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terça-feira, 3 de dezembro de 2024

Saindo de férias? Confira 5 cuidados para viajar com menores de idade

Professor da Faculdade Milton Campos ainda explica porquê regras para viajar para o exterior são mais rígidas
 

Vai viajar nestas férias com as crianças? Comece, desde já, a preparar a documentação certa para cada ocasião de deslocamento. Pais, responsáveis, tios, avós, pai de coleguinha... No Brasil, para cada configuração de acompanhante, há uma regra definida em lei. Quem oferece estas e outras orientações é o vice-diretor da Faculdade Milton Campos, Paulo Tadeu Righetti Barcelos. O advogado é professor da unidade curricular Direito da Criança e do Adolescente. 

O professor esclarece que o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Conselho Nacional de Justiça possuem normas que regulamentam a viagem de crianças e adolescentes dentro do território nacional, bem como viagem para o exterior.

“Naturalmente, as regras para viagem dentro do Brasil são mais flexíveis, se comparadas com as regras da viagem internacional. Estas têm que ser mais rígidas, em razão de uma dificuldade: se uma criança ou um adolescente sai de forma indevida para o exterior, o retorno é muito mais difícil em razão da burocracia”, avisa o docente. A Milton Campos é focada no ensino do Direito e integra o Ecossistema Ânima de Ensino, em Minas Gerais. 

Seguem as cinco dicas primordiais para uma viagem feliz e segura com os pequenos:
 

1 – Dezesseis anos e só! - No território nacional, a limitação para viagem dentro do Brasil é apenas para os menores de 16 anos. Ou seja, um adolescente com 16 e 17 anos, pode viajar no Brasil sem a necessidade de ter uma autorização judicial ou uma autorização por escrita dos pais ou do responsável, basta apenas comprovar a idade por meio do seu documento oficial de identidade, mas claro, os menores de 16 anos podem viajar dentro do Brasil desde que atendido algumas regras.
 

2 – “Ascendentes e colaterais maiores, até o terceiro grau”. O que é isso? - Para viajar dentro do Brasil, os menores de 16 anos devem estar acompanhados de pelo menos um dos pais ou responsáveis, que são os guardiões e tutores, ou então possuir uma autorização judicial. “Claro que em alguns casos a lei permite que o menor de 16 anos viaje pelo Brasil sem estar acompanhado de um dos pais ou responsáveis, e sem precisar de emitir uma autorização judicial. Por exemplo, quando ele está acompanhado dos ascendentes e colaterais maiores até o terceiro grau - avós, irmãos maiores de idade, tios”, explica o professor da Milton Campos. “Basta comprovar documentalmente o parentesco”, resume.
 

3 – Tá liberado! - Os responsáveis também podem autorizar o menor de 16 anos a viajar dentro do Brasil desacompanhado ou acompanhado de uma pessoa maior de idade. “Por exemplo, no caso de excursões de colégio, no caso de viajar com uma babá ou qualquer pessoa”.
 

4 – Pais e responsáveis no comando, sempre! - Quando se trata de viagem para o exterior as regras são muito mais rígidas. Ambos os pais precisam participar da viagem, seja viajando junto ou autorizando. “Neste caso, não há qualquer diferença de idade, pois, estas regras servem para qualquer menor de 18 anos. Se o menor de 18 anos estiver viajando do Brasil para o exterior, a regra é que ele esteja acompanhado de ambos os pais, aí pode viajar sem qualquer problema. Mas se estiver viajando apenas com um dos pais, o outro tem que autorizar”, exemplifica o professor da Milton Campos.
 

5 – Autorização precisa de firma reconhecida, heim? – “Por exemplo, se este menor viaja com o pai para o exterior, a mãe tem que fazer um documento por escrito, com firma reconhecida, autorizando essa viagem juntamente com o pai. E no caso da negativa de um dos pais em autorizar o filho a viajar para o exterior, a única opção que resta é ajuizar uma ação na Justiça da Infância e da Juventude, pedindo a autorização judicial, por meio de alvará, para que esse menor viaje para o exterior na companhia de apenas um dos pais ou desacompanhado”, ensina. O professor alerta que é muito importante lembrar que esse processo não é tão rápido. “É recomendado, no mínimo, três meses de antecedência para não correr o risco de perder a viagem”.


O que observar no encanamento na hora de comprar ou alugar um imóvel

Amanco Wavin compartilha orientações simples e rápidas para garantir a qualidade da instalação hidráulica e prevenir dor de cabeça no futuro 

 

Com a chegada do final de ano, é comum que muitas pessoas aproveitem para realizar mudanças de imóvel, seja comprando ou alugando uma nova casa ou apartamento. Seja o imóvel novo ou seminovo, é essencial ficar atento a diversos aspectos da estrutura antes de fechar o negócio, e a instalação hidráulica é um dos principais pontos a serem observados. Embora muitas vezes seja deixada de lado, um encanamento em mau estado pode gerar sérios problemas, como vazamentos, infiltrações e até prejuízos financeiros. 

A Amanco Wavin, marca comercial da Orbia e uma das maiores empresas globais de tubos e conexões, destaca a importância de observar os sistemas hidráulicos ao adquirir um imóvel, seja ele novo ou usado. Abaixo, a marca compartilha dicas rápidas e eficazes para analisar o encanamento do imóvel, e evitar problemas no futuro:

 
Torneiras e Ralos 

Abra as torneiras e observe a cor da água. Se ela estiver clara, é um bom sinal de que os canos estão em bom estado e sem ferrugem ou detritos. Verifique também se a água escoa de maneira rápida e eficiente. Para testar, feche o registro de uma torneira e coloque um copo cheio de água no bico. Abra a torneira e veja se o nível da água no copo diminui. Se isso acontecer, pode haver um cano furado entre a torneira e o hidrômetro. 

