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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

BOLETIM DAS RODOVIAS

Bandeirantes apresenta congestionamento no sentido capital

 

A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo no início da tarde desta quinta-feira (6). 

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x5 - Tráfego normal no sentido capital da Rodovia Anchieta (SP-150). E interdição no km 54 do sentido litoral para atendimento de acidente. Na Rodovia dos Imigrantes (SP-160), o tráfego é normal nos dois sentidos.

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

Tráfego normal nos dois sentidos da Rodovia Anhanguera (SP-330). Já o motorista que segue pela Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), encontra congestionamento no sentido capital do km 74 ao km 65. No sentido interior, o tráfego é normal.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

Tráfego normal nos dois sentidos da Raposo Tavares (SP-270). E lentidão na Rodovia Castello Branco (SP-280) do km 15 ao km 13+700 do sentido capital. No sentido interior, o tráfego é normal.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.


92 milhões de vagas de emprego poderão desaparecer devido à automação


Adaptação e novas habilidades são a chave para profissionais que desejam crescer na era da inteligência artificial

 

Nos últimos anos, a aceleração da inteligência artificial (IA) e da robótica vem transformando o mercado de trabalho em uma velocidade surpreendente. O impacto dessas tecnologias não apenas modifica a maneira como executamos nossas funções, mas também redefine as habilidades essenciais para o futuro profissional. O relatório divulgado no Fórum Econômico Mundial de 2025 apontou que até 2030 serão gerados cerca de 170 milhões de novos empregos, enquanto aproximadamente 92 milhões de vagas poderão desaparecer devido à automação. 

A grande questão não é se os robôs substituirão os humanos, mas sim como podemos nos adaptar e evoluir junto a essa revolução. “A tecnologia sempre foi uma aliada da humanidade. O erro está em temê-la em vez de compreendê-la e utilizá-la para impulsionar nossas habilidades”, afirma Felipe Fogaça, empreendedor e especialista na união entre tecnologia e antropologia.

Se analisarmos a história, perceberemos que grandes avanços tecnológicos sempre impactaram o mercado de trabalho. A Revolução Industrial, por exemplo, eliminou inúmeras ocupações artesanais, mas criou novas oportunidades na indústria. Agora, com a IA e a automação, funções repetitivas e operacionais estão sendo rapidamente substituídas por máquinas, enquanto outras profissões ganham cada vez mais relevância. 

Trabalhadores da indústria já vivenciam essa mudança de perto. William Adriano de Andrade de Almeida, técnico industrial especializado em programação de robôs, destaca que a automação já é realidade em diversos setores. “Trabalho diariamente com robôs industriais e vejo como eles são ferramentas poderosas, porém ainda dependem de profissionais para programá-los, ajustá-los e supervisionar seu funcionamento. O segredo é saber utilizar essas tecnologias a nosso favor”, afirma. 

Exemplos dessa coexistência entre humanos e robôs já podem ser vistos em diferentes setores. Na área da saúde, por exemplo, robôs auxiliam médicos em cirurgias, porém a empatia e a tomada de decisões humanas continuam sendo indispensáveis. Então, o que podemos fazer para nos preparar para esse novo cenário?

 

Tecnologia e humanização: o equilíbrio necessário 

Para Felipe Fogaça, a adaptação ao novo mercado exige um equilíbrio entre conhecimento digital e habilidades humanas. “As profissões do futuro não serão apenas técnicas, mas também interpessoais. A IA pode analisar dados, otimizar processos e até criar conteúdo, mas não substitui a criatividade, a empatia e a visão estratégica de um ser humano”, explica. 

Diante disso, três habilidades se destacam como essenciais:

                1.            Atualização constante: “Buscar novas qualificações em tecnologia e entender como a IA pode ser aplicada à sua área são passos essenciais para se manter relevante”, afirma Marco Giroto, fundador da SuperGeeks.

                2.            Criatividade e inteligência emocional: William ressalta que, enquanto máquinas realizam tarefas repetitivas, os humanos têm a capacidade única de inovar e se conectar emocionalmente, habilidades que serão cada vez mais valorizadas.

                3.            Adaptação e mentalidade de crescimento: Encarar a automação como uma oportunidade, e não como uma ameaça, permite que profissionais encontrem novas formas de atuação dentro desse novo contexto.

 

O futuro do trabalho: colaboração, não competição 

Em vez de focar na substituição, especialistas sugerem que o caminho está na colaboração entre humanos e IA. “Os profissionais mais bem-sucedidos serão aqueles que souberem trabalhar com a tecnologia, entendendo que ela pode aumentar sua produtividade e ampliar suas capacidades, e não simplesmente substituir suas funções”, afirma Felipe Fogaça. 

