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terça-feira, 5 de novembro de 2024

DIABETES: COM FOCO NA PREVENÇÃO, CICATRICLIN PROMOVE DIA D EM 29 CIDADES DO PAÍS

Novembro é o Mês Mundial de Conscientização do Diabetes - momento importante para alertar sobre os riscos e entender melhor o tratamento adequado às feridas

 

 

O diabetes é uma doença crônica que pode causar uma série de complicações de saúde, e as feridas estão entre as mais frequentes e preocupantes. Aproveitando a maior atenção voltada à doença no Mês Mundial de Conscientização do Diabetes, a Cicatriclin, rede de clínicas referência no tratamento de feridas do Brasil, realiza no próximo 14 de novembro o projeto social Dia D.

 

Em 29 cidades do país, a missão da campanha é alertar a população sobre os riscos da doença e trabalhar a prevenção por meio de ações gratuitas. Estarão à disposição dos interessados serviços como aferição de pressão, teste de glicemia, dicas de educação física e nutrição e atendimentos de podologia.

 

Até 2023, os projetos sociais da Cicatriclin beneficiaram mais de 5 mil pessoas, e a expectativa é que em 2024 a adesão continue alta. “O resultado das ações do Dia D é o aumento no número de diagnósticos precoces, maior busca por tratamentos preventivos e a redução nos casos de complicações graves associadas à diabetes. São menos amputações, menos hospitalizações e uma melhora visível na qualidade de vida dos brasileiros”, conta Dra Bianca Oliveira, fundadora da Cicatriclin.

 

Confira, a seguir, perguntas e respostas importantes sobre a relação entre diabetes e feridas.

 

Por que as feridas são tão recorrentes em pacientes diabéticos?

 

As feridas em pacientes diabéticos têm uma maior prevalência devido a uma combinação de fatores que tornam o processo de cicatrização mais lento e as infecções mais comuns: a má circulação sanguínea, a neuropatia (dano nos nervos) e a resposta imunológica comprometida.

 

Quais são as feridas mais comuns em pacientes diabéticos?

 

Os tipos de feridas mais comuns em pessoas com diabetes são as úlceras nos pés (conhecidas como “pé diabético”) e feridas em outras áreas de pressão, como os calcanhares e a região sacral (no fim da coluna, próximo ao cóccix).

 

O pé diabético é, sem dúvida, uma das complicações mais sérias, responsável por grande parte das amputações em diabéticos. Essas lesões ocorrem principalmente devido à perda de sensibilidade, causada pela neuropatia, e à má circulação nos membros inferiores, que impede o fornecimento adequado de oxigênio e nutrientes às células, dificultando a cicatrização.

 

O que torna as feridas em diabéticos diferentes das de outros pacientes?

 

As feridas em diabéticos têm características específicas que as diferenciam de lesões em outros pacientes. Elas frequentemente aparecem como úlceras abertas, com bordas irregulares, pele endurecida ao redor e, muitas vezes, com presença de necrose (tecido morto). Além disso, podem drenar pus, ter um odor forte e exibir sinais de infecção, como vermelhidão e calor na área afetada. A progressão de uma ferida que inicialmente parece pequena pode ser rápida e devastadora se não tratada adequadamente.

 

Essas feridas podem complicar e gerar graves consequências para a saúde devido à vulnerabilidade dos pacientes a infecções e à dificuldade do corpo em curar feridas. A combinação de má circulação e sistema imunológico enfraquecido significa que até mesmo pequenos ferimentos podem se transformar em grandes infecções, que podem atingir os ossos ou resultar em gangrena. Em muitos casos, se essas complicações não forem controladas, a amputação pode se tornar necessária.

 

Como deve ser o tratamento de feridas em pacientes com diabetes?

 

O tratamento das feridas em diabéticos deve ser feito de forma multidisciplinar. A primeira medida é o controle rigoroso dos níveis de glicose no sangue, já que a hiperglicemia interfere diretamente no processo de cicatrização. O acompanhamento de um médico especializado, como o angiologista ou cirurgião vascular, é fundamental, e um especialista em tratamento de feridas também deve ser consultado para tratar a pele e as lesões em si.

