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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

Viroses do verão: especialista alerta para riscos e dá dicas de como se prevenir

Especialista do One Day Hospital de Alphaville alerta para os riscos das viroses de verão, destacando cuidados essenciais para prevenção no litoral e em áreas urbanas

 

Com a chegada do verão e o aumento das temperaturas, as viroses sazonais se tornam mais frequentes, especialmente nas regiões litorâneas. No Litoral de São Paulo, a combinação de aglomerações em praias, consumo de alimentos fora de casa e contato com água contaminada são fatores que ampliam os riscos de infecções virais, como gastroenterites, resfriados e viroses respiratórias. 

Segundo o Dr. Marcelo Jerez, diretor do One Day Hospital de Alphaville, a atenção à saúde é essencial tanto para quem aproveita as férias no litoral quanto para aqueles que permanecem no cenário urbano. “As viroses de verão podem ser bastante debilitantes, mas com cuidados simples, é possível reduzir significativamente o risco de contaminação. O mais importante é adotar hábitos preventivos, como higienizar as mãos e ter cuidado com o consumo de alimentos e bebidas”, explica o especialista. 

Cuidados para reduzir os riscos de contaminação

Para quem está no litoral:

·         Evitar o contato com água imprópria para banho, especialmente em praias sinalizadas como contaminadas.

·         Higienizar as mãos frequentemente, especialmente após utilizar banheiros públicos ou tocar superfícies compartilhadas.

·         Evitar alimentos crus ou mal armazenados, como frutos do mar ou refeições expostas ao sol por longos períodos.

·         Manter-se hidratado com água potável ou filtrada, evitando o consumo de bebidas de procedência duvidosa.

Para quem está em ambientes urbanos:

·         Redobrar os cuidados com o consumo de alimentos e bebidas adquiridos em feiras e locais com grande movimentação.

·         Evitar aglomerações em ambientes fechados, principalmente durante picos de calor, que facilitam a disseminação de vírus respiratórios.

·         Higienizar superfícies compartilhadas, como maçanetas, corrimãos e telas de dispositivos eletrônicos.

·         Manter a vacinação em dia, incluindo imunizações contra doenças sazonais, como gripe. 

Dr. Marcelo Jerez reforça que, em caso de sintomas como febre alta, vômitos persistentes, diarreia ou sinais de desidratação, é fundamental procurar atendimento médico imediato. “Esses sinais podem indicar complicações e requerem avaliação médica para evitar desidratação severa ou outras complicações graves”, alerta o diretor.

 

Embora muitas pessoas associem doenças respiratórias apenas ao inverno, o verão também registra um crescimento significativo de infecções virais, muitas vezes até maior do que nos meses frios. Isso ocorre devido a fatores como o aumento da circulação de vírus em ambientes fechados e climatizados (ar-condicionado), onde há maior concentração de pessoas, além do fato das pessoas viajarem mais, trazendo novas cepas virais. O calor e a umidade típicos do verão também contribuem para a proliferação de agentes infecciosos, elevando os casos de gripes, resfriados, Covid, sinusites e até mesmo crises de asma e rinite alérgica.

 

One Day Hospital foi idealizado e criado por médicos, focando na segurança e comodidade do paciente. Somos um hospital dia moderno e equipado com tecnologia de última geração, localizado em Alphaville, Barueri, São Paulo. Nossa infraestrutura inclui, além de salas cirúrgicas com equipamentos de alta tecnologia, leitos confortáveis e acolhedores, tornando-se uma experiência singular o uso de nossas instalações.



Dia Nacional da Mamografia: 9 informações sobre o exame que toda mulher precisa saber

Para alertar sobre a importância do rastreamento precoce do câncer de mama, o dia 5 de fevereiro reforça a necessidade do exame como uma forma de prevenção à doença 

 

Com o objetivo de alertar sobre um exame indispensável, o Dia Nacional da Mamografia, comemorado em 5 de fevereiro, traz uma reflexão importante sobre a necessidade de se cuidar e olhar com carinho para a saúde.

Através do diagnóstico precoce, é possível encontrar lesões em estágios iniciais e barrar que o câncer de mama avance com o tratamento. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), é estimado que durante o triênio 2023/2025 cerca de 74 novos casos da doença sejam identificados no Brasil.

 A partir do rastreamento mamográfico - desde que realizado periodicamente - diversos estudos mostram que a redução da mortalidade por câncer de mama pode ter um impacto de 25% a 40%. "Quando a doença é descoberta cedo, os tratamentos podem ser menos agressivos, além de terem uma maior chance de sucesso. A boa notícia é que 95% dos diagnósticos precoces têm chances de cura", comenta Daniel Gimenes, oncologista da Oncoclínicas São Paulo.


Mas, afinal, como o exame é feito?

