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segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Vai viajar? Descubra por que calibrar pneus com nitrogênio é uma boa opção

Freepik
Especialista destaca as vantagens do uso de nitrogênio para veículos de passeio e transporte pesado

 

Com o aumento do tráfego nas estradas durante o período de férias escolares, a segurança veicular ganha atenção redobrada. Entre as revisões recomendadas, a calibração correta dos pneus é fundamental, incluindo o estepe. Algumas dicas já são bem conhecidas, como calibrar os pneus com eles frios. Já a utilização de nitrogênio ao invés de ar comprimido vem se consolidando como uma alternativa ainda mais segura e econômica para os motoristas.


Vantagens do nitrogênio

O nitrogênio, um gás inerte, reduz a perda de pressão nos pneus e garante menor desgaste, sendo ideal para enfrentar longos percursos ou períodos intensos de uso. 

De acordo com Omar Abreu, vendedor técnico da Air Products, empresa de gases industriais e medicinais, as moléculas de nitrogênio são menos permeáveis do que os outros gases contidos no ar comprimido, como oxigênio e vapor de água, e demoram mais para escapar pela borracha do pneu, que é naturalmente permeável. “Isso prolonga o intervalo entre calibragens, podendo chegar a até 45 dias para veículos de transporte pesado e até 60 dias para veículos leves, contra 7 a 15 dias com ar comprimido”, explica.

Essa característica também contribui para a segurança, pois evita alterações significativas de pressão e temperatura durante seu uso, por manter a estrutura interna e a aderência do pneu em condições ideais.


Economia e mais segurança

Nos veículos de transporte, os benefícios econômicos são expressivos. “O nitrogênio representa um ganho médio de 5 a 10% na vida útil do pneu e uma economia de até quatro pneus por mês para frotistas”, afirma Abreu.

Além disso, o nitrogênio protege a estrutura interna do pneu, o que previne danos causados por contaminantes presentes no ar comprimido, como óleo, água e oxigênio. A ausência de contaminantes evita a corrosão dos fios de aço e preserva a integridade do pneu por mais tempo.

Segundo Abreu, a principal vantagem para veículos leves é referente à segurança. “Uma pressão equilibrada nos pneus é essencial para a estabilidade do veículo, principalmente em frenagens de emergência. Com nitrogênio, reduzimos o risco de puxadas laterais devido à diferença de pressão, promovendo um desempenho mais confiável e seguro”, acrescenta.

Para garantir a calibração com nitrogênio, basta verificar se a concessionária de sua confiança possui membranas de geração de nitrogênio PRISM da Air Products, que é um equipamento de produção local para o abastecimento de pneus. Eles também podem ser instalados em oficinas, concessionárias e postos de combustíveis.


6 em cada 10 escolas brasileiras já limitam uso de celular

Pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil mostra que em 28% das instituições já acontece a proibição total 



Seis em cada 10 escolas brasileiras de ensino fundamental e médio, tanto urbanas quanto rurais, restringem o uso de celulares, com limitações de horários e espaços específicos. Em 28% das instituições, o uso é completamente proibido, segundo pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). O tema tem ganhado força no Senado, com a tramitação em urgência do primeiro projeto de lei (PL 104/15) que limita celulares em salas de aula. Em São Paulo, a lei estadual nº 18.058 sancionada em dezembro de 2024 já proíbe o uso dos aparelhos em escolas públicas e privadas.

O mestre em Inteligência Artificial e Ética, educador e consultor da Escola Lourenço Castanho, Alexandre Le Voci Sayad, destaca que a questão é complexa e não pode ser tratada de forma simplista, ressaltando sua relação direta com a cultura digital. “Trata-se de um assunto que carece de debate com a sociedade. A única visão não pode ser apenas sobre a proibição, mas, sim, da cultura digital, que é parte da vida das pessoas hoje”, explica. “Vemos o impacto que a inteligência artificial tem dado na sociedade em todos os campos e, muitas vezes, a proibição é uma maneira mais fácil de lidar com uma questão que é complexa”, completa.

Ele ressalta que é papel da escola promover a educação midiática, preparando os alunos para usar a tecnologia com ética e responsabilidade na análise de informações. “No mundo digital, a educação midiática é fundamental. Ela capacita o aluno a usar o celular com ética e a interpretar os signos da mídia”, afirma. Nesse contexto, a participação da família é essencial. “A educação midiática começa em casa, no que chamamos de educação parental. Cabe à família decidir sobre a compra ou não de um aparelho. Afinal, o celular não faz parte da lista de material obrigatório do aluno”, enfatiza.

A coordenadora do Ensino Fundamental do Colégio Bilíngue, em Santos (SP), Lúcia de Melo, convive diariamente com as realidades do âmbito escolar e defende que o aparelho pode ser uma ferramenta valiosa, desde que utilizado de forma adequada. “O celular proporciona acesso a diversos conhecimentos quando há uma excelente orientação pedagógica e é usado de maneira integrada a todas as áreas do conhecimento”, afirma.

Por outro lado, ela alerta para os riscos do uso inadequado, como a utilização exclusiva para jogos, que limita o aprendizado ao expor os usuários a conteúdos sem valor educativo, prejudicando a memória. “Precisamos manter nossa memória ativa, estimular a organização e a criatividade. O uso do celular sem propósito educativo pode encurtar ainda mais a memória”, ressalta. Lúcia também destaca a importância de envolver as famílias nesse processo. “Trabalhamos junto com os pais para que o celular seja utilizado pelos alunos apenas como uma ferramenta pedagógica dentro da escola”, explica.