 

Ao lidar com a ferida, o profissional deverá fazer a limpeza e o desbridamento (remoção de tecidos mortos), com o uso de curativos específicos para úlceras e, em casos mais avançados, terapias mais intensivas, como a terapia por pressão negativa ou enxertos de pele. Além disso, o uso de antibióticos pode ser necessário para controlar infecções.

 

O que os pacientes com diabetes podem fazer para melhorar o tratamento de feridas?

 

Os pacientes são orientados a reduzir a pressão nas áreas afetadas, usando calçados especiais ou mantendo repouso. A avaliação contínua por uma equipe multidisciplinar é essencial para prevenir complicações mais graves.

 

 

 

PRAÇA A PRAÇA

 

 

1 - RIO GRANDE DO NORTE

 

A Cicatriclin RN irá realizar a ação denominada dia D - prevenção ao diabetes, no dia 14/11/2024. A ação será realizada na praça Augusto Leite (em frente À Cicatriclin), das 9:00h as 12:00h

Neste dia teremos uma estrutura montada para receber a população com a aferição de glicose e pressão, além de profissionais disponíveis para falar e esclarecer dúvidas sobre o tema abordado.

 

 

2 – BAURU

06/11 Oficina de culinária para pacientes para até 20 pessoas em parceria com Faculdade Integrada de Bauru - Turma de Nutrição

06/11 Oficina de culinária para pacientes DIABETICOS

Local:Faculdades Integradas de Bauru

será com a Taci nossa enfermeira e a nossa nutri Hellen

Rua José Santiago quadra 16

Público pacientes DIABÉTICOS

Link da inscrição na Bio!

 

 

14/11 das 8h às 13h

SAÚDE NA PRAÇA – Praça Getúlio Vargas, com Aferição de Pressão Arterial e Glicemia, Orientação Nutricional, Aula de Zumba, Orientação dos Cuidados com os pés (teste e monofilamento), Higiene dos

 

3 – MARILIA

14/ 11 - Ação Cicatriclin com aferição de pressão arterial e glicemia + orientação nutricional no Confiança Supermercado

 

5 - 12/11 Live com a Dra Renata e Nutricionista Helena sobre Diabetes

@cicatriclin_paulista

 

 

6 – VITORIA DA CONQUISTA

14/11 - das 08h às 12h

Ação Cicatriclin com aferição de pressão arterial e glicemia + podologia e  massoterapia na Praça 09 de novembro em Vitória da Conquista



Dicas para descansar a vista após um dia de trabalho

Confira cinco passos essenciais que podem ajudar a saúde ocular
 

Hoje em dia, ficar na frente do computador ou celular é a rotina de praticamente qualquer ser humano. Depois da pandemia, os notebooks e computadores viraram os maiores aliados do home office, com o tempo de tela aumentando consideravelmente. E se engana quem pensa que trabalhar de casa não cansa, já que, na verdade, parece ser ainda mais exaustivo por “não ter hora para acabar”. 

Justamente por isso, passar o dia inteiro no computador e, depois do trabalho, ficar no celular, pode causar dor de cabeça e cansaço mental e ocular. Descansar a vista no final do dia é imprescindível para ter uma boa noite de sono. A Dra. Samantha de Albuquerque, médica oftalmologista e consultora da HOYA Vision Care, empresa japonesa que produz lentes para óculos de alta tecnologia desenvolvidas para correção de problemas da visão, compartilha algumas dicas que podem ajudar nessa parada tão importante. 

  1. Chá de camomila acalma e faz bem para a visão: Conhecido como uma opção calmante, o chá de camomila serve também para lubrificar a visão, além de evitar irritações nos olhos. O processo para utilizar o chá nos olhos é separar um pedaço de gaze, umidificá-lo com o chá já frio e colocá-lo nos olhos fechados. Relaxe e deixe agir por quinze minutos antes de dormir.
  2. Limite o tempo com aparelhos eletrônicos: Após passar um dia inteiro na frente de telas, limitar esse uso durante à noite e antes de dormir pode ajudar a melhorar a saúde ocular e o sono. Uma opção é a leitura de um livro próximo à luminárias com lâmpadas amarelas, que ajudam a acalmar e descansar os olhos.
  3. Plantas beneficiam a visão: Além de melhorar o ambiente como um todo, plantas naturais também diminuem a poeira e partículas que podem incomodar a visão. Por isso, reserve um tempo em um espaço para descanso com muito verde após as atividades da sua rotina.
  4. Não negligencie a saúde ocular: Marcar uma consulta periódica com um médico oftalmologista é essencial para manter a saúde ocular em dia, pois são realizados exames de rotina e diagnósticos mais precisos de alguma queixa do paciente.
  5. Exercício: Praticar atividades físicas regularmente, além de ser relaxante para o corpo e mente, aumenta o fluxo sanguíneo nos olhos, o que pode ajudar a prevenir doenças como glaucoma e degeneração macular. Corridas ao ar livre, por exemplo, ajudam a condicionar os olhos a enxergar o horizonte, evitando o foco excessivo em objetos próximos e reduz o risco de miopia.
     

