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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

Métodos contraceptivos hormonais de longa duração: vale a pena? Especialista afirma que sim!

 

Ginecologista da Unimed Araxá aponta alternativas e efeitos

 

A gravidez não planejada é um problema de saúde pública atingindo um grande número de mulheres no Brasil e no mundo. Segundo a ginecologista da Unimed Araxá, Ingrid Chaves Maneira, a taxa de gravidez não planejada no Brasil é de cerca de 62% em pelo menos uma gestação das brasileiras. “A gravidez não planejada não está associada apenas com repercussões negativas na saúde materno- fetal, mas também a fatores econômicos e sociais”, ressalta.

 

Alterações


Entre as alterações mais observadas estão:


- A não realização de um pré-natal adequado


- A não interrupção do consumo de álcool, tabagismo e drogas durante a gestação


- O aumento da incidência de aborto, prematuros, baixo peso do recém-nascido

- Menor chance do aleitamento.

 

Além disso, estas mulheres apresentam duas vezes mais chances de problemas psiquiátricos como depressão e suicídio. “Por tudo isto, os contraceptivos de longa duração devem ser abordados. Hoje abordaremos os contraceptivos de longa duração (LARC - Long-Acting Reversible Contraceptive) hormonais”, explica.

 


Opções


Entre as opções estão:


 . SIU-LNG - 52 mg


  . SIU-LNG- 19,5 mg


 . Implante etonogestrel - 68 mg

 

Em comparação com os métodos de curta duração, os LARC são superiores em eficácia propiciando taxas de gravidez menores que 1 % ao ano.

 

O implante de etonogestrel apresenta taxa de falha de 0,05% com duração de 3 anos.

 

O SIU-LNG 52 mg- como contraceptivo pela diretriz atual pode permanecer 8 anos.

 

SIU-LNG 19,5 mg- 5 anos

 

Eles estão indicados para todas as mulheres que desejam contracepção eficaz, incluindo adolescentes, mulheres que nunca engravidaram, no pós-parto ou pós-aborto ou presença de doenças que contraindiquem o uso de estrogênio.

 


Mecanismo de ação:


- Muco cervical espesso e hostil a penetração do espermatozoide, inibindo sua motilidade no colo, útero e tuba uterina, não permitindo a fertilização do óvulo.

 

- A alta concentração do levonorgestrel, que é a progesterona liberada impede a resposta do estradiol circulante com forte efeito sobre o endométrio inibindo a ação mitótica do endométrio e este se torna atrófico.

 

De forma geral, a mulher acaba ficando em amenorreia (não menstrua) em 20% a 30%, e o fluxo diminui em mais de 90% das usuárias.

 


Além disso, as medicações:


- Aumentam a concentração da hemoglobina tratando a anemia.


- Tratam sangramento uterino anormal


- Reduzem o número de Histerectomias (retirada do útero).


- Proporcionam proteção do endométrio, no caso de reposição hormonal.


- Minimizam os efeitos do tamoxifeno sobre endométrio.

 


Efeitos adversos:


- Acne- 12%


- Ganho de peso - 7%


- Humor depressivo - 5 %


- Cefaleia- 5% a10%


- Escape menstrual- depende do ano de uso, com o tempo vai diminuindo.

 Todos estes efeitos podem ser controlados com medicações e em poucos casos terá a necessidade de retirar o método.

 


Complicações:


São raras mas podem acontecer.


- Expulsão do SIU


- Dor pélvica ou sangramento irregular


- Perfuração do útero


- Gravidez


- Gravidez ectópica (fora do útero).

 


SIU de menor dosagem hormonal


Sobre o SIU de menor dosagem hormonal - 19,5 mg:


- Chegou no Brasil em 2020.


- É indicado para mulheres que nunca engravidaram, adolescentes, adultas jovens e todas mulheres com útero saudável.


- Este método tem duração de 5 anos.

 


Implante de etonogestrel.


- Contém 68 mg de etonogestrel


- Duração de 3 anos


 - Inserção subdérmica na porção posterior do braço não dominante, abaixo do sulco entre bíceps e tríceps.



Ação:


- Inibe a ovulação.


- Alteração do muco e endométrio.


 A fertilidade retorna 7 dias após a retirada do método. 


Conclusão:  


Os métodos contraceptivos de longa duração, no caso SIU/LNG e implante de etonogestrel, representam uma alternativa eficaz e segura para a prevenção da gravidez. Oferecem alta taxa de adesão e comodidade para as usuárias. “Além de sua longa duração e eficácia comprovada, esses métodos contribuem para a autonomia reprodutiva e redução de gestações não planejadas. No entanto, é fundamental que sua escolha seja baseada em uma avaliação individualizada levando em consideração fatores clínicos e preferências pessoais, acesso à informação de qualidade para garantir que a mulher encontre o método mais adequado às suas necessidades”, conclui a médica.


