc.) podem transmitir a raiva.” conclui Fernanda.


A importância do atendimento médico após contato com animais

Após qualquer contato com um animal, seja ele doméstico ou silvestre, que resulte em mordida, arranhadura ou lambedura em feridas abertas, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente. A rapidez na procura por ajuda é crucial, pois o tratamento, que consiste na aplicação da vacina antirrábica, deve ser iniciado o mais breve possível para evitar o desenvolvimento da doença.

Conduta após ataque de animal

  • Lavar bem a ferida: Utilize água corrente e sabão neutro para limpar a área afetada.
  • Procurar um serviço de saúde: Informe ao profissional sobre o ocorrido, o tipo de animal envolvido e as circunstâncias do contato.
  • Iniciar o tratamento: O médico irá avaliar a necessidade de iniciar o esquema vacinal antirrábico e, se necessário, aplicar imunoglobulina.

Fernanda também destaca que as salas de vacina estão à disposição para esclarecer dúvidas e oferecer orientações sobre a vacinação antirrábica. “Nosso objetivo é conscientizar a massa sobre a importância da prevenção e assegurar que todos os animais e população estejam protegidos”, conclui.

Lembre-se: a prevenção é o melhor remédio!

 

Ronronar: 5 curiosidades sobre o som característico emitido pelos gatos

Cordas vocais dos felinos emitem som que podem caracterizar bem-estar, conexão com o tutor ou estado de alerta, explica veterinário do CEUB


Semelhante a um motor, o ato de ronronar dos gatos é um dos comportamentos mais enigmáticos dos felinos. Apesar de ser um som comum para quem convive com gatos, o comportamento multifacetado vai além de um simples sinal: o que gera curiosidades sobre seus motivos e funções. Bruno Alvarenga, professor de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), explica os mitos e verdades que circundam este ato praticado pela maioria dos gatos domésticos.  

Alvarenga explica que o fenômeno é um som característico dos gatos, que ocorre em uma frequência de 25 a 30 Hz. Pesquisadores de diferentes países, como Austrália, Suíça e República Tcheca, estudaram as cordas vocais dos gatos domésticos e descobriram estruturas semelhantesa “almofadinhas” que adicionam uma camada extra de tecido nas cordas vocais. “Isso permite que elas vibrem em baixas frequências, produzindo o som clássico do ronronar”.

 

Confira 5 curiosidades sobre o ato de ronronar

 

1. Frequentemente associado ao bem-estar e à felicidade dos gatos, contribui para o bom funcionamento de seu sistema imunológico. Ouvir um gato ronronar gera uma sensação de sucesso ao perceber que o animal está feliz e saudável. "O gato que ronrona expressa contentamento, reforçando a relação benéfica que existe entre ele e seu tutor. Essa troca de carinho e companhia é mutuamente vantajosa, promovendo bem-estar tanto físico quanto mental para ambas as partes", destaca.

 

2. Não se preocupe se o seu gato não ronrona! Nem sempre é motivo de alarme, adianta o médico veterinário do CEUB: "Muitos gatos não ronronam simplesmente porque não aprenderam a fazê-lo. O importante é garantir que o ambiente do animal seja saudável e seguro, promovendo uma relação feliz e equilibrada entre o gato e seu tutor."

 

3. O ronronar também pode ocorrer em situações de dor ou desconforto, como uma forma do felino se acalmar. O ato pode acompanhar vocalizações de pedido, como quando o gato solicita comida ou atenção. "Os gatos são mestres em condicionar seus tutores. Muitos combinam o ronronar com miados para conseguir o que desejam, seja um petisco ou água fresca da torneira", comenta o professor.

 

4. O comportamento de ronronar é, em grande parte, aprendido pela convivência com a mãe nos primeiros dias de vida. Segundo o docente do CEUB, as gatas ronronam para se comunicar silenciosamente com seus filhotes, evitando chamar a atenção de predadores. “Filhotes que não tiveram contato com a mãe ou que pertencem a linhagens menos domesticadas podem não aprender a ronronar, ou o fazem de maneira menos evidente.”

 

5. Esse comportamento multifacetado que vai além de um simples sinal vindo dos gatos. Alterações como mudanças na alimentação, na eliminação de fezes ou urina, ou no nível de atividade podem indicar problemas de saúde que devem ser avaliados por um veterinário. “Embora ainda existam questionamentos sobre o ronronar, o que sabemos é que ele desempenha um papel importante na vida dos gatos e na conexão que compartilham com seus tutores”, finaliza Bruno.

