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segunda-feira, 7 de julho de 2025

Pague Menos e Viu Meu Pet anunciam parceria inédita para fomentar a adoção responsável e busca de pets perdidos no Brasil

 

Iniciativa visa a responsabilidade social com a causa animal por meio da tecnologia

Parceria conta com ativações em lojas, campanhas educativas sobre adoção responsável e cuidados com o pet

 

A Pague Menos, segunda maior rede de farmácias do Brasil, anuncia uma parceria estratégica com a Viu Meu Pet, plataforma digital dedicada à adoção responsável e à localização de pets perdidos e encontrados. A iniciativa busca apoiar causas de bem-estar animal, promover a responsabilidade afetiva, além de oferecer uma solução eficaz para o abandono e desencontro de animais em todo o País, que hoje soma quase 30 milhões de cães e gatos sem tutores, de acordo com pesquisa da Mars Petcare. 

Com a parceria, clientes da rede Pague Menos e Extrafarma poderão acessar gratuitamente a plataforma Viu Meu Pet por meio de QR Codes presentes nas lojas da companhia de todo o Brasil. A iniciativa também contempla materiais informativos e ações digitais, conectando clientes a mais de 100 mil animais cadastrados que buscam um lar ou seus tutores. 

“Estamos muito felizes com essa nova parceria que representa de forma singular o nosso papel no cuidado com a saúde e bem-estar da família brasileira, da qual os pets fazem parte. Unir forças com a Viu Meu Pet nos permite agregar ainda mais valor à sociedade por meio de inovação, tecnologia, propósito e capilaridade,” afirma Renato Camargo, vice-presidente de Clientes da Pague Menos. 

A Viu Meu Pet se consolida como uma das principais plataformas do Brasil voltadas ao ecossistema pet com propósito social. A empresa atua como ponte entre ONGs, protetores, tutores e interessados em adotar, além de manter um sistema gratuito e inteligente de busca por pets perdidos, cruzando dados de localização, raça, porte e outras características para ajudar no reencontro entre tutores e animais. Ao todo, desde o início de sua história, a Organização já realizou mais de 7 mil reencontros. 

“A parceria com a Pague Menos é um marco para a Viu Meu Pet e para o setor como um todo. Nunca antes uma rede farmacêutica de grande porte havia abraçado a causa pet com essa profundidade. Estamos somando tecnologia, impacto social e distribuição em larga escala para transformar a realidade de milhares de animais no Brasil,” destaca Guilherme Sousa, Diretor Comercial e Co-Fundador da Viu Meu Pet. 

Além das ativações em loja, a parceria prevê campanhas educativas sobre adoção responsável, cuidados com o pet e dicas de prevenção, reforçando o posicionamento de ambas as marcas como aliadas da saúde integral – humana e animal.
  


Farmácias Pague Menos e Extrafarma

ViuMeuPet - maior ecossistema digital com propósito social voltado ao bem-estar animal no Brasil. Lançada com a missão de conectar pessoas, causas e soluções do universo pet, a plataforma atua em duas frentes principais: adoção responsável e reconexão entre pets perdidos e seus tutores. Com uma base ativa de mais de 100 mil animais cadastrados, entre cães e gatos disponíveis para adoção ou registrados como desaparecidos ou encontrados, a Viu Meu Pet já impactou positivamente a vida de milhares de famílias em todo o país. Até o momento, a plataforma viabilizou mais de 4 mil adoções, colaborando diretamente com ONGs, protetores independentes e abrigos parceiros. Além disso, seu sistema de busca inteligente por pets perdidos – que utiliza filtros como localização, características físicas, raça e gênero – tem ajudado a acelerar mais de 7 mil reencontros emocionantes entre animais e seus tutores, com centenas de histórias de sucesso registradas mensalmente. A Viu Meu Pet também se destaca por sua atuação B2B e institucional, oferecendo soluções white label para empresas e municípios, além de projetos corporativos para RHs que desejam integrar causas sociais pet aos seus benefícios. Com foco em tecnologia, impacto social e comunicação humanizada, a startup transforma a relação entre sociedade e a causa animal, promovendo não apenas o cuidado com os pets, mas também a conscientização sobre responsabilidade afetiva e pertencimento. Em expansão acelerada, a ViuMeuPet trabalha para estar presente em todos os momentos da jornada do tutor, oferecendo ferramentas gratuitas, campanhas educativas, e construindo parcerias estratégicas com grandes marcas que compartilham do mesmo propósito. Para mais informações sobre a plataforma, acesse o site oficial Link.


DEMOCRACIA, COMUNICAÇÃO E A ILUSÃO DO VISÍVEL


A democracia, em sua essência, é um sistema no qual partidos perdem eleições. Essa simples constatação revela sua natureza dinâmica, aberta e, por isso mesmo, conflituosa. Entretanto, o ambiente político contemporâneo, profundamente moldado pela lógica dos algoritmos, transformou esse conflito saudável em uma batalha de paixões inflamadas. 

Em vez de promover a união por meio de ideias comuns, o novo ecossistema comunicacional estimula engajamento por meio do medo, do ressentimento e da repulsa. Nesse cenário, as disputas políticas deixaram de ser apenas debates de propostas para se tornar confrontos identitários. Cada lado se enclausura em sua própria bolha digital, reproduzindo narrativas que reforçam suas certezas e demonizam o outro. A informação deixou de ser um instrumento de esclarecimento e passou a servir de espelho, refletindo apenas o que se quer ver — e reforçando o que se quer sentir. 

