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sábado, 3 de maio de 2025

Relações sociais e familiares sob o olhar sistêmico: um convite à cura

Vivemos cercados de relações e elas não existem no vazio. Desde o momento em que nascemos, somos inseridos em um sistema familiar onde os primeiros vínculos moldam não apenas a nossa forma de estar no mundo, mas também o nosso modo de sentir, reagir e nos conectar com o outro. Com o passar do tempo, esse campo de vínculos se amplia: amigos, parceiros, colegas de trabalho, vizinhos. Todos fazem parte de um emaranhado que, mesmo sem percebermos, está interligado.

Segundo o conceito de “sistema”, cada família é um sistema onde cada membro ocupa um lugar específico e desempenha um papel importante. Os conflitos ou traumas de um único indivíduo podem reverberar por todo o sistema. Por exemplo, uma exclusão ou até uma perda mal resolvida dentro de uma família pode gerar comportamentos ou bloqueios em outras gerações, o que chamamos de emaranhado sistêmico. E, muitas vezes, a manifestação de dificuldades, doenças e/ou relacionamentos disfuncionais veem de problemas ocultos no inconsciente do sistema.

Compreender o sistema, significa entender que não somos seres isolados, mas profundamente conectados às nossas famílias, grupos e à história que os compõe. Ao reconhecer essas influências, podemos trazer clareza e abrir caminho para novas soluções na vida pessoal e coletiva.

A abordagem sistêmica é importante porque nos convida a olhar para essas relações compreendendo que ninguém está isolado e que todo comportamento carrega uma história, uma origem — muitas vezes marcada por feridas emocionais e padrões que se repetem de geração em geração.

Sob a perspectiva sistêmica, quando nos deparamos com conflitos persistentes em nossas relações — sejam familiares ou sociais — é comum que, por trás do incômodo, existam histórias mal resolvidas, sentimentos não expressos, segredos familiares ou papéis inconscientemente assumidos dentro do sistema.

Padrões repetitivos, por exemplo, são um dos sinais mais visíveis dessa herança invisível. É aquela sensação de estar vivendo o “mesmo problema” com diferentes pessoas, ou de atrair sempre os mesmos tipos de relacionamentos. Esses ciclos, muitas vezes, têm raízes em lealdades inconscientes ao nosso sistema familiar — como se, ao repetir a dor dos nossos pais ou avós, estivéssemos pertencendo, honrando ou tentando, de alguma forma, consertar o passado.

As feridas emocionais que carregamos — como rejeição, abandono, traição, injustiça ou humilhação — também moldam a forma como nos relacionamos. Elas se tornam lentes que distorcem a realidade: um simples gesto de alguém pode acionar memórias antigas, fazendo-nos reagir com intensidade desproporcional. Muitas vezes não estamos apenas respondendo ao presente, mas revivendo dores do passado.

Ao trazer consciência para essas dinâmicas, começamos a abrir espaço para a cura. O processo terapêutico sistêmico não busca culpados, mas sim elucidação, compreensão e reconexão. Quando compreendemos o lugar de cada um no sistema, quando acolhemos nossas dores e as dos nossos ancestrais, permitimos que o amor, muitas vezes encoberto por mágoas e repetições, volte a fluir.

Cuidar das relações é cuidar de si mesmo. Através do olhar sistêmico, somos convidados a sair do papel de vítimas das circunstâncias e, no papel de adultos, assumir a responsabilidade por nossa história com mais amorosidade e maturidade. Curar as feridas emocionais não é apagar o que foi vivido, mas reconhecer e dar um novo significado às experiências, acolhendo a dor com respeito e escolhendo caminhos diferentes.

Quando um membro do sistema inicia seu processo de cura, ele também influencia os demais. É como se, ao curar uma parte, todo o organismo se reorganizasse. No fundo, todo o nosso desejo por pertencimento, amor e reconhecimento pode ser acolhido com mais consciência quando entendemos que não estamos sozinhos — fazemos parte de algo maior, um sistema de relações. E é nesse todo que, pouco a pouco, podemos encontrar cura, reprogramar nossas emoções e viver conexões mais plenas em nossa vida. 



Camila Ribeiro - psicanalista, terapeuta comportamental, mentora de mulheres e fundadora da Clareia Desenvolvimento Humano
@camiribeirok
@clareia.dh


IA e saúde mental: os riscos do uso de tecnologia no diagnóstico psicológico

Professor de Psicologia da Una Jataí destaca a importância da escuta humana qualificada no cuidado com transtornos mentais e alerta sobre os perigos do autodiagnóstico  

 

Com o avanço da inteligência artificial (IA) na área da saúde, surgem também dúvidas sobre os limites e responsabilidades no uso dessas tecnologias para o diagnóstico de transtornos mentais como depressão, ansiedade ou TDAH. Para o professor Murilo Assis, do curso de Psicologia da Una Jataí, é fundamental reforçar que a IA não substitui o olhar clínico e a escuta qualificada de um profissional.  

“A IA não é recomendada para identificar transtornos mentais. Para isso, são necessários testes específicos, avaliação clínica, observação do comportamento verbal e não verbal, anamnese e todo um conjunto de práticas que são inerentes ao trabalho humano”, afirma o professor.  