Dessa forma, o futuro do trabalho não é sobre a extinção da mão de obra humana, mas sobre a criação de um ecossistema onde máquinas e pessoas atuam lado a lado. A IA não eliminará o trabalho, mas exigirá que todos nós repensemos nossas carreiras e adquiram novas habilidades. O desafio está lançado: cabe a cada profissional decidir se vai resistir às mudanças ou se tornar parte dessa revolução.


Gestão financeira eficiente pode garantir a sustentabilidade e fomentar a inovação no setor de saúde, afirma especialista

Éber Feltrim, CEO da SIS Consultoria aponta, ainda, práticas essenciais para o controle de custos e planejamento orçamentário de instituições privadas


A saúde financeira tornou-se um dos fatores mais críticos para sua sobrevivência e crescimento de clínicas e hospitais particulares no Brasil. Isso porque o setor enfrenta desafios econômicos significativos, com aumento de custos operacionais, e tecnológicos, com a necessidade de suprir a demanda e acompanhar as inovações do setor.

De acordo com a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), esses custos subiram 8,5% em 2024, pressionando as margens de lucro de muitas instituições. Dessa forma, um planejamento orçamentário que pondere a adoção de novas tecnologias é essencial para garantir que elas prosperem em um mercado competitivo e em constante evolução.

Segundo Éber Feltrim, CEO da SIS Consultoria, que oferece estratégias de qualidade para gestão de negócios, a sustentabilidade financeira é o alicerce de qualquer empresa, especialmente na área da saúde. “Com uma gestão eficiente de fluxo de caixa, planejamento orçamentário e estratégias de investimento, é possível não apenas garantir a estabilidade, mas fomentar o crescimento em um mercado dinâmico e competitivo”, afirma.


Eficiência financeira e sustentabilidade a longo prazo

A otimização da gestão financeira permite que as instituições controlem seus custos operacionais, evitem desperdícios e consigam investir em novas tecnologias e melhorias que garantam um atendimento de qualidade aos pacientes. “É essencial ter uma visão clara de onde os recursos estão sendo alocados e garantir que cada investimento traga retorno, seja em forma de eficiência operacional ou em melhorias no atendimento”, explica o especialista.

Um dos pontos mais importantes na gestão financeira de clínicas e hospitais é o controle de custos. Segundo um estudo da Deloitte, mais de 50% das instituições de saúde relataram dificuldades em manter um fluxo de caixa saudável, especialmente após a pandemia, que exigiu grandes investimentos em infraestrutura e tecnologia. “Isso envolve mais do que apenas cortar despesas. É uma questão de identificar áreas onde os recursos estão sendo pouco ou mal utilizados e realocá-los para áreas de maior impacto, como a implementação de tecnologias que, no longo prazo, reduzem custos e erros, melhoram a eficiência dos processos ou aumentam a produtividade”, explica Feltrim.


Planejamento orçamentário e investimentos estratégicos

Outra ferramenta essencial para uma boa gestão financeira é o planejamento orçamentário, que deve ser estruturado com base em dados reais e previsões sólidas. No setor, a demanda por investimentos em automação de processos e telemedicina está cada vez mais em alta. Esses investimentos, quando bem planejados, não só aumentam a competitividade no mercado, por trazer maior diferenciação na entrega do serviço, como também melhoram a experiência do paciente. “As instituições de saúde precisam ver o planejamento orçamentário como uma oportunidade de inovação. Não se trata apenas de fechar as contas, mas de planejar investimentos estratégicos que promovam o crescimento e as posicionem como referência no mercado”, conclui Feltrim. 



Dr. Éber Feltrim - Especialista em gestão de negócios para a área da saúde, começou a sua carreira em Assis (SP). Após alguns anos, notou a abertura de um nicho em que as pessoas eram pouco conscientes a respeito, a consultoria de negócios e o marketing para a área da saúde. Com o interesse no assunto, abdicou do trabalho de dentista, sua formação inicial, e fundou a SIS Consultoria, especializada em desenvolvimento e gestão de clínicas.
https://eberfeltrim.com.br/


SIS Consultoria
Para mais informações, acesse o site
Instagram.