O resultado é uma perigosa transformação afetiva da política. A identificação pessoal com o grupo de pertencimento se intensifica, e o adversário político é elevado à condição de inimigo. Não se trata mais de discordância legítima, mas da percepção de que o outro representa uma ameaça à própria existência do grupo. Quando a polarização atinge esse grau de afeto e hostilidade, o diálogo cede lugar à destruição simbólica, e o espaço democrático se estreita. 

Ao mesmo tempo, o espaço digital passou a exigir algo que nem sempre a política tradicional soube oferecer: autenticidade. Já não basta parecer jovem, moderno ou antenado. Na internet, imposturas são rapidamente desmascaradas e ridicularizadas. O público percebe a artificialidade, e os eleitores buscam, ainda que inconscientemente, coerência entre discurso e prática. A comunicação, portanto, não pode mais ser episódica, reativa ou pautada por modismos. Ela deve ser contínua, aberta ao diálogo e atenta ao que está além do imediatismo das tendências.

Diante desse quadro, torna-se indispensável relativizar. Relativizar importâncias e desimportâncias, discursos e silêncios, ganhos e perdas, ataques e defesas. É preciso manter a lucidez em meio ao ruído. A comunicação eficaz em uma eleição não é aquela que mais grita ou mais viraliza, mas a que mais compreende — a que enxerga além da espuma visível da disputa. 

A metáfora do iceberg é precisa: nas eleições, 10% do que importa está acima da linha d’água — são os analistas, jornalistas, especialistas, influenciadores, dirigentes partidários e magos da comunicação que dominam o debate público. Mas os 90% que realmente importam estão submersos. Invisíveis, silenciosos, mas determinantes. São os eleitores, as pessoas comuns, que não protagonizam o espetáculo, mas que têm nas mãos o destino de qualquer candidatura. 

No fim das contas, a vitória ou a derrota em uma eleição não se decide no ruído das redes ou na performance dos debates. Decide-se no olhar atento e respeitoso àqueles que não gritam, mas votam. Numa democracia verdadeira, são eles que afundam ou sustentam um projeto político. E esquecê-los é, inevitavelmente, naufragar.

 

Guto Araújo - publicitário e estrategista de comunicação e marketing político


ENTRE BEIJOS VIRTUAIS E BOLETOS REAIS: O PERIGO DO FAKE LOVE

Jennifer Aniston, Brad Pitt, Elon Musk e celebridades brasileiras já foram associados a golpes do amor. Perito em crimes digitais explica por que esse tipo de fraude ainda é tão comum em 2025

 

O golpe do amor, também conhecido como romance scam, é uma prática cada vez mais comum no mundo digital. Nesta semana, o britânico Paul Davis, de 43 anos, foi vítima desse tipo de golpe ao acreditar estar vivendo um relacionamento à distância com a atriz Jennifer Aniston, famosa pelo seriado Friends. Convencido pela troca de mensagens e por vídeos falsos nos quais a suposta atriz aparecia mandando beijos, segurando um cartaz com a frase "eu te amo" e até exibindo uma carteira de motorista forjada, Davis acabou gastando cerca de R$ 1,28 mil em cartões-presente da Apple após “Jennifer” lhe pedir 200 euros. 

Ao redor do mundo, outras personalidades como Brad Pitt, Elon Musk, e até as brasileiras Alessandra Ambrósio (2021) e Simone Mendes (2022) já estiveram indiretamente envolvidas com este tipo de fraude, pois golpistas usaram redes sociais falsas ou imagens alteradas com o auxílio de inteligência artificial para enganar vítimas e aplicar estelionato. 

“Com perfis falsos, os criminosos usam técnicas de engenharia social para conquistar a confiança das vítimas e, após uma série de interações, passam a inventar histórias dramáticas para justificar pedidos de dinheiro”, explica o perito em crimes digitais, Wanderson Castilho. 

Ele ainda diz que, mesmo com os avanços tecnológicos e popularização das mídias, o golpe do amor continua um dos crimes digitais mais eficazes e lucrativos. "Os criminosos sabem que, quando envolvem emoções, as pessoas tendem a ser menos racionais e mais impulsivas. Além disso, a falta de punição efetiva e a dificuldade em rastrear os golpistas facilitam a continuidade desse tipo de crime”, afirma Castilho. 

Para evitar cair nessa armadilha digital, a melhor forma de proteção é a informação. Por isso, desconfiar, verificar e nunca agir sob pressão emocional são passos essenciais para manter-se seguro. Para entender como os golpistas agem e se proteger desses e de golpes similares, Wanderson Castilho elenca algumas dicas:

  • Não confie em perfis com fotos de famosos: Golpistas frequentemente usam imagens copiadas de celebridades para enganar as vítimas, porém, com o avanço da inteligência artificial, essa técnica também tem sido utilizada. Por isso, sempre verifique se o perfil é oficial.
  • Desconfie de perfis “perfeitos”: Perfis que mostram uma vida impecável, com inúmeras fotos bonitas, ostentação e viagens podem ser indícios de fraude. Quanto mais perfeita a história, menos real ela é.
  • Converse por vídeo: Conhecer o rosto da pessoa por chamadas de vídeo é essencial para garantir que ela realmente é quem diz ser.
  • Cuidado com dificuldades em mandar áudios ou vídeos: Golpistas costumam se passar por profissionais ocupados, como militares ou médicos em missões, para justificar a falta de interações em tempo real.
  • Cuidado com perguntas excessivas: Golpistas estudam a vítima e adaptam suas histórias com base nas informações obtidas.
  • Não compartilhe dados pessoais: Nunca forneça informações sigilosas ou clique em links suspeitos enviados nas conversas.


