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sexta-feira, 6 de junho de 2025

Programação de junho do Sesc Santo André propõe vivências artísticas e teatrais para crianças e famílias

Alice no Seu Pequeno Grande Quarto das Maravilhas 
Foto: Alex Santana 
 

Oficinas, experiências sensoriais e espetáculos convidam o público a explorar novos mundos 

 

Ao longo do mês de junho, crianças, bebês e todas as pessoas poderão participar de uma programação dedicada à experimentação artística e ao brincar. As atividades propõem vivências que estimulam a imaginação, convidando o público a criar, explorar e se divertir em experiências coletivas e sensoriais. 

Nos dias 21 e 28 de junho, o Grupo Arte Simples de Teatro conduz a oficina Brincando com Alice, em que participantes de todas as idades são convidados a experimentar jogos teatrais e o faz de conta. Tecidos e materiais simples se transformam em figurinos, personagens e cenários, em práticas que valorizam a criatividade e a interação entre crianças, adolescentes e acompanhantes. 

A programação inclui ainda o espetáculo Aguaceiro de Menino Bento, apresentado pela Cia. Menina Fulô no dia 29, com uma proposta pensada especialmente para bebês de zero a três anos, que poderão explorar elementos da natureza e sons da cultura popular brasileira em uma experiência sensorial. Já o grupo Desembargadores do Furgão apresenta A Fabulosa Tenda dos Charlatães nos dias 7 e 21, um espetáculo de máscaras e números clássicos de ilusionismo. 

Aos domingos, de 8 a 29, o público pode acompanhar Alice no seu pequeno grande quarto das maravilhas, também do Grupo Arte Simples, que utiliza teatro de sombras e manipulação de objetos para contar sobre a aventura de uma menina que transforma o quarto em um espaço fantástico de descobertas. A programação é aberta a todos os públicos e convida todas as pessoas a compartilharem momentos de criação, descoberta e diversão.
 

Programação: 
 

Vivência  

Brincando com Alice 
Com Grupo Arte Simples de Teatro
 

A oficina busca estimular a criatividade por meio de jogos teatrais e do faz de conta. Utilizando tecidos coloridos, os participantes criam cenários, figurinos e personagens, transformando materiais simples. Crianças, adolescentes e acompanhantes vivenciam a magia da transformação, essencial ao grupo. A experiência é lúdica e inspirada no universo de Alice. A atividade é aberta a toda a família, promovendo um ambiente colaborativo e divertido para todas as idades.


Dias 21 e 28/6, sábados, às 14h 
Espaço de Tecnologias e Artes 
Livre - Autoclassificação 
Grátis - Inscrições gratuitas no local com 30 minutos de antecedência. 

 

Dança  

Aguaceiro de Menino Bentu 
Com Cia. Menina Fulô 

Aguaceiro de Menino Bento é um espetáculo para bebês de zero a três anos, parte do projeto Trilogia das Águas. A obra parte da pergunta “É possível fazer água onde tudo está seco?” e investiga elementos naturais para criar uma experiência sensorial e palpável. A pesquisa inclui cordéis e musicalidade popular brasileira. As intérpretes apresentam materiais de forma lúdica: sementes e cabaças no bloco da seca, e balões com água, mangueiras e cetim no bloco das águas, após a descoberta do personagem Bento.

 

Dia 29/6, domingo, às 11h 
Espaço de Tecnologias e Artes 
Livre - Autoclassificação 
Grátis - Inscrições gratuitas no local com 30 minutos de antecedência. 

 
Teatro  
 

A Fabulosa Tenda dos Charlatães 
Com Grupo Desembargadores do Furgão
 

O espetáculo traz personagens que ganham vida com máscaras balinesas apresentando números de ilusionismo, mágica, atiradora de agulhas, homem mais forte do mundo, contorcionismo, faquir e muito mais. Com profissionais na arte de enganar, essa atrapalhada companhia irá divertir o público com sua requintada picaretagem, cara de pau e bom humor.
 