Tecnologia como aliada

Para Vitor Azambuja, um dos criadores e sócio criativo do programa De Criança Para Criança, que oferece metodologias de educação híbrida para escolas ao redor do mundo,  o tema está mais relacionado à educação sobre o uso do celular do que à proibição, aplicando-se a diversas situações do cotidiano. “Uma alternativa nas salas de aula seria promover o diálogo, pedindo aos alunos que deixem o celular em modo avião, por exemplo, garantindo que, em casos de urgência, a família tenha acesso a outros meios de comunicação com a escola”.

Vitor reforça, ainda, que o mundo vive em uma era digital e que o celular, além de ser útil em situações como emergências ou avisos importantes, é parte de uma discussão mais ampla sobre acesso à tecnologia. “Vivemos em um mundo digital e os meios pelos quais acessamos a tecnologia são importantes, inclusive para o programa De Criança Para Criança, que pode ser acessado por meio do celular. Por isso, é fundamental avaliar o que se consome”, conclui.

 



Alexandre Le Voci Sayad - consultor nas áreas de cultura, arte e criatividade da Escola Lourenço Castanho, de São Paulo. Mestre em Inteligência Artificial e Ética pela PUC-SP e especialista em negócios digitais pela Universidade Califórnia - Berkeley. Atualmente é doutorando em políticas de lifelong learning e IA na Universidade Autônoma de Barcelona (UAB - Espanha).


Lúcia de Melo - Coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental II no Colégio Progresso Bilíngue Santos. Formada em Letras e Pedagogia, com pós-graduação em Educação e Língua Portuguesa, e 30 anos de experiência na área da educação.


Vitor Azambuja - Especialista em criação, diretor de arte e artista plástico. Formado em publicidade e piano clássico, trabalhou em diversas agências de propaganda, criando filmes e anúncios para grandes anunciantes. Um dos criadores do programa De Criança Para Criança, é sócio e diretor criativo da empresa. Foi premiado em festivais de propaganda no Brasil e no exterior. Realizou exposições de pinturas em São Paulo, Rio de Janeiro, Nova Iorque, Miami e Paris. Seu propósito é fazer com que as crianças do mundo inteiro aprendam desenvolvendo a sua criatividade.


Como se organizar financeiramente para as contas do início do ano

IPVA, IPTU, matrícula escolar e outros gastos chegam com 2025; educadora financeira dá dicas para começar o período com o pé direito


Ano novo, vida nova? Ou seria: ano novo, despesas novas? Todo começo de ano tem aquele momento de preocupação com as novas contas que estão por vir. E elas têm nome: IPVA, IPTU, rematrícula escolar e outros gastos que costumam aparecer, como a alta de preços do material escolar e o reajuste na mensalidade da creche, escola ou faculdade. A educadora financeira e consultora do will bank, Mila Gaudencio, explica que essas despesas podem aumentar a ansiedade financeira e causar frustração já no primeiro mês do ano.

“Janeiro costuma ser um período de autocobrança, ainda mais com a pressão de criar metas pessoais, a comparação com os demais e as despesas que vão além do esperado”, comenta a consultora do will. E quando o saldo bancário não ajuda, essa insatisfação pode acabar aumentando e levando a decisões impulsivas.

Considerando que 7 em cada 10 brasileiros não usam palavras positivas para descrever sua vida financeira atual, segundo o estudo de Dismorfia Financeira do will bank, começar 2025 com mais consciência em relação às finanças pode ajudar, não só a enfrentar as surpresas de janeiro, mas também a guiar as escolhas financeiras futuras.

Por conta disso, Mila Gaudencio destaca as principais recomendações para iniciar o ano com o pé direito quando o assunto é dinheiro:


Reconheça e foque na própria jornada

O primeiro passo é entender que cada jornada financeira é única, assim como os desafios enfrentados. Evitar comparações ajuda a focar no próprio caminho, reduzindo a ansiedade.

Para Mila, as metas são exemplos disso: “devemos definir nossos objetivos com base na nossa realidade e nos nossos desejos. Afinal, sonhar o sonho dos outros pode acabar se tornando decepcionante. Se dizem por aí que a grama do vizinho é mais verde, está mais do que na hora de esquecer isso e olhar só para o seu quintal”.


Analise possibilidades e estabeleça prioridades

Entender a melhor ordem para pagar as contas ajuda a evitar taxas extras. Por isso, vale a pena se perguntar: qual conta precisa ser paga agora ou, caso tenha, qual dívida pode ser renegociada para aliviar o fluxo de caixa?

A ansiedade faz com que muitas pessoas prefiram pagar tudo à vista para ‘resolver logo o problema’. “Essa escolha pode não ser a melhor se isso significar zerar sua reserva financeira e ficar sem segurança para imprevistos. Nesse caso, o parcelamento pode ser uma alternativa mais adequada”, explica.


Se bem avaliado, empréstimo é um caminho

O estudo de Dismorfia Financeira também mostra que 60% das pessoas têm vontade de usar o crédito que recebem, mas evitam por medo de não conseguirem pagar. Mila reforça que a insegurança é compreensível, porém, "quando planejado, estudado e encaixado no seu orçamento, o empréstimo pode ser um aliado na hora de lidar com o acúmulo de dívidas no início do ano. O que não vale é esquecer de considerar as parcelas como uma conta fixa no decorrer dos meses em que elas serão cobradas".