Quanto aos ralos, abra o chuveiro e observe a vazão da água. Se a água não escoar rapidamente ou ficar acumulada, é possível que a tubulação sanitária esteja entupida.

 

Descargas
Para verificar a descarga do vaso sanitário, jogue um pouco de borra de café na água e aguarde até o fundo do vaso. O normal é que a borra fique depositada no fundo. Se isso não acontecer, pode haver vazamento na válvula ou na caixa de descarga.

 

Umidade nas paredes 

Observe as paredes e o teto, tanto internos quanto externos, do imóvel. Caso note mofo, bolhas na pintura ou manchas de umidade, isso pode indicar infiltrações. Além de prejudicar a estrutura do imóvel, o mofo pode afetar a saúde dos moradores, provocando alergias e outros problemas respiratórios. Esse tipo de problema é mais comum nas épocas de chuva, e a inspeção durante o final de ano é uma excelente oportunidade para identificá-los.


Registro de água 

Feche todos os registros de água e anote a leitura do hidrômetro. Após 2 horas, verifique novamente o número indicado no equipamento. Se houver variação, pode indicar um vazamento no encanamento, especialmente no trecho entre o hidrômetro e os registros. O desperdício de água é um problema crescente, e detectar vazamentos precocemente pode evitar aumento no consumo e prejuízos. 

Ao observar esses detalhes, o comprador ou locatário pode evitar transtornos e garantir que o novo lar esteja seguro e confortável para começar o ano sem surpresas indesejadas.

 

 Amanco Wavin 

amancowavin.com.br)


Orbia B&I (Wavin)



Orbia
orbia.com


Regular (ainda mais) as bets

As apostas online estão cada dia mais presentes no cotidiano dos brasileiros. Vemos os logotipos das bets, como elas também são conhecidas, estampando os uniformes dos maiores clubes de futebol do país; lemos nos jornais sobre seus lucros fabulosos e impactos sociais terríveis; assistimos espantados a denúncias de manipulação de jogos e escândalos associados à atividade; não raro, somos amigos ou parentes de algum apostador contumaz. 

Não faz muito, nada disso existia por aqui. O mercado de apostas esportivas foi criado em dezembro de 2018, no último mês do governo Michel Temer, pela lei 13.756. Embora o diploma desse um prazo de dois anos, prorrogável por mais dois, para a regulamentação do serviço, a determinação acabou ignorada pelo governo seguinte, de Jair Bolsonaro. Foi só no final do ano passado que essa realidade começou a mudar, quando a lei 14.790 pôs de pé as primeiras regras para essa atividade, as quais entrarão em vigor em 1º de janeiro de 2025. 

Nesse intervalo, as bets proliferaram sem qualquer tipo de regulação. Um estudo do Banco Central mostrou que, de janeiro a agosto de 2024, os brasileiros gastaram de R$ 18 bilhões a R$ 21 bilhões por mês em apostas online. No mês de agosto, apenas os beneficiários do Bolsa Família destinaram R$ 3 bilhões às empresas de bets. O crescimento delas foi tão avassalador e os efeitos negativos na população tão graves que muita gente começou a defender a pura e simples abolição desse mercado no Brasil. 

Uma pesquisa recente do Datafolha mostrou que dois a cada três brasileiros (65%), com 18 anos ou mais, defendem a proibição das apostas esportivas online. O índice é majoritário em todas as variáveis sociodemográficas. Um quarto (27%) é contra a proibição das bets e 8% não opinaram. 

Apesar de compreensível, a proibição não parece ser o melhor caminho para lidar com o cenário que temos hoje no país. O jogo de azar, afinal, constitui uma experiência humana imemorial e bani-lo agora, quando ele já está plenamente estabelecido, teria por efeito apenas incentivar o mercado ilegal. Pretender matar esse monstro que criamos seria o mesmo que tentar vencer a mitológica Hidra de Lerna, na qual cada cabeça cortada dá origem a duas. Mais prudente é tentar domá-lo. E, para que consigamos isso, precisamos de regras mais duras do que as atuais, capazes de minimizar os efeitos deletérios na população. 

A primeira coisa que precisa ficar clara é que o jogo tem uma capacidade imensa de viciar. A chegada das bets teve como consequência um aumento expressivo da procura por ajuda em centros especializados. Desde 2020, por exemplo, cresceu sete vezes a quantidade de pessoas atendidas por dependência em apostas na rede pública, segundo dados do Sistema Único de Saúde de ambulatórios de todo o país. Os números absolutos ainda são relativamente modestos, mas a multiplicação de casos deixa claro o potencial danoso da atividade. Já em São Paulo, o Programa Ambulatorial do Jogo do Hospital das Clínicas deixou de aceitar novos pacientes em função da alta procura ainda no mês de agosto e, desde então, tem fila de espera. 

O vício afeta não apenas a saúde e o bem-estar de uma pessoa, mas também suas finanças, relações pessoais, familiares e comunitárias. A todo momento tomamos contato com novas e dramáticas histórias de pessoas endividadas, que terminam fazendo empréstimos, e até mesmo praticando atos ilícitos, para continuar jogando. 

No mês passado, a prestigiosa revista científica “The Lancet” publicou um extenso relatório sobre o tema, apontando os diversos males trazidos pelas apostas online. A conclusão do texto é que governos e legisladores precisam tratar as bets e cassinos virtuais como uma questão de saúde pública, a exemplo do que já se faz com outros produtos que viciam e fazem mal. 

A medida mais urgente, nesse sentido, é banir ou, ao menos, restringir severamente a publicidade desses serviços. É um contrassenso estimular um comportamento potencialmente autodestrutivo. A restrição à divulgação de produtos nocivos à saúde está amparada pela Constituição, em seu artigo 220, e já é utilizada em relação ao tabaco, ao álcool, mas também a medicamentos. 

