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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Os cinco investimentos que prometem decolar com a aprovação da Reforma da Previdência


Easynvest aponta categorias que devem se beneficiar das projeções econômicas caso a proposta seja aprovada


A Reforma da Previdência vem agitando os debates políticos e econômicos do Brasil nos últimos meses. Principal tema da agenda do governo no primeiro semestre, a Câmara dos Deputados votou o texto-base da proposta na tarde desta quarta-feira (10) e o mercado financeiro já começa a se movimentar para os possíveis desdobramentos. Para o investidor que não quer ficar de fora de boas oportunidades neste período, é momento de correr para posicionar sua carteira de investimentos da melhor forma.

“Como a aprovação já está sendo considerada por boa parte do mercado, a Bolsa está subindo, os juros e dólar caindo, antecipando a aprovação. Apesar dessa alta recente, a expectativa é que sejam criadas condições para que o mercado e a economia brasileira passem a crescer de forma mais sustentável, o que pode fazer com que o mercado de renda variável se valorize nos próximos anos”, aponta Fabio Macedo, diretor comercial da Easynvest, maior corretora independente do País.

Para dar aquela ajudinha na hora de escolher os investimentos certos, confira o levantamento da Easynvest dos cinco principais investimentos promissores para os próximos meses.

1.    Ações
  • O que é: Ações são títulos que representam um pedaço de uma empresa, que você pode comprar ou vender na Bolsa de Valores. Ao comprar uma ação o investidor se torna sócio da empresa que emitiu essa ação, tendo participação nos lucros da mesma. O valor de compra e venda das ações é determinado pelos próprios acionistas, que estabelecem quanto desejam pagar ou receber por elas. Porém, a valorização de preço no mercado depende da gestão da companhia e das condições gerais da economia.
  • Motivo: Uma oportunidade de diversificação de investimentos, em que o investidor passa a ser acionista das empresas. Com o mercado desenhando expectativas positivas para o ano, o investidor pode aproveitar o momento para lucrar com alguns papéis. Antes de investir, a dica é se informar bastante sobre a empresa, estudar o comportamento da ação nos últimos meses e estar pronto para possíveis momento de volatilidade do mercado.
  • Ponto de atenção: As expectativas positivas do mercado desenham boas oportunidades para muitas empresas. A rentabilidade de cada ação depende das oscilações de mercado e a empresa nominal. Por isso, é interessante o investidor estudar sobre a empresa antes de investir e acompanhar as movimentações.
  • Risco:  Alto. O investidor está exposto às oscilações do mercado. 
2.    Fundos de Ações
  • O que: Os fundos de ações são fundos de investimentos com a maior parte dos ativos em ações dentro da carteira. Em linhas gerais, existem três tipos: Long Only (aposta na valorização dos papéis da carteira), Long and Short (aposta na valorização de alguns ativos e desvalorização de outros) e Long Biased (combinação dos dois outros).
  • Motivo: Fundo de Ações é uma alternativa para quem quer entrar mercado de ações, mas não dispõe de tempo ou conhecimento para participar diretamente da negociação de ativos na Bolsa de Valores. Além disso, conta com um gestor especializado que toma decisões estratégicas em busca de maior rentabilidade.
  • Ponto de atenção: Interessante para quem ainda não tem segurança de entrar no mercado de ações por conta própria, são investimentos que pedem análise do histórico do gestor e é necessário avaliar o custo benefício da taxa de administração e performance de cada fundo.
·         Risco: Alto. O investidor está exposto às oscilações do mercado
  3.  Fundos Multimercados
  • O que: Funciona como um coringa na carteira de um investidor, fazendo uma ponte entre os mercados de renda fixa, renda variável e câmbio. Administrados por um gestor profissional e diferentes das outras classes de fundos, possuem versatilidade e dão boa liberdade para o gestor adquirir diversos tipos de ativos e aproveitar oportunidades no mercado com a valorização ou desvalorização de juros, moedas e renda variável.
Motivo: É uma ótima opção de diversificação da carteira de investimentos, com produtos de médio e longo prazo. Com maior volatilidade, esse ativo costuma trazer resultados satisfatórios, normalmente acima da renda fixa tradicional. É importante que você leia atentamente o regulamento de cada fundo para verificar e entender em quais mercados o fundo atua, além do histórico de retorno.
  • Ponto de atenção: Esse tipo de fundo pode ser interessante para diversos perfis de investidores, com opções de baixo, médio ou alto risco, dependente da característica do fundo. Nesta opção, é importante o investidor avaliar os gestores e se o histórico de rentabilidade é consistente.
  • Risco: Baixo, médio ou alto, variando de acordo com a composição.

