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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Serasa Experian dá dicas para lojistas e consumidores para o Dia dos Pais



Uma das datas mais importantes para o comércio, o Dia dos Pais também atrai o interesse de criminosos interessados no roubo de senhas e dados pessoais


O Dia dos Pais, uma das datas comerciais mais importantes do ano, pode estabelecer um ambiente favorável às compras por impulso. Por isso, é importante que tanto lojistas quanto consumidores estejam atentos à questão da segurança e confiabilidade nas operações de compra feitas pela internet. “Comprar numa loja virtual proporciona uma série de vantagens, como o ganho de tempo, a possibilidade de comparar preços e produtos, a pessoa foge das filas e problemas de estacionamento. Mas é preciso ter em mente que nestes momentos, quando as compras acontecem muito pela emoção, é que agem os criminosos para captar senhas e dados pessoais das pessoas”, adverte Maurício Balassiano, diretor de Certificação Digital da Serasa Experian.
Por isso, acrescenta, cabe aos lojistas cuidados no sentido de oferecer um ambiente seguro, e aos compradores fazer suas compras observando pontos importantes em relação à loja que escolheu para comprar seu presente. Antes de tudo, é preciso lembrar que em recente pesquisa feita a pedido da Serasa Experian pela empresa BigData ficou constatado que de cada seis e-commerce um é classificado como inseguro. O estudo revelou, no entanto, que cresceu o número lojas de e-commerce que buscaram o certificado de segurança.
“Por tudo isso é preciso tomar muito cuidado, para não cair em golpes e transformar um momento especial, como o Dia dos Pais, numa enorme dor de cabeça”, acrescenta Balassiano.
Para reforçar sua segurança o consumidor deve ficar atento a alguns cuidados:
Desconfie das superofertas: acesse o site que deseja e observe se ele tem a proteção de um Certificado Digital SSL. Uma boa dica é checar se o browser exibe um ícone de cadeado fechado. Consulte as informações deste cadeado e confirme se o Certificado Digital emitido é válido e está em nome da loja. Essa checagem também pode ser feita pelo Selo de Segurança, que fica normalmente no fim da página.
Confirme a segurança do link: ao entrar na loja virtual, confira se o endereço digitado inclui a letra S ao lado do HTTP (na exibição, HTTPS). Se tiver, você está em um ambiente seguro e protegido para digitar seus dados.
Controle seus impulsos: compras que podem parecer muito vantajosas envolvem sempre algum tipo de fraude. Evite o impulso de comprar com base apenas no preço e esteja atento à segurança desta compra.
Faça valer os seus direitos: a Lei do Consumidor também considera para lojas virtuais, por exemplo, o direito de arrependimento em até sete dias, contados da data da compra ou do recebimento do produto. Fique atento à política de troca da loja e ao prazo de entrega, pois a data já está próxima.
Calcule o valor total da compra: na internet há lojas com frete grátis e outras que cobram para o envio. Tome cuidado com isso antes de fechar negócio.
Atenção para os prazos de entrega: é importante também conferir as condições de entrega, tendo em vista a proximidade da data. É importante redobrar a atenção quanto à possibilidade de entrega do presente até a data. Na dúvida, opte por comprar noutra loja.
Para os lojistas, além de possuir uma loja virtual atrativa visualmente, é importante que se ofereça todas as garantias para que o consumidor se sinta seguro para colocar seus dados e efetivar a compra.
Serasa Experian também formulou algumas dicas para lojistas:
Certificado Digital: Seu site possui certificado de segurança? Para verificar, basta checar se o http do endereço vem acompanhado de um “s” no final (https);
Guarda de Dados: A responsabilidade por guardar esses dados de forma sigilosa é sua e você tem a obrigação de investir em um Certificado Digital de Servidor SSL (também chamado apenas de SSL).
Cadastro: O seu cliente pode fazer cadastros de forma segura em seu site? Uma falha nesse sentido pode representar indicações ruins sobre sua reputação em sites de reclamações e direitos do consumidor;
Senhas fortes: Recomende aos seus consumidores usarem senhas fortes e que jamais passem esses dados de login e senha para outras pessoas;
Formas de atração: O email marketing é uma boa forma de atrair consumidores para sua loja virtual. Procure oferecer informações verídicas sobre produtos e promoções, isso aumenta sua credibilidade;
Apresentação: No site, use as melhores fotos, busque mostrar os detalhes, apresentando o produto exatamente como ele é. Isso pode evitar trocas e reclamações futuras;
Informações básicas: Mantenha informações precisas sobre preço, condições, valor de frete e tempo para entrega;
Tempo da Operação: A rapidez de sua loja no quesito busca precisa ser bem eficiente. O consumidor não gosta de perder tempo ou ter informações imprecisas.