Para descobrir se um empréstimo compensa, vale pesquisar e comparar taxas e condições. “Se você está no limite do cartão de crédito ou quase entrando no cheque especial para pagar as contas de janeiro, um empréstimo pode ser uma opção mais barata”, comenta.


Mas como se antecipar para a próxima virada de ano?

Transformar essas grandes despesas em metas mensais é uma maneira eficiente de evitar o sufoco na próxima virada de ano. “Se o IPVA do carro custa R$1.200, é possível tentar guardar R$100 por mês. Não se trata de parcelar, mas de separar esse valor ao longo do ano para se antecipar à despesa que já está prevista”, reforça a consultora. Assim, as despesas de começo de ano deixam de ser um pesadelo e passam a ser parte da rotina financeira. Gerenciar o dinheiro é um processo, e cada pequena ação hoje pode trazer mais segurança e tranquilidade para o futuro.



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Pensão alimentícia não tem prazo fixo: TJSP reafirma direitos de filhos maiores de idade

A dependência econômica e a incapacidade de sustento próprio são os pilares para a continuidade da pensão

 

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) manteve a obrigação de um pai em pagar pensão alimentícia para a filha maior de idade, destacando que o dever alimentar não se extingue automaticamente ao alcançar os 18 anos. A decisão reforça o entendimento jurídico de que a continuidade desse benefício depende da demonstração de necessidade por parte do alimentando e das possibilidades financeiras do alimentante. 

A advogada Vanessa Paiva, especialista em Direito de Família e Sucessões e sócia do escritório Paiva & André Sociedade de Advogados, reforça que a decisão está alinhada com os princípios do direito alimentar, que priorizam a dignidade humana e a proteção dos laços familiares, sendo que o direito à pensão não se limita aos menores de idade. 

A obrigatoriedade da pensão alimentícia não cessa de forma automática aos 18 anos, podendo ser prorrogada em algumas situações. “Filhos que ainda estão cursando ensino superior ou técnico, até os 24 anos, têm direito ao benefício, desde que comprovem dependência econômica. Da mesma forma, filhos maiores com condições que impeçam sua subsistência, como doenças ou deficiências, continuam amparados, independentemente da idade. O critério básico é a necessidade do filho e a possibilidade do genitor de prover o auxílio financeiro. A dependência econômica e a incapacidade de sustento próprio são os pilares para a continuidade da pensão”, ressalta Paiva. 

Uma dúvida comum é se o pagamento da pensão termina automaticamente quando o filho completa 18 anos ou começa a trabalhar. De acordo com a especialista, "o simples fato de atingir a maioridade ou ingressar no mercado de trabalho não extingue automaticamente a obrigação. É preciso avaliar se a renda gerada pelo trabalho é suficiente para sustento próprio e, em caso afirmativo, ingressar com uma ação judicial de exoneração de alimentos”, explica. 

A advogada destaca que, mesmo em situações em que o filho trabalha, mas permanece dependente, o valor da pensão pode ser ajustado, ao invés de extinto. A exoneração depende de uma decisão judicial que levará em conta a condição econômica e social de ambas as partes, vale ressaltar que a pensão deve continuar sendo paga até decisão do juiz. Essa decisão do TJSP reforça a necessidade de analisar individualmente as situações familiares. “Decisões como essa reafirmam o compromisso do Judiciário em observar a realidade familiar e social, garantindo um equilíbrio entre as necessidades do alimentando e as possibilidades do alimentante, dentro do que preconiza a lei”, finaliza a especialista.

 

Fonte: Vanessa Paiva - advogada especialista em Direito de Família e Sucessões; pós-graduada e mestre em direito; professora de Direito de Família; autora de obras jurídicas e sócia administradora do escritório Paiva & André Sociedade de Advogados.
 


4 dicas para começar 2025 com o pé direito e organizar suas finanças

Especialista em educação financeira ensina como quitar dívidas, cortar gastos e investir para alcançar seus objetivos neste novo ano

 

O início do ano é sempre o momento ideal para reavaliar a vida financeira, quitar dívidas pendentes e se organizar para os próximos meses. Pensando nisso, o especialista em educação financeira Marcelo Cacavallo, professor de Ciências Contábeis da São Judas, compartilha 4 dicas práticas para você começar 2025 com mais controle e planejamento financeiro. Confira:

 

1. Priorize o pagamento das dívidas

Recebeu o 13º salário, bônus por metas alcançadas ou participação nos lucros? Aproveite esse dinheiro extra para eliminar as dívidas que se acumularam ao longo de 2024. Em um período de juros ainda elevados, sair do vermelho é fundamental para iniciar 2025 com mais tranquilidade financeira e liberdade para novos planos.

 

2. Faça uma retrospectiva de suas finanças em 2024

Reveja todos os gastos do ano anterior e identifique despesas desnecessárias. Muitos custos acabam passando despercebidos, como assinaturas de streaming que não são utilizadas, mensalidades de academias ou clubes que você não frequenta ou serviços que não trazem retorno. Faça as contas e veja o impacto anual desses valores no seu orçamento. Cortar esses gastos pode liberar recursos importantes para outros objetivos.

 

3. Planeje seu orçamento para o ano inteiro

Um bom planejamento financeiro é o caminho para uma vida mais organizada e sem sustos. Liste suas receitas e despesas para todo o ano e busque não gastar além do que ganha. Reduzir custos desnecessários e criar uma reserva de emergência devem ser prioridades. Assim, você terá mais segurança e estará mais preparado para imprevistos ou conquistas futuras.