Como a Inteligência Artificial está mudando a vida das pessoas com deficiência


A Inteligência Artificial (IA) tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento de ferramentas e soluções que auxiliam pessoas com deficiência, melhorando a qualidade de vida e proporcionando maior autonomia. Essas ferramentas estão sendo constantemente aprimoradas, com o uso de algoritmos mais avançados, aprendizado de máquina e visão computacional, permitindo que a IA se adapte de forma mais eficaz às necessidades individuais dos usuários com deficiência. A acessibilidade digital e física permite que todos tenham mais autonomia e participação na sociedade. 

Para incentivar o aprendizado, a comunicação e a expressão de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), por exemplo, pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF) criaram jogos virtuais que utilizam recursos sensoriais como a visão, a percepção do som e o toque. Junto a isso, um sistema de Inteligência Artificial capta tudo o que a criança faz no computador durante os jogos, a fim de analisar seu desempenho. O projeto atende crianças de 2 a 13 anos no campus da Universidade, em Volta Redonda (no sul-fluminense), e conta com o apoio de fonoaudiólogos, educadores e psicopedagogos. 

A “Dorina IA” é outra ferramenta de Inteligência Artificial inovadora, desenvolvida para ajudar pessoas com deficiência visual, principalmente no que se refere à leitura e compreensão de textos e imagens. Foi criada para tornar o conteúdo digital mais acessível e inclusivo para indivíduos cegos ou com baixa visão, proporcionando maior acesso a informações, de uma forma autônoma e eficiente. 

A “Be My Eyes” também é uma ferramenta poderosa que utiliza IA e uma rede de voluntários para ajudar pessoas com deficiência visual a realizar tarefas cotidianas. A plataforma combina a interação entre pessoas e a tecnologia de reconhecimento visual para oferecer suporte em tempo real. Já existe, inclusive, uma grande comunidade de voluntários dispostos a ajudar, com falantes de diferentes idiomas, o que torna o “Be My Eyes” bem acessível. Quando uma pessoa com deficiência visual precisa de assistência, pode abrir o aplicativo e fazer uma solicitação de ajuda. 

“O usuário faz a solicitação por meio de uma chamada de vídeo ao vivo. O voluntário vê, então, o ambiente do usuário em tempo real por meio da câmera do smartphone, oferecendo a partir daí assistência visual para identificar objetos, ler rótulos, navegar em ambientes e até interpretar imagens ou documentos. É maravilhoso! A combinação de assistentes humanos e IA é uma solução rápida para quem tem deficiência visual. Ajuda muito nas tarefas cotidianas, que seriam desafiadoras sem assistência”, comenta o Defensor Público Federal, André Naves, especialista em Direitos Humanos e Inclusão Social. 

Em 2020, o “Be My Eyes” passou a integrar um assistente virtual baseado em IA chamado "Be My Eyes AI", que funciona como uma alternativa automatizada. Ao invés de ser conectado a um voluntário, o usuário pode optar por ser atendido pela IA, que oferece respostas baseadas no reconhecimento de objetos e imagens utilizando visão computacional e aprendizado de máquina. 

Além dessas, diversos outros recursos que utilizam IA vêm ajudando os PcDs a terem maior autonomia no dia a dia. Algumas das principais são:

 

- Leitores de tela - JAWS (Job Access With Speech) e NVDA (NonVisual Desktop Access): Os leitores de tela convertem texto digital em fala ou Braille, permitindo que os usuários naveguem por websites, aplicativos e documentos. A IA melhora essas ferramentas, tornando-as mais precisas e rápidas na identificação e interpretação de conteúdo visual, como imagens e tabelas.

 

- Reconhecimento de voz - Dragon NaturallySpeaking e assistentes virtuais como Google Assistant e Siri: Permitem que pessoas com deficiência motora ou dificuldades de digitação interajam com dispositivos por meio de comandos de voz. A IA de reconhecimento de fala facilita a transcrição de texto, o controle de dispositivos e até a realização de tarefas cotidianas, como enviar mensagens ou fazer chamadas.

 

- Tradução automática de Linguagem de Sinais - SignAll e Enable Talk: Traduzem linguagem de sinais em texto ou fala, facilitando a comunicação entre pessoas surdas e ouvintes. E a IA pode melhorar a precisão das traduções, tornando-as mais naturais e contextuais.

 

- Sistemas de Acessibilidade para Deficientes Auditivos - Otter.ai e Google Live Transcribe: Ferramentas de transcrição em tempo real que utilizam IA para converter fala em texto instantaneamente, permitindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva participem de conversas, reuniões e apresentações.

 

- Exoesqueletos e robôs assistivos - Exemplos: ReWalk e Ekso Bionics: Dispositivos robóticos movidos por IA ajudam pessoas com deficiência motora a caminhar ou realizar movimentos que não conseguiriam de outra forma. Eles detectam os movimentos do usuário e os ajudam a executar movimentos naturais, melhorando a mobilidade e a qualidade de vida.


