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terça-feira, 1 de agosto de 2023

Tentativas de fraude de identidade têm queda de 18,2% em maio, indica Serasa Experian

O total foi de 270.677 investidas criminosas no Brasil no período. Lançado em junho, “Fraudômetro” mostra os dados de todos os tipos de golpes em tempo real

 

Dados do Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian mostram que o Brasil sofreu 270.677 investidas criminosas em maio, o que representa uma queda de 18,2% em comparação com o mesmo período de 2022 e o menor número para o mês desde 2020. O tipo de golpe praticado que o índice aponta são investidas malsucedidas pelos criminosos com o objetivo de fraudar empresas por meio do roubo de identidades dos consumidores. No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, o total foi de 1.296.920 ocorrências. Confira no gráfico abaixo os dados dos últimos 12 meses

 


Na relativização de tempo, o Indicador ainda mostra que, em maio, os brasileiros sofreram 1 tentativa de fraude deste tipo a cada 10 segundos. “Os fraudadores estão sempre inovando em busca de maneiras fáceis e ilícitas de obter retorno financeiro. Por isso, a adoção de ferramentas que previnem essas ações pelas empresas deve ser contínua, na mesma medida em que as tecnologias avançam. No atual cenário, as soluções que oferecem barreiras de proteção em camadas são as mais eficazes para oferecer segurança”, declara o diretor de Produtos de Autenticação e Prevenção à Fraude da Serasa Experian, Caio Rocha. 

Os alvos preferidos dos golpistas foram pessoas com idades entre 36 e 50 anos (99.536). Na sequência estão: cidadãos entre 26 e 35 anos (74.283), os que têm 51 e 60 anos (38.580), idosos acima dos 60 anos (29.192) e jovens de até 25 anos (29.086).

Na comparação com maio de 2022, o segmento de “Bancos e Cartões” foi o que mais sofreu investidas de fraude (45,9%), seguido por “Serviços” (28,5%), “Financeiras” (19,9%), “Varejo” (4,4%) e “Telefonia” (1,3%). 

 

Atenção com as metrópoles

Os dados também indicam que o ranking das 10 Unidades Federativas (UFs) que mais sofreram as tentativas de golpes de identidade em maio deste ano foram as grandes metrópoles: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Goiás, Pernambuco e Ceará. Veja a listagem completa com os números na íntegra:


Mais de 1,2 mil tentativas de fraude por milhão de habitante 

A cada um milhão de habitantes, houve 1.253 tentativas de fraude no Brasil, segundo a Separa Experian. Na visão por UFs, o Distrito Federal (DF) foi identificado como a mais visada, com 2.011 tentativas de golpes a cada 1 milhão de habitantes, e o Maranhão (MA) a menos (551). Confira no gráfico a seguir os números completos:





Serasa Experian lança “Fraudômetro”

Para chamar a atenção sobre o volume de golpes no Brasil, a Serasa Experian lançou o “Fraudômetro”, a primeira ferramenta de contagem de tentativas de fraude em tempo real. Disponível em http://www.fraudometro.com.br, o dispositivo contempla o volume de tentativas de fraudes registradas pela companhia desde janeiro de 2023 e, além de incluir as tentativas de fraude de identidade, também considera documentoscopia (que é a análise de documentos de identificação), biometria facial, Facematch (comparação entre uma selfie com a face do documento) e base cadastral (que avalia a divergência entre os dados de um documento e dos enviados com bases cadastrais). Até julho deste ano, o contador já ultrapassou a marca de 3,7 milhões de ocorrências.



Evite fraudes: veja dicas dos especialistas da Serasa Experian para se proteger



Consumidores:

• Garanta que seu documento, celular e cartões estejam seguros e com senhas fortes para acesso aos aplicativos;

• Desconfie de ofertas de produtos e serviços, como viagens, com preços muito abaixo do mercado. Nesses momentos, é comum que os cibercriminosos usem nomes de lojas conhecidas para tentar invadir o seu computador. Eles se valem de e-mails, SMS e réplicas de sites para tentar coletar informações e dados de cartão de crédito, senhas e informações pessoais do comprador;

• Atenção com links e arquivos compartilhados em grupos de mensagens de redes sociais. Eles podem ser maliciosos e direcionar para páginas não seguras, que contaminam os dispositivos com vírus para funcionarem sem que o usuário perceba;

• Cadastre suas chaves Pix apenas nos canais oficiais dos bancos, como aplicativo bancário, Internet Banking ou agências;

• Não forneça senhas ou códigos de acesso fora do site do banco ou do aplicativo;

• Não faça transferências para amigos ou parentes sem confirmar por ligação ou pessoalmente que realmente se trata da pessoa em questão, pois o contato da pessoa pode ter sido clonado ou falsificado;

• Inclua suas informações pessoais e dados de cartão somente se tiver certeza de que se trata de um ambiente seguro;

• Monitore o seu CPF com frequência para garantir que não foi vítima de qualquer fraude do Pix.



Empresas:

• Com a aceleração da adoção de canais digitais na vida dos consumidores, as empresas estão cada vez mais investindo em novos métodos de soluções antifraude e tecnologias sofisticadas ao longo da jornada do cliente, para que a segurança da operação não afete sua experiência integrada. A Serasa Experian, por exemplo, tem soluções modulares inteligentes e um time de especialistas que possibilitam oferecer uma experiência segura e sem atrito ao cliente final. Com combinação de dados, analytics e soluções automatizadas, as empresas podem expandir os negócios com segurança.