Segundo Assis, um dos principais riscos está no autodiagnóstico baseado em plataformas digitais e testes online. “Muitas pessoas acabam se rotulando com base em conteúdos de redes sociais, o que pode gerar ansiedade, reatividade ou até mesmo piorar quadros de saúde mental. Essas ferramentas aumentam a probabilidade de falácias e respostas ansiogênicas”, explica.  

Embora a IA possa ser útil como ferramenta auxiliar, ela precisa ser mediada por profissionais qualificados. “A tecnologia pode ter funcionalidade na triagem inicial, desde que utilizada por psicólogos ou psiquiatras capacitados. O problema está quando ela é usada de forma isolada ou sem critério técnico”, destaca o professor.  

Assis também ressalta que o uso de IA ou conteúdo automatizado em saúde mental não deve ferir o Código de Ética da profissão. “As diretrizes do Conselho Federal de Psicologia impedem que qualquer tecnologia substitua o papel do psicólogo. Ainda não existe ferramenta capaz de substituir o contato humano, a escuta empática e o manejo clínico especializado.”  

Para quem busca apoio, o professor recomenda atenção aos sinais de alerta, como prejuízos na vida social ou profissional, sofrimento emocional constante e perda de interesse por atividades cotidianas. “Nesses casos, a busca por acompanhamento psicológico é indispensável. O profissional é preparado para escutar, acolher e conduzir o processo terapêutico de forma segura.”  

Ele também reforça a necessidade de uma maior psicoeducação da população sobre o tema. “Temos observado um aumento de pessoas que chegam ao consultório com autodiagnósticos feitos a partir de vídeos, posts ou testes de internet. Nosso papel é acolher essas demandas, mas também orientar sobre a importância de se basear em fontes confiáveis e procurar ajuda qualificada.”  

Para Assis, a IA pode ser uma aliada — desde que usada com ética, responsabilidade e como suporte ao trabalho humano. “Nada substitui a escuta. Nada substitui o vínculo”, conclui. 

 

Una    


A influência das práticas sustentáveis na felicidade e saúde mental


Como é possível a sustentabilidade trazer felicidade? Vamos imaginar um cenário onde as pessoas vivem em uma casa totalmente organizada e limpa, isso pode fazer você se sentir bem, já que, com tudo organizado, fica mais fácil de realizar as tarefas do dia a dia e ainda ajudar a comunidade do entorno com atividades e tarefas sustentáveis.

Assim, quem tem uma rotina mais organizada e equilibrada, tem uma mente mais tranquila: menos ansiosa e estressada e com mais qualidade. Quanto mais você organiza tudo, melhor será sua mente e espírito. E isso é sustentabilidade: reequilibrar todas as áreas da sua vida.

Quando iniciam-se essas mudanças e essa busca pelo equilíbrio – tanto dentro da própria casa, quanto internamente, em seu espírito, como fora de casa, em seu entorno, com os vizinhos, amigos e conhecidos – você mobiliza as pessoas que estão ao seu redor, formando toda uma rede, uma teia mais sustentável e equilibrada. Ao tecer essa conexão da sustentabilidade, no médio e longo prazo, colhem-se os impactos positivos que essa mobilização e esse efeito dominó trazem.

Apesar de na teoria ser simples, há alguns desafios para implementar na prática. O primeiro deles que destaco é o cultural. Ao comparecer nas empresas para trazer informações e ações sobre a separação do lixo orgânico para o reciclável, sempre trazendo inovação, os colaboradores achavam uma tarefa chata e morosa. Eu trago aqui como certo tipo de comodismo e de preguiça inicialmente, mas isso são hábitos que vão sendo adotados no dia a dia e depois que insere o hábito diariamente, ele se transforma em uma tarefa automática.

Além disso, durante anos, algumas empresas ignoram práticas ambientais corretas, e optam por alternativas mais baratas e de curto prazo, como descartar resíduos de maneira inadequada. Embora tais ações sejam mais econômicas no início, esse comportamento resulta em sérios problemas ambientais e financeiros em longo prazo.

Implementar programas de coleta seletiva, apesar dos custos iniciais, é um investimento primordial para a sustentabilidade. Isso porque empresas que adotam a cultura da sustentabilidade percebem os impactos positivos: não apenas para o meio ambiente, mas também para a reputação e o bem-estar de toda uma cadeia.



Felicidade: como alinhá-la com o ritmo de vida acelerado?

O ritmo acelerado, principalmente de grandes cidades como São Paulo, focado na busca incessante por dinheiro traz estresse e ansiedade, prejudicando a qualidade de vida, mas ações que promovem equilíbrio e bem-estar podem mudar esse cenário.
Uma lição que apresento aqui vem do Butão, país em que o foco principal está em promover a paz interior, mesmo em meio a rotinas intensas. Assim como os pilotos de Fórmula 1, que conseguem permanecer calmos ao serem entrevistados após uma corrida em alta velocidade, é possível realizar tarefas de forma eficiente mantendo a tranquilidade por meio do equilíbrio. A sustentabilidade é a chave para tudo isso e é um dos caminhos para uma vida menos estressante, mais saudável e feliz, promovendo bem-estar tanto individual quanto coletivo.
  

Caio Queiroz - CEO da Aguama Ambiental.


