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segunda-feira, 2 de junho de 2025

Irlanda lidera ranking de países mais buscados por brasileiros para imigrar, mostra levantamento

 França e Itália aparecem na sequência, à frente de Estados Unidos e Canadá; Países como Luxemburgo também entraram na mira de brasileiros

 

Destinos na Europa estão entre os favoritos dos brasileiros para imigração. É o que aponta um levantamento da empresa de inteligência de dados Brasil Apostas, feito com base em tendências de busca do Google Trends e Google Analytics. A pesquisa revelou os países mais procurados pelos brasileiros que desejam imigrar em 2025. 

No topo do ranking aparece a Irlanda, com 59,9% das buscas relacionadas ao tema. O país europeu tem ganhado destaque entre os brasileiros por combinar facilidade no aprendizado da língua inglesa com políticas migratórias mais acessíveis a estudantes e profissionais qualificados.

Na segunda posição está a França, com 53,3%, seguida pela Itália (51,1%). Ambos são destinos que atraem pessoas com dupla cidadania europeia. Já os tradicionais Estados Unidos aparecem em quarto lugar (50,7%), seguidos de perto pelo Canadá (49,8%), conhecido por seu programa de pontos para imigração de profissionais formados. A análise considerou os termos em ascensão relacionados à imigração durante os primeiros meses de 2025.


Ranking dos países mais buscados para imigração por brasileiros em 2025

(% das pesquisas entre 01/01/2025 e 15/05/2025)

1.   Irlanda - 59,9%

2.   França - 53,3%

3.   Itália - 51,1%

4.   Estados Unidos - 50,7%

5.   Canadá - 49,8%

6.   Australia - 42,75%

7.   Portugal - 40,78%

8.   México - 37,47%

9.   Espanha - 29,68%

10.          Luxemburgo - 29,28%

 Para trabalhar ou estudar na Irlanda, brasileiros precisam solicitar o Stamp 1 (trabalho) ou Stamp 2 (estudante) após a chegada, já que não precisam de visto prévio para entrada curta. Universidades irlandesas frequentemente aceitam estudantes internacionais e permitem trabalho de meio período durante os estudos. 

Já na França, um visto de longa duração (VLS-TS) é necessário para quem deseja estudar ou trabalhar por mais de 90 dias. O documento pode ser solicitado diretamente no consulado francês no Brasil e exige comprovação de renda, seguro saúde e carta de aceitação em instituição francesa ou contrato de trabalho. 

Para brasileiros com cidadania italiana, o acesso ao país é livre. Quem não tem cidadania pode solicitar visto de estudo, trabalho ou residência, com documentos como contrato de trabalho, carta de aceitação ou plano de negócios (para autônomos).


Portugal e EUA continuam entre os destinos mais buscados por dúvidas práticas

Embora não estejam entre os 3 primeiros no ranking geral, Portugal e Estados Unidos apareceram como os países com maior volume de perguntas específicas feitas no Google.  

Nos Estados Unidos, o visto H-1B (trabalho) e o visto de estudante (F-1) são os mais buscados. Já em Portugal, o processo de residência para brasileiros é facilitado por acordos bilaterais, e muitos optam pelo visto D7 (renda própria) ou visto de trabalho subordinado.


Luxemburgo entra no radar dos brasileiros


Apesar de não aparecer no top 5, Luxemburgo surge como um dos países mais mencionados nas perguntas dos brasileiros no Google. Termos como “visto Luxemburgo” e “trabalhar em Luxemburgo” tiveram aumento expressivo. O país oferece um dos salários mínimos mais altos da Europa, com valores indo de 2,7 a 3,2 mil euros, além de qualidade de vida e acesso facilitado para cidadãos europeus.

 

Sobre o estudo

 

A pesquisa foi realizada com base em dados do Google Trends e Google Analytics, cruzando palavras-chave com termos como “visto”, “como morar em”, “trabalhar em” e “imigração 2025”. O levantamento considera o período de 1º de janeiro a 15 de maio de 2025. 

 

 

Brasil Apostas é a operação nacional da norte-americana Gambling Group, especializada em dados e inteligência esportiva.

 

 

Mindset de crescimento: como reprogramar sua mente para o sucesso profissional


Madalena Feliciano explica como a forma de pensar pode impulsionar — ou bloquear — sua trajetória na carreira


Em um mundo competitivo e em constante transformação, o diferencial não está apenas no currículo, mas na mentalidade. O chamado mindset de crescimento — termo popularizado pela psicóloga Carol Dweck — vem ganhando destaque no ambiente corporativo como uma das chaves para o desenvolvimento profissional contínuo.

De acordo com Madalena Feliciano, empresária, CEO da Outliers Careers e especialista em desenvolvimento humano, adotar um mindset de crescimento é o primeiro passo para sair do piloto automático e assumir o protagonismo da própria carreira.

