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quarta-feira, 10 de julho de 2019

Aumenta o número de mortes acidentais de crianças e adolescentes por armas de fogo, afogamento, queimadura e intoxicação no país



De 2016 a 2017, o número de mortes por acidentes de crianças e adolescentes de até 14 anos caiu 1,93% no Brasil, passando de 3.733 casos fatais para 3.661, de acordo com os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Saúde. 


Essa foi a menor queda na mortalidade na infância e adolescência por acidentes observada desde 2011, fato que deve ser observado com atenção pelos gestores públicos que cuidam das áreas da infância e adolescência em âmbito municipal, estadual e federal para evitar que esses casos voltem a aumentar no país. “Esse cenário reforça a necessidade de campanhas educativas contínuas e ações com o poder público para a prevenção de acidentes com crianças”, comenta Vania Schoemberner, coordenadora de Desenvolvimento Institucional da Criança Segura.

Desde 2001, ano que a Criança Segura iniciou sua atuação, houve uma redução de 40,86% no número de mortes de crianças e adolescentes por motivos acidentais no Brasil. Esse resultado é bastante animador, mas ainda há muito a ser feito pois, apesar dessa grande queda nos casos fatais, os acidentes continuam sendo a principal causa de morte de crianças e adolescentes de um a 14 anos no Brasil, superando os casos relacionados a doenças e até mesmo violência. E, especialistas afirmam que 90% dos acidentes poderiam ser evitados com medidas simples de prevenção. Ou seja, ainda hoje milhares crianças perdem sua vida por razões que poderiam ser evitadas.


Dados dos acidentes com crianças em 2017

Um dos motivos que fizeram a redução da quantidade geral de óbitos acidentais das crianças e adolescentes brasileiros ser pequena é que alguns tipos de acidentes apresentaram aumento significativo no número de casos fatais de 2016 para 2017, como os relacionados ao disparo acidental de armas de fogo (+ 95%), afogamentos (+4,49%), queimaduras (+3,83%) e intoxicação (+6,76).

Por outro lado, houve redução nos casos de mortes acidentais de meninas e meninos até 14 anos no trânsito (-7,89%), sufocação (-5,93%) e quedas (-1,09%).

De modo geral, os acidentes que mais tiram vida de crianças e adolescentes no país são, respectivamente, trânsito (1.190), afogamento (954) e sufocação (777).

Entretanto, ao avaliarmos faixas etárias específicas, podemos notar que a sufocação é a principal causa de morte acidental de bebês de até um ano de idade; o afogamento é o acidente que mais tira vida de meninas e meninos de um a quatro anos; e o trânsito é a causa mais fatal para as crianças e adolescentes de cinco a 14 anos. (Veja todas as tabelas com os dados abaixo)


Aumento das mortes por afogamento

As mortes de crianças e adolescentes de até 14 anos por afogamento subiram 4,49% de 2016 para 2017, movimento atípico para a constante redução de óbitos nessa faixa etária que pode ser observada desde 2009. 

Um incremento alto pode ser notado na faixa etária de menores de um ano, que passou de 21 casos fatais em 2016 para 31 em 2017, o que representa um aumento de 47,62%. Entre a faixa etária onde os casos mais se concentram, de um a quatros anos,  também houve aumento de 8%, passando de 407 casos para 439.

A classificação do tipo de afogamento que mais aumentou foi  “afogamento e submersão em águas naturais” - que inclui rios, córregos, mares, lagos etc. - , que é a que mais concentra os casos de mortes por esse tipo de acidente na infância. O número de casos subiu de 339 em 2016 para 393 em 2017.

Mortes acidentais de crianças e adolescentes por arma de fogo

Apesar de pouco representativo no total de mortes acidentais de crianças e adolescentes, o número de óbitos por disparo acidental de armas de fogo quase dobrou de 2016 para 2017, passando de 20 para 39 vítimas em um ano.

Houve aumento no número de casos na faixa etária que vai de um a 14 anos, principalmente entre meninas e meninos de um a quatro anos, onde a quantidade de casos fatais subiu 350%, passando de 2 para 9 mortes. Entre as crianças de cinco a nove anos o crescimento dos óbitos por esse motivo foi de 7 para 12 (+71,42%). Em relação à população de dez a 14 anos os casos passaram de 9 para 17 (+8,88%).

Esse dado é bastante preocupante e deve ser monitorado atentamente, principalmente com a mudança da legislação que pretende facilitar o acesso a armas de fogo no país.