- Tecnologias de IA para Deficiência Cognitiva - CogniFit e BrainHQ: Ferramentas baseadas em IA já são usadas para treinar habilidades cognitivas em pessoas com deficiência intelectual ou distúrbios neurológicos. Esses aplicativos oferecem exercícios de memória, atenção e raciocínio, adaptando-se ao progresso e dificuldades do usuário. 


"Ao oferecer soluções que desenvolvem o aprendizado, melhoram a autonomia e a integração social de pessoas com deficiência, a Inteligência Artificial está tornando o mundo mais acessível. Cumpre um papel fundamental na criação de uma sociedade mais inclusiva e justa para todos. E está quebrando barreiras, tornando possível uma participação mais plena e independente das PcDs em todos os aspectos da vida cotidiana. Esperamos que as ferramentas de IA continuem evoluindo, oferecendo mais e mais oportunidades para que todos, independentemente de suas limitações, possam participar ativamente da vida em sociedade”, conclui o Defensor Público André Naves”.


5 mitos sobre internet e cibersegurança para prestar atenção em 2025

Jonathan Aprigio, Analista de Rede na Leste, explica o que as pessoas precisam saber para garantir uma navegação mais segura na internet;

 

Às vezes, pensamos que gabaritamos o teste sobre segurança online, mas, na prática, quando menos esperamos, notamos alguma coisa errada com nosso computador. Talvez tenha sido aquele link que remetia a uma promoção imperdível ou uma senha que jurávamos que ninguém seria capaz de descobrir.

 

Cenários assim não são incomuns no dia a dia das pessoas e muitos deles estão ligados à falta de conhecimento na hora de navegar online. Um compilado deste ano realizado pela Comparitech, com base em diversas pesquisas, mostrou que cibercriminosos (comumente chamados de hackers) têm voltado seus esforços para dispositivos inteligentes, como smartwatches e drones, entre outros.

 

Ainda segundo os dados trazidos pela Comparitech, 75% das organizações nos Estados Unidos relataram a propagação de malware entre funcionários. Além disso, 69% dos profissionais de cibersegurança disseram que suas equipes estão subdimensionadas, aumentando o risco de ataques.

 

Para Jonathan Aprigio, Analista de Rede na Leste, há mitos nos quais as pessoas acreditam sem pensar duas vezes, mas que podem comprometer a segurança online e a integridade do computador. “Por exemplo, circula por aí que os Mac, da Apple, são imunes a vírus e, por isso, tendem a ser mais seguros. Na verdade, todos os sistemas operacionais são suscetíveis a ataques de malwares”, diz.

 

Por uma navegação mais segura

 

Além da desinformação sobre os sistemas operacionais, Jonathan aponta que é muito comum associar o uso de VPN ou navegação anônima a um anonimato total na internet. “Mais uma inverdade que é espalhada aos quatro ventos. VPNs podem aumentar a privacidade e a navegação anônima impede que seu histórico de navegação seja salvo localmente, mas essas medidas não impedem rastreamento por sites, provedores de internet ou ataques cibernéticos”, explica.

 

A seguir, o especialista elenca os principais mitos que precisam ser desmentidos se as pessoas realmente quiserem uma navegação mais segura.

 

1. Senhas fortes são infalíveis. “Senhas fortes são importantes, mas podem ser comprometidas por meio de phishing ou vazamentos de dados. Por isso, é de suma importância complementá-las com a autenticação em dois fatores (2FA) e, acima de tudo, evitar clicar ou acessar sites desconhecidos ou suspeitos”, conta.

 

2. Arquivos baixados de sites confiáveis não são infectados por vírus. “Um pensamento totalmente equivocado, pois até mesmo sites confiáveis podem ser alvos de ciberataques. Devido a isso, é preciso manter os softwares sempre atualizados e não deixar de usar um antivírus, além de, claro, evitar downloads de fontes desconhecidas e ter cuidado com e-mails e links suspeitos”, desmente.

 

3. Não é possível pegar vírus pelas redes sociais. “Enquanto o uso de Facebook, Instagram e outras redes sociais não é motivo para temer a infecção do computador ou dispositivo móvel diretamente, por outro lado, o compartilhamento excessivo de informações pessoais pode ser explorado por cibercriminosos. Ainda, é comum que pessoas mal-intencionadas utilizem recursos para espalhar links maliciosos e golpes de phishing nessas plataformas, então todo cuidado é pouco”, alerta.