9 mitos e verdades sobre como preservar a saúde dos olhos

Excesso de telas, luz azul, vitamina A e outros fatores são colocados sob a análise de oftalmologista 


Você acredita desde criança que comer cenouras faz bem à visão? Pensa que o hábito contemporâneo de ler através de telas prejudica a saúde ocular? E o que acha do uso permanente de óculos, faz bem ou mal para os olhos? Dr. Hallim Feres Neto, oftalmologista membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia e diretor da Prisma Visão, desvenda esses e outros hábitos associados ao bem-estar da visão humana.

 

1. Ler livro ou usar aparelho eletrônico de perto faz mal. Mito ou verdade?

Mito! Até pouco tempo atrás, diria que isso pode causar fadiga visual, mas não danos permanentes à visão. Apesar disso, há indícios em estudos recentes de que o esforço para enxergar de perto, principalmente na infância, pode estar relacionado com aumento da progressão de miopia. Deste modo, é aconselhável fazer pausas regulares para relaxar os olhos.

 

2. Ler no escuro pode piorar sua visão. Mito ou verdade?

Mito! Ler com pouca luz pode causar fadiga ocular, mas não resulta em dano permanente à visão.

 

3. Passar mais tempo ao ar livre ajuda a visão. Mito ou verdade?

Verdade! Diversos estudos sugerem que a luz natural pode ser benéfica para os olhos, principalmente na infância, podendo ajudar a prevenir ou atrasar o desenvolvimento de miopia.

 

4. Muita luz ultravioleta pode prejudicar a visão. Mito ou verdade?

Verdade! Exposição excessiva à luz UV pode levar a problemas oculares, como catarata e degeneração macular.

 

5. Fazer uma pausa no uso de óculos pode impedir que sua visão piore. Mito ou verdade?

Mito! Os óculos são usados para corrigir problemas de visão, e a interrupção do uso não impedirá que sua visão piore. Na verdade, pode levar a sintomas como dor de cabeça e fadiga ocular.

 

6. Mesmo um pouco de luz azul das telas é prejudicial aos seus olhos. Mito ou verdade?

Mito! Uma exposição excessiva pode, sim, causar fadiga ocular e inclusive interferir na qualidade do sono. Porém, a luz azul em si não é prejudicial aos olhos. Na verdade, a maior fonte de luz azul é o Sol, e a luz azul emitida pelas telas é mínima comparada a ele.

 

7. Fumar faz mal à saúde ocular. Mito ou verdade?

Verdade! Fumar pode aumentar o risco de desenvolver várias condições oculares, como catarata e degeneração macular.

 

8. As cenouras são boas para os olhos. Mito ou verdade?

Verdade! As cenouras são ricas em vitamina A, essencial para a saúde ocular. No entanto, uma dieta balanceada com outros vegetais e frutas também é muito importante para manter a saúde dos olhos.

 

9. A deterioração da visão é uma parte inevitável do envelhecimento. Mito ou verdade?

Mito! Enquanto alguns problemas de visão se tornam mais comuns com a idade, como presbiopia ou catarata, não é uma regra que a visão se deteriorará inevitavelmente. Manter um estilo de vida saudável e fazer exames oculares regulares pode ajudar a manter a saúde ocular durante o envelhecimento.

 



Dr. Hallim Feres Neto @drhallim - CRM-SP 117.127 | RQE 60732 - Oftalmologia Geral, Cirurgia Refrativa, Ceratocone, Catarata, Pterígio, Membro do CBO - Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Membro da ABCCR - Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa, Membro da ISRS - International Society of Refractive Surgery, Membro da AAO - American Academy of Ophthalmology
Instagram: drhallim
Portal: https://www.drhallim.com.br


Qual o impacto das chuvas e enchentes nas crianças que estão na primeira infância?

Cenário: As chuvas que vêm atingindo vários estados do país causam problemas característicos do colapso ambiental, como enchentes e desmoronamentos. São eventos que afetam a todos, mas as crianças na primeira infância, fase que vai até os seis anos, é o grupo mais suscetível aos riscos inerentes a essas situações, como doenças e infecções, desnutrição e exposição a situações de violência física, psicológica e ambiental. A falta de saneamento básico em várias regiões do país aumenta de forma exponencial os riscos à saúde, podendo representar risco à vida. 

Dados da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, com base na Pnad, mostram que entre as crianças brasileiras na primeira infância, 618 mil (3% do total) não têm acesso à água canalizada e 7,2 milhões (35%) não têm acesso à rede de esgoto.  