 
Número de mortes de crianças e adolescentes de zero a 14 anos por tipo de acidente:

Classificação
Tipo de acidente
Nº de mortes
Trânsito
1190
Afogamento
954
Sufocação
777
Queimadura
217
Quedas
181
Intoxicação
79
Armas de fogo
39
-
Outros
224

Total
3661
Fonte: Datasus - 2017 / Análise: Criança Segura - 2019

Número de mortes por acidentes de crianças de zero a 14 anos por faixa etária:

Tipo de acidente
Menor 1 ano
1 a 4 anos
5 a 9 anos
10 a 14 anos
Total
Trânsito
92
281
324
493
1190
Queda
42
52
46
41
181
Afogamento
31
439
190
294
954
Sufocação
581
115
46
35
777
Queimadura
27
81
44
65
217
Intoxicação
5
35
19
20
79
Arma de fogo
1
9
12
17
39
Outros
20
83
67
54
224
Total
799
1095
748
1019
3661
Fonte: Datasus - 2017 / Análise: Criança Segura - 2019

Variação do número de mortes por acidentes de crianças de zero a 14 anos de 2001 a 2017:

Tipo de acidente
2001
2016
2017
Variação 2016/2017
Variação 2001/2017
Trânsito
2490
1292
1190
-7,89
-52,21
Queda
315
183
181
-1,09
-42,54
Afogamento
1548
913
954
4,49
-38,37
Sufocação
736
826
777
-5,93
5,57
Queimadura
452
209
217
3,83
-51,99
Intoxicação
92
74
79
6,76
-14,13
Arma de fogo
63
20
39
95,00
-38,10
Outros
494
216
224
3,70
-54,66
Total
6190
3733
3661
-1,93
-40,86
Fonte: Datasus - 2001, 2016, 2017 / Análise: Criança Segura - 2019

Taxa de mortes por acidentes de crianças e adolescentes de zero a 14 anos por estado:

Unidade da Federação
Taxa de morte por 100 mil habitantes até 14 anos
Roraima
24,71
Amapá
16,66
Mato Grosso
13,98
Amazonas
12,74
Mato Grosso do Sul
10,93
Goiás
10,16
Rondônia
9,98
Acre
9,97
Pará
9,88
Espírito Santo
9,64
Rio de Janeiro
9,41
Tocantins
9,26
Maranhão
8,83
Rio Grande do Sul
8,7
Paraná
8,6
Piauí
8,4
Alagoas
8,04
Distrito Federal
8,04
Santa Catarina
7,78
Pernambuco
7,28
Bahia
7,28
Sergipe
7,11
Minas Gerais
6,84
Paraíba
6,24
São Paulo
5,63
Ceará
5,51
Rio Grande do Norte
5,25
Brasil
7,9
Fonte: Datasus - 2017; IBGE / Análise: Criança Segura - 2019

Número de mortes por acidentes de crianças e adolescentes por estado:

UF
Trânsito
Queda
Afogamento
Sufocação
Queimadura
Intoxicação
Arma
de fogo
Outros
Total
RO
15
2
15
3
1
1
3
4
44
AC
10
3
7
3

1

2
26
AM
23
7
67
19
9
9
10
12
156
RR
5

13
7
2
6
2
4
39
PA
46
22
116
21
9
2
3
16
235
AP
7
1
26
3
4



41
TO
20
2
6
5
3


2
38
MA
51
10
56
21
25
4
3
14
184
PI
30
4
18
4
3
3
2
4
68
CE
36
6
42
17
9

1
9
120
RN
9
3
15
8
6


2
43
PB
17
5
14
17
8



61
PE
43
4
48
45
19
1

6
166
AL
26
5
22
8
10
1

1
73
SE
10
1
15
7
3


4
40
BA
89
14
87
29
18
7
2
17
263
MG
139
13
62
32
11
16
2
21
296
ES
30
8
14
20
3
3

4
82
RJ
70
19
44
132
9
5

24
303
SP
162
29
72
183
20
9

30
505
PR
84
5
29
64
6
1
3
10
202
SC
51
1
25
16
7
2
2
4
108
RS
67
3
38
52
10
1
6
9
186
MS
17
1
17
24
3
2

6
70
MT
50
4
33
13
3
1

8
112
GO
61
8
39
18
13
2

9
150
DF
22
1
14
6
3
2

2
50
Total
1190
181
954
777
217
79
39
224
3661
Fonte: Datasus - 2017 / Análise: Criança Segura - 2019




A Criança Segura

A Criança Segura é uma não governamental, sem fins lucrativos, dedicada à prevenção de acidentes com crianças e adolescentes de até 14 anos. A organização atua no Brasil desde 2001 e faz parte da rede internacional Safe Kids Worldwide, fundada em 1987, nos Estados Unidos, pelo cirurgião pediatra brasileiro, Martin Eichelberger.