 

4. Invista e faça o dinheiro render em 2025
Se sobrou algum valor no fim de 2024 ou você conseguiu economizar parte do 13º salário, considere investir. Com a taxa de juros ainda atrativa, existem boas opções no mercado para fazer o dinheiro render. Esse é o momento ideal para começar a construir ou ampliar seu patrimônio e, quem sabe, realizar sonhos como cursar uma faculdade, fazer uma viagem ou alcançar outros objetivos pessoais.

Com essas estratégias, você estará mais preparado para enfrentar os desafios de 2025 e transformar o ano em um período de conquistas financeiras.

 



São Judas

Ânima Educação 


Levantamento da Recovery aponta que metade das dívidas corresponde a cartão de crédito

Shutterstock

O estudo levou em consideração dados da base da empresa, que possui mais de 33 milhões de clientes com dívidas. O saldo médio devedor de pessoa física nesta categoria de crédito é de R$4.309,00  

 

A Recovery, empresa do Grupo Itaú e referência nacional na compra e gestão de créditos inadimplentes, gerencia atualmente um total de R$ 134 bilhões de créditos inadimplidos. Esse montante inclui dívidas de pessoas físicas (CPF) e jurídicas (CNPJ). No caso de pessoas físicas, metade das pendências está ligada ao uso de cartões de crédito. Já entre as empresas, esse tipo de dívida representa apenas 9% do total.

“Hoje em dia, há mais facilidade de acesso ao crédito graças ao grande volume de bancos e fintechs no mercado - o que movimenta a economia, mas também pode levar muitos brasileiros ao descontrole financeiro. Quanto antes as dívidas forem resolvidas, melhor, assim a pessoa ou empresa pode negociar melhores condições de pagamento e até reduzir o valor total da dívida. Isso é especialmente importante no caso do cartão de crédito, que tem juros altos”, diz Camila Poltronieri Flaquer, head de Cobrança Digital da Recovery.

De acordo com o levantamento, a dívida média dos brasileiros em cartão de crédito é de R$ 4.309,00. A distribuição regional revela que 46% das pessoas endividadas nessa categoria estão no Sudeste, 30% no Nordeste, 11% no Sul, 6% no Norte e 7% no Centro-Oeste, evidenciando uma concentração significativa nas regiões mais populosas do país.

A segunda principal categoria de dívidas na base da Recovery inclui produtos bancários como empréstimos, crédito consignado e crédito pessoal, representando 29% das pendências de pessoas físicas e 34% das de empresas. O restante envolve dívidas relacionadas ao varejo, educação e telecomunicações. "Esses dados refletem débitos vendidos ao mercado e atualmente sob gestão da Recovery", explica Camila.

A segunda modalidade de pendências financeiras entre os dados da base da Recovery, que corresponde a 29% das dívidas de pessoas físicas e 34% das empresas, engloba outros tipos de produtos bancários como empréstimos, crédito consignado, crédito pessoal, entre outros. O restante corresponde a produtos bancários vinculados ao varejo e setores como educação e serviços de telecomunicação. “Todos esses dados são de dívidas que foram vendidas ao mercado e hoje estão sob gestão da Recovery”, conclui Camila.

Para facilitar que as pessoas possam realizar a renegociação de dívidas, entre elas, as de cartão de crédito, a dica é o consumidor aproveitar o Mega Feirão do Nome Limpo Recovery. A campanha, que acontece até 20/12, oferece descontos de até 99% e parcelamentos de até 48 vezes, com valor mínimo de R$ 50,00 por parcela.

Os interessados na renegociação devem fazer uma consulta do número do CPF pelo site https://renegocie.gruporecovery.com, pelo WhatsApp (11) 4765-8402 ou por meio de chamada gratuita pelo telefone 0800 772 3331. O time de atendimento da empresa também entrará em contato ativamente com os clientes através de atendimento telefônico. 



Recovery
https://www.gruporecovery.com

 

5 dicas para construir um currículo para encantar os recrutadores de tecnologia

Em um setor tão concorrido, ter um currículo atrativo pode ser o diferencial para sair na frente na briga por uma vaga
 

As carreiras de programação e desenvolvimento estão em alta no mercado de trabalho, com demanda perene e vagas o tempo todo, mas com escassez de profissionais qualificados, principalmente com especialização em Inteligência Artificial, uma das principais lacunas a serem preenchidas. 

Para se destacar no mercado, além de capacitação técnica contínua, é fundamental ter um currículo atrativo. Para tanto, é importante considerar uma série de fatores fundamentais para atrair a atenção dos recrutadores, seja buscando sua primeira vaga, tentando se realocar no mercado ou procurando por novas e melhores oportunidades. 

Adaptar o currículo de acordo com tendências e demandas da área tech, destacando as habilidades e experiências mais relevantes, ajudará os recrutadores e empregadores a identificarem rapidamente seu potencial e adequação às suas necessidades. Para ajudar nessa missão, Isabela Castilho, CEO da Rocketseat, ecossistema de educação em tecnologia, traz 5 dicas para montar um currículo dev estratégico e efetivo.
 

1. Habilidades Técnicas

A primeira dica é destacar sua capacitação técnica da profissão. Dedicar um espaço do seu currículo para a seção de habilidades técnicas é fundamental. Comece listando as linguagens de programação que você domina, os frameworks, as bibliotecas e finalize com as outras tecnologias com as quais você possui experiência. 

Certifique-se sempre de adaptar essa lista às habilidades específicas solicitadas em determinada vaga. Utilize palavras-chave relevantes para a área, como "JavaScript", "React", "Node.js" e outras relacionadas, dessa forma você vai otimizar a visibilidade do seu currículo. 