Caiu no golpe? Descubra o que pode ser feito

Ao se tornarem vítimas, muitas pessoas sentem vergonha ou medo de expor a situação, mas é importante lembrar que qualquer um pode acabar se tornando alvo desse tipo de fraude. Então, se você foi vítima do golpe do amor, é fundamental agir rapidamente para minimizar os danos e evitar que mais pessoas sejam enganadas. 

“O mais importante é buscar ajuda e denunciar para evitar que mais pessoas caiam na mesma armadilha”, orienta o perito. Ele mostra quais são as medidas que devem ser tomadas imediatamente:
 

Guardar todas as conversas como prova – Salve mensagens, e-mails, prints e qualquer outra evidência que comprove a fraude. Essas informações podem ser úteis em investigações e para alertar outras possíveis vítimas.
 

Bloquear imediatamente o golpista – Assim que perceber que está sendo enganado, interrompa todo contato com o criminoso. Isso impede que ele continue manipulando a situação e tentando extorquir mais dinheiro.
 

Registrar um Boletim de Ocorrência – Procure uma delegacia comum ou especializada em crimes digitais para formalizar a denúncia. Mesmo que a recuperação do dinheiro seja difícil, a denúncia ajuda as autoridades a investigar e combater essas quadrilhas.
 

Buscar ajuda profissional – Além do impacto financeiro, esse golpe pode gerar sérios danos emocionais. Conversar com um especialista pode ajudar a lidar com o trauma e a recuperar a confiança. Também é possível procurar associações como a Anvint, que acolhe vítimas de crimes digitais e oferece suporte e orientação jurídica.  

Por fim, Castilho destaca que, embora boa parte das vítimas sejam mulheres, homens e pessoas jovens também caem neste tipo de golpe, mas têm menores chances de denunciar por medo de julgamento ou vergonha. Esse silêncio contribui para que os golpistas continuem agindo sem obstáculos, reforçando a importância de compartilhar informações e conscientizar o maior número possível de pessoas sobre os riscos desse crime.



Wanderson Castilho: Com mais de 5 mil casos resolvidos, o perito cibernético e físico utiliza estratégias de detecção de mentiras e raciocínio lógico para interpretar os algoritmos dos crimes digitais. Autor de quatro livros importantes no segmento e há 30 anos no mercado, Wanderson Castilho refaz os passos dos criminosos virtuais para desvendar a metodologia empregada no crime digital. Certificado pelo Instituto de Treinamento de Análise de Comportamento (BATI) da Califórnia, responsável por treinar mais de 30 mil agentes policiais, entre eles profissionais do FBI, CIA e NSA ). Também possui certificados em Certified Computing Professional – CCP – Mastery, Expert in Digital Forensics, é membro da ACFE (Association of Certified Fraud Examiners). E sua recente certificação como Especialista em investigação de criptomoedas pelo Blockchain Intelligence Group, ferramenta usada pelo FBI, o coloca hoje em um patamar de um dos maiores profissionais em crimes digitais do mundo sendo um dos especialistas mais cotados para resolver crimes cibernéticos. Saiba mais em: enetsec


Influenza Aviária – Após novo caso positivo em ave silvestre, Defesa Agropecuária reforça atividades educativas para conscientizar a população


A Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) informa que novos casos de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) foram confirmados pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) na data de hoje. Os casos acometeram novamente aves silvestres, desta vez três Irerês (Dendrocygna viduata) que foram encontradas no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, não sendo aves residentes do local. Diante do caso, a Defesa Agropecuária, em conjunto com a direção do parque e com a Prefeitura, irá intensificar as atividades de educação sanitária no local a fim de conscientizar a população acerca dos procedimentos que devem ser adotados para evitar a propagação da doença. Importante ressaltar que não há risco à população, nem impacto na produção avícola, e que o consumo de carne de aves e ovos é seguro. 

O Programa Estadual de Sanidade Avícola (PESA) através de suas equipes e também da equipe da Divisão de Fauna Silvestre da Prefeitura Municipal, já atuam no local realizando diariamente vistorias clínicas e até o presente momento, não há sinais de sintomatologia compatível com IAAP. A gerência do programa informa ainda que não haverá sacrifício sanitário no local devido à ausência de sinais clínicos nos animais existentes no local. 

A Defesa Agropecuária frisa que em se tratando de foco de IAAP em ave silvestre, não ocorre embargos nas exportações de carnes e ovos, não sendo alterado o status sanitário de São Paulo e do Brasil perante a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).
 

Sobre a doença 

A Influenza Aviária é uma doença viral causada pelo Vírus de Influenza Tipo A. Esse vírus é identificado por subtipos, e tem como base as proteínas de superfície, sendo 16 subtipos de hemaglutininas (H) e 9 subtipos de neuraminidases (N). De acordo com o índice de patogenicidade, são classificados como Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) ou Influenza Aviária de Baixa Patogenicidade (IABP). 

São suscetíveis à doença a maioria das aves domésticas e silvestres, especialmente as aquáticas. É uma zoonose de grande interesse para a saúde pública e gera grandes impactos econômicos. 

A transmissão pode ocorrer por contato direto entre as aves (secreções nasais, oculares e fezes de aves infectadas) ou por contato indireto (água, alimentos, fômites, trânsito de pessoas, equipamentos, materiais, veículos, vestuários, produtos, insetos, roedores e outras pragas, cama, esterco e carcaças contaminadas). 

A maioria das aves silvestres, principalmente as aquáticas, patos e marrecos são reservatórios da doença, mas disseminam o vírus. O período de incubação da IAAP depende da dose infectante, via de exposição, espécie afetada e capacidade de detecção de sinais, podendo variar de algumas horas até 14 dias. 