A especialista reforça ainda que é possível utilizar colírios indicados por médicos oftalmologistas para umidificar os olhos, ajudando a dissipar o cansaço, assim como desviar o olhar das telas e focar em algo longe por algum tempo. “Focar em algum objeto que está longe, sem forçar a visão, pode ajudar a descansar os olhos. É um método muito utilizado e bem aceito pela comunidade médica”, afirma. 



Hoya Vision Care
Saiba mais em Link


Nariz torto: muito mais do que uma questão estética!

 

Deformidade nasal também pode ser indicativo de desvio de septo, problema que compromete a respiração e pode impactar a saúde de maneira geral; cirurgião do Hospital Paulista explica causas e tratamentos recomendáveis 


O nariz torto, muitas vezes visto como uma peculiaridade estética, pode estar associado a questões de saúde bem mais sérias – o que torna o assunto também de interesse daqueles que não se apegam tanto aos padrões de beleza.

Isso porque a deformidade nasal também pode ser indicativo de desvio de septo. Ou seja, um desalinhamento da estrutura que separa as nossas duas cavidades do nariz e pode comprometer a respiração, impactando a saúde de maneira geral.

Portanto, mais do que uma questão estética, é algo a ser observado com atenção a quem deseja viver com qualidade - conforme explica o Dr. Thássio Zaccarof, otorrinolaringologista do Hospital Paulista e especialista em cirurgias nasais.

"Um septo nasal com desvio acentuado pode ocasionar uma laterorrinia, ou seja, o nariz torto. Essa condição ocorre quando o dorso do nariz, que é a parte cartilaginosa, se apoia de maneira irregular sobre o septo, provocando esse efeito estético. O que muitos não sabem, no entanto, é que mais do que um traço individual da aparência, esse pode ser um sinal de problemas respiratórios.”

O médico destaca que o desvio septal pode gerar complicações significativas em termos de qualidade de vida. "Quando o nariz é torto, o indivíduo pode apresentar obstrução nasal, que pode levar a sinusites, cefaleias e à chamada hiposmia, que é a diminuição do olfato. Esses problemas não só afetam a qualidade de vida, mas também podem impactar a saúde geral do paciente.”


Tratamentos

Para aqueles que desejam corrigir o desvio, a cirurgia é a única solução. "Esse é um problema anatômico, e a cirurgia pode corrigir tanto a parte funcional como a estética", explica o especialista. Isso significa que, além de respirar melhor, os pacientes podem sair da sala de cirurgia com um nariz mais harmonioso.

 

Hospital Paulista de Otorrinolaringologia


Saúde da Mulher: Medicina Integrativa atua como aliada no alívio da TPM

Abordagens integrativas, como suplementação, acupuntura e fitoterapia, podem melhorar sintomas físicos e emocionais da Tensão Pré-Menstrual


A Tensão Pré-Menstrual (TPM) é um conjunto de sintomas físicos e emocionais que atinge cerca de 75% das mulheres em idade fértil, segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Embora muitas pacientes optem por medicamentos convencionais, cresce a procura por práticas de medicina integrativa, como estilo de vida, suplementação e meditação, que buscam melhorar o bem-estar geral e tratar a TPM de forma holística.

A médica integrativa Dra. Helena Campiglia, autora do livro “Medicina Integrativa & Saúde da Mulher”, indica que estudos recentes no Brasil têm demonstrado a eficácia dessas abordagens complementares, que são, muitas vezes, combinadas com tratamentos tradicionais para potencializar resultados.

“Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP), publicada em 2023, evidenciou que a acupuntura pode reduzir em até 40% os sintomas da TPM, como ansiedade, irritabilidade e desconforto físico. O estudo foi conduzido com 100 mulheres entre 20 e 35 anos, divididas em dois grupos: um grupo recebeu sessões de acupuntura durante três meses, enquanto o outro foi tratado apenas com analgésicos convencionais”, explica a médica que também é professora da Universidade do Arizona.

Os resultados mostraram que o grupo que utilizou acupuntura apresentou uma melhora significativa no controle dos sintomas, destacando a acupuntura como uma alternativa promissora para o tratamento da TPM. Segundo Dra. Helena, suplementos como o magnésio, o ácido gama linoleico e algumas ervas, como o Vitex agnus-castus e a Cimicifuga racemosa, demonstram propriedades que ajudam a regular o equilíbrio hormonal e a aliviar os sintomas de dor e inchaço típicos da TPM.

“A fitoterapia, por exemplo, quando prescrita de maneira individualizada por profissionais qualificados, pode trazer benefícios com menor risco de efeitos colaterais.” A medicina integrativa, portanto, surge como um caminho que explora diferentes possibilidades e amplia as opções terapêuticas. “Dessa forma, a integração de práticas complementares e convencionais não apenas oferece alívio dos sintomas, mas também promove uma maior qualidade de vida para as pacientes”, endossa a especialista.

Em “Medicina Integrativa & Saúde da Mulher”, seu terceiro livro, Dra. Helena traz abordagens e soluções mais sustentáveis e menos invasivas através de terapias complementares como nutrição, estilo de vida, suplementação, acupuntura, meditação, práticas mente-corpo, fitoterapia, e técnicas de relaxamento em conjunto com a medicina convencional. Como e quando escolher e associar esses diferentes caminhos é o fio condutor dessa obra que esclarece muito sobre a saúde da mulher.

O diferencial da medicina integrativa está em tratar os pacientes como um todo, através da promoção do autocuidado e da prevenção – esta última, dona de grande importância já que trata previamente os desequilíbrios que podem levar às doenças e não ataca somente os sintomas. Essa união de abordagens também oferece maior autonomia às mulheres, que passam a ter mais ferramentas para gerenciar sua saúde de forma ativa e consciente.

 

“Não é fácil propor modelos integrativos para uma medicina baseada em doença, e não em saúde. Meu desejo é que este livro possa acrescentar reflexão, profundidade e conhecimento à prática de muitos profissionais da área e que isso se reflita na vida de seus pacientes.” – Dra Helena Campiglia

 

Sobre a autora:

Helena Campiglia é médica formada pela Universidade de São Paulo (USP), fez Residência em Clínica Médica, especialização em Acupuntura, Medicina Chinesa e Endocrinologia Ginecológica. Formou-se em Medicina Integrativa pelo fellowship no AWCIM pela Universidade do Arizona (EUA).  Atualmente é professora convidada na Universidade McMaster, Toronto (Canadá) e mentora dos alunos do Fellowship de Medicina Integrativa no AWCIM pela Universidade do Arizona (EUA).  Autora dos livros “Psique e Medicina Tradicional Chinesa” e “O Domínio do Yin: Da Fertilidade à Maternidade; a Mulher e suas fases segundo a Medicina Tradicional Chinesa”, ambos na sua 3ª edição. Atua como Clínica Geral e em Saúde da Mulher há mais de 25 anos unindo a Medicina convencional às práticas integrativas. 


Título: Medicina Integrativa & Saúde da Mulher

Autor: Dra. Helena Campiglia (@helenacampiglia)

Editora: Guanabara Koogan GRUPO GEN

Páginas: 288

Disponível em: https://amz.run/9WXI

Vacinas para gestantes: imunização contra bronquiolite é inserida no calendário 


Vacinas para gestantes: imunização contra bronquiolite é inserida no calendário

Bronquiolite pode ser causada por vários vírus, e é responsável por 75% das bronquiolites e 40% das pneumonias em crianças pequenas 

 

A vacinação durante a gestação é essencial para a proteção da saúde da mãe e do bebê, garantindo a formação de anticorpos e a transferência de imunidade para a criança. Além de seguir a agenda de consultas no pré-natal, as gestantes devem estar atentas ao calendário vacinal, que agora inclui a vacina contra bronquiolite disponível pelo SUS.