“O principal aspecto de um currículo de programação é evidenciar quais linguagens o dev domina e sua capacitação técnica da área, seja back-end, front-end ou full stack. Assim, quando o recrutador ‘bater o olho’, vai entender o perfil do profissional e já analisar a aderência para determinada vaga”, explica Isabela.
 

2. Experiências

Outro aspecto fundamental para um currículo é destacar as experiências profissionais e atribuições de cada ocupação ao longo da carreira. Na hora de descrever as experiências profissionais, destaque as mais relevantes para o contexto da vaga que você está aplicando. Foque em projetos que você teve um papel importante na equipe e, se for o caso, descreva os resultados alcançados pelo projeto. 

Utilize tópicos para destacar suas responsabilidades e conquistas mais relevantes, mostre como suas habilidades técnicas foram aplicadas em projetos reais e os impactos positivos que geraram. “O mercado conhece o mercado, as empresas e sua rotatividade. Destaque suas experiências de forma a brilhar com olhos do recrutador com os lugares pelos quais você passou”, destaca Castilho.
 

3. Educação/Formação

Nessa seção você tem a oportunidade de apresentar suas qualificações acadêmicas e cursos relevantes para a área. Inclua dados como nome da instituição, curso concluído, nível de formação alcançado e data de conclusão. Além disso, destaque qualquer participação em hackathons, projetos de código aberto ou workshops relacionados a tecnologia. Essas informações adicionais podem demonstrar seu interesse contínuo pela aprendizagem e aprimoramento de suas habilidades. 

“A programação está sempre se renovando, com novas tecnologias, linguagens, IA. Por isso, é imprescindível destacar formações e conquistas acadêmicas, demonstrando interesse em se aprimorar e se atualizar com as tendências de momento na profissão”, aconselha Isabela.
 

4. Idiomas e Projetos

É uma boa prática lembrar de adicionar níveis de proficiência nas línguas estrangeiras que tiver conhecimento. Ainda que básico, é importante informar o quão comunicável você consegue ser com os idiomas citados. 

Esta dica é muito importante para devs mais experientes, que buscam vagas no exterior de maneira remota, tendência que vem se estabelecendo no setor tech, com empresas internacionais olhando para o mercado brasileiro. 

A lista de projetos pessoais é opcional, mas pode ser uma boa forma de explorar cases fictícios ou projetos que não foram publicados, por exemplo.
 

5. Informações de Contato

De nada adianta um currículo perfeito se os recrutadores não conseguirem te achar. Portanto, as informações de contato são fundamentais Além dos dados básicos, como nome e contato, é recomendável incluir links para perfis profissionais relevantes, como LinkedIn, GitHub ou possíveis blogs pessoais. 

Esses links vão fornecer aos recrutadores uma visão mais aprofundada do seu trabalho e contribuições na sua área de atuação. É sempre bom lembrar de manter essas informações atualizadas para facilitar o contato e possibilitar que os empregadores te encontrem mais facilmente.
 

Bônus: Skills Comportamentais

Embora as habilidades técnicas sejam essenciais, não subestime a importância das habilidades comportamentais na hora de conquistar uma vaga. O trabalho em equipe, comunicação eficaz, capacidade de resolução de problemas e adaptação a mudanças são apenas algumas das habilidades comportamentais altamente valorizadas.
 

Rocketseat

 

Economia prateada cresce: por que contratar profissionais 50+?

O mercado de trabalho não é apenas dos jovens. Por mais que a população mundial esteja envelhecendo, a melhora da qualidade de vida da sociedade faz com que tenhamos cada vez mais seniores ativos e engajados em suas rotinas pessoais e, inclusive, profissionais. A inserção destes talentos no ambiente corporativo movimenta o que chamamos de economia prateada, algo que, por mais que venha crescendo cada vez mais em todo o mundo, ainda merece maior atenção para que este público seja, devidamente, inserido e acolhido nas empresas.

Segundo uma estimativa do IBGE, o número de idosos deve ultrapassar o de jovens até 2031. Pela primeira vez em nossa história, o Índice de Envelhecimento (IE) será maior do que 100, ou seja, haverá 102,3 idosos para cada 100 jovens. Esse é um reflexo direto da longevidade ativa da população através de hábitos mais saudáveis, maior cuidado com a saúde física e avanços da medicina, o que também impacta positivamente em uma melhor saúde mental, menos despesas com remédios, e uma vida bem mais disposta como um todo.

Para além deste benefício social e de saúde, o aumento da expectativa de vida também vem desencadeando uma maior busca destas pessoas em se manterem ativas profissionalmente – algo que é extremamente vantajoso para as empresas. Afinal, algo que esses talentos têm de sobra é experiência acumulada e maturidade adquirida ao longo de sua trajetória, com maior inteligência emocional em lidar com as questões do dia a dia, melhor compreensão das relações profissionais e manutenção das mesmas a longo prazo.

Paralelo a isso, quando um profissional já viveu cenários econômicos diversos desde economia aquecida, recessão, inflação, deflação, até governos de posições distintas, tudo isso faz com que ele desenvolva uma melhor leitura de cenário, analisando o que já vivenciou como base para saber o que funciona ou não.

Todos esses atributos são algo que nenhuma universidade ou mestrado ensinam, mas que são construídos em nossa bagagem profissional. E que, inclusive, costuma ser insuficiente em muitos jovens talentos que estão ingressando no mercado, os quais não possuem anos de experiência, tampouco maturidade, vivência e comportamentos necessários para uma visão mais estruturada sobre diversas questões corporativas.