Para cumprir sua missão, desenvolve ações de Políticas Públicas – incentivo ao debate e participação nas discussões sobre leis ligadas à criança, objetivando inserir a causa na agenda e orçamento público; Comunicação – geração de informação e desenvolvimento de campanhas de mídia para alertar e conscientizar a sociedade sobre a causa e Mobilização – cursos à distância, oficinas presenciais e sistematização de conteúdos para potenciais multiplicadores, como profissionais de educação, saúde, trânsito e outros ligados à infância, promovendo a adoção de comportamentos seguros.





Paraná sanciona a primeira lei anti-fracking do Brasil


Após quase seis anos de campanhas de mobilização com o apoio de cooperativas, autoridades, ONGs e sociedade, o estado está livre do gás da morte

A partir de agora, é possível dizer que o Paraná está à favor do clima, da água e da vida. Nesta quarta-feira (10) foi publicada no Diário Oficial do Paraná, a sanção do governador Carlos Massa Ratinho Júnior (PSD) da Lei nº 19.878, que proíbe totalmente a exploração do gás de xisto pelo método de fracking, ou fraturamento hidráulico, em todo território paranaense. Assinado pelos parlamentares Evandro Araújo (PSC), Goura (PDT), Márcio Pacheco (PDT) e pela deputada Cristina Silvestri (PPS), o projeto de lei nº 65/2019 foi aprovado na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) no mês passado
Dessa forma, o Paraná se torna o primeiro estado de todo o Brasil a banir a prática. "Após quase seis anos de uma campanha de mobilização, pesquisas científicas e trabalhos com legisladores e especialistas realizadas pela Coalizão Não Fracking Brasil pelo Clima, Água e Vida (COESUS), juntamente com o Instituto Internacional Arayara e a 350.org Brasil, contamos com essa excelente conquista", celebra o diretor associado de Campanhas e Mobilizações da 350.org América Latina e diretor da COESUS, Juliano Bueno de Araújo. "Nosso trabalho no estado do Paraná foi árduo e, graças ao apoio de cooperativas, autoridades, ONGs e sociedade, hoje os mais de 11 milhões de paranaenses podem respirar aliviados sabendo que o gás da morte ficará longe de suas terras. A sanção da lei traz o Paraná como pioneiro na história do Brasil, protegendo nossas águas, nossa saúde, agricultura e economia. Escolhemos ficar com a vida e agora seguimos como exemplo a outros estados para que também digam não ao fracking!". 
O autor do projeto, deputado Evandro Araújo, ressalta o vanguardismo do estado – que sai em frente na relação à proteção de sua água, ar e solo fértil. "Durante todo o processo de apresentação do projeto de lei, mostramos que o fracking não atende à vocação do Estado e que seu uso poderia trazer um dano irreparável ao meio ambiente e à produção agrícola, pois onde foi feito no mundo, deu errado", explica o deputado e autor do PL, Evandro Araújo. O co-autor deputado Márcio Pacheco também destaca a importância da proibição para a proteção ambiental e da agricultura que, para ele, é a grande fonte de riqueza do estado.
Já para Goura, outro autor do projeto, o Paraná está cada vez mais ganhando destaque na política ambiental ao restringir uma atividade de extração de energia altamente poluente. "Acredito que, a partir daqui, poderemos ter uma postura mais propositiva em outras temáticas ambientais para o estado", complementa. Por fim, a deputada Cristina Silvestri comemora a sanção da lei, considerando um grande avanço para o Paraná. "O estado mais uma vez está na vanguarda pela defesa de questões ambientais muito importantes não só para nós ou para o Brasil, mas sim para o planeta”.