 

4. Posso usar redes públicas sem medo. “Infelizmente, ainda tem quem acredite no conto da carochinha de que redes públicas, como as que encontramos em aeroportos e alguns estabelecimentos comerciais, são seguras. Por mais que elas possam ser úteis em várias situações, o Wi-Fi público pode ser facilmente interceptado por atacantes, permitindo acesso a dados sensíveis - e em hipótese alguma realize transações sensíveis em redes públicas, mesmo se você usar VPN”, ensina.

 

5. Se o site possui captcha, seu acesso é seguro. “Captchas ajudam a prevenir bots automatizados, mas não protegem a máquina contra ataques de phishing ou comprometimento de credenciais. Com isso, voltamos àquela velha história de manter softwares, sistema operacional e antivírus sempre atualizados, bem como não acreditar em todos os links que são encaminhados por e-mail, SMS ou por mensagens no WhatsApp”, adverte.

 

Para concluir, Jonathan traz mais alguns alertas a respeito da segurança online. “Criminosos podem usar informações pessoais expostas online para cometer fraudes, como acessos não autorizados a contas bancárias e cartões de crédito, prejudicando a vida pessoal, profissional e até mesmo financeira das vítimas. Por isso, além das dicas dadas acima, aconselho usar senhas fortes provenientes de gerenciadores de senhas, manter firewall e software de antivírus sempre ativados e atualizados e fazer backup regular dos dados. Quando se fala de navegação online, toda cautela é pouca”, finaliza.

 

Leste 


Líderes precisam aprender a gerir talentos multigeracionais

O chamado conflito geracional é uma oportunidade de crescimento quando a empresa aplica estratégias para integrar diferentes perspectivas


A convivência de diferentes gerações no ambiente corporativo tem se tornado cada vez mais relevante. Em um cenário em que profissionais da Geração Z dividem espaço com Baby Boomers, Geração X e Millennials, a gestão multigeracional pode ficar confusa, mas, quando bem realizada, é uma oportunidade estratégica para as empresas que desejam inovar e se destacar no mercado. Integrar essas gerações, com suas perspectivas e valores distintos, exige liderança adaptativa, comunicação eficaz e um ambiente organizacional inclusivo.

As diferenças podem ser vistas como desafios, mas também como fontes de mudança positiva e crescimento. Nesse sentido, especialistas do setor indicam que uma abordagem que valorize o intercâmbio de conhecimentos e experiências entre gerações é fundamental. 

De acordo com Bia Nóbrega, especialista em Desenvolvimento Humano e Organizacional com quase 30 anos de experiência e embaixadora da orienteme, plataforma que oferece soluções integradas para promover a saúde, bem-estar e produtividade, programas de mentoria reversa, treinamentos adaptados às necessidades de diferentes grupos etários e políticas de trabalho flexíveis são algumas das práticas que têm mostrado resultados positivos em organizações líderes em seus setores. 

“A construção de um espaço corporativo colaborativo e que respeite as diferenças pode aumentar a produtividade e fortalecer o senso de pertencimento entre os colaboradores”, conta.


Os impactos do ambiente multigeracional

Bia ressalta que este é um momento singular no mercado de trabalho, onde pessoas das gerações Baby Boomers e X  que fizeram seu reskilling e upskilling seguem no ambiente corporativo ao mesmo tempo que jovens com ambições diferentes das conhecidas há 30 anos tomam conta dos escritórios e trazem maneiras de atuar que podem parecer conflitantes com as anteriores. 

“Marcado por profundas transformações geracionais e uma nova busca pelo significado do sucesso profissional, os escritórios agora abrigam uma mistura rica de gerações. A chamada ‘Quiet Ambition’, por exemplo, traz à tona a relevância de equilibrar vida pessoal e propósito no trabalho, não como ausência de ambição, mas como uma redefinição de prioridades. Cabe às lideranças o desafio de criar ambientes onde essa diversidade de visões e valores seja um valioso ativo e não uma barreira”, explica.

Para esses líderes, o segredo está em adotar uma abordagem centrada nas pessoas antes de mais nada. Isso significa ir além do alcance de metas e criar uma cultura organizacional onde a segurança psicológica e a confiança sejam pilares fundamentais. Incentivar o diálogo, ouvir ativamente e valorizar a contribuição única de cada geração são atitudes que transformam diferenças em oportunidades de crescimento mútuo.