Dentre os sinais clínicos estão: Tremores na cabeça e no corpo, dificuldade respiratória, coriza nasal e/ ou espirros, falta de resposta à tentativa de apanha, asas caídas, torção de cabeça e pescoço; incoordenação e perda de equilíbrio e andar em círculos. 

Como medidas de prevenção, a Defesa Agropecuária orienta que as pessoas evitem manipular aves doentes ou mortas e que acionem a Defesa Agropecuária imediatamente caso ocorra alguma suspeita da doença ou identificação de aves mortas.
 

Granjas Comerciais 

Em relação às granjas comerciais, a Defesa Agropecuária ressalta a necessidade de reforçarem as medidas de biosseguridade em grau MÁXIMO em unidades produtivas visando a proteção sanitária das aves do plantel comercial paulista. 

Reforçamos a necessidade de verificações diárias da integridade das telas dos aviários (medida não superior a uma polegada – 2,54 cm), evitando assim que aves de vida livre tenham contato com as aves alojadas. 

Que no interior dos núcleos não existam árvores frutíferas que possam atrair aves silvestres. Que Mantenham a área interna do núcleo avícola com vegetação baixa e sem acúmulo de água, principalmente em períodos chuvosos, para não atrair aves aquáticas de vida livre, que são os principais disseminadores do vírus da IAAP. 

Importante frisar que a Portaria MAPA n°782 de 26/03/2025, proibiu a criação de aves ao ar livre com acesso a piquetes por 180 dias, em estabelecimentos avícolas comerciais registrados com a CDA. 

Além da restrição absoluta de visitas de pessoas alheias à atividade produtiva, principalmente vindas do exterior, visando a preservação da saúde e bem-estar das aves do plantel.
 

Zoológicos e criadouros 

A Diretoria de Biodiversidade e Biotecnologia da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) expediu ofício recomendando que os empreendimentos de fauna cadastrados no Sistema de Gestão de Fauna Silvestre (GEFAU) tomem medidas de biosseguridade para reduzir os riscos de infecção em seus planteis, bem como o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados para proteção dos colaboradores que realizam o manejo.
 

Plano de Contingência 

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que acompanha, em conjunto com as secretarias de Agricultura e Abastecimento (SAA), e de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de SP (Semil), o cenário da gripe aviária no estado de São Paulo. A Pasta, por meio da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD), elaborou um Plano de Contingência para coordenar ações para o enfrentamento em casos de influenza aviária em humanos. O Estado de São Paulo não registrou, até o momento, nenhum caso da doença em humanos.


Paradoxo entre longevidade e startups

  

Recentemente, dados divulgados pelo Distrito lançaram luz sobre uma tendência preocupante no cenário de investimentos em startups brasileiras. Em 2023, as startups levantaram US$ 1,9 bilhão em investimentos, uma queda significativa de 56,8% em relação ao ano anterior, quando foram aportados US$ 4,4 bilhões. Essa redução nos investimentos tem levado os fundos a repensarem suas estratégias e a adotarem abordagens mais proativas para garantir o sucesso e a longevidade das empresas investidas. 

Com um contexto no qual 80% das micro e pequenas empresas não completam um ano no Brasil e 60% fecham antes dos cinco anos, os fundos de investimento estão cada vez mais cientes da importância de não apenas fornecer capital, mas também de oferecer suporte estratégico e operacional às startups em que investem. 

Há cinco anos comecei a investir em startups e a montar meu portfólio. Hoje, entre investimentos e a ocupação como mentor e/ou conselheiro, estou envolvido com 6 startups: 180 Seguros, Let´s Delivery, Silver Hub, Homens de Prata, Vida60Mais e Misyu. Um ponto que particularmente observo ao investir em uma empresa é a motivação que deu origem a empresa. Observo também quão engajados estão os fundadores, a capacidade de tração que terão para escalar e possíveis dores solucionadas. Percebo que estes aspectos vão evoluindo e são aprimorados à medida que mais me envolvo com os empreendimentos e seus fundadores. Costumo dizer que estou construindo minha “Hoja de Ruta”, num aprendizado constante. 

Capacidade de resiliência dos sócios é um ponto imprescindível. Com tanta tecnologia disponível, é necessário entender como desfrutar de cada uma delas e saber que é preciso saber pivotar muitas vezes, se adequar, saber entender o potencial que cada cliente tem e, se preciso, fazer projeto piloto para atendê-lo, como validação. 

Um dos assuntos que abordo como empreendedor é a longevidade, aliás, parte da minha ocupação está centrada em apoiar empreendedores que estão desenvolvendo produtos e serviços para a população madura. Quanto mais estudo mais me convenço que, neste tema e no âmbito dos negócios, podemos fazer um paralelo entre a essência da Longevidade e as startups e seus fundadores. 

De acordo com o Dicionário Oxford, longevidade é considerada a duração da vida. Na medicina moderna, o seu conceito é mais amplo: envolve viver mais e com qualidade de vida. A maioria das pessoas quer viver mais e melhor. 

A Longevidade, neste paradoxo, para startups seria justamente a capacidade emergente de sobreviver e prosperar ao longo do tempo, num contexto em que é importante avaliar a taxa de sobrevivência, buscar o crescimento sustentável, analisar impactos, reforçar temas de domínio com foco no público alvo. Além disso, garantir que todos os recursos estejam à disposição é fundamental: saber quem vai estar com você neste barco, seja um sócio complementar, seja um conselheiro, seja sua rede de apoio ou networking. Priorizar o capital humano e recursos faz toda a diferença. 