Do consultório à tela: como profissionais estão transformando negócios físicos em digitais

Metodologia de Pilates online permite que pessoas com mais de 50 anos pratiquem exercícios seguros dentro de casa


A transição do ambiente físico para o digital tem se tornado uma estratégia comum para profissionais de diversas áreas ampliarem seu alcance e impacto. No setor da saúde, essa mudança é particularmente significativa, permitindo que especialistas ofereçam cuidados e orientações a um público mais amplo, independentemente de barreiras geográficas.

De acordo com o relatório "Digital Brazil 2024", elaborado pelo DataReportal, 66,3% da população brasileira está conectada à internet, e 96,9% possui conexões móveis. Esse cenário favorece a atuação de profissionais no ambiente digital, oferecendo oportunidades para a criação de negócios online que atendam necessidades de saúde e bem-estar.


Uma metodologia adaptada à realidade dos alunos

A fisioterapeuta e educadora física Vanessa de Andrade é um exemplo de profissional que migrou com sucesso do atendimento presencial para o digital. Com mais de 12 anos de experiência na área de reabilitação e envelhecimento saudável, ela desenvolveu o projeto "Pilates em Casa", voltado especialmente para pessoas acima dos 50 anos.

Utilizando objetos comuns, que a maioria das pessoas tem em casa, Vanessa criou uma metodologia de exercícios de baixo impacto que visa melhorar a mobilidade, fortalecer a musculatura e prevenir lesões. "As pessoas querem se movimentar, mas sentem que o ambiente tradicional da atividade física não foi feito para elas. Meu papel foi adaptar a prática à realidade delas, e não o contrário", comenta a especialista.


Construção de autoridade e impacto social

A presença digital de Vanessa tem se consolidado como uma referência no setor de bem-estar. Seu canal no YouTube ultrapassa os 190 mil inscritos, e sua comunidade no Instagram conta com 825 mil seguidores. Por meio dessas plataformas, ela compartilha aulas gratuitas e conteúdos educativos que têm ajudado milhares de pessoas a aliviar dores, melhorar a postura e retomar a autonomia.

"Não existe autoridade sem confiança. E confiança só nasce quando a pessoa percebe que aquilo realmente funciona para ela", afirma a fisioterapeuta. Sua abordagem, que prioriza a entrega de valor antes da oferta de programas pagos, demonstra que é possível construir um negócio digital sustentável com base na empatia e no compromisso com o bem-estar do público.

O modelo criado por Vanessa de Andrade exemplifica como a migração para o digital pode ampliar o alcance de profissionais da saúde, promovendo inclusão e impacto social real. Em um país com alto índice de sedentarismo e uma população envelhecendo rapidamente, iniciativas como a dela oferecem soluções acessíveis e eficazes para os desafios da saúde no Brasil.

 

Vanessa de Andrade - personal trainer e fisioterapeuta, especializada em ajudar pessoas com mais de 50 anos a viverem sem dores e medicamentos, promovendo assim, um envelhecimento saudável por meio da prática de Pilates em Casa. Utilizando objetos comuns do cotidiano, como travesseiro, cabo de vassoura e cadeira, ela desenvolveu uma metodologia acessível que permite realizar exercícios simples e sem impacto, direcionados para o alívio das dores. Seu canal no YouTube, "Programa Pilates em Casa - Vanessa de Andrade", conta com quase 190 mil inscritos, onde ela compartilha aulas e dicas para a prática do Pilates no ambiente domiciliar. No Instagram, Vanessa oferece conteúdos voltados para a redução das dores através do Pilates em Casa, reforçando sua missão de proporcionar qualidade de vida e bem-estar aos seus seguidores.Para mais informações, visite o Instagram e o Youtube.

 

Casar com alguém que não compartilha da sua fé: dá certo?

Especialista fala sobre respeito à espiritualidade e como as diferenças podem fortalecer a relação

 

Quando duas pessoas decidem construir uma vida juntas, é comum que compartilhem sonhos, valores e objetivos. No entanto, nem sempre a espiritualidade caminha de mãos dadas: em muitos casamentos, apenas um dos parceiros cultiva a fé de maneira ativa ou cada um segue crenças e práticas religiosas diferentes. Será que essas diferenças podem impactar o relacionamento 

O Brasil é o país que tem o maior porcentual do mundo de habitantes que acreditam em Deus ou em um poder superior que governa o universo (89%), de acordo com o estudo Global Religion 2023, realizado em 26 países. 

"Cuidar da própria fé te torna uma pessoa melhor, mais paciente, mais empática. Essa evolução pessoal reflete diretamente no casamento, mesmo quando o parceiro não compartilha da mesma fonte espiritual. Independentemente da crença ou do caminho espiritual que cada um segue, o mais importante é a capacidade de respeitar o que é sagrado para o outro", afirma Roberson Dariel, Pai de Santo especialista em reconciliação de casais e presidente do Instituto Unieb. 

Alimentar a espiritualidade, seja ela qual for, é sempre um passo positivo, porque fortalece o indivíduo e, consequentemente, as relações ao seu redor. Quando existe respeito, a diferença pode até aproximar ainda mais o casal. Casamentos inter-religiosos ou entre pessoas com níveis de espiritualidade diferentes exigem maturidade e uma disposição constante para o diálogo. É natural que surjam desafios, principalmente em momentos simbólicos, como cerimônias, celebrações ou decisões sobre a criação dos filhos. Mas com compreensão, é possível criar uma convivência baseada em apoio e aprendizado mútuo. 