Também poderia ser imposto às bets, como medida pedagógica, a obrigação de exibir em seus sites e aplicativos uma página que explicasse aos apostadores que suas chances de ganhar dinheiro com a prática são irrisórias. 

Não menos importante é a questão dos impostos. As empresas do setor serão tributadas em apenas 12%, valor considerado muito baixo por especialistas, dadas as consequências negativas geradas pela atividade. É necessário, assim, uma taxação mais alta, como a aplicada ao cigarro e às bebidas alcoólicas. 

Os valores arrecadados deverão ser revertidos para a sociedade, especialmente para a proteção do consumidor das bets e para o tratamento dos jogadores patológicos. Para tanto, deve-se buscar fortalecer o SUS e os Centros de Atenção Psicossocial, que não estão equipados nem têm profissionais suficientes para enfrentar adequadamente esse problema. 

São medidas que certamente vão desagradar os setores que se beneficiam dos vultosos investimentos do mercado de apostas online. Trata-se, porém, do preço a pagar para que consigamos compatibilizar a liberdade de atuação dessas empresas com a necessária proteção dos usuários.

 


Dimas Ramalho - conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo

 

BOLETIM DAS RODOVIAS

Terça-feira começa com tráfego carregado nas rodovias

 

- A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo na manhã desta terça-feira (3). 

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x5 - Na rodovia Anchieta (SP-150), sentido capital, há lentidão do km 13 ao km 10 e congestionamento nas pistas expressa e marginal do km. O tráfego está interditado do km 56 ao km 40 para atendimento de ocorrência. No sentido litoral, o tráfego é lento do km 62 ao km 65 e está congestionado do km 42 ao km 45. Na Rodovia dos Imigrantes (SP-160), há congestionamento no sentido capital do km 23 ao km 14, sentido litoral o tráfego é normal. 

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

A Rodovia Anhanguera (SP-330), sentido capital, registra lentidão do km 24 ao km 21, do km 62 ao km 60, também há congestionamento do km 16 ao km 11+360 e entre o km 112 ao km 104, sentido interior o tráfego é lento do km 91 ao km 98, entre o km 59 ao km 61 e do km 24 ao km 26. Na Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), sentido capital, há congestionamento do km 21 ao km 13+360 e lentidão do km 52 ao km 50, no sentido interior o tráfego é normal.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

A Rodovia Raposo Tavares (SP-270) apresenta tráfego lento no sentido capital do km 38 ao km 34, sentido interior tráfego normal. Já a Rodovia Castello Branco (SP-280), sentido capital, registra congestionamento do km 36 ao 24 e do km 20+500 ao km 13+700. No sentido interior o congestionamento segue do km 19 ao km 24.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

O corredor apresenta congestionamento do km 26 ao km 11+190 no sentido capital, no sentido interior o tráfego é normal.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.


Recrutamento digital agiliza contratações para demandas de fim de ano

Período de alta demanda exige planejamento e otimização no tempo das empresas 

 

Com o fim do ano se aproximando, o ritmo nas empresas acelera, especialmente em setores como varejo, logística e serviços, que enfrentam o desafio de atender ao aumento de demandas sazonais. Para reforçar suas equipes e garantir operações eficientes, muitas organizações têm apostado em plataformas de recrutamento digital, que simplificam e agilizam o processo de contratação. Startups como a abler vêm realizando um trabalho estratégico ao conectar empresas a candidatos qualificados em um curto espaço de tempo.

Dados do IBGE mostram que a taxa de desemprego no Brasil caiu para 7,7% no terceiro trimestre de 2024, o menor índice dos últimos dez anos, o que acirra a competição por talentos no mercado de trabalho. Ao mesmo tempo, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) estima que cerca de 110 mil vagas temporárias serão abertas apenas no varejo neste fim de ano, um aumento de 5% em relação a 2023. 

Segundo Alisson Souza, CEO e fundador da abler, o momento exige eficiência para não perder oportunidades. “O final do ano é um período intenso e competitivo. Com processos tradicionais, as empresas acabam gastando mais tempo e recursos do que podem. Nossa plataforma reduz o tempo de contratação em até 80%, garantindo agilidade e precisão na escolha dos candidatos”, explica.

A tecnologia tem remodelado o recrutamento ao oferecer ferramentas práticas e personalizáveis que agilizam a busca por profissionais qualificados. No caso da abler, automações cruzam dados dos currículos com as exigências das vagas, eliminando etapas burocráticas e otimizando a seleção. Esse dinamismo é essencial em épocas de alta demanda, onde cada dia perdido pode impactar diretamente os resultados financeiros.

Além da rapidez, as plataformas digitais garantem maior assertividade, ajudando empresas a evitar contratações que não atendem às necessidades reais. Para Souza, esse é um diferencial essencial. “Encontrar o candidato certo significa evitar retrabalho e custos adicionais. A tecnologia possibilita essa conexão de forma prática e eficiente, sem deixar de lado a qualidade”, afirma.

Outro benefício relevante é a possibilidade de integrar o processo de recrutamento às operações estratégicas da empresa. Com a contratação resolvida de forma ágil, as equipes de gestão podem focar em outros aspectos, como treinamento e preparação dos novos colaboradores para desafios específicos.

Embora o foco esteja nas demandas do fim de ano, empresas que investem em plataformas de recrutamento também ganham fôlego para começar 2025 com equipes bem estruturadas. Setores como tecnologia e serviços já têm utilizado essas soluções de forma recorrente para identificar talentos com potencial de crescimento dentro das organizações.

Plataformas como a abler permitem que empresas gerenciem o banco de currículos, facilitando contratações futuras e ajudando a construir times alinhados às metas de longo prazo. Souza reforça a importância dessa visão estratégica. “O recrutamento precisa ir além da urgência. Com boas ferramentas, as empresas resolvem demandas pontuais, mas também criam bases sólidas para crescer com consistência”, explica.