No Brasil, inundações, tempestades e outros fenômenos podem deslocar aproximadamente 1,5 milhão de crianças nos próximos 30 anos (Children Displaced in a Changing Climate, 2023).  Sem uma rede de saneamento adequada e expostas ao colapso ambiental, essas crianças correm o risco de terem o seu desenvolvimento comprometido. O Unicef contabilizou que 1,17 milhão de meninas e meninos tiveram os estudos interrompidos por eventos climáticos em 2024 somente no Brasil.

 

Impactos: As pressões climáticas ou de eventos climáticos extremos tendem a agravar situações de crianças e adolescentes que vivem em contextos de vulnerabilidade social e negligência, podendo levar à ruptura dos seus vínculos protetivos e à violação dos seus direitos. Além disso são os mais pobres que têm maior probabilidade de viver sem acesso a moradia adequada, água limpa ou esgoto tratado; são os mais pobres que vivem expostos aos maiores índices de violência.  

“Sabemos que a primeira infância é um período decisivo para o desenvolvimento humano. Nessa fase, boas experiências têm o poder de moldar um futuro saudável e promissor. No entanto, quando as crianças são expostas à precariedade, enfrentam um ciclo de adversidades que as impede de alcançar todo o seu potencial e sair da pobreza quando adultas”, explica Mariana Luz, CEO da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal. 
 
Os impactos se estendem também para a saúde das crianças:

  • Maior risco de transmissão de doenças como malária, febre amarela e dengue no Brasil com as mudanças nos padrões de chuva e temperatura; a grande maioria das vítimas letais dessas doenças são crianças pequenas.
  • Sem saneamento básico, as crianças também ficam expostas a infecções, verminoses, gastrenterites, desidratação, hepatite A e doenças respiratórias, com efeitos também em seu desenvolvimento cognitivo e emocional.
  • A insegurança alimentar tem relação com as mudanças climáticas, aumentando índices de desnutrição ou obesidade em crianças pequenas, pela falta de acesso a alimentos de qualidade e aumento de consumo de processados.
  • Impactos psicológicos: nos casos de eventos climáticos intensos e abruptos, como enchentes, desmoronamentos, as crianças podem se sentir confusas, perturbadas, ansiosas, assustadas, preocupadas ou tristes, e demonstrar receio pela sua própria segurança e também de familiares e amigos.
  • Localidades onde acontecem eventos climáticos extremos frequentemente têm escolas afetadas, agravando as dificuldades de acesso e permanência escolar de crianças e adolescentes, levando ao aumento da evasão e à dificuldade de manter em funcionamento os serviços e equipamentos escolares. As unidades escolares também tendem a ser transformadas em ponto de acolhimento coletivos, uma tendência que coloca dificuldades para o pronto retorno das atividades educacionais.
  • Sem acesso à educação, com situação agravada pela dificuldade financeira de famílias que podem ter perdido seus bens em eventos dessa proporção, aumenta-se também o índice de evasão escolar e trabalho infantil. 

 

Como proteger as crianças: Em linhas gerais, investimentos em políticas para o meio ambiente, planos de enfrentamento e prevenção, educação ambiental e fiscalização contínua são estratégias para evitar novas catástrofes climáticas. Além disso, é preciso assegurar proteção da vida das novas gerações com prioridade absoluta, principalmente a de crianças indígenas e negras do sul global, as mais afetadas pela crise do clima. 

“Mais do que nunca precisamos priorizar a agenda climática nas políticas públicas, de maneira intersetorial e integrada, especialmente nas iniciativas direcionadas às crianças na primeira infância e suas famílias”, finaliza a CEO.
  


Fonte: Mariana Luz, CEO da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal


Termografia associada a IA pode antecipar identificação do câncer de mama

Com o objetivo de oferecer um exame clínico mais acessível, capaz de auxiliar a detectar câncer de mama, o Instituto de Computação da Universidade Federal Fluminense (UFF) e o Laboratório de Ergonomia (LABER) do Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCTI) realizam um projeto voltado à digitalização da mama que utiliza câmera térmica, escâner e impressão 3D, intitulado “Uso da digitalização 3D e impressão 3D para a avaliação de alterações na superfície da mama para investigação do câncer de mama”. O projeto é coordenado pelas pesquisadoras Aura Conci (UFF) e Flávia Pastura (INT) e conta com apoio da Faperj desde 2020, pelo Programa de Apoio a Projetos Temáticos no Estado do Rio de Janeiro. 

Na etapa concluída da pesquisa, o LABER recebeu 30 voluntárias para testarem as tecnologias. O exame acontece com a voluntária parada com as mãos pousadas sobre a cabeça, enquanto a câmera térmica gira ao seu redor, capturando termografias. Em seguida, cada pixel da imagem termográfica é analisado por algoritmos de inteligência artificial (IA), que são capazes de identificar (baseados nas assimetrias térmicas entre as mamas) alterações ainda no início da multiplicação celular do câncer, diferentemente de outros exames que só fazem isso quando já há células suficientes para constituir uma massa.