“O mais importante é que as diferenças não se transformem em barreiras emocionais. É lindo quando o amor se torna grande o suficiente para acolher também a fé do outro, mesmo sem professá-la. A diversidade espiritual, quando vivida com respeito, só fortalece o vínculo entre o casal", conclui Roberson.

 

Instituto Unieb
Saiba mais aqui

Casamentos em maio crescem 25% e reacendem tradição do "mês das noivas" no Brasil

Alta também no primeiro trimestre de 2025 reforça otimismo no setor, que prevê ano aquecido para celebrações


Maio voltou a brilhar no calendário afetivo dos casais brasileiros. Tradicionalmente conhecido como o "mês das noivas", o mês registrou um salto de 25% no número de casamentos em 2025, com quase 10 mil celebrações projetadas em todo o país, segundo dados do iCasei – plataforma líder em sites e listas de casamento na América Latina. Em 2024, o mesmo período contabilizou 7.375 uniões. O aumento sinaliza uma volta robusta no interesse por celebrações no primeiro semestre e reforça a retomada do mercado de casamentos. 

E os sinais positivos não param por aí. O primeiro trimestre de 2025 também apresentou alta: entre janeiro e março, foram realizados 17.908 casamentos, frente a 16.085 no mesmo intervalo de 2024 – um crescimento de 11%

Para Diego Magnani, CCO do iCasei, o crescimento está diretamente ligado a um conjunto de fatores: “A estabilidade econômica, a maior confiança dos consumidores e um cenário pós-pandemia mais amadurecido estão permitindo que os casais voltem a planejar suas cerimônias com mais liberdade e segurança. Soma-se a isso a diversidade de serviços personalizados que o mercado oferece hoje”, afirma. 

Apesar de os meses de setembro, outubro e novembro seguirem como os preferidos para cerimônias ao ar livre, maio continua sendo uma data simbólica para muitos casais. O crescimento registrado este ano pode indicar uma revalorização das tradições ou até mesmo um efeito prático de calendário — com feriados e clima mais estável em algumas regiões do país favorecendo as celebrações. 

O aquecimento no número de casamentos é visto com entusiasmo pelo setor, que inclui desde buffets e cerimonialistas até músicos, fotógrafos, decoradores e plataformas digitais especializadas. A expectativa é que o movimento siga em alta ao longo de 2025, com ainda mais celebrações concentradas no segundo semestre — historicamente o mais movimentado do ano. 



iCasei
https://www.icasei.com.br/
@icaseibr


Bem-estar psicológico no ambiente de trabalho: investimento que gera resultados


Cuidar da saúde mental deixou de ser um assunto desconfortável e passou a ser uma prioridade nas organizações que desejam crescer de forma saudável. Ambientes de trabalho emocionalmente sadios promovem mais do que bem-estar individual e coletivo: eles elevam a produtividade, fortalecem as relações interpessoais e aumentam o comprometimento dos colaboradores. Uma equipe que se sente valorizada e está emocionalmente equilibrada tem mais clareza para tomar decisões, criatividade e disposição para lidar com desafios cotidianos.


Para os colaboradores, o cuidado com a saúde mental significa qualidade de vida, motivação e prevenção de doenças como ansiedade, depressão e burnout. Já para as organizações, isso se traduz em menos afastamentos, maior retenção de talentos e um clima organizacional positivo e colaborativo.


Iniciativas como escuta ativa, diálogo aberto, políticas de apoio psicológico, jornadas equilibradas e incentivo à cultura do cuidado são essenciais para que todos se sintam parte de um ambiente onde o ser humano está em primeiro lugar. Porém, colocar o cuidado com o ser humano como prioridade em um ambiente corporativo exige uma mudança profunda de mentalidade, cultura e práticas.

 

Para que isso se torne realidade, é essencial adotar algumas ideias e ações concretas, como:  valorizar o bem-estar acima do rendimento e da entrega a qualquer custo; reforçar a importância da empatia, do respeito e da escuta ativa como valores da empresa; reconhecer erros e promover ambientes seguros psicologicamente; criar canais de diálogo por meio dos quais os colaboradores se sintam à vontade para dar feedbacks, opiniões e até críticas;  praticar feedbacks regulares entre líderes e liderados, focando mais no ser humano do que na tarefa; investir em programas de apoio psicológico ou parcerias com terapeutas; oferecer momentos de pausa, mindfulness (atenção plena), ou até dias de saúde mental; horários flexíveis, trabalho híbrido ou remoto não como benefício, mas como parte da cultura de confiança; respeitar os limites: jamais romantizar horas extras ou resposta de mensagens fora do expediente; programas de desenvolvimento pessoal: autoconhecimento, liderança empática, inteligência emocional; gerar ambientes onde todas as pessoas se sintam seguras, respeitadas e valorizadas.

 

Investir em saúde mental não é opcional, é prioridade! Quando as pessoas estão bem, a empresa cresce com mais leveza, conexão e propósito.

 

 

Kelli Aparecida da Silva Pontes - psicóloga e pós-graduada em saúde mental. Atua como psicóloga clínica e organizacional na Fundação João Paulo II.

 

Mentirinhas de leve: proteção ou ameaça para a relação?

Especialista fala sobre pequenas mentiras, autodefesa emocional e como preservar a confiança


Em um relacionamento amoroso, espera-se que a base seja construída sobre a confiança e a honestidade. No entanto, é comum surgirem as chamadas “mentirinhas de leve”, aquelas pequenas distorções da realidade que muitos acreditam ser inofensivas. Mas o que leva uma pessoa a adotar esse comportamento dentro da relação? 