Em um mamógrafo, a mulher fica de pé em frente ao aparelho e duas placas pressionam as mamas tanto na vertical, como na horizontal. Para ter uma melhor imagem, o técnico pedirá para a paciente prender a respiração por alguns segundos. "Em média, o exame pode durar cerca de 20 minutos no máximo", explica o oncologista.


Quem deve fazer a mamografia

Acima dos 40 anos, o exame pode ser realizado anualmente para a detecção precoce do câncer de mama, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM). Já entre os 50 e 69 anos, de acordo com o Ministério da Saúde, a mamografia de rotina pode ser realizada a cada dois anos, desde que a mulher não tenha sinais ou sintomas da doença.

Quando o procedimento é realizado fora da faixa etária, ou seja, em mulheres com menos de 40 anos, ele pode ser indicado para complementar o diagnóstico de nódulos na região. Porém, vale lembrar que apenas o médico poderá recomendar a necessidade ou não da mamografia em situações como essa.


Por que a mamografia não é recomendada antes dos 40 anos?

Segundo Daniel Gimenes, o exame pode trazer alguns riscos quando feito antes dos 40 anos. Além disso, o diagnóstico de câncer de mama em mulheres abaixo da faixa etária é raro - representando apenas cerca de 10% dos casos.

"Por causa de uma maior densidade da mama, o exame pode trazer falsos negativos. Além disso, realizar a mamografia antes dos 40 anos expõe a mulher a uma radiação que não é necessária naquele momento", comenta.


Dói fazer mamografia?

O exame pode causar desconforto, mas a compressão no aparelho é rápida, fazendo com que a dor seja passageira. "Uma dica para evitar que o incômodo seja maior é realizar a mamografia fora do período menstrual, pois a mama está mais sensível neste momento", recomenda o especialista da Oncoclínicas São Paulo.


Quem tem silicone pode fazer mamografia?

Sim, pode. A prótese não irá atrapalhar o exame, mas é necessário que a paciente avise sobre o silicone. "O mamógrafo não irá furar a prótese. A diferença é que podem ser necessárias mais imagens durante o exame, assim como a manobra de Eklund - que consiste em afastar o silicone para que não haja distorção dos resultados", comenta Daniel.


A radiação da mamografia pode fazer mal?

O exame é contraindicado na gravidez, mas pode ser realizado normalmente em outras situações. A radiação emitida no procedimento é baixa e não causa complicações.


Existe preparo para fazer a mamografia?

O exame em si não necessita de muitos preparos, mas é recomendado que a mulher faça o agendamento da mamografia alguns dias após a menstruação. "Isso ajuda a evitar o desconforto e oferece mais tranquilidade para a paciente durante o exame", explica Daniel.

Além disso, é necessário evitar o uso de hidratantes, desodorantes e outras substâncias nas mamas e axilas, pois podem interferir no resultado do exame.


Mulheres que estão amamentando podem fazer mamografia?

Não, o exame não é recomendado caso a mulher esteja amamentando ou grávida. Em situações como essa, o médico poderá solicitar outros exames de rastreamento que não sejam prejudiciais para a mãe e para o bebê, como o ultrassom.


O autoexame substitui a mamografia?

Não! No caso do autoexame, ele auxilia na detecção de nódulos palpáveis, mas não substitui a realização da mamografia. “Por isso, caso note sintomas como: alterações de formato, da pele ou tamanho das mamas, procure um médico o quanto antes para avaliação e diagnóstico correto”, finaliza Daniel Gimenes.

 

Oncoclínicas&Co
www.grupooncoclinicas.com


Folia de Carnaval já começa nas ruas em blocos


Sensação de ouvido tampado persistente por mais de 24 horas já pode ser um sinal de alerta
 

A menos de um mês para o Carnaval, a música alta já toma conta das ruas de todo o Brasil. Mas para quem exagera na exposição ao som alto de trios elétricos, blocos de rua e baladas, um problema comum pode surgir: a sensação de ouvido tampado ou um zumbido persistente após o evento. Esse fenômeno, muitas vezes ignorado, pode indicar um trauma acústico temporário ou até mesmo permanente. O otorrinolaringologista Dr. Bruno Borges de Carvalho Barros, explica por que isso acontece e como proteger a audição. 

A sensação de ouvido tampado ou zumbido depois de festas e shows está diretamente relacionada ao impacto do volume excessivo de som sobre as células do ouvido interno. "A exposição prolongada a volumes acima de 85 decibéis pode provocar um fenômeno chamado fadiga auditiva, em que as células ciliadas da cóclea, responsáveis pela captação dos sons, ficam sobrecarregadas e deixam de funcionar corretamente", explica o Dr. Bruno. 

