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segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

8 destinos incríveis para desbravar em 2024


Início do ano é a melhor época para programar as viagens que estão por vir. Seja para lugares calmos ou mais agitados, o importante é aproveitar!

 

 

A chegada do novo ano é motivo para conhecer diferentes e imperdíveis lugares. Desbravar belíssimos locais ao redor do mundo, fora do comum, seja na América do Sul, Estados Unidos, Europa ou Tahiti, cada país proporciona uma imersão na cultura local e muitas experiências inesquecíveis. Confira nove destinos para programar a ida em 2024!

 

Paradisíaco atol de Tetiaroa, na Polinésia Francesa


Localizado em meio ao Oceano Pacífico, no lindíssimo atol de Tetiaroa, no Tahiti, está o resort sustentável The Brando. Por lá, além do cenário paradisíaco de águas mornas para visitar o ano todo, você estará imerso na cultura da Polinésia e nas experiências impressionantes que o resort oferece. Os experientes guias da Tetiaroa Society vão compartilhar sua própria história local e programar experiências impactantes como a observação das baleias Jubarte durante um mergulho livre. Para isso, programe sua viagem para o mês de outubro, que é quando será possível avistá-las fora do atol. 

 

Moderno e energizante bairro de Brickell, em Miami


Miami é um dos maiores pólos turísticos do mundo, que mistura a modernidade americana com a energia dos latinos. Para uma viagem além das famosas praias, hospede-se no bairro de Brickell, onde está localizado o hotel East Miami. Energizante e moderno é o local ideal para os viajantes que procuram inovação, estilo e serviço personalizado. Uma vez em Wynwood - mais conhecido como museu do grafite a céu aberto - não perca a oportunidade de deixar sua marca registrada em uma das paredes do bairro com o acompanhamento de um profissional do Museu do Graffiti. 

 

Charmosa cidade do Porto, em Portugal


A região do Porto possui muitas atrações que devem estar em seu roteiro, como visitar a lúdica Livraria Lello bem no centro da cidade. Mas, para uma viagem inesquecível mesmo, faça um passeio de barco pelo rio Douro com almoço assinado pelo chef estrela Michelin, Arnaldo Azevedo. Ele é o nome à frente do restaurante do hotel Vila Foz, que fica em uma área exclusiva da cidade e possui uma vista privilegiada para o mar! A oportunidade é especial para os viajantes provarem os peixes e mariscos preparados pelas mãos talentosas e criativas do chef de um jeito único enquanto apreciam a vista da cidade do Porto de outra perspectiva.

 

Próximo a Santiago, no Chile, está a bela região do Vale del Maipo


Localizado aos arredores de Santiago, no Vale del Maipo, ao lado da Cordilheira dos Andes, o hotel Las Majadas de Pirque é perfeito para quem pretende ter uma experiência completa em 2024, com vivências que possibilitam conhecer a cultura e as belezas naturais da região. Uma vez lá, programe-se para fazer aulas de coquetéis no subsolo de um palácio centenário. Ou ainda, deixe-se encantar pelas vinícolas da região realizando degustações harmonizadas com queijos artesanais. Já os aventureiros podem se esbaldar e escolher entre diferentes opções de hiking e trekking para todos os níveis e gostos: desde explorar parques regionais até mesmo desbravar a Cordilheira dos Andes.

 

Ainda no Chile, as incríveis reservas naturais de Chillán


A cidade de Chillán fica num lugar privilegiado do mapa, com montanhas, bosques e reservas naturais por todos os lados. É lá também que se encontra o recém-restaurado hotel Termas Chillán, com sua arquitetura moderna e design de interiores vanguardista de brilhar os olhos. Nada mais encantador do que se hospedar ali para desfrutar de diversas atrações na natureza durante o verão. Entre escaladas e caminhadas nas montanhas, o imperdível é visitar as reservas naturais de difícil e exclusivo acesso que proporcionam momentos de relaxamento e conexão profunda com a natureza. 

 

Paisagens lindíssimas e ótimos vinhos em Mendoza, na Argentina


Por estar localizada aos pés da Cordilheira dos Andes, a região favorece a prática de várias atividades ao ar livre, como cavalgadas e passeios de bicicleta. Por isso, se hospedar no Casa de Uco, hotel reconhecido como o melhor da Argentina pela Condé Nast Traveler, em 2023, e um dos 11 melhores hotéis da América do Sul, é perfeito! O hotel une isso a outras atrações, como seu típico assado argentino servido no meio dos vinhedos. Afinal, a gastronomia é impecável com ingredientes frescos e a melhor experiência de degustação e harmonização de vinhos do Vale do Uco, unindo conforto, com experiências autênticas da região.

 

 


 

A mística ilha de Santorini, Grécia 

Santorini reserva muitos encantos e fica difícil escolher qual dos Andronis Hotels, na ilha, visitar em 2024, mas você pode optar, por exemplo, pelo Andronis Arcadia. Localizado em Oia, é perfeito para caminhar até o centrinho e também ter a paz e privacidade garantidas. Além disso, uma das melhores maneiras de experimentar a famosa paisagem de Santorini é a partir de um incrível barco Catamarã, navegando ao redor da magnífica ilha. O passeio irá parar em todos os principais pontos turísticos, incluindo as Hot Springs. Para terminar, a equipe do Andronis irá preparar um delicioso churrasco a bordo acompanhado por vinhos locais. Fechando o dia com chave de ouro!



A animada Mykonos, além dos agitos dos beach clubs gregos 

Para ter a viagem dos seus sonhos em 2024, saber onde ficar em Mykonos é importante para programar melhor o roteiro. Nesta badalada ilha, escolha o hotel Kalesma que fica próximo o suficiente do centrinho e suas baladas, mas longe o bastante para se ter paz e tranquilidade. Uma das experiências incríveis por lá, é vivenciar a Grécia de 100 anos atrás e aprender a preparar pratos típicos locais na fazenda Rizes, onde irá conhecer as tradições e costumes das antigas famílias da ilha. Além do forno de pedra, há queijaria, vinha para fazer os vinhos, horta com diversos tipos de legumes e algumas árvores frutíferas. Se o turista quiser, também pode ajudar na colheita e depois do passeio, é convidado a cozinhar seu próprio almoço, vivenciando algo inesquecível!