4.    Fundos de Índices (ETF)
  • O que: Os Fundos de Índices ou ETF são formados por ações de diversas empresas, que acompanham o movimento dos principais índices da Bolsa. Nesse investimento, você compra e vende suas cotas da mesma forma que as ações e ainda tem a facilidade de adquirir, de uma única vez, uma “cesta” de diversas empresas.
  • Motivo: Ao adquirir cotas de um determinado ETF, o investidor passa a deter todas as ações componentes do índice a ele relacionado, sem ter de comprar separadamente as ações de cada empresa, o que representa uma grande economia em taxas de corretagem e diversificação de seu investimento.
  • Ponto de atenção: A rentabilidade desse fundo vai depender da composição dele. Se as expectativas positivas de crescimento do mercado se consolidarem, os ETFs podem ter rentabilidade muito atrativa.
  • Risco: Alto. O investidor está exposto às oscilações do mercado.

5.    Fundos de Investimento Imobiliário (FII)
  • O que: Servem para investir em empreendimentos imobiliários, como shoppings, hospitais e prédios comerciais. Ao adquirir cotas de FII você se torna sócio dos principais empreendimentos imobiliários do país. As construtoras vendem uma parte do imóvel em cotas e o dono de cada cota recebe um valor proporcional dos aluguéis, que é o rendimento do fundo. Além desse rendimento, o investidor pode ganhar dinheiro vendendo as cotas por um preço mais alto que o preço de compra.
Motivo: Os FIIs têm sido bastante procurados nos últimos meses com a expectativa de retomada do mercado imobiliário. Para o investidor, é uma excelente alternativa de diversificação de investimentos, com baixo custo inicial. Muitas pessoas procuram esse ativo pelo pagamento de juros mensais. Possui um pouco mais de risco e é necessário que o investidor entenda as características do fundo e no que ele está investindo.
  • Ponto de atenção: O mercado imobiliário já está aquecendo e alguns fundos ainda estão com ativos subvalorizados. Quem se posicionar agora vai sair na frente.  A sinalização positiva do mercado para o próximo ano já está movimento as instituições e tem gestores estruturando novos fundos já. Atualmente, tem fundo rendendo entre 0,8% e 1% ao mês, líquido de imposto de renda. Algumas corretoras, como a Easynvest, não cobram taxa.
  • Risco: Médio. O investidor está exposto à oscilação de mercado, mas, se selecionar bons fundos, tem renda periódica com pouca volatilidade.

Para quem tem perfil mais conservador, no entanto, e não tem apetite ao risco para renda variável, vale ficar de olho em renda fixa. “Títulos de crédito privado, como CDB e Letras de Créditos, tendem a ter uma boa entrada no mercado a partir de investimentos no Brasil”, explica Macedo. “O mais importante nesse momento é conhecer seu perfil de investidor e ter clareza do seu planejamento financeiro para garantir a melhor rentabilidade”.


Como contratar um profissional adequado ao perfil e bombar nas vendas


  Segundo especialista, um dos pontos mais importantes para serem avaliados em um processo de contratação é o alinhamento dos valores individuais com os valores organizacionais 


Escolher a pessoa certa para ocupar um cargo na empresa é fundamental para o sucesso dos negócios e tem sido o grande desafio da área de Recursos Humanos. O que se quer são colaboradores que façam toda a diferença dentro da organização. Para isso, é necessário que o recrutador conheça profundamente a empresa, as competências e os comportamentos desejados para as vagas. Dessa forma, as chances de uma escolha assertiva serão bem maiores.

Sabemos que treinamentos em vendas são indispensáveis para que os colaboradores possam executar suas funções de maneira cada vez mais eficiente, mas eles nem sempre vão resolver o problema de uma “má” contratação, principalmente quando os valores individuais não combinam com os valores organizacionais.