Dias 7 e 21/6, sábados, às 16h 
Área de Convivência 
Livre - Autoclassificação 
Grátis 
 

Alice no seu pequeno grande quarto das maravilhas 
Com Grupo Arte Simples
 

Depois de um dia tumultuado na escola, Alice tem que ficar em seu quarto pensando sobre o ocorrido, por ordem de sua mãe. De tanto pensar, a menina de sete anos se sente entediada e decide fazer um desenho para passar o tempo com uma grande ideia, o que a leva para uma incrível aventura por um mundo desconhecido. Utilizando teatro de sombras e manipulação de objetos para dar vida aos objetos existentes no quarto da menina que se transformam em personagens, o espetáculo fala principalmente sobre o brincar, o fazer de conta e a escolha da relação com o Tempo em seus muitos sentidos como importante linha narrativa da história.
 
De 8 a 29/6, domingos, às 16h 
Teatro 
Livre - Autoclassificação 
Ingresso - R$40,00 / R$20,00 / R$12,00 
 

SESC SANTO ANDRÉ

Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André

Telefone – (11) 4469-1200

Estacionamento: R$7,00 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional (Credencial Plena) e R$14,00 a primeira hora e R$ 3,50 por hora adicional (outros).

www.sescsp.org.br/santoandre 


Clarah Passos estreia no musical “O Palhaço Tá Sem Graça”

 

Crédito: Heloísa Bortz

 

“É uma peça que acenderá o ‘eu interior’ e pode curar feridas que nem sabíamos que tínhamos”, diz a atriz.

 

No musical, a atriz é uma ensemble. Os ensembles não possuem um personagem específico, fazem parte do grupo de atores que participam do espetáculo como coro e compõe as coreografias. 

“Eu tive a oportunidade e a liberdade concedida pela direção de construir a minha própria personagem. Isso é uma das coisas que mais amo no teatro musical. A magia de poder, em cada música, ter uma oportunidade diferente de poder contribuir na criação do meu personagem, deixando-o ainda mais verdadeiro”, comenta Clarah. 

“O Palhaço Tá Sem Graça” é um espetáculo cheio de emoções, sejam elas entre risadas ou lágrimas. Além de um musical que aborda a magia do circo, traz uma reflexão, sobre a redescoberta de cada um, de interesses, de medos e da coragem de colocá-los para fora.

“Venham ver o espetáculo porque é emoção garantida, fora que a dupla de palhaços Risadinha e Murmúrio, que ganharam vida através da incrível Fafy Siqueira e Fernando Vieira, são um show à parte”, convida a atriz.  

Com direção artística de Hudson Glauber e direção musical de Thiago Gimenes, o musical está em cartaz no Teatro Nair Belo, de sexta a domingo, no shopping Frei Caneca, em São Paulo. O espetáculo estará em cartaz até dia 6 de julho.  

Endereço - Rua Frei Caneca, 569 - 3º Piso - SP

Horário - sexta e sábado - 20h / domingo 18h

Classificação - a partir dos 8 anos de idade


Thriller cômico DO RÉ MI FU - O Mundo Fora de Escala ganha nova temporada no Complexo Cultural Funarte a partir de junho

Crédito: Willian Girarde

 

Protagonizado por Renata Konsso e Marcio Trinchinatto, espetáculo convida o público a espiar aspectos humanos sombrios, como a mediocridade, a violência e a vingança

 

A linha tênue entre a civilidade e a barbárie é explorada pelo espetáculo DO RÉ MI FU - O Mundo Fora da Escala, um thriller cômico estrelado por Renata Konsso e Marcio Trinchinatto, que também assina a direção e a dramaturgia. A peça estreou em 2024, e agora ganha uma nova temporada no Centro Cultural Funarte SP, de 20 de junho a 13 de julho, com sessões às sextas e aos sábados, às 20h, e aos domingos, às 18h30.

Ao longo de 80 minutos, o espetáculo reúne seis cenas independentes que apresentam 12 personagens, convidando o público a espiar aspectos humanos sombrios como mediocridade, violência e vingança, sem deixar o humor e a poesia de lado. São histórias que se desenrolam em ambientes como um apartamento gourmet, uma escola de elite e uma UTI de hospital, proporcionando ao espectador uma imersão em comportamentos e situações intimamente relacionadas ao seu próprio cotidiano em um mundo tomado pela individualidade e falta de empatia. 

A peça é um retrato do mundo pós-pandemia, na qual o riso e o desconforto se misturam. Neste caos da (in)civilidade, os diálogos rápidos e as reviravoltas -por vezes cruéis - refletem o estresse estratosférico que liberta o nosso lado mais irracional em um retrato da sociedade atual permeada por ira, ódio e falta de paciência.