Missão a Marte: Como a Inovação Nos Levará Até Lá

 

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Desenvolvimento tecnológico concentra-se em sistemas de suporte à vida humana no espaço para tornar a viagem ao Planeta Vermelho possível em breve 

 

É uma era emocionante para a exploração espacial e um dos próximos marcos no horizonte será levar os humanos a Marte. A viagem ao Planeta Vermelho é diferente de uma missão à Lua em muitos aspectos, a começar por ser uma jornada muito mais longa. A distância média da Terra à Lua (considerando sua rotação em órbita) é de cerca de 383 mil quilômetros, enquanto a distância até Marte é de 225 milhões de quilômetros.

Isso significa que uma missão da NASA até Marte deve levar cerca de um ano de viagem, com um ano adicional dedicado a avaliar se podemos viver naquele planeta. Em 2018, a NASA (agência espacial americana) apontou a tendência de avanço tecnológico desde a missão Apollo original como um sinal que favorece uma missão tripulada a Marte, bem-sucedida, em um futuro não muito distante. O planeta pode estar 200 vezes mais distante do que a Lua, mas podemos estar milhares de vezes mais preparados, tecnologicamente, para conseguir isso.


Inovações nos sistemas de suporte à vida dos astronautas são fundamentais 

Para compreender a tecnologia que permitirá que os humanos respirem em Marte no futuro, é importante aprender sobre os sistemas de suporte à vida que já são utilizados na Estação Espacial Internacional (ISS).

A ISS usa um sistema de controles ambientais espaciais e sistemas de suporte à vida (ECLSS) que converte dióxido de carbono (CO2) em oxigênio. Mas o sistema atual, chamado de Conjunto de Remoção de Dióxido de Carbono (CDRA), tem limitações em comparação com as necessidades que uma missão ao Planeta Vermelho apresenta.

O processo atual de extração de oxigênio do CO2, ou reação de Sabatier, pode ser usado para a ISS relativamente próxima e recuperar 50% do oxigênio. No entanto, essa porcentagem representaria em quantidade significativa de oxigênio que teria de ser transportado Marte para que os astronautas pudessem respirar.

“Adicionar uma tecnologia como a pirólise de metano permite a recuperação de 100% do oxigênio do CO2 e diminui a massa necessária para uma missão a Marte”, explica Phoebe Henson, engenheira sênior de sistemas de suporte à vida, pesquisa e desenvolvimento espacial humano da Honeywell.

“Não queremos que a missão tenha um custo proibitivo”, diz ela, referindo-se ao custo por quilograma de qualquer coisa lançada ao espaço. Embora este valor tenha diminuído para voos em órbita baixa, cada quilograma que você pode deixar para trás em viagens excepcionalmente longas conta ainda mais.

O trabalho de Henson na Honeywell concentra-se em sistemas de suporte de vida espacial, especificamente um sistema de remoção de CO2 conhecido como tecnologia de remoção de dióxido de carbono por sistema de líquido iônico (CDRILS). Ele usa “um líquido iônico regenerável para capturar o CO2 da atmosfera de uma espaçonave”, diz Henson. CDRILS combinado com um reator Sabatier e a tecnologia de Pirólise de Metano criam um sistema de suporte de vida em circuito completamente fechado que é capaz de recuperar 100% do oxigênio do CO2.

Henson explica que a durabilidade dos principais componentes do CDRILS permite que seja fornecido em um pacote muito menor – o que é bom para futuros astronautas em missão a Marte. Além de grandes reduções de volume e massa, o componente também requer menos energia do que o sistema de remoção de CO2 utilizado na Estação Espacial Internacional, representando uma grande atualização em outra área importante ao exigir menos equipamentos para armazenamento e pouca manutenção.

“O tempo do astronauta é valioso. Para uma missão a Marte, não podemos permitir que eles passem todo o seu tempo trabalhando para manter uma tecnologia”, disse ela. “A missão deles deve ser explorar o planeta para que consigamos ter informações científicas valiosas, que eles consigam ter tempo para configurar equipamentos para missões futuras e assim por diante.” A maior confiabilidade do sistema também tem o objetivo de garantir segurança contínua, por um período muito mais longo.


Missões Preliminares Ajudarão a Preparar Para o Futuro 

Henson explica que um dos desafios de uma missão a Marte é a latência na comunicação entre a Terra e o planeta, em contraste com a comunicação quase direta entre a ISS e o Controle da Missão em Houston. Segundo a NASA, o atraso na comunicação entre o Controle da Missão e Marte variará de 4 a 24 minutos.

“Os sensores precisam ser extremamente confiáveis. Quando formos a Marte, se houver um problema, não podemos esperar que o Controle da Missão, na Terra, resolva esse problema”, diz ela. “Portanto, não se trata apenas dos sensores, mas também do sistema de controle e de ter astronautas treinados em todos os cenários possíveis, incluindo aqueles em que tudo pode dar errado. Tudo precisará ser muito mais autossuficiente”, afirma.

Falando em testes em andamento, as próximas missões Artemis II (órbita tripulada ao redor da Lua) e Artemis III (missão tripulada na Lua) da NASA testarão capacidades para exploração do espaço profundo. A parceria contínua da Honeywell com agência na exploração espacial inclui o envolvimento em vários aspectos do lançamento Artemis I, que enviou a nave espacial não tripulada Orion ao redor da Lua para provar capacidades para missões futuras.