Um estudo publicado na revista Journal of Personality and Social Psychology, pesquisa frequentemente citada em discussões sobre o impacto das pequenas mentiras nos relacionamentos amorosos, revelou que pequenos atos de mentira muitas vezes surgem da intenção de proteger o parceiro de sentimentos negativos, mas que, a longo prazo, podem minar a confiança mútua. 

"Muitas vezes, a 'mentirinha' nasce de uma tentativa de evitar conflitos ou de preservar a imagem que se quer manter para o outro. No entanto, toda vez que você esconde algo, cria uma pequena distância emocional. O amor precisa ser um espaço de verdade, mesmo que a verdade às vezes seja desconfortável", explica Henri Fesa, Médium especialista em relacionamentos e fundador da Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa. 

Segundo Henri, a intenção de proteger o outro pode até parecer nobre, mas, na prática, essas pequenas omissões vão gerando ruídos na comunicação do casal. O desafio está em construir um ambiente seguro o suficiente para que ambas as partes possam ser autênticas, sem medo de julgamentos. Em relações saudáveis, a franqueza fortalece o vínculo e aprofunda a conexão. 

“O problema da mentira, mesmo a mais leve, é que ela planta a semente da dúvida. Um relacionamento sólido precisa de clareza e coragem para lidar com desconfortos. Amar também é ser verdadeiro, com respeito e responsabilidade emocional", conclui Henri.

 

Henri Fesa – Médium, auxilia pessoas com problemas espirituais, principalmente, no campo amoroso. Especialista em relacionamentos, possui mais de 30 anos de experiência, criando soluções efetivas com um trabalho de qualidade e sem enrolação. A Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa recebe pessoas de todas as religiões e, dentro da crença de cada um, realiza os Trabalhos, atuando com segurança e seriedade, sem a utilização de magias de baixa vibração. Saiba mais aqui!



Quando o Trabalho Dói: como lidar com a infelicidade profissional?

Você já acordou com a sensação de peso só de pensar em mais um dia de trabalho? Já se sentiu exausto mesmo antes de começar? Essa é uma realidade silenciosa que afeta milhares de pessoas: a infelicidade no trabalho. 

Não estamos falando apenas de insatisfação com o salário ou com uma carga horária pesada. A dor da infelicidade profissional vem de algo mais profundo: falta de propósito, relações tóxicas, ambientes desumanizados e a ausência de reconhecimento. A cada dia, mais profissionais adoecem emocionalmente por estarem em lugares onde não são vistos, ouvidos nem valorizados.

 A especialista em felicidade corporativa Chirles de Oliveira afirma:

“A infelicidade no trabalho não é fraqueza. É um sinal claro de que algo precisa mudar na empresa e dentro de você.”

 

A boa notícia: tem saída! 

Segundo Chirles, é possível transformar o ambiente de trabalho e a própria relação com a carreira. Mas isso começa com consciência e pequenas atitudes: 

🔸 Autoconhecimento: “Entender o que te motiva e o que te paralisa é o primeiro passo para alinhar carreira e propósito.”

🔸 Conexão genuína: Criar vínculos saudáveis no ambiente profissional aumenta o bem-estar e a produtividade.

🔸 Liderança humanizada: Empresas que investem em empatia e escuta ativa retêm mais talentos e constroem equipes mais felizes.

🔸 Cultura do cuidado: Pausas, feedbacks honestos e espaço para ser quem se é fazem toda a diferença. 

“Não dá mais para romantizar o esgotamento. Felicidade no trabalho não é luxo, é estratégia de sobrevivência e de sucesso”, reforça Chirles.

 

E se a mudança não vier da empresa?

Às vezes, o que precisa mudar é a nossa escolha. Rever caminhos, redesenhar metas e até mudar de rota pode ser o movimento mais corajoso da sua vida. “O trabalho deve ser um lugar de vida, não de adoecimento”, diz Chirles. 

Se você sente que a infelicidade virou rotina, talvez seja hora de fazer uma pausa e se escutar de verdade. E, quem sabe, começar a criar uma jornada mais leve, mais sua.


sexta-feira, 2 de maio de 2025

VERÔNICA FERRIANI apresenta “COCHICHO NO SILÊNCIO VIRA BARULHO, IRMÔ

 


Próximo ao Dia das Mães, espetáculo no SESC Pinheiros reúne vozes potentes como Alessandra Leão, Assucena, Áurea Martins, Flaira Ferro e Giana Viscardi para celebrar álbum lançado em 2024 que mergulha nas vivências femininas e na força do trabalho materno

 

No dia 9 de maio, o palco do SESC Pinheiros recebe Verônica Ferriani em um show especial baseado em seu primeiro álbum duplo, Cochicho no silêncio vira barulho, irmã, lançado em 2024. Descrito pela própria artista como confessional e quase biográfico, o trabalho vai além de suas vivências pessoais, pois é também um espelho sensível do que ela observa e escuta de outras mulheres ao seu redor. Um disco que mergulha nas camadas do trabalho materno, mas amplia o olhar para abarcar o universo feminino como um todo — suas dores, desejos, pressões e contradições.