Com a chegada do outono, os casos de infecções respiratórias aumentam, especialmente em crianças menores de 2 anos. A bronquiolite, uma infecção nos bronquíolos que transportam oxigênio para os alvéolos pulmonares, é a principal causa de internação em crianças pequenas. Os sintomas incluem febre, tosse persistente, chiado no peito e respiração rápida.

A bronquiolite pode ser causada por vários vírus, sendo que o vírus sincicial respiratório (VSR) é responsável por 75% das bronquiolites e 40% das pneumonias em crianças pequenas. O VSR é altamente contagioso, transmitido pelo ar e pelo contato com objetos contaminados. Portanto, é fundamental que os cuidadores evitem levar bebês pequenos em aglomerações, especialmente em locais pouco ventilados, além de manter a higiene frequente das mãos e objetos.

De acordo com a ginecologista e obstetra Camilla Pinheiro, "a gestante deve ser vacinada para que se formem células de defesa no organismo e transfira essa proteção para a criança. Assim, quando a mãe está protegida, fornece anticorpos para o feto, mesmo após o nascimento."


Tipos de Vacinas 

As vacinas podem ser classificadas em dois grupos:

  1. Vacinas com Vírus Inativos: estas vacinas são seguras para gestantes, pois utilizam agentes mortos ou apenas partículas inativadas, mantendo suas propriedades imunológicas. Exemplos incluem a vacina contra a gripe e a dTpa.
  2. Vacinas com Vírus Vivos: estas vacinas, que contêm vírus ou bactérias vivos atenuados, devem ser evitadas durante a gravidez devido ao risco, ainda que baixo, de a mulher desenvolver a doença a que a vacina se destina.

Vacinas Recomendadas 

1. Vacina contra Gripe (Influenza) 

Recomendada em qualquer período gestacional, a vacinação deve ocorrer nos meses de sazonalidade do vírus, entre abril e junho. Além de prevenir a gripe, a vacina protege contra pneumonia, beneficiando tanto a mãe quanto o bebê.

2. Vacina dTpa 

Indicada a partir da 20ª semana de gestação, esta vacina protege contra o tétano, difteria e coqueluche. A dTpa garante a transferência de anticorpos ao feto, proporcionando proteção nos primeiros meses de vida do recém-nascido.

3. Hepatite B 

Recomendada para gestantes não vacinadas, o esquema de vacinação consiste em três doses (0-1-6 meses). A hepatite B pode ser transmitida da mãe para o filho durante a gestação ou parto, sendo crucial a vacinação para evitar complicações.

4. Covid-19 

Todas as gestantes são incentivadas a receber a vacina contra a Covid-19, independentemente da idade gestacional, sempre com a orientação do obstetra. Estudos indicam que bebês de mães vacinadas têm menor risco de infecção e taxas mais baixas de partos prematuros.

5. Bronquiolite 

Recentemente, o SUS disponibilizou a vacina contra bronquiolite para gestantes, uma medida importante para prevenir complicações respiratórias no recém-nascido.


Vacinas Contraindicadas 

É fundamental evitar vacinas que contêm vírus vivos, incluindo:

  • Varicela (catapora)
  • Vacina contra herpes-zóster (HPV)
  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)
  • Dengue

Antes de qualquer vacinação, é imprescindível consultar um médico, que avaliará as características da gravidez e orientará sobre quais vacinas são apropriadas e em quais momentos.




Huggies®


FALTA DE SORRISO: O QUE A AUSÊNCIA PODE REVELAR SOBRE O DESENVOLVIMENTO DO SEU BEBÊ?

O sorriso é uma poderosa forma de transmitir empatia e afeto, essa ausência deste gesto pode sinalizar possíveis atrasos. Especialista responde quando o atraso pode se tornar um sinal de alerta para os pais 


Poucos momentos são tão inesquecíveis quanto o primeiro sorriso de um bebê. Aquele sorriso inocente, que surge entre as seis e oito semanas, é muito mais do que um simples reflexo; é o início de um mundo repleto de descobertas emocionais. Ele sinaliza que o bebê está começando a reconhecer rostos e a se conectar com as pessoas ao seu redor. 