“A NASA está a usar a Lua como uma espécie de trampolim para Marte”, diz Henson. “Teremos alguma latência de comunicação, não muito grande, mas acho que estar mais longe nos ajudará a construir a capacidade de sermos mais autossuficientes com muito menos risco do que uma missão a Marte. Também nos dará a oportunidade de testar capacidades como a potencial utilização de recursos marcianos ou lunares, a fim de criar coisas valiosas para a missão, como combustível”, completa. “Sabemos que as primeiras empresas capazes de criar combustível na Lua ou em Marte criarão muito valor para a NASA e para as empresas comerciais que vão para o espaço”.

No que diz respeito a inspirar a próxima geração de inovadores, Henson disse: “Espero que quando as crianças souberem que vamos voltar à Lua, em preparação para a missão a Marte, fiquem tão maravilhadas como eu fiquei quando soube da ISS pela primeira vez." Quer saber mais sobre o que torna a missão a Marte única? Confira este episódio do podcast The Future Is… com Amanda Childers, Cientista Líder de P&D, cujo trabalho se concentra.


Dia Internacional do Voluntário: empresas e colaboradores se unem em iniciativas de impacto social

Parcerias entre empresas e organizações impulsionam o alcance e o impacto de projetos sociais

 

No dia 5 de dezembro é celebrado o Dia Internacional do Voluntário, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1985 para fomentar e reconhecer a importância do voluntariado em todas as suas formas. No Brasil, ações voluntárias são reconhecidas por pelo menos 84% dos brasileiros que afirmam já ter feito algum tipo de doação, de acordo com a pesquisa Doação Brasil 2022 do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social. 

Muitas dessas iniciativas são viabilizadas por meio das empresas, que se unem a organizações para apoiar causas diversas, seja por meio de contribuições financeiras ou do tempo e talento dos colaboradores. Nesta temporada de fim de ano, é comum observar empresas engajando seus funcionários em campanhas de arrecadação de presentes para o Natal de crianças em situação de vulnerabilidade, por exemplo. 

É o caso do Grupo Reckitt, que completa seu centenário no Brasil este ano e é detentor de marcas conhecidas como Veja, Vanish, Sustagen, Bom Ar e Luftal. Através do seu Comitê Engaja, a empresa estabeleceu o objetivo de arrecadar R32 mil em doações para a ONG Turma da Touca, uma organização sem fins lucrativos que atende mais de 1000 crianças e adolescentes na zona sul de São Paulo. A arrecadação também está aberta ao público, pelo site 

Para Helena Costa Brito, representante da Turma da Touca, "Iniciativas com o setor privado são fundamentais para a continuidade do nosso trabalho. Essa é uma época especial para as crianças. O apoio do Grupo Reckitt nos permite ampliar nosso alcance e proporcionar um impacto positivo ainda maior na vida delas." 

Essa não é a única frente voltada para o voluntariado do Grupo Reckitt. A multinacional britânica também mantém o projeto “Give Time”, um programa interno global que oferece aos colaboradores dois dias por ano para atuarem como voluntários em causas sociais. A meta ambiciosa até 2025 é contribuir com 100 mil horas dedicadas ao trabalho voluntário mundialmente. Em 2023, foram somadas 650 horas em atividades dedicadas a comunidades e ao meio ambiente, somente no Brasil. 

Ao envolver os colaboradores em ações solidárias, a representante do Comitê Engaja do Grupo Reckitt destaca diversos benefícios: “Percebemos o quanto se envolver em projetos voluntários melhora o clima organizacional, fortalece laços entre os colaboradores e contribui para a estratégia de impacto e investimento social privado corporativo”, observa Jady Silva. 

O Dia Internacional do Voluntário é um lembrete essencial do poder da ação coletiva e do impacto positivo que empresas e colaboradores podem gerar quando se unem em prol de causas sociais significativas. “Ao adotar iniciativas de voluntariado, as empresas não apenas beneficiam comunidades carentes, mas também fortalecem sua cultura corporativa, promovendo um sentido de propósito e responsabilidade social entre seus colaboradores”, finaliza Jady. 

 

Grupo Reckitt


Demissões de CEOs aumentam: quais os motivos?


A fundamentalidade do CEO para uma empresa vai muito além da sua contribuição técnica. Essa é uma cadeira que, quando qualificadamente ocupada, é capaz de inspirar os times, direcionando-os em prol de seu melhor desempenho possível e os engajando em suas funções. Contudo, uma onda crescente de demissões destes profissionais está sendo notada, o que, caso permaneça sendo registrada, pode ocasionar em impactos severos para todos os membros do negócio.

Em dados divulgados pela pesquisa Challenger, Gray & Christmas, mais de 1.400 executivos deixaram seus postos ao longo deste ano. Pode parecer uma quantia pouco significativa, mas o total representa um aumento de quase 50% em relação a 2022, o mais alto desde que esse índice começou a ser monitorado em 2002. Ainda, foi constatado que o motivo da saída de quase 1/3 destes talentos foi a aposentadoria – em um ponto que também merece ser melhor compreendido.

Todos nós, em algum momento de nossa trajetória, iremos nos aposentar. Mas, é importante destacar que, normalmente, essa é uma decisão tomada em comum acordo entre as partes, uma vez que, caso o executivo não deseje se aposentar, ele pode continuar trabalhando em outras frentes. Isso fez com que, ainda segundo o estudo, 17% dos CEOs tenham se movimentado para posições maiores como, por exemplo, para conselhos de administração.

É complexo atrelar o motivo desta rotatividade a um único fator. Contudo, em um mercado extremamente dinâmico como o do nosso país, muito pode ser relacionado a esses dados o desafio destes executivos em se manterem atualizados e oxigenados em suas áreas de atuação. Afinal, essa é uma cadeira que demanda muita energia de realização e enfrenta pressões enormes diariamente visando a conquista dos resultados estipulados.