Se o som for muito intenso e o tempo de exposição for prolongado, pode ocorrer um trauma acústico, que pode ser temporário ou, em casos mais graves, irreversível. "Se a sensação de ouvido tampado ou o zumbido persistir por mais de 24 horas, é essencial procurar um especialista para avaliar se houve uma perda auditiva permanente", alerta o otorrino já que, além da sensação de surdez temporária, pode acontecer um zumbido insistente após a exposição a som alto. Esse sintoma, conhecido como tinnitus, pode ser um sinal de que houve uma sobrecarga no sistema auditivo, segundo o especialista. "O zumbido pode desaparecer depois de algumas horas ou dias, mas em alguns casos, ele se torna crônico, afetando a qualidade de vida e causando dificuldades para dormir e se concentrar", explica. 

Para aproveitar as festas sem comprometer a saúde auditiva, o médico afirma que é importante manter distância de dois metros das caixas de som e dos alto-falantes, pois isso aumenta o risco de danos auditivos. E, se for passar muitas horas em um ambiente barulhento, vale intercalar momentos de descanso para os ouvidos.Com pequenas precauções, é possível aproveitar a música sem prejudicar sua audição já que o importante é se divertir com segurança, garantindo que a audição continue saudável por muitos anos", finaliza o Dr. Bruno Barros.
 



FONTE:

Bruno Borges de Carvalho Barros - Médico otorrinolaringologista pela UNIFESP Professor Medcel Pós-graduação pela UNIFESP. Especialista em otorrinolaringologia pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e cirurgia cervico-facial. Mestre e fellow pela Universidade Federal de São Paulo.



Estudo do ICB-USP revela que hipertensão arterial afeta sêmen desde a juventude

Descobertas revelam danos permanentes no sêmen, com limitações nos tratamentos farmacológicos atuais.


Uma pesquisa do Instituto de Ciências Biomédicas da USP (ICB-USP) revelou que a hipertensão arterial pode causar alterações precoces e persistentes na qualidade do sêmen, incluindo danos ao acrossoma – estrutura crucial para a penetração do espermatozoide no óvulo –, além de comprometer a microcirculação testicular ao longo da vida. Coordenado pelo professor Stephen Rodrigues, do Departamento de Farmacologia, o trabalho mostrou que essas alterações ocorrem já na juventude e não são completamente revertidas por medicamentos anti-hipertensivos, apontando desafios para a preservação da saúde reprodutiva masculina. O estudo foi publicado em novembro na Scientific Reports, do grupo Nature, e teve como primeira autora a pesquisadora Nicolle Machado. Tanto o projeto quanto Machado tiveram apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
 

Resultados de 2019: um ponto de partida

O trabalho deu continuidade a uma pesquisa anterior, de 2019, conduzida pelo pesquisador Lucas Colli, sob orientação da Profa. Maria Helena Catelli de Carvalho, hoje já aposentada. Nesse estudo, foram analisados ratos hipertensos do modelo SHR (Spontaneously Hypertensive Rats), cuja hipertensão é espontânea e similar à condição primária que ocorre em cerca de 90% dos casos em humanos. Na ocasião, o grupo identificou que esses animais apresentavam alterações significativas na qualidade do sêmen, como redução na concentração e motilidade dos espermatozoides, além de mudanças no movimento, que, em vez de retilíneo, tornou-se curvilíneo ou ausente. 

Esses efeitos foram associados a problemas na microcirculação testicular, incluindo a interrupção frequente do fluxo sanguíneo, que nos ratos normotensos ocorre cerca de seis vezes por minuto, mas nos ratos hipertensos aumenta para oito vezes por minuto. Essa irregularidade no fluxo prejudica a oxigenação e o aporte de nutrientes ao tecido testicular, afetando diretamente a produção de espermatozoides.
 

Novos avanços: impacto da idade e eficácia de tratamentos

No estudo mais recente, os pesquisadores ampliaram a análise para investigar os efeitos da hipertensão arterial em diferentes faixas etárias, desde animais jovens (8 a 10 semanas, equivalente a cerca de 18 anos humanos) até ratos mais velhos (60 a 66 semanas, equivalente a 45 a 50 anos humanos). A descoberta mais marcante foi que as alterações na qualidade do sêmen, como menor concentração e danos no acrossoma – estrutura essencial para a penetração do espermatozoide no óvulo –, ocorrem precocemente e persistem ao longo de toda a vida reprodutiva. 

"Esses resultados mostram que a hipertensão arterial tem um impacto reprodutivo que começa muito cedo e persiste durante toda a fase adulta. Mesmo períodos relativamente curtos de exposição a níveis elevados de pressão arterial já são suficientes para causar danos irreversíveis", explica o professor Stephen Rodrigues. 

Além disso, os pesquisadores testaram a eficácia de diferentes medicamentos anti-hipertensivos, revelando que nem todos são igualmente eficazes para restaurar a saúde reprodutiva. A losartana, amplamente utilizada na clínica, reduziu os níveis de pressão arterial, mas não foi capaz de reverter as alterações nos espermatozoides. Por outro lado, a prazosina, um antagonista do receptor alfa-adrenérgico, não apenas reduziu a pressão arterial como também corrigiu parte dos danos observados no sêmen. "Esse achado sugere que apenas reduzir a pressão arterial não é suficiente para proteger a saúde reprodutiva. A combinação de agentes que reduzem a mortalidade com outros que preservem a função reprodutiva pode ser um caminho promissor", aponta Rodrigues.
 