• Conte com plataformas de pagamento online. A empresa que deseja atuar de forma online, prestando serviços ou vendendo produtos, precisa ter a máxima atenção com os pagamentos. É preciso adotar uma sistemática que alie rapidez no processamento das transações à segurança;

• Faça a análise de compras mais caras. Outra prática que pode reduzir bastante o risco de fraude online é a análise das compras. Sempre que a empresa se deparar com um pedido de alto valor, por exemplo, é necessário dedicar uma atenção especial, verificando de forma mais detalhada o cliente e os dados informados. Uma forma de garantir a segurança desse tipo de transação é realizando um contato prévio por e-mail ou telefone para confirmar dados ou a própria compra. Embora esse tipo de avaliação possa tornar o processo de venda mais longo, ele é essencial para resguardar o seu negócio contra fraudes;

• Verifique cadastros. Contar com uma base de dados do cliente é essencial para reforçar a segurança de operações online. Nesse quesito, ter acesso a um cadastro atualizado dos consumidores, no qual é possível checar a veracidade das informações fornecidas no momento de uma compra, por exemplo, é outra estratégia para reduzir os riscos na hora de vender. A confirmação cadastral pode facilmente identificar tentativas de fraudes, sinalizando situações suspeitas, como divergências de dados do cliente com as que constam de outras bases de dados confiáveis;

• Consulte o perfil do seu cliente. Quando a empresa é capaz de avaliar o histórico do consumidor no mercado, status do seu CPF ou CNPJ, os seus hábitos e a existência de pendências em seu nome, por exemplo, fica muito mais fácil e seguro avaliar os riscos de uma operação.



Metodologia

O Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude – Consumidor é resultado do cruzamento de dois conjuntos de informações das bases de dados da Serasa Experian: 1) total de consultas de CPFs efetuado mensalmente na Serasa Experian; 2) estimativa do risco de fraude, obtida através da aplicação dos modelos probabilísticos de detecção de fraudes desenvolvidos pela Serasa Experian, baseados em dados brasileiros e tecnologia Experian global já consolidada em outros países. O Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes – Consumidor é constituído pela multiplicação da quantidade de CPFs consultados (item 1) pela probabilidade de fraude (item 2).


Serasa Experian
www.serasaexperian.com.br


Governo dos EUA nega extradição de pilotos do jato Legacy, envolvidos em acidente da GOL

De acordo com Daniel Toledo, advogado e especialista em Direito Internacional, a negativa acontece, principalmente, por uma discrepância na tipificação dos crimes em cada país

 

O acidente que marcou a aviação brasileira há mais de uma década e resultou na queda do avião da GOL que realizava o voo 1907, em 2006, continua a reverberar, e a negativa de extradição dos pilotos do jato Legacy pelos órgãos públicos dos Estados Unidos trouxe à tona sentimentos de indignação e frustração no país. 

Com famílias das vítimas e a opinião pública buscando justiça após anos de espera, a decisão norte-americana reacende a discussão sobre a efetividade do sistema jurídico brasileiro em casos envolvendo estrangeiros e sobre a cooperação internacional em situações delicadas, que transcendem fronteiras. 

Agora, as autoridades brasileiras enfrentam o desafio de encontrar uma solução para a questão, equilibrando as relações bilaterais com o anseio por um desfecho justo e adequado para as vítimas e seus familiares.

De acordo com Daniel Toledo, advogado que atua na área do Direito Internacional, fundador da Toledo e Associados e sócio do LeeToledo PLLC, escritório de advocacia internacional com unidades no Brasil e nos Estados Unidos, as leis possuem terminologias diferentes em cada país, o que atrapalha o processo. “Para os acordos internacionais, o crime cometido em um país também deve ser considerado crime no outro. Nos Estados Unidos, por exemplo, os pilotos seriam acusados de homicídio. Mas no Brasil, foi tipificado como um ato de negligência causador de um acidente aéreo, o que não é crime no país americano e dificulta as tratativas entre as nações”, esclarece.

Toledo acredita que esse caso abre as portas para possíveis mudanças nas leis para evitar que essas situações se repitam. “Existem muitas pessoas do crime organizado, por exemplo, que vivem nos Estados Unidos na mais plena tranquilidade, porque sabem que, mesmo que acusadas de um crime no Brasil, não serão extraditados justamente por essa tipificação desalinhada com leis de outros países. Com uma repercussão tão grande, pode ser que esse cenário mude nos próximos anos”, pontua. 

Para o advogado, os pilotos do Legacy jamais deveriam ter deixado o Brasil. “Era evidente que seria extremamente difícil extraditá-los dos Estados Unidos após uma eventual condenação. Muito provavelmente, essa permissão de retorno aconteceu como uma maneira de manter as boas relações entre as duas nações, mas hoje essa ação mostra-se como um movimento equivocado”, declara.

Segundo o especialista em Direito Internacional, muito provavelmente, esse caso não terá o desfecho que o Ministério Público do Brasil espera. “É provável que essa decisão de não extradição adotada pelos EUA não seja revertida e, infelizmente, mesmo após mais de uma década do acidente, as famílias das vítimas seguem sem um encerramento adequado, com os pilotos livres e não pagando pela negligência e pelos erros cometidos naquele fatídico dia”, finaliza.



Daniel Toledo é advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em Direito Internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio da LeeToledo PLLC. Para mais informações, acesse: http://www.toledoeassociados.com.br. Toledo também possui um canal no YouTube com mais 180 mil seguidores https://www.youtube.com/danieltoledoeassociados com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Ele também é membro efetivo da Comissão de Relações Internacionais da OAB Santos, professor honorário da Universidade Oxford - Reino Unido, consultor em protocolos diplomáticos do Instituto Americano de Diplomacia e Direitos Humanos USIDHR e professor da PUC Minas Gerais do primeiro curso de pós graduação em Direito Internacional, com foco em Imigração para os Estados Unidos.