Muito sempre é esperado de um CEO em termos de direcionamento, inspiração, proximidade e domínio de mercado – o que, com certeza, torna essa cadeira exaustiva. Então, é “compreensível” observarmos este aumento de pedidos de desligamentos destes executivos no mercado, seja por parte deste profissional ou pela empresa, o que também pode ser completamente comum de ser visto e, inclusive, vem sendo significativamente notado nos últimos anos.

No Brasil, vimos, recentemente, uma série de turbulências em empresas nacionais em questão de ética e compliance, o que, inevitavelmente, contribui para que o CEO acabe ficando muito vulnerável e, geralmente, sendo demitido – seja ele culpado ou não. Isso porque, em teoria, ele é o responsável pelo que ocorre internamente e deveria acompanhar ou evitar que algo de errado acontecesse.

Seja por questões ideológicas, de conduta, método ou de resultados, a qualidade e desempenho deste executivo vem sendo acompanhada com a crescente transparência e proximidade nos últimos anos, em uma quebra de privacidade que nos permite ter uma maior clareza dos motivos que podem justificar essa rotatividade registrada no mercado.

Por mais justificáveis que certos pedidos de desligamento possam ser, este é um tema que deve ser devidamente analisado para que as empresas consigam ter um melhor alinhamento das expectativas com estes profissionais e, com isso, “segurar” bons CEOs em seu time.

É claro que todo negócio sempre irá cobrar seus profissionais em termos de resultados. Por sua vez, também é importante lembrar que essa urgência pode fragilizar a relação entre as partes. E, além de metas financeiras, as empresas devem sempre se lembrar que estes talentos são seres humanos, os quais possuem suas fraquezas, inseguranças e que também merece apoio em sua rotina corporativa.

Este é um olhar crucial para a retenção destes executivos, mantendo um alinhamento claro quanto ao que é esperado e conversas cada vez mais construtivas em prol de relações mais longevas. Todos esses fatores, quando prezados desde o recrutamento deste profissional, tornará este processo mais assertivo em termos de valores, comportamento, estilo de pensamento, visão de negócio e de vida.

Não há como negar a importância desta cadeira para o bom funcionamento de qualquer negócio. Portanto, uma análise criteriosa dos momentos de entrada, execução e saída de um CEO, é possível ter uma visão bem completa e um diagnóstico mais acurado das razões que podem levar ao seu desligamento e, com isso, adotar ações antecipadas que contribuam para sua retenção, felicidade e produtividade na empresa.

 

Ricardo Haag - sócio da Wide, consultoria boutique de recrutamento e seleção.

Wide
https://wide.works/


Rodovias concedidas contam com mais de 590 sensores de tráfego

Sensor de tráfego na Rodovia Dom Pedro I (SP-065) no km 58+200m
 Equipamento é capaz de realizar a contagem e identificação dos veículos, captação de peso por eixo e a velocidade praticada pelos condutores


A ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo), responsável pela gestão das concessionárias que fazem parte do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado, busca sempre a eficiência na gestão da malha concedida. Por isso, a Agência estabelece, por meio de seus contratos de concessão, que as empresas implantem ao longo da malha viária Sensores Automáticos de Tráfego (SAT’s). Entre as diversas funções, esses equipamentos realizam o levantamento do volume de tráfego em tempo real que auxilia as operações especiais em feriados prolongados, por exemplo. 

 

Atualmente, são 597 contadores localizados nos 11,1 mil quilômetros de rodovias no estado, que representam mais de R$ 40 milhões em investimentos. O SAT é uma ferramenta primordial para o controle de tráfego nas rodovias, além de coletar informações que permitem fazer as análises de fluidez e qualidade da operação nas vias, por meio da classificação de nível de serviço estabelecida no Manual do HCM (Estudo de Capacidade Urbana e Rodoviária). 

A classificação vai de “A” até “F”, sendo “A” a melhor e “F” a pior. A rodovia é classificada em nível “A” quando possui um fluxo livre, liberdade para manobras e limitada apenas pelas condições de segurança. Já o nível de serviço "F" ocorre quando há um colapso no fluxo de veículos. Ou seja, congestionamentos, com paradas repentinas na faixa de rolamento causados pelo alto volume. 

“O investimento em sensores de monitoramento e de computação de dados são essenciais à análise técnica da ARTESP para a modernização e melhorias nas vias. O controle de fluxo de veículos ajuda, por exemplo, nas pesquisas de expectativa de movimento nas rodovias durante feriados, no melhor horário para a realização de obras e na implantação de novos serviços. Ou seja, é essencial para o dia a dia da concessão”, explica Santi Ferri, Diretor de Operações da ARTESP.   

Vale destacar que no caso de locais sem a instalação de equipamentos, como alguns acessos (SPA’s) e interligações (SPI’s), as concessionárias elaboram contagens manuais pelo período de uma semana ao longo de cada semestre, para estimar o volume diário médio de veículos nestes locais.


IA no Google Ads: como essa ferramenta pode revolucionar os anúncios das empresas?

 

Toda empresa quer aparecer nos primeiros lugares de pesquisa online, e uma das melhores formas de atingir este feito é através da promoção de seus produtos ou serviços no Google Ads. Independentemente de seu porte, essa é uma ferramenta extremamente poderosa para o destaque da marca em seu segmento – a qual pode gerar resultados ainda maiores neste objetivo caso as marcas saibam utilizá-la estrategicamente e, ainda, com o apoio da inteligência artificial na elaboração das campanhas desejadas.

Não é de hoje que a IA se tornou uma enorme aliada do buscador. Afinal, o próprio formato de entradas nos leilões de classificação de um resultado de busca via anúncio utiliza mecanismos como o machine learning e outras ferramentas similares visando melhorar as ações de forma autônoma por meio da coleta e análise de dados na plataforma.