DÓ RÉ MI FU – O Mundo fora da escala, é uma obra contemporânea que provoca uma sequência de reflexões sobre a natureza humana e o contexto atual e, talvez por isso, assuste por revelar o gigante sem controle que carregamos dentro de nós.

 

Sinopse

DO RÉ MI FU – O Mundo fora da escala reúne seis cenas independentes que apresentam 12 personagens, convidando o público a espiar aspectos humanos sombrios como mediocridade, violência e vingança, sem deixar o humor e a poesia de lado. A obra provoca uma sequência de reflexões sobre a natureza humana e o contexto atual e, talvez, por isso, assuste por revelar o gigante sem controle que carregamos conosco. Trata-se de uma deliciosa crítica social que nos faz rir e chorar. Tudo ao mesmo tempo.

 

Ficha Técnica

Texto e Direção: Marcio Trinchinatto

Elenco: Renata Konsso e Marcio Trinchinatto

Iluminação: Rodrigo Oliveira

Sonoplastia e Projeções: Elis Lucas

Figurinos: Lilian Bonfim Atelier

Coreografia: Richard Brito

Cenografia: Evas Carreteiro

Fotos: Willian Girarde

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Gestão: Maria Luisa Ângelo


Serviço

DO RÉ MI FU - O Mundo Fora da Escala, de Marcio Trinchinatto

Temporada: 20 de junho a 13 de julho, às sextas e aos sábados, às 20h, e aos domingos, às 18h30

Complexo Cultural Funarte - Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$30 (meia-entrada)

Duração: 80 minutos

Classificação: 16 anos

 

Musical Território do Amor faz temporada popular no Rio de Janeiro

crédito Caio Gallucci

Espetáculo faz ode ao mais complexo dos sentimentos humanos a partir das canções de grandes vozes femininas da música mundial. Com texto de Gabriel Chalita, direção geral de José Possi Neto e direção musical de Daniel Rocha, espetáculo tem uma curta temporada no Rio de Janeiro, de 12 a 29 de junho no Teatro Carlos Gomes 


O que une as saudosas cantoras brasileiras Elizeth Cardoso, Maysa, Dalva de Oliveira e Dolores Duran com a norte-americana Maria Callas, as francesas Barbara e Edith Piaf, a argentina Mercedes Sosa e a alemã Marlene Dietrich? É justamente o fato de que todas elas, em seus diferentes tempos e sociedades, cantaram cada uma à sua maneira as delícias e dissabores do amor. 

O musical Território do Amor, com texto de Gabriel Chalita, lança justamente um olhar para o que essas vozes poderosas e icônicas cantam a respeito desse que é o mais complexo dos sentimentos humanos. O espetáculo, que ainda tem direção geral de José Possi Neto e direção musical de Daniel Rocha, tem uma curta temporada carioca no Teatro Carlos Gomes, de 12 a 29 de junho.

Com uma atmosfera onírica e poética, a peça reúne todas essas lendas da música mundial em uma mesma barca, com destino incerto. Conduzidas por um barqueiro à luz do luar, elas navegam aquelas águas misteriosas enquanto contam e cantam seus amores a partir dos grandes temas que foram eternizados em suas carreiras.

Para dar voz a essas homenageadas, estão no elenco Badu Morais (Elizeth Cardoso), Bianca Tadini (Maria Callas), Daniela Cury (Barbara), Fernanda Biancamanno (Edith Piaf), Ju Romano (Dalva de Oliveira), Larissa Goes (Dolores Duran), Maria Clara Manesco (Marlene Dietrich), Neusa Romano (Maysa), Tatiana Toyota (Mercedes Sosa) e Leticia Mamede (swing). Já o barqueiro é interpretado pelo ator, cantor e instrumentista Marco França.

O espetáculo ainda tem coreografia de Kátia Barros, figurinos de Kleber Montanheiro, cenografia de Renato Theobaldo, desenho de som de Eduardo Pinheiro, desenho de luz de Wagner Freire, visagismo de Emi Sato e direção de produção de Marilia Toledo e Emilio Boechat.

Território do Amor é realizado pela Ice Cream And Drama Produções, apresentado pela Brasilcap e conta com patrocínio master de Yduqs, com apoio cultural de Vibra e com apoio de Hyundai  pela Lei Rouanet e Matriarca Café.