Toledo e Advogados Associados
http://www.toledoeassociados.com.br


Detran-SP alerta: agosto é o mês de licenciar veículos com placas terminadas em 3 e 4

 Proprietários dos veículos registrados no estado de São Paulo devem regularizar o documento de forma online


Atenção! Os donos de veículos com placas final 3 e 4 precisam regularizar o licenciamento anual obrigatório até o dia 30 de agosto, no estado de São Paulo. O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) ressalta que é possível realizar todo o procedimento de maneira digital, por meio do sistema bancário. O valor da taxa para licenciar o veículo é de R$ 155,23, independentemente do tipo de veículo. 

O motorista não precisa ir a uma unidade de atendimento Detran-SP ou Poupatempo para emissão anual eletrônica do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV-e), documento de porte obrigatório, que permite a circulação do veículo. Para os proprietários de caminhões e caminhões-trator, o cronograma obrigatório se inicia em setembro, e vai até dezembro. 

Quem não regularizar a documentação no prazo estabelecido pode ser punido, com uma infração gravíssima, sete pontos na CNH, multa de R$ 293,47, além de remoção do veículo ao pátio.

 

Como Licenciar

Para realizar o licenciamento do veículo é preciso informar o número do Renavam e pagar os débitos do veículo, como por exemplo: IPVA, possíveis multas exigíveis e a taxa de licenciamento. 

O pagamento poderá ser feito via internet banking, aplicativo ou caixa eletrônico nos bancos conveniados (Santander, Bradesco, Banco do Brasil, Safra, Itaú, Caixa Econômica Federal) e nas Lotéricas. 

Após quitar a taxa de licenciamento e eventuais débitos do veículo, o serviço será processado de forma automática e o CRLV-e estará disponível em meio digital no aplicativo para celular Carteira Digital de Trânsito – CDT para pessoas físicas. O CRLV-e também estará disponível em meio digital para o download, no portal do Detran-SP, Poupatempo ou ainda no portal de serviços da SENATRAN (Secretaria Nacional de Trânsito). Caso prefira portar o documento impresso, a impressão deverá ser realizada em folha A4 branca.

 

Calendário de Licenciamento do Estado de São Paulo para veículos de passageiros, ônibus, reboque e semirreboque 



Calendário de Licenciamento no Estado de São Paulo para veículos registrados como caminhão



O novo consumidor "ESG"

 

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Você já deve ter ouvido o termo “conflito de gerações”. Essa expressão corriqueira faz todo sentido porque sim, temos várias gerações convivendo ao mesmo tempo, cada uma com suas características e especificidades, aumentando as possibilidades de diferenças entre crenças, valores, comportamentos - é esperado que isso possa gerar conflitos. Mas, como estão distribuídas as fronteiras entre uma geração e outra? Você sabe a qual geração pertence?

Apesar de algumas divergências em relação à quando começa e termina uma geração, segundo o AMA (American Marketing Association) as gerações podem ser dividas da seguinte maneira:

  • Baby Boomers (nascidos entre 1946 - 1959),
  • Geração X (de 1960 à 1980),
  • Millennials (de 1981 à 1995),
  • Z (de 1995 à 2010)
  • Alpha (depois de 2010).

Importante perceber que atualmente, cerca de 49% da população mundial é formada pelas gerações Z e Millennials, logo, são justamente essas gerações que estão chamando muito a atenção das empresas que estão querendo entender melhor esses jovens consumidores já que a sua sobrevivência como negócio, a médio e longo prazo, depende deles. 

As empresas precisam compreender os padrões que regem a vida e o consumo dessa geração. Mais do que consumir e influenciar a compra, as gerações Z e Alpha também passam a adotar critérios semelhantes para decidir em quais empresas ou organizações desejam trabalhar. Ou seja, essas dimensões se expressam não apenas no consumo, mas também nas relações de trabalho.

Uma das características que mais chama a atenção sobre as pessoas pertencentes a essas gerações é que valorizam muito as questões relacionadas ao ESG - ou seja, elas levam em consideração as dimensões: Ambientais, Sociais e de Governança. Segundo a empresa de pesquisa Nielsen, 75% dos Millennials afirmam mudar seus hábitos de compra para favorecer produtos ecologicamente corretos e além disso, a grande maioria está disposta a pagar mais por este tipo de produto - comparados a seus concorrentes mais baratos. E mais: segundo a Nasdaq, ¾ da geração Z diz que a sustentabilidade é mais importante que a marca em si.  Isso deve acender o sinal de alerta das empresas (ou deveria), pois mostra que aquelas que não conseguirem relacionar sua marca de forma positiva com as questões de ESG, poderão perder consumidores e também futuros talentos.

Só para ilustrar como essa mudança é importante, quando comparamos esses novos consumidores com as gerações anteriores, percebemos que realmente há uma transformação de visão: segundo a Nasdaq, um terço dos Millennials usa frequentemente ou exclusivamente produtos de investimento que levam em consideração fatores ESG, contra 19% da Geração Z, 16% da Geração X e 2% dos babies boomers. Ainda, de acordo com uma pesquisa de 2019 da McKinsey, existe uma forte correlação na geração Z entre querer consumir de forma sustentável e estar “na moda”, sugerindo que para esses jovens, uma mentalidade ecológica é ligada ao status social. Dito de outra forma: é cool ser ecológico!