Colaborações e novos horizontes

O estudo contou com a colaboração de renomados pesquisadores, como o professor Ricardo Bettola, professor da Wayne State University School of Medicine, além do autor do estudo anterior, Lucas Colli, que participou ativamente no desenvolvimento do novo projeto. 

Para o futuro, o grupo planeja investigar o impacto da hipertensão arterial e de agentes anti-hipertensivos no epidídimo, estrutura responsável por armazenar os espermatozoides antes da ejaculação. Outro foco será avaliar o papel da atividade física na melhora da qualidade do sêmen e na microcirculação testicular. "Queremos entender se intervenções não farmacológicas, como o exercício, podem oferecer benefícios similares aos medicamentos, promovendo melhorias na saúde reprodutiva de forma natural", explica Rodrigues.
 

Relevância e impacto

O trabalho reafirma a importância de investigar os efeitos sistêmicos da hipertensão arterial, uma condição que afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo. “Um dado alarmante é que, nos últimos 50 anos, tem se observado uma redução de cerca de 50% de espermatozoides presentes no sêmen, em indivíduos hipertensos ou não. Ainda não se sabe ao certo as causas desse fenômeno, ou se ele vai começar a comprometer a reprodução no futuro. Por isso, todo estudo é bem-vindo, seja para reverter ou impedir que essa redução aumente.”
 

Cigarros eletrônicos alteram composição da saliva, aumentando o risco de doenças bucais

Alta concentração de cotinina - biomarcador relacionado com
a exposição à nicotina - foi observada entre os usuários
 de cigarros eletrônicos (foto: haiberliu/Pixabay)


Pesquisadores da Unesp e colaboradores avaliaram 50 jovens com média de idade entre 26 e 27 anos. Objetivo foi encontrar biomarcadores que possibilitem a detecção precoce de alterações na saúde

 

É cada vez maior o número de adeptos dos cigarros eletrônicos, também chamados de vapes: estima-se que ao menos 20% dos jovens adultos brasileiros já tenham usado ao menos uma vez esses aparelhos inicialmente desenvolvidos com o objetivo de facilitar a cessação do tabagismo. Mas as pesquisas científicas têm demonstrado justamente o contrário. Esses dispositivos não ajudam a parar de fumar e ainda aumentam significativamente a dependência de nicotina, além de causar outros danos à saúde.

Atualmente, sabe-se que o cigarro eletrônico pode gerar lesões agudas nos pulmões e está associado a doenças e riscos similares aos do cigarro comum, como asma, DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) e enfisema pulmonar, além de poder causar alterações nos vasos sanguíneos, aumentando o risco cardiovascular. Seus compostos também possuem substâncias cancerígenas.

Agora, um estudo realizado no Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (ICT-Unesp), com a colaboração de cientistas das universidades de São Paulo (USP) e de Santiago de Compostela, na Espanha, constatou que os vapes alteram a composição da saliva dos usuários, aumentando o risco de doenças bucais, como cáries, lesões da mucosa e doença periodontal.

Os resultados da pesquisa, apoiada pela FAPESP por meio de quatro projetos (20/10362-020/10322-922/16249-7 e 24/20063-1), foram publicados no International Journal of Molecular Sciences e compõem parte dos resultados obtidos durante o doutorado de Bruna Fernandes do Carmo Carvalho.

Para chegar à conclusão, os pesquisadores selecionaram 50 jovens sem alterações clínicas visíveis na mucosa oral, com média de idade entre 26 e 27 anos: 25 usuários regulares e exclusivos de cigarros eletrônicos há pelo menos seis meses e 25 não usuários para o grupo-controle. É importante ressaltar que, no Brasil, o consumo e a venda de cigarros eletrônicos são proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2009 – daí a dificuldade de encontrar voluntários que concordassem em participar do estudo.

Todos forneceram amostras de saliva para serem feitas análises que incluíram a sialiometria (avaliação da saliva), viscosidade, pH e concentrações de cotinina – um importante biomarcador relacionado à exposição à nicotina. Altas doses dessa substância na saliva, urina ou sangue estão associadas a maiores níveis de dependência. Os voluntários também passaram por análises clínicas, que mediram a frequência cardíaca, a oximetria, a glicemia, a concentração do monóxido de carbono (CO) no ar exalado e o uso de álcool.

Após a análise da saliva, os pesquisadores constataram alta concentração de cotinina entre os usuários de cigarros eletrônicos. Eles também identificaram a presença de 342 metabólitos salivares (compostos resultantes do metabolismo de substâncias na saliva), mas foram considerados para a análise apenas aqueles encontrados em pelo menos 70% das amostras.