Histórico da lei no Paraná

A Lei nº 19.878 prevê a revogação da Lei Estadual nº 18.947, sancionada em dezembro de 2016, que tratava apenas da suspensão temporária da exploração do gás de xisto por um período de dez anos. Esta lei é procedente do projeto de lei nº 873/2015, também assinado pelo deputado Márcio Pacheco e pela deputada Cristina Silvestri, além do deputado estadual licenciado e hoje secretário-chefe da Casa Civil, Guto Silva (PSD); pelo ex-deputado estadual e atualmente deputado federal, Schiavinato (PP); e pelos ex-deputados Rasca Rodrigues e Fernando Scanavaca. 
À época, o projeto de exploração pelo método não-convencional foi impedido com base no princípio de precaução para “não concordar com a pesquisa sobre uma atividade que, sabidamente, é portadora de alto potencial de poluição de nosso ar, solo e água, podendo futuramente colocar em risco o sucesso da atividade agropecuária, a mais importante para a economia do estado e para a saúde do seu povo”.


Fracking explicado

O fracking, ou fraturamento hidráulico, é uma tecnologia utilizada para a extração do gás do folhelho pirobetuminoso de xisto – consistindo na perfuração profunda do solo para inserir uma tubulação por onde é injetada, sob alta pressão, entre 7 a 30 milhões de litros de água, areia e mais de 700 produtos químicos tóxicos e com potencial cancerígeno – podendo até ser radioativos – para fraturar a rocha e liberar então o gás de xisto.

Em contrapartida de diversos países ao redor do mundo, que vêm promovendo o desinvestimento em combustíveis de origem fóssil e priorizando projetos em energias renováveis, desde 2013 o governo brasileiro insiste em explorar comercialmente o gás por meio de operações de fracking. Para evitar que isso aconteça, ao longo da história da Campanha Não Fracking Brasil, idealizada pela Coalizão Não Fracking Brasil pelo Clima, Água e Vida (COESUS), as equipes de trabalho  – que envolvem ambientalistas, cientistas, geólogos, hidrólogos, engenheiros e biólogos –, vêm conscientizando a população acerca das principais adversidades da técnica.

Entre os riscos que o fracking pode causar, temos a contaminação da água potável não só na superfície quanto nas fontes subterrâneas, a esterilização do solo, tornando-o infértil para a agricultura, contaminando produções e inviabilizando a pecuária e o turismo – fatores que afetam drasticamente a geração de emprego e renda; graves e irreversíveis danos à saúde, como problemas respiratórios, cardíacos, neurológicos, vários tipos de câncer, má formação congênita, esterilidade em mulheres, aumento da mortalidade infantil e perinatal, nascidos de baixo peso e partos prematuros; além de intensificar as mudanças climáticas.

Empresas questionam se há segurança na nuvem



Uma das perguntas que os empresários mais fazem é se há segurança na nuvem, já que quase ninguém consegue imaginar que lugar é esse. Apesar da desconfiança, esse tipo de investimento tem reduzido sensivelmente os custos e impulsionado os negócios, se provando muito mais eficiente do que o investimento numa infraestrutura tradicional de TI.

Na opinião de Adriano Filadoro, diretor da Online Data Cloud, manter um data center próprio é extremamente caro, mobiliza inúmeras pessoas que poderiam estar dedicadas ao core business da organização e expõe o negócio a vários riscos, já que dificilmente haverá pessoal em tempo integral zelando para que esteja tudo organizado e nada seja violado. Esse é, inclusive, o motivo pelo qual tantas empresas contam com serviços físicos de data center terceirizado. Mas o que se propõe é um passo adiante.

“Hoje em dia, várias empresas terceirizam a gestão das nuvens. Ou seja, há especialistas competentes para expandir ou reduzir o nível de serviços de acordo com as necessidades do cliente jurídico. Sem dúvida, otimizar os negócios e estar preparado para crescer é um dos principais ganhos de se investir em nuvens. E é assim mesmo no plural, já que existem vários provedores de nuvens com perfis diferentes e que podem ser interessantes do ponto de vista econômico e da eficiência”, diz Filadoro.

Embora segurança seja sempre uma questão nevrálgica dentro das organizações, o especialista afirma que o passo mais difícil que uma empresa dá em direção à modernidade é abrir mão do controle desses diferentes lugares remotos que armazenam as informações estratégicas. Como não pensar que elas podem ser perdidas, roubadas, corrompidas ou até furtadas? “Ao contrário do ditado que ‘o gado só engorda diante dos olhos do dono’, neste caso o ‘gado’ engorda muito mais sob a supervisão de especialistas que vão garantir que atinja as melhores condições da forma mais segura possível. Os provedores de nuvem contam com vários sistemas de segurança. Em resposta às demandas dos clientes, a barra é bastante alta. Por isso, compensa”.