 

Esse processo ampara o diagnóstico do câncer de mama de uma forma mais acessível à população. “A termografia é uma tecnologia mais barata, portátil, e que pode ser levada para locais em que as pessoas não têm acesso a um hospital ou a uma clínica, bem como pode antecipar a indicação para exames mais complexos”, explica Flávia. Além disso, pode ser muito útil para mulheres que não podem ser submetidas a outros exames. “A termografia pode ser usada por mulheres em qualquer idade, por gestantes, por meninas no início da puberdade e mulheres na menopausa”, ressalta Aura.

 

Em uma paciente saudável, a temperatura das mamas esquerda e direta tende a ser similar e não muito quente, pois a maior parte é composta por gordura, um material isolante. O tumor é geralmente muito vascularizado, ele tende a ficar mais quente. Então, se você vê uma área de calor na imagem, não quer dizer que ali tem um câncer, mas pode ser um indicativo de que há algo e merece ser investigado.


Além da termografia, o formato da mama é escaneado para a construção de um modelo tridimensional digital e outro físico. Esses recursos têm como objetivo auxiliar na formação de médicos e no planejamento das cirurgias de reconstrução mamária, oferecendo referências mais realistas. “A gente consegue reconstruir as mamas, a partir do escaneamento, produzindo modelos 3D virtuais da superfície, e agora estamos também trabalhando em reproduzir as partes internas”, completa Flávia.



Carnaval sem fôlego: a importância do treinamento cardiovascular para aproveitar a folia

Segundo o Gerente Técnico da Companhia Athletica, a corrida pode ser um dos exercícios aeróbicos que fortalece as pernas e melhora a resistência cardiovascular, essencial para curtir as festividades sem perder o fôlego

 

O treinamento cardiovascular é fundamental para quem deseja aproveitar o carnaval com energia e disposição. Ao melhorar a resistência do sistema cardiovascular, ele prepara o corpo para suportar longas horas de atividades intensas, como dançar, pular e se movimentar nas festividades. Além de aumentar a capacidade do coração e dos pulmões, o treinamento cardiovascular acelera o metabolismo e melhora a circulação sanguínea, proporcionando mais energia e vitalidade. 

“Com uma preparação adequada, é possível curtir o carnaval sem o risco de se sentir exausto, além de melhorar a saúde mental, já que os exercícios liberam endorfina, promovendo sensação de bem-estar e aliviando o estresse”, afirma o Gerente técnico da Companhia Athletica, Cacá Ferreira. 

Segundo o Gerente Técnico da Companhia Athletica, Cacá Ferreira, para se preparar para o carnaval, é importante focar em três grupos de exercícios: resistência, força e potência. “Os exercícios de resistência, como a corrida, são essenciais para melhorar a capacidade cardiovascular e garantir disposição para as longas horas de folia. Já os exercícios de força, como a musculação, fortalecem os músculos necessários para atividades como dançar e pular. Além disso, os exercícios de potência, como burpees e pular corda, que são de alta intensidade e curta duração, ajudam a melhorar rapidamente a resistência e a explosão muscular, garantindo mais energia e agilidade para os movimentos.” 

Além dos exercícios de condicionamento, a corrida é um excelente exercício aeróbico que fortalece os músculos das pernas e melhora a resistência cardiovascular, essencial para quem pretende curtir as festividades sem perder o fôlego. “A combinação dessas atividades vai preparar o corpo de forma completa, permitindo aproveitar ao máximo o Carnaval com mais energia, resistência e disposição”, finaliza o especialista da Cia Athletica.

  

Companhia Athletica
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A.C.Camargo reforça importância do diagnóstico precoce e prevenção

Mamografia é o principal exame no rastreamento do câncer de mama a partir dos 40 anos

 

O câncer de mama é o segundo mais frequente entre as mulheres no Brasil, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma. A mamografia desempenha um papel essencial no rastreamento da doença, aumentando as chances de cura e reduzindo a necessidade de tratamentos mais agressivos e custosos quando o tumor é detectado no estágio inicial. Dados indicam que 40% dos diagnósticos de câncer de mama em mulheres brasileiras ocorrem antes dos 50 anos e 22% das mortes pela doença também acontecem nesse grupo. 

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), a projeção para o triênio 2023-2025 é de 73.610 novos casos de câncer de mama, com uma taxa de incidência de 41,89 casos por 100 mil brasileiras. Além do aumento no número de diagnósticos, os custos do tratamento também crescem significativamente nos casos de metástase. No setor privado, 17% das pacientes são diagnosticadas em estágios avançados, enquanto no Sistema Único de Saúde (SUS), esse percentual sobe para 37%, reflexo da baixa adesão ao rastreamento, uma vez que apenas 30% das mulheres do país realizam a mamografia regularmente. 