www.serasaexperian.com.br
www.certificadodigital.com.br/

Partícula feita de amido de milho e óleo de tomilho combate larvas de Aedes aegypti



Sistema criado na Unicamp com materiais baratos e biodegradáveis permite a liberação controlada de composto larvicida e pode ser usado em pequenos volumes de água (fotos: Ana Silvia Prata)

O amido de milho, uma matéria-prima abundante, barata e biodegradável, foi a base usada por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para o desenvolvimento de partículas capazes de armazenar e liberar controladamente compostos ativos letais para as larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika, febre amarela e chikungunya.

A metodologia teve a patente requerida por meio da Agência de Inovação da Unicamp (Inova) e foi descrita em artigo na revista Industrial Crops and Products.

No trabalho, apoiado pela FAPESP e coordenado por Ana Silvia Prata, professora da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA-Unicamp), foi testado o óleo essencial de tomilho como agente larvicida. Esse óleo também é biodegradável e, na concentração usada na pesquisa, não oferece riscos à saúde humana.

“Conseguimos obter uma partícula que se comporta exatamente como os ovos do Aedes. Enquanto o ambiente está seco, ela se mantém inerte e conserva o agente ativo protegido. A partir do momento em que entra em contato com a água, começa a inchar para permitir a liberação do larvicida. Após três dias, período em que os ovos eclodem e tem início a fase larval, a partícula passa a liberar quantidades letais do princípio ativo na água”, disse Prata.

A ideia do projeto foi desenvolver um sistema de liberação controlada de larvicida para pequenos volumes hídricos, como vasos de planta, pneus, garrafas e entulhos diversos que podem virar criadouro do mosquito no ambiente urbano.

Segundo Prata, as autoridades sanitárias têm se preocupado em tratar com larvicidas caixas d’água e outros grandes reservatórios, mas estudos epidemiológicos indicam que 50% dos focos do Aedes estão em pequenas poças.

“Como o custo é baixo, o governo poderia produzir essas partículas e distribuí-las para a população, para que fossem espalhadas em locais da residência com potencial para acumular água da chuva, como medida complementar à conscientização da população e da luta contra a dengue”, disse.

Resultados dos testes feitos na Unicamp indicam que as partículas poderiam se manter funcionais durante aproximadamente cinco ciclos de chuvas. Após o primeiro contato com a água elas liberam apenas 20% do óleo de tomilho. “Fizemos o teste de deixar o material secar para depois reidratá-lo e observamos que as partículas voltam a liberar o agente larvicida normalmente”, contou Prata.

Ainda segundo a pesquisadora, o principal composto ativo encontrado no óleo de tomilho – o timol – impediu a proliferação de microrganismos no recipiente contendo a água, evitando que as partículas estragassem rapidamente depois de molhadas.


Método de produção

O ciclo de vida do Aedes aegypti é formado por quatro etapas: ovo, larva, pupa e mosquito adulto. O período total de desenvolvimento pode variar de cinco a 10 dias, tornando-se mais curto à medida que a temperatura aumenta. A fase larval, na qual o inseto está confinado no ambiente aquático, é considerada a mais estratégica para as ações de combate.

“Com base nessas informações, começamos a pensar em como deveria ser a partícula. Um de nossos colaboradores – Johan Ubbink [California Polytechnic State University, Estados Unidos] – sugeriu produzi-la por uma técnica conhecida como extrusão, a mesma usada na fabricação de salgadinhos de milho”, disse Prata.

O método consiste em forçar a passagem da massa de amido úmida e aquecida por um pequeno buraco. Normalmente, a ação da temperatura e da pressão exercida por uma rosca faz com que o material se expanda após a passagem pelo orifício.

“Adaptamos o processo, adotando uma temperatura mais branda e uma rotação de rosca mais suave, para que não ocorresse a expansão do material. Caso contrário, a partícula amoleceria rapidamente ao entrar em contato com a água, liberando o princípio ativo todo de uma vez”, disse Prata.