Independente do setor, o networking é uma chave fundamental. Sejam grupos de amigos, participação em cursos ou até mesmo em eventos como o Inova Silver, idealizado pela Silver Hub anualmente, que é uma oportunidade fundamental para expandir contatos e construir parcerias estratégicas no setor. Em um cenário onde o envelhecimento populacional está em ascensão, criar uma rede sólida de relacionamentos com profissionais, empresas e pesquisadores envolvidos no desenvolvimento de soluções inovadoras para a saúde e bem-estar da população idosa pode acelerar a troca de conhecimento, o acesso às novas tecnologias e a colaboração em projetos de impacto. Esse intercâmbio possibilita a criação de oportunidades de negócios, fortalecimento de alianças e a disseminação de ideias que visam melhorar a qualidade de vida e promover o envelhecimento saudável. 

A longevidade já existe, é palpável e pode ser vivida de forma estratégica e ativa. É preciso estar atento aos sinais, compreender a fase, entender os momentos de possíveis mudanças, ter uma boa rede de apoio, saber investir, financeiramente, falando - como pode perceber, poderia tranquilamente me referir a vida das startups também. Talvez este seja o principal segredo.





Marcos Eduardo Ferreira - Investidor Anjo, Especialista em Longevidade e Mercado Securitário. Possui experiência de 32 anos como Executivo na MAPFRE. Nos últimos 15 anos, ocupou o cargo de CEO no Brasil e América do Sul, período em que também viveu como expatriado em Bogotá (2017 a 2020). Após essa trajetória profissional, decidiu embarcar em um período sabático, com o objetivo de reorganizar sua vida familiar e aprimorar seus conhecimentos em temas relacionados à Longevidade. Durante esse período de pausa, Marcos cursou a 1ª Turma do Programa de Especialização em Mercado de Longevidade da FGV – SP. Além disso, investiu em startups e, cofundou o Homens de Prata, canal no Youtube. Em julho de 2022, lançou a Silver Hub - Aceleradora e Agregadora de Negócios, com foco no apoio ao desenvolvimento de empreendedores e startups que oferecem produtos e serviços para o público 50+. Marcos é um entusiasta do empreendedorismo e um observador ativo dos impactos da longevidade, além de ser um grande incentivador da economia prateada.

 

 

Governo de SP oferece crédito rural para máquinas e irrigação a partir de 4,81% ao ano

Viabilizadas com o apoio do FEAP, linhas de crédito da Desenvolve SP oferecem alternativa competitiva aos produtores rurais para aquisição de máquinas e investimento em irrigação

 

Mesmo com a previsão de um cenário resiliente para os próximos anos no agronegócio, o setor demonstra preocupação com o crédito mais caro e seus possíveis reflexos na aquisição de máquinas agrícolas. Diante disso, o governo do estado de São Paulo segue como um aliado estratégico, oferecendo alternativas de financiamento com condições mais atrativas que as opções tradicionais. A parceria entre a Secretaria de Agricultura e Abastecimento e a Desenvolve SP, agência de Fomento do Estado, tem sido essencial para o êxito de programas que beneficiam diretamente o campo, inovando com linhas de crédito exclusivas e competitivas que proporcionam uma solução robusta e acessível para os produtores rurais paulistas, sobretudo para investimentos em irrigação e na modernização do parque de máquinas agrícolas.

 

Incentivo à modernização e à irrigação

Exemplo dessa parceria é a linha Irriga+, lançada no fim de 2024 para fomentar investimentos em sistemas de irrigação, com condições que permitem taxas finais a de 4,81% a 9,87% ao ano para o produtor, viabilizadas pela equalização de 6% a 8% garantida pelo Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Essa estrutura possibilita um financiamento de até R$ 5 milhões, com prazos de até 60 meses e carência de até 18 meses, favorecendo a sustentabilidade hídrica e o aumento da produtividade. 

O Estado de São Paulo se destaca na agricultura irrigada, com aproximadamente 4.703 pivôs centrais em 2023, um crescimento de 7% desde 2019, segundo levantamento da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Além disso, mantém a liderança nacional em vendas de tratores, com mais de 7 mil unidades comercializadas em 2024, representando 21% do comércio do país, conforme balanço da Anfavea. Paraná e Rio Grande do Sul seguem com 4,9 mil e 4,3 mil veículos, respectivamente.

O Estado de São Paulo se destaca na agricultura irrigada, com aproximadamente 4.703 pivôs centrais em 2023, um crescimento de 7% desde 2019, segundo levantamento da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Além disso, mantém a liderança nacional em vendas de tratores, com mais de 7 mil unidades comercializadas em 2024, representando 21% do comércio do país, conforme balanço da Anfavea. Paraná e Rio Grande do Sul seguem com 4,9 mil e 4,3 mil veículos, respectivamente. 

A modernização do campo continua sendo uma prioridade. Novas tecnologias, atualização e inovação em maquinários mais sustentáveis estão no centro das transformações em curso. Mesmo com a expectativa de safra recorde em grãos, a retração nas vendas de máquinas reforça a sensibilidade do mercado às condições econômicas, especialmente às taxas de financiamento. 

Neste cenário, a Desenvolve SP lançou em abril deste ano, a Linha Agro Máquinas, uma solução robusta e competitiva para a aquisição e modernização de equipamentos agrícolas. Com taxas a partir de 12,81% ao ano, para micro e pequenos produtores, e valor máximo de R$ 5 milhões, a Linha Agro Máquinas da Desenvolve SP oferece um prazo de até 60 meses, sem carência. 

“Nosso objetivo é garantir que o produtor rural paulista tenha acesso a condições de financiamento que realmente façam a diferença em seu dia a dia, permitindo investimentos em tecnologia, inovação e aquisição de maquinário”, afirma Ricardo Brito, diretor-presidente da Desenvolve SP.