“Quando um profissional acredita que pode evoluir por meio do esforço, da dedicação e do aprendizado, ele abre portas para o crescimento real. A mente deixa de buscar apenas segurança e começa a enxergar oportunidades em cada desafio”, explica Madalena, que atua há mais de 25 anos como mentora de líderes e equipes.

Confira 5 atitudes que ajudam a reprogramar a mente para o sucesso profissional: 

1. Questione suas crenças limitantes

Muitas pessoas carregam, sem perceber, pensamentos como “eu não nasci para isso” ou “não sou bom o suficiente”. Identificar essas crenças e substituí-las por afirmações mais realistas e construtivas é um passo essencial para o crescimento.

“Você não é o que te disseram, e sim o que decide acreditar sobre si mesmo”, diz Madalena.

 

2. Veja os erros como aprendizado, não como fracasso

Profissionais com mindset fixo têm medo de errar. Já quem adota uma mentalidade de crescimento entende que errar faz parte do processo e que cada tentativa é uma oportunidade de melhorar.

 

3. Desenvolva a autorresponsabilidade

Em vez de culpar o chefe, o mercado ou a empresa, olhe para o que está ao seu alcance. Assumir a responsabilidade pela sua carreira é libertador e te coloca no controle da sua evolução. 


4. Invista em conhecimento — e autoconhecimento

Cursos e formações técnicas são importantes, mas se conhecer profundamente é o que diferencia um profissional comum de um líder inspirador. Ter clareza de pontos fortes, gatilhos emocionais e áreas de desenvolvimento é fundamental.

 

5. Cerque-se de pessoas que te desafiem a crescer

Mentores, colegas e líderes que inspiram, questionam e provocam o seu melhor são aliados poderosos. “Ambientes positivos e que estimulam a evolução contribuem diretamente para uma mudança de mentalidade”, completa Madalena.

 

Conclusão

Adotar um mindset de crescimento é uma escolha consciente — e transformadora. “Reprogramar a mente para o sucesso profissional não acontece de um dia para o outro, mas é um exercício diário de autoconfiança, coragem e vontade de evoluir”, afirma Madalena Feliciano.

Profissionais que mudam sua forma de pensar mudam, inevitavelmente, a forma como agem, se comunicam e lideram. E é aí que o sucesso deixa de ser um acaso e passa a ser um caminho.




Madalena Feliciano - Empresária, CEO de três empresas, Outliers Careers, IPC e MF Terapias, consultora executiva de carreira, terapeuta, mãe de 5 filhos, atua como mentora de líderes e de equipes e com orientação profissional há mais de 25 anos, sendo especialista em gestão de carreira e desenvolvimento humano. É administradora, estudou Terapias Alternativas e MBA em Hipnoterapia. Já concedeu entrevistas para diversos programas de televisão abordando os temas de carreira, empregabilidade, coaching, perfil comportamental, postura profissional, hipnoterapia e outros temas relacionados com o mundo corporativo. Master Coach, Master em PNL e Hipnoterapeuta, Madalena realiza atendimentos personalizados para: fobias, depressão, ansiedade, medos, gagueira, pânico, anorexia, entre muitos outros. Atua também com treinamentos comportamentais para líderes e mentorias individuais.


Como o SAP Analytics Cloud ajuda a transformar intuição em estratégia?


Mesmo em plena era dos dados, grande parte das decisões estratégicas nas empresas brasileiras ainda é tomada com base em intuição, experiência pessoal ou planilhas isoladas. Essa gestão “no olho” compromete previsibilidade, aumenta riscos e desacelera reações ao mercado. É nesse contexto que o SAP Analytics Cloud (SAC), plataforma de análise e planejamento em nuvem que integra funções de Business Intelligence (BI), tem ganhado relevância entre executivos que buscam integrar planejamento, inteligência de dados e análises preditivas em uma única plataforma baseada em nuvem.

A resistência à gestão orientada por dados ainda é muito comum — principalmente em empresas que já implantaram sistemas de gestão e, acreditam que isso será suficiente para cobrir toda a estratégia. Ou seja, o maior entrave não é técnico, mas sim cultural, uma vez que, na maioria das vezes, os executivos confiam mais nos próprios cálculos do que nos dados estruturados. No entanto, é preciso enfatizar que, por mais que o ERP seja uma ferramenta eficaz para organizar as operações, um bom planejamento estratégico exige análise e inteligência.

Diante disso, o SAC torna-se um importante aliado, uma vez que sua proposta é clara: empoderar os gestores com dados confiáveis, insights acionáveis e previsões precisas, eliminando a dependência de intuição ou análises manuais fragmentadas. Na prática, a solução permite visualização de dados em tempo real, com dashboards e gráficos interativos; planejamento financeiro estruturado; simulação de cenários econômicos; uso de machine learning para prever comportamentos como churn, vendas e variações de custos; e colaboração direta nos próprios relatórios, possibilitando o alinhamento entre as áreas.