Ainda conforme dados do IBGE, até 2050, o Brasil alcançará uma população de mais de 40 milhões de pessoas com mais de 60 anos. Ao invés de afastá-los do mercado, fazendo que não se sintam úteis, inseri-los nas empresas trazendo suas experiências a favor da adoção de estratégias mais assertivas gerará conquistas não apenas financeiras, mas também em âmbito social e de forma que se sintam úteis e se mantenham ativos em áreas que lhes agradem.

Nesta adaptação à rotina corporativa, contudo, alguns cuidados precisam ser tomados. Em muitos casos, a chegada destes talentos não terá uma sinergia natural, e demandará atenção especial por parte das empresas e dos outros membros, uma vez que empecilhos podem ser criados, até mesmo, pelos próprios profissionais seniores.

Ainda há uma forte crença em muitos deles de que sua idade avançada não trará conquista positiva para as empresas, inseguros de que não serão capazes de contribuir com as operações e atingir as metas estipuladas. Esses receios podem fazer com que cheguem à sede apreensivos quanto ao seu desempenho, o que pode ser evitado não apenas através de uma autocompreensão e valorização, quanto de ações internas promovidas para esta chegada, os incentivando e reconhecendo quanto às suas realizações no trabalho.

Por parte dos profissionais mais jovens, a falta de sensibilidade é um risco a ser considerável, o que também exigirá das empresas ações que demonstrem a importância destes seniores para o desempenho do negócio e o quanto ambos podem trabalhar e aprender juntos. No final, será preciso empatia, esforço e respeito dos dois lados para que esse movimento traga frutos maduros para todos os envolvidos.

Um ambiente profissional diverso não é apenas aquele que preza pela inclusão de gênero, mas também o que traz o etarismo internamente. Aqueles que aprendem a lidar com cabeças que pensam diferentes e têm perspectivas distintas, mas que, quando cuidados e prezados por todos, certamente elevarão a conquista dos resultados esperados.

 


Ricardo Haag - headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.


Wide
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Bitcoin encerra 2024 cotado a US$ 92 mil após máxima histórica de US$ 106 mil, segundo Biscoint

Valorização de 110% no ano destaca a resiliência do ativo, apesar de correções recentes e cenário macroeconômico desafiador


O Bitcoin conclui 2024 em um patamar robusto, cotado a US$ 92.000, mesmo após uma retração de 13,2% em relação à máxima histórica de US$ 106.000 registrada em dezembro. Com uma valorização acumulada de 110% no ano, a criptomoeda mantém sua posição como um dos investimentos mais rentáveis do mercado financeiro, consolidando-se como ativo estratégico em portfólios diversificados.

 

Para Israel Buzaym, diretor de comunicação do Grupo Bity, o desempenho do Bitcoin em 2024 reflete sua resiliência, mesmo em um cenário econômico global desafiador, marcado pela inflação elevada e pelo aumento das taxas de juros. "Embora essas condições tenham levado muitos investidores a preferirem ativos mais previsíveis, o Bitcoin provou que continua atraindo forte interesse institucional e mantendo sua relevância no mercado", destaca.

 

A correção observada no final do ano reflete não apenas o ajuste natural de um ciclo de alta, mas também a realização de lucros por grandes investidores que ingressaram no mercado em 2023 e 2024. Para Buzaym, esse movimento é saudável: “O mercado está em maturação, e é natural que vejamos oscilações enquanto a infraestrutura regulatória e a adoção institucional evoluem. Essas correções são oportunidades de fortalecimento técnico.”

 

No curto prazo, o mercado monitora com atenção o suporte técnico de US$ 90.000. Se perdido, os preços podem recuar para níveis como US$ 86.000 ou até US$ 73.000. No entanto, o diretor do Grupo Bity ressalta o potencial de retomada: “Se houver recuperação e o ativo romper novamente os US$ 100.000, o cenário para novas máximas será fortalecido, especialmente com o halving previsto para 2025.”

 

Buzaym também destaca que os fundamentos do Bitcoin continuam sólidos: “O ativo está cada vez mais integrado como reserva de valor em grandes portfólios, além de contar com uma adoção institucional crescente e avanços regulatórios em mercados-chave. Esses elementos, combinados à redução da emissão após o halving, podem catalisar um novo ciclo de valorização.”

 

Apesar das oscilações, o Bitcoin encerra 2024 com uma performance impressionante, reforçando sua posição como um ativo resiliente e de destaque no mercado global. “Olhando para 2025, o foco deve estar na continuidade da construção de um mercado mais maduro e acessível, capaz de sustentar tendências de alta de forma mais consistente”, conclui Buzaym.



BOLETIM DAS RODOVIAS

 Bandeirantes tem tráfego congestionando em direção à capital

 

A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo na manhã desta segunda-feira (6). 

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x5 - Na rodovia Anchieta (SP-150), sentido capital, há lentidão do km 13 ao km 10. No sentido litoral, o tráfego é normal. Na Rodovia dos Imigrantes (SP-160), o tráfego é intenso no sentido capital do km 50 ao km 46 e lento entre o km 19 ao km 14, sentido litoral o tráfego é normal. 