Ficha Técnica

Texto: Gabriel Chalita

Encenação e Direção de Arte: José Possi Neto 

Direção musical /Arranjos / Composições Adicionais: Daniel Rocha 

Coreografia e direção de movimento: Kátia Barros 

Figurinista: Kleber Montanheiro

Cenógrafo: Renato Theobaldo

Desenho de som: Eduardo Pinheiro

Desenho de luz: Wagner Freire

Visagismo: Emi Sato

Direção de produção: Marilia Toledo e Emilio Boechat


Elenco:

Badu Morais – Elizeth Cardoso

Bianca Tadini – Maria Callas

Daniela Cury - Barbara

Fernanda Biancamanno - Edith Piaf

Ju Romano – Dalva de Oliveira

Larissa Goes – Dolores Duran

Leticia Mamede - Swing

Maria Clara Manesco – Marlene Dietrich

Neusa Romano - Maysa

Tatiana Toyota – Mercedes Sosa

Marco França – Barqueiro



Coro
(selecionadas por audição do Instituto Baccarelli). 


Gabriela Lira

Luciana Lira

Bárbara Viana 

Duda Garcez

Gabriela Evaristo 

Gabrielly Neves

 

Apresentado por: Sesc RJ

Patrocínio: Estácio e Yduqs

Produção: Domínio Público

Realização: Ice Cream And Drama Produções


Sinopse

Uma embarcação conduz mulheres que marcaram a história com suas histórias de amor e de dor. Com suas glórias e suas mágoas. Vidas que se cruzam em tempos e espaços diferentes. Vidas semelhantes no sentir. 

São elas Elizeth Cardoso, Maysa, Dalva de Oliveira e Dolores Duran. Que se encontram com Maria Callas, Barbara, Edith Piaf, Mercedes Sosa e Marlene Dietrich. 

As canções permeiam o espetáculo e o texto navega nos mais profundos sentimentos humanos. Na alegria da vida, o abandono. No prazer, o medo. Na chegada, a partida. 

A peça traz o mistério da morte e o mistério da vida. Tudo com a leveza musical, que compõe para alguns a recordação de lindas canções e para outros o aprendizado. O amor nunca sai de cena. 

 

Serviço

Território do Amor, de Gabriel Chalita

Temporada: 12 a 29 de junho de 2025 

Quintas e sextas, às 19h.

Sábados e domingos, às 17h 

Teatro Carlos Gomes 

Endereço: Praça Tiradentes S/N (Rua Pedro I, 4) - Centro - Rio de Janeiro  

Ingressos: R$ 80 

Classificação: Livre

Duração: 2h15 (com 15 minutos de intervalo)
Capacidade: 561 lugares 

Acessibilidade: em todas as apresentações

Link de vendas: https://tickets.oneboxtds.com/riocultura/events/45740?sessionView=LIST


Expedição realiza uma jornada interativa pelas ciências da Terra e do Universo

 

Alameda do Sistema Solar do Parque Cientec
Foto: Marcos Santos/USP Imagens
 

Com atividades gratuitas até novembro, o Parque de Ciência e Tecnologia da USP promove visitas monitoradas, observações astronômicas e experiências científicas imersivas em parceria com o IAG e o IGc

 

O Parque de Ciência e Tecnologia (CienTec) da USP, em parceria com o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) e o Instituto de Geociências (IGc) da USP, oferece a partir de 6 de junho a Expedição CienTec: Uma Jornada pelas Ciências da Terra e do Universo. O evento é gratuito, com limite de 40 vagas por horário. Para escolas e grupos as reservas são realizadas por um formulário específico. A programação segue até o final de novembro e as inscrições para o público espontâneo são feitas on-line pelo site da plataforma Sympla e disponibilizadas com cerca de duas semanas antes de cada evento. 

A programação inclui diversas brincadeiras interativas em espaços temáticos sempre em A iniciativa acontece uma sexta-feira e um sábado de lua crescente, momento propício para observações astronômicas.  

A Expedição CienTec: Uma Jornada pelas Ciências da Terra e do Universo tem como objetivo proporcionar uma experiência imersiva com visitas monitoradas em diferentes espaços do parque, incluindo o Planetário, o vitral da Deusa Urânia e o Laboratório de Microscopia.  

Para a diretora do Parque CienTec, Suzana Ursi, a parceria com os dois institutos da USP proporciona uma ampliação da experiência e das possibilidades interativas oferecidas pelo parque. “Nossas observações astronômicas sempre contaram com a abordagem histórica, no entanto, a partir dessa nova parceria, as atividades são muito ampliadas, integrando nossos espaços e atividades com muitas outras. O público tem a oportunidade de embarcar numa expedição cheia de conhecimento e diversão”, destaca. 