Ao mesmo tempo, o cenário de fim de ano pode servir como teste para implementar novas tecnologias e práticas de gestão. Empresas que experimentam soluções digitais agora têm a oportunidade de avaliar os benefícios e planejar investimentos mais robustos para o próximo ano. “Mais do que preencher vagas, a tecnologia ajuda a oferecer soluções que conectam empresas e profissionais de forma inteligente, rápida e eficiente. Isso permite que os negócios entrem no próximo ano mais fortes e preparados para os desafios que virão”, finaliza Souza.

 


Alisson Souza - Trabalha há 15 anos no mercado de Tecnologia, sendo os oito últimos no mercado de Recrutamento e Seleção, onde foi Gestor de Tecnologia da Informação em uma das maiores consultorias de Recrutamento e Seleção do Brasil. Pós-graduado em Startups e Future Management pela HSM University, é apaixonado por inovação, negócios digitais e R&S. No final de 2017 co-fundou a abler, plataforma para Recrutamento e Seleção (SaaS – ATS) 100% focada no aumento de produtividade e consequentemente na redução do tempo de fechamento das vagas. Neste negócio já auxiliou mais de 300 clientes a fechar 110 mil vagas na média, em 15 dias



abler
software de recrutamento e seleção
Para mais informações, acesse o site


segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

Sociedade Brasileira de Mastologia alerta para risco de uso de implantes hormonais manipulados

Dispositivos sem eficácia comprovada, utilizados indiscriminadamente para fins estéticos, têm potencial para aumentar doenças em mulheres, segundo a SBM 

 

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determina medidas mais rígidas sobre implantes hormonais manipulados. A resolução permite a comercialização de opções medicamentosas regulamentadas, mas mantém a proibição, anunciada em outubro deste ano, dos chamados “chips da beleza”, pellets subcutâneos à base de hormônios, sem comprovação de eficácia e segurança, utilizados para fins estéticos, emagrecimento e aumento do desempenho esportivo. Juntamente com 34 entidades médicas, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) vem mobilizando esforços para a proibição desses produtos. “A medicina tem uma grande preocupação em se basear por estudos científicos para prescrever tratamentos corretos e adequados”, afirma a mastologista Rosemar Rahal, membro da diretoria da SBM. “O uso indevido desses implantes hormonais sem qualquer testagem de eficácia e segurança coloca em risco a saúde da população.”

Como via para administração de medicamentos aprovados pela Anvisa, os chips ou pellets vêm sendo utilizados, por exemplo, como anticoncepcional e em tratamentos de hipogonadismo. Implantados sob a pele, a partir de prescrição médica, esses pequenos tubos liberam, lentamente, hormônios de que o organismo necessita em situações específicas.

A recomendação indiscriminada de implantes hormonais manipulados em farmácias veio acompanhada de ampla visibilidade em redes sociais, com a promessa de ganho de massa muscular, perda de peso e até melhora do humor. No entanto, a SBM, em conjunto com 34 entidades médicas brasileiras, apontou os riscos da aplicação dessas substâncias com fins estéticos, que não têm qualquer comprovação de eficácia e benefício para a saúde.

A mastologista Rosemar Rahal, da SBM, observa vários pontos importantes na resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para a regulamentação do uso dos implantes hormonais. “A primeira consideração é que a Anvisa reconhece que o implante hormonal pode trazer riscos para a população”, afirma. A especialista pontua que as determinações reforçam as normas do CFM (Conselho Federal de Medicina), que proíbem a utilização dessas substâncias para fins estéticos e de ganho de força muscular. “É preciso considerar, ainda, que a via de administração de hormônio, na forma de implante, não teve eficácia e segurança certificadas pela Anvisa.”

Na resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a médica destaca a exigência do CID (Código Internacional de Doença), “que aumenta e facilita a rastreabilidade daquele profissional que está prescrevendo o implante para um grande número de pessoas, utilizando o mesmo código”, e do Termo de Responsabilidade/Esclarecimento em três vias, obrigatoriamente preenchido e assinado pelo médico, pelo paciente e pela farmácia. A especialista ressalta que são permitidos somente Insumos Farmacêuticos Ativos (IFA) que já tiveram eficácia e segurança avaliadas pela Anvisa. As penalidades para quem infringir as determinações, na opinião de Rosemar, são bem claras no documento.

Além de transmissão de dados via SNGPC (Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados), para ampliar o controle da cadeia de produção e prescrição dos implantes hormonais, a mastologista considera a importância da notificação compulsória de eventos adversos, como monitoramento contínuo, previstos na resolução da Anvisa.

Na visão da especialista, a resolução tem outro ponto fundamental que merece ser destacado. “A partir de agora, temos a oportunidade construir um Painel Técnico, envolvendo entidades de saúde representativas e demais agentes, para ampliar discussões e ações sobre o tema”, reforça.

A mastologista da SBM expressa preocupação com o uso indiscriminado de implantes hormonais sem qualquer investigação ou comprovação científica, predominantemente por mulheres mais jovens, ressaltando que o número de casos de mama é crescente no Brasil. “Em 2012, registramos 52.680 casos. Chegamos a 2024 com 73.610 diagnósticos da doença.”

A atenção da especialista ao aumento de número de casos se justifica. “O câncer de mama é uma doença hormônio-dependente”, destaca. Em outras palavras, o tumor cancerígeno se alimenta de hormônio para se desenvolver no organismo.

Com base em estatísticas do SUS (Sistema Único de Saúde) e do Observatório de Oncologia, plataforma dinâmica de monitoramento de dados abertos e compartilhamento de informações relevantes da área de oncologia do Brasil, a SBM indica que mulheres dos 40 aos 50 anos de idade respondem hoje por 30% dos casos de câncer de mama no País. “Estamos diante de uma realidade preocupante, que aponta o ‘rejuvenescimento’ da doença”, afirma a especialista.