Expansão do acesso ao crédito rural

Para ampliar o financiamento, o Governo do Estado de São Paulo modificou as regras do FEAP (Fundo de Expansão da Agropecuária Paulista). Agora, o limite específico de renda agropecuária foi removido, permitindo que até 100% da renda bruta anual (teto de R$3 milhões) venha exclusivamente da atividade rural. Anteriormente, havia restrições que excluíam produtores rurais dedicados integralmente. Formalizada pela Deliberação CO-17 no DOE, a medida alinha o FEAP às condições federais de crédito rural, mas com juros mais atrativos. 

“Nosso objetivo é oferecer ao produtor paulista cada vez mais acesso a condições que realmente melhorem a produtividade no campo. As linhas de crédito que estamos viabilizando são um instrumento poderoso para que nossos produtores possam investir e expandir seus negócios. Cada vez mais estamos garantindo as melhores condições de crédito para o agro paulista”, ressalta o Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Guilherme Piai. 

A Desenvolve SP e a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo reforçam seu compromisso em trabalhar juntas para fortalecer o agronegócio paulista, garantindo que o setor continue sendo um pilar fundamental para o desenvolvimento econômico do estado. 



Desenvolve SP – Agência de Fomento do Estado de São Paulo
site da Desenvolve SP


domingo, 6 de julho de 2025

Os animais colaboram na reabilitação dos deficientes

Há registros no mundo de vários casos de pessoas que superaram a depressão devido ao convívio com eles.

 

Até na reabilitação os animais de estimação fazem um bem enorme ao ser humano. São considerados o melhor remédio para o corpo e para a alma, pois fazem com que os seus tutores não se sintam sozinhos e inseguros. Há registros no mundo de vários casos de pessoas que superaram a depressão devido ao convívio com eles. 

Segundo a editora da Revista Ecotour News e defensora dos animais, Vininha F. Carvalho, estudos científicos comprovam que a chance de sobreviver a um enfarte é quatro vezes maior para quem tem um animalzinho em casa comparado a quem vive só. 

No trabalho de reabilitação de pessoas portadoras de deficiência, podemos contar com habilidade e as características de alguns animais. Um dos animais que pode garantir bons resultados é o cavalo, juntamente com a fisioterapeuta e o terapeuta de apoio, formam uma equipe de tratamento complementar chamada hippoterapia, que é indicado para o tratamento de vários tipos de patologia, como por exemplo: paralisia cerebral, traumatismo crânioencefálico, acidente vascular cerebral, síndrome de Down, esclerose múltipla, enfim, qualquer problema relacionado ao sistema nervoso central. 

O ritmo mais indicado para a terapia é o passo, pois é através dele que o cavalo pode transmitir ao paciente o balanço anteroposterior, o lateral e o vertical, semelhante à ação de pelve humana durante a marcha. A terapia com cavalos, também estimula a orientação espacial, a autoestima e o poder de concentração. 

O cão guia é treinado para conduzir com segurança as pessoas deficientes visuais em qualquer local, sendo capaz de parar no meio fio das calçadas, nos obstáculos, inclusive em desníveis e buracos no pavimento, em estradas, etc. 

A comunicação entre o cão e seu tutor se dá através de uma coleira especial que permite o reconhecimento do cão, quando ele muda de direção para evitar um acidente ou quando diminui a velocidade num local de maior cuidado, informa Vininha F.Carvalho. 

O cão é treinado para analisar o espaço que ele e seu tutor ocupam para agir corretamente, como por exemplo, calcular quando o espaço é insuficiente para a passagem de seu tutor. 

Entre as raças de cães utilizados para essa tarefa, estão o Retriever do Labrador e Golden Retriever, por serem cães de aparência mais dócil facilita a socialização. 

"Estes e outros animais, aliados às profissionais de reabilitação especializados, podem trazer muitos benefícios para crianças e adultos com deficiências físicas, sensoriais e emocionais", conclui Vininha F. Carvalho.


Nova legislação e alta demanda exigem preparo de tutores de pets nas férias de julho

Escolha de hotéis especializados e adequação ao transporte aéreo são pontos críticos para o bem-estar dos animais 

 

Com a chegada das férias escolares em julho, cresce o número de brasileiros que precisam decidir o que fazer com seus animais de estimação durante as viagens. Entre deixar o pet em um hotel especializado ou levá-lo junto no avião, o planejamento é indispensável para garantir segurança e bem-estar. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o setor pet movimentou cerca de R$ 60 bilhões em 2023, com destaque para os serviços de hospedagem e cuidados diários.

A recomendação para quem opta por deixar o animal em um hotel é visitar o local antes de fechar a reserva, observando limpeza, organização, segurança e qualificação da equipe. “Os melhores espaços oferecem ambientes climatizados, áreas de lazer separadas por porte e comportamento, supervisão constante e profissionais treinados em comportamento animal”, explica André Faim, empresário do setor pet e cofundador da rede Lobbo Hotels.

Ele alerta que, especialmente em julho, é comum encontrar hotéis lotados. Por isso, a reserva antecipada é fundamental. “Planejar com antecedência dá tempo para apresentar o pet ao ambiente e à equipe, o que reduz o estresse e melhora a adaptação”, reforça.

Outro ponto de atenção é a nova Lei Joca, sancionada em março de 2024, que regulamenta o transporte aéreo de animais domésticos no Brasil. A legislação determina que as companhias aéreas ofereçam acomodações seguras e confortáveis para cães e gatos e obriga que a tripulação esteja treinada para lidar com emergências envolvendo animais. A medida foi batizada em homenagem ao golden retriever Joca, que morreu após erro no transporte de uma companhia aérea em 2024.