Existem também relatos de conflitos geracionais dentro das famílias em função dos diferentes níveis de informação, consciência e revolta de crianças e jovens quando se deparam com familiares com visões menos preocupadas ou ainda pouco identificadas com os problemas socioambientais.

Outro fenômeno bastante importante nesse sentido diz respeito à eco-ansiedade. De acordo com a APA - American Psycology Association, trata-se do medo crônico de ameaças ambientais decorrentes das mudanças climáticas. Jovens e adolescentes concentram preocupações associadas ao seu futuro e das próximas gerações. A eco-ansiedade é disfuncional, mas 60% desses públicos em 10 países manifestaram preocupação intensa com problemas socioambientais.

 Todas essas e outras informações constituem e indicam que o perfil dos consumidores está mudando e as empresas precisam se posicionar concretamente, com ações coerentes - nesse ponto, tanto as questões mercadológicas, quanto à corresponsabilidade entre empresas, governos e sociedade pela materialidade socioambiental de suas atividades estão em jogo. Cada vez mais, as empresas precisarão provar - a partir de produtos, serviços e operações - que assumem compromissos efetivos em termos de responsabilidade pela vida do planeta, das pessoas e dos próprios negócios. Esses três pontos são parte da equação para a perenidade das organizações.

Por outro lado, vemos algumas empresas começando a se preocupar com essas questões. Porém muitas delas, no afã de dar conta desse novo público, tem “trocado os pés pelas mãos” fazendo o que chamamos de greenwashing:  quando uma empresa pretende ser ambientalmente consciente para fins de marketing, mas na verdade não está fazendo nenhum esforço notável de sustentabilidade. Mas tal atitude pode ser extremamente prejudicial para a imagem da marca pois outra característica dessas novas gerações é serem bem informadas e estarem atentas a qualquer deslize. E quando isso acontece, elas estão prontas e engajadas em “cancelar” e sabotar empresas que tem discursos considerados enganosos. O caminho é sem volta.




Claudia Coser - doutora e mestre em Administração na área de Estratégia e Organizações e fundadora da Plataforma Nobis.

Shirlei Camargo - doutora em Marketing e mestre em Neuromarketing. É também professora e pesquisadora e Brand Manager da Nobis.

Plataforma Nobis
https://esg.nobisapp.com.br/


5 ações para reter talentos da geração

Perfil é alvo estratégico para empresas que querem se manter competitivas 
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Atrair e manter esses colaboradores pode tornar sua empresa mais competitiva

 

Contratar colaboradores da geração Z não é tarefa fácil. Cada vez mais, corporações de todos os portes tentam atrair e reter esses talentos, também conhecidos como a geração da internet, composta por indivíduos nascidos entre o final dos anos 1990 e o início dos anos 2010. Caracterizada por sua relação única com a tecnologia e valores bem distintos em relação às gerações anteriores, esse perfil tem se tornado alvo estratégico para empresas que desejam renovar suas equipes e manter-se competitivas no mercado. 

No entanto, segundo uma pesquisa global realizada pela Deloitte em 2022, 40% desses jovens talentos gostariam de deixar seus empregos, sendo que 30% o fariam mesmo sem outra ocupação firmada. Diante desse cenário, como fazer com que se interessem por sua empresa e trabalhem com você por um bom tempo? A CEO da Workhub Digital, Andréa Migliori, compartilha cinco estratégias fundamentais para alcançar esse objetivo.


1 - Engajamento e senso de comunidade

A chave para reter talentos da geração Z está em criar um ambiente de trabalho no qual se sintam acolhidos e respeitados. “Estabelecer um senso de comunidade é fundamental, permitindo que colaboradores interajam entre si, inclusive por meio de plataformas digitais", diz Andréa Migliori. Alinhamentos frequentes com toda a equipe e a preocupação com a diversidade fortalecem esse pertencimento.


2 - Reconhecimento e feedback regulares 

Essas pessoas valorizam o reconhecimento pelo seu trabalho e esperam feedbacks constantes para se desenvolverem profissionalmente. “Para aumentar a conexão é essencial oferecer reconhecimentos formais, programas de incentivo e recompensas, demonstrando a valorização dos esforços e contribuições individuais”, afirma a executiva, que também ressalta a importância dos direcionamentos claros para que os resultados possam ser cobrados.


3 - Flexibilidade no ambiente de trabalho 

Simplesmente esqueça os esquemas muito rígidos se ambiciona contar com esses profissionais, que valorizam a liberdade para trabalhar em diferentes ambientes e horários. “Proporcionar opções como home office, horários flexíveis e esquemas de trabalho em meio período demonstra uma compreensão das necessidades e preferências dessa geração”, frisa a CEO.


4 - Investimento em tecnologia e inovação 

A geração Z cresceu em um mundo online, e espera que a empresa onde trabalha esteja atualizada em termos de tecnologia e inovação. “Investir em tecnologia não só torna as atividades mais ágeis, mas também mostra comprometimento com o futuro e o progresso, fatores que atraem e retêm esses talentos”, orienta Andréa.


5 - Propósito e impacto social 

A geração Z busca propósito em seu trabalho e quer contribuir para impactar positivamente a sociedade e o mundo. “Por isso, é preciso comunicar de forma clara os valores e a missão da empresa, mostrando como ela contribui para o bem-estar da sociedade”, destaca a especialista, enfatizando que a adoção de tais ações não só auxilia na retenção de talentos mais jovens, mas também cria um ambiente de trabalho mais valorizado e benéfico para todos os stakeholders, contribuindo para a diversidade, o que melhora a competitividade e o sucesso da empresa no mercado.