Do total, 101 metabólitos foram incluídos no estudo: 61 eram exclusivos do grupo de usuários, enquanto 40 compostos eram compartilhados entre os dois grupos. A partir de então, sete biomarcadores promissores foram identificados: quatro se mostraram específicos e aumentaram no grupo que usa cigarros eletrônicos (ácido esteárico, ácido elaídico, valina e ácido 3-fenilático) e três foram compartilhados entre os grupos (galactitol, glicerol 2-fosfato e glucono-1,5-lactona).

“A identificação desses metabólitos é importante porque eles podem se tornar potenciais biomarcadores para a detecção precoce de alterações de saúde. Ainda não temos bem estabelecido na literatura científica qual é o impacto dessa alteração na saúde, mas sabemos que está relacionado a questões inflamatórias, metabolismo de substâncias químicas estranhas ao corpo [como drogas ou toxinas] e aos efeitos da queima de biomassa”, explica a cirurgiã-dentista Janete Dias Almeida, professora titular do Departamento de Biociências e Diagnóstico Bucal da Unesp e coordenadora do estudo. Isso significa que vias inflamatórias específicas ligadas à doença periodontal, por exemplo, podem ser induzidas por cigarros eletrônicos.

Os resultados dessas análises foram apresentados durante o 17º Congresso da Sociedad Española de Medicina (Semo) e a 18ª Reunião da Academia Iberoamericana de Patología y Medicina Bucal (AIPMB), realizados em Santiago de Compostela, na Espanha, em 2023, tendo recebido menção honrosa.


Baixo fluxo salivar e maior nível de CO

O estudo constatou ainda que o fluxo salivar dos usuários de cigarros eletrônicos apresentou tendência à diminuição em relação ao grupo-controle, o que pode estar associado à presença de substâncias como propilenoglicol e glicerina nos aromatizantes – essas substâncias irritam as vias aéreas superiores e causam ressecamento das mucosas.

Os resultados também indicaram baixa viscosidade da saliva daqueles que usavam vapes, sendo que essa característica desempenha um papel crucial na proteção e hidratação da mucosa bucal. “A redução do fluxo salivar favorece a formação de biofilme, que é a película que se forma quando não fazemos a higiene adequada dos dentes, favorecendo o surgimento de doenças relacionadas à boca, como as lesões de cárie”, alerta a professora.

No exame físico, os usuários de vapes apresentaram maior nível de monóxido de carbono exalado e menor saturação de oxigênio do que o grupo-controle. “Esse dado é muito importante porque a redução da oximetria significa que há menos oxigênio carreado no sangue pelas hemoglobinas. E o aumento do monóxido de carbono exalado também é um parâmetro muito importante”, destaca.

Outra constatação dos pesquisadores é que os jovens que usavam cigarros eletrônicos relataram altas taxas de consumo de álcool: 76% dos participantes relataram uso concomitante dos dois produtos. Além disso, 52% declararam que o consumo de álcool aumentou sua frequência de uso de cigarros eletrônicos. Como é sabido, o consumo de bebidas alcoólicas e o tabagismo são fatores de risco para várias doenças, entre elas o câncer oral. “O álcool atua na membrana celular, deixando a mucosa mais permeável e suscetível à ação das substâncias nocivas”, diz Almeida.

Ainda segundo o estudo, apenas 24% dos participantes eram ex-fumantes de cigarro convencional; eles fumavam cigarros eletrônicos por pelo menos 2,13 anos (sendo que 52% usaram os dispositivos diariamente e 60% de sete a dez vezes por dia); os cigarros com sabores frutados/doces eram os mais consumidos, seguidos por sabores mentolados.


Por que analisar a saliva?

De acordo com Almeida, a saliva é um biofluido fundamental que mantém o equilíbrio oral. Entre as suas principais funções estão atuar como barreira protetora contra patógenos; iniciar o processo digestivo e neutralizar ácidos do metabolismo alimentar ou bacteriano, evitando a desmineralização dos dentes.

“A saliva é um protetor muito importante. E nós podemos avaliar muitos parâmetros relacionados a várias doenças por meio da saliva. Além disso, a coleta da amostra é um procedimento simples, não invasivo e de baixo custo. Assim, essa é uma técnica promissora para a identificação de biomarcadores salivares que possam indicar início de problemas”, explica a professora.

Na avaliação da pesquisadora, o futuro é bastante preocupante, especialmente quando se pensa em saúde pública e nos problemas que podem surgir em decorrência desse consumo.