Christine Bourotte, professora do IGc e uma das coordenadoras do evento, complementa: “As atividades conjuntas visam fazer o público enxergar o planeta Terra com outros olhos, do macro ao micro, mostrar como as ciências da Terra atuam e incentivar a curiosidade sobre o mundo”. 

O circuito com duração aproximada de três horas realiza saídas a cada 20 minutos. Ele é  composto por estações temáticas que abordam desde a previsão do tempo e a história de rochas e minerais até experimentos de física e geofísica. Curiosidades sobre o centro da Terra e a análise de extremófilos, seres que vivem até mesmo no espaço, como os tardígrados, também estão incluídas. A atividade tem o acompanhamento de mediadores,o uso de equipamentos científicos e demonstrações práticas. 

Um dos destaques será a utilização do Laboratório de Microscopia, que permite a observação do universo microscópico. A programação também contará com uma sessão de planetário, que leva o público para uma imersão cósmica antes da observação do céu, realizada sempre na fase crescente da Lua. Essa escolha não é por acaso, nesse período o tempo de observação da Lua é maior e a qualidade também é melhorada, com mais detalhes de crateras e mares expostos para visualização. 

Segundo a professora Elysandra Cypriano, do IAG, que também coordena a iniciativa, “o papel social da universidade é transformar conhecimento de ponta em experiências que democratizam o acesso à ciência de forma integrada”. Para ela, essa transformação aproxima a Universidade da sociedade. “Ao traduzir pesquisas complexas em atividades interativas, não apenas aproximamos o público dos grandes centros de pesquisa, mas plantamos as sementes do pensamento crítico e da inovação”, ressalta.


Confira a programação:

 

Junho

  • 07/06/2025 - sábado

Julho

  • 04/07/2025 - sexta-feira
  • 05/07/2025 - sábado

Agosto

  • 01/08/2025 - sexta-feira
  • 02/08/2025 - sábado
  • 29/08/2025 - sexta-feira
  • 30/08/2025 – sábado

Setembro

  • 26/09/2025 - sexta-feira
  • 27/09/2025 - sábado

Outubro

  • 31/10/2025 - sexta-feira

Novembro

  • 01/11/2025 - sábado
  • 28/11/2025 - sexta-feira

29/11/2025 - sábado

  

Texto | Isabella Zanelli - Da Divisão de Comunicação da Pró-reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP. Publicado originalmente em Jornal da USP.

 

Uma travessia inesquecível: inscrições para o Desafio da Ponte abrem no dia 10 de junho

Créditos: Divulgação
Desafio da Ponte


Prova histórica de 21km retorna após 12 anos e acontece no dia 3 de agosto, com 8 mil vagas disponíveis


Um dos momentos mais esperados pelos apaixonados por corrida de rua está chegando. No dia 10 de junho, terça-feira, serão abertas as inscrições para o Desafio da Ponte – uma meia maratona de 21km que cruza a icônica Ponte Presidente Costa e Silva, mais conhecida como Ponte Rio-Niterói. A prova retorna ao calendário esportivo após 12 anos e será realizada no dia 3 de agosto, com largada no Caminho Niemeyer, em Niterói, e chegada na Praça Mauá, no Rio de Janeiro. Com seus mais de 13 km de extensão, a Ponte — maior do hemisfério sul — oferece aos corredores um percurso único, com vistas deslumbrantes da Baía de Guanabara. Serão disponibilizadas 8 mil vagas, e as inscrições podem ser feitas pelo site oficial do Desafio da Ponte, no valor de R$499,00 — com camiseta da prova, viseira e número de peito.

No ato da inscrição, homens e mulheres precisarão comprovar ter completado, a partir de janeiro de 2024, prova de 21km em tempo igual ou abaixo de 2 horas e 30 minutos ou prova de 42km em tempo igual ou abaixo de 5 horas. A prova a ser usada como comprovação de índice precisa ser de corrida de rua e chancelada por alguma entidade de caráter oficial, seja ela World Athletics, Nacional (CBAt) ou Estadual. Sendo assim, vale ressaltar que os resultados obtidos nas provas de 21km e 42km da Maratona do Rio 2024 são válidos como índice.