 

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Automatização traz resultados mais efetivos com a personalização

O uso de automação representa um importante passo no desenvolvimento do food service. Na pesquisa da GALUNION com consumidores, em fevereiro de 2022, 35% indicaram que gostariam de consumir em restaurantes, quiosques/self-service automáticos com demonstração de uso de tecnologia.

Essa tendência se reflete nas escolhas dos clientes quanto ao local onde vão comer. Mais do que apenas uma novidade que desperta a curiosidade das pessoas, a automação de processos veio para ficar. Indiscutivelmente.

Mas para que essa mudança tecnológica traga resultados práticos, é necessário que as empresas de food service estejam antenadas nas tendências. E o que mais vejo hoje, seja em contato com os próprios estabelecimentos, seja com a experiência, é a necessidade de conhecer o cliente.

Saber as preferências de consumo, a faixa etária, os dias de frequência e o tíquete médio são alguns dos parâmetros que os restaurantes precisam ter. Com essas informações, além do encantamento, podem oferecer Programas de Fidelidade, por exemplo.

O autoatendimento ajuda muito nesse processo, principalmente em estabelecimentos menores, de comida rápida, pois ajuda na personalização do atendimento, criação de ofertas exclusivas e ainda guarda as preferências de consumo. É uma forma de demonstrar profundo conhecimento, coisa que hoje em dia os clientes apreciam muito. O autoatendimento – que é realizado por intermédio de totens ou aplicativos – pode ser programado para oferecer um tratamento individualizado, que leva em consideração os hábitos e preferências. É como uma conversa com o cliente no momento de decisão de compra.

Esta prática é importante porque, no geral, consumimos alimentação em diversos momentos diferentes: nas refeições rotineiras, como o almoço, é necessário rapidez; num momento de descontração, vamos ao restaurante como uma forma de entretenimento. Em todas as hipóteses, precisamos de um interlocutor. No geral, o turnover do mercado de alimentação é alto, então ensinar todas as formas de personalização para os atendentes se torna um processo moroso, repetitivo e que não alcança a mesma eficiência que conseguimos ao optar por tecnologia.

Se o cliente está na hora do almoço, por exemplo, não tem tempo de realizar grandes interações para conhecer o cardápio ou aguardar tentativas de personalizar o pedido. É nesse ponto que o autoatendimento traz a agilidade que todos precisam e a opção de personalização que todos desejam. Utilizar totens em estabelecimentos que servem refeições mais rápidas traz a possibilidade de personalizar, além de dar vazão às filas, trazer satisfação para o cliente e economizar o tempo de todos.

Já em outros tipos de restaurante, a utilização de totens não é necessária, porque a forma de atendimento é outra, a experiência é diferente. Mesmo neste tipo de estabelecimento, no qual os garçons interagem com os clientes, a tecnologia colabora para facilitar a personalização. Quando uma pessoa faz uma reserva, ao acessar seus dados em um dispositivo, o garçom sabe a hora de chegada, quantos serão os acompanhantes e quais são as preferências, baseado dados coletados em visitas anteriores. O atendimento se torna, então, ainda mais exclusivo.

Para que todas essas experiências – seja em alimentação rápida, seja em momentos de descontração – a utilização de um sistema de gerenciamento de toda a produção colabora com a satisfação dos clientes e propicia uma equação de sucesso. Isso porque, com todas as áreas conectadas, apoiando-se mutuamente, existe uma orquestração de jornada que preza por uma experiência com agilidade e qualidade.

Finalizo pontuando que a experiência de consumo de um restaurante não começa na hora que entramos nele. Ela já vem da busca de informação pela internet e toda a experiência que antecede a compra é fundamental hoje em dia. O restaurante não deve ver apenas o fim, o pagamento. Precisa entender que a experiência é completa, uma jornada: desde a busca pelo estabelecimento, até a hora de efetuar o pagamento ou pegar o carro no vallet. Um atendimento mal realizado pode gerar crítica na internet e influenciar negativamente a intensão de um número grande de possíveis novos consumidores. Tudo o que foi prometido no meio virtual deve ser entregue. A tecnologia é o fio que conecta todo esse processo: para entender o cliente, para proporcionar uma experiência diferente, para dar informação para um garçom, é necessário um sistema que gerencie toda a orquestração.

Dessa forma, os estabelecimentos conseguirão vencer a batalha pela fidelização do cliente em um mercado tão competitivo. Automação é muito mais efetiva com personalização!

 

Michel Lisboa e Cruz - head de Customer Success da E-Deploy


Tendência Empreendedora e Engajamento Social: A Geração Z no Centro da Mudança

Características vão muito além das habilidades com tecnologia

 

A Geração Z, também conhecida como Gen Z ou iGeneration, nasceu em uma era em que a tecnologia digital já estava profundamente enraizada na sociedade, tornando-se verdadeiros nativos digitais. Sucessora dos Millennials, essa geração é composta por pessoas nascidas a partir do final da década de 1990 até o início dos anos 2010, abrangendo atualmente uma faixa etária de 10 a 25 anos. Cresceram em um ambiente altamente conectado, onde a tecnologia moldou sua forma de interagir com o mundo e influenciou seus valores e comportamentos.

Além das habilidades com tecnologia, os indivíduos desta geração também são multitarefa, se preocupam com a diversidade e inclusão, são ativos quanto a questões sociais, prezam pela personalização e são empreendedores.

Essa tendência empreendedora mais acentuada em comparação às gerações anteriores tem a ver com a valorização da independência e a criatividade que possui. Os membros desta geração desejam criar seus próprios caminhos profissionais, estão abertos à inovação e têm facilidade para encontrar novas oportunidades de negócios, onde possam liderar e moldar suas visões.