De acordo com Filadoro, a maior parte das violações ocorridas nos últimos anos vem de bancos de dados internos, não baseados na nuvem. “O papel do gestor de nuvens é justamente identificar as necessidades e os temores de seus clientes, investindo em provedores especializados em funções específicas. Em muitos casos, adotamos uma estratégia híbrida, em que alguns dados são altamente confidenciais e só podem ser acessados pelo cliente e outros que podem estar seguros numa nuvem pública, facilitando a eficiência dos negócios. Neste caso, reputação ainda é um bom guia para a tomada de decisões”.






Fonte: Adriano Filadoro - sócio e diretor da Online Data Cloud – empresa com 25 anos no mercado da tecnologia da informação. www.onlinegroup.com.br



Bolsa em alta requer autocontrole por parte do investidor


Saiba como o aspecto psicológico influencia na capacidade de análise no caso das ações em bolsa


Investir na Bolsa ainda é uma realidade para apenas 0,29% dos brasileiros. No entanto, esse número vem crescendo tal qual o interesse da população do País pelas finanças. Este ano, a Bolsa de Valores acumulou ganhos de 14,88% no primeiro semestre, o melhor resultado em três anos. No entanto, em tempos de aplicativos para investir em fundos e ações, o autocontrole é item fundamental nesse jogo.

Uma das principais razões pelas quais é considerado importante atentar-se ao emocional na hora de investir na bolsa é porque o vai e vem dela é algo cíclico. Ainda que os últimos resultados sejam positivos, o cenário econômico de um dia para o outro pode mudar e, com isso, o autoconhecimento é chave essencial para lidar com estas oscilações.


Tudo é ciclo

De acordo com especialistas, a caracterização básica do conceito de vida em psicologia transpessoal é a “dimensão atemporal”. Absolutamente tudo possui diferentes formas de existência, impossibilitando qualquer pessoa de definir exatamente seu fim ou o seu começo.

Rebeca Toyama, especialista em psicologia transpessoal, afirma que “a visão a longo prazo é fundamental para obter os resultados esperados neste tipo de investimento”. Além disso, segundo Rebeca, “essa visão, acoplada ao autoconhecimento, é fator determinante para o investidor”.

Por essa razão, equilíbrio e controle são peças principais para conseguir lidar com as situações impostas, inclusive tratando-se de investimentos na bolsa, em tempos tanto positivos quanto negativos. Qualquer momento na Bolsa de Valores é uma nova oportunidade para utilizar do autocontrole e do autoconhecimento, especialmente em casos de queda.

“Planejadores financeiros afirmam categoricamente que as ações em bolsa devem ser parte de uma carteira de investimentos e não todo o investimento, sob pena de prejuízos relevantes”, complementou Rebeca Toyama. Estudar e analisar esta modalidade de investimento é um dos melhores exercícios que o investidor pode fazer para se conhecer e saber quais serão seus próximos passos.

“Indo além, o investidor imediatista deve ter cuidado com ações em bolsa. O imediatismo e a volatilidade são inerentes à esse tipo de investimento, então é preciso controle e autoconhecimento antes de desbravar a compra de ações que são promessas de ganho sabendo que tudo é cíclico”, finalizou a especialista. 



As multas chegam altas por violações de dados


São £ 183 milhões para a British Airways por violações de cartão de crédito, nomes, endereços e detalhes de reservas.


O órgão de fiscalização de dados do Reino Unido anunciou planos para multar a companhia aérea British Airways em um recorde de £ 183 milhões em relação à violação de dados do ano passado. O Gabinete do Comissário de Informação (ICO, Information Commissioner’s Office) disse que "acordos de segurança deficientes" na empresa levam à violação de informações de cartão de crédito, nomes, endereços, detalhes de reservas de viagens e logins para cerca de 500.000 clientes. A multa seria a maior que a ICO já emitiu, muito mais do que a multa de 500 mil libras contra o Facebook pelo escândalo Cambridge Analytica que afetou milhões de pessoas. A British Airways terá agora 26 dias para recorrer da decisão antes de ser finalizada.

Em um comunicado, a comissária de informação Elizabeth Denham disse que a perda de dados pessoais é "mais do que uma inconveniência" e disse que as empresas devem tomar as medidas apropriadas "para proteger os direitos fundamentais de privacidade. Os dados pessoais das pessoas são apenas isso - pessoais. Quando uma organização falha na proteção contra perda, dano ou roubo, é mais do que uma inconveniência. É por isso que a lei é clara - quando você recebe dados pessoais, precisa cuidar deles”.
 