Além disso, as empresas precisam estar dispostas a repensar seus conceitos e investir na capacitação contínua de seus profissionais, independentemente da faixa etária. “Essa integração entre gerações não é apenas uma necessidade operacional, como também uma estratégia para construir equipes resilientes, inovadoras e capazes de responder às rápidas mudanças do mercado”, conclui. 



Bia Nóbrega - multiempreendedora focada no desenvolvimento humano e transformação organizacional, com mais de 25 anos de experiência. Atua como Conselheira Consultiva, CHRO não exclusiva, mentora de líderes, palestrante, escritora, professora e investidora-anjo. É reconhecida com prêmios como TOP Influenciadora de RH (RH Summit), TOP HR Influencer (Go Integro) e Líder Legacy (Think Work), além de ser uma voz ativa em comunidades de liderança como Women Corporate Directors (WCD) e Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). Ao longo de sua carreira, liderou projetos que conciliam alta performance e inovação organizacional, utilizando metodologias ágeis para promover mudanças sustentáveis. Bia também integra o Comitê Executivo do IVG (Instituto Vasselo Goldoni), onde contribui para fortalecer lideranças femininas por meio de mentoria e networking. Coautora de livros sobre Futuro do Trabalho, Experiência do Colaborador e Mentoria, já impactou mais de 20 mil pessoas em palestras e eventos e acumula mais de 3 mil horas de mentoria e coaching, consolidando sua influência no universo de Pessoas e Cultura
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www.bianobrega.com.br


Transição de Carreira: Como Identificar o Momento Certo e Fazer a Mudança com Seguranç

A transição de carreira é um dos momentos mais desafiadores e, ao mesmo tempo, mais transformadores na vida de um profissional. Seja por insatisfação, busca por novos propósitos ou mudanças no mercado, muitas pessoas se veem diante da necessidade de repensar suas trajetórias e dar um novo rumo às suas vidas profissionais.  

Como consultora executiva de carreira, com mais de 20 anos de experiência, já acompanhei inúmeros profissionais nesse processo. E uma coisa é certa: a transição de carreira não precisa ser um salto no escuro. Com planejamento, autoconhecimento e estratégia, é possível fazer essa mudança com segurança e confiança.   

Neste artigo, vou compartilhar dicas práticas para ajudar você a identificar o momento certo de mudar e como fazer essa transição de forma assertiva.   

  1. Identificando o Momento Certo para a Transição  

A decisão de mudar de carreira não deve ser tomada de forma impulsiva. É preciso avaliar com cuidado os sinais que indicam que está na hora de buscar novos caminhos.   

"Muitos profissionais chegam ao meu escritório com a sensação de estagnação ou insatisfação, mas não sabem ao certo se é o momento de mudar. O primeiro passo é entender se o que você está sentindo é passageiro ou se é um sinal de que algo precisa ser transformado," comento em minhas sessões de mentoria.  

Sinais de que pode ser a hora de mudar:

  1. Falta de motivação: Se você sente que não está mais engajado ou realizado no seu trabalho atual.  
  2. Estagnação profissional: Quando não há mais oportunidades de crescimento ou aprendizado na sua área atual.  
  3. Mudanças no mercado: Se a sua área está em declínio ou se novas tecnologias estão impactando sua profissão.  
  4. Busca por propósito: Quando você sente que seu trabalho atual não está alinhado aos seus valores ou ao impacto que deseja causar no mundo.  


Exercício prático:  

- Reserve um momento para refletir sobre sua carreira atual. Anote as respostas para as seguintes perguntas:  

  - O que me motiva no meu trabalho atual?  

  - O que me desmotiva?  

  - Meu trabalho está alinhado aos meus valores e propósitos?  

  - Quais são minhas expectativas para o futuro?  

 

  1. Autoconhecimento: A Base para uma Transição Bem-Sucedida 

Antes de tomar qualquer decisão, é fundamental entender quem você é, o que deseja e o que pode oferecer. O autoconhecimento é a base para uma transição de carreira segura e alinhada aos seus objetivos.  

"Muitas pessoas cometem o erro de mudar de carreira sem antes se conhecerem profundamente. Isso pode levar a novas frustrações e insatisfações. O autoconhecimento é a chave para tomar decisões conscientes e assertivas," destaco em minhas mentorias.  

 

Dicas para desenvolver o autoconhecimento:  

  1. Identifique seus valores: O que é realmente importante para você? Estabilidade, criatividade, impacto social?  
  2. Analise suas habilidades: Quais são seus pontos fortes e suas áreas de melhoria?  
  3. Reconheça suas paixões: O que você gosta de fazer no seu tempo livre? Como isso pode se transformar em uma carreira?  
  4. Considere sua personalidade: Você prefere trabalhar sozinho ou em equipe? Gosta de rotina ou de desafios constantes?  