Vale destacar que o SAP Analytics Cloud tem a capacidade de se conectar com bases SAP ou não, inclusive, em planilhas Excel ou banco de dados legados, o que permite a adoção gradual sem a ruptura de sistemas já existentes. Na prática, a ferramenta pode ser comparada a um “ChatGPT corporativo”, uma vez que a solução é capaz de responder perguntas críticas sobre o negócio com a linguagem acessível.

A adoção do SAC traz impactos diretos no desempenho organizacional, como por exemplo, redução de 30% no tempo de geração de relatórios; corte de até 50% no tempo de fechamento do planejamento financeiro; maior agilidade para reagir as oscilações de mercado; e o amento da segurança e compliance, com controle de acessos e auditorias automatizadas, segundo dados da SAP.

Mais do que resultados operacionais, a plataforma ajuda a instaurar uma cultura de decisões baseadas em dados. Isso porque, quando líderes passam a confiar nas análises, o nível de alinhamento entre as áreas cresce, favorecendo uma gestão baseada em fatos. Não à toa, setores como varejo e distribuição utilizam a solução para cruzar históricos de vendas com níveis de estoques e, a partir disso, sugerir ações.

Cabe enfatizar que a eficácia da ferramenta está diretamente relacionada com a mudança cultural da organização. Essa, sem dúvidas, não é uma tarefa simples e, por isso, contar com o apoio de uma consultoria especializada é um recurso promissor. Afinal, o time de especialistas será eficaz para guiar a companhia em toda jornada, ajudando na conquista de resultados.

O mercado, atualmente, exige das organizações respostas rápidas, mas que sejam baseadas em evidência. Dessa forma, empresas que ainda operam com múltiplas fontes de dados e, consequentemente, sofrem com a lentidão na geração de relatórios, podem se beneficiar com o uso do SAC. 

 

Fábio Rogério - Co-CEO da ALFA Consultoria – SAP Gold Partner.

ALFA Consultoria – SAP Gold Partner


domingo, 1 de junho de 2025

Frio à vista: Cobasi orienta tutores sobre como proteger os pets nas baixas temperaturas

Veterinária destaca sinais de desconforto térmico, riscos à saúde e cuidados essenciais para cães e gatos durante o inverno
 

Com a queda nas temperaturas em várias regiões do país, os tutores devem ficar atentos aos sinais de que os animais de estimação estão sentindo frio. Segundo a médica veterinária Lysandra Jacobsen, Analista de Educação Corporativa da Cobasi, embora cães e gatos também sintam frio, a forma como percebem as mudanças de temperatura é diferente da dos humanos. 

“A temperatura corporal dos pets é mais elevada — geralmente entre 38°C e 39°C —, o que significa que nem sempre estarão com frio quando nós estivermos”, explica a especialista. Mesmo assim, ela reforça que o desconforto térmico existe e que os animais também sofrem com os dias mais gelados. 

Alguns comportamentos ajudam a identificar quando um pet está com frio. “Entre os sinais mais comuns estão: tremer, deitar encolhido, buscar locais mais quentes da casa — como tapetes, camas ou sofás — e passar mais tempo recolhido ou quieto”, orienta a veterinária. Ficar atento a essas mudanças de atitude é essencial para garantir o bem-estar dos animais durante o inverno. 

Outro ponto curioso é o papel da respiração no controle da temperatura dos cães. “Em dias frios, eles podem apresentar respiração mais ofegante como uma forma de ajustar a troca de calor com o ambiente”, afirma. Esse mecanismo ajuda a equilibrar a temperatura corporal e evitar a perda excessiva de calor. 

Vestir ou cobrir o pet nem sempre é necessário, mas em determinadas situações, esse cuidado se torna fundamental. “Quando a temperatura se aproxima dos 10°C, é recomendável cobrir ou agasalhar o pet para ajudar na manutenção do calor corporal”, diz Lysandra. Ela destaca que esse cuidado é ainda mais importante no caso de filhotes, animais idosos ou de pelo curto, que são naturalmente mais sensíveis ao frio. 

Além do desconforto, o frio intenso pode trazer riscos concretos à saúde dos pets. “Além da hipotermia causada pela exposição prolongada às baixas temperaturas, os animais também ficam mais vulneráveis a doenças respiratórias, como gripes e pneumonias”, alerta ela. Ela acrescenta que problemas articulares, especialmente em pets idosos, além de questões dermatológicas e alterações comportamentais ligadas ao estresse, são mais comuns nessa época do ano. 

