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domingo, 5 de janeiro de 2025

Pets e verão: veja os cuidados essenciais com os bichinhos

Veterinária orienta como deixar os animais mais confortáveis dentro e fora de casa durante o período de altas temperaturas e ondas de calor

 

O verão começou e a expectativa para a estação em 2025 é de altas temperaturas. Assim como humanos precisam se hidratar, proteger do sol e evitar atividades desgastantes, os cuidados com os pets também devem acontecer e ser redobrados. 

“Os animais tendem a sofrer um pouco mais em dias quentes, por isso, deve-se prestar atenção no comportamento deles e tomar medidas que refresquem e ajudem o bichinho a passar por esses períodos de forma saudável”, comenta Marina Meireles, veterinária comportamentalista do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo, que também possui uma escola para cães. “Principalmente durante as férias de verão, em que tutores levam seus amiguinhos às praias, essa vigilância faz uma grande diferença”, complementa.

Pensando nisso, a especialista aponta cuidados importantes para os pets aproveitarem a estação. Confira:


Passeios devem acontecer, mas com alguns cuidados

Os passeios ao ar livre não são inimigos dos cães no calor, mas sim o horário em que são realizados. Entre 10h e 16h, as temperaturas costumam ser altas, então optar por horários mais frescos no começo da manhã ou final da tarde é uma boa pedida. 

“Um ponto importante é sempre testar a temperatura do piso antes de expor o pet à área externa, seja areia ou cimento, pois há o risco de queimaduras sérias nas almofadinhas das patas. Lugares arborizados e com sombra são preferíveis para os momentos de descanso durante o passeio”, explica a veterinária do Nouvet.


Hidratação e protetor solar são os melhores amigos

Não importa se os peludos estão dentro ou fora de casa, a água deve ser a melhor amiga do seu pet. Esteja sempre acompanhado de uma garrafa ou potinho d’água para mantê-los bem hidratados durante as caminhadas e passeios. Assim como os humanos, os pets também devem usar protetor solar específico para eles, principalmente nas regiões com menor cobertura de pelos, como no focinho, orelhas e barriga.

 

Atividades refrescantes

Apostar em atividades de enriquecimento ambiental utilizando gelo também é uma alternativa divertida e refrescante para ajudar os cães. Isso pode ser feito com brinquedos recheáveis congelados com sachês, caldo do cozimento de carne ou legumes, frutas, ou mesmo a própria ração do cão. Além disso, cubos de gelo e alimentos úmidos são bem-vindos também.

 

Felinos também precisam de cuidado

Os tutores devem lembrar que não são apenas os cães que precisam de atenção no calor, os gatos também requerem cuidados especiais. Mesmo que fiquem dentro de casa e sejam mais adaptados ao calor, uma opção é oferecer uma toalha molhada e observar se o felino se deita em cima dela naturalmente, sem forçá-lo. 

É importante manter os gatinhos em um ambiente confortável, ventilado, com sombra e com água à disposição. Seja em formato líquido ou em petiscos congelados, a água precisa ser ofertada de forma recorrente, pois gatos costumam ingerir pouco líquido e podem precisar de incentivos dos tutores para se manterem hidratados.


 Nouvet


Pet em forma: aprenda 3 dicas valiosas contra a obesidade

Pexels.com
Médica veterinária dá dicas para ter um animal doméstico mais saudável ao seu lado

 

O seu pet está com excesso de peso? O ideal teria sido você, como cuidador, ter prevenido esta situação desde o começo. Porém, nunca é tarde para iniciar novos hábitos junto dos seus companheiros cães, gatos e outros animais domésticos. Conscientize-se de que eles precisam de alimentação adequada e balanceada, além de oportunidades para se exercitarem e se manterem ativos. 

Então, se você não quer ver o seu companheiro sofrer por causa das consequências do aumento de peso, fique atendo às dicas de sobrevivência pet, da médica veterinária e professora da Faculdade Una Itabira, Ana Laura Barros. A Una Itabira integra o Ecossistema Ânima no leste de Minas Gerais.
 

São elas:
 

1 - Exercício: o tutor pode estimular o exercício com caminhadas leves, de acordo com o porte do animal, sem exigir demais da sua capacidade. A professora da Una Itabira enfatiza que é preciso sempre controlar a alimentação dos pets, “tanto em quantidade quanto em qualidade”.
 

2 - Ao natural: “Os animais precisam simplesmente de ser animais. A humanização de cães e gatos tem trazido muitos problemas para a saúde deles, e o que pensam ser uma atitude de amor, pode estar levando embora alguns meses ou anos de convivência. Cães e gatos precisam ter hábitos e alimentos de cães e gatos”, alerta Ana Laura Barros.
 

3 – Dietinha: Gatos obesos também correm riscos. Portanto, sempre faça um balanceamento da dieta, com rações de qualidade e específicas para gatos obesos (light). Além disso, estimule o exercício em casa com brinquedos que induzam o movimento.
 

Consequências para o pet  

“A obesidade nos pets não deve ser menosprezada. Não devemos achar normal ou ‘bonitinho’ quando estão mais gordinhos, devido aos riscos, inclusive de óbito”, reforça o alerta a médica veterinária. O excesso de peso pode causar outras comorbidades em diferentes sistemas: endócrinos, ortopédicos, cardiorrespiratórios e até dermatológicos. 