“Esse estudo veio confirmar que os cigarros eletrônicos não são inócuos, não são inofensivos como a indústria quer vender. Os jovens tendem a usar esses dispositivos cada vez mais cedo e o grande problema é que esses aparelhos usam sais de nicotina que chegam muito mais rápido ao cérebro, causando uma dependência maior num tempo menor”, afirma. “Os aparelhos são coloridos, diversificados, possuem um sabor agradável. Tudo feito para atrair o jovem. Vemos cada vez mais casos de infarto e AVC [acidente vascular cerebral] em pessoas mais jovens. O cenário é comprometedor”, reforça.

O artigo Salivary Metabolic Pathway Alterations in Brazilian E-Cigarette Users pode ser lido em: www.mdpi.com/1422-0067/25/21/11750.




Fernanda Bassette
Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/cigarros-eletronicos-alteram-composicao-da-saliva-aumentando-o-risco-de-doencas-bucais/53841


Odontologia 3D elimina risco de infecção cruzada e acelera tratamentos

A tecnologia digital substitui moldagens tradicionais e traz mais segurança para os pacientes 

 

Quem já precisou fazer um tratamento odontológico sabe como pode ser desconfortável aquele processo de moldagem, onde o dentista coloca uma massa na boca para tirar a forma dos dentes. Mas o que muita gente não imagina é que esse método tradicional também traz riscos de infecção cruzada, já que leva saliva e, em alguns casos, sangue do paciente para o laboratório. A boa notícia é que a odontologia 3D está mudando esse cenário, tornando os procedimentos mais rápidos, precisos e seguros.

Um estudo publicado na Revista Biociências da Universidade de Taubaté mostrou que a desinfecção inadequada de moldes e próteses pode ser uma porta de entrada para a contaminação cruzada entre consultórios e laboratórios. Os pesquisadores destacam a necessidade de protocolos rígidos para evitar a transmissão de microrganismos nesse processo. 

Para o Dr. José Todescan Júnior, especialista em Prótese Dental e membro da International Federation of Esthetic Dentistry (IFED), o uso da odontologia digital representa um grande avanço na segurança dos tratamentos. “Ao substituir as moldagens convencionais pelo escaneamento digital, eliminamos o contato com saliva e sangue, reduzindo significativamente o risco de contaminação. Isso torna os tratamentos mais seguros tanto para os pacientes quanto para os profissionais”, explica.


Como funciona a odontologia 3D

A principal diferença entre a odontologia tradicional e a digital está na forma como a informação dos dentes do paciente é capturada. Em vez de moldagens físicas, que precisam ser enviadas a um laboratório, o dentista usa um scanner 3D para registrar digitalmente a boca do paciente. Esse arquivo é enviado diretamente para o computador, sem contato com substâncias biológicas.

Além da segurança, a precisão desse método é um dos grandes diferenciais. Como o escaneamento capta detalhes minuciosos da estrutura dentária, a peça fabricada se ajusta melhor, evitando problemas de encaixe e necessidade de ajustes repetitivos. Isso significa um tratamento mais rápido e confortável para o paciente.

“Com o escaneamento digital, conseguimos criar próteses e restaurações com um nível de precisão que seria muito difícil de alcançar com moldes tradicionais. Isso reduz a necessidade de retoques e garante um resultado mais natural”, afirma o Dr. Todescan.


Além das próteses: outras aplicações da odontologia 3D

A tecnologia digital não se limita à confecção de próteses e coroas. Hoje, o escaneamento 3D é utilizado para várias etapas do tratamento odontológico. Ele pode ser aplicado na produção de aparelhos ortodônticos personalizados, guias cirúrgicos para implantes e até na confecção de facetas de porcelana.

Essa inovação também permite que o próprio consultório fabrique as peças, sem a necessidade de um laboratório externo. “O que antes demorava semanas agora pode ser feito em poucas horas dentro do consultório. Isso melhora a experiência do paciente, que não precisa voltar várias vezes para ajustar uma peça. É mais rápido, mais confortável e com um resultado superior”, destaca o especialista.


Desafios e o futuro da odontologia digital

Apesar das vantagens, a transição para a odontologia digital ainda enfrenta desafios. O custo dos equipamentos e a necessidade de capacitação dos profissionais são fatores que impedem uma adoção mais ampla. Mas, com o avanço da tecnologia e a popularização dos scanners 3D, a tendência é que cada vez mais consultórios adotem essa abordagem.

Além disso, a impressão 3D já permite a fabricação de próteses e implantes totalmente personalizados, agilizando os tratamentos e garantindo encaixes mais precisos. Com essa tecnologia, muitas peças podem ser produzidas no próprio consultório, reduzindo o tempo de espera e proporcionando resultados mais eficientes e confortáveis para os pacientes.

“A odontologia tradicional já ficou para trás há muito tempo. Em nossa clínica, utilizamos a tecnologia 3D há anos, proporcionando tratamentos mais rápidos, precisos e seguros. A cada avanço, esse modelo digital se consolida como o padrão para quem busca eficiência e qualidade”, conclui o Dr. Todescan.  