Em uma entrevista no programa Sábia Ignorância, do GNT, a atriz Isis Valverde compartilhou um momento marcante de sua maternidade. Ela revelou que a verdadeira conexão com seu filho aconteceu no instante em que ele sorriu para ela pela primeira vez. “Com oito meses, ele começou a olhar para mim. Um dia, voltei da academia e, ao subir as escadas, ele me sorriu. Eu me segurei na parede e pensei: ‘ele me reconheceu’. Foi ali que percebi que havia estabelecido a melhor conexão do mundo com aquele ‘ratinho’”, contou Isis, emocionada. 

De acordo com o neurocirurgião Dr. André Ceballos, especializado em desenvolvimento infantil, esse sorriso é um dos primeiros sinais de interação social e ajuda a fortalecer o vínculo entre o bebê e seus cuidadores. “Para os pais, cada sorriso é uma forma de reconhecimento e validação de seu papel no desenvolvimento da criança. Quando veem seu bebê sorrindo, sentem uma conexão emocional profunda. E muitas vezes, esse vínculo já começa antes mesmo do nascimento, mas é nas primeiras interações sociais — como o sorriso — que ele se solidifica”, explica o especialista. 

Ceballos acrescenta que esse pequeno gesto é resultado de uma complexa rede de interações neurológicas. “O sorriso envolve a capacidade do bebê de perceber o rosto das pessoas e processar emoções, além da ativação dos neurônios-espelho, que ajudam a imitar e retribuir a alegria que vê nos rostos familiares”. 

Em relação ao sorriso do bebê, o especialista ainda destaca: “A maioria dos bebês sorri socialmente pela primeira vez entre seis e oito semanas, o que é um marco importante no desenvolvimento emocional e social. Antes de sorrirem socialmente, eles podem sorrir involuntariamente durante o sono, como parte de reflexos naturais. Esses sorrisos não são respostas a estímulos externos, mas refletem seu desenvolvimento neurológico. A partir de três meses, os bebês começam a imitar expressões faciais e sorrir para eles pode incentivá-los a retribuir com um sorriso. O sorriso, portanto, é uma das primeiras formas de comunicação não verbal que os bebês usam para expressar emoções e é essencial para formar laços afetivos.”
 

Mas e quando o sorriso demora aparecer e como lidar com esse atraso?

É comum que os pais fiquem atentos quando isso acontece. O sorriso é uma das formas mais básicas de comunicação, e sua ausência pode, em alguns casos, indicar um atraso no desenvolvimento social ou emocional. No entanto, o Dr. ressalta que cada criança tem seu próprio ritmo, e que a falta do sorriso não deve gerar preocupação imediata. É importante observar o comportamento do bebê até os três meses. 

“Se o sorriso ainda não aparecer após esse período de até três meses, uma consulta com o pediatra é recomendada. E fatores como problemas de visão, audição ou questões neurológicas mais complexas podem influenciar o desenvolvimento do sorriso. Mas intervenções precoces podem fazer uma grande diferença para um desenvolvimento saudável”, complementa. 

Além disso, o ambiente em que o bebê vive é importante; em lares onde há pouca interação emocional, os sorrisos podem demorar a surgir. Em algumas situações, a falta de sorriso também pode ser um sinal inicial de distúrbios do desenvolvimento, como o autismo, o que torna fundamental observar o comportamento da criança.

Por fim, Ceballos ressalta que é responsabilidade dos pais criar um ambiente repleto de estímulos positivos, expressões faciais e interações. “Esse ambiente ajuda o bebê a reconhecer o mundo ao seu redor e, eventualmente, a retribuir o gesto de alegria e afeto que tanto se espera”, conclui.

