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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Quatro dicas de educação financeira para as crianças






 Mesmo sem receber mesada, muitas as crianças ganham, de vez em quando, algum dinheirinho dos pais, avós, padrinhos, como um presente ou até mesmo prêmio por alguma conquista.

A educação financeira, apesar de básica, geralmente é um dos assuntos mais delicados no contexto familiar. Ensinar desde cedo as noções de certo e errado e estimular que os pequenos façam as suas escolhas com responsabilidade, pode ser uma tarefa desafiadora.
 
Conheça quatro dicas de Deyse Ford Racy Haddad, diretora da Tiny People Bilingual School, de como transformar essas situações do dia a dia em oportunidades para ensinar os filhos a lidarem com dinheiro.

Apresente o hábito de poupar na rotina diária. É importante incentivar as crianças, desde bem pequenas, a pouparem desde um simples lápis de cor até mesmo a água que sai da torneira. Aos poucos, é possível introduzir a noção de dinheiro e ensinar que poupar é guardá-lo em algum lugar bem seguro. Para isso, ofereça um cofrinho para a criança.
Que tal um porquinho? É importante que seu filho participe da escolha do cofrinho dele! Seja uma caixa decorada, uma lata colorida, ou o bom e velho porquinho. A participação ativa das crianças, desde o início de qualquer projeto, é a regra básica para conquistar o engajamento delas. O cofrinho é a representação mais simples e concreta que as crianças têm do conceito de juntar dinheiro e é uma ferramenta útil no processo de aprendizado.
A poupança pode começar a ser feita guardando metade do que se ganhou. Aos poucos, seu filho vai se sentir motivado a colocar um pouquinho a mais dentro do porquinho.
Determinando metas. Não é nada fácil distinguir coisas que precisamos daquelas que apenas queremos comprar. Escolher e determinar como o dinheiro economizado pode ser gasto, como num brinquedo especial, numa viagem, num passeio, pode ser um forte aliado e motivação extra nessa tarefa. Adquirir brinquedos, doces, figurinhas é gostoso e divertido. Porém, algumas vezes, a criança pode se arrepender. Ajude seu filho a pensar no melhor destino para o dinheiro. Caso ele queira mesmo comprar algo que você não considere tão útil, deixe. A experiência vai ajudar seu pequeno a entender a importância de pensar antes da escolha final para usar bem suas ricas moedinhas.

Segundo a diretora da Tiny People, neste processo, o grande objetivo é que as crianças aprendam a dar valor ao que têm e a conhecer os limites dos gastos.

“Quem poupa tem. Esta velha frase, que por muitas vezes ouvimos das pessoas à nossa volta, pode se transformar em um slogan direto e divertido de uma bela campanha que mostre que gastar é bom, mas poupar é melhor ainda”, finaliza Deyse.