Créditos: Divulgação
Desafio da Ponte

 

“Para viabilizar essa experiência única, foi necessário um grande esforço de coordenação com as autoridades do Rio de Janeiro, de Niterói, estaduais e federais. Tenho certeza de que toda a comunidade da corrida de rua está na expectativa para garantir uma vaga no Desafio da Ponte. Não tenho dúvida: todos vão levar para casa lembranças inesquecíveis”, completa João Traven, sócio da Spiridon que promove o evento com a Dream Factory.

“O Desafio da Ponte simboliza o que somos como cidade e como país: conexão, superação e paixão pelo esporte. Quando colocamos milhares de pessoas atravessando a Ponte Rio-Niterói, mostramos na prática que Rio e Niterói estão prontas para sediar eventos de grande porte, como os Jogos Pan-Americanos,” destaca Claudio Romano, VP de marketing e negócios da Dream Factory.
 


Uma história de tradição

Criada em 1981, a Corrida da Ponte se tornou uma das provas mais desafiadoras e simbólicas do Brasil. Com seu percurso passando pela imponente Ponte Rio-Niterói, o evento não só testa os limites físicos dos corredores, como também proporciona um dos cenários mais icônicos do estado do Rio de Janeiro. Realizada anualmente até 1986, a prova foi interrompida por questões operacionais e de tráfego na ponte. No entanto, sua importância permaneceu viva na memória dos atletas, culminando em seu grande retorno em 2011 e com edições subsequentes em 2012 e 2013.

A última edição, realizada em 2013, contou com 8 mil corredores e teve como grandes campeões o brasileiro Giovani dos Santos, que concluiu a prova com o tempo de 1h05m02s, e a queniana Dorcas Jepchirchir, que cruzou a linha de chegada em 1h17m42s. Agora, após mais de uma década, a prova volta ao calendário esportivo nacional, mantendo sua tradição e relevância no cenário das corridas de rua.

 

Sobre o Desafio da Ponte

O Desafio da Ponte é promovido e realizado pela Dream Factory, Spiridon e DFSP.
Instagram | DesafiodaPonteOficial
Site | Clique aqui

 

São João de São Paulo: shows, comidas típicas, brincadeiras para toda a família e ativações de marcas são os destaques da segunda semana da festa


O evento terá apresentações exclusivas de Mestrinho, Bailão Clube, Diana do Sertão, Bloco de Pífanos de São Paulo, Forró para Nóis e Paulla Zeferino. A expectativa é que mais de 30 mil  pessoas passem pelo local, nos dias 7 e 8 de junho.
 

 

 

A programação oficial do São João de São Paulo foi anunciada. A festa deste ano, cujo mote são as festas juninas do Nordeste brasileiro, se estenderá por 10 dias no Parque Villa Lobos, com início em 31 de maio e encerrando no dia 22 de junho. Entre as novidades para a segunda semana do evento estão os shows de Mestrinho, Bailão Clube, Diana do Sertão,Bloco de Pífanos de São Paulo, Forró para Nóis e Paulla Zeferino, além de uma vasta programação com brincadeiras para as crianças, quadrilhas, ativações das marcas parceiras e diversas opções da culinária nacional. 


O arraial retrata a tradicional cultura popular do Nordeste, através de barracas com comidas e bebidas típicas. Tem milho, cachorro-quente, pastel, churros, crepes, bebidas e muito mais, além da tradicional pamonha junina para saborear com toda a família. Os restaurantes Família Kariri, Sotero Cozinha Original, Fortal Cuscuz, Souk Burguer, Pita Kebab, Pamonharia Goiana, Tremdoido, Las Chicas Empanadas, Morrones e Bullguer estarão presentes no festival com seus cardápios. 


Próximo ao palco, o São João de São Paulo ganha um cenário de interior, um vilarejo cenográfico que expõe em tamanho natural uma típica comunidade nordestina, suas construções, os hábitos e costumes de seus moradores. No espaço, os visitantes encontrarão casas decoradas e diversos ambientes propícios para tirar fotos e registrar momentos especiais. 


E para quem quer se divertir com a família, não pode perder as atrações voltadas ao público infantil. Tem touro mecânico, tomba lata, pescaria, boca de palhaço, argolas e muito mais. 


Para aproveitar a brincadeira, que resgata a tradição do São João do Nordeste, o acesso é gratuito, mediante o resgate antecipado dos ingressos. O evento é um espaço para todas as idades, mas as crianças devem permanecer acompanhadas pelos pais ou responsável adulto, enquanto estiverem no local. 