Além disso, acrescenta Ana Laura Barros, os pets podem ter inflamações articulares que causam muita dor; animais com dobras cutâneas tendem a ter dermatites; já as raças braquicefálicas com obesidade podem sofrer muito com a piora da capacidade respiratória. “E ainda temos os problemas endócrinos como diabetes, hipotireoidismo (cães), hiperadrenocorticismo (doença endócrina), entre outros”, completa a docente da Una Itabira.


Saúde animal no campo: tratamentos aliviam a dor e aceleram a recuperação muscular em animais de grande porte

Com o avanço da medicina veterinária, equipamentos de ponta promovem bem-estar animal, indo além da cura

 

Quem convive e cuida de animais sabe o quanto é difícil quando eles estão doentes. Graças aos avanços da tecnologia no campo da medicina veterinária, já existem diversos programas de reabilitação animal que oferecem tratamentos eficazes para solucionar diferentes tipos de problemas: prevenir lesões, restaurar e manter as funções, auxiliar no alívio da dor e inflamação, melhorar a qualidade de locomoção e diminuir possíveis desconfortos.  

Para Isabela Pagnan, médica veterinária e consultora comercial da HTM VET, indústria referência no desenvolvimento e fabricação de equipamentos para saúde e bem-estar animal, o objetivo não é só curar, mas também proporcionar qualidade de vida.

 

“Atualmente, a tecnologia é parte essencial em muitas coisas do nosso dia a dia, desde as lâmpadas das nossas casas até as inteligências artificiais e robôs. Na área da saúde não poderia ser diferente. Mais legal que isso é poder utilizar as tecnologias médicas na medicina veterinária, em prol da saúde e bem-estar dos animais. Os equipamentos da HTM Vet possuem resultados incríveis, com rápida recuperação e toda segurança da HTM. E poder ver o animal saudável e feliz novamente não tem preço”, diz.

 

Com uma variedade de dispositivos e equipamentos surgindo nesse segmento, Isabela elenca dois dos principais tratamentos que podem ajudar na recuperação de pacientes veterinários em caso de lesões. Confira:

 

O uso das Fototerapias (LED e Laser), no tratamento dos animais:

 

A fototerapia, através do LED e Laser, é um dos tratamentos mais utilizados no processo de cicatrização de feridas, reparação de lesões, pós-operatórios e antissepsia local. Essa tecnologia garante rápida cicatrização, melhora de quadros inflamatórios e dores. No caso do LED azul, também atua no combate a fungos, bactérias e outros agentes infecciosos. O procedimento é realizado com o equipamento LED LASER VET, e seus resultados são considerados satisfatórios e seguros.

 

“É um procedimento indolor, que utiliza a emissão de luz em diferentes comprimentos de onda, para proporcionar um tratamento eficaz e uma melhor qualidade de vida ao animal”, indica Isabela.

 

Tecarterapia para dor aguda e recuperação de lesões musculares

 

A tecarterapia é um tratamento que estimula a reparação e atua com ação analgésica e anti-inflamatória através do calor gerado pelo movimento de cargas elétricas nos tecidos musculares. O equipamento utilizado, o Tecarterapia Vet, possui tecnologia multifrequencial, em que é possível trabalhar com três frequências distintas, aplicadas de forma individual ou combinada, para tratamento de dor aguda e crônica, quadros inflamatórios, relaxamento muscular e recuperação de lesões musculares. Indicado para recuperação de lesões musculares resultantes de esforços intensos ou movimentos bruscos.

 

Além disso, o equipamento possui a revolucionária técnica hands free, que utiliza pulseiras para o profissional, de modo que a radiofrequência seja transmitida pelas mãos do veterinário para as áreas de tratamento do animal. Assim, a tecnologia do aparelho pode ser utilizada associada a uma massagem manual e/ou manobras de drenagem. "A técnica hands free proporciona uma experiência sensorial única entre o médico veterinário e o animal, fortalecendo o laço de confiança dos dois e trazendo tratamentos mais confortáveis para o pet”, conclui Isabela.

 

 

HTM VET

9 mitos e verdades sobre os gatos

Os gatos são animais que despertam curiosidade e encantam. Pesquisas indicam que a convivência entre humanos e felinos teve início há cerca de 10 mil anos, na antiga mesopotâmia, quando os gatos começaram a ser atraídos por comunidades agrícolas devido à abundância de roedores. Com personalidades misteriosas e características únicas, esses animais rapidamente conquistaram um lugar especial ao lado das pessoas.

Apesar dessa longa convivência, muitas crenças sobre os gatos foram transmitidas ao longo das gerações, mas elas nem sempre refletem a realidade. Seja por suas atitudes enigmáticas ou por seu comportamento singular, esses pets continuam a inspirar mitos que se perpetuam até hoje.

Vamos explorar algumas dessas ideias e descobrir mais sobre essa espécie fascinante?