 

8 dicas para o bem-estar dos pets durante as viagens

Médica veterinária preparou checklist para os tutores conhecerem novos lugares na companhia dos cães


Conhecer novos lugares e criar memórias ao lado do melhor amigo! Para os tutores de pets as viagens são momentos para estreitar laços e para os cães elas são pura diversão, afinal esses animais adoram desbravar novos locais na companhia da família. Mas, antes de “cair na estrada” são necessários alguns cuidados para que o passeio seja seguro e confortável para o pet

O primeiro passo é o planejamento, na hora de decidir o destino o tutor deve levar em consideração alguns fatores, como a distância até o local para que seja possível programar paradas durante o trajeto, verificar com antecedência se a hospedagem aceita animais de estimação e se a região conta com locais pet friendly. Desta forma é possível escolher o melhor local para viver novas aventuras com o cãozinho.

Com o roteiro definido é hora de seguir com o planejamento do passeio. Para facilitar esse momento, a médica veterinária Tais Motta Fernandes, gerente da linha de produtos terapêuticos da Avert Saúde Animal listou oito dicas para uma viagem repleta de boas memórias ao lado do pet. Confira:

1- Acostume o pet com o carro antes de pegar a estrada. Faça pequenos trajetos por algumas semanas para que ele possa se familiarizar com o ambiente.

2- No dia da viagem faça um longo passeio com o animal, isso ajudará a gastar a energia e deixará o pet mais tranquilo durante o percurso.

3- Ofereça uma alimentação leve para o pet cerca de 2h antes da viagem para evitar enjoo.  O uso de antieméticos pode auxiliar os cães, visto que alguns animais não se sentem bem dentro do carro e ficam enjoados com mais facilidade.

4- Os animais devem ser transportados usando um dispositivo de segurança, como caixa de transporte, cadeirinha ou cinto de segurança próprio para cães. A escolha do item deve levar em consideração o porte do animal. Nunca leve o pet solto no carro!

5- Prepare a mala com os acessórios do cão, como potes, caminha, sticks e alimentação. Lembre-se também de levar itens para que ele se sinta confortável, como brinquedos. Na caixa de transporte, por exemplo, o tutor pode colocar o cobertor do animal para reforçar a sensação de segurança.

6- Não esqueça de levar a carteira de vacinação do pet. É importante que ele esteja com a imunização e vermifugação em dia antes de ir viajar.

7-Faça pausas no percurso para que o animal possa descansar, caminhar um pouco e fazer suas necessidades fisiológicas. Aproveite esse momento para oferecer água e manter o cão hidratado

8-Tenha um checklist emergencial, pois imprevistos podem acontecer. O tutor deve verificar com antecedência quais os veterinários mais próximos em caso de urgência.

 

Avert Saúde Animal
www.avertsaudeanimal.com.br
www.vidamaisromrom.com.br


Xixi de pet: confira dicas para eliminar odores de sofás e tapetes

Freepik

Dividir a casa com pets é, sem sombra de dúvida, uma experiência recompensadora e de muito amor. Porém, é necessário estar preparado para lidar com possíveis acidentes que eventualmente podem acontecer e o xixi fora do lugar é um deles. Alvos frequentes desses pequenos incidentes, os sofás e tapetes precisam de cuidado redobrado na higienização e proteção, para que não acumulem odores ou manchas ao longo do tempo.  Para auxiliar nesses casos, Fritz Paixão, CEO e fundador da CleanNew, uma das maiores franquias de higienização e conservação de estofados do Brasil, listou algumas dicas infalíveis. 


Sujou? Seja rápido

A agilidade em limpar o local assim que notar a urina nos estofados é o segredo para minimizar os danos. “Quanto mais tempo o xixi ficar no tecido, mais difícil de removê-lo completamente. Nesses casos, há a possibilidade do uso de produtos nos locais que neutralizam o odor e evitam as manchas, como  PiPi Clean e Pipi Shielding. Um irá retirar a mancha e o odor de uma forma rápida e o outro irá blindar a região para proteger o tecido”, explica.


Limpeza especializada

A limpeza correta do estofado é indispensável para evitar o acúmulo de odor e manchas e, principalmente, faz toda a diferença para manter a vida útil do estofado. “O acúmulo de xixi pode deixar manchas difíceis de sair apenas com um paninho molhado. Com o tempo e a recorrência desses pequenos acidentes, o tecido vai ficando cada vez mais manchado e perdendo a cor, além do cheiro que pode não sair. Uma limpeza especializada é a melhor opção para quem quer mantê-lo sempre novo e prolongar sua vida útil”, destaca Fritz.


A blindagem será sua maior aliada

A melhor forma de evitar odores é também blindar o tecido, assim qualquer problema que aconteça, como a urina, não terá a possibilidade de alcançar a fibra e consequentemente estragá-la.  Caso isso aconteça com o tecido blindado, basta usar um guardanapo, ou uma flanela branca para retirar todo o excesso de urina. Caso o tecido não esteja blindado não faça nada, não passe nenhum produto químico pois pode piorar o problema”, completa o especialista.

 

CleanNew


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