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terça-feira, 22 de maio de 2018

Copa do Mundo 2018: Como não cair em armadilhas na Rússia


BeeCâmbio separou algumas dicas para ter uma estadia tranquila durante os jogos


A seleção de Tite voltou a deixar os brasileiros entusiasmados e com expectativas de deixar a Rússia com o hexacampeonato. O Brasil é o terceiro país que mais reservou ingressos para assistir à Copa do Mundo de perto. A vontade de assistir aos jogos pode ser imensa, mas junto com ela algumas preocupações devem ser levadas em consideração. A BeeCâmbio, plataforma de venda de moeda estrangeira totalmente online, separou algumas dicas para evitar dores de cabeça durante a estadia na Rússia. Confira:


Visto e passaporte

Os brasileiros não precisam de visto para entrar na Rússia e podem ficar por até 90 dias no país, mas é importante não se esquecer de algumas regras importantes:

·         O passaporte deve estar com validade mínima de seis meses até o último dia de viagem.

·         Cidadãos americanos e da União Europeia precisam de visto, então, se você tiver dupla cidadania, é mais fácil entrar com o passaporte brasileiro.

O governo russo liberou a emissão de um visto eletrônico para estrangeiros que querem visitar o país durante a Copa, chamado de Fan ID. O documento permitirá a entrada dez dias antes da primeira partida e a permanência de no máximo 10 dias depois da final sem a necessidade de visto. Para emitir o documento basta acessar o site oficial.

Caso a pessoa já tenha os ingressos dos jogos em mãos e emitia o Fan ID, entrar no país se torna muito mais fácil e rápido. Além disso, garante transfer gratuito de trens nas cidades sedes da Copa 2018.

Se o objetivo for ficar mais de sete dias no país, é necessário ter o registro migratório. 


Como emitir o registro migratório?
 
Se a hospedagem for em hotel ou hostel, o registro já é concedido. Mas se for alugar um apartamento, é necessário solicitar o documento ao proprietário do imóvel. 


Idioma

O russo é o idioma predominante do país. São raras as placas e indicações traduzidas para o inglês, língua universal. São poucas as pessoas que falam qualquer outro idioma que não o deles próprio.

Para não ter grandes problemas, é recomendado aprender frases importantes de direcionamento e informações e comprar pacotes de ingressos com transporte do hotel para o estádio com um guia que fale português, inglês ou espanhol.


Verão na Rússia

A Copa do Mundo vai acontecer entre junho e julho, período de verão na Rússia. Nessa época do ano, o dia amanhece às 4h da manhã e só anoitece às 22h. As pessoas lotam as ruas, bares e restaurantes e fazem uma verdadeira festa do jeito que o brasileiro gosta. Mas é sempre importante ficar atento a possíveis tentativas de roubo.


Preconceitos

A Rússia é conhecida por episódios chocantes de racismo, xenofobia e discriminação. O Ministério das Relações Exteriores (MRE) recomendou viajar com cuidado, não esquecendo de possíveis situações que poderão surgir no país. Violência física é uma questão muito rara, mas ataques contra minorias acontecem com frequência no país.





Aumenta o número de alunos da Educação Especial matriculados em escolas regulares

Desde a implantação da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (MEC, 2008), já se passaram dez anos e alguns avanços, certamente, foram constatados. A base de dados do Observatório do PNE (Plano Nacional de Educação), realizada a partir dos microdados do Censo, indica um aumento de 82% nas matrículas em salas regulares daqueles alunos declarados com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.

Segundo os dados do MEC/Inep, dentre outros aspectos, o percentual de matrículas se diferencia no acesso conforme a localidade. As regiões Norte e Nordeste, por exemplo, são as que apresentam maiores percentuais de alunos de 4 a 17 anos da Educação Especial incluídos nas salas comuns em 2016. Dos matriculados nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio, é progressiva a queda do número de alunos incluídos, chamando a nossa atenção para os mecanismos de exclusão e para a necessidade de refletirmos e desenvolvermos recursos para uma educação, de fato, inclusiva.

Nessa perspectiva, surge uma significativa reflexão: como estamos universalizando o acesso à educação? Considerar as matrículas é o primeiro passo para alcançarmos uma educação inclusiva. Além disso, precisamos buscar a redução das desigualdades, tanto territoriais, quanto locais, em relação à ampliação do número de Salas de Recursos, contratação de intérpretes de Libras e professores licenciados ou com formação continuada em EducaçãoEspecial para o atendimento educacional especializado aos alunos, preferencialmente, na rede regular de ensino.