Outro desafio do grupo foi encontrar a composição adequada da matéria-prima. Como explicou a pesquisadora, o amido – seja ele de trigo, milho ou qualquer outra fonte – é composto fundamentalmente por frações variáveis de amilose e amilopectina. A quantidade de cada um desses componentes determina características como viscosidade e estrutura (capacidade de não se desfazer em contato com a água).

“Testamos formulações que tinham de 1,8% até 76% de amilose. E avaliamos, em cada caso, qual era o comportamento de lixiviação [o quão rápido a partícula se desfaz] e de inchamento no meio aquático”, disse Prata.

Ao mesmo tempo em que avaliavam esses dois aspectos da partícula, dosando a quantidade de óleo de tomilho liberada em função do tempo de contato com a água, os pesquisadores também observavam a atividade larvicida do composto ativo. O teste consistiu em medir a concentração necessária para matar 99% das larvas – parâmetro conhecido com CL99.

“O CL99 do óleo de tomilho não encapsulado é de aproximadamente 70 microgramas por mililitro [µg/ml]. Quando colocamos esse composto dentro da partícula, o valor diminui para 31 µg/ml, ou seja, nosso sistema de liberação controlada aumentou a ação larvicida”, disse a pesquisadora.

Ainda assim, o CL99 do composto natural permaneceu bem mais baixo que o de agentes sintéticos, como o temefós. A vantagem, segundo Prata, é que por ter uma composição química complexa, com outras moléculas ativas além do timol, é mais difícil para o inseto desenvolver resistência.

O grupo também testou como larvicida o extrato de jambu. O resultado foi similar ao observado com o tomilho, porém, o custo foi cerca de 15 vezes maior.
“O óleo essencial de tomilho é um material altamente disponível, vendido comercialmente e representa apenas 5% da composição da partícula – os outros 95% são amido de milho, que é muito barato. Por isso consideramos a técnica facilmente escalonável”, disse a professora da FEA-Unicamp.

O grupo da FEA-Unicamp avalia, no momento, a possibilidade de usar as mesmas partículas para encapsular bactérias fixadoras de nitrogênio, que auxiliam no crescimento de plantas. O material poderia, em tese, reduzir a quantidade de fertilizantes usados na agricultura. “Essa é uma teoria que pretendemos testar em um futuro projeto”, disse Prata.


O artigo Improved activity of thyme essential oil (Thymus vulgaris) against Aedes aegypti larvae using a biodegradable controlled release system, de Juliana Dias Maia, Roseli La Corte, Julian Martinez, Johan Ubbink e Ana Silvia Prata, pode ser lido em: www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0926669019301967?via%3Dihub#!.
 



Karina Toledo 


Agência FAPESP - http://agencia.fapesp.br/particula-feita-de-amido-de-milho-e-oleo-de-tomilho-combate-larvas-de-iaedes-aegypti-i/31130/


Volta às aulas: Como escolher as atividades extracurriculares para seu filho?


As férias escolares de julho terminaram e neste período muitos pais se perguntam sobre o que levar em consideração na hora de escolher novas atividades extracurriculares para os filhos neste novo semestre? Acredito que a família deve sempre levar em consideração a afinidade e as habilidades do aluno, isso fará com que ele tenha mais empenho e assim ter um ótimo desenvolvimento na opção escolhida. Pode ser que, num primeiro momento, os jovens tenham que vivenciar na prática algumas atividades artísticas, culturais e esportivas que ainda tem pouco destaque na televisão ou internet para conhece-las melhor.

Na hora de escolher, é preciso respeitar a vontade dos filhos e avaliar se a decisão é mais um interesse dos pais. Quando um colégio oferece estas ações extras ela também influencia toda uma formação ampla das próximas gerações. Assim o protagonismo juvenil passa a ser desenvolvido desde a Educação Infantil e Ensino Fundamental, cultivando valores importantes como comprometimento, responsabilidade e disciplina. No caso dos campeonatos do Ensino Médio, além do intercâmbio de experiências com outras instituições, os jovens aprender a lidar com a competividade, que é trabalhada com o ideal de superação de desafios.