De acordo com o Panorama do Câncer de Mama, painel interativo aberto a médicos, gestores e sociedade civil que reúne informações sobre o SUS, entre 2015 e 2022 mulheres de 40 a 49 anos tiveram diagnóstico tardio em 39,6% dos casos. A faixa etária considerada de risco (entre 50 e 69 anos) responde por 35,3%. “Estes dados também vêm corroborar para a necessidade de uma mudança de paradigma. Atualmente, o Ministério da Saúde preconiza 50 anos a idade mínima para início do rastreamento do câncer de mama, mas é preciso considerar a possibilidade de realizá-lo a partir dos 40 anos”, destaca.

Sobre medicamentos e tratamentos potencialmente perigosos para a saúde, a exemplo do chamado “chip da beleza”, Rosemar Rahal reforça que as associações médicas brasileiras devem, necessariamente, ser envolvidas em discussões que tramitam nas várias esferas de decisão no País. “Nosso objetivo é salvar vidas e evitar que as pessoas tenham problemas graves de saúde com tratamentos que não têm qualquer evidência científica”, conclui a mastologista da SBM.

 

Estudo revela que 86% dos jovens adultos que fazem uso contínuo de medicamentos utilizam remédios psiquiátricos

Pesquisa da Far.me revela que a quetiapina é o medicamento psiquiátrico mais utilizado em todas as faixas etárias, destacando sua importância no tratamento de transtornos mentais 

 

Um levantamento realizado pela Far.me revela que 86% dos adultos entre 18 e 39 anos, que utilizam medicamentos de forma recorrente, fazem uso de remédios voltados para o tratamento de transtornos mentais. Os principais medicamentos consumidos nessa faixa etária incluem quetiapina (15%), venlafaxina (14%) e escitalopram (12%), utilizados para o tratamento de depressão e ansiedade. Os dados destacam a relevância do tema e a importância de adaptar tratamentos às necessidades de cada faixa etária.

O levantamento, que analisou oito mil tratamentos entre janeiro e setembro de 2024, mostra uma queda acentuada no uso de medicamentos psiquiátricos na faixa etária de 40 a 69 anos, onde apenas 44% das mulheres e 53% dos homens que utilizam medicamentos de forma recorrente consomem tratamentos psiquiátricos. A quetiapina (18%) se destaca novamente, seguida por sertralina (13%) e escitalopram (13%). Esse cenário reflete um aumento na utilização de medicamentos voltados para outras condições de saúde, como colesterol e hipertensão, que se tornam mais prevalentes nessa fase da vida. Apesar da queda, é possível ver que os medicamentos psiquiátricos seguem sendo muito utilizados nessa faixa etária.

Já entre os adultos com 70 anos ou mais, o percentual de uso de medicamentos psiquiátricos é de 35%. A quetiapina (19%) continua sendo o medicamento mais utilizado, acompanhada de memantina (8%) e donepezila (8%), ambos utilizados no tratamento de sintomas da doença de Alzheimer. Esse percentual parece menor em comparação com as faixas etárias mais jovens, mas é importante destacar que nessa faixa etária as pessoas além de tomar medicamentos psiquiátricos costumam lidar com outras doenças simultaneamente, o que deixa o tratamento psiquiátrico muitas vezes ainda mais complexo.

"Os dados demonstram que, embora haja uma prevalência significativa de uso de medicamentos psiquiátricos entre os adultos mais jovens, há uma queda notável à medida que as faixas etárias aumentam. Isso não significa que as questões de saúde mental sejam menos relevantes nas idades mais avançadas, mas sim que outros problemas de saúde, como doenças crônicas, estão se tornando mais proeminentes e demandando atenção médica. O que potencialmente deixa o tratamento psiquiátrico ainda mais complexo”, explica Rafael Mandelbaum,  CEO da Far.me. “Portanto, é crucial que o debate sobre saúde mental considere a complexidade das condições que afetam os indivíduos em diferentes estágios da vida, promovendo uma abordagem holística que atenda às necessidades específicas de cada faixa etária com psicólogos e médicos", conclui o executivo.

Os resultados do estudo indicam a urgência de promover uma conscientização contínua sobre a saúde mental em todas as idades, enfatizando que o tratamento deve ser adaptado às necessidades de cada fase da vida, garantindo que todos tenham acesso a cuidados adequados.

 

Médicos Sem Fronteiras e empresas fecham parcerias no Dia de Doar para ampliar combate à desnutrição

Data é celebrada nesta terça, 3 de dezembro, para estimular cultura de doação 

 

Um grupo de empresas se juntou a organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) e participa nesta semana de um movimento para estimular a cultura de doações. O Dia de Doar acontece nesta terça, 3 de dezembro, e busca promover e celebrar o ato de apoiar causas. A iniciativa integra o movimento global #GivingTuesday.

Neste ano, a campanha tem como temática principal o combate à desnutrição grave, uma das atividades realizadas por MSF em projetos de atendimento médico em dezenas de países do mundo. Muitas pessoas não sabem que mesmo com pequenas quantias é possível fazer uma grande diferença na vida dos pacientes atendidos por MSF. Com R$ 45, por exemplo, é possível tratar por um dia 20 crianças com desnutrição.

Até agora, os parceiros de MSF nesta iniciativa são a churrascaria Rodeio, o restaurante de comida portuguesa Tasca da Esquina e a pizzaria Divina Increnca, que vão reverter parte da receita com as vendas de um determinado item do cardápio para MSF. Outro parceiro é o Colégio Dante Alighieri.

Conheça a seguir os detalhes das ações efetuadas por cada empresa e como participar. Outros parceiros também podem aderir ou tirar dúvidas por meio do email empresa@msf.org.br.