Sua empresa está preparada para a LGPD? 


O Brasil também deu um passo importante em direção a proteção de dados. Em julho de 2018, foi aprovada a lei geral de proteção de dados pessoais, incluindo o País no hall das nações com legislação sobre o tema. O texto garante maior controle dos cidadãos sobre suas informações pessoais: exige consentimento explícito para coleta e uso dos dados, tanto pelo poder público quanto pela iniciativa privada, e obriga a oferta de opções para o usuário visualizar, corrigir e excluir esses dados.

Segundo Matheus Baeta, diretor da OTRS Brasil, fornecedora líder de soluções para gerenciamento de processos e comunicação, o marco legal é o ponto de partida para a implementação de uma estratégia social que coloque o indivíduo no controle efetivo dos seus dados pessoais. “Sem a LGPD, o Brasil perderia oportunidades de investimentos financeiros internacionais em razão do isolamento jurídico”, esclarece o executivo.

A lei brasileira prevê advertências e multas de até R$ 50 milhões por infração, além de proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas ao tratamento de dados. Mas a maioria das empresas brasileiras não está preparada para tais níveis de conformidade. “É preciso que as corporações busquem tecnologia e know-how de processos que estejam de acordo com a nova lei, de forma a evitarem transtornos operacionais e econômicos. Será essencial que as empresas registrem incidentes de segurança de TI e as documentem legalmente”, explica Baeta.

A OTRS, como especialista em ambientes de segurança, fornece as seguintes recomendações para ajudar as empresas com a segurança da informação:


Elabore uma estratégia - Pequenas, médias e grandes empresas, além das instituições governamentais, precisam elaborar suas estratégias. É útil criar Relatórios para Incidentes de Segurança e dedicar uma pessoa responsável por eventos relacionados à segurança. Isso pode criar uma documentação centralizada que mantém todos conscientes do que está acontecendo.


Busque especialistas experientes - Além da lei de proteção de dados pessoais, outras regulamentações legais para proteção de dados e processos de segurança de TI aplicam-se a setores críticos, como provedores de serviços financeiros e seguradoras. As empresas nem sempre têm tempo para verificar todos os regulamentos e determinar se são relevantes para seus negócios. Portanto, não hesite em consultar especialistas experientes externos com perguntas sobre as diretrizes e conformidades.


Defina processos de segurança claros - É importante que todas as empresas estabeleçam processos e responsabilidades claras para lidar com eventos relacionados à segurança. As seguintes questões devem estar entre as consideradas:

1.   Como você define um incidente de segurança?
2.   Quando exatamente um incidente precisa ser relatado?
3.   Quais dados ou processos devem ser protegidos?
4.   Qual é o impacto potencial do incidente?
5.   Quem deve ou pode ser informado de um incidente?
6.   Em que ordem e em que período deve ocorrer a comunicação?


Centralize os processos digitais - Para documentar os eventos de segurança e as medidas correspondentes tomadas para mitigar a situação de maneira segura, sistemas como o STORM da OTRS estão disponíveis. Eles atuam como o backbone técnico dos processos de segurança de TI, suportam a comunicação relacionada a incidentes e armazenam a documentação no caso de auditorias posteriores. Eles tornam possível definir processos específicos para cenários de ameaças, conceder acesso baseado em função aos usuários e permitir a comunicação criptografada entre usuários claramente autenticados, de modo que os ataques sejam tratados rapidamente e a documentação apropriada seja capturada.


Segurança é um processo contínuo - Uma vez estabelecidos, os processos de segurança de TI se tornam uma parte cotidiana de suas atividades comerciais. No entanto, deve-se considerar que os regulamentos, processos e requisitos podem mudar de novo e de novo. É por isso que as empresas devem se manter atualizadas. Para desenvolver know-how de segurança e desenvolver uma equipe de segurança de TI, o profissional deve se conectar com outros agentes de segurança e ficar por dentro das mudanças no setor.



 

Grupo OTRS

www.otrs.com


terça-feira, 9 de julho de 2019

Penteados incríveis para o Dia do Rock


Dia 13 de julho é comemorado o Dia do Rock. Para celebrar a data mais roqueira do ano que tal investir em looks modernos? A hairstylist Sonia Nesi ensina alguns penteados da moda para passar a data no maior estilo roqueira!!!