O Ministério da Cultura, o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e SulAmérica apresentam o São João de São Paulo. Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução. 

 

Serviços: 


Shows:


Sábado (7):

Diana do Sertão

Bloco de Pífanos de São Paulo

Forró para Nóis


Domingo (8)

Mestrinho

Paulla Zeferino

Bailão Clube



Local: Parque Villa Lobos 

Endereço: Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001 – Alto de Pinheiros – SP 

Dias: 7, 8, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de junho  

Horário de abertura: 10h 

Informações: www.instagram.com/saojoaodesp/ 

 

Com sucesso de público, Festa Junina Vegana promete comidinhas, música e atrações aos domingos


 

Evento conta com barracas com delícias juninas e da culinária internacional vegana, além de itens de artesanato, moda, bijus e papelaria que garantem um presente exclusivo para o dia dos namorados

 

O primeiro dia da Festa Junina Vegana Vegnice em novo local, em plena Rua Augusta, foi um verdadeiro sucesso de público e promete mais novidades e delícias para os próximos quatro domingos do mês.

Ao celebrar a culinária vegana e a cultura junina de fora integrada, o evento mais amado dos brasileiros traz tudo que é bom das tradicionais festas, tais como pipoca, curau, arroz doce, espetinhos, pasteis e até itens da gastronomia internacional como hot dog coreano, sanduíche de falafel e yakisoba, tudo na versão vegana, oferecendo, assim, novas experiências e mantendo os sabores tão apreciados por todos.

Além disso, a festa ainda tem atrações grátis como música e aula de forró pé-de-serra e feira criativa com expositores dos mais diversos segmentos, como empório, bijus, moda, artesanato, perfumaria e papelaria, o que ajuda a garantir um presente único e exclusivo para o Dia dos Namorados.

Tudo isso reunido em um ambiente acolhedor, com infraestrutura acessível, incluindo espaço para cadeirantes e área kids, a Festa Junina Vegana Vegnice proporciona uma experiência inclusiva e prazerosa para toda a família, que conecta cultura, sustentabilidade e pluralidade.

A Festa Junina Vegnice será nos dias 8, 15, 22 e 29, das 12h às 20h, na Rua Augusta, 935 – a 800 metros do Metrô Consolação, em São Paulo (SP). O ingresso gratuito pode ser adquirido em https://www.sympla.com.br/evento/festa-junina-vegana/2953265 e mais informações podem ser obtidas nas página oficiais do instagram https://www.instagram.com/vegniceoficial/ e do Facebook www.facebook.com/Vegnice

 

SERVIÇO


Festa Junina Vegana Vegnice – 11ª edição

Datas:  8, 15, 22 e 29 de junho (domingos)

Horário: 12h às 20h

Local: Rua Augusta, 935 – a 800 metros do Metrô Consolação
Entrada: Gratuita

Classificação: Livre

Pet Friendly

Estacionamento privado no local.

Mais informações:

Instagram www.instagram.com/vegniceoficial

Facebook www.facebook.com/Vegnice

Ingresso gratuito: https://www.sympla.com.br/evento/festa-junina-vegana/2953265


Quando o corpo muda antes da hora e a mulher não se reconhece mais, pode ser menopausa precoce

É hora de parar de normalizar o sofrimento feminino e enxergar o que está por trás de tantos diagnósticos ignorados

 

Ela olha no espelho e não se reconhece mais. O rosto parece cansado, o humor mudou, a paciência evaporou. A libido sumiu, o sono virou um campo de batalha e o ciclo menstrual desapareceu, mas ninguém explica o porquê. Em vez de acolhimento, ela ouve que está estressada, que precisa relaxar, que “é a vida”. Mas não é “só” estresse, pode ser menopausa precoce e ninguém está falando disso como deveria.

Recentemente, a cantora Naiara Azevedo revelou que está enfrentando essa condição, escancarando uma realidade vivida por milhares de mulheres que, assim como ela, tiveram sua saúde reprodutiva interrompida de forma abrupta. Aos olhos da sociedade, ainda muito cedo. Aos olhos da ciência, uma condição séria que merece atenção imediata.