Com estes algoritmos inteligentes, as empresas podem aumentar as conversões pagando muito menos pelo clique no anúncio, uma vez que conseguirão compreender com maior assertividade o comportamento e as preferências dos usuários, para que possam adaptar estratégias e, com isso, obter um maior retorno sobre o investimento feito, melhor classificação nos anúncios e uma maior otimização dos reforços nessa tarefa.

Em 2022, como exemplo, dados divulgados pela própria gigante de tecnologia mostraram que os serviços de suas plataformas de busca, publicidade, vídeos e similares, movimentaram cerca de R$ 153 bilhões na economia brasileira – considerando, dentre tantos fatores, o retorno que as empresas obtiveram para seus negócios através dos investimentos destinados a essas ferramentas.

Por mais que toda nova feature feita no Google Ads acabe sendo implementada em outros países, como os Estados Unidos, para que apenas depois chegue aqui, a maior parte das features relacionadas à inteligência artificial no Google Ads já estão em pleno funcionamento, o que facilita que as empresas, seja qual for seu tamanho ou segmento, possam iniciar essa estratégia e colher excelentes resultados com essa ferramenta.

No entanto, é necessário destacar certos pontos de atenção importantes que devem ser levados em consideração nessa jornada – especialmente, a necessidade de validar a aplicação desta ação de acordo com o orçamento corporativo, assim como a mensuração dos resultados obtidos através das ações de IAs. Afinal, toda estratégia colocada em prática deve ser acompanhada em tempo real, mensurando o que for conquistado com as funcionalidades dispostas por essa tecnologia. Assim, se algo precisar ser reajustado, as companhias poderão tomar essa decisão com maior velocidade e segurança.

São diversas as possibilidades de aplicação da IA no Google Ads, assim como os benefícios a serem adquiridos pelos empreendimentos em prol de uma análise mais robusta do comportamento dos usuários com a marca, ajuste em tempo real dos anúncios com base nestas informações obtidas e criação de métodos mais dinâmicos visando a otimização e maximização de tudo que for feito no buscador.

Aquelas que investirem nessa estratégia, certamente, poderão conquistar feitos excelentes para uma maior eficiência, escalabilidade e confiabilidade. Mas, esse é um caminho que deve ser trilhado sempre com o pé no chão – até porque, nem todo recurso poderá ser vantajoso para os seus objetivos. Cada empresa possui suas próprias necessidades, as quais devem ser analisadas juntamente à sua realidade para que consigam fazer o melhor uso possível da IA no Google Ads e, com isso, alavancar sua posição na plataforma perante seu crescimento e destaque competitivo.

 

Renan Cardarello - CEO da iOBEE, ecossistema de soluções em marketing digital e tecnologia.


iOBEE
https://www.iobee.com.br/


Pesquisa: 54% das mulheres empreendedoras tem dificuldades em conciliar o trabalho doméstico com seus negócios

 Estudo conduzido pela Olhi evidencia a inviabilidade do cuidado realizado pela mulher, tema da redação do Enem 

 

Por que é tão difícil conciliar o empreendedorismo feminino com as atividades domésticas? O tema, em alta com a redação do Enem, ressalta um forte problema enfrentado por elas em nosso país, em uma realidade preocupante que também foi comprovada em uma pesquisa conduzida pela Olhi, startup de serviços voltada ao empreendedorismo feminino, a qual identificou que 54% das mulheres enfrentam dificuldades em conciliar as tarefas do lar com seus negócios.

Não há como negar que o Brasil é um ambiente desafiador ao empreendedorismo. Ainda assim, somos uma das regiões que mais abrem negócios no mundo e, inclusive, o sétimo país com maior quantidade de mulheres empreendedoras atuando nas mais diversificadas áreas do mercado. Mas, os motivos que as levam a essa jornada, principalmente quando comparados aos homens, nem sempre são tão positivos.

De acordo com o estudo, cerca de 30% das profissionais abriram seus negócios para que conseguissem conciliar suas responsabilidades de trabalho à maternidade, uma vez que 38,3% delas costumam dedicar cerca de duas horas diárias ao trabalho doméstico e 39,1% precisam de até quatro horas para esse dever. “Muitos ainda associam os cuidados voltados para a manutenção do bem-estar e saúde das pessoas dentro de casa como um dever feminino. Uma visão patriarcal, que resulta em exaustão e restringe o desenvolvimento profissional delas”, pontua Stefanie Schmitt, CEO da Olhi.

Essa visão faz com que quase 55% das profissionais tenham que conciliar, sozinhas, ambas as responsabilidades em suas rotinas, contra apenas 18,3% que contam com a ajuda de amigos ou familiares. E, para piorar, as consequências desta sobrecarga inevitável que elas sofrem em resposta à evidente desigualdade de gênero vão muito além do cansaço físico.

Para 54% delas, conciliar o trabalho doméstico aos seus empreendimentos é um fator diretamente prejudicial ao seu desempenho profissional, o que faz com que 47,7% se sintam frequentemente cansadas e, ainda, mais de 52% tenham sido diagnosticadas com algum transtorno mental – incluindo ansiedade (45,1%) e depressão (20%).

Isso faz com que mais de 74% acreditem que estes problemas afetem seu desempenho no empreendimento, junto com 78,3% que também relatam impactos diretos no bem-estar de sua família e/ou em pessoas de seu convívio. “A invisibilidade da carga do cuidado é mais um fator impactando a saúde mental das mulheres e isso precisa, imediatamente, ser reconhecido para que a contribuição laboral feminina dentro e fora do lar não acabe mais prejudicada”, ressalta.

Um dos passos mais importantes para que seja obtida essa equidade de tratamento e oportunidades envolve o reconhecimento da economia do cuidado e destes trabalhos executados principalmente pelas mulheres, buscando não apenas valorizar economicamente essas atividades, como também a conscientização sobre a necessidade de maior participação masculina nesse âmbito. Afinal, hoje, apenas 37,9% delas se sentem levadas a sério ao falarem de seus empreendimentos para familiares e/ou pessoas de seu convívio.