Churrascaria Rodeio - doação da receita líquida dos itens Petit Gateau, Crepe Suzette e Panqueca Caramelada (Banana ou Maçã), vendidos entre os dias 01 de dezembro e 31 de dezembro de 2024; https://www.instagram.com/rodeiorestaurante/

Tasca da Esquina (restaurante de comida portuguesa) - doação de 50% do valor bruto do item “Degustação de Sobremesa”, por cada item solicitado entre os dias 03 de dezembro e 10 de dezembro de 2024; https://tascadaesquina.com/pt-br/

Divina Increnca (pizzaria)- doação da receita líquida da venda do item “Pizza Marguerita” entre os dias 03 e 10 de dezembro de 2024. https://www.instagram.com/divinaincrenca/

Colégio Dante Alighieri – o colégio paulistano contribuirá com a campanha através de doação financeira https://www.colegiodante.com.br/

 

Planos de saúde: para Anadem, rescisão de contratos pelas operadoras deve ser fiscalizada e combatida com rigor

Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética entende que novas ações para coibir abusos devem evitar interrupção de tratamentos e impacto no SUS

 

As operadoras de planos de saúde voltaram para o foco das discussões. Recentemente, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) entrou com um processo contra algumas delas por conta dos cancelamentos unilaterais de contratos sem justificativa plausível e por ações consideradas abusivas, como interrupções de tratamentos. 

A medida foi tomada após a conclusão de um estudo que mapeou irregularidades nas rescisões, e o processo se dá por meio do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC). Os casos mais comuns ocorrem com portadores de TEA (Transtorno do Espectro Autista), idosos e pessoas com deficiência, por serem considerados “clientes problemáticos” e necessitarem de tratamentos mais caros e recorrentes. 

De acordo com o DPDC, as operadoras estão utilizando “brechas” contratuais ou interpretando normas de maneira equivocada para justificar a quebra do contrato. Unimed Nacional – Cooperativa Central, Bradesco Saúde, Hapvida e NotreDame Médica, Porto Seguro Saúde, SulAmérica, Care Plus, Amil, Golden Cross, MedSênior, Qualicorp, Allcare, Omint, Prevent Senior e Assim Saúde já foram notificadas. 

“Esses abusos cometidos pelas operadoras de saúde precisam ser combatidos com rigor. Além de muitas não entregarem um serviço de qualidade, acabam, sem qualquer justificativa, rompendo o contrato, deixando o usuário sem qualquer tipo de amparo. Muitos deles, inclusive, no meio de um tratamento, o que implica diretamente nas chances de um desfecho positivo, a depender do caso”, reforça o presidente da Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética (Anadem), Raul Canal. 

O especialista em Direito Médico lembra que, ao contratar um plano de saúde, o usuário passa por um período de carência. No entanto, muitas vezes, o que se vê é que, em contrapartida, não existe qualquer tipo de “aviso prévio”, informando que a cobertura médica será rescindida e por qual motivo. “Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar, nos planos individuais, as operadoras só podem rescindir unilateralmente um contrato em caso de fraude ou inadimplência. Já nos contratos coletivos, após o prazo de vigência inicial, a rescisão pode ocorrer, devendo ser sempre precedida de notificação”, explica Canal.

 

Impacto no SUS

Esse volume de rompimentos dos contratos afeta diretamente o Sistema Único de Saúde (SUS), que precisa absorver uma quantidade imprevisível de pessoas sem plano de saúde. Entidades que representam usuários da saúde complementar estimam que cerca de 70 mil contratos já foram suspensos. “Isso impacta na qualidade do serviço oferecido e no tempo da espera, seja para uma simples consulta ou um exame mais minucioso. É dever dos governos e das autoridades fiscalizar esses abusos cometidos pelas operadoras, responsabilizá-las e tomar as medidas necessárias para que o serviço do SUS não entre em colapso”, ressalta o presidente da Anadem. 



Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética – Anadem 
 Para saber mais, clique aqui.


Amamentação pode prevenir cólicas no bebê

O leite materno possui todos os nutrientes, vitaminas e minerais para manter a saúde e crescimento saudável da criança


Os primeiros meses de vida da criança são cruciais para que ela tenha um desenvolvimento correto e aprenda a lidar com a nova vida fora do útero. As mudanças são constantes e, por isso, é preciso acompanhar de perto os sentidos, personalidade, sono, alimentação e peso. 

No primeiro mês, a alimentação do recém-nascido deve ser feita exclusivamente pela amamentação. O leite materno possui todos os nutrientes, vitaminas e minerais que a criança precisa para manter um desenvolvimento saudável. Desde o nascimento, o bebê se comunica chorando, e quando este ato ocupa mais da metade do dia, pode ser o indicativo de que há algo errado. 

“O choro pode significar muitas coisas, inclusive cólicas. Entre 10% e 40% de todos os bebês apresentam esses sintomas nos primeiros meses. Por isso, o aleitamento materno é a melhor pedida. O organismo do bebê ainda está em desenvolvimento e tudo o que ele ingerir além do leite, pode causar gases, cólicas e até mesmo alergias”, explica a Dra. Jackeline Barbosa, Vice-Presidente da área Médico-Científico da Herbarium, indústria farmacêutica líder e referência em Fitoterapia no Brasil. 

Nos casos em que a amamentação não é viável, a Sociedade Brasileira de Pediatria sugere o uso de fórmulas infantis, de acordo com as recomendações do pediatra da criança. “É muito importante ler os rótulos para entender a composição do produto. Desta forma é possível evitar alguns componentes que podem provocar desconforto gastrointestinal”, aponta a médica. 

Outro ponto que vale observar é o padrão das cólicas do bebê, quando existentes. Escrever um diário também pode ajudar, anotando os dias e horários das dores ou gases, assim fica mais fácil de apresentar ao pediatra e não esquecer qualquer detalhe. 