Diante desse cenário, a detecção precoce não só melhora as perspectivas individuais de tratamento, mas também tem impacto significativo na saúde pública. Além do desgaste físico e emocional das pacientes, os custos aumentam conforme a doença progride para estágios mais avançados, como nos casos de metástase. De acordo com o Observatório de Oncologia no Congresso Nacional de Mastologia, o custo do tratamento pode ser até 50% maior quando o tumor é identificado tardiamente, em comparação com diagnósticos precoces. Esses dados reforçam a importância do rastreamento e do acompanhamento médico regular, especialmente para mulheres com fatores de risco. 

Segundo Fabiana Makdissi, Líder do Centro de Referência em Tumores de Mama do A.C.Camargo Cancer Center, o diagnóstico precoce é essencial para aumentar as chances de cura. “Detectar o câncer de mama nas fases iniciais oferece uma perspectiva muito mais positiva de tratamento, com a taxa de cura podendo chegar a 98%, especialmente quando o tumor ainda está restrito ao local de origem”, afirma. 

De acordo com o Observatório do Câncer, dos 13.385 casos de câncer de mama tratados no A.C.Camargo entre 2000 e 2020, 11,9% ocorreram em mulheres com menos de 40 anos. Dessas, 11% tinham câncer in situ, ou seja, o tumor estava restrito à mama e dentro do ducto - um tipo de câncer bem inicial - e geralmente só diagnosticado pela mamografia. “A mamografia continua sendo o exame mais eficaz para o rastreamento do câncer. Precisamos reforçar que, quando o diagnóstico ocorre em fases mais avançadas, o tratamento tende a ser mais complexo e prolongado, por isso, é fundamental incluir a mamografia na rotina anual de exames, especialmente a partir dos 40 anos”, reforça a especialista.

 

Mamografia com contraste: entenda a alternativa para a Ressonância Magnética 

Muitas pacientes não gostam de fazer a mamografia devido ao desconforto que o exame pode causar. No entanto, ele continua sendo o principal método para a avaliação das mamas. Com os avanços tecnológicos, surgiu a mamografia com contraste, uma técnica que aumenta a sensibilidade na análise das imagens, permitindo uma avaliação mais detalhada e oferecendo uma alternativa menos invasiva. No A.C.Camargo Cancer Center, essa tecnologia está disponível, proporcionando um diagnóstico ainda mais preciso e contribuindo para a detecção precoce do câncer de mama. 

“A mamografia pode causar incômodo em algumas pacientes, pois exige compressão das mamas para obter uma boa imagem. No entanto, dor é uma questão de sensibilidade pessoal, ou seja, algumas mulheres não sentem. Para aquelas que sentem, a mamografia com contraste pode ser uma boa alternativa, sendo menos invasiva e claustrofóbica do que a ressonância magnética, que exige que a paciente fique de bruços e com as mamas pressionadas para uma análise mais completa”, explica a especialista.

 

A.C.Camargo
www.accamargo.org.br


Carnaval: Como fantasias, danças e aglomerações podem prejudicar os ombros

 

freepik

Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo explica situações e como cair na folia sem dor

 

Com o Carnaval se aproximando (neste ano, será em 4 de março), os preparativos para a mais tradicional celebração brasileira já estão a todo vapor. Escolas de samba em todo o país finalizam os últimos detalhes para os desfiles, a programação dos blocos de rua já está definida e os foliões planejam suas fantasias. Mas, além da diversão, é preciso atenção aos cuidados com a saúde, especialmente com os ombros, que costumam ser muito demandados ao longo da celebração, seja pelas movimentações das coreografias, seja pelo peso de adereços carnavalescos. 

No ano passado, a apresentadora Sabrina Sato, que desfilou como rainha de bateria na Vila Isabel, no Rio de Janeiro, e na Gaviões da Fiel, em São Paulo, compartilhou em suas redes sociais as lesões sofridas nos ombros e quadris ao carregar fantasias que, somadas, pesavam mais de 60 kg. Outro caso que ganhou destaque foi o da cantora e dançarina Lore Improta, musa da Viradouro, que sofreu com dores e machucados nos ombros devido ao peso do costeiro de sua fantasia. 

"O excesso de peso pode sobrecarregar os ombros, causando dores e aumentando o risco de lesões, como tendinites e bursites. Além disso, pode levar a espasmos e enrijecimento do músculo trapézio, que fica acima dos ombros, e afetar outros músculos que se estendem até a base do pescoço. Isso pode deixar a região bastante dolorida e rígida, comprometendo a mobilidade e o bem-estar durante e após o Carnaval ", explica o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC), Dr. Marcelo Costa de Oliveira Campos. 