Lysandra também chama a atenção para a importância de manter a vacinação dos pets em dia. “Animais que não estão vacinados correm um risco ainda maior, já que o sistema imunológico pode ficar mais debilitado durante os dias frios, facilitando o surgimento de infecções”, reforça. 

Grupos mais vulneráveis, como filhotes, animais idosos e aqueles com pelagem curta, exigem atenção redobrada. “Filhotes possuem pouca gordura corporal e ainda não desenvolveram completamente o mecanismo de termorregulação, o que dificulta a produção e retenção de calor”, explica. “Já os animais mais velhos têm o organismo menos eficiente para manter a temperatura corporal estável. E os pets de pelo curto contam com uma pelagem menos densa, que oferece menor proteção térmica em comparação aos de pelagem espessa”.
 

Cobasi inicia Campanha do Agasalho Pet
 

Como parte das ações do programa Cobasi Cuida, a marca também irá promover a 8ª edição da Campanha do Agasalho Pet, que convida os clientes a doarem acessórios de inverno como caminhas, casinhas, cobertores, toalhas e colchonetes. As doações serão destinadas a mais de 80 ONGs de proteção animal parceiras.

Além de contribuir com a campanha, os clientes que levarem uma doação até uma das lojas participantes recebem 30% de desconto na compra de caminhas da marca exclusiva Flicks. A campanha acontece nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com destaque para o estado de São Paulo, onde a companhia concentra o maior número de lojas e consequentemente mais ONGs são ajudadas. 

“A Campanha do Agasalho é uma das ações do pilar doação do Cobasi Cuida e reforça nosso compromisso com o bem-estar animal em todas as estações do ano”, afirma Daniela Bochi, gerente de marketing da Cobasi.

Além dessa campanha sazonal específica, as lojas Cobasi mantém o durante todo o ano espaços para que clientes possam deixar doações, que são encaminhadas para ONGs parceiras.
 

Pets precisam de rotina?

 

Criar um ambiente previsível gera segurança e contribui para o bem-estar dos animais

 

Criar uma rotina estável é essencial para a saúde física e emocional dos pets. Os cães e gatos se sentem mais seguros quando vivem em um ambiente previsível, e a ausência de rotina pode gerar ansiedade, comportamentos destrutivos e até problemas de saúde.

Estabelecer horários fixos para alimentação, passeios, momentos de brincadeira e descanso faz toda a diferença no comportamento dos animais, pois a previsibilidade traz segurança e contribui para uma convivência mais tranquila.

A alimentação, por exemplo, deve seguir horários regulares, respeitando a espécie, a faixa etária e o porte do animal. “Evitar a oferta de comida o tempo todo e manter um cronograma ajuda a regular o apetite e até previne distúrbios digestivos”, orienta médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe.  Já os passeios, no caso dos cães, vão além da necessidade fisiológica: são momentos de exploração, estímulo sensorial e socialização. “Passeios diários, com tempo para cheirar, observar e interagir com o ambiente, reduzem o estresse e melhoram o humor do animal.”

Outro pilar importante da rotina são as brincadeiras. Seja com brinquedos interativos, jogos de farejamento ou sessões rápidas de adestramento, o estímulo mental é tão necessário quanto o físico. “Atividades que desafiam o raciocínio do pet aumentam a autoestima e fortalecem o vínculo com o tutor”, diz a especialista. No caso dos gatos, estruturas verticais, arranhadores e a rotação de brinquedos são estratégias simples que enriquecem o ambiente.

Os momentos de descanso também devem ser respeitados. Animais, especialmente filhotes e idosos, precisam de várias horas de sono ao longo do dia. “É fundamental que eles tenham um cantinho silencioso e confortável onde possam dormir sem interrupções. O descanso adequado influencia diretamente na saúde e no comportamento”, acrescenta Bruna.

E os petiscos? Esses pequenos agrados têm papel importante na rotina diária. Quando usados de forma estratégica – como recompensa por bons comportamentos, durante o treino de comandos ou para facilitar interações sociais – eles ajudam a reforçar positivamente as experiências do pet. “Um snack dado no momento certo pode transformar uma situação desafiadora em algo agradável e positivo. Por isso, é essencial priorizar petiscos nutricionalmente equilibrados, que possibilitam aliar o agrado ao cuidado com as necessidades nutricionais do pet”, recomenda.

Mais do que um conjunto de regras, uma rotina saudável é uma demonstração de cuidado. Quando o tutor se organiza para atender às necessidades físicas e emocionais do pet, ele transmite segurança, respeito e afeto. E isso se reflete em pets mais felizes, equilibrados e confiantes. 