“A mãe deve prestar atenção na sucção do neném e verificar se ele não está ingerindo ar demais. Caso este seja o cenário, mudar de posição pode ser ideal. Além disso, a introdução alimentar deve ser feita após os seis meses, dando exclusiva oferta de leite materno por causa dos benefícios ao recém-nascido”, finaliza a Dra. Jackeline.




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Conheça cinco mitos sobre a cannabis medicinal

Fundador e presidente da associação Santa Cannabis explica quais são as verdades sobre afirmações que costumam causar receio na população 

 

A cannabis medicinal é um assunto que costuma gerar bastante polêmica, principalmente entre parte da população que desconhece os benefícios de seu uso para a saúde, seja de pessoas ou animais. Diante dessa falta de informação, é normal a existência de receio, porém, é importante conseguir desmistificar essa imagem em relação a planta.

Foi analisando este cenário de dúvidas que Pedro Sabaciauskis, fundador e presidente da Santa Cannabis - associação sem fins lucrativos que busca fomentar os estudos da cannabis medicinal em pacientes com indicação médica para o uso, assim como a distribuição legal de CBD e THC medicinal -, resolveu elencar cinco mitos sobre a cannabis medicinal, explicando a verdade sobre cada afirmação.

  1. Cannabis medicinal é igual a maconha recreativa

Cannabis medicinal e maconha recreativa não são a mesma coisa, mesmo que advinda da mesma planta. Enquanto a primeira é desenvolvida sob rigorosos padrões de qualidade, com doses e concentrações precisas e prescritas por profissionais da saúde, a segunda é consumida sem acompanhamento e controle, expondo o usuário a uma maior probabilidade de efeitos adversos.

  1. A cannabis não possui qualquer benefício medicinal

Essa é uma das desinformações mais inconsequentes que alguém poderia passar adiante. A Cannabis não apenas possui benefícios, como apresenta melhoria para doenças sérias, como o Câncer, o Alzheimer, o Autismo, o Parkinson, a Fibromialgia, a Depressão, a Insônia e muitas outras. Isso está devidamente documentado e embasado cientificamente, com estudos que sinalizam seu benefício clínico no mundo inteiro. Os benefícios medicinais da Cannabis são amplos e muitos já possuem documentação robusta como prova de seu sucesso. Basta que, para acessar o benefício terapêutico da planta, o paciente busque ajuda de um médico especialista que possa guiá-lo até o melhor uso possível. 

  1. O canabidiol tem efeitos colaterais e estimula o uso de outras drogas

O Canabidiol (CBD) é uma substância presente na cannabis e não possui qualquer conexão com os efeitos psicodélicos, vício, ou mesmo efeitos colaterais que possam prejudicar o dia a dia do paciente. Quando utilizado seguindo o acompanhamento médico e o que diz a prescrição, o paciente pode, no máximo, sentir um pouco de fome e sono, sem qualquer associação com uma vontade oculta de utilizar outras drogas. Pelo contrário, existem estudos em que o CBD é utilizado no tratamento para dependência química, para controlar as crises de abstinência provocadas pela interrupção do uso de substâncias como o álcool e o crack, com resultado positivo.

  1. Cannabis medicinal legalizada levará à legalização do uso recreativo

Para legalização da Cannabis medicinal no Brasil foram consideradas inúmeras pesquisas clínicas que já acontecem em muitos países no mundo, para dimensionar os efeitos benéficos à saúde em diferentes patologias. Estas pesquisas são a base teórica que fundamenta o acesso para pessoas com diagnósticos e adequação ao tratamento para cada patologia, de acordo com o acompanhamento médico e a prescrição do medicamento. Para legalização do uso recreativo, outros aspectos sociais e de saúde pública terão que ser considerados, bem como regulamentações desde o cultivo à venda para consumidores. Dessa forma, a Cannabis medicinal legalizada tem adequação ao paciente, de acordo com seu tratamento médico e não implica diretamente à legalização do uso recreativo, em que, cada pessoa define o tipo de uso e quantidade dos fitocanabinóides que ingere. 

  1. Cannabis medicinal é uma cura milagrosa para todas as doenças

O uso de Cannabis medicinal não funciona de forma milagrosa. Embora muitos pacientes a tratem dessa maneira, pode ser que essa terapia não funcione para uma pequena parcela da população que sofre com as doenças que já citamos antes. O que devemos entender aqui é que cada organismo possui seu próprio sistema endocanabinóide, com capacidade para metabolizar as substâncias presentes na planta e equilibrar as funções do corpo, auxiliando no combate às doenças. Porém, para que esse efeito positivo seja maximizado, é imprescindível a participação de um médico especialista fazendo o acompanhamento desse paciente, alterando a fórmula do óleo se houver necessidade e direcionando a pessoa na busca pela dose ideal, que vá funcionar no caso em que for necessário.

 

 Santa Cannabis

 

Saúde da mulher : 8 exames indispensáveis para começar 2025 com o pé direito

Ginecologista cita 8 exames de rotina que toda mulher deve fazer pelo menos uma vez por ano

 

Segundo dados de pesquisas feitas em 2023, pelo menos 43% das brasileiras não fazem exames ginecológicos de rotina e, mais de 4 milhões delas, sequer visitaram um médico ginecologista na vida. Os números são alarmantes e nos convida, nesse fim de ano, a dar atenção à saúde das mulheres em nossa volta.

Mais que datas para festejar e presentear, as festas de fim de ano representam também renovação, e nada melhor do que aproveitar esse momento para conscientizar mulheres sobre a necessidade do autocuidado e a realização periódica de exames. Uma rotina intensa, problemas financeiros e alguns outros pontos acabam fazendo grande parte das brasileiras negligenciar a própria saúde.