José Todescan Júnior - Atuando com excelência na área de Odontologia há mais de 33 anos, José Todescan Júnior é especialista em Prótese Dental, Odontopediatria e Endodontia pela USP. Membro da IFED (International Federation Esthetic Dentistry) e da Associação Brasileira de Odontologia Estética e membro da ABOD (Associação Brasileira de Odontologia Digital), ele acredita que o profissional que se aperfeiçoa em diversas áreas pode escolher sempre o melhor para os pacientes. Para mais informações, acesse o LinkedIn.



Clínica Todescan
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No Dia da mamografia, entenda os mitos e verdades sobre o exame e o câncer de mama

Fundação responsável por mais de 30 mil mamografias gratuitas no estado de São Paulo esclarece informações falsas e verdadeiras envolvendo o exame 

 

O câncer de mama é o tipo que mais mata mulheres no Brasil. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), 73 mil é o número previsto de novos casos da doença para o triênio de 2023-2025 no país. Mas, se detectado em fase inicial as chances de tratamento e de cura do câncer de mama podem ser de 98%. O Dia Nacional da Mamografia, celebrado em 5 de fevereiro, reforça a conscientização e a mensagem sobre a importância do exame preventivo que pode salvar vidas.   

De acordo com a Médica radiologista especialista em mamas da Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI), Dra. Vivian Milani, “a mamografia se destaca por reduzir a incidência de mortalidade por câncer de mama, diagnosticando a doença antes mesmo de existir alguma alteração mamária”. No entanto, existem muitos mitos que envolvem o exame e, por este motivo, a FIDI reuniu uma lista de perguntas ‘É Mito ou Verdade’, respondidas por Dra. Vivian, para identificar informações acerca do exame.  

 

É Mito ou Verdade?   

Fazer o exame de mamografia previne o câncer de mama?  

Mito - fazer o exame não previne a doença, mas se feito com regularidade, previne o descobrimento da enfermidade em estágios avançados, por isso é indicado que os exames sejam realizados sob orientação médica e, preferencialmente, seja estabelecida uma rotina de exames preventivos, principalmente para mulheres acima de 35 anos de idade.   

   

O exame de mamografia é simples?  

Verdade a mamografia é considerada um procedimento simples, rápido e não invasivo, realizada por uma técnica em radiologia. 

 

A radiação ionizante do exame de mamografia pode afetar a saúde?  

Mito – definitivamente é um mito, o exame de mamografia utiliza radiação ionizante (raios-x), mas a dose é muito baixa, sendo o benefício do exame muito maior do que a dose de radiação absorvida pela paciente.  

 

O ultrassom da mama substitui a mamografia?  

Mito – Ambos os exames, ultrassom da mama e a mamografia são muito importantes e se complementam entre si, mas não substituem um ao outro. O ultrassom da mama é um exame de imagem que permite detectar lesões presentes, especialmente nas mamas mais jovens e densas. Já a mamografia é um tipo específico que possibilita a identificação precoce de alterações nas mamas malignas ou benignas.  

 

Existe uma idade ideal para fazer exame de mamografia?  

VerdadeO exame deve ser realizado periodicamente a partir dos 50 anos, mas em casos da existência de alguma alteração palpável ou antecedente familiar, pode ser realizada antes. 

 

A alimentação interfere no tratamento do câncer de mama?  

Verdade – A alimentação das pacientes de câncer de mama deve ser a mais natural possível e equilibrada, contendo proteínas, vegetais, frutas e cerais para que a mulher possa ter nutrientes e melhorar o sistema imunológico. A água é muito bem-vinda, com estimativa de dois litros por dia.  

 

O fator genético é determinante para o câncer de mama?  

Mito – Já se sabe que o fator genético está associado a 8% dos casos e os fatores ambientais são responsáveis por 92%, como por exemplo, obesidade, falta de exercícios físicos, tabagismo e etilismo (o álcool tem se mostrado cada vez mais, um vilão para o surgimento do câncer de mama. O risco aumenta de 7 a 10% se a mulher ingerir uma dose pequena de álcool por dia). Neste caso, a Organização Mundial da Saúde alerta como prejudicial uma dose diária de 100ml de vinho, e/ou 285 ml de cerveja, por exemplo. 

  Por fim, existem inúmeras questões sobre o que é mito ou verdade sobre a mamografia, mas acima de tudo o importante é cuidar da saúde e dedicar diariamente um tempo para o autocuidado. “A saúde da mulher precisa vir em primeiro lugar, por isso é importante realizar os exames diagnósticos com periodicidade, não deixando de consultar um médico especialista uma vez ao ano, assim tanto a detecção da doença, quanto o tratamento poderá ser mais ágil e eficaz”, afirma Dra. Vivian Milani.   





