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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Banco de leite do Hospital Geral de Pedreira convoca doadoras



Inverno é o período mais crítico para a instituição, que registrou queda no número de doações e tem apenas 12 litros em estoque; semana mundial de aleitamento materno termina neste domingo

O Hospital Geral de Pedreira, unidade da Secretaria de Estado da Saúde gerenciada em parceria com a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), está com seu estoque do banco de leite em baixa e precisando de doadoras. A maternidade do hospital é referência de atendimento para a zona sul de São Paulo.

A unidade tem registrado queda nas doações. “Hoje temos apenas 12 litros de leite em estoque. Fracionamos um litro por dia e o ideal para suprir a demanda seria, ao menos, três litros por dia, mas não recebemos essa quantidade nem por semana”, explica Bruna Peiker de Oliveira, nutricionista clínica e responsável técnica pelo banco de leite. 

Além da captação, tratamento e doação de leite materno, o banco de leite do hospital também oferece suporte multiprofissional para mães, bebês e orientações às doadoras sobre diversos temas, como cuidados com a mama, contato entre mãe e bebê e introdução de outros alimentos após os seis meses de idade.

A principal orientação para quem quer doar é ter leite excedente. “A mãe precisa amamentar o seu bebê primeiro e depois tirar o excedente. Por isso sempre conversamos com as doadoras para saber como está a produção de leite e se ela está conseguindo amamentar bem o próprio filho”, alerta Bruna.

A nutricionista explica que o leite deve ser armazenado em frascos de vidro com tampa de plástico e, em algumas situações, quando o hospital não consegue enviar o frasco para a doadora, ela pode utilizar um recipiente de vidro que tenha em casa, seguindo as seguintes orientações:

- Fazer a esterilização caseira no frasco, durante 15 minutos em água fervente, e deixar secar naturalmente.

- Fazer uma massagem e ordenhar o leite no frasco esterilizado, sendo que os três primeiros jatos devem ser descartados.

- Colocar nome e data no frasco e congelar o leite.

Congelado, o leite tem validade de 15 dias em seu estado natural e, depois de ser pasteurizado, tem validade de seis meses. “É um alimento muito rico, porém muito perecível. Precisamos pasteurizar para ofertar por um período maior, especialmente durante o inverno, quando as doações caem muito”, lembra a responsável pelo banco de leite.

As interessadas em doar leite podem entrar em contato com o Banco de Leite, através do telefone (11) 5613-5900, ramal 4937, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. O Hospital Geral de Pedreira fica na Rua João Francisco de Moura, 251 – Vila Campo Grande, São Paulo.

Até o dia 7 de agosto é celebrada em mais de 170 países a Semana Mundial de Aleitamento Materno. Em 2016, o tema é Amamentação: uma chave para o desenvolvimento sustentável, cujo principal objetivo é mostrar como a amamentação está relacionada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), como saúde, segurança alimentar, além de ser um método ambientalmente sustentável de alimentação. 



A prática da atividade física durante a gestação



Segundo o Colégio Americano de Ginecologistas e Obstetras (ACOG), a atividade física traz diversos benefícios para as gestantes e o seu bebê.


Redução das dores lombares, melhora na constipação intestinal, diminuição do risco de diabetes gestacional, ganho de peso saudável durante a gravidez, melhoria do condicionamento físico geral e fortalecimento do coração e dos vasos sanguíneos, e ainda ajuda a futura mamãe a perder o peso adicional depois que seu bebê nasce, são alguns dos benefícios que traz uma atividade física praticada durante a gravidez, porém, desde que não tenham contra indicações, durante os três trimestres de gestação.

Para a ginecologista e obstetra Dra. Mariana Halla, a corrida é uma modalidade esportiva que pode ser praticada durante a gestação, porém, com menor intensidade e cuidados adicionais como controle dos batimentos cardíacos, atenção à hidratação, preferência a superfícies planas e regulares e vestimentas adequadas. “Também é importante que apenas mulheres previamente acostumadas com este esporte o façam durante a gravidez.
Aquelas que não corriam antes de engravidar devem preferir uma caminhada rápida”, ressalta a Dra. Mariana.

Mãe calma, bebê calmo!
Além dos benefícios já citados, a corrida é uma atividade prazerosa que libera dopamina e serotonina, neurotransmissores que acalmam e dão sensação de bem estar, contribuindo para um sono melhor e alívio de stress. Mas cuidado, pois durante a gravidez, existe aumento de um hormônio, a relaxina, que deixa as articulações mais maleáveis e, portanto, com maior risco de entorses e quedas. Também com o aumento do peso na pelve/abdome, há mudança do centro de gravidade, favorecendo desequilíbrios e dores lombares. “O aumento global do peso materno sobrecarrega articulações podendo causar lesões. Se o exercício for muito intenso, pode prejudicar o fluxo placentário ou até levar ao trabalho de parto prematuro”, ressalta Mariana.

A seguir, a ginecologista tira algumas dúvidas sobre a prática de exercício na gestação

Até que ponto da gestação a corrida é uma atividade segura para a mamãe e para o bebê?
Desde que não tenham contraindicações, a gestante poderá correr 32 semanas em média, mas cada situação será individualizada pelo médico do pré-natal.