Segundo Adriana Duarte Nadaes, mestre em Ciência da Informação e coordenadora de cursos na Unyleya, a Geração Z cresceu em um mundo em constantes mudanças, enfrentando crises, avanços tecnológicos e desafios sociais, o que pode ter contribuído para o desenvolvimento da capacidade de adaptação característicos. E, no empreendedorismo, essa capacidade de se adaptar às mudanças do mercado e às demandas dos clientes é essencial para o sucesso.

Um outro ponto considerado por Adriana é o quanto a Geração Z tem diferentes expectativas em relação ao trabalho. “Eles valorizam a flexibilidade, a conciliação entre a vida pessoal e profissional, e buscam um propósito significativo em suas carreiras”, diz. Para ela, a chegada destes profissionais ao mercado de trabalho é um fenômeno importante, pois traz consigo características e valores únicos que podem influenciar a dinâmica organizacional.

Destinado a profissionais graduados nas mais diversas áreas de atuação, que necessitam adquirir ou aprofundar o seu conhecimento sobre técnicas inovadoras, a Unyleya oferece o MBA em Empreendedorismo, Marketing e Finanças. Com programa desenvolvido para contemplar pequenos e médios empresários, atuais e futuros, quanto às necessidades estratégicas e operacionais de suas empresas, o curso tem carga horária de 360 horas e é 100% EAD.


Unyleya
https://unyleya.edu.br/

Aleitamento materno é tema de Emissão Postal Comemorativa

 Para celebrar a Semana Municipal da Primeira Infância 2023, de 1º e 7 de agosto, os Correios lançam a Emissão Postal Comemorativa Dia Mundial da Amamentação, em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), às 11h45 desta terça-feira, 1º/08, no Centro Cultural São Paulo (SP). 

O evento contará com a presença do prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, da chefe do escritório do Unicef, Adriana Alvarenga, e do superintendente de São Paulo Metropolitana dos Correios, Renato Aparecido Rosa. 

O conjunto de selos reforça a importância do aleitamento, reconhecendo-a como um ato vital para o bem-estar e desenvolvimento saudável dos bebês. O lançamento da emissão também ocorrerá nas capitais Aracaju/SE, Belo Horizonte/MG, Fortaleza/CE, Maceió/AL, Natal/RN, Porto Velho/RO, Recife/PE e Salvador/BA.  

O selo também foi lançado ontem, 31/07, em Brasília/DF, na sede da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS), e contou com as presenças da ministra da Saúde, Nísia Trindade Lima, da ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, do ministro das Comunicações, Juscelino Filho, e da diretora Econômico-Financeiro, Tecnologia e Segurança da Informação dos Correios, Maria do Carmo Lara Perpétuo, no ato, representando o presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, entre outras autoridades do setor público de saúde.       

Além das ministras Nísia Trindade e Cida Gonçalves, participaram da obliteração do selo o representante do UNICEF/Brasil, Youssouf Abdel-Jelil, e a representante da OPAS no Brasil, Socorro Gros Galiano.      

Prevenção e saúde - De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a amamentação no seio materno é a forma mais saudável de alimentar o bebê, devendo iniciar na primeira hora de vida até os 6 meses, de forma exclusiva. Assim, o bebê recebe anticorpos da mãe que o protegem contra doenças como, diarreia e infecções, principalmente as respiratórias, além de ter menor risco de asma, diabetes e obesidade. A amamentação é, ainda, um excelente exercício para o desenvolvimento da região facial da criança, auxiliando para que ela tenha dentes fortes, desenvolva a fala e tenha uma boa respiração.      

Além dos benefícios para a saúde física e pleno desenvolvimento, o aleitamento materno também favorece o fortalecimento do vínculo emocional e de confiança e segurança entre mãe e filho. Sabe-se, ainda, que mulheres que amamentam tendem a ter menor risco de câncer de mama.      

Os Correios valorizam o amor e a dedicação presente nesse ato tão especial, e, por isso, é uma honra fazer parte desse movimento de conscientização.   

   

A campanha - O mês de Agosto é conhecido como Agosto Dourado por representar o incentivo à amamentação – a cor dourada está relacionada ao padrão ouro de qualidade do leite materno. Instituído pela Lei nº 13.435/2.017, o mês do aleitamento materno determina que, no decorrer do mês de agosto, serão intensificadas ações de conscientização e esclarecimento sobre a importância do aleitamento materno.       

Este ano, a campanha traz o tema “A melhor coisa para o bebê é mamar: garantir o direito à amamentação é responsabilidade de todos”. Proteção, promoção e apoio à amamentação são estratégias importantes em nível institucional e individual. Ações conjuntas e coordenadas para otimizar a alimentação infantil em tempos normais e em emergências é, portanto, essencial para garantir que as necessidades nutricionais de todos os bebês sejam atendidas.   

   

O selo - Para ilustrar o tema, os selos estampam cenas de mulheres amamentando seus bebês. Os desenhos trazem, inicialmente, duas mensagens: a primeira é a representatividade das mulheres do Brasil - negras, indígenas, pardas e brancas. A outra são as diferentes posições para amamentação, indicando que toda a forma de amamentar é válida, desde que haja conforto e segurança para mãe e bebê.

 


A arte traz cores suaves - azul, laranja e verde - e elementos delicados, buscando transmitir a ternura e a conexão profunda estabelecida nesse momento íntimo e especial. Além dos desenhos, a marca do UNICEF está inserida dentro dos três selos. A técnica usada foi ilustração digital.   