Outros fatores importantes na hora de escolher um curso extracurricular para um estudante são os dias e horários que elas são oferecidas na escola, pois deve estar de acordo com o dia a dia da família e a funcionalidade em sua rotina, facilitando assim seu compromisso com a pontualidade e assiduidade dos interessados nestas aulas complementares. Acredito que os principais benefícios de aprender além do currículo básico sejam a valorização e o incentivo à cultura e aos esportes. Além dos cursos de idiomas estrangeiros, as modalidades de atividades físicas também treinam outros tipos de inteligência dos estudantes, melhorando a concentração e estimulando bons comportamentos.

Também podemos citar outros benefícios inerentes da pratica de atividades físicas, com a prevenção de doenças e combate o sedentarismo, que fazem com que os estudantes se tornem adultos com hábitos mais saudáveis. Alunos que valorizam e crescem com a atividades artísticas e esportivas, se tornam cidadãos mais sensíveis e conscientes do seu papel na sociedade. O espírito de equipe, a união e a amizade são características para uma educação transformadora. Para que isto aconteça, precisamos sempre ir além das paredes das salas de aula.  


Quais são as mais procuradas?

A escolha da modalidade de ensino de período integral (ou Ensino Ampliado) já possibilita que uma criança ou jovem tenha oportunidade de desenvolver habilidades que no período regular não seriam possíveis, devido as demandas curriculares básicas. Este é um período a mais para realização de atividades no contraturno contribui para seu desenvolvimento completo. As turmas podem ser mistas, com crianças de faixa-etárias próximas, um fato que contribui para a aquisição de respeito e aceitação de diferenças e colaboração entre os mais novos.

Assim como no integral, as turmas que coordeno no Núcleo de Atividades Complementares (NAC) do Colégio Marista Glória são todas divididas por faixa-etárias próximas ou exclusivas, quando se refere as modalidades esportivas que vão para competição, pois nos campeonatos as categorias são divididas por idade. O Futsal e a Dança, por exemplo, são as atividades mais procuradas pelos pais, mas temos uma gama bem variada de opções que também inclui Teatro, Coral, Ginástica Artística e Rítmica, Violão, Teclado, Percussão, Judô, Basquete, Handebol, Vôlei, Natação, Hidroginástica e Xadrez. Cada modalidade por sua vez também pode se desdobrar em diferentes estilos, como a Dança Contemporânea, Balé, Dança Criativa, Street Dance e Jazz.

Fato é que as atividades extracurriculares dão ainda mais visibilidade para jovens talentos e influenciam positivamente na autoestima dos alunos que participam de equipes em competições estudantis esportivas, teatrais ou musicais. Projetos de preservação do Meio Ambiente atualmente são fundamentais para serem desenvolvidos nas atividades escolares. Com isso também criamos projetos extracurriculares de Sustentabilidade nos quais os estudantes podem colocar seus conhecimentos em prática. Como o interesse pelos temas de Nutrição e Gastronomia vem crescendo há algum tempo, isso também torna as aulas de culinária em novas opções interessantes para as crianças e jovens.


Qual é o limite ideal?

Um pequeno conselho aos pais: é preciso tomar sempre o cuidado para não exagerar na agenda do seu filho! O ideal é fazer cursos extracurriculares entre duas a três vezes por semana, mas a disposição do aluno deve ser avaliada caso a caso. Vale lembrar que independente da escolha, as atividades extracurriculares não devem ser vistas como uma nova obrigação, ou algo que cause ainda mais pressão ao aluno. Crianças pequenas precisam ter um tempo reservado só para brincar e alguns períodos livres para aproveitarem um pouco da infância.

Sinais como distúrbios do sono, irritabilidade ou cansaço excessivo, são indicadores de uma sobrecarga que pode acabar gerado impactos negativos e indesejados no desempenho escolar. Lembre-se que atividades extras devem ser prazerosas para seus estudantes e ainda são uma ótima motivação para desviar o foco das telas das TVs, tablets e smartphones. Na dúvida se o seu filho está fazendo atividades demais ou simplesmente querem desistir de uma matrícula, passe a prestar atenção nos hábitos dele e converse sobre suas motivações.





Rafaela Oliveira - bailarina de formação e coordenadora do Núcleo de Atividades Complementares (NAC) do Colégio Marista Glória, em São Paulo
 www.colegiosmaristas.com.br

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