O álbum duplo é dividido entre os dois eixos, o “Cochicho no silêncio”, e “Vira barulho, irmã”, com um total de 20 faixas — 17 compostas por Verônica. A obra aborda temas como amor, sexo, relacionamentos, depressão pós-parto, carga mental, frustração, raiva, mas também esperança e o desejo de construir novos caminhos possíveis, que incluam também os homens nesse processo transformador. Um projeto que pulsa força, denúncia e a urgência do coletivo, tratando a mulher em sua pluralidade, a partir dos papéis que lhe são impostos, das emoções que a atravessam, e da busca por caminhos de transformação.

Para este show, Verônica será acompanhada de convidadas especiais que participaram do álbum e que emprestam suas vozes e presenças potentes à experiência, num encontro catártico, acolhedor e visceral: Alessandra Leão, Assucena, Áurea Martins, Flaira Ferro e Giana Viscardi.

Além das faixas do disco, como a que dá nome ao disco Cochicho no Silêncio Vira Barulho, IrmãNão me ContentoLa MerAcorda MamãeSem Regras e Amor que fica, o repertório apresenta também canções de outros artistas da música brasileira, que de alguma forma, contemplam através de sua arte, as mulheres.

Ao longo do espetáculo, que acontece próximo ao Dia das Mães, Verônica propõe não apenas uma escuta, mas um chamado à empatia e à transformação — um espaço em que a arte se coloca como instrumento de denúncia, cura e recomeço. Uma experiência sonora e emocional que toca fundo nas vivências de mulheres, mas que convoca a todos.

Natural de Ribeirão Preto, Verônica Ferriani é cantora, compositora, instrumentista e produtora musical. Tem quatro discos solo e dois coletivos lançados, além de colaborar em projetos especiais diversos. Gravou nos DVDs recentes de Yamandu Costa e de Toquinho, com quem esteve em turnê Voz e violão entre 2011 e 2018. Fez shows como convidada de Ivan Lins, Beth Carvalho, Spokfrevo Orquestra, Mart’nália, Noca da Portela, Xande de Pilares, entre outros.

Dividiu o palco em projetos especiais com Monarco, Moska, Jair Rodrigues, Teresa Cristina, entre muitos outros. Liderou a Gafieira São Paulo, vencedora do 22º Prêmio da Música Brasileira (2011), como melhor grupo de samba. Convidada a representar a nova música no Projeto Novas Vozes do Brasil, parceria do Itamaraty e MinC com Embaixadas do Brasil pelo mundo, apresentou-se em festivais e importantes espaços do Japão, Rússia, Portugal, Argentina, Colômbia, Espanha e Israel.]

 

FICHA TÉCNICA:

Alana Ananias (bateria)

Victoria dos Santos (percussão)

Ingrid Cavalcante (baixo)

Aline Falcão (sanfona e piano)

 

Convidadas:

Alessandra Leão

Assucena

Áurea Martins

Flaira Ferro

Giana Viscardi

 

Florencia Saravia (Técnica PA)

Daniel Tápia (Técnico monitores)

Grissel Manganelli (Técnica de luz)

Beth Sousa (roadie)

 

 

Conheça: https://www.youtube.com/watch?v=E9hUGiERlgc&list=PL2daEw-uqFaSb4Bc6bFUP8bvjEMfN9Bvn

 

SERVIÇO

Cochicho no silêncio vira barulho, irmã" 

Data e horário: dia 9 de maio às 21 horas

Local: SESC Pinheiros –

Preços: R$ 70,00 (inteira), R$ 35,00 (meia) e  R$ 21,00 (credencial plena)

INGRESSOS: Programação - Sesc São Paulo

 

Barretos realiza o 1º Desfile da Cultura Tropeira no dia 4 de maio

Iniciativa do Instituto Sociocultural do Hospital de Amor tem como objetivo resgatar a tradição de desfiles na cidade e homenagear a cultura regional

 

No próximo dia 4 de maio, Barretos receberá pela primeira vez o “Desfile da Cultura Tropeira”, promovido pelo Instituto Sociocultural do Hospital de Amor, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O evento busca resgatar a tradição dos desfiles no interior, homenageando aspectos da cultura tropeira e rural, além de destacar a importância do campo para a construção da identidade regional.

 

Composto por 10 carros alegóricos temáticos, o desfile traz em cada um deles, um elemento significativo da cultura tropeira como os carros de boi, as rainhas dos rodeios, os 70 anos de história de Os Independentes, o prato típico Queima do Alho, a importância do berranteiro nas antigas tropas de transporte das boiadas, a dança da catira, a moda de viola, lendas como do Boi Soberano, o agronegócio e o Rodeio Pela Vida.

 

O evento contará ainda com a participação especial da Banda Marcial Municipal de Promissão, que percorrerá as ruas realizando sua performance de coreografias especiais, com a participação de todos os seus músicos. E ao final de todos os blocos que compõem o desfile virão tropas e cavaleiros homenageando a cultura sertaneja.

 

O desfile tem início às 9h, no Recinto Paulo de Lima Correa, patrimônio cultural tombado pelo Condephat. O trajeto inclui a extensão da avenida 23 até a rua 18, descendo a 18 até a avenida 15, com destaque para a Praça Francisco Barreto, onde serão montadas arquibancadas para o público, uma área exclusiva para pessoas com deficiência (PCD) e um palco para autoridades e convidados, em que um locutor estará anunciando cada bloco desfilado.