Enquanto não conferirmos o devido valor ao desempenho das atividades do cuidado, será cada vez mais improvável que elas não tenham que enfrentar dificuldades de conciliá-las com seus negócios. “O mercado não trata o empreendimento feminino como o masculino, inclusive porque pensa que cabe a elas cuidar, não trabalhar fora. No entanto, são elas que pagam a conta da metade dos lares brasileiros e que também empreendem para conciliar trabalho e maternidade, pois se não, ficam sem renda. É uma soma de vulnerabilidades que não tem como não impactar o bem-estar social”, finaliza a CEO. Para ter acesso à pesquisa completa, basta acessar https://olhi.com.br/impactar/ .

 

Serviço:

Pesquisa: Mulheres Empreendedoras

Realização: Olhi

Amostragem: 235 mulheres

Faixa etária: dos 18 anos aos 65+

Download da pesquisa: https://olhi.com.br/impactar/ 

 


Olhi
https://olhi.com.br/


10 curiosidades sobre o Prêmio Jabuti

A cerimônia de entrega da 65ª edição acontece no dia 5 de dezembro no Theatro Municipal de São Paulo


Se você ainda não ouviu falar do Prêmio Jabuti, então corra atrás do prejuízo e se permita conhecer a mais tradicional honraria à literatura brasileira, organizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). No próximo dia 5 de dezembro acontece a entrega dos vencedores da 65ª edição, no Theatro Municipal de São Paulo. O evento será transmitido online pelo canal da CBL no YouTube.

“O Prêmio Jabuti é uma referência no Brasil no que se refere ao mundo literário. Ele é muito importante tanto para os premiados quanto para as editoras e também para a divulgação da literatura brasileira”, explica a professora de Redação e Língua Portuguesa do Colégio Marista da Asa Sul, em Brasília, Stella Avelino. “Além disso, o Jabuti é um retrato da nossa sociedade e de quem somos porque a cada ano, premia obras que retratam a nossa cultura, os nossos costumes, os nossos problemas, as nossas realidades”, completa Stella.

Para conhecer um pouco mais da premiação, confira 10 curiosidades sobre o Prêmio Jabuti elaboradas pela professora do Colégio Marista da Asa Sul:

1. Em 2023 o Prêmio Jabuti celebra 65 anos: são seis décadas destacando o melhor da nossa literatura

2. O Prêmio é dividido em 4 eixos: Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação

3. Nesta edição, pela primeira vez, o Prêmio conta com uma nova categoria: escritor(a) estreante, para oferecer visibilidade aos novatos(as) em seu primeiro livro

4. Também pela primeira vez, o “Livro do Ano” passa a ter uma nova forma de premiação: o(a) autor(a) da obra vencedora estará presente no maior evento literário do mundo para relacionamento, divulgação e oportunidade de negócios que ultrapassam fronteiras.

5. Por que Jabuti? O nome foi escolhido por influência do Modernismo e pelo nacionalismo e pelos ambientes cultural e político da época que valorizavam a cultura popular brasileira.

6. Em 2017, o Prêmio Jabuti passou a contemplar duas novas categorias: Histórias em Quadrinhos e Livro Brasileiro Publicado no Exterior.

7. A cada ano, o prêmio escolhe uma “Personalidade Literária”. Em 2023, o agraciado é Pedro Bandeira, escritor nascido em Santos, São Paulo, com mais de 40 anos de carreira, 130 obras publicadas e 28 milhões de exemplares vendidos é uma referência na literatura infanto-juvenil.

8. A história em Quadrinhos "Triste República: A primeira República comentada por Lima Barreto" traz uma narrativa interessante sobre conteúdo estudado na 3a série do ensino médio. Lima Barreto, autor da obra adaptada, é um escritor pré-modernista que, envolvido com os problemas sociais de sua época, marcou a literatura com suas percepções

9. O livro "Alan Turing: suas máquinas e seus segredos", indicado na categoria juvenil, traz uma narrativa interessantíssima sobre o matemático que criou o computador.

10. "A vida futura", de Sérgio Rodrigues, retoma nomes importantes da literatura: José de Alencar e Machado de Assis revivem no século XXI. Excelente leitura para estudantes da 2a série do Ensino Médio que estudaram esses grandes nomes do Romantismo e do Realismo.


Brasil é o 4º país com mais viciados em smartphones

 

Freepik

País fica atrás somente da Malásia, Arábia Saudita e China

 

A quantidade de smartphone cresceu substancialmente na última década, sendo que mais da metade de toda população do planeta já possui um dispositivo.

Nos países desenvolvidos, a taxa é ainda maior, mais de 80% da população já possui um smartphone.

Com a maior disponibilidade, cresce também um problema, o vício em smartphones.

O uso indiscriminado do smartphone, tem sido associado a deficiências cognitivas, dificuldade no estudo, piora na qualidade do sono, e em alguns casos até na depressão.

O Brasil não escapa deste problema contemporâneo, e está em 4º no ranking dos países com mais viciados em smartphones.

É o que revela um estudo divulgado pela plataforma de descontos online CupomValido.com.br com dados da Universidade McGill.

O Brasil fica atrás somente de 3 países: Malásia, Arábia Saudita e China. Já os países com menos viciados, são a França e a Alemanha.



Por que existem tanto viciados em smartphones no Brasil?

Os pesquisadores citam que normas sociais variadas e expectativas culturais podem influenciar na importância que os indivíduos atribuem a permanecer em contato constante por meio de smartphones.

Países com uma cultura mais coletivista (como o Brasil), onde as conexões interpessoais são altamente valorizadas, podem apresentar taxas mais elevadas de vício em smartphones. Principalmente por passar mais tempo em redes sociais com os amigos e familiares.

Por outro lado, culturas individualistas (como a Alemanha), que priorizam a autonomia pessoal, podem demonstrar taxas mais baixas de dependência de smartphones.