Dra. Vivian Milani - Médica radiologista com especialização em mama pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), entidade nacional que representa oficialmente a área no Brasil, e mestrado sobre a Incidência do câncer de mama na população feminina, pela UNIFESP. Desde a residência médica decidiu focar no diagnóstico de câncer de mama, somando duas décadas de dedicação ao tema. Atuou nas primeiras edições das carretas da mamografia, com início no ano de 2014. Além de ser preceptora na área da radiologia mamária, para médicos residentes no Hospital do servidor público estadual – IAMPSE, atualmente também ministra aulas para médicos e técnicos na Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI), para o aperfeiçoamento em radiologia mamária, e faz parte do Conselho Curador da FIDI.
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/vivian-milani



FIDI é uma Fundação privada sem fins lucrativos que reinveste 100% de seus recursos em assistência médica à população brasileira, por meio do desenvolvimento de soluções de diagnóstico por imagem, realização de atividades de ensino, pesquisa e extensão médico-científica, ações sociais e filantrópicas.
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Descubra quais alimentos podem causar gases e como evitá-los

A formação de gases é uma reação natural do corpo, mas pode gerar desconforto dependendo da sensibilidade de cada pessoa e dos alimentos consumidos. Certos ingredientes têm maior potencial de causar essa sensação. Luftal, marca referência no Brasil na categoria de antigases há mais de 60 anos e líder de mercado ¹, preparou uma lista com alguns dos principais alimentos e dicas para minimizar seus efeitos:

 

1. Leguminosas*

Feijão, lentilha, grão-de-bico e ervilha estão entre os campeões na formação de gases. Eles contêm fibras e açúcares fermentáveis que, ao serem digeridos, produzem gases no intestino. Para reduzir o efeito, deixe as leguminosas de molho antes do preparo. Esse processo ajuda a reduzir a quantidade de substâncias que causam gases, como os açúcares fermentáveis (oligossacarídeos, como rafinose e estaquiose) e alguns antinutrientes presentes nesses alimentos.
 

2. Vegetais crucíferos*

Brócolis, couve-flor, repolho e couve de Bruxelas são ricos em enxofre e fibras insolúveis, o que pode aumentar a produção de gases. Cozinhá-los bem ajuda a torná-los mais fáceis de digerir.
 

3. Bebidas gaseificadas*

Refrigerantes e água com gás contêm dióxido de carbono, que pode se acumular no trato digestivo, causando sensação de inchaço e arrotos frequentes.
 

4. Alimentos ricos em lactose*

Leite e derivados, como queijos e sorvetes, podem provocar gases em pessoas com intolerância à lactose. Optar por versões sem lactose ou alternativas vegetais pode ser uma boa solução.
 

5. Alimentos ricos em fibras insolúveis*

Cereais integrais, nozes e algumas frutas com casca ou sementes, como maçã e framboesa, podem gerar gases ao serem fermentados no intestino. Modere o consumo e aumente gradualmente a ingestão de fibras para que o organismo se adapte.
 

6. Alimentos adoçados artificialmente*

Sorbitol, manitol e outros adoçantes presentes em balas, chicletes e produtos dietéticos são fermentados por bactérias intestinais, o que pode levar à formação de gases.
 

Como prevenir o desconforto*

  • Mastigue bem os alimentos: Comer devagar reduz a quantidade de ar ingerida e facilita a digestão.
  • Modere as porções: Consumir grandes quantidades de alimentos propensos a gerar gases pode intensificar o problema.
  • Considere medicamentos para antiflatulência: Produtos como Luftal podem aliviar o desconforto rapidamente, ajudando a quebrar os gases antes que se tornem um incômodo. A marca acaba de lançar o Luftal Max, uma versão que contém 150 mg/ml de simeticona, 2X mais concentrado² versus o produto principal da marca, proporcionando alívio em apenas 10 minutos para dores e estufamento causados pelos gases, além de prevenir a formação de novos gases.

Com pequenas adaptações na dieta e hábitos saudáveis, é possível aproveitar as refeições com mais conforto sem abrir mão dos alimentos que você gosta. E, se os gases causarem desconforto, existem soluções que aliviam rapidamente o problema, permitindo que você desfrute das suas escolhas à mesa sem preocupações. Caso os sintomas persistam, procure orientação médica. 

 



*Fonte: Sociedade Portuguesa de Coloproctologia

IQVIA, PMB MIX, TOTAL BRASIL, CANAL VAREJO, EM R$ CPP, Unidades e doses, considerando a NEC 03A3 – Antiflatulentos, no período MAT Fev’23, base Fev’23
2.Comparado ao Luftal gotas 75mg/ml.


LUFTAL®, LUFTAL® GEL CAPS e LUFTAL ® MAX (simeticona). Indicados para pacientes com excesso de gases no aparelho digestivo. MEDICAMENTOS NOTIFICADOS CONFORME RDC Nº 576/2021. AFE Nº 1.07390.1. Indicados para pacientes com excesso de gases no aparelho digestivo. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. (JANEIRO/2025)


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