Tudo começa com: eu preciso preencher uma vaga na organização e identificar um bom candidato. Recebo currículos, os leio e na verdade eu não consigo enxergar muita diferença entre eles. Parto para as entrevistas. Neste momento, é necessário entender que é um momento de compra e venda. Não estamos falando de produtos e sim de pessoas, mas de certa forma o candidato está vendendo a qualificação dele e você está comprando esta qualificação. Você também irá vender os benefícios dessa função e seus desafios.

Se é este momento de troca de informações, é preciso conhecer exatamente os requisitos para a vaga, além de ter perguntas e testes muito bem preparados para escolher a pessoa certa, afinal, as características e habilidades presentes na atuação destes profissionais formam o perfil de vendas e poderão impactar diretamente nos resultados da empresa.


Alinhamento dos valores individuais com organizacionais

O sucesso da contratação depende de uma série de fatores, e entre eles, estão habilidades técnicas e emocionais. E um dos pontos mais importantes para serem avaliados em um processo de contratação é o alinhamento dos valores individuais com os valores organizacionais.

Quando os valores pessoais estão desalinhados com os valores da empresa, a organização passa por uma série de problemas, que vão desde a falha na produção ou entrega de serviços até o mau relacionamento com os clientes.

“A divergência de valores é um dos principais motivos de turnover, que é quando um empregado é admitido e outro desligado de maneira sucessiva. Além disso, uma má comunicação dos valores organizacionais gera falta de motivação, impactando o rendimento da empresa como um todo, o que gera mais custos. É fundamental que no momento da entrevista seja aplicado testes que identifiquem esse alinhamento, como testes de personalidade, valores, integridade, entre outros”, afirma Ivan Corrêa, sócio-diretor da Posiciona Educação & Desenvolvimento.

Outras etapas que auxiliam no recrutamento são:


Perfil

É muito importante ter em mente que tipo de profissional deve preencher a vaga em aberto, estabelecendo as habilidades técnicas e comportamentais que o candidato deve ter, além da idade, experiência mínima, cursos de formação e pretensão salarial.


Competências necessárias

Cada empresa de vendas necessita de conhecimentos específicos, formações e formas de pensar diferentes. É importante que o RH converse com o gestor da área e estabeleçam quais são as qualidades que o posto exige.


Experiências anteriores

Entender melhor como foram as experiências anteriores do candidato é uma forma de encontrar o perfil ideal. Compreender quais foram os seus desafios e os motivos de suas escolhas na carreira ajudam muito a conhecer o profissional.


Testes

O ideal é separar apenas os testes que identifiquem as competências esperadas para o posto. Para área de vendas, é muito comum o teste que consiste em uma espécie de encenação na qual o candidato tenta vender ao seu entrevistador o produto que deverá divulgar, caso seja contratado. É fundamental que o candidato esteja bem treinado em relação a vantagens e benefícios do produto, caso esse tipo de vaga seja o objetivo.


Aptidões sociais

As habilidades sociais e de interação são competências esperadas do candidato, pois a falta de uma conduta sociável pode afetar negativamente o clima organizacional caso a empresa não valorize essas competências na hora de contratar um funcionário. Dinâmicas em grupos ajudam a identificar. Para área de vendas é importante realizar dinâmicas que façam com que os candidatos demonstrem confiança, clareza nas informações, improviso e uma boa comunicação escrita e verbal.


Atenção às contradições e omissões

É preciso ficar atento à postura dos candidatos para identificar mentiras, contradições e omissões. Observe se ele apresenta respostas muito genéricas, se tem argumentos mal formulados ou se desvia das perguntas. Quando o candidato olha muito para baixo ou muda constantemente de posição, essa linguagem corporal sinaliza desconforto e revela que ele pode estar mentindo. Contudo, cuidado com o julgamento baseado apenas nessas avaliações subjetivas.


Desenvolvimento do candidato

O teste psicométrico tem como objetivo avaliar a aptidão, a capacidade e os interesses dos candidatos para alguns fatores e devem acontecer de forma padronizada para permitir comparações com outros candidatos, focando nas atitudes, análise de aptidões, competências e traços de personalidade dos profissionais.