Os gatos sempre caem em pé

Mito: Embora seja comum ver imagens de felinos caindo em pé, essa não é uma regra. O que ocorre é que a espécie tem o chamado “reflexo de endireitamento”, que é uma combinação de sua percepção de equilíbrio, associada ao sistema vestibular no ouvido interno, e à flexibilidade de sua coluna vertebral. Isso permite que eles girem o corpo rapidamente durante a queda e se posicionem de maneira a aterrissar de pé. Entretando, dependendo do tipo de queda ou altura o animal pode não conseguir cair em pé. Além disso, as quedas podem gerar fraturas ou lesões em órgãos internos


Ronronar é sinal de satisfação

Verdade: Os felinos ronronam quando estão relaxados. O barulhinho característico é comum quando estão sendo acariciados ou em um ambiente seguro. Os filhotes, por exemplo, ronronam para comunicar à mãe que estão bem e seguros. Já os gatos adultos usam o som para se comunicar com seus tutores, especialmente quando querem atenção ou carinho.


Gatos não gostam de carinho

Mito: Apesar de serem frequentemente vistos como independentes, os gatos adoram carinho, especialmente em áreas como a cabeça, o pescoço e as costas. No entanto, a intensidade e a duração do afeto que cada pet aprecia variam de acordo com a sua personalidade.


Eles amam ter uma rotina:

Verdade: Os felinos são animais de hábitos e sentem-se mais seguros em ambientes previsíveis. Mudanças repentinas, como alterações no ambiente ou na rotina alimentar, podem gerar estresse. Isso explica por que eles têm horários bem definidos para comer, dormir e explorar.


Os felinos adoram leite:

Mito: Embora o leite materno seja indispensável para o desenvolvimento adequado e para a imunidade dos filhotes, ele não deve ser oferecido aos pets adultos. Isso ocorre porque a maioria dos pets perde a enzima lactase após o desmame, que é necessária para digerir a lactose presente no leite. Quando os gatos consomem leite, especialmente em grandes quantidades, a lactose não digerida pode causar desconfortos gastrointestinais, como diarreia e cólicas.


Eles adoram brincar:

Verdade. Brincar é uma atividade essencial para os gatos. Além de manter o pet ativo, elas ajudam a manter o ambiente enriquecido contribuindo para o desenvolvimento físico e mental dos pets.


Grávidas não podem conviver com felinos:

Mito: Esse mito está relacionado a falta de informação sobre a toxoplasmose, uma infecção que pode ser transmitida pelas fezes de gatos infectados. No entanto, o risco é baixo e pode ser evitado com simples precauções, como evitar limpar a caixa de areia ou usar luvas e lavar bem as mãos. Vale ressaltar que os gatos domésticos saudáveis e que não consonem proteínas cruas, têm pouca chance de contrair o parasita.


Gatos são noturnos:

Parcialmente verdadeiro: Os gatos são, na verdade, animais crepusculares, o que significa que são mais ativos durante o amanhecer e o entardecer. Essa característica está relacionada aos seus instintos de caça, já que muitos de seus ancestrais predavam nesse período.


Sair de casa faz parte do instinto dos felinos

Mito: Essa informação que é amplamente difundida, não corresponde à realidade. A verdade é que os felinos têm hábitos e instintos de caça mais apurados que outros animais domésticos e por isso, precisam de estímulos diferentes. É fundamental investir no enriquecimento ambiental, com  brinquedos, arranhadores, além de mobiliário para os felinos subirem, escalarem e se esconderem. Para quem vive em casa, é possível dar acesso ao quintal, desde que o espaço seja telado. No caso de apartamentos o acesso a varadas pode permitir que o pet observe o exterior. Além disso, interações diárias com seus tutores também são fundamentais para o bem-estar do felino.

Vale ressaltar que é fundamental que os tutores não permitam que os gatos saiam para a rua. Mantê-los no ambiente doméstico é fundamental para segurança do pet, evitando riscos, como atropelamentos, brigas com outros animais, doenças e o perigo de se perderem.

Como visto, esses animais são cheios de nuances. Conhecê-los mais a fundo, separando mitos e verdades é uma forma de compreender melhor as necessidades e o comportamento dessa espécie tão fascinante. Afinal, uma coisa é certa: o que não faltam são motivos para admirar e amar os gatos.

 

Avert Saúde Animal
www.avertsaudeanimal.com.br
www.vidamaisromrom.com.br

 

VERÃO: CINCO CUIDADOS COM A ALIMENTAÇÃO DO SEU PET NO PERÍODO MAIS QUENTE DO ANO

  

A atenção com a alimentação deve ser redobrada nos dias mais quentes. Veja as dicas do veterinário da Pet Delícia.

 

A época mais quente do ano está chegando: o verão! Além dos cuidados básicos que devemos ter com os pets, como evitar passeios nos horários de pico de sol e mantê-los sempre hidratados, a alimentação também deve ser levada em consideração para mantê-los fresquinhos e saudáveis. 

O médico-veterinário Robson Vivas, diretor de produção da Pet Delícia, marca pioneira em alimentação natural para pets, explica que animais que seguem uma alimentação natural, rica em nutrientes, tendem a enfrentar as altas temperaturas sem grandes dificuldades. “A alimentação natural atua de dentro para fora, ajudando o animal a manter o organismo saudável. Nos dias mais quentes, os tutores podem aproveitar os diversos benefícios dessa alimentação para manter tanto gatos quanto cachorros hidratados e em boa saúde.” 