Penteado com topete

Banco de imagens

  1. Modele as pontas dos cabelos com babyliss. Deixe as ondas largas.
  2. Separe uma parte do cabelo no alto da cabeça e comece a desfiar com a ajuda de um pente fino.
  3. Dica: divida em duas mechas de forma que uma fique atrás da outra; Desfie bem a de dentro para dar volume.
  4. Faça uma franja lateral e fixe com spray.
  5. Ajeite o topete com a ajuda do cabo do pente e prenda as mechas atrás da cabeça. Pode ser com elástico, grampo ou um acessório de sua preferência.
  6. E está pronto! Use pomada modeladora nos cachos e aplique spray fixador no alto da cabeça para segurar o topete. Se quiser, você também pode prender o cabelo em um rabo de cavalo.


Penteado estilo Elvis – Trança com topete
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O topete, inspiração no Elvis, é um dos penteados mais clássicos quando pensamos em mulheres roqueiras.
  1. Separe uma mecha da parte da frente da cabeça e com um pente fino e desfie-a, sempre do sentido contrário ao do cabelo, para dar volume.
  2. Faça uma elevação da parte separada para trás, formando um topete. Prenda-o com grampos invisíveis.
  3. Junte as pontas que sobraram do topete com o restante do cabelo. Reparta os fios em 3 mechas iguais e comece a trançar do alto, de modo apertado.
  4. Pegue pequenas mechas de cada lado e intercale-as com a trança. A diferença da trança de raiz é que ela não fica solta, além de permanecer rente à nuca
  5. Ao chegar à base da nuca, prossiga trançando os cabelos.
  6. Acerte as laterais com o cabo do pente. Para finalizar o penteado, aplique spray fixador.



Penteado com bandanas

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Para incrementar o penteado e dar um visual Axl Rose que tal usar uma bandana? As bandanas vermelhas são “a cara” do rock e o melhor de tudo é que esse acessório é super versátil, dá para usar de várias formas! Além disso, ele fica ótimo tanto para lisas quanto para cacheadas. Dá para variar bastante nas amarrações. Uma dica é usar fazendo um lacinho no topo.









Penteado Hair Piercing:

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  1. Divida o cabelo em três partes, com presilhas para separar os fios.
  2. Deixe a metade do cabelo separada, para começar a fazer a trança de um lado só.
  3. Faça a trança embutida de um lado do cabelo.
  4. A trança e feita até o final do cabelo e prenda com elástico para que ela não solte.
  5. Depois da trança finalizada, passe um pente largo e solte os fios que restaram.
  6. Para a finalização do penteado coloque um acessório na trança que e uma argolinha.

Celulite não é doença e não tem cura, mas há meios de combatê-la

Exercícios físicos são importantes (modelo Cris Lopes)
 (Marcelo Matusiak)


Avanços no tratamento da celulite permitem amenizar efeitos no corpo



Coloque a palavra “combate a celulite” no buscador da internet e aparecerão mais de um milhão de tópicos relacionados ao tema. Definitivamente, o tema desperta a atenção das mulheres que buscam o corpo bonito e tentam se livrar das indesejadas marcas no corpo. O ponto polêmico, hoje, é o quanto as mulheres devem aceitar ou enfrentar o problema.

Segundo a presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS), Taciana Dal´Forno Dini, estudos de revisão que abordam o tratamento da celulite e da flacidez apresentam resultados inegáveis, mostrando que as mulheres precisam, sim, aceitar esta condição característica da pele feminina, mas, também, têm o direito de saber que existem opções de tratamentos seguras, eficazes e respaldadas pela literatura médica.

- Ao longo dos últimos 20 anos, a Dermatologia acompanhou um grande avanço no tratamento da celulite. O Brasil tem muito do que se orgulhar, pois tanto a técnica cirúrgica da Subcision, que trata eficazmente as lesões deprimidas da celulite, com resultados duradouros, quando a Escala de Gravidade de Celulite, a escala mais referida no mundo para estudos científicos desta condição, foram desenvolvidas por dermatologistas gaúchas. Ainda mais, algumas tecnologias estão sendo utilizadas no seu tratamento com resultados eficazes, com comprovação de estímulo à formação de colágeno e diminuição do tecido gorduroso – explica.

Um dos aspectos que sempre chama a atenção é a predominância da celulite entre as mulheres. Segundo a médica, esse fenômeno acontece porque as mulheres apresentam a camada de gordura, em geral, com lóbulos maiores do que os homens e estes lóbulos são divididos por septos fibrosos perpendiculares, que tracionam a pele para baixo, formando as irregularidades características da celulite. Além disso, as mulheres apresentam a derme mais delgada do que os homens, com menor quantidade de colágeno, conferindo menor sustentação.