A menopausa precoce, também chamada de insuficiência ovariana primária, acontece quando os ovários deixam de funcionar normalmente antes dos 40 anos. A estimativa é que cerca de 5% das mulheres passem pela condição, segundo dados da National Library of Medicine, dos Estados Unidos. Nesse processo, o corpo interrompe a produção de hormônios femininos e a menstruação cessa, mesmo que a mulher ainda tenha planos, projetos e sonhos ligados à saúde reprodutiva.

“O que mais ouvimos no consultório é: ‘não sou mais eu’, e ela está certa. Algo mudou, e não é invenção da cabeça”, afirma Fabiane Berta, ginecologista e idealizadora do MYPAUSA, movimento que lidera uma virada histórica na forma de enxergar a saúde feminina no Brasil.

Para Fabiane, o mais grave não é a perda hormonal em si, mas a ausência de preparo e acolhimento para lidar com esse rompimento precoce. “Essa mulher esperava estabilidade e, de repente, se vê atravessada por uma transformação repentina que ninguém avisou que poderia acontecer”.

A especialista ressalta que os sintomas físicos são os mesmos da menopausa natural: interrupção da menstruação, ondas de calor, dificuldade para dormir, secura vaginal. Mas o impacto emocional é ainda mais profundo. “O luto pelo que não foi vivido, a insegurança com o corpo que parece ter mudado de código, a sensação de estar envelhecendo antes da hora, é uma ruptura silenciosa. Como acontece fora do tempo esperado, muitas mulheres demoram a buscar ajuda e vão adoecendo sozinhas”, pontua.

Psicanalista e especialista em saúde mental feminina, Ana Lisboa reforça que os efeitos dessa mudança precoce são devastadores quando não há escuta adequada. “Quando uma mulher se depara com a menopausa precoce, não é apenas o corpo que muda, é a biografia que é atravessada. Aos 36 ou 40 anos, ela ainda se vê no tempo do possível: possível gestar, possível planejar, possível adiar. E, de repente, o corpo encerra um ciclo sem avisar. O impacto psíquico é brutal, porque ela não vive apenas a queda hormonal, mas um luto simbólico por tudo o que não foi, o filho que não veio, o tempo que não foi vivido, a liberdade de escolha que lhe foi arrancada”, explica.

“Trabalhar esse rompimento exige mais do que compreensão clínica, exige escuta profunda, espaço para elaborar esse luto e reconstruir a autoestima. Porque enquanto a medicina cuida do hormônio, é a psique que tenta costurar os pedaços da identidade feminina que se partiu sem aviso”, completa Lisboa.

O diagnóstico exige escuta, empatia e exames hormonais. Em alguns casos, a causa é genética ou está ligada a tratamentos como quimioterapia e radioterapia. Em outros, a origem nunca será conhecida - e isso, por si só, já seria razão suficiente para ampliar o debate. “Precisamos parar de medicalizar a mulher que sofre e começar a olhar com profundidade para o que ela está vivendo”, defende Fabiane.

O tratamento mais comum é a reposição hormonal personalizada, mas ele não pode acontecer sem que antes exista um acolhimento. Informação e diagnóstico mudam trajetórias e a mulher que enfrenta a menopausa precoce precisa de apoio, não de julgamento, nem de frases prontas. “Ela não está exagerando, não está louca e definitivamente, não está sozinha. Quando ela entende o que está acontecendo com seu corpo, começa a resgatar sua autonomia, sua identidade e a sua saúde. Essa é a verdadeira medicina que precisamos praticar”, finaliza Fabiane.


Fabiane Berta - Médica ginecologista e obstetra especializada em medicina fetal pela Faculdade de Medicina da Santa Casa de SP. Tem mais de 7 pós-graduações como Endocrinologia, Neurociência, Comportamento, Bioquímica e formações nos EUA na área da saúde feminina como Fisiologia Hormonal Feminina e Estética Íntima. Atua na formação médica, com ações de capacitação e atualização do climatério à menopausa. Mestranda no núcleo da Endometriose, Dor Pélvica e Menopausa da UNIFESP. Speaker, pesquisadora e key opinion maker da Fagron Brasil. PI e Chefe do Steering Committee do Estudo MyPausa, coordenado pela Science Valley. Science Medical Team – OB-GYN Specialist da Science Valley. Criadora do MYPAUSA, que propõe um registro nacional da menopausa nos 27 estados do Brasil, com a finalidade de promover uma reforma nacional na saúde feminina pública e privada, que assegure acesso a inovações e tratamentos atualizados, respeitando todas as diversidades regionais.



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