 

Como tratar o vício de smartphone?

O tratamento pode ser abordado de diversas maneiras, sendo as principais:

  • Definição de limites de tempo máximo gasto no uso do smartphone por dia
  • Controle de notificações, desativando todas as notificações desnecessárias, e reduzindo a tentação de verificar o dispositivo a todo momento
  • Distância física do aparelho, seja deixando em outro cômodo ou fora do alcance das mãos, principalmente na hora do estudo, do trabalho ou de dormir
  • Por fim, caso o vício esteja afetando negativamente a saúde física ou mental, é interessante considerar a ajuda profissional de saúde ou terapeuta

 

 Fonte: Universidade McGill, CupomValido.com.br


Confiança empresarial cai 1,1 ponto em novembro, diz FGV

 

Assim como nos últimos dois meses, houve ligeira melhora das avaliações sobre a situação presente e uma piora acentuada das expectativas

 

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) caiu 1,1 ponto em novembro ante outubro, a terceira queda consecutiva, para 91,8 pontos, informou nesta sexta-feira, 1/12, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em médias móveis trimestrais, o índice recuou 1,0 ponto em novembro.

Segundo a FGV, a confiança empresarial seguiu em novembro o roteiro dos dois meses anteriores, com uma ligeira melhora das avaliações sobre a situação presente e uma piora mais acentuada das expectativas em relação aos meses seguintes.

"Esta combinação de resultados sugere que os segmentos cíclicos da economia, responsáveis por cerca de 2/3 do PIB, seguem apresentando um ritmo morno de atividade no quarto trimestre e estão preocupados com as perspectivas da economia para o primeiro trimestre de 2024", avaliou Aloisio Campelo Júnior, superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

Ainda de acordo com ele, pelo lado positivo, a confiança industrial subiu pela primeira vez no segundo semestre e o setor da Construção mostrou uma relativa resiliência, influenciado pela sustentação do otimismo no segmento de obras de infraestrutura.

O Índice de Confiança Empresarial reúne os dados das sondagens da Indústria, Serviços, Comércio e Construção. O cálculo leva em conta os pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados, com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a FGV, o objetivo é que o ICE permita uma avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica. A queda do Índice de Confiança Empresarial em novembro foi consequência exclusivamente da deterioração das expectativas.

O Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) subiu 0,7 ponto em novembro ante outubro, para 95,5 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE-E) recuou 1,4 ponto, para 88,2 pontos, acumulando uma perda de 7,0 pontos desde agosto.

O componente de tendência dos negócios seis meses à frente ficou estável em 89,0 pontos, e o de emprego previsto também mostrou estabilidade em 94,5 pontos.

Já o item que avalia a demanda prevista recuou 1,0 ponto, para 88,6 pontos, o menor patamar desde janeiro deste ano.

Na passagem de outubro para novembro, a confiança dos serviços caiu 0,9 ponto, para 94,4 pontos; a do comércio diminuiu 2,7 pontos, para 86,5 pontos; a da indústria teve elevação de 1,9 ponto, para 92,7 pontos; e a construção encolheu 0,1 ponto, para 96,2 pontos.

Em novembro, a confiança avançou em 47% dos 49 segmentos integrantes do ICE. A coleta do Índice de Confiança Empresarial reuniu informações de 3.835 empresas dos quatro setores entre os dias 1º e 27 de novembro.

  Estadão Conteúdo


5 dicas de segurança ao 'pilotar' e-bikes na ciclofaixa

Crédito: Canva
Usuários das bicicletas elétricas devem adotar alguns cuidados ao transitarem pelas ruas da cidade; Gabriel Arcon, CEO da E-Moving, lista dicas para se precaver de eventuais contratempos e acidentes

 

A segurança no trânsito ao se locomover com e-bikes é uma preocupação relevante, pois as bicicletas elétricas são uma forma eficiente de se deslocar, mas também apresentam desafios específicos. Sendo assim, é crucial adotar medidas de precaução para evitar possíveis acidentes. 

Segundo dados recentes da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), os atendimentos médicos envolvendo ciclistas cresceram 30% nos primeiros cinco meses de 2021, se comparado ao mesmo período do ano anterior. A segurança no trânsito ao se locomover com e-bikes depende de uma combinação de conhecimento das leis locais, uso adequado de equipamentos de segurança, manutenção regular da bicicleta e conduta responsável na estrada. 

"Para desfrutar ao máximo das vantagens das e-bikes, a segurança no trânsito deve ser uma prioridade. Com responsabilidade, podemos aproveitar esse transporte sustentável, que é prático e confortável, com a máxima segurança”, comenta Gabriel Arcon, CEO da E-Moving - startup de soluções em mobilidade urbana. 

Visando a importância da segurança ao se locomover com e-bikes, Arcon lista 5 dicas para quem utiliza ou pretende utilizar esse modal:

 

Conheça bem as leis locais

O usuário deve se familiarizar com as leis de trânsito locais que se aplicam a e-bike, em diversos lugares, elas são regulamentadas de forma diferente das bicicletas tradicionais e dos veículos motorizados, esteja ciente da classificação delas em sua área e siga as regras correspondentes. “Conhecer as leis locais é o primeiro passo para uma jornada segura com sua e-bike. Cada região pode ter regulamentações específicas para bicicletas elétricas, definindo limites de velocidade, requisitos de equipamentos, regras de uso de ciclovias e estradas, entre outros aspectos. Fique informado e siga as regras para garantir sua segurança e evitar multas e problemas legais”, comenta o CEO.