Formada por três selos, a Emissão Postal Comemorativa teve tiragem de 120 mil selos (40 mil de cada), com valor unitário de R$2,85 cada selo. O bloco estará disponível para venda na loja virtual e nas principais agências dos Correios.    


Serviço:
Lançamento Emissão Postal Comemorativa Dia Mundial da Amamentação
Quando:
hoje, 1º/08, às 11h45
Onde: Centro Cultural São Paulo - Rua Vergueiro, 1000, Paraíso, São Paulo (SP)
Para adquirir o selo: Correios Online


Proteção de informações sensíveis é um compromisso dos correspondentes bancários

De acordo com Gabriel Ramalho, fundador da Universidade Gerando Resultados, a tecnologia pode ser uma grande aliada na segurança de dados


No mundo moderno, onde a tecnologia e a conexão digital permeiam cada aspecto da sociedade, a segurança e a proteção de dados assumiram um papel crítico em diversas atividades, incluindo o trabalho dos correspondentes bancários, instituições e profissionais que desempenham um papel vital na oferta de serviços financeiros, atuando como intermediários entre os bancos e os clientes. 

Com essa posição central, a segurança dos dados tornou-se uma questão de extrema importância, com instituições financeiras e correspondentes bancários comprometidos a proteger a privacidade e a confidencialidade das informações de seus clientes.

De acordo com Gabriel Ramalho, fundador da Universidade Gerando Resultados, um hub de treinamentos e cursos direcionados a despertar a alta performance e desempenho para correspondentes bancários, existem várias razões pelas quais a segurança e a proteção de dados são essenciais para a realização desse tipo de operação. “O primeiro ponto é a confiança do cliente, que é a base de qualquer relacionamento com as instituições financeiras. Espera-se que as informações pessoais sejam tratadas com um alto nível de sigilo, e a falta de segurança pode resultar em perdas e danos à reputação”, pontua.

O especialista aponta que a exposição de dados sensíveis pode abrir portas para atividades fraudulentas, como roubo de identidade, clonagem de cartões e outros golpes financeiros. “Por esse motivo, os correspondentes bancários devem adotar medidas de segurança robustas visando mitigar esses riscos e proteger seus clientes de potenciais prejuízos”, declara.

Segundo Ramalho, o setor financeiro é altamente regulamentado e os correspondentes bancários devem cumprir uma série de normas e leis, incluindo a Lei Geral de Proteção de Dados - LGPD no Brasil ou o Regulamento Geral de Proteção de Dados - GDPR na União Europeia. “O não cumprimento dessas regulamentações pode resultar em penalidades severas, como multas significativas e, até mesmo, a suspensão ou revogação da autorização para atuar no mercado financeiro”, revela.

A tecnologia surge como uma aliada na proteção de dados sensíveis. “Investir em medidas de segurança da informação, como criptografia, autenticação de dois fatores e firewalls é essencial para proteger os dados confidenciais dos clientes e prevenir eventuais acessos não autorizados realizados por terceiros”, relata.

Conforme apontado pelo fundador da Universidade Gerando Resultados, a ocorrência de incidentes de segurança, como ataques cibernéticos ou vazamentos representa uma ameaça significativa para os correspondentes bancários, podendo resultar na interrupção das operações e causar prejuízos financeiros substanciais. “A proteção adequada dos dados torna-se, portanto, imprescindível para assegurar a continuidade dos negócios de forma mais robusta, garantindo a confiança dos clientes e mitigando riscos potenciais de exposição e uso indevido das informações sensíveis”, declara.

O especialista acredita que os correspondentes bancários devem investir em tecnologias e processos que garantam a proteção dos dados de seus clientes. Para isso, a conscientização sobre a importância da segurança cibernética deve ser promovida entre todos os funcionários. “Esse movimento, se eficaz, é capaz de mitigar práticas negligentes que possam colocar em risco a integridade dos dados e a segurança financeira dos clientes”, finaliza.

 

Gabriel Ramalho - Formado em Gestão Comercial, empresário, treinador e especialista em técnicas de vendas de crédito com mais de 12 anos de experiência no mercado, Gabriel já treinou mais de 15 mil consultores e correspondentes bancários. Mentor de centenas de empresários de sucesso, ele ajuda profissionais a alavancarem suas vendas e alcançar números extraordinários.
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Universidade Gerando Resultados
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A importância da tecnologia no cuidado com os idosos


O envelhecimento da população é uma realidade em diversos países, tornando o cuidado com os idosos uma preocupação crescente. A tecnologia surge nesse contexto protagonizando um papel essencial no aprimoramento da qualidade de vida dos idosos, oferecendo soluções inovadoras para a saúde, comunicação, mobilidade e segurança.

 

O aumento da expectativa de vida é um dos grandes avanços da humanidade, porém, com a população idosa crescendo em muitos países, enfrentamos novos desafios relacionados ao cuidado com a terceira idade. A tecnologia tem se mostrado uma aliada poderosa para enfrentar esses desafios, proporcionando benefícios significativos tanto para os idosos quanto para seus cuidadores e familiares.

 

A tecnologia tem o potencial de permitir que os idosos mantenham sua independência e autonomia por mais tempo. Dispositivos inteligentes, como sistemas de casa conectada, podem monitorar a segurança do ambiente e fornecer suporte em tarefas diárias, reduzindo o risco de acidentes domésticos. Além disso, aplicativos e dispositivos móveis podem ajudar a lembrar sobre a administração de medicamentos, agendar compromissos médicos e acompanhar a saúde geral.