Quais os cuidados que devem ser observados pela grávida durante a prática de corrida?
-Controlar sua frequência cardíaca para que não passe de 60-80% da frequência cardíaca máxima
-Hidratar- se regularmente
-Usar tops que tenham boa sustentação para as mamas
-Evitar superfícies irregulares ou escuras
-Parar no primeiro sinal de tonturas ou exaustão

No que ou, de que forma a prática desta atividade pode influenciar no momento do parto?
Evitando o ganho excessivo de peso materno, menores são as chances de um bebê macrossômico (grande demais) e maiores as chances de um parto normal. Treinando a musculatura pélvica e abdominal, a futura mamãe terá mais facilidade para exercer os puxos (fazer a força) durante o trabalho de parto. A recuperação pós- parto será melhor naquelas que praticaram esta ou outra atividade física.

De que forma o ginecologista e obstetra pode orientar ou ajudar a mulher na escolha da atividade física ideal para cada caso durante a gestação?
Todas as mulheres devem praticar atividades físicas durante o pré-natal, e aquelas antes sedentárias, devem começar lentamente até tornar essa pratica comum para todos os outros momentos da vida. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças, (CDC) recomenda que mulheres grávidas façam pelo menos 150 minutos de atividade aeróbica de intensidade moderada por semana. A escolha deve respeitar o gosto da gestante, opções como pilates, musculação, Yoga, caminhada, bicicleta ergométrica (estacionária), corrida, dança, natação ou hidroginástica são bem vindas. Esportes de contato como boxe ou outras lutas, basquete, futebol ou ainda mergulho e paraquedismo devem ser evitados.



Dra  Mariana Bignardi Halla – CRM 117460 - Ginecologista e Obstetra. Graduação pela Faculdade de Medicina de Jundiaí; Residência Médica e Especialização em Ginecologia Endócrina pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo; Atuou no Hospital São Luiz ;Associada da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia; Certificada pelo ALSO ( Advanced Life Support in Obstetrics);  Pós Graduação pela Sociedade Brasileira de Medicina do Estudo do Envelhecimento-SOBRAE; Membro da International Menopause Society-IMS, Pós Graduanda em Nutrologia- ABRAN.

O bullying virtual provoca problemas sérios de saúde e socialização, mostra pesquisa da Kaspersky Lab



 Segundo o estudo Growing Up Online – Connected Kids (Crescendo on-line – As crianças Conectadas), realizado pela Kaspersky Lab em conjunto com a iconKids & Youth, o bullying virtual é mais perigoso para as crianças do que muitos pais consideram. Para maioria das jovens vítimas, as consequências do assédio on-line incluem problemas sérios de saúde e socialização.

Chamamos de bullying virtual qualquer forma de intimidação, perseguição ou agressão intencional que crianças e adolescentes possam sofrer na Internet. Curiosamente, crianças entre 8 e 16 anos são mais cautelosas em relação a essa ameaça do que seus pais. De acordo com o estudo, 13% das crianças consideram esse tipo de atitude inofensivo, enquanto que para os pais essa opinião sobe para 21% dos pais. Ao mesmo tempo, 16% dos jovens que participaram da pesquisa têm mais medo de sofrer bullying on-line do que off-line, enquanto metade (50%) teme igualmente o bullying na vida real e no mundo virtual.

Os pais não devem minimizar a importância do perigo do bullying virtual. Embora no estudo apenas 4% das crianças tenham admitido sofrer bullying on-line (em comparação com 12% no mundo real), as consequências de 7 em cada 10 casos foram traumáticas.

O bullying na Internet afetou gravemente seu bem-estar emocional: pais de 37% das vítimas relataram baixa auto-estima, 30% observaram uma piora em seu desempenho escolar, e 28% mencionaram depressão. Além disso, 25% dos pais afirmaram que o bullying virtual abalou o padrão de sono de seus filhos e causou pesadelos (21%). 26% dos pais notaram que as crianças começaram a evitar o contato com outras crianças, e 20% descobriram que seus filhos tinham anorexia.

Outra questão preocupante é o resultado das estatísticas, de que 20% das crianças já testemunharam outras sofrendo bullying on-line e, em 7% dos casos, até participaram. A pesquisa mostra que, muitas vezes, os jovens escondem os incidentes de bullying virtual de seus pais, tornando a tarefa de protegê-los ainda mais complicada. Porém, essa não é uma missão impossível.

Andrei Mochola, chefe de negócios ao consumidor da Kaspersky Lab, comentou: “Na tentativa de proteger nossos filhos do perigo, não podemos esquecer que eles não vivem só no mundo real, mas também no mundo virtual que, para eles, é tão real quanto o outro. Na Internet, as crianças têm contato social, aprendem coisas novas, se divertem e, infelizmente, se deparam com situações desagradáveis. O bullying virtual é um dos maiores perigos que uma criança pode enfrentar na Internet, pois pode ter um impacto negativo sobre seu estado psicológico e causar problemas para o resto de sua vida. Se isso acontecer, a melhor solução é conversar com seu filho e usar um software de controle para pais que o avise sobre mudanças suspeitas nas redes sociais da criança”. 
Para obter mais recomendações sobre como proteger seus filhos na Internet, visite kids.kaspersky.com. Informações sobre soluções técnicas para esses problemas encontram-se disponíveis no site Kaspersky Safe Kids.

Kaspersky Lab -  http://brazil.kaspersky.com

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