- Tudo que vai fazer depositar mais gordura, ou seja, o início da ação dos hormônios na adolescência, por exemplo, vai provocar a celulite. Acontece especialmente nas nádegas e coxas. 

Alimentação errada com excesso de açúcar e carboidratos e sedentarismo estão relacionados ao aumento do aparecimento da celulite. Por outro lado, tudo que ajuda a queimar gordura ajuda a combatê-la – completa Taciana.

A médica reforça a importância da prática de atividades físcias que ajudam de duas maneiras: primeiro porque queimam gordura e, segundo, porque fortalecem a sustentação muscular abaixo da pele, melhorando o formato do corpo.

A dermatologista explica que os bioestimuladores injetáveis, quando utilizados para o tratamento da flacidez corporal, também podem melhorar secundariamente a celulite, pelo estímulo de colágeno que eles proporcionam.
Em relação ao uso de cremes, a médica explica que, de fato, eles não trazem tanto efeito uma vez que há uma grande dificuldade em atravessar a barreira cutânea e atuar na gordura do tecido subcutâneo.




Marcelo Matusiak

Saiba como recuperar os fios das sobrancelhas


Jane Muniz, sócio-fundadora do Spa das Sobrancelhas,dá dicas para recuperar sobrancelhas falhadas


   
Diversos fatores podem levar à perda de densidade dos fios das sobrancelhas, afinar ou simplesmente parar de crescer. O pelo em sua sobrancelha é como qualquer pelo de outro lugar do corpo e possuem um ciclo de vida, onde nascem, crescem e morrem; e ao caírem são substituídos por outros. Porém, quando ocorre uma perda considerável dos fios das sobrancelhas, é logo perceptível, pois elas são a identidade da face, dando expressão ao nosso olhar.

Quando as sobrancelhas não apresentam uniformidade, é preciso preencher as falhas. É importante ter em mente que a queda de alguns pelos ao longo do dia é um processo normal, quando esse fator ocorre é que os fios estão em um período de renovação, ou seja, enquanto alguns estão crescendo e outros estabilizados, uns começam a cair para que surjam novos, mais saudáveis.

Para resolver o problema, é importante observar diversos fatores que podem acarretar essa perda de fios. “Certifique-se de que sua dieta esteja bem equilibrada e contenha nutrientes e calorias suficientes. Quando seu corpo percebe que não há o suficiente para se nutrir, funções não essenciais, como o crescimento do cabelo, serão prejudicadas”, alerta a presidente e sócio-fundadora do Spa das Sobrancelhas, Jane Muniz.

O Spa das Sobrancelhas tem serviços e produtos para estes casos, que são bastante comuns nas clientes. Com a DermoLev, que trabalha luz e sombra com esfumaçamento na região das sobrancelhas, ou Dermolev Fio a Fio, com desenhos de fios nas áreas falhadas, o resultado é natural e chega a durar mais que um ano. O processo parece, mas não é tatuagem.

Jane Muniz orienta o uso de outros produtos: “Caso a cliente queira cuidar de maneira definitiva os fios, é indicado o Nutrifix, o anjo da guarda das sobrancelhas. Ele é um gel especial que alinha, nutre e modela. Em sua nova versão, o Nutrifix Pocket, utilizamos uma fórmula exclusiva, com maior concentração de ativo PG4G que auxilia o ciclo de crescimento e renovação dos pelos. Indico também o Lápis para Sobrancelhas, alinhado ao Nutrifix, que é aquele produto indispensável na maquiagem. Para desenhar e cobrir pequenas imperfeições, ele é perfeito!”.

Se você considerar os fatores que poderiam causar o afinamento dos cabelos no couro cabeludo, suas sobrancelhas podem ser afetadas também. Questões médicas que causam perda de cabelo no couro cabeludo também podem desencadear problemas com as sobrancelhas. Por exemplo, o hipotireoidismo é uma causa comum, juntamente com a dermatite atópica, particularmente para pessoas que têm pele sensível. O Nutrifix pode ser um aliado em alguns processos de recuperação das sobrancelhas.

“Além das dicas que compartilhei acima, temos o Gloss para Sobrancelhas, que é um forte aliado para disfarçar as falhas nas sobrancelhas. Além de preencher as falhas, dá volume e alinha enquanto estimula o crescimento dos fios. Perfeito para deixar as sobrancelhas preenchidas e a maquiagem impecável”, indica Jane.

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