O médico lembra que, quando o peso não é distribuído corretamente, ele sobrecarrega principalmente os ombros, que precisam sustentar toda a fantasia durante o desfile ou a festa.

“Uma outra questão é que se a fantasia não for bem ajustada ao corpo, ela pode forçar os ombros a ficarem em posições desconfortáveis por longos períodos, o que prejudica a postura. O ajuste inadequado pode causar fricção ou pressão excessiva em pontos específicos, levando a lesões na pele ou músculos, como irritações ou até lesões musculares”, fala. 

Os movimentos restritos causados pelas fantasias são mais um fator de atenção. “Algumas fantasias podem limitar os movimentos dos braços e ombros, fazendo com que a pessoa precise forçar mais os músculos para dançar ou realizar os movimentos de forma fluida. Isso pode resultar em tensão excessiva e dor. Se os ombros não tiverem liberdade de movimento suficiente, os músculos podem se sobrecarregar”, diz. 

O presidente da SBCOC ressalta que é fundamental que as pessoas se preparem fisicamente para carregar fantasias pesadas, fortalecendo a musculatura e alongando o corpo. Além disso, é importante que os trajes sejam ajustados de forma ergonômica, distribuindo o peso de maneira equilibrada para evitar sobrecarga em áreas específicas, como ombros.
 

Dança e multidão

As coreografias de Carnaval também devem ser consideradas, já que, muitas vezes, envolvem movimentos intensos e repetitivos dos braços e ombros. “Isso pode gerar tensão nos músculos e articulações, especialmente se os foliões não mantiverem uma boa postura ou fizerem os movimentos de forma inadequada. O esforço contínuo sem descanso também pode resultar em lesões nos músculos do ombro ou até mesmo lesões mais sérias, como distensões e luxações”, pontua. 

Nos blocos de rua, onde a aglomeração é grande e o empurra-empurra é comum, o risco é de acidentes. “O impacto de uma queda ou o choque contra outras pessoas pode provocar luxações nas articulações e até fraturas”, fala. 

Para quem vai curtir o Carnaval, seja desfilando em escolas de samba ou brincando nos blocos de rua, a recomendação é priorizar o conforto e a segurança. “Opte por fantasias mais leves, evite esforços excessivos e alongue o corpo antes e depois da folia. Dançar por horas seguidas, carregar mochilas ou bolsas pesadas e levantar amigos nos ombros para ver os blocos são ações comuns durante a festa, mas pode fazer com que a diversão acabe antes da Quarta-feira de Cinzas. Então, cuide da saúde e ótima diversão”, conclui.

 

Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo 
 

 

5 dicas para reforçar a imunidade do seu filho na volta às aulas

Alimentação saudável, com vitaminas e minerais, são importantes para a saúde de crianças e adolescentes
 

A volta às aulas é sempre um momento de preocupação para os pais, com diferentes desafios ao retomar a rotina. Muitas vezes, os filhos ficam doentes logo nos primeiros dias de aula porque, nas escolas, é comum que crianças e adolescentes entrem em contato com doenças contagiosas. Para que este período de retorno ocorra da melhor forma, explicamos 5 cuidados necessários para ajudar na imunidade dos pequenos:
 

1. Faça lancheiras saudáveis: comer diariamente de forma equilibrada colabora na prevenção de doenças e contribui para a imunidade. Escolha de forma consciente o lanche e oriente seus filhos optando, sempre que possível, por alimentos saudáveis e frescos. “O rápido desenvolvimento físico e mental que ocorre durante a infância requer quantidades adequadas de nutrientes para sustentar o crescimento de seus órgãos, músculos, cérebro e sistema imunológico¹”, orienta Dr. Márcio Elias, Ginecologista/Obstetra (CRM-SP: 82558), Gerente Médico da Neo Química.
 

2. Valorize as horas de sono: sabemos que nas férias é comum crianças e adolescentes saírem da rotina, mas na volta às aulas é essencial retomar os bons hábitos. Dormir bem ajuda a descansar melhor e colabora para o bom rendimento escolar, imunidade e para saúde física e mental.
 

3. Mantenha as vacinas em dia: a vacinação colabora na prevenção de doenças contagiosas especialmente no ambiente escolar. Caso alguma vacina de seu filho esteja em atraso, é só levá-lo a um posto de saúde mais próximo de sua casa.
 