Um processo seletivo de sucesso evita muitos problemas futuros e contribui significativamente para os bons resultados do negócio. Apesar de a tecnologia estar aí para nos ensinar cada vez mais sobre a eficiência das máquinas, elas ainda estão sendo conduzidas por pessoas. E, no fim das contas, e até no início delas, são as pessoas que fazem com que uma empresa vá ou não para frente.





Para Ivan Corrêa - sócio-diretor da Posiciona Educação & Desenvolvimento 


6 desafios da equipe de curadoria para otimizar um chatbot



As atividades de curadoria abrangem um campo muito extenso, tanto nos planos cultural, artístico e em outras diversas áreas. “Curar”, nos ensina o dicionário, é cuidar, ter cuidado. É por isso que, seguindo este princípio, o profissional de curadoria tem tanta importância no processo de otimização e evolução contínua do chatbot. Profissionais da curadoria estudam a fundo a linguagem natural com foco em desenvolver fluxos de alta performance, reduzir ao máximo as interpretações equivocadas e analisar as interações respondidas, de modo a tornar o chatbot cada vez mais efetivo. A partir do momento que o chatbot está em operação, as interações com os clientes são avaliadas, e adaptações da comunicação podem ser realizadas. Também será verificado se as demandas são solucionadas pelo chatbot e em quais assuntos é necessária derivação para o atendimento humano.

Um chatbot tem a incrível capacidade de alavancar negócios, potencializando o trabalho de inúmeros setores da empresa, gerando agilidade no atendimento e na solução do problema. No entanto, para isso ser alcançado, é fundamental ter uma equipe de curadoria que trabalhe incessantemente para mantê-lo atualizado e de acordo com as reais expectativas do cliente. A seguir, 6 desafios da equipe de curadoria para otimizar um chatbot:


1 - Elaborar personalidade do chatbot para conquistar clientes 

Definir a personalidade e as características do seu atendente virtual assegura um ganho de credibilidade junto ao público. O desafio aqui é saber com quem o bot vai falar e, daí, definir aparência e tom de voz na construção do banco de dados de seu bot.


2 - Definir a personalização do chatbot alinhada à comunicação da empresa

Deve haver o máximo de cuidado ao criar e manter a personalidade do chatbot. Ele não pode ser frio e robótico, nem caloroso e humano demais. A curadoria deve definir a personalidade do chatbot para estar alinhada à identidade e aos valores da empresa, expressando e traduzindo sua comunicação com o cliente.

 
3 - Cuidado com a linguagem

Toda informação dada pelo chatbot deve ser clara e não deve gerar várias interpretações. O grande desafio é estruturá-lo corretamente, com diálogos naturais, como de pessoa para pessoa.


4 - Aumentar a eficiência do processo de atendimento

É importante avaliar quais são as APIs e Web Services desenvolvidas e prontas para uso, pois podem já estar disponíveis no ambiente digital da empresa para serviços de autoatendimento e que, portanto, também podem ser disponibilizados no chatbot, ampliando automatização das interações que podem ser resolvidas sem necessidade de migração do contato para o atendimento humano. Com isso, aumenta a oferta de serviços transacionais, como 2ª via de documentos ou detalhamento de informações, otimizando a resolução dos contatos pelo chatbot.


5 - Investir sempre na melhoria  

A coleta e análise de dados é fundamental para entender o usuário final, seus anseios e suas expectativas. Por isso, é indispensável definir perguntas claras e objetivas. É importante também atualizar qualquer automatização de processos da empresa. Isso permite ajustar o chatbot para que ele possa resolver cada vez mais problemas e orientar o consumidor da melhor forma possível.


6 - Criar fluxos de perguntas e respostas

Outro desafio diário da equipe de curadoria é fazer testes percorrendo os mesmos caminhos e fluxos que o usuário faria para descobrir as falhas e os gaps dos assuntos ou temas abordados. Sempre há espaço para melhorar.





Marcelo Loiacono - diretor de marketing e novos negócios da XGEN, especializada em plataformas de Inteligência Artificial para canais de atendimento.


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