Pet Nutrition
https://www.petnutrition.com.br/

 

Picadas de escorpião crescem de forma silenciosa e pesquisas indicam mais de 2 milhões de novos casos até 2033

 

Infectologista do Hospital Sírio-Libanês orienta sobre ações a serem
tomadas em caso de picada de escorpião


As picadas de escorpião são uma ameaça que avança de forma silenciosa em diversas regiões do Brasil, especialmente nas áreas urbanas. De acordo com pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual Paulista (UNESP), o número de casos de picadas de escorpião quase triplicou entre 2014 e 2023, com mais de 1,1 milhão de registros. As projeções apontam que, até 2033, esse número pode ultrapassar a marca de 2 milhões de casos notificados, mostrando um cenário desafiador em relação ao controle do animal, e de medidas de prevenção e conscientização.1

Diante desse crescimento expressivo, é fundamental que a população saiba como agir corretamente em caso de acidente. A infectologista Mirian Dal Ben, do Hospital Sírio-Libanês, explica que o primeiro passo é manter a calma e lavar o local da picada com água e sabão. “Não se deve fazer torniquete, amarrar o membro afetado nem tentar chupar o veneno, como muitas vezes é divulgado de forma equivocada. Isso pode piorar a situação. O ideal, se for fazer alguma compressa, é que seja uma compressa morna, que ajuda a aliviar a dor”, orienta.

A especialista destaca que toda picada de escorpião deve ser levada a sério, mas alguns sinais indicam a necessidade urgente de atendimento médico, principalmente em crianças, idosos ou pessoas com comorbidades cardíacas. Entre os sintomas que merecem atenção estão:

  • Dor intensa no local da picada
  • Suor excessivo
  • Náuseas e vômitos
  • Aumento da frequência cardíaca
  • Agitação ou sonolência

A recomendação é sempre procurar imediatamente um serviço de saúde. “No caso das crianças, esse atendimento deve ser ainda mais rápido. Em situações graves, o soro precisa ser administrado em até uma hora e meia. Aqui em São Paulo, o principal centro de referência é o Instituto Butantan, reconhecido mundialmente, e o Hospital Vital Brazil, que faz parte dessa rede e é especializado no atendimento de vítimas de animais peçonhentos”, afirma a médica.

Segundo o Ministério da Saúde, a presença de escorpiões está relacionada, principalmente, ao acúmulo de entulho, restos de materiais de construção e presença de insetos como baratas, que servem de alimento para esses animais. O órgão indica que medidas simples de prevenção podem fazer diferença, como: manter terrenos limpos e sem acúmulo de lixo, vedação de ralos e frestas em portas e janelas e uso de telas em aberturas e cuidados com calçados e roupas guardadas.2

 

Sírio-Libanês
Saiba mais em nosso site


1 MARTINS, Herton Escobar. Epidemia silenciosa de picadas de escorpião no Brasil: casos quase triplicam. Jornal da USP, 17 maio 2024. Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/epidemia-silenciosa-de-picadas-de-escorpiao-no-brasil-casos-quase-triplicam/. Acesso em: 22 maio 2025.

2 BRASIL. Ministério da Saúde. Acidentes por escorpiões. Gov.br – Saúde de A a Z. Disponível em: https://www.gov.br/saude-recebe-mais-529-mil-doses-de-vacinas-covid-19-da-pfizer/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/animais-peconhentos/acidentes-por-escorpioes. Acesso em: 22 maio 2025.


Como proteger a pele dos pets no inverno?

Clima frio e seco compromete a barreira cutânea e favorece problemas dermatológicos em cães e gatos

 

Embora o inverno pareça uma estação menos propensa a problemas dermatológicos, é justamente nessa época do ano que os cães e gatos ficam mais vulneráveis a alterações na pele e nos pelos. As baixas temperaturas, combinadas à queda da umidade do ar, favorecem o ressecamento cutâneo e comprometem a integridade da barreira de proteção da pele, especialmente em animais com predisposição a alergias.

“Ao contrário do verão, onde os principais vilões são os ácaros, fungos e bactérias que se proliferam com a umidade e o calor, o inverno traz o desafio do ressecamento. A pele perde água para o ambiente e, com isso, enfraquece suas defesas naturais”, explica o médico- veterinário Lucas Piza, coordenador de produtos da Avert Saúde Animal.

Esse ressecamento leva à descamação da camada mais superficial da pele, acelerando a renovação celular de forma desordenada e prejudicando a produção de ceramidas – lipídios fundamentais para manter o filme protetor e hidratante da pele. O resultado é uma barreira cutânea fragilizada, mais suscetível à ação de agentes irritantes e à entrada de microrganismos oportunistas.

Coceiras intensas são um dos primeiros sinais clínicos de que algo não vai bem. “O ato de se coçar pode causar microlesões que rompem mecanicamente a barreira da pele, facilitando infecções e piorando quadros inflamatórios”, alerta Lucas. A situação se agrava ainda mais em pets alérgicos, cuja pele já apresenta, naturalmente, uma menor concentração de ceramidas e maior tendência à desidratação.