Para entender como cuidar da alimentação do seu pet no verão, Robson destaca os principais cuidados:
 

1 - Hidratação
Não é exagero dizer que, durante o verão, os pets precisam de mais água, tanto em sua forma pura quanto através dos alimentos. “A alimentação natural é uma excelente alternativa para manter cães e gatos hidratados, não só nos dias mais quentes, mas ao longo de todo o ano. Os sais minerais e nutrientes presentes nesses alimentos ajudam no organismo dos bichinhos, especialmente nos filhotes e nos mais idosos, que são mais propensos à desidratação durante o calor intenso”, complementa o doutor Robson.
 

2 - Ofereça opções refrescantes
Além de fornecer os nutrientes essenciais para uma vida saudável, a alimentação natural é bastante versátil e pode ser incorporada a diversas receitas. Uma delas são os famosos picolés! Misturar pequenas porções de alimentação natural com um pouco de água, colocar em forminhas de gelo e oferecer várias vezes ao dia pode ser uma excelente maneira de manter o pet refrescado e hidratado ao longo do dia ou da noite.
 

3 - Nem toda fruta!
“No verão, nós, seres humanos, costumamos consumir mais frutas, mas, principalmente para os cães, nem todas elas são recomendadas”, alerta o doutor Robson. Embora seja comum querer refrescar o cãozinho com uma frutinha gelada, o especialista recomenda as melhores opções: bananas, peras sem semente, mangas e maçãs sem semente.
 

4 - Limpeza constante do potinho de água
Assim como a hidratação é fundamental, manter o potinho de água (ou bebedouro, no caso dos gatos) sempre limpo é imprescindível. Com o aumento da frequência com que os pets bebem água nos dias mais quentes, eles ficam mais suscetíveis ao acúmulo de bactérias. Por isso, é essencial limpar os recipientes de água e comida pelo menos uma vez ao dia.
 

5 - Alimentação natural, nunca é demais!
“O verão é uma estação em que problemas de pele, como alergias e dermatites, podem se tornar mais frequentes devido ao calor e à umidade. Uma alimentação natural, rica em nutrientes como ômega-3, auxilia na saúde da pele e do pelo, fortalecendo as defesas do organismo”, finaliza o doutor Robson Vivas, da Pet Delícia.




Pet Delícia
www.petdelicia.com.br


Um em cada 10 cães sofre de doença cardíaca

Um dos problemas cardiovasculares mais comuns em cães
 é a insuficiência cardíaca congestiva (ICC)
Pixabay
A insuficiência cardíaca congestiva é um dos problemas mais comuns e exige manejo adequado e contínuo

 

As doenças cardíacas não acometem apenas as pessoas – estima-se que 6,8% da população brasileira sofre de algum problema cardiovascular – mas são também um importante problema de saúde animal. Segundo levantamento da Dechra, cerca de 10% da população canina apresenta algum tipo de doença cardíaca nas consultas de rotina.

Entre os problemas cardiovasculares mais comuns está a insuficiência cardíaca congestiva (ICC), que pode decorrer de outras condições cardíacas, como arritmias, defeitos congênitos, doença valvar crônica (DVC) – mais comum em cães de pequeno porte e idosos – cardiomiopatia dilatada (CMD) – mais comum em cães de grande porte – e doença mixomatosa da válvula mitral (DMVM).

A ICC ocorre quando o coração de um cão não consegue bombear sangue de maneira eficiente, resultando em acúmulo de líquido nos pulmões, abdômen ou outras partes do corpo, afetando todo o organismo do animal.

O manejo da insuficiência cardíaca congestiva canina envolve várias estratégias, incluindo mudanças no estilo de vida do pet e medicamentos, entre eles o Cardisure, um vasodilatador e inotrópico positivo à base de pimobendan, que aumenta a força de contração do coração sem aumentar a demanda de oxigênio, melhorando a eficiência do bombeamento do sangue. Lançado em setembro no Brasil, o medicamento apresenta diferenciais que facilitam o tratamento diário do paciente. “Com três concentrações de dosagem e alta palatabilidade, o Cardisure ainda possui a inovadora tecnologia Smart Tab, que facilita a divisão dos comprimidos e assegura a precisão da dose a ser administrada conforme o peso do paciente”, revela a Gerente de Produto PET da Dechra Brasil, Larissa Salles.


Iniciativas de promoção da saúde

Considerando que os cães idosos são os mais afetados pelas doenças cardíacas e que a busca por aumentar a expectativa e a qualidade de vida dos animais é cada vez maior, iniciativas que promovam a troca de conhecimento e a conexão entre a indústria farmacêutica e os médicos-veterinários são fundamentais para beneficiar a saúde dos animais. Por isso, a VetFamily, a maior comunidade global e do Brasil de clínicas, hospitais e médicos-veterinários, firmou parceria com a Dechra Brasil para disponibilizar à sua comunidade mais oportunidades de disseminação de informações e benefícios para os médicos-veterinários.