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

A Rodovia Anhanguera (SP-330), sentido capital, registra lentidão do km 12 ao km 11+360, do km 107 ao km 104 e entre o km 99 ao km 98, sentido interior, o tráfego é normal. Na Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), sentido capital, há congestionamento do km 17 ao km 13+360, no sentido interior o tráfego é normal.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

A Rodovia Raposo Tavares (SP-270) apresenta tráfego normal nos dois sentidos. Já a Rodovia Castello Branco (SP-280), sentido capital, registra tráfego intenso do km 17 ao km 16 e lentidão do km 22 ao km 23, no sentido interior o tráfego é normal.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

O corredor apresenta congestionamento do km 23 ao km 18 no sentido capital, no sentido interior o tráfego é normal.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.


domingo, 5 de janeiro de 2025

Qual a importância do enriquecimento ambiental para os felinos?

Os gatos são conhecidos por suas personalidades únicas. Esses animais, curiosos por instinto, adoram escalar, explorar, se esconder e brincar. Além disso, prezam por sua rotina, individualidade, autonomia e liberdade. Por isso, os tutores devem estar atentos às necessidades desses animais, e é nesse contexto que entra o enriquecimento ambiental.

O enriquecimento ambiental engloba uma série de atividades e práticas que visam tornar o ambiente mais estimulante e confortável para os felinos, permitindo que eles se desenvolvam e expressem seus instintos naturais. "Quanto mais estimulados, mais felizes e saudáveis os animais serão. Além disso, o enriquecimento ambiental é fundamental para a manutenção do bem-estar animal, ajudando a evitar problemas comportamentais e até o surgimento de doenças", explica a médica-veterinária e gerente de produto da Unidade de Animais de Companhia da Ceva Saúde Animal, Marina Tiba.

É importante entender que um ambiente favorável para os felinos vai além de janelas teladas, caixa de areia limpa, ração de boa qualidade e água potável fresca e sempre disponível. O enriquecimento ambiental ocorre quando o tutor insere itens potencialmente interessantes para o animal, que ajudam a reduzir o estresse e facilitam a expressão de sua natureza e instintos. Essas ações estimulam o gato a se movimentar, promovendo uma boa saúde física e mental.

Confira algumas dicas para auxiliar os tutores:

  1. Entenda a natureza territorialista dos felinos: Eles prezam por seu espaço. Portanto, é fundamental oferecer diversas opções e livre acesso a diferentes áreas, especialmente se conviverem com outros animais. Isso inclui, por exemplo, múltiplas opções de locais para dormir, várias caixas de areia, além de comedouros e bebedouros distribuídos pelo ambiente, o que ajuda o felino a se sentir mais confortável.
  2. Instale prateleiras escaláveis: Felinos adoram permanecer em locais altos, onde se sentem seguros para observar a movimentação ao redor, dormir fora do alcance dos outros e se exercitar. Proporcione prateleiras específicas para gatos, permitindo-lhes explorar essas alturas de forma confortável.
  3. Ofereça cantinhos para esconderijo: Gatos gostam de ter lugares privados onde possam se refugiar e descansar sem a interferência de outros. Esses espaços são essenciais para uma boa soneca e para que eles possam se sentir seguros.
  4. Disponibilize arranhadores: Os arranhadores são fundamentais para que os gatos possam exercer um comportamento típico da espécie: marcar território. Além de deixar marcas visuais, eles liberam feromônios pelas glândulas das patas, o que ajuda a criar um ambiente mais confortável e familiar para o animal.
  5. Estimule o contato social e a brincadeira: O contato social é importante para fortalecer os vínculos dos felinos, especialmente com seus tutores. Brinquedos que imitam a caça, por exemplo, são uma ótima forma de estimular o instinto caçador do gato, ao mesmo tempo que promovem momentos de diversão e interação entre o animal e o humano.
  6. Proporcione conforto e segurança: Para aumentar ainda mais a sensação de bem-estar do seu gato, produtos como o FELIWAY® Optimum, composto por um complexo sintético de odores felinos, podem ser utilizados. Ele auxilia na criação de um ambiente mais seguro e confortável, especialmente em situações desafiadoras para o animal.

Cuidar do ambiente do seu felino é uma prova de amor e carinho, que não só melhora o bem-estar do animal, mas também fortalece o vínculo entre o pet, seu ambiente e seus tutores, além de contribuir para a saúde física e emocional do gato.

 

Ceva Saúde Animal
www.ceva.com.br

 

Altas temperaturas pedem atenção às patas dos cães

Cuidados simples ajudam a evitar ressecamento, rachaduras e problemas causados pelo calor

  

As patas dos cães sentem muito os efeitos do calor, e cuidar delas não é só questão de conforto. Prevenir ressecamento, rachaduras e possíveis infecções pode fazer uma grande diferença no bem-estar dos pets, especialmente nos dias mais quentes do ano. Com as altas temperaturas, superfícies como asfalto e calçadas podem virar armadilhas para os animais.

De acordo com a American Veterinary Medical Association (AVMA), o asfalto pode atingir temperaturas superiores a 60°C em dias de sol forte, causando queimaduras nas patas dos cães. A entidade alerta que esse tipo de lesão costuma passar despercebido pelos tutores, já que os sinais nem sempre são evidentes. 

Para Gilberto Novaes, fundador e CEO da Furest Pet, é importante entender o impacto que o calor pode ter nos animais. “As patas dos cães não são só um ponto de apoio. Elas têm um papel de proteção e, quando ficam ressecadas ou rachadas, deixam o animal mais vulnerável a problemas como infecções ou dor ao caminhar”, afirma.


Produtos naturais como opção para o cuidado diário

Produtos feitos com ingredientes naturais têm ganhado espaço nos cuidados com os pets, principalmente para hidratar e proteger as patas. Um exemplo é o Pata Power - Balm Hidratante, da Furest Pet, que mistura componentes como óleo de copaíba e manteiga de murumuru, conhecidos por suas propriedades hidratantes e regeneradoras.