Mas muitos estudantes ainda não frequentam os programas e os serviços da Educação Especial. A profa. Dra. Dinamara P. Machado –Diretora da Escola Superior de Educação – alerta que muitos ainda estão excluídos do processo educacional, e se faz necessário intervir no contexto das políticas públicas, do financiamento educacional e na formação de professores. Apesar de mais de 70 anos da Declaração dos Direitos Humanos, muitos não fazem parte das estatísticas por não terem sido reconhecidos e identificados em suas demandas educacionais, seja por dificuldade (ou facilidade extrema) em aprender, ritmo de aprendizado (para muito mais ou para menos) ou por apresentarem formas diferenciadas de comunicação (Libras), como também por necessitarem de algum recurso, serviço ou estratégia da Tecnologia Assistiva. Essa situação nos remete a outra questão que se relaciona ao processo de identificação e avaliação do público alvo da Educação Especial.  Estas são algumas das questões que permeiam as práticas de todos aqueles que lidam com a educação.

Há uma distinção significativa entre uma educação que integra e que inclui. Quando apenas inserimos socialmente o estudante no espaço escolar, estamos negando a diferença e, em vez de a escola se adequar ao aluno, é ele quem deve se adequar à escola. Esse paradigma da integração norteou, por muito tempo, a Educação Especial. A escola que apenas promove a integração, é aquela semelhante à escola tradicional, com padrões rígidos e homogêneos, em que os estudantes com dificuldades de aprendizagem, com deficiência ou mesmo aqueles em desvantagem social recebiam “tratamento especial” e avançavam de acordo com os seus méritos pessoais. Já pelo paradigma da inclusão, caminhamos para uma educação que lida com as diferenças humanas refutando os conceitos de normalidade. No contexto da educação inclusiva, há um compromisso político de rompimento com as barreiras sociais e atitudinais que impedem o acesso, a participação e a aprendizagem de todos os estudantes, sem distinção.

O paradigma da inclusão é um desafio para a sociedade contemporânea e, certamente, exige mudanças estruturais, físicas, tecnológicas e educacionais, sobretudo, no que tange a formação docente. Como vencer esse desafio e contribuir, de fato, para uma educação inclusiva? Nesse sentido, o Centro Universitário Internacional Uninter cria o curso de licenciatura em Educação Especial. A coordenadora Paula Sakaguti acredita que o desenvolvimento de uma escola inclusiva, passa pela formação inicial de professores, principalmente desta nova geração que convive diariamente com discursos radicais de exclusão em contraposição aos direitos adquiridos ao longo da história.

As conquistas atuais da área de Educação Especial vêm demonstrando o empoderamento pedagógico na busca de uma escola comum para todos. Urge investir na política de formação de professores rumo à valorização das diferenças e construção de uma sociedade mais justa e plena para todos.





Profa. Dra. Paula M. Yamasaki Sakaguti - Coordenadora do curso de Licenciatura em Educação Especial 

Profa. Dra. Dinamara P. Machado - Coordenadora da Escola Superior de Educação do Centro Universitário Internacional Uninter.


Dia Nacional do Café: conheça os benefícios e riscos de uma das bebidas mais populares


 Especialista indica como introduzir o cafezinho na dieta sem prejudicar a saúde


Os brasileiros gostam tanto de café que a bebida simboliza um hábito no dia a dia, além de impactar nos negócios do país, como na produção e exportação do grão. O dia 24 de maio foi instituído como Dia Nacional do Café para representar o início da colheita nas regiões produtoras e lembrá-lo como paixão nacional.

A cardiologista e nutróloga Aléssia Palhano, do Hapvida Saúde, comenta que apesar de ser uma das bebidas mais consumidas do mundo, não há grandes problemas nos componentes, e sim na quantidade ingerida. “O café possui a cafeína, uma substância com alto poder estimulante e energizante. É rico em polifenois e antioxidantes que combatem radicais livres e até atuam na prevenção do câncer. Além disso, o ácido clorogênico protege o fígado, sendo mais presente no café verde e menos no torrado”, explica.

O consumo em altas doses pode levar ao vício, e posteriormente elevar o cortisol que sobrecarga aos rins. Dessa forma, a especialista alerta sobre a ingestão ideal: “Uma xícara pequena, logo ao amanhecer, mas não é aconselhável colocar açúcar e nem adoçante”.  Similar a outros grãos, o café dispõe de antinutrientes que impedem a absorção de algumas vitaminas e minerais. “Para se proteger disso, basta tomá-lo em jejum. Se você ingerir depois de outras refeições, você terá perda nutricional”, reforça Aléssia.

O maior risco da ingestão exagerada está na cafeína pura, assim como em refrigerante e energéticos, que aumenta o colesterol e a frequência cardíaca, causa arritmia e acelera a coagulação sanguínea, podendo provocar uma hipertensão arterial. “Pessoas que consomem café, em grandes quantidades, terão o sistema nervoso abalado, com sintomas de depressão, síndrome do pânico e estresse, por exemplo. Tudo está relacionado ao consumo exagerado da cafeína”, completa a médica.

Vale ressaltar que a bebida não deve ser excluída da rotina, e sim incorporada na dieta de forma moderada para aproveitar apenas os benefícios e minimizar possíveis riscos para a saúde.


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