A médica Ginecologista especialista em saúde da mulher Dra. Beatriz Tupinambá listou 8 exames anuais que não podem faltar na rotina feminina:

  1. Hemograma completo: Serve para identificar possíveis alterações que podem ocasionar anemia, leucemia,causas de fraqueza, febre e perda de peso, infecções virais e bacterianas,alergias e etc,;
  2. US Transvaginal: O exame detecta doenças na região pélvica como: endometriose, pólipos, miomas, gravidez nas trompas, tumores de ovários etc.;
  3. US das Mamas: Para as mulheres mais jovens (até 35 anos). Esse exame tem o objetivo de detectar lesões, cistos, nódulos e tumores nas mamas;
  4. US de abdômen total: Detecta alterações no fígado, vesícula biliar, rins, pâncreas, bexiga e grandes vasos;
  5. Papanicolau:  É recomendado que ele seja feito regularmente a partir dos 18 anos, independentemente da vida sexual da mulher. É um teste realizado para detectar alterações nas células do colo do útero;
  6. Mamografia: Essencial para mulheres acima dos 40 ou 35 em casos de histórico familiar;
  7. Colesterol e triglicerídeos: A partir dos 40 anos, o exame de sangue deve ser feito uma vez por ano;
  8. Exame de urina: O exame de urina é feito por meio da coleta de material e é importante para verificar infecções urinárias e alteração no funcionamento dos rins.

Cada fase da mulher exige um acompanhamento médico diferente e especializado. Independe da idade, procure um médico ginecologista e comece seu ano novo com o pé direito e exames em dia.


Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele mobiliza atendimento gratuito no Rio Grande do Sul



Médicos dermatologistas voluntários realizam avaliações gratuitas no sábado, 7 de dezembro, em diversas cidades do estado 

 

A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS) promove no próximo sábado, (7/12), uma ação especial dentro da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele, parte do movimento Dezembro Laranja. Diversos médicos dermatologistas voluntários estarão disponíveis em várias cidades do estado para realizar atendimentos gratuitos, com foco na identificação precoce de casos suspeitos de câncer de pele.

No Rio Grande do Sul, a campanha será realizada em cinco pontos de atendimento: o Ambulatório de Especialidades IAPI, em Porto Alegre; o Centro Clínico da Universidade de Caxias do Sul; o Centro de Especialidades de Pelotas; o Ambulatório do Centro de Oncologia Integrado do Hospital Ana Nery, em Santa Cruz do Sul; e a Policlínica Municipal de Uruguaiana. 

O coordenador da Campanha Dezembro Laranja no Rio Grande do Sul, Dr. Fabiano Siviero Pacheco, enfatiza o papel da prevenção como um fator decisivo no combate ao câncer de pele.

“A prevenção é a melhor forma de evitar o câncer de pele. Pequenos cuidados, como o uso diário de protetor solar e a observação regular da pele, fazem uma grande diferença. Esta campanha é uma oportunidade para identificar possíveis alterações e conscientizar a população sobre os riscos da exposição solar inadequada”, explica.

A ação busca reforçar os cuidados preventivos, já que o câncer de pele é o tipo mais comum no Brasil, representando cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). A detecção precoce é fundamental para o tratamento eficaz e para aumentar as chances de cura.

Os atendimentos estarão disponíveis no sábado, das 9h às 15h, nos pontos de atendimento indicados. Em caso de suspeita, procure um médico dermatologista. Para verificar se um profissional é habilitado, acesse o site www.sbdrs.org.br.


Locais de Atendimento no Rio Grande do Sul – 07/12/2024:

Ambulatório de Especialidades IAPI, Porto Alegre

Coordenador: Dr. Fabiano Siviero Pacheco

Centro Clínico da Universidade de Caxias do Sul, Caxias do Sul

Coordenadora: Dra. Roberta Castilhos Laghetto

Centro de Especialidades de Pelotas, Pelotas

Coordenadora: Dra. Ana Eliza Bomfim Duarte

Ambulatório do Centro de Oncologia Integrado do Hospital Ana Nery, Santa Cruz do Sul

Coordenadora: Dra. Jaquelini Barboza

Policlínica Municipal de Uruguaiana, Uruguaiana

Coordenadora: Dra. Lílian M. Ferreira Lottermann

 

 Marcelo Matusiak


Anemia - médico explica o que é, como identificar e como tratar

 5 dicas de sintomas comuns da anemia 

 

A anemia é uma condição em que o sangue tem um número menor de glóbulos vermelhos para transportar oxigênio adequadamente para o corpo. “Isso pode causar diversos sintomas, como cansaço, palidez, falta de ar e tontura”, explica Dr. Juan Valenciano, Diretor Médico do Centro Médico Pastore (RJ).   

O diagnóstico da anemia é feito através de exames de sangue, como hemograma completo. “Outros exames podem ser necessários para identificar a causa da anemia”, alerta o médico.   

“O tratamento da anemia depende do tipo e da gravidade da doença, que geralmente inclui a reposição da substância deficiente (ferro, vitamina B12 ou ácido fólico), transfusões de sangue ou medicamentos”, detalha Dr. Juan Valenciano.  

Para alertar sobre a identificação do problema, o médico indica 5 sintomas comuns quando se tem anemia: 

1* Cansaço e fraqueza: é o mais comum, deixando você sem energia para as atividades do dia a dia. 

2* Falta de ar: principalmente ao se esforçar, como subir escadas ou caminhar. 

3* Palidez: na pele, nas palmas das mãos e dentro da boca. 

4* Tontura e vertigem: por causa da baixa oxigenação no cérebro. Dor de cabeça frequente e pulsátil. 

5* Unhas quebradiças e cabelos fracos: por falta de nutrientes. 

“Lembre-se: consulte um médico para ter um diagnóstico preciso e iniciar o tratamento adequado. Siga as orientações médicas sobre alimentação e medicação. Tenha hábitos saudáveis, como praticar exercícios físicos e evitar fumar”, alerta o diretor médico do Centro Médico Pastore (RJ).


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