 

Dr. André Ceballos - Médico neurocirurgião, Ceballos atua como Diretor técnico do Hospital São Francisco, referência no diagnóstico e tratamento de crianças com transtornos do desenvolvimento. O médico tem como missão identificar precocemente condições que possam comprometer o pleno desenvolvimento das crianças, oferecendo intervenções terapêuticas baseadas nas melhores evidências científicas. A atuação do Dr. Ceballos vai além do atendimento clínico e da gestão hospitalar e reconhecendo a importância da informação e da educação para a saúde pública, se dedica a projetos de divulgação e conscientização sobre os marcos do desenvolvimento infantil, com o objetivo de influenciar políticas públicas que beneficiem especialmente as populações mais vulneráveis. Saiba mais em:Link


Médica explica o que é candidíase de repetição e como tratar esse problema

Estudos indicam que cerca de 5% das mulheres que já tiveram candidíase vulvovaginal podem desenvolver a infecção de forma crônica

 

Nos últimos dias um assunto tem sido bastante procurado nas redes sociais e nas trends do Google, por conta de uma participante de um reality show, que apresenta possíveis sinais de candidíase, os sintomas podem ser diversos e é importante procurar ajuda de um médico ginecologista caso tenha algo de estranho na vagina. 

Muitas mulheres já enfrentaram os incômodos da candidíase, uma infecção fúngica causada pelo fungo Candida, que faz parte da flora vaginal saudável. Porém, para algumas, essa condição se torna ainda mais recorrente, levando ao que chamamos de candidíase de repetição. 

A candidíase de repetição é caracterizada por três ou mais episódios da infecção em um único ano. O desequilíbrio na flora vaginal, que resulta em um aumento do pH e, consequentemente, na multiplicação do fungo, é o principal responsável por essa infecção. 

De acordo com a Dra. Rebeca Gerhardt, ginecologista, quatro fatores podem contribuir para o surgimento da candidíase de repetição:

  1. Descuidos locais: o uso de calcinhas que abafam a região íntima, o acúmulo de suor e longos períodos com biquínis úmidos.
  2. Eventos emocionais: estresse, ansiedade e depressão podem afetar o equilíbrio da flora vaginal.
  3. Questões alimentares: o consumo excessivo de carboidratos pode favorecer o crescimento do fungo.
  4. Tratamentos incompletos: a falta de um tratamento adequado em casos anteriores pode levar à recorrência da infecção.

É importante destacar que a candidíase não é uma infecção sexualmente transmissível (IST); trata-se de um fungo que já habita a vagina e se multiplica de forma irregular. Embora a infecção possa ser auto-resolutiva, ou seja, em alguns casos desapareça sem tratamento, isso não significa que a cura tenha ocorrido.


Sintomas da candidíase de repetição 

Os sintomas da candidíase de repetição podem ser bastante incômodos e incluem:

  • Ardência na região íntima
  • Coceira vaginal
  • Desconforto ao urinar
  • Dores durante as relações sexuais
  • Corrimento esbranquiçado, grumoso e sem odor

É fundamental que, ao perceber qualquer um desses sintomas, a mulher busque uma consulta com um ginecologista. O diagnóstico pode ser realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais.
 

Tratamento Adequado 

O tratamento da candidíase de repetição geralmente envolve o uso de pomadas antifúngicas e cremes vaginais por, pelo menos, uma semana. Em casos de recorrência mesmo após o tratamento correto, pode ser necessário o uso de medicamentos orais por um período de até seis meses. Importante: automedicação deve ser evitada, pois o diagnóstico adequado é essencial para um tratamento eficaz.
 

Como Prevenir a Candidíase de Repetição 

Algumas mudanças nos hábitos diários podem ajudar a prevenir a candidíase de repetição:

  • Evitar roupas justas e sintéticas que abafem a região íntima.
  • Não permanecer com roupas molhadas por longos períodos.
  • Trocar absorventes a cada quatro horas.
  • Realizar a higiene íntima de forma adequada, evitando levar micro-organismos da região anal para a vaginal.
  • Evitar duchas vaginais que possam alterar a flora.


Aumento dos casos de candidíase de repetição 

Estudos indicam que cerca de 5% das mulheres que já tiveram candidíase vulvovaginal podem desenvolver a infecção de forma crônica. Além disso, a incidência tende a aumentar no verão, quando o uso de roupas molhadas é mais comum.
 

Se você está enfrentando sintomas de candidíase de repetição, não hesite em buscar ajuda médica. Manter a saúde íntima em dia é fundamental para o bem-estar da mulher.
 

Intimus®



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