Outro fator que contribui para o comprometimento da pele durante o inverno é o excesso de banhos ou o uso inadequado de produtos. A água quente, comum nos dias frios, remove a oleosidade natural da pele e agrava ainda mais o ressecamento. A recomendação é reduzir a frequência dos banhos nessa estação, optar por água morna e evitar correntes de vento durante o procedimento.

“O ideal é utilizar shampoos com ação hidratante e profunda, especialmente os que contêm nanopartículas lipídicas, que formam uma segunda barreira protetora na pele, ou aqueles com extrato de aveia coloidal, que nutre as bactérias benéficas da microbiota cutânea”, orienta o médico veterinário. Ele também recomenda o uso de hidratantes tópicos após o banho, como forma de acelerar a recuperação da pele e restaurar sua maciez e brilho natural.

No caso dos pelos, o cuidado também deve ser reforçado. Eles são revestidos por camadas de cutículas em formato de escama que, quando danificadas pela ação do frio, calor, produtos químicos ou sujeira, tendem a se abrir, permitindo a perda de nutrientes e facilitando o ressecamento. A hidratação regular dos fios ajuda a restaurar essa proteção, evita que os pelos quebrem ou embolem e reduz o acúmulo de sujeira próximo à pele.

“A hidratação é recomendada para todos os tipos de pelagem, inclusive para os animais de pelo curto, pois o ciclo de crescimento é mais rápido e a pele, mais suscetível às mudanças climáticas”, destaca Lucas.

Mesmo em pets que não apresentam doenças dermatológicas, a inclusão de cuidados com hidratação na rotina pode ser benéfica. Produtos como shampoos hidratantes, sprays sem enxágue ou soluções tópicas com ativos como a aveia coloidal podem ser facilmente incorporados ao dia a dia, funcionando também como um momento de conexão e carinho entre tutor e pet.

“É importante que esses produtos tenham ação direcionada ao microbioma da pele. A aveia coloidal, por exemplo, oferece uma ação 4 em 1: hidrata e acalma a pele, estimula as bactérias benéficas e modula a resposta imunológica cutânea”, finaliza Lucas.

Neste inverno, mais do que proteger os pets do frio, é essencial cuidar da saúde da pele e dos pelos com uma abordagem preventiva e orientada. A escolha dos produtos certos e a atenção aos sinais precoces são os primeiros passos para garantir conforto e bem-estar durante toda a estação. 



Avert Saúde Animal
www.avertsaudeanimal.com.br
www.vidamaisromrom.com.br


Com a chegada do frio, aumentam os casos de doenças respiratórias e articulares em cães e gatos

Veterinário alerta para os principais riscos do inverno e dá dicas de prevenção para manter a saúde dos pets durante a estação


Com a chegada do outono mais rigoroso e a aproximação do inverno, tutores de cães e gatos devem redobrar a atenção com a saúde de seus animais. Baixas temperaturas, ar seco e mudanças na rotina podem desencadear uma série de doenças comuns nesta época do ano. Problemas respiratórios, articulares e urinários estão entre as principais queixas observadas por veterinários nos meses mais frios.

Entre os cães, a Tosse dos Canis – também conhecida como traqueobronquite infecciosa – é uma das infecções respiratórias mais frequentes. Altamente contagiosa, especialmente em ambientes com aglomeração, a doença provoca tosse seca, espirros, secreção nasal e pode evoluir se não tratada. “É uma condição semelhante à gripe nos humanos e pode acometer cães de qualquer idade, mas filhotes e idosos são mais vulneráveis”, explica o médico-veterinário Dr. Luiz Felipe Cibin (CRMV-PR 4697), do Hospital Veterinário LeVet.

Outra preocupação é a gripe canina, causada pelo vírus da influenza canina (CIV), que pode ter evolução mais grave, incluindo febre, apatia e pneumonia. Já os pets mais velhos ou com predisposição genética sofrem com o agravamento de doenças articulares como artroses e displasias, que tendem a se intensificar no frio.

Nos gatos, as doenças respiratórias também são destaque. A rinotraqueíte felina, conhecida popularmente como “gripe felina”, costuma provocar espirros, secreções oculares e nasais, febre e perda de apetite. “Gatos que vivem em ambientes fechados, com pouca ventilação, são os mais afetados. E, nos casos crônicos, o risco de agravamento é maior no frio”, afirma Dr. Cibin.

Outro alerta importante para os felinos é o aumento de infecções urinárias, principalmente em machos. O motivo é a redução na ingestão de água durante o inverno, o que favorece o surgimento de cálculos e inflamações.

Além dos quadros clínicos, o frio também pode contribuir para dermatites e reações alérgicas, especialmente em cães que passam a usar roupas ou cobertores por mais tempo, com menos banhos durante a estação.