 

Exercício prático:  

- Faça uma lista das suas habilidades, valores e paixões. Em seguida, reflita sobre como essas características podem se encaixar em uma nova carreira.  

- Utilize ferramentas de avaliação de perfil comportamental, como o DISC, para entender melhor sua personalidade e preferências profissionais.  

 

  1. Planejando a Transição: Passo a Passo   

Uma transição de carreira bem-sucedida requer planejamento e estratégia. Não se trata apenas de mudar de emprego, mas de construir uma nova trajetória com base em objetivos claros e realistas.  

"A transição de carreira é como uma viagem: você precisa saber para onde está indo, como vai chegar lá e o que vai precisar pelo caminho," costumo dizer em minhas palestras.  


Passos para planejar a transição:  

  1. Defina seu objetivo: Onde você quer chegar? Qual é o seu objetivo de carreira a longo prazo?  
  2. Pesquise o mercado: Entenda as tendências, oportunidades e desafios da nova área que deseja seguir.  
  3. Desenvolva novas habilidades: Identifique as competências necessárias para a nova carreira e invista em cursos, certificações ou experiências práticas.  
  4. Construa uma rede de contatos: Conecte-se com profissionais da área desejada e participe de eventos e grupos relacionados.  
  5. Prepare-se financeiramente: Avalie sua situação financeira e planeje-se para possíveis períodos de transição ou redução de renda.  

 

Exercício prático:  

- Crie um plano de ação detalhado para sua transição de carreira. Inclua metas de curto, médio e longo prazo, além dos recursos necessários (tempo, dinheiro, networking).  

- Defina um prazo para cada etapa e acompanhe seu progresso regularmente.   


  1. Lidando com os Medos e Inseguranças   

A transição de carreira pode gerar medos e inseguranças, como o receio de falhar, de não se adaptar ou de perder estabilidade. Esses sentimentos são naturais, mas não devem paralisar você.  

"O medo é um sinal de que estamos saindo da zona de conforto. Em vez de evitá-lo, devemos usá-lo como um impulso para crescer e evoluir," explico em minhas sessões de terapia.  


Dicas para lidar com os medos:  

  1. Reconheça seus medos: Identifique o que está te assustando e por quê.  
  2. Pense nos ganhos: Foque nos benefícios que a transição pode trazer, como realização pessoal e profissional.  
  3. Busque apoio: Converse com amigos, familiares ou profissionais que possam te orientar e encorajar.  
  4. Comece aos poucos: Se possível, faça a transição de forma gradual, mantendo seu emprego atual enquanto explora a nova área.  

 

Exercício prático:  

- Escreva uma carta para si mesmo, listando seus medos e, ao lado de cada um, uma estratégia para superá-lo. Por exemplo:  

  - Medo: "Não vou conseguir me adaptar."  

  - Estratégia: "Vou fazer cursos e buscar mentoria para me preparar melhor."  

  1. A Importância do Suporte Profissional**  

Fazer uma transição de carreira sozinho pode ser desafiador. Contar com o suporte de um coach, mentor ou terapeuta pode fazer toda a diferença, ajudando você a se conhecer melhor, traçar estratégias eficazes e manter o foco durante o processo.  

"Como especialista em comportamento humano, meu papel é ajudar os profissionais a enxergarem suas potencialidades, superarem seus limites e tomarem decisões alinhadas aos seus propósitos. A transição de carreira é um momento de transformação, e ter alguém ao seu lado pode tornar esse caminho mais seguro e leve," finalizo.  


Conclusão: A Transição como Oportunidade de Reinvenção  

A transição de carreira não é apenas uma mudança de emprego ou área de atuação. É uma oportunidade de se reinventar, de alinhar sua vida profissional aos seus valores e propósitos, e de construir uma trajetória mais significativa e gratificante.   

"Lembre-se de que toda mudança exige coragem, mas também traz consigo a possibilidade de crescimento e realização. Com planejamento, autoconhecimento e apoio, você pode transformar sua carreira e sua vida," concluo.  

Se você está considerando uma transição de carreira, espero que este artigo tenha trazido dicas e ferramentas para ajudá-lo nessa jornada. E, se precisar de orientação personalizada, estou à disposição para apoiá-lo nesse processo.  