“Quando desenvolvemos o Pata Power, a ideia era criar algo que não só hidratasse, mas também fosse seguro para os cães. Optamos por ingredientes naturais para evitar qualquer risco de irritação ou reações indesejadas, e também porque esses ingredientes são eficientes para manter as patas protegidas”, explica Novaes. Ele alerta para o cuidado com produtos sintéticos, que podem conter substâncias prejudiciais, como parabenos.


Prevenção é sempre melhor

Ficar de olho nas patas dos cães ajuda a evitar problemas maiores. Se elas estiverem ásperas, com rachaduras ou com o animal apresentando desconforto para andar, pode ser um sinal de ressecamento ou até de lesão mais séria. Passeios em horários menos quentes e a aplicação de hidratantes são formas simples de prevenir esses danos.

Gilberto Novaes lembra que é no dia a dia que esses cuidados fazem a diferença. “Observar as patas depois de cada passeio já ajuda bastante. E hidratar regularmente cria uma camada de proteção contra o desgaste causado pelo calor ou superfícies ásperas”, explica.

Durante o verão, pequenas mudanças podem ajudar os cães a ficarem mais confortáveis. Caminhar em locais sombreados ou em horários mais frescos, como no início da manhã ou fim da tarde, é uma boa prática. Também é recomendável aplicar um hidratante específico para as patas, especialmente depois dos passeios.

Novaes reforça que, apesar de ser um tema cada vez mais discutido, muitos tutores ainda não percebem a importância desses cuidados. “O foco é evitar que o problema apareça. É um cuidado simples que melhora a vida do animal, especialmente em épocas de calor intenso”, afirma.

Garantir que as patas dos cães estejam protegidas não exige grandes mudanças na rotina, mas faz toda a diferença para sua saúde.

 

 

Furest Pet
site oficial, LinkedIn e Instagram.



Gilberto Novaes - empreendedor brasileiro com uma ampla carreira internacional, liderando negócios que integram inovação e sustentabilidade. Como fundador da Furest Pet, ele criou uma marca de produtos para cães que alia suplementação de alta qualidade com um compromisso ambiental, plantando árvores na Floresta Amazônica a cada produto vendido. Além disso, Novaes é cofundador das marcas NutraBlast e Loyal, focadas em cuidados pessoais femininos, que ganharam destaque em grandes redes como Target e Walmart e as farmácias CVS nos Estados Unidos, além de serem best-sellers na Amazon dos EUA e Canadá. Sua visão empresarial busca sempre gerar valor ao consumidor e ao meio ambiente, promovendo soluções que impactam positivamente a sociedade e o planeta.
Para mais informações, visite o LinkedIn.



Férias com seu pet: cuidados para uma viagem tranquila

Planejamento e atenção aos detalhes garantem segurança e bem-estar para os pets durante as viagens de férias 


Viajar com animais de estimação exige planejamento e atenção redobrada para garantir o bem-estar e a segurança dos bichinhos. Segundo Felipe Arnaud Sampaio Alencar de Albuquerque, professor de Medicina Veterinária da Una Jataí, há cuidados fundamentais que os tutores precisam observar antes de colocar o pé na estrada ou embarcar em um avião.
 

"É imprescindível verificar toda a documentação exigida para a viagem, como a carteira de vacinação atualizada, atestado de saúde e, em alguns casos, o microchip. Para destinos internacionais, exames específicos e documentos adicionais podem ser necessários", alerta o professor. 

Antes de viajar, a consulta ao veterinário é indispensável. "O veterinário avalia a saúde do pet, recomenda vacinas adicionais de acordo com o destino e indica medidas de prevenção, como o uso de antiparasitários", explica Albuquerque. Em viagens dentro do Brasil, a vacina antirrábica deve ser aplicada pelo menos 30 dias antes da partida. 

O transporte adequado é outro ponto-chave. Para viagens de carro, o professor destaca que o uso de caixas de transporte ou cintos de segurança específicos para pets é obrigatório. "Esses equipamentos garantem a segurança do animal e evitam distrações ao motorista. Além disso, a caixa de transporte deve ser ventilada e oferecer espaço para o pet se movimentar", orienta. 

No caso de viagens de avião, Albuquerque alerta sobre as condições do transporte, especialmente para raças braquicefálicas. "Algumas companhias proíbem o transporte dessas raças no compartimento de carga devido ao risco aumentado de problemas respiratórios. Nestes casos, o tutor deve adquirir passagem para levar o animal na cabine", destaca. 

O clima e o ambiente do destino também influenciam nos cuidados necessários. "Em locais com alta incidência solar, o uso de protetor solar específico para pets, especialmente em animais de pele clara, é fundamental". O professor também recomenda a prevenção contra parasitas com antipulgas, carrapaticidas e repelentes, além de garantir hidratação constante. 

Para ajudar o pet a se adaptar ao novo ambiente, objetos familiares, como brinquedos e camas, podem trazer conforto. "Manter a rotina o mais próxima possível, com horários regulares para alimentação e passeios, também é importante. E, claro, paciência e carinho são indispensáveis", ressalta. 

Nem sempre é possível levar o animal na viagem. Nesses casos, a escolha de um hotel ou cuidador de confiança é crucial. "Prefira locais que solicitem exames de saúde dos animais hospedados, garantindo a segurança de todos", recomenda Felipe. Visitas ao local e referências de outros clientes ajudam na decisão.


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