 

Com o passar da idade, a solidão e o isolamento social são frequentes entre os idosos. A tecnologia oferece uma variedade de maneiras de se conectar com outras pessoas, mesmo à distância. As redes sociais, aplicativos de mensagens e videochamadas possibilitam que os idosos mantenham contato com amigos e familiares, evitando sentimentos de isolamento e aumentando sua sensação de pertencimento a uma comunidade.

 

Os avanços tecnológicos estão transformando o setor de saúde e permitindo cuidados mais personalizados para os mais experientes. Tanto smartwatches como rastreadores de saúde podem monitorar constantemente os sinais vitais e atividades físicas, fornecendo dados úteis aos profissionais de saúde para ajustar tratamentos e intervenções conforme as necessidades específicas de cada idoso. Além disso, a telemedicina permite consultas médicas virtuais, facilitando o acesso aos cuidados de saúde, especialmente para aqueles que têm dificuldades de mobilidade ou vivem em áreas remotas.

 

A tecnologia também oferece oportunidades de entretenimento e estimulação mental para os idosos. Jogos interativos, aplicativos de aprendizado e conteúdos educacionais ajudam a manter a mente ativa, prevenindo o declínio cognitivo e melhorando a qualidade de vida. Além disso, plataformas de streaming e acesso à cultura digital permitem que os idosos desfrutem de filmes, músicas, livros e outros conteúdos de seu interesse.

 

A tecnologia é fundamental em tudo que possamos imaginar nos dias atuais, sobretudo nos cuidados com os idosos, visando proporcionar benefícios que vão além do aspecto prático. Ao permitir maior independência, conexão social, cuidados de saúde personalizados e entretenimento, a tecnologia melhora a qualidade de vida dos mais experientes e contribui para um envelhecimento mais saudável e feliz.

 

No entanto, é importante considerar as necessidades individuais de cada idoso ao adotar novas tecnologias, garantindo que elas sejam acessíveis, fáceis de usar e complementem o cuidado humano proporcionado por familiares e profissionais da saúde.

 

 

José Rubens Almeida - graduado em ciências da computação e diretor da AGM Automação, que produz toda a linha de equipamentos Psiu Sem Fio, com foco em instituições de longa permanência. psiusemfio.com.br


Educação inclusiva exige esforço colaborativo

Divulgação
 Especialistas discutem a importância de envolver comunidade escolar e famílias na educação inclusiva em webinar promovido pelo FONIF


A educação inclusiva no Brasil tem como objetivo acolher todas as crianças, independentemente de suas condições e necessidades.  Embora ainda seja um grande desafio para a maioria das escolas, é possível criar um espaço de acolhimento a partir de muito trabalho em equipe, amor e conhecimento para ajudar as crianças a desenvolverem todo o seu potencial.

O tema foi destaque do webinar “Compreendendo a Inclusão Escolar”, realizado pelo Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas, na quinta-feira, 27, no YouTube. Durante a abertura do encontro, Custódio Pereira, presidente do FONIF, reforçou o compromisso do fórum em oferecer conteúdos para ajudar gestores e educadores a aperfeiçoar práticas que possam garantir que crianças e jovens tenham acesso a uma educação de excelência. Sonia Colombo, CEO da HUMUS Educação e presidente do Instituto ELA Educadoras do Brasil, mediou o debate. 


Esforço colaborativo de especialistas em vários campos

Amábile Aparecida Pacios, professora, gestora, autora de livros didáticos, empresária, palestrante e conselheira do Conselho Nacional de Educação, iniciou a conversa reforçando a importância da escola oferecer condições para que as crianças com necessidades inclusivas tenham uma vida autônoma e participem plenamente da sociedade. Mas reforçou que ainda existem muitos desafios nessa jornada. “Existe, por exemplo, uma grande dificuldade em determinar os limites do que as escolas podem ou não fazer em termos de atender às exigências dos especialistas que acompanham os alunos, e a importância de entender essa questão”, explicou. 

Amábile compartilhou ainda que, dentro do Conselho Nacional de Educação, uma comissão de inclusão foi formada para atender às diferentes necessidades dos indivíduos com autismo, dislexia e outras síndromes, com mais de 80 instituições especializadas trabalhando juntas para encontrar soluções comuns.

 

Importância da intervenção precoce no desenvolvimento infantil

Patrícia Manzolini, pedagoga e especialista em neurociência do desenvolvimento infantil, defendeu que os primeiros anos de vida oferecem uma janela crítica para que a criança adquira habilidades e capacidades essenciais, estabelecendo a base para seu crescimento e potencial futuros. 

“Os professores e os pais precisam estar cientes de certos sinais de desenvolvimento das crianças e intervir precocemente para garantir o diagnóstico e o apoio adequados”, reforçou Patrícia. 

A especialista destacou ainda que os professores devem aprender mais sobre desenvolvimento infantil e questões sensoriais para se sentirem mais confortáveis com a inclusão, além de apoiar efetivamente os alunos e famílias em cada estágio. 


A prática na escola

Para Ivani Spelling, mantenedora e diretora pedagógica do colégio Asther, em Campinas, a educação inclusiva deve promover o respeito a todos os alunos, desde a mais tenra idade. “É um trabalho que exige a colaboração de toda a comunidade escolar, incluindo professores, funcionários e famílias, para oferecer atenção e assistência especiais aos alunos que precisam”. 

Outro ponto importante, segundo Ivani, é usar o conhecimento científico e a empatia para se comunicar de forma eficaz e criar um ambiente acolhedor dentro das escolas.“É importante envolver a família no processo de inclusão e fazer com que se sintam bem-vindos e apoiados”, destaca a educadora. 


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