 

Para Paulo César Lopes, coordenador do desfile, turismólogo e locutor conhecido como Paulinho 1001, explica que o evento é, além de um resgate de algo que está na memória de boa parte da população adulta da região de Barretos, que vivenciou os antigos desfiles, uma oportunidade de conectar as novas gerações às raízes culturais da região. “A cultura rural é a base da nossa identidade no interior. Resgatar essa tradição por meio do desfile é fundamental para que nossos jovens conheçam e valorizem a história que nos trouxe até aqui. É um momento de celebração e aprendizado”, pontuou ele.

 

Realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o evento reflete o compromisso do Instituto Sociocultural do Hospital de Amor para preservar e promover o legado cultural do interior brasileiro.


Lugar Público - Muntadas, exposição especialmente projetada para o Sesc Pompeia, estabelece diálogos entre a obra do artista espanhol e a arquitetura de Lina Bo Bardi

Crédito_Edouard Fraipont

Com curadoria de Diego Matos, a mostra reúne um conjunto de elementos distribuídos nos espaços icônicos da Unidade que convidam o visitante a se tornar parte ativa da experiência, promovendo reflexões sobre cidadania, urbanismo e participação coletiva

 

Com visitação até 10 de agosto de 2025, a exposição inédita Lugar Público - Muntadas, do artista espanhol Antoni Muntadas (Barcelona, 1942), propõe uma ocupação total da Área de Convivência do Sesc Pompeia com intervenções que exploram a relação entre arte, arquitetura e espaços compartilhados. Desenvolvida para se desdobrar como uma ativação composta de elementos que configuram uma única instalação, a mostra transforma o ambiente arquitetônico, projetado por Lina Bo Bardi, em um território de reflexão sobre cidadania, urbanismo e participação coletiva.

“Público é um termo que possui dois significados principais: o primeiro está associado à ideia de um espaço comum, compartilhado, de vivência. O segundo se refere a um grupo de espectadores ou visitantes que assistem e acompanham uma ação, um evento ou uma atividade. O projeto para o Sesc Pompeia trata de aproximar os dois conceitos de público, no sentido de definir um projeto total e ao mesmo tempo específico para o lugar. Ele retoma um território com diversas referências de uso e propõe um espaço a percorrer; um espaço de deriva”, explica Muntadas no texto “Notas para o projeto Lugar Público”, presente na publicação da mostra.

Radicado em Nova York desde 1971, e com 50 anos de relação com o Brasil, Muntadas, que esteve presente na abertura da exposição, tornou-se notório por abordar temas sociais, políticos e de comunicação, enquanto investiga como canais de informação são utilizados para censurar ou disseminar ideias, apresentando seus projetos por meio de fotografia, vídeo, publicações, internet, instalações e intervenções em espaços urbanos.

Em Lugar Público - Muntadas o artista reafirma sua abordagem crítica e transdisciplinar, evocando as intenções da Lina Bo Bardi para propor reflexões sobre temas contemporâneos, como a dissolução da esfera pública diante da voracidade do capitalismo, resgatando a ideia da ludicidade e do convívio social, características centrais no pensamento da arquiteta.

“Em um tempo histórico marcado por ameaças aos espaços públicos, seja com a expansão da vigilância, seja com a gradual privatização de endereços, serviços, entre outras esferas sociais, a realização desta exposição propicia considerações críticas e estéticas sobre o presente. Interessa ao Sesc se constituir como lugar de partilha de experiências e diálogos sobre acontecimentos que dizem respeito à coletividade, uma condição essencial para a efetivação da democracia cultural”, defende Luiz Deoclecio Massaro Galina, diretor do Sesc São Paulo.

Realizada pelo Sesc São Paulo com apoio da Embaixada da Espanha no Brasil e do Instituto Cervantes, e com curadoria de Diego Matos, a exposição site-specific é composta de intervenções audiovisuais, textuais e dispositivos arquitetônicos projetados para provocar reflexões a respeito do espaço urbano contemporâneo e das noções de lazer e esfera pública, como contextualiza Muntadas em suas anotações sobre a mostra:

“Não há a intenção de configurar uma exposição fechada em si com percurso definido. A ideia é a de um caminho aberto, como um passeio, um deslocamento no qual acontece um encontro com múltiplos elementos distribuídos no espaço. São dispositivos que servem para provocar reflexão e interrogação nos que ali circulam, especialmente sobre a proposta de um lugar público. Esses elementos em forma de totens – recuperando um sentido histórico, quiçá pré-histórico – refletem, questionam e dialogam entre duas frases acesas: ‘para onde vamos?’ e ‘seguimos adiante’.” 

 

Lugar Público em detalhes

Com expografia concebida pela arquiteta Anna Ferrari e trabalho gráfico do artista e designer Vitor Cesar que enfatizam a integração entre arte e arquitetura, promovendo uma imersão sinestésica que convida o visitante a se tornar parte ativa da experiência, Lugar PúblicoMuntadas se estrutura a partir da ambientação de espaços do Sesc Pompeia estrategicamente escolhidos pela curadoria.