Tiny People- www.tinypeople.com.br

domingo, 13 de dezembro de 2015

Saiba como minimizar os transtornos causados pelos fogos de artifício aos pets





Período de festas é sempre o mais caótico para os animais de companhia

As comemorações de fim de ano chegam acompanhadas dos rituais de queima de fogos de artifício. Apesar desse hábito agradar muitas pessoas, ele não é nem um pouco bem vindo para os pets, que contam com uma sensibilidade auditiva infinitamente maior do que a nossa. Por isso a Comac (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN), em parceria com veterinários e especialistas do segmento pet traz dicas que ensinam a minimizar o estresse causado nos animais pelos barulhentos rojões. Os animais se assustam facilmente com o barulho e são tomados por medo e pânico. Esse conjunto de sensações acaba desorientando o animal, que tende a correr desesperado, além de correr sem destino.
Nessas circunstâncias é muito comum os animais fugirem de suas casas, até mesmo aqueles que não costumam ser fujões, podendo ser inclusive atropelados, já que ficam desorientados. “Eles podem sofrer paradas cardiorrespiratórias, convulsões e ter diversos problemas, acarretando até em morte,” afirma Dra. Ceres Faraco, veterinária parceira da Comac. Para evitar tudo isso, é preciso garantir condições mínimas de segurança e evitar ambientes conturbados e barulhentos. Tranquilizar seu pet, transmitindo a sensação de que tudo está bem e sob controle, é o primeiro passo. O pet pode conseguir fugir, por conta do desespero, e irá correr por muitos quilômetros, portanto é crucial que esteja com alguma coleirinha que conste endereço e telefone do proprietário. Pois se alguém conseguir resgata-lo, há grande chance de haver contato para devolução do animal.
Outro tipo de acidente muito comum é o enforcamento, devido as tentativas desesperadas de romper a coleira para fugir, podendo ficar presos em pequenos vãos e grades. Pode acontecer do pet tentar atravessar portas de vidro, se atirar pela janela e bater a cabeça contra paredes, situações que também podem ser fatais. Traumas emocionais não ficam de fora da lista de consequências causadas pelo alto nível do estresse. Acaba resultando em agressividade, ataques contra os próprios donos e outras pessoas, brigas com outros animais, até mesmo com os que convivem, convulsões e afogamento em piscinas. Para evitar problemas como esses, acomode os animais dentro de casa, em lugar onde possam se sentir em segurança, com iluminação suave e se possível um rádio ligado com música não muito alta.
Feche portas e janelas para evitar fugas e acidentes fatais. Para abafar o som, coloque cobertores pesados ou mesmo um colchão tapando a janela. Também pode-se forrar o chão com cobertor e cobrir o bichinho com um edredom. Forneça alimentos leves, pois distúrbios digestivos provocados pelo pânico podem matar (torção de estômago, por exemplo).
Tampões de algodão nos ouvidos podem ser colocados minutos antes e tirados logo após os fogos. Acostume seu pet e não esqueça de retirar os tampões assim que possível. “Não deixe muitos animais juntos, pois, excitados pelo barulho, poderão brigar. Tente deixá-los em quartos separados, se estiverem sem supervisão,” completa a especialista.

Código de Trânsito Brasileiro

Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078 de 1990)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Dicas da LUMI Cosméticos para maquiagem especial das festas Natal e Réveillon


“Aposte nos olhos marcados e com brilho. As dicas a seguir podem ser feitas nas tonalidades douradas e acobreadas também”, explica Natália Antunes, consultora de beleza e sócia proprietária da LUMI Cosméticos.





Depois da preparação da pele, defina as sobrancelhas e aplique na pálpebra móvel a Sombra Uno Prata. Marque o côncavo com a Sombra Uno Preta. Na pálpebra Móvel, sobre o globo ocular aplique a Sombra em Pó Brilho Prata.






Para fazer o esfumado mais sofisticado utilize a Sombra Uno Bronze sobre o ossinho da cavidade ocular. Ilumine sob o arco da sobrancelha com a Sombra Uno Pérola.











Esfume na pálpebra inferior a Sombra Uno Prata.















Aplique o Lápis Preto por todo o contorno dos olhos.














Máscara para Cílios Preta finaliza a make dos olhos. Aplique um Blush que ofereça um ar mais bronzeado, por que afinal de contas estamos no verão! A sugestão são as quatro tonalidades do Blush em Pó Soft.






















“Nos lábios, uma cor mais nude ficará super bonita, sugiro o Brilho Labial Rosa Bailarina”, finaliza Natália.

Falta de medicação em Campinas (SP) afeta cidades da região




·      Especialista orienta pacientes a como continuarem tratramento;
·      Cidades como Jundiaí, Bragança Paulista, Itatiba , Paulínia e Atibaia estão sem medicação desde o início do mês

            A indisponibilidade de medicação na Farmácia de Alto Custo da cidade de Campinas (SP) desde o início do mês de dezembro, tem afetado muitas cidades da região como: Jundiaí, Itatiba, Atibaia, Bragança Paulista e outras.  O motivo é que por uma questão logística do Sistema Único de Saúde –SUS, as medicações disponíveis são originadas por meio do município.
            O especialista em direito do consumidor, Vinícius Zwarg, explica que por mais que a medicação seja distribuída em Campinas, a responsabilidade do tratamento tem que ser garantida pelo município em que o paciente reside.
            Na cidade de Jundiaí, por exemplo, a informação dada no atendimento é de que mais de 25 medicamentos estão em falta, desde leite até medicações com preços superiores a R$8 mil, como o Rebife 44mg, de uso contínuo e permanente para o tratamento de esclerose múltipla.
            No caso dos pacientes com esclerose múltipla, a ausência da medicação pode trazer danos irreparáveis aos pacientes, tanto de cunho cognitivo, quanto a respeito de sua capacidade motora.
            O direito à saúde é garantido por Lei para os cidadãos, por meio de atendimento médico, bem como no fornecimento da medicação, e em caso de neglicência as responsabilidades devem ser cobradas judicialmente.

Vinícius Zwarg -  sócio do escritório Emerenciano, Baggio e Associados

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