De 11 a 18 de maio - Semana Nacional de Conscientização sobre Alergia Alimentar
A Associação
Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgam
documento escrito em conjunto denominado Atualização em Alergia Alimentar 2025. Entre os destaques
estão a alergia alimentar na escola, a importância do acompanhamento
psicológico de pacientes com alergia alimentar e abordagens mais ativas para
garantir melhor qualidade de vida.
Nos últimos
cinquenta anos, a prevalência da alergia alimentar (AA) vem crescendo de forma
acelerada. A interação entre fatores ambientais e genéticos é mediada por
mecanismos epigenéticos, e pode promover modificações químicas no DNA e nas
proteínas associadas.
“Diversos fatores
ambientais merecem atenção como fatores de risco, incluindo o tipo de parto,
aleitamento materno, exposição a alérgenos alimentares, hábitos dietéticos,
ingestão de vitamina D, poluição, higiene, contato com animais de estimação e
uso de medicamentos (como antibióticos), compondo o chamado “expossoma” – a
soma das influências ambientais e biológicas ao longo da vida”, explica a Dra.
Fátima Rodrigues Fernandes, Presidente da ASBAI.
O presidente da
SBP, Dr. Clóvis Francisco Constantino, reforçou a importância de uma abordagem
integral no cuidado às crianças afetadas por essa condição. Além do
acompanhamento médico especializado, ele diz ser imprescindível integrar o
apoio psicológico e a educação alimentar para a melhor adesão ao tratamento.
"Juntos, pediatras, alergistas, psicólogos, nutricionistas e família podem
otimizar o cuidado e garantir que as crianças e adolescentes com alergia
alimentar levem uma vida saudável e equilibrada".
Os sintomas de
alergia alimentar podem ser vários, tais como placas
vermelhas pelo corpo que coçam pelo corpo, inchaços na boca, olhos ou outras
partes do corpo, náuseas, vômitos. Os casos graves são acompanhados de falta de
ar, tosse e o fechamento da glote e queda da pressão arterial – a chamada
anafilaxia, que pode levar a óbito. Outras manifestações tardias também podem
acontecer como diarreia, sangramentos nas fezes, vômitos incoercíveis e outros.
Qualquer alimento pode causar alergia alimentar, porém, os mais comuns são leite, ovo, soja, trigo, peixes, frutos do mar, amendoim e castanhas. No Brasil não há estatísticas oficiais, porém a prevalência parece se assemelhar com a literatura internacional, que mostra cerca de 8% das crianças, com até dois anos de idade, e 2% dos adultos com algum tipo de alergia alimentar.
ASBAI - Associação Brasileira de Alergia e Imunologia
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