“A rotina dos veterinários é intensa e como comunidade conseguimos auxiliá-los disponibilizando diversos canais de comunicação com conteúdo técnico de alta qualidade, novidades em tratamentos e troca de experiências, além de benefícios exclusivos das empresas parceiras. O médico-veterinário precisa estar a par das opções de tratamento que mais se adequam a cada paciente e à realidade do tutor”, revela o médico-veterinário, Head Latam e Diretor-Geral da VetFamily no Brasil, Henry Berger.


Sinais de alerta

Os sinais clínicos da ICC podem variar de acordo com a gravidade e o tipo de insuficiência. Por isso, o tutor deve observar se o cão apresenta:

  •         Tosse persistente, especialmente à noite ou após atividade física;
  •              Fadiga e intolerância aos exercícios físicos;
  •              Dificuldade para respirar e respiração ofegante;
  •              Perda de peso ou apetite devido ao desgaste energético crônico;
  •              Aumento do volume abdominal, devido ao acúmulo de líquidos;
  •              Gengivas pálidas ou azuladas;
  •              Aumento da frequência cardíaca;
  •              Desmaios durante ou após exercício.

“O ideal é que os cães passem por consultas médicas regularmente para que qualquer alteração possa ser detectada precocemente. A partir dos 7 anos, a indicação é que as consultas e os check-ups sejam realizados pelo menos a cada seis meses”, alerta Berger.

O compromisso do tutor é crucial para o sucesso do tratamento da ICC, que geralmente inclui, além do pimobendam, o uso de diuréticos (para reduzir o acúmulo de líquidos) e inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA), a depender da gravidade da doença.  Já o monitoramento constante dos sinais clínicos assegura que o tratamento se mantém adequado e auxilia o tutor a buscar ajuda médica ao menor sinal de alteração. Para colaborar com os tutores, a Dechra disponibiliza um livro de registro do monitoramento dos cães com dicas essenciais e espaço para anotação dos sinais clínicos, frequência cardíaca e respiratória. O material está disponível para download: https://abrir.link/ObMXR

 

VetFamily
www.vetfamilybrasil.com.br


Viagem com pets: cuidados e dicas para um transporte seguro e confortável

 

Com a aproximação das férias, muitos tutores se preparam para viajar e, claro, levar seus animais de estimação junto. Para garantir uma experiência segura e tranquila para todos, Joyce Aparecida Santos Lima, Analista de Educação Corporativa da Cobasi, apresenta as orientações e regras fundamentais de transporte para pets, seja no carro, no avião ou em outros meios de locomoção. 

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é proibido transportar animais soltos dentro do veículo, à esquerda do motorista ou entre seus braços e pernas. Também não é permitido que o animal viaje na caçamba ou com a cabeça para fora da janela. Para um transporte seguro, o mercado oferece diversas opções, que variam conforme o porte e comportamento do pet. "A forma mais correta de transportar seu cão é fazendo o uso de caixas de transporte, bolsas ou cadeiras específicas e o cinto de segurança pet", afirma Joyce. 

Para evitar enjoos e vômitos, o ideal é acostumar o pet ao carro e aos equipamentos de transporte. A adaptação pode ser feita gradualmente, com passeios curtos que evoluem para percursos mais longos. Além disso, é recomendável um jejum de 3 a 4 horas antes da viagem, mantendo apenas alimentos leves e usuais na dieta do animal. Caso os enjoos persistam, é importante consultar um veterinário, que pode avaliar a necessidade de medicamentos específicos. "O uso de sedativos sem prescrição veterinária é contraindicado, pois pode trazer riscos à saúde do animal", alerta a especialista. 

Durante viagens longas, é recomendável fazer paradas regulares para que o pet possa se alongar, beber água e urinar. A retenção de urina por mais de 8 horas pode causar infecções ou cálculos urinários. Já a alimentação pode ser adiada para evitar vômitos. Se for necessário alimentar o pet, opte por uma parada, garantindo um momento tranquilo para a refeição. "Não existe uma regra fixa para a frequência das paradas, mas o ideal é observar os sinais de incômodo do animal e respeitar suas necessidades", explica ela. 

Os sinais de incômodo incluem inquietação, giros ao redor de si mesmo, aumento do volume abdominal e latidos excessivos. Se o pet apresentar esses comportamentos, é hora de parar e permitir que ele se movimente, beba água e atenda suas necessidades fisiológicas. "Quando o animal começa a latir e se mostrar inquieto, é uma clara demonstração de que precisa de uma pausa", destaca. 

Para viagens aéreas, é fundamental conhecer as regras de cada companhia, pois elas variam conforme porte, peso do animal e destino da viagem. Algumas empresas permitem o transporte na cabine em bolsas maleáveis, enquanto outras exigem o uso de caixas rígidas no porão. “Algumas companhias exigem o uso de caixas de transporte rígidas para o porão, enquanto outras permitem bolsas mais flexíveis na cabine, desde que o peso do animal esteja dentro dos limites definidos”, afirma. 