Madalena Feliciano - Empresária, CEO de três empresas, Outliers Careers, IPC e MF Terapias, consultora executiva de carreira e terapeuta, atua como mentora de líderes e de equipes e com orientação profissional há mais de 20 anos, sendo especialista em gestão de carreira e desenvolvimento humano. Estudou Terapias Alternativas e MBA em Hipnoterapia. Já concedeu entrevistas para diversos programas de televisão abordando os temas de carreira, empregabilidade, coaching, perfil comportamental, postura profissional, hipnoterapia e outros temas relacionados com o mundo corporativo. Master Coach, Master em PNL e Hipnoterapeuta, Madalena realiza atendimentos personalizados para: fobias, depressão, ansiedade, medos, gagueira, pânico, anorexia, entre muitos outros.


Dia da Internet Segura: saiba como proteger crianças e adolescentes no mundo digital

 Docente do Senac, que integra o Sistema Fecomércio MG, alerta para os perigos da internet e dá dicas de segurança

 

Em um mundo cada vez mais conectado, a segurança na internet se torna um tema crucial, especialmente para crianças e adolescentes. O Dia da Internet Segura, celebrado em 11 de fevereiro, com o tema "Juntos por uma internet melhor", é uma oportunidade para reforçar a importância de um ambiente digital mais seguro e ético para todos. 

Nalysson Luiz, docente da área de Tecnologia da Informação do Faculdade Senac em Contagem, que faz parte do Sistema Fecomércio MG, explica a importância de ensinar sobre segurança digital desde a infância. “Com o aumento do uso de dispositivos conectados, meninos e meninas estão cada vez mais expostos a perigos no ambiente digital. O acesso pode levar os pequenos a se depararem com informações para as quais ainda não estão preparados e a situações como cyberbullying, coações, ameaças, e até mesmo o compartilhamento de dados pessoais”, alerta. 

O especialista destaca que, ao serem orientadas sobre os riscos e como navegar com responsabilidade, “as crianças desenvolvem um senso crítico e aprendem a proteger sua privacidade online”. E evidencia que o envolvimento da família é fundamental nesse processo. “Pais e responsáveis devem acompanhar o consumo de conteúdo no meio digital. Estabelecer horário de uso, além de filtrar o conteúdo que será acessado conforme idade e necessidades individuais. Criar um ambiente de confiança para o diálogo fluir, fazendo com que seus filhos se sintam à vontade para compartilhar quaisquer situações desconfortáveis”.

 

Desafios

Segundo o docente, o excesso de tempo de tela é um dos principais desafios para os pais. Ele aponta também “o comportamento de imediatismo e a dependência da conectividade constante, que pode prejudicar a capacidade de desenvolver a criatividade e as habilidades sociais”. 

Nalysson salienta ainda o impacto da “falta de percepção dos problemas reais e a dificuldade de comunicação entre pais, educadores e estudantes sobre os perigos digitais. Por se tratar de uma tecnologia em constante evolução, precisamos estar sempre atualizados sobre as novas ameaças digitais”, afirma. 

O especialista dá algumas dicas para garantir a segurança e proteger nossos dados ao navegar na web. Evite o uso de redes Wi-Fi públicas e abertas (como em rodoviárias ou aeroportos), por serem mais suscetíveis a ataques cibernéticos. Certifique-se de que seu dispositivo tenha um sistema operacional e softwares genuínos, com as atualizações em dia, e um antivírus confiável instalado. Não forneça informações pessoais em dispositivos compartilhados ou públicos. Crie senhas fortes e únicas para cada uma de suas contas, com uma combinação de letras, números e caracteres especiais. Se necessário, considere o uso de uma rede privada virtual (VPN) enquanto navega em redes desconhecidas. Não clique em links duvidosos que podem espalhar vírus ou servir para ataques de phishing, que tem o objetivo de obter informações pessoais do usuário. 

E orientações sobre o uso seguro das redes sociais. “Cuide das configurações de privacidade e evite compartilhar informações sensíveis publicamente. Utilize senhas fortes e, sempre que possível, ative a autenticação em duas etapas. Fique atento às tentativas de fraude e engenharia social, como mensagens falsas que solicitam dados pessoais ou financeiros”.

 

Inteligência Artificial: uma nova camada de insegurança?

A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente em nosso dia a dia, trazendo consigo novos riscos e desafios para a segurança digital. "A IA pode ser uma ferramenta poderosa para o bem, mas também exige cuidados, especialmente em relação aos vieses e à desinformação", alerta o docente. "O avanço de tecnologias como o deep fake, por exemplo, torna a distinção entre o verdadeiro e o falso cada vez mais difícil", ressalta.

 

Senac em Minas


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