Prevenção é o melhor caminho

Para garantir o bem-estar dos pets durante o inverno, o médico-veterinário recomenda cuidados simples, mas essenciais:

  • Manter os animais aquecidos, com cobertas e roupas adequadas;
  • Reduzir a frequência dos banhos e garantir uma secagem completa;
  • Estimular a hidratação, principalmente em gatos;
  • Evitar passeios em horários de frio intenso;
  • Manter a vacinação em dia, especialmente contra a Tosse dos Canis;
  • Observar alterações de comportamento ou apetite e procurar atendimento ao menor sinal de problema.

“A prevenção é sempre o melhor tratamento. O indicado é buscar um check-up preventivo de inverno, como o que oferecemos aqui no LeVet, como forma de prevenção para essa época do ano. Além disso, um ambiente aquecido, alimentação balanceada, vacinas em dia e atenção aos sinais clínicos são fundamentais para atravessar o inverno com segurança”, finaliza o especialista.

 

LeVet Hospital Veterinário
Para mais informações acesse https://hvlevet.com.br/

 

4 passos para saber como ler corretamente o rótulo dos alimentos para pets

Médica-veterinária dá dicas para saber escolher a melhor opção de acordo com a espécie, fase de vida, porte e necessidades específicas de cães e gatos
 

Ler o rótulo antes de comprar um alimento já virou hábito para muita gente: calorias, ingredientes, valores nutricionais — tudo é levado em conta na hora de escolher o que vai para o nosso prato. Mas e na hora de alimentar o pet? Será que os tutores têm o mesmo cuidado? Saber interpretar as informações da embalagem é fundamental para oferecer uma alimentação de qualidade, segura e adequada às necessidades de cães e gatos.

Segundo Mayara Andrade, médica-veterinária de Biofresh, marca Super Premium Natural da BRF Pet, o rótulo do alimento é, antes de tudo, uma ferramenta de informação nutricional. "É uma forma de entender o que o alimento oferece. Ele mostra informações obrigatórias e importantes para a nutrição dos pets, como a composição básica dos ingredientes, níveis de garantia e enriquecimento do produto, além da sua indicação, ou seja, para qual espécie, fase da vida e porte aquele alimento foi formulado”, explica.  

Para ajudar os tutores nessa tarefa, a profissional indica quatro passos fundamentais que podem ser seguidos para "descomplicar" a interpretação dos rótulos e focar a atenção ao que realmente importa. "O essencial é que o tutor saiba o que olhar e consulte o médico-veterinário que acompanha o pet ou o fabricante para tirar dúvidas", explica. 

 
Passo 1: analise da embalagem. O que ela traz? 

"Ao analisar a embalagem do alimento, a gente encontra muito mais do que somente os dados do fabricante. Os rótulos trazem informações importantes que irão auxiliar na melhor escolha para o pet. É importante explorar integralmente esses dados", explica Mayara. 

Na embalagem, segundo a profissional, o tutor deve avaliar, principalmente, as seguintes informações:

  • Classificação Mercadológica do alimento, ou seja, o segmento do qual faz parte: ele pode ser Super Premium Natural, Super Premium, High Premium (também conhecido como Premium Especial), Premium ou Econômico (também conhecido como Standard).
  • Níveis de garantia;
  • Instruções de armazenamento;
  • Recomendação de uso, como quantidade recomendada e como oferecer;
  • Tipo de alimento: qual a finalidade desse alimento: alimentação completa ou snack?


Passo 2: verifique o tipo de alimento. Como escolher?  

Segundo a médica-veterinária, cães e gatos precisam ingerir mais de 40 nutrientes essenciais todos os dias. Por isso, para que um alimento seja ideal, além dos nutrientes essenciais, ele também precisa fornecer a energia adequada à necessidade do pet: 

"Esse tipo de alimento chamamos de completo. Então, é fundamental entender se o alimento é completo ou se é um complemento alimentar, como um petisco, que não deve substituir a refeição principal. Também é importante verificar para quem aquele produto foi feito: Filhotes, adultos ou idosos? Castrados? Peles sensíveis? Ou ainda se é uma alimentação para auxiliar no tratamento de alguma doença, (como alergias, obesidade ou outras doenças que precisem de uma nutrição específicas)?", orienta.  

Os alimentos podem ainda ser classificados de acordo com a sua função, ou seja, pelo tipo do alimento. Segundo o MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os alimentos podem ser classificados em:

  • Alimento completo: é aquele que tem todos os nutrientes que o pet precisa no dia a dia. Ele pode também ter ingredientes chamados de funcionais para promover benefícios além da nutrição básica, como por exemplo redução do odor das fezes.
  • Alimento coadjuvante: conhecido popularmente como terapêutico ou medicamentoso. Entretanto, é uma combinação de nutrientes feita especificamente para auxiliar no tratamento de algum distúrbio ou doença, como doenças renais ou alergias. Apesar de auxiliar no tratamento, não há a adição de nenhum princípio ativo nele.
  • Alimento específico: é aquele usado como agrado, petisco ou recompensa. Ele não substitui a alimento do dia a dia, mas pode ter ingredientes que trazem algum benefício extra. Nesse caso, o indicado é que até 10% das calorias do dia sejam destinadas para esse tipo de alimento.


