Dados
da OMS indicam que, até 2030, mais de 1,2 bilhão de mulheres no mundo estarão
na menopausa ou no pós-menopausa 
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A menopausa vai além da queda hormonal e exige um olhar mais amplo sobre a saúde da mulher. Dados da OMS indicam que, até 2030, mais de 1,2 bilhão de mulheres no mundo estarão na menopausa ou no pós-menopausa, e cerca de 80% relatam impactos significativos na qualidade de vida, incluindo sintomas físicos, emocionais e cognitivos.
Segundo o médico Dr. Luiz Augusto Silva Junior, especialista em saúde da mulher, a menopausa deve ser compreendida como um processo mais amplo. “A menopausa não é apenas uma transição biológica. Ela é um ponto de virada que revela sobrecargas físicas e emocionais acumuladas ao longo da vida”, afirma.
No Brasil, de acordo com o IBGE, estima-se que aproximadamente 30 milhões de mulheres vivenciam essa fase. Estudos clínicos mostram que mais de 60% apresentam queixas como insônia, fadiga, alterações de humor e dificuldades de concentração, sintomas que nem sempre são resolvidos apenas com reposição hormonal.
Na clínica, o especialista observa que muitas pacientes chegam ao consultório exaustas pela soma de papéis sociais e profissionais. “A mulher costuma se colocar por último. O corpo passa a manifestar aquilo que foi ignorado por anos, e a menopausa torna esse desequilíbrio mais evidente”, explica.
Para ampliar os resultados
do tratamento, cresce a demanda de modelos integrados de cuidado. “Saúde
verdadeira exige integração entre corpo, mente e emoções. Quando a mulher se
entende e se prioriza, o tratamento se torna mais eficaz. O objetivo da equipe
do Instituto Amare é ajudar mulheres a viverem a menopausa como um recomeço consciente,
promovendo reconexão com o corpo, a essência e o feminino, por meio de um
acompanhamento humanizado que oferece clareza, acolhimento, estratégia e
cuidado real”, conclui o Dr. Luiz Augusto.
Dr
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