Diagnóstico precoce e exames digitais ajudam a definir o momento ideal da reabilitação
A perda dentária e a instabilidade de próteses
removíveis estão entre os principais sinais clínicos que indicam a necessidade de
avaliação para implantes dentários. Em 2026, a tendência é de crescimento na
procura por esse tipo de reabilitação, impulsionada pelo avanço do diagnóstico
digital e por evidências científicas que reforçam a importância da intervenção
no momento adequado.
Entre os sinais de alerta mais frequentes estão a ausência de um
ou mais dentes, mobilidade dentária acentuada, fraturas radiculares, próteses
que se deslocam durante a mastigação e dificuldades funcionais para falar ou se
alimentar. Uma revisão de literatura publicada em 2023 no Journal of
Periodontology, periódico científico da American Academy of Periodontology,
aponta que a reabsorção óssea pode se intensificar nos primeiros meses após a
perda dentária, especialmente quando não há estímulo funcional adequado, o que
pode comprometer reabilitações futuras.
O avanço dos exames por imagem tem permitido decisões mais seguras
e individualizadas. Diretrizes clínicas da International Team for Implantology
(ITI), entidade internacional de referência em implantodontia, destacam que a
tomografia computadorizada de feixe cônico (CBCT) é fundamental para avaliar volume
ósseo, proximidade com estruturas anatômicas sensíveis e viabilidade do
implante, contribuindo para planejamentos mais previsíveis e redução de riscos
cirúrgicos.
“Muitas pessoas adiam o implante por receio ou falta de
informação, mas o tempo é um fator determinante. Quanto mais cedo a
reabilitação é planejada, maiores são as chances de preservar o osso e
simplificar o tratamento”, afirma Dr. José Márcio Amaral, implantodontista e
diretor geral da Implante Vida.
Pacientes que utilizam próteses móveis e relatam desconforto
constante também devem buscar reavaliação. “O implante devolve estabilidade
funcional e melhora a mastigação, a fala e a qualidade de vida, especialmente
em casos de próteses instáveis ou mal adaptadas”, explica Dra. Maithê Amaral,
implantodontista e diretora clínica da Implante Vida.
Com a consolidação do diagnóstico digital e de protocolos baseados
em evidência científica, a tendência para 2026 é que a avaliação precoce ganhe
papel central na definição do momento ideal para o implante dentário. Para
clínicas como a Implante Vida, a reabilitação planejada no tempo correto
contribui para maior segurança clínica, preservação das estruturas ósseas e
resultados mais previsíveis ao longo do tratamento.

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