Para os tutores que optam por levar o pet na viagem, seja na cabine ou no porão do avião, a recomendação é iniciar o processo de adaptação semanas antes. “Familiarizar o animal com a caixa de transporte, manter a vacinação em dia e consultar um veterinário sobre a possibilidade de uso de medicamentos calmantes são etapas essenciais”, diz Faim.

Além disso, cada companhia aérea possui suas próprias regras. Algumas limitam o número de animais por voo, enquanto outras têm restrições de peso e exigem laudos médicos. A antecedência no agendamento é crucial para garantir a vaga.

No caso de cães de grande porte, que viajam no compartimento de cargas, o empresário recomenda verificar se a área do porão é pressurizada e climatizada. “Nem todas as aeronaves oferecem essa condição. É preciso ter certeza de que o transporte será seguro, especialmente em voos longos”, alerta.

Já para quem escolhe hotéis para pets, os cuidados não se limitam à estrutura física. Avaliar a rotina de atividades, a alimentação oferecida, a presença de veterinário e os protocolos de segurança são medidas indispensáveis. “O tutor deve perguntar sobre a socialização dos animais, como são feitas as interações, se há enriquecimento ambiental e acompanhamento em tempo real por câmeras”, afirma Faim.

A presença de profissionais treinados é outro critério decisivo. A plataforma Trabalhe pra Cachorro, também co-fundada por Faim, oferece capacitação para profissionais do setor e defende que a formação em comportamento animal e primeiros socorros deve ser pré-requisito em qualquer creche e hotel pet. “A qualificação da equipe impacta diretamente no bem-estar e na segurança dos animais durante a estadia”, pontua.

Para animais mais sensíveis, como gatos ou cães idosos, é importante buscar locais que ofereçam espaços individuais e um manejo adaptado. “Cada pet tem um perfil. A personalização do atendimento evita situações de estresse e melhora a experiência”, destaca.

Com o aumento da humanização dos animais e a ampliação do mercado pet, cuidar do planejamento das férias com pets não é mais um luxo, mas uma responsabilidade. Seja deixando o animal em hospedagem especializada ou levando junto na viagem, o essencial é garantir que ele esteja seguro, confortável e bem cuidado. Como resume Faim: “Pet feliz, tutor tranquilo”.


O que observar antes de contratar um hotel para cães

Especialistas recomendam atenção a sete aspectos fundamentais na hora de escolher uma hospedagem para o pet:

  1. Visita presencial ao espaço
    Antes de fechar a reserva, conheça pessoalmente o local. Avalie a estrutura física, a ventilação dos ambientes, os materiais utilizados nas áreas internas e externas e a disposição dos espaços de descanso, alimentação e recreação.
  2. Limpeza e higiene
    Ambientes limpos, sem odores fortes, acúmulo de sujeira ou presença de fezes e urina são indícios de uma boa rotina de higienização. Também é importante verificar os produtos de limpeza utilizados e se há protocolos regulares de desinfecção.
  3. Supervisão profissional
    Verifique se há cuidadores presentes durante todo o período de hospedagem, inclusive à noite. A presença contínua de profissionais capacitados garante que qualquer alteração de comportamento ou emergência será prontamente atendida.
  4. Equipe qualificada
    Os profissionais devem ser treinados em comportamento animal, primeiros socorros e manejo seguro. Pergunte sobre a formação dos colaboradores e se há veterinário de plantão ou disponível em caso de necessidade.
  5. Rotina e socialização
    É importante saber se o hotel promove atividades físicas e interações supervisionadas entre os animais. Para cães mais tímidos ou com restrições, certifique-se de que há opção de rotina individualizada.
  6. Monitoramento por câmeras
    A possibilidade de acompanhar o pet em tempo real por câmeras traz mais segurança para o tutor. Muitos hotéis oferecem esse serviço por meio de aplicativos ou links protegidos por senha.
  7. Atendimento personalizado
    Cães idosos, com restrições alimentares, em tratamento ou com histórico de ansiedade precisam de atenção diferenciada. Pergunte se o local tem experiência com perfis especiais e como adapta a rotina nesses casos. 


André Faim - empreendedor e investidor no setor pet. Sócio de empresas de investimentos e co-fundador da Lobbo Hotels, a maior rede de creches e hotéis pet do país, que hoje conta com 7 unidades na cidade de São Paulo. Ele começou sua jornada em 2016, investindo em uma creche para cães, e observando a informalidade do mercado, decidiu criar uma marca referência em serviços pet, combinando acolhimento e profissionalismo. Com experiência em diversas áreas, André também é investidor na Trabalhe pra Cachorro, focando em oferecer soluções especializadas e elevar o padrão de cuidados no setor.
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Conflitos com pets em condomínios geram judicialização e desafiam regras internas

Jurisprudência do STJ reconhece limites para proibições condominiais, enquanto especialistas apontam caminhos para equilibrar o convívio entre tutores, animais e demais moradores 

 

A presença de animais de estimação em condomínios tem sido um dos principais motivos de conflito entre moradores em todo o Brasil, com impactos que vão além da convivência cotidiana. Segundo dados da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (ABADI), 30% das reclamações em condomínios estão relacionadas a pets. Esse cenário tem motivado disputas judiciais e provocado debates sobre os limites legais das convenções internas.

Quem explica os desdobramentos jurídicos é a advogada Siglia Azevedo, especialista em direito imobiliário e condominial, mestre em sistemas de resolução de conflitos e doutoranda em direito civil. “A convenção condominial não pode proibir a posse de animais de forma genérica e irrestrita. O Superior Tribunal de Justiça tem decidido reiteradamente que tal proibição fere o direito de propriedade e a dignidade da pessoa humana”, afirma a jurista.