4. Leve seu filho ao médico periodicamente: o acompanhamento de um profissional de confiança é fundamental. Afinal, ele verificará se o pequeno está com falta de micronutrientes e indicará formas que fortaleçam a imunidade e previnam doenças e/ou problemas futuros. “Além de auxiliar na manutenção do sistema imune, essencial na volta às aulas, as vitaminas e minerais são importantes para o desenvolvimento infantil, como formação de ossos e dentes, funcionamento muscular e neuromuscular, visão, entre outros benefícios”, explica Dr. Márcio Elias, Ginecologista/Obstetra (CRM-SP: 82558), Gerente Médico da Neo Química.
 

5. Adolescentes precisam de atenção: essa faixa etária demandacuidado especial para a falta de micronutrientes, especialmente de ferro. Na adolescência, a massa muscular e a massa sanguínea estão em ampla expansão, e demandam muito ferro para crescer. Além disso, as meninas entram na fase menstrual e perdem ainda mais ferro. Por isso, é essencial verificar a necessidade de suplementação e reposição deste micronutriente na adolescência.
 

Pensando na saúde das crianças e adolescentes, a Neo Química, marca líder no mercado brasileiro de medicamentos em unidades vendidas², lançou recentemente o seu Multivitamínico Kids mastigável, para idade de 4 aos 18 anos3, que complementará a linha infantil já composta pela Vitamina D3 (400U.I.) e o Multivitamínico líquido sabor tutti-frutti (240ml).
 

Este suplemento alimentar em comprimidos de goma no sabor de morango tem como diferencial a composição de vitaminas A, B1, B6, B12, C e D, cálcio e ferro. O lançamento está alinhado ao propósito da marca de promover saúde e bem-estar para toda a população brasileira.






Dizer legal: Vitaminas Neo Química. Alimentos isentos de registro conforme RDC 27/2010. As vitaminas A, C, D, B6, B12 e o ferro auxiliam no funcionamento do sistema imune. A vitamina D e o cálcio auxiliam na formação de ossos e dentes. O cálcio auxilia no funcionamento muscular e neuromuscular. O Ferro auxilia na formação das células vermelhas do sangue. A vitamina A auxilia na visão.




Neo Química


¹ IQVIA PMB MAT UNID NOV’2024, visão laboratório.

² IQVIA Retail Insights MAT NOV'2024.



Referências:

¹Sociedade Brasileira de Pediatria, Departamento de Nutrologia. Manual de Alimentação: orientações para alimentação do lactente ao adolescente, na escola, na gestante, na prevenção de doenças e segurança alimentar. 4ª. ed. - São Paulo: SBP, 2018. 172 p. Disponível em

² IQVIA PMB MAT UNID NOV’2024, visão laboratório.

3Cartonagem do produto Vitaminas Neo Química Multivitamínico Kids


Diarreia aguda, virose, norovírus? Conheça qual é o probiótico ideal para tratar a saúde do intestino nessas situações

Com as altas temperaturas deste verão e o aumento dos casos de viroses e diarreia aguda associadas ao norovírus que acometem várias cidades brasileiras, fica cada vez mais evidente a importância de cuidar da saúde intestinal. Os probióticos, conhecidos como "bactérias boas", têm ganhado espaço como tratamento da flora intestinal, especialmente em situações como essas em que a doença, mais conhecida como gastroenterite, provoca náusea, vômito, diarreia e dor abdominal como os principais sintomas.

Os probióticos são microrganismos vivos que, quando ingeridos em quantidades adequadas, oferecem benefícios comprovados à saúde. “Importantes estudos científicos suportam o papel relevante do uso de probióticos no tratamento de condições como a diarreia aguda de origem viral ou infecciosa, e da diarreia associada ao uso de antibióticos. Ambos os quadros podem cursar com sintomas semelhantes, incluindo dores abdominais, além de poderem estar associados a uma perda do equilíbrio da microbiota intestinal”, afirma o Gerente Médico da Cellera, Dr. Marcos Cataldo.

Uma das cepas mais indicadas – O Lactobacillus rhamnosus GG ou LGG é reconhecido como o probiótico mais estudado do mundo e altamente recomendado para a manutenção da saúde do intestino. Ele resiste à passagem pelo trato digestivo superior, coloniza o tubo digestivo e ajuda a inibir bactérias potencialmente patogênicas. Além disso, contribui para a recuperação e o equilíbrio da flora intestinal de forma segura e eficaz. Desde 2023, diretrizes da European Society for Paediatric Gastroenterology Hepatology and Nutrition (ESPGHAN) recomendam o uso de Lactobacillus rhamnosus GG (LGG®) - durante tratamentos com antibióticos, destacando seu impacto positivo na saúde gastrointestinal.