 

Use equipamentos de proteção

Essa é outra atitude essencial ao andar de e-bike, o capacete é o item mais importante, pois ele é o que protege a cabeça em caso de queda ou colisão, reduzindo o risco de lesões graves. Além deste acessório, deve ser considerado o uso de luvas, óculos de proteção e roupas de alta visibilidade é recomendável para aumentar a segurança. “Os equipamentos de proteção não apenas ajudam a prevenir lesões, mas também tornam os ciclistas mais visíveis para outros usuários da estrada, reduzindo o risco de acidentes. Portanto, ao pedalar, não se esqueça dos equipamentos de proteção apropriados”, ressalta Arcon.

 

Fique atento à manutenção

O ciclista deve ficar sempre de olho na manutenção de sua bicicleta elétrica, pois essa é uma parte crítica da segurança no trânsito. Antes de cada viagem, é importante verificar se a e-bike está em boas condições de uso. “Certifique-se de que os freios estejam ajustados e funcionando corretamente, verifique a pressão dos pneus para garantir uma boa aderência na estrada e garanta que as luzes e a buzina estejam operacionais”, acrescenta o executivo.

 

Mantenha uma velocidade segura

As e-bikes podem andar significativamente mais rápido do que as bicicletas tradicionais, por isso, é crucial manter uma velocidade adequada à situação e à via em que se está trafegando. Os limites de velocidade estabelecidos por lei devem ser seguidos sempre. 

“Em áreas com tráfego intenso ou vias estreitas, reduza a velocidade para uma margem segura, de modo a permitir que você reaja rapidamente a situações de tráfego inesperadas. Respeite os limites de velocidade estabelecidos para e-bikes na sua região, e lembre-se de que em ciclovias e áreas com pedestres, a velocidade deve ser ainda mais reduzida para garantir a segurança de todos”, diz o CEO.

 

Evite distrações

Usar dispositivos eletrônicos, como telefones celulares ou fones de ouvido, pode diminuir a capacidade do ciclista reagir com agilidade a situações de tráfego inesperadas. Portanto, o foco deve estar sempre na estrada. 

“Esteja atento ao tráfego, sinalize suas intenções e responda de maneira apropriada às mudanças nas condições de circulação. Lembre-se de que a atenção é um dos elementos essenciais para a segurança”, finaliza Arcon.

 

E-Moving


Mercado de trabalho nos Estados Unidos apresenta melhores perspectivas para brasileiros

 De acordo com Daniel Toledo, advogado e especialista em Direito Internacional, o país norte-americano proporciona melhores salários e uma qualidade de vida superior 

 

Nos Estados Unidos, diversas áreas de atuação têm se destacado como oportunidades de emprego para profissionais brasileiros. Setores como serviços alimentícios, design de paisagismo, educação e finanças estão entre os principais empregadores. Além disso, há uma demanda crescente em campos como medicina, administração, engenharia e economia, oferecendo salários atrativos.

De acordo com Daniel Toledo, advogado que atua na área do Direito Internacional, fundador da Toledo e Associados e sócio do LeeToledo PLLC, escritório de advocacia internacional com unidades no Brasil e nos Estados Unidos, é possível observar uma diferença salarial significativa entre os dois países. “Profissões consideradas menos qualificadas no Brasil, como babás, auxiliares de limpeza e cozinheiros, oferecem salários relativamente altos nos EUA, devido à escassez de mão de obra”, revela.

Existem, no entanto, existem também profissionais brasileiros com remunerações expressivas e ocupando cargos-chave, como diretores financeiros e líderes de projetos, em empresas renomadas. “A perspectiva é que brasileiros com formação superior ou especializações aumentem sua presença nos EUA, ocupando posições que exigem alto conhecimento técnico e acadêmico”, pontua.

Para Toledo, a situação econômica nos últimos anos fez com que muitos brasileiros perdessem as esperanças de estabelecer carreiras de sucesso no Brasil. “Por outro lado, as empresas americanas possuem uma escassez de profissionais evidente em diferentes níveis de qualificação. Embora a taxa de desemprego nos EUA varie, empresas enfrentam dificuldades para preencher vagas, fazendo com que green cards para imigrantes sejam patrocinados por essas marcas”, relata.

Além dos aspectos econômicos, a segurança e qualidade de vida também são atrativos para os brasileiros. “Esses fatores são determinantes e reforçam ainda mais a decisão dos profissionais sul-americanos que estão em busca de estabilidade e bem-estar pessoal”, declara.

O advogado ressalta que o aumento do acesso ao ensino superior no Brasil contribui para a expansão de perfil dos brasileiros que buscam oportunidades nos EUA. “A migração de pesquisadores, executivos, consultores e empreendedores também está em ascensão, demonstrando a diversidade dos profissionais que optam por trabalhar nos Estados Unidos”, revela.

Para se preparar para o mercado de trabalho nos EUA, o domínio do inglês é fundamental. “Estudos indicam que imigrantes fluentes no idioma têm remunerações 135% maiores se comparado aos profissionais que não dominam a língua. Ter fluência em inglês é um diferencial, especialmente em cidades como Nova York, Detroit e Boston, refletindo em salários mais altos”, aponta.

Em relação à documentação necessária para vistos e green cards, cada categoria conta com requisitos específicos e critérios diversos, tornando o processo complexo e variável. “O processo de imigração depende de uma série de fatores para ser executado com sucesso. De qualquer forma, a melhor alternativa sempre será a procura por um advogado especialista em direito internacional, que poderá efetuar todos os trâmites legais para que a aprovação aconteça da melhor maneira possível”, finaliza. 

 


Daniel Toledo - advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em Direito Internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio da LeeToledo PLLC. Para mais informações, acesse o site. Toledo também possui um canal no YouTube com mais 193 mil seguidores com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Ele também é membro efetivo da Comissão de Relações Internacionais da OAB Santos, professor honorário da Universidade Oxford - Reino Unido, consultor em protocolos diplomáticos do Instituto Americano de Diplomacia e Direitos Humanos USIDHR e professor da PUC Minas Gerais do primeiro curso de pós graduação em Direito Internacional, com foco em Imigração para os Estados Unidos



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