No primeiro deles, localizado à esquerda da Área de Convivência, o visitante encontra um percurso de deriva, no qual se depara com a indagação Para onde vamos?, estampada em um letreiro luminoso. Ao redor, 25 totens espelhados apresentam frases instigantes e, em seus versos, telas de LED exibem imagens da ocupação do espaço urbano em São Paulo. No texto curatorial, intitulado Lugar Público: reocupar e envolver, derivar e reafirmar, Matos explica que esse jogo visual e reflexivo evoca a noção situacionista de “deriva urbana”, que propõe flanar sem destino para estudar as cidades, cunhada pelo escritor francês Guy Debord, autor de A Sociedade do Espetáculo.

Ocupando o lado direito da Área de Convivência, um grande tapete emborrachado convida o público ao descanso e à observação. Gravada na superfície, a frase Vida é edição - Life is editing – sugere que a vida se constrói em segmentos como em um filme. Letreiros luminosos, como Seguimos adiante!, reforçam o caráter dialógico da exposição, enquanto dispositivos autoportantes ampliam a experiência visual.

A mostra é composta, ainda, de um espaço dedicado à memória, onde são exibidos cartazes de projetos anteriores do artista, reforçando sua trajetória de diálogo contínuo com o Brasil desde os anos 1970.

“Pensamos em um amplo ambiente para leitura e discussão, além de um recorte histórico dos elementos que, em certo sentido, contam a história de uma trajetória: algumas dezenas de cartazes que sinalizam o poder comunicacional e documental da prática artística de Antoni Muntadas”, explica Matos no catálogo da exposição.

 

SERVIÇO

Lugar Público – Muntadas

Visitação: de 05 de abril a 10 de agosto de 2025

Terça a sábado, das 10h às 21h.

Domingos e feriados, das 10h às 18h. Grátis. Livre.

Local: Área de Convivência

Sesc Pompeia

R. Clélia, 93 - Água Branca, São Paulo

A exposição oferece recursos de acessibilidade. O agendamento de visitas mediadas de escolares pode ser feito através do e-mail: agendamento.pompeia@sescsp.org.br

 

Univali recebe exposição de fotografia analógica


Mostra com autoria de Nestor Varela começa dia 6 de maio

 

A Universidade do Vale do Itajaí (Univali) vai receber a exposição fotográfica “Gostaria de lembrar mais das coisas que gostaria de lembrar”, do artista visual Nestor Varela. A abertura será no dia seis de maio, às 19h, no Campus Professor Edison Villela (Itajaí). As imagens, que compõem a Mostra, retratam momentos familiares do autor. O evento é gratuito e aberto ao público em geral. 

A exposição combina objetos e fotografias, em forma de quebra-cabeça, de modo a reproduzir de maneira simbólica os processos psíquicos da memória do autor. O projeto nasceu a partir da revelação de um filme fotográfico analógico, guardado dentro de uma câmera por mais de 14 anos, nele continha fotografias relacionadas ao núcleo familiar do artista. 

A Mostra, que oferece proposições interativas e mediação para o público, pode ser prestigiada até 28 de maio. A visitação ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 21h30, na Galeria de Arte Univali. O espaço está localizado no Bloco A, anexo à reitoria. 

A atividade é organizada pela Vice-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão - Coordenação de Arte e Cultura e Galerias de Arte Univali. 

Mais informações: com a curadora das exposições das Galerias de Arte Univali, professora Ane Fernandes - (47) 3341-7869 ou ainda pelo perfil da Galeria de Arte Univali no Instagram: @galeriadearteunivali.

 



Fernanda Amaral – estagiária

Supervisão de Carina Carboni

 

 

Pulsar Brasil estreia em São Paulo com exposição imersiva sobre Leonardo da Vinci no Visualfarm Gymnasium


A Pulsar Brasil celebra um momento marcante em sua trajetória ao estrear oficialmente na cidade de São Paulo, uma das capitais culturais e econômicas mais influentes da América Latina. A chegada à metrópole acontece em grande estilo, com a correalização da exposição “Visualfarm Gymnasium: Leonardo da Vinci”, que inaugura o primeiro Laboratório de Artes Imersivas da América Latina, em parceria com a Visualfarm. Localizado na Praça Olavo Bilac, 38, próximo ao metrô Mal Deodoro, o novo espaço será um ponto de encontro entre arte, tecnologia e inovação. 

Na exposição, o premiado estúdio paulista Visualfarm usa de forma equilibrada os melhores recursos tecnológicos, narrativos e cenográficos para criar uma jornada com 25 experiências diferentes pela história da vida e obra do mestre renascentista. A exposição utiliza realidade virtual, holografia, projeções mapeadas, som imersivo, guinchos robóticos e lasers para envolver com narrativas tecnológicas um grande número de réplicas de obras e maquetes das invenções do mestre Leonardo. 

Fundada em 2015, a Pulsar Brasil foi criada com o propósito de preencher lacunas no mercado de eventos, oferecendo soluções completas que vão desde projetos incentivados e especiais até blindagem de marcas, frete especializado, materiais promocionais, cenografia, brindes personalizados e muito mais. Em 2020, a empresa comemorou cinco anos de atuação com uma base sólida de clientes e uma reputação construída com dedicação, excelência e comprometimento. 

A chegada a São Paulo representa um passo estratégico fundamental para a marca. Estar presente na capital paulista amplia horizontes e abre novas possibilidades de atuação em um mercado exigente, diversificado e repleto de oportunidades. As expectativas são altas: conquistar novos parceiros, ampliar a rede de clientes e reforçar o posicionamento como referência em qualidade e inovação.



Mais informações: @pulsar.brasil

 

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