“O uso de probióticos é especialmente importante em momentos de maior vulnerabilidade, como episódios de diarreia aguda ou durante tratamentos com antibióticos. Eles ajudam a restabelecer o equilíbrio da microbiota intestinal, melhorando a saúde do intestino ", diz o Dr. Marcos Cataldo. Muitas vezes o tratamento é curto e eficaz, como no caso do Culturelle Maxx, que vem com sete cápsulas com o dobro de probióticos por cada unidade - são 20 bilhões de UFCs que ajudam no alívio do desconforto intestinal, restabelecendo e equilibrando a flora. O produto é classificado como suplemento alimentar, indicado para adultos, gestantes e lactantes e pode ser encontrado em drogarias e farmácias de todo o país.

 

Cellera Farma

 

RELATÓRIO NACIONAL ESTIMA QUE ATÉ 2050 QUASE 6 MILHÕES DE BRASILEIROS SEJAM DIAGNOSTICADOS COM DEMÊNCIA

Neurocientista explica como doença afeta o cérebro e se é possível prever o quadro

 

De acordo com o Relatório Nacional sobre demência, divulgado pelo Ministério da Saúde, estima-se que até 2050, cerca de 5,6 milhões de brasileiros sejam diagnosticados com a doença. Atualmente, 8,5% da população com 60 anos ou mais convivem com o diagnóstico, representando um número aproximado de 2,71 milhões de casos. A neurocientista da BrainEstar, Drª Emily Pires, explica como a doença afeta o cérebro e se é possível prever o quadro. 

A demência é uma síndrome neurodegenerativa caracterizada pela deterioração progressiva das funções cognitivas, como memória, atenção, linguagem e raciocínio, que interfere na capacidade de realizar atividades diárias. Essa deterioração ocorre devido a processos como acúmulo de proteínas anormais (como beta-amiloide e tau), inflamação crônica e redução no fluxo sanguíneo cerebral, resultando em danos irreversíveis. 

“No cérebro, as demências estão associadas à perda de células nervosas (neurônios) e à disfunção de suas conexões, especialmente em regiões como o hipocampo (responsável pela memória) e o córtex cerebral (ligado ao pensamento e comportamento). A doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência, seguida por demências vasculares, frontotemporais e outras condições”, esclarece Emily Pires, acrescentando que em muitos casos é possível identificar sinais precoces de risco. 

“Exames como qEEG (eletroencefalograma quantitativo), neuroimagem funcional (como ressonância magnética), avaliação genética e biomarcadores no líquido cefalorraquidiano podem fornecer indícios. Além disso, fatores como histórico familiar, doenças crônicas (hipertensão, diabetes) e comportamentos de risco (sedentarismo, má alimentação) aumentam a probabilidade de desenvolvimento da demência. É importante lembrar ainda que mudanças cognitivas sutis e subjetivas, conhecidas como comprometimento cognitivo leve (CCL), podem ser preditores de demência em estágio inicial. Por isso, a avaliação neurológica periódica é essencial”, informa. 

Segundo a especialista, o diagnóstico precoce é crucial para realizar intervenções antecipadas, um planejamento médico e familiar e para pesquisa de novos tratamentos. “O diagnóstico precoce permite que sejam realizadas estratégias para retardar a progressão da doença, como mudanças no estilo de vida, medicações e terapias cognitivas, além disso, quanto antes as alterações cerebrais forem identificadas, maior será a janela para atuar sobre fatores modificáveis”, comenta, alertando a importância da realização de técnicas como o neurofeedback para minimizar os sintomas da doença. 

“O neurofeedback, uma técnica de treinamento cerebral baseado na autorregulação da atividade elétrica do cérebro, é uma ferramenta promissora para ajudar no manejo da demência. Embora ele não cure a doença, possui uma série de benefícios como a estimulação cognitiva, promovendo a neuroplasticidade e ajudando o cérebro a reorganizar suas funções; a redução de sintomas como ansiedade e depressão; melhora da qualidade do sono, além de ajudar a lidar com a memória de curto prazo, oferecendo aos pacientes uma maior independência no início da progressão da doença”, afirma Emily.
  


BrainEstar
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BOLETIM DAS RODOVIAS

Motorista encontra lentidão na Anhanguera e Castello Branco

 

A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo na tarde desta quinta-feira (6). 

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x5 - Tráfego normal nos dois sentidos da Rodovia dos Imigrantes (SP-160). Há interdição no sentido litoral da Rodovia Anchieta (SP-150), no km 54 para atendimento de acidente. Sentido capital, tráfego normal.

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

Tráfego normal no sentido interior da Rodovia Anhanguera (SP-330) e lentidão no sentido capital, do km 62 ao km 60. Na Bandeirantes (SP-348), o tráfego é normal no sentido interior e lento no sentido capital, do km 66 ao km 65.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

Tráfego normal nos dois sentidos da Raposo Tavares (SP-270). Na Rodovia Castello Branco (SP-280), há  lentidão do km 21 ao km 24 no sentido interior, no sentido capital, o tráfego é normal.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.


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