Passo 3: avalie os nutrientes. Como ler e entender o rótulo de um alimento? 

"O rótulo mostra os ingredientes usados para fazer o alimento do pet, ou seja, sua composição. Mas só olhar a tabela com os números não é o suficiente — é importante prestar atenção na lista de ingredientes, porque é ela que revela de onde vêm os nutrientes que o pet precisa para se manter saudável e bem nutrido", orienta Mayara.

Segundo ela, essa avaliação técnica dos nutrientes do rótulo deve sempre seguir a seguinte ordem. Além disso, Mayara dá dicas sobre o que avaliar em cada um deles:

  • Gordura, também chamada de Extrato Etéreo: ela fornece energia e é a maior fonte de energia do alimento e desempenha papel importante para a saúde da pele, pelagem e função celular. "Animais mais ativos ou em crescimento precisam de mais gordura. Já os castrados, em programas de perda de peso ou com problemas que necessitem de uma restrição de gordura, devem receber alimentos com perfil nutricional com menos gordura".
  • Proteína, chamada de Proteína Bruta: a proteína tem uma grande importância nutricional, já que é fundamental para diversas funções, como a estruturação das células do organismo, entre elas os anticorpos e também a formação dos pelos. "Mas a qualidade da proteína, sua digestibilidade e se ela fornece todos os aminoácidos essenciais em quantidades adequadas são mais importantes que sua quantidade e dependem diretamente da qualidade dos ingredientes utilizados. Então a preocupação central não deve ser a quantidade de proteína e sim de onde vem essa proteína".
  • Matéria Fibrosa: ela contribui para o funcionamento intestinal e saciedade. No caso dos gatos, também ajuda na eliminação de bolas de pelo. "Dependendo da sua quantidade, vai exercer uma função diferente. O ideal é que o alimento apresente um mix de tipos e quantidades de fibra, para que se tenha o melhor de cada uma delas".
  • Matéria Mineral: representa a quantidade de minerais que encontramos no alimento. Vale lembrar que os minerais são importantes para o correto funcionamento do organismo pois atuam como facilitares das reações orgânicas vitais. "O teor de matéria mineral recomendado é em torno de 8% para cães e gatos, incluindo filhotes".
  • Cálcio e fósforo: "observar o Cálcio (Ca) e o Fósforo (P) é fundamental, especialmente em filhotes e em animais idosos. Lembrando que a relação cálcio e fósforo é importante e a recomendação muda de acordo com a necessidade de cada fase de vida. Para gatos, o controle de minerais adicionados na formulação é uma importante ferramenta para ajudar com controle do pH urinário, sendo utilizado para contribuir com a saúde do trato urinário de gatos saudáveis.".
  • Umidade: é a quantidade de água que o alimento contém. Os alimentos também podem ser classificados de acordo com seu teor de umidade: seco, semi-úmidos e úmidos.
  • Ingredientes funcionais: são ingredientes considerados não essenciais, ou seja, sua presença na dieta do pet não é obrigatória, porque o organismo consegue obtê-los através de outros nutrientes. "Porém, quando estão presentes, eles contribuem para a saúde. Por isso, os ingredientes funcionais são incluídos nas dietas de acordo com as características de cada espécie, fase de vida, porte e necessidades específicas".
  • Energia metabolizável: esse não é um dado obrigatório no rótulo. É a energia a ser aproveitada, descontada as perdas fisiológicas pelas fezes, urina e gases. "Essa informação é importante para a escolha do alimento mais adequado e para o cálculo da quantidade diária a ser oferecida".


Passo 4: Como usar a tabela de quantidade diária?  

Essa parte ajuda o tutor a oferecer a porção correta de alimento para o pet, levando em conta o porte, idade, nível de atividade e ambiente onde vive. "Mas vale lembrar que a tabela de recomendação diária é um ponto de partida e ajustes para mais ou menos do recomendado nas embalagens podem ser necessárias de acordo com as características individuais do pet. O ideal sempre é calcular para manter o peso ideal e a saúde do pet em dia", acrescenta Mayara.

 

O papel do médico-veterinário na escolha do alimento  

Segundo Mayara Andrade, por mais que ler o rótulo seja um ponto importante para qualquer tutor, nada substitui a consulta com um médico-veterinário. “Só o veterinário pode avaliar as necessidades específicas de cada pet e indicar o alimento e quantidade mais adequados”, finaliza Mayara.
 



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