Para o transporte no porão, é necessário atender a algumas exigências, como o uso de caixas de transporte adequadas, que garantam conforto e segurança. O animal deve conseguir se movimentar livremente dentro da caixa, que precisa ter ventilação adequada. Também é importante garantir a identificação do animal, seja por plaquinhas ou microchip, e que todas as vacinas e documentos estejam atualizados. "O ideal é consultar um veterinário antes da viagem para garantir que toda a documentação exigida pelo destino e pela companhia aérea esteja em dia", reforça Joyce. 

Por fim, os gatos costumam ser mais resistentes a mudanças de ambiente, mas caso a viagem seja necessária, a adaptação gradual é a chave. "Os gatos precisam de tempo para se acostumar com a caixa de transporte. O tutor pode deixar o acessório em locais de convívio do animal e incentivar brincadeiras e recompensas para criar uma relação positiva", sugere ela.
 

Cobasi


Guarda de Pets: Como funciona em casos de separação?

Disputas por animais de estimação crescem e já chegam ao judiciário brasileiro

 

O vínculo emocional entre tutores e animais de estimação tem ganhado reconhecimento jurídico no Brasil, especialmente em casos de separação conjugal. A guarda de pets, antes considerada uma questão secundária, hoje ocupa espaço nas disputas judiciais e em acordos de convivência, refletindo mudanças na forma como a sociedade enxerga os animais: como membros da família. 

Ariadne Maranhão, advogada especializada em Direito das Famílias e Sucessões, explica que, embora não exista uma legislação específica sobre o tema, os tribunais brasileiros têm adotado decisões que consideram o bem-estar do animal e as condições oferecidas pelos tutores. "O entendimento é que o pet não deve ser tratado como objeto, mas como um ser que requer cuidado, afeto e atenção. Assim, a guarda compartilhada ou unilateral pode ser determinada com base no melhor interesse do animal", esclarece. 

Nos casos em que a decisão vai para a esfera judicial, alguns critérios costumam ser avaliados:

  • Rotina do tutor: Quem tem mais disponibilidade para cuidar do animal diariamente.
  • Condições financeiras: Qual das partes pode arcar com custos como alimentação, saúde e higiene.
  • Histórico de convivência: Quem esteve mais presente no dia a dia do pet ao longo do relacionamento.

Além disso, assim como em disputas envolvendo crianças, é possível estabelecer um regime de convivência, garantindo que ambos os tutores mantenham contato com o animal. 

Para evitar conflitos prolongados, Ariadne recomenda a mediação como alternativa. "A mediação pode ajudar as partes a chegarem a um acordo amigável, reduzindo o impacto emocional tanto para os tutores quanto para o animal, que é diretamente afetado pelo ambiente em que vive", afirma. 

Embora o tema ainda esteja em desenvolvimento no Brasil, outros países, como Espanha e Argentina, já possuem leis específicas que reconhecem os animais como seres sencientes, facilitando decisões judiciais mais adequadas. Segundo a especialista, o Brasil caminha na mesma direção, mas o avanço ainda depende de maior atenção legislativa ao tema. 

"A guarda de pets é mais um reflexo da transformação das famílias contemporâneas. Cada vez mais, os animais são vistos como parte essencial do núcleo familiar, e o direito precisa acompanhar essa realidade", conclui Ariadne.


Posso expor meu pet ao ar-condicionado?

Especialista apresenta quatro dicas de como utilizar o ar-condicionado de forma segura, garantindo o bem-estar do animal em dias calorosos 

 

Assim como os seres humanos, nossos pets também sentem os impactos das altas temperaturas, características da última estação do ano. Com isso, muitos tutores recorrem à utilização de ar-condicionado para refrescar suas residências, causando uma dúvida comum entre eles: qual o efeito do seu uso na saúde dos pets? 

Segundo a doutora Karin Botteon, médica-veterinária e gerente técnica da área de Pets da Boehringer Ingelheim, a utilização desse equipamento deve ser realizada com cautela para não trazer malefícios à saúde do animal. “De maneira geral, o ar-condicionado não faz mal. O principal risco está em criar um ambiente com uma temperatura muito baixa, o que pode causar desconforto ou até mesmo problemas de saúde para os animais”, comenta a profissional.

Pensando nisso, a médica-veterinária separou quatro dicas essenciais que devem ser adotadas pelos tutores para garantir que os pets aproveitem os benefícios do equipamento, sem riscos à saúde:

 

Regule a temperatura: mantenha o ambiente em uma temperatura agradável, entre 22 e 25 graus, evitando extremos;

Evite correntes de ar-direto: posicione o pet longe do fluxo direto do ar-condicionado para evitar desconforto ou resfriados;

Faça a manutenção periódica: limpe os filtros regularmente para manter o ar limpo e evitar problemas respiratórios;

Evite oscilações bruscas de temperatura: transições entre ambientes muito quentes e frios podem causar estresse térmico no animal. 

O tutor também deve ficar atento aos sinais de seus pets, que podem apresentar traços característicos quando estão passando por um episódio de estresse térmico. A respiração ofegante, salivação excessiva, aumento da frequência cardíaca, agitação e letargia estão entre os sintomas mais frequentes entre cães e gatos quando estão sentindo muito calor. 