Em decisões recentes, como no Recurso Especial 1.348.536/SP, o STJ estabeleceu que a mera existência de uma cláusula proibitiva na convenção não é suficiente para impedir um morador de ter um animal de estimação, desde que o pet não comprometa a segurança, a higiene ou o sossego dos demais condôminos. “O Judiciário tem reforçado a tese de que é preciso demonstrar dano efetivo causado pelo animal para justificar qualquer restrição”, completa a advogada.

Apesar da clareza nas decisões judiciais, o tema continua a gerar atritos. Entre os conflitos mais frequentes estão latidos constantes, uso de áreas comuns por cães sem guia, fezes em locais indevidos e disputas sobre raças consideradas agressivas. 

O síndico, por sua vez, é muitas vezes cobrado a agir em nome da coletividade, mas não tem autonomia para aplicar proibições que extrapolam os limites legais. “É um erro comum achar que o síndico pode proibir pets com base apenas em reclamações isoladas ou no regimento interno. Ele deve agir com base em provas e respeitar o princípio da razoabilidade. A função dele é promover a harmonia, e não impor medidas arbitrárias”, analisa a especialista.

Levantamento da Associação Brasileira dos Síndicos e Síndicos Profissionais (ABRASSP) revela que mais de 60% dos síndicos já foram envolvidos em disputas relacionadas a animais de estimação nos últimos dois anos. Muitos relatam dificuldades em interpretar a legislação e se sentem pressionados tanto por condôminos favoráveis quanto por aqueles contrários à permanência dos animais.

A Dra. Siglia aponta a assessoria jurídica preventiva como uma aliada essencial para reduzir esses embates. “Condomínios que contam com suporte jurídico especializado conseguem elaborar regras mais claras, conduzir mediações eficientes e evitar a judicialização. A ideia é fortalecer a convivência e preservar o bem coletivo sem violar direitos individuais.”

Além disso, a advogada destaca a importância de campanhas de conscientização e assembleias temáticas para esclarecer os limites legais e fomentar o respeito mútuo. “A coletividade não deve ser usada como argumento para o autoritarismo. O condomínio é uma microcomunidade, e como tal, precisa equilibrar interesses de forma democrática e jurídica.”

A polêmica sobre pets em condomínios revela a necessidade de ajustes nas normas internas, e também uma mudança de mentalidade. Em um país onde 61% dos lares têm ao menos um animal de estimação, segundo o Instituto Pet Brasil, o desafio não é mais decidir se é possível viver com animais, mas sim como tornar essa convivência mais justa e respeitosa para todos.  “A paz no condomínio não depende da ausência de pets, e sim da presença de regras claras e bem aplicadas, com base no direito e no diálogo”, conclui Siglia Azevedo. 

 

Dra. Siglia Azevedo - Com mais de 15 anos de experiência, a advogada Siglia Azevedo é especialista em direito imobiliário e referência em mediação de conflitos condominiais. Mestre em sistemas de resolução de conflitos e doutoranda em direito civil, atua com foco em soluções extrajudiciais, oferecendo agilidade e eficácia na gestão jurídica. Sua abordagem humanizada e preventiva já impactou positivamente centenas de condomínios e escritórios jurídicos. Palestrante requisitada, Siglia também contribui para a formação de profissionais mais preparados e comprometidos com a convivência harmônica nos espaços urbanos.
https://www.instagram.com/siglia.azevedo/

 

Pet ferido: 3 passos urgentes que todo tutor precisa aprender


Médica Veterinária do IBMR, no RJ, alerta para que os socorros sejam imediatos
 

 

Saber agir nos primeiros minutos que seu pet se machuca pode fazer toda a diferença até que o pet seja atendido por um profissional. Quer aprender como?

A professora e coordenadora do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário IBMR, Victória Bório, cita que os principais casos de emergência são: asfixia, ingestão de corpos estranhos, traumas, intoxicações, dificuldades para urinar ou defecar, e ferimentos.

 

O que o tutor pode fazer para ajudar é descrever os sinais vitais do animal para o profissional (se há alterações no comportamento, como letargia, dificuldades respiratórias, tremores, vômito ou diarreia), manter o pet bem confortável no ambiente em que se encontra e observar sinais de desidratação. “Por isso é de extrema importância contatar o médico veterinário imediatamente”, alerta a professora do IBMR. O Centro Universitário integra o Ecossistema Ânima, no Rio de Janeiro.

Aprenda a lidar com algumas situações:

 

1 - Quedas 

Avalie a condição do pet. Não o mova se houver suspeita de fraturas (traumas), imobilize-o com uma toalha, acalmar o animal e leva-o ao veterinário para exames complementares e demais tratamentos.

 

2 - Intoxicações 

Em caso de intoxicação, identifique a possível causa (se foram alimentos, produtos químicos, medicamentos, plantas tóxicas) e identifique prontamente a quantidade destes produtos que, possivelmente, foi ingerida. Porém, vale uma alerta: não induza o animal ao vômito sem orientação e procure um médico veterinário imediatamente. “Retire imediatamente o animal de perto do suposto agente causador da intoxicação. Mesmo que o animal não apresente sintomas, mas o tutor tem a certeza de que o animal ingeriu alguma substância, o ideal é buscar ajuda de um médico veterinário o quanto antes. Não espere o animal piorar”, alerta a professora do IBMR, Victória Bório.

 

3 - Queimaduras 

O mais indicado é resfriar a área com água corrente fria, cobrir com gaze estéril e procurar atendimento veterinário rápido (o frio amenizar a sensação de dor pelo animal). Não passe pomadas ou receitas caseiras no local da queimadura em hipótese alguma.


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