Por fim, Karin Botteon reforça que o ar-condicionado pode trazer benefícios, se tornando um ótimo aliado para a saúde de seu pet durante o verão. “O equipamento pode ser um grande aliado para o bem-estar de seu pet. Ajustar a temperatura e manter a manutenção em dia são passos simples que fazem toda a diferença para o conforto e a saúde de toda família”, finaliza.


Pets no verão: Especialista dá dicas para manter o bem-estar e cuidar da saúde dos animais em dias mais quentes

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Médica Veterinária Dra. Catia Massari, docente do Centro Universitário Facens, explica que o calor extremo pode ser fatal para cães e gatos

 

Com a chegada do verão e das altas temperaturas, a saúde dos pets merece atenção redobrada. Isso porque os cães regulam a temperatura principalmente pela respiração, enquanto os gatos utilizam a saliva e o grooming, ou seja, o ato de se lamber. No entanto, quando o calor é extremo, esses mecanismos podem ser insuficientes, levando a problemas como a hipertermia, quando a temperatura corporal sobe geralmente acima de 40°C, o que pode levar à falência de órgãos se não tratada rapidamente. 

Para a Profª. Drª. Catia Massari, docente no Centro Universitário Facens – referência nacional em metodologias inovadoras de educação nas áreas de engenharia, tecnologia, arquitetura e saúde –, há alguns sinais de que o animal pode estar sofrendo com o calor: respiração acelerada, língua e gengivas arroxeadas, salivação excessiva, letargia e, em casos mais graves, desmaios ou vômitos. “A prevenção passa por medidas simples, como manter água fresca, um ambiente confortável, com sombra e ventilado e evitar passeios nos horários de pico de calor. Além disso, nunca deixe seu pet sozinho dentro de carros, mesmo com janelas abertas, eles podem aquecer rapidamente, causando um golpe de calor fatal”, diz.

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 Cães e gatos também podem sofrer queimaduras nas patas ao caminhar em superfícies como asfalto ou areia. “O contato direto dos coxins palmares e plantares com essas superfícies pode causar lesões dolorosas, por isso, deve-se evitar sair em horários mais quentes do dia.”, orienta a especialista. 

Algumas raças, devido às suas características físicas, são mais vulneráveis ao calor. A veterinária aponta cães e gatos braquicéfalos, que possuem vias respiratórias estreitas que dificultam a respiração e regulação da temperatura, como Bulldog Francês, Pug, Persa e Exotic Shorthair. Raças de pelagem densa, como Husky Siberiano e Chow Chow ou os felinos Maine Coon e Ragdoll. Além de cães maiores, como Dog Alemão e São Bernardo, que têm mais massa corporal e podem aquecer rapidamente. Entre os gatos, a raça Sphynx, conhecida popularmente por ser uma raça pelada, também pode sofrer mais. 

Para estimular o consumo de água, Catia recomenda a utilização de fontes de água corrente para o gato ou colocar gelo, no caso dos cães, além de petiscos refrescantes, como pedaços de frutas seguras, como melancia e maçã, em pequenas porções. Oferecer alimentos úmidos, como sachês ou patês, também é uma boa opção para complementar a hidratação”, explica. 

Se, mesmo com os cuidados, o pet apresentar sinais de insolação ou desidratação, é importante agir rapidamente. “Leve o animal para um local fresco e ofereça água. Também é possível resfriar o pet gradualmente com compressas de água fria para ajudar a estabilizar a situação até que o atendimento veterinário especializado seja realizado. Insolação e desidratação podem causar danos graves aos órgãos internos. O atendimento rápido por um especialista pode salvar vidas”, conclui.
  

Centro Universitário Facens


Especialista dá dicas de cuidados com os pets na praia

Dra. Stefanie Sussai, professora do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Anhanguera, orienta como garantir a segurança e o bem-estar dos animais de estimação no verão


Com a chegada das férias de fim de ano, é comum que famílias planejem viagens para a praia, muitas vezes levando seus animais de estimação para participar dos momentos de lazer. No entanto, para que a experiência seja segura e agradável tanto para os tutores quanto para os pets, é essencial tomar alguns cuidados. 

Antes da viagem, verifique com o médico-veterinário de confiança da família se as vacinas, vermífugos e antipulgas estão em dia e não esqueça de levar a carteirinha com os comprovantes da realização dos preventivos na viagem. Dê preferência para coleiras e pipetas repelentes, que além de combater pulgas e carrapatos, também afastam moscas e mosquitos que podem transmitir algumas doenças, como o verme do coração (dirofilariose), comum na costa litorânea brasileira, e a leishmaniose. Evite que o animal, mesmo que vermifugado, faça suas necessidades na areia da praia e caso faça, leve um saquinho plástico para recolher logo em seguida. 

Pesquise se a praia de destino pode receber animais de estimação, se há alguma restrição de horário ou regras, e se há clínicas veterinárias próximas ao local de estadia, observando os dias e horários de atendimento. Durante o trajeto, o animal deve ser transportado adequadamente, de acordo com as leis de trânsito, em sua caixa de transporte, ou com a utilização de cintos de segurança específicos para pets. Também é importante ressaltar que não é para medicar o animal sem a orientação médica-veterinária para evitar enjoo e vômitos durante a viagem, pois existem remédios que podem causar efeitos adversos, como convulsões, o que pode atrapalhar a viagem e, principalmente, piorar o quadro clínico do animal.

Segundo a Dra. Stefanie Sussai, professora do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Anhanguera, a proteção contra o sol deve ser uma prioridade. Assim como os humanos, cães e gatos também podem sofrer com os efeitos da exposição solar, especialmente os de pelos claros. Por isso, é importante aplicar protetores solares específicos para pets, principalmente em áreas sensíveis, como o focinho e as orelhas, além de garantir que os animais tenham acesso constante a áreas de sombra.

“A hidratação também merece atenção especial. Em dias quentes, é fundamental oferecer água fresca e potável com frequência, evitando que o animal beba água do mar e piscinas, que pode causar desidratação e problemas gastrointestinais. Outro ponto importante é o cuidado com as patas, já que a areia e o chão quente podem causar queimaduras. Para evitar problemas, o ideal é levar os pets para passear em horários de menor incidência solar, como no início da manhã ou no fim da tarde”, explica a professora.

Stefanie Sussai destaca ainda a importância de manter a alimentação dos animais dentro da rotina. Durante os passeios, deve-se evitar oferecer alimentos que não fazem parte da dieta regular do pet, e é essencial armazenar a comida de forma adequada para prevenir contaminações.

Após um dia de praia, a professora recomenda um banho para remover resíduos de sal e areia, lembrando que as orelhas devem ser bem secas para evitar otites causadas pela umidade, utilizando os shampoos e produtos que o animal já está acostumado. Animais alérgicos devem ter cuidado com o contato da areia, água do mar e piscinas, pois podem desenvolver um processo alérgico, por isso a observação atenta do tutor é essencial, pois caso haja alguma irritação, um colega médico veterinária precisa ser procurado.

Outra recomendação é que os pets não tenham contato com animais marinhos ou silvestres, como aquele hábito de correr atrás de aves marítimas ou caso haja algum animal encalhado na praia, ficar latindo e se aproximando demais. Essa relação pode causar estresse para os animais que são verdadeiramente os donos daquele local, além de ser possível a transmissão de doenças, tanto para os pets, quanto para os seus tutores.

Por fim, a especialista reforça que os tutores devem observar o comportamento de seus animais durante e após o passeio. Sinais de cansaço extremo, desidratação, dificuldade respiratória ou desconforto devem ser tratados com atenção, e sintomas como vômitos ou diarreia indicam a necessidade de um atendimento médico veterinário.


Médica veterinária explica cuidados essenciais para os pets no verão

Desidratação, hipertermia e parasitas são alguns riscos nesta época do ano 

 

Com a chegada do verão, a saúde e o bem-estar dos pets exigem atenção especial por parte de seus tutores. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os animais de estimação já superaram o número de crianças nos lares brasileiros, com cerca de 140 milhões de pets distribuídos em 48 milhões de domicílios.


Esse dado reforça a importância dos cuidados com os companheiros de quatro patas, especialmente em um país tropical como o Brasil, onde as altas temperaturas do verão podem representar riscos à saúde dos animais.

Especialistas alertam que as temperaturas elevadas podem desencadear problemas como desidratação, queimaduras solares e hipertermia em cães e gatos. A médica veterinária Dorie Zattoni, da Brazilian Pet Foods, enfatiza a necessidade de redobrar a atenção durante a estação mais quente do ano. Segundo ela, medidas simples podem evitar complicações e garantir que os pets aproveitem a estação de forma segura e confortável.

A hidratação é um dos pontos mais críticos para o bem-estar dos animais no verão. É essencial garantir que cães e gatos tenham acesso constante a água fresca e limpa. Para tornar a hidratação mais atrativa, os tutores podem oferecer petiscos refrescantes, como cubos de caldo sem sal ou frutas adequadas para o consumo animal. Além disso, a proteção contra os raios solares deve ser considerada, especialmente para animais de pelagem curta ou pele sensível. Nesses casos, o uso de protetor solar específico para pets nas áreas mais expostas, como focinho, orelhas e barriga, é altamente recomendado.

Outra orientação é adaptar os horários dos passeios, priorizando as primeiras horas da manhã ou o final da tarde, quando o calor é menos intenso. O asfalto quente pode causar queimaduras nas patas dos animais, por isso é importante testar a temperatura do solo antes de sair de casa. Além disso, a veterinária ressalta que é fundamental levar água fresca para oferecer durante o passeio e evitar atividades físicas extenuantes.

O verão também é uma época propícia para a proliferação de parasitas, como pulgas e carrapatos, que podem causar desconforto e doenças nos pets. Manter o ambiente doméstico limpo e utilizar antiparasitários recomendados por um profissional são medidas eficazes para prevenir esses problemas.

‘’Os tutores devem estar atentos aos sinais de hipertermia, uma condição perigosa provocada pelo calor excessivo. Sintomas como respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e vômitos indicam que o animal precisa de atenção imediata e deve ser levado a um veterinário’’ finaliza